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O que uma pessoa compra dá uma boa noção de como ela vive. No caso do chef, tudo o que ele comprou foi para o consumo em família, para presentear um amigo e sair com a mulher.
Comprou coisas que não duram nem podem ser exibidas, mas podem tornar a relação entre as pessoas próximas a ele mais agradável e apetitosa.
[...]
Mas, na sociedade de consumo, vivemos para sermos felizes por meio do que adquirimos. Paradoxalmente, por meio daquilo que descartamos.
A aquisição de mercadorias satisfaz nossos desejos e providencia nossa felicidade. Mas os desejos são inesgotáveis. Brotam de todo contato que temos com o que existe no mundo. Um dá lugar a outro, e satisfazê-los é tarefa impossível.
Como as mercadorias são produzidas com a finalidade primeira de serem compradas, a sociedade de consumo precisa permanentemente provocar nossa insatisfação com o que temos e atiçar nosso desejo pelo que ainda não temos. Toda propaganda de alguma mercadoria sugere, subliminarmente, que aquela que temos está ultrapassada e não pode nos oferecer o que a nova poderá. Não comprá-la é ficar em falta com nós mesmos e não pertencer ao círculo especial dos que já a adquiriram.
Enredados nesse modo-contínuo de insatisfação/ descarte/consumo, compreendemos a máxima da vida: sempre seremos felizes por pouco tempo.
Toda suposta felicidade antecipa uma infelicidade. E, enquanto saltamos de uma infelicidade a outra, a almejada felicidade passa a ser um breve intervalo, sempre imperceptível.
A felicidade, substituída pela satisfação de desejos nunca aplacáveis, jamais é experimentada. O que nos resta é a ansiedade da felicidade.
As compras do chef francês sugerem que ele se desvia dessa sedução consumista. Fruir, mais do que ter. E não apenas o sabor do foie gras ou dos cogumelos, mas o prazer de repartir com amigos e familiares pequenos prazeres. Celebração e simplicidade.
O adolescente
Adolescente, olha! A vida é nova...
A vida é nova e anda nua
– vestida apenas com o teu desejo!
(QUINTANA, Mario. O livro de haicais. São Paulo: Globo, 2009.)
Pode-se afirmar que:
O que uma pessoa compra dá uma boa noção de como ela vive. No caso do chef, tudo o que ele comprou foi para o consumo em família, para presentear um amigo e sair com a mulher.
Comprou coisas que não duram nem podem ser exibidas, mas podem tornar a relação entre as pessoas próximas a ele mais agradável e apetitosa.
[...]
Mas, na sociedade de consumo, vivemos para sermos felizes por meio do que adquirimos. Paradoxalmente, por meio daquilo que descartamos.
A aquisição de mercadorias satisfaz nossos desejos e providencia nossa felicidade. Mas os desejos são inesgotáveis. Brotam de todo contato que temos com o que existe no mundo. Um dá lugar a outro, e satisfazê-los é tarefa impossível.
Como as mercadorias são produzidas com a finalidade primeira de serem compradas, a sociedade de consumo precisa permanentemente provocar nossa insatisfação com o que temos e atiçar nosso desejo pelo que ainda não temos. Toda propaganda de alguma mercadoria sugere, subliminarmente, que aquela que temos está ultrapassada e não pode nos oferecer o que a nova poderá. Não comprá-la é ficar em falta com nós mesmos e não pertencer ao círculo especial dos que já a adquiriram.
Enredados nesse modo-contínuo de insatisfação/ descarte/consumo, compreendemos a máxima da vida: sempre seremos felizes por pouco tempo.
Toda suposta felicidade antecipa uma infelicidade. E, enquanto saltamos de uma infelicidade a outra, a almejada felicidade passa a ser um breve intervalo, sempre imperceptível.
A felicidade, substituída pela satisfação de desejos nunca aplacáveis, jamais é experimentada. O que nos resta é a ansiedade da felicidade.
As compras do chef francês sugerem que ele se desvia dessa sedução consumista. Fruir, mais do que ter. E não apenas o sabor do foie gras ou dos cogumelos, mas o prazer de repartir com amigos e familiares pequenos prazeres. Celebração e simplicidade.
O que uma pessoa compra dá uma boa noção de como ela vive. No caso do chef, tudo o que ele comprou foi para o consumo em família, para presentear um amigo e sair com a mulher.
Comprou coisas que não duram nem podem ser exibidas, mas podem tornar a relação entre as pessoas próximas a ele mais agradável e apetitosa.
[...]
Mas, na sociedade de consumo, vivemos para sermos felizes por meio do que adquirimos. Paradoxalmente, por meio daquilo que descartamos.
A aquisição de mercadorias satisfaz nossos desejos e providencia nossa felicidade. Mas os desejos são inesgotáveis. Brotam de todo contato que temos com o que existe no mundo. Um dá lugar a outro, e satisfazê-los é tarefa impossível.
Como as mercadorias são produzidas com a finalidade primeira de serem compradas, a sociedade de consumo precisa permanentemente provocar nossa insatisfação com o que temos e atiçar nosso desejo pelo que ainda não temos. Toda propaganda de alguma mercadoria sugere, subliminarmente, que aquela que temos está ultrapassada e não pode nos oferecer o que a nova poderá. Não comprá-la é ficar em falta com nós mesmos e não pertencer ao círculo especial dos que já a adquiriram.
Enredados nesse modo-contínuo de insatisfação/ descarte/consumo, compreendemos a máxima da vida: sempre seremos felizes por pouco tempo.
Toda suposta felicidade antecipa uma infelicidade. E, enquanto saltamos de uma infelicidade a outra, a almejada felicidade passa a ser um breve intervalo, sempre imperceptível.
A felicidade, substituída pela satisfação de desejos nunca aplacáveis, jamais é experimentada. O que nos resta é a ansiedade da felicidade.
As compras do chef francês sugerem que ele se desvia dessa sedução consumista. Fruir, mais do que ter. E não apenas o sabor do foie gras ou dos cogumelos, mas o prazer de repartir com amigos e familiares pequenos prazeres. Celebração e simplicidade.
Estabelecendo um paralelo entre a charge anterior e o texto em análise, pode-se afirmar que a charge:
O que uma pessoa compra dá uma boa noção de como ela vive. No caso do chef, tudo o que ele comprou foi para o consumo em família, para presentear um amigo e sair com a mulher.
Comprou coisas que não duram nem podem ser exibidas, mas podem tornar a relação entre as pessoas próximas a ele mais agradável e apetitosa.
[...]
Mas, na sociedade de consumo, vivemos para sermos felizes por meio do que adquirimos. Paradoxalmente, por meio daquilo que descartamos.
A aquisição de mercadorias satisfaz nossos desejos e providencia nossa felicidade. Mas os desejos são inesgotáveis. Brotam de todo contato que temos com o que existe no mundo. Um dá lugar a outro, e satisfazê-los é tarefa impossível.
Como as mercadorias são produzidas com a finalidade primeira de serem compradas, a sociedade de consumo precisa permanentemente provocar nossa insatisfação com o que temos e atiçar nosso desejo pelo que ainda não temos. Toda propaganda de alguma mercadoria sugere, subliminarmente, que aquela que temos está ultrapassada e não pode nos oferecer o que a nova poderá. Não comprá-la é ficar em falta com nós mesmos e não pertencer ao círculo especial dos que já a adquiriram.
Enredados nesse modo-contínuo de insatisfação/ descarte/consumo, compreendemos a máxima da vida: sempre seremos felizes por pouco tempo.
Toda suposta felicidade antecipa uma infelicidade. E, enquanto saltamos de uma infelicidade a outra, a almejada felicidade passa a ser um breve intervalo, sempre imperceptível.
A felicidade, substituída pela satisfação de desejos nunca aplacáveis, jamais é experimentada. O que nos resta é a ansiedade da felicidade.
As compras do chef francês sugerem que ele se desvia dessa sedução consumista. Fruir, mais do que ter. E não apenas o sabor do foie gras ou dos cogumelos, mas o prazer de repartir com amigos e familiares pequenos prazeres. Celebração e simplicidade.
O que uma pessoa compra dá uma boa noção de como ela vive. No caso do chef, tudo o que ele comprou foi para o consumo em família, para presentear um amigo e sair com a mulher.
Comprou coisas que não duram nem podem ser exibidas, mas podem tornar a relação entre as pessoas próximas a ele mais agradável e apetitosa.
[...]
Mas, na sociedade de consumo, vivemos para sermos felizes por meio do que adquirimos. Paradoxalmente, por meio daquilo que descartamos.
A aquisição de mercadorias satisfaz nossos desejos e providencia nossa felicidade. Mas os desejos são inesgotáveis. Brotam de todo contato que temos com o que existe no mundo. Um dá lugar a outro, e satisfazê-los é tarefa impossível.
Como as mercadorias são produzidas com a finalidade primeira de serem compradas, a sociedade de consumo precisa permanentemente provocar nossa insatisfação com o que temos e atiçar nosso desejo pelo que ainda não temos. Toda propaganda de alguma mercadoria sugere, subliminarmente, que aquela que temos está ultrapassada e não pode nos oferecer o que a nova poderá. Não comprá-la é ficar em falta com nós mesmos e não pertencer ao círculo especial dos que já a adquiriram.
Enredados nesse modo-contínuo de insatisfação/ descarte/consumo, compreendemos a máxima da vida: sempre seremos felizes por pouco tempo.
Toda suposta felicidade antecipa uma infelicidade. E, enquanto saltamos de uma infelicidade a outra, a almejada felicidade passa a ser um breve intervalo, sempre imperceptível.
A felicidade, substituída pela satisfação de desejos nunca aplacáveis, jamais é experimentada. O que nos resta é a ansiedade da felicidade.
As compras do chef francês sugerem que ele se desvia dessa sedução consumista. Fruir, mais do que ter. E não apenas o sabor do foie gras ou dos cogumelos, mas o prazer de repartir com amigos e familiares pequenos prazeres. Celebração e simplicidade.
O que uma pessoa compra dá uma boa noção de como ela vive. No caso do chef, tudo o que ele comprou foi para o consumo em família, para presentear um amigo e sair com a mulher.
Comprou coisas que não duram nem podem ser exibidas, mas podem tornar a relação entre as pessoas próximas a ele mais agradável e apetitosa.
[...]
Mas, na sociedade de consumo, vivemos para sermos felizes por meio do que adquirimos. Paradoxalmente, por meio daquilo que descartamos.
A aquisição de mercadorias satisfaz nossos desejos e providencia nossa felicidade. Mas os desejos são inesgotáveis. Brotam de todo contato que temos com o que existe no mundo. Um dá lugar a outro, e satisfazê-los é tarefa impossível.
Como as mercadorias são produzidas com a finalidade primeira de serem compradas, a sociedade de consumo precisa permanentemente provocar nossa insatisfação com o que temos e atiçar nosso desejo pelo que ainda não temos. Toda propaganda de alguma mercadoria sugere, subliminarmente, que aquela que temos está ultrapassada e não pode nos oferecer o que a nova poderá. Não comprá-la é ficar em falta com nós mesmos e não pertencer ao círculo especial dos que já a adquiriram.
Enredados nesse modo-contínuo de insatisfação/ descarte/consumo, compreendemos a máxima da vida: sempre seremos felizes por pouco tempo.
Toda suposta felicidade antecipa uma infelicidade. E, enquanto saltamos de uma infelicidade a outra, a almejada felicidade passa a ser um breve intervalo, sempre imperceptível.
A felicidade, substituída pela satisfação de desejos nunca aplacáveis, jamais é experimentada. O que nos resta é a ansiedade da felicidade.
As compras do chef francês sugerem que ele se desvia dessa sedução consumista. Fruir, mais do que ter. E não apenas o sabor do foie gras ou dos cogumelos, mas o prazer de repartir com amigos e familiares pequenos prazeres. Celebração e simplicidade.
O que uma pessoa compra dá uma boa noção de como ela vive. No caso do chef, tudo o que ele comprou foi para o consumo em família, para presentear um amigo e sair com a mulher.
Comprou coisas que não duram nem podem ser exibidas, mas podem tornar a relação entre as pessoas próximas a ele mais agradável e apetitosa.
[...]
Mas, na sociedade de consumo, vivemos para sermos felizes por meio do que adquirimos. Paradoxalmente, por meio daquilo que descartamos.
A aquisição de mercadorias satisfaz nossos desejos e providencia nossa felicidade. Mas os desejos são inesgotáveis. Brotam de todo contato que temos com o que existe no mundo. Um dá lugar a outro, e satisfazê-los é tarefa impossível.
Como as mercadorias são produzidas com a finalidade primeira de serem compradas, a sociedade de consumo precisa permanentemente provocar nossa insatisfação com o que temos e atiçar nosso desejo pelo que ainda não temos. Toda propaganda de alguma mercadoria sugere, subliminarmente, que aquela que temos está ultrapassada e não pode nos oferecer o que a nova poderá. Não comprá-la é ficar em falta com nós mesmos e não pertencer ao círculo especial dos que já a adquiriram.
Enredados nesse modo-contínuo de insatisfação/ descarte/consumo, compreendemos a máxima da vida: sempre seremos felizes por pouco tempo.
Toda suposta felicidade antecipa uma infelicidade. E, enquanto saltamos de uma infelicidade a outra, a almejada felicidade passa a ser um breve intervalo, sempre imperceptível.
A felicidade, substituída pela satisfação de desejos nunca aplacáveis, jamais é experimentada. O que nos resta é a ansiedade da felicidade.
As compras do chef francês sugerem que ele se desvia dessa sedução consumista. Fruir, mais do que ter. E não apenas o sabor do foie gras ou dos cogumelos, mas o prazer de repartir com amigos e familiares pequenos prazeres. Celebração e simplicidade.
ARGENTINA
Por Lara Rizério
16 de dezembro de 2019
Medidas consideradas intervencionistas já eram esperadas logo nos primeiros dias de governo de Alberto Fernández, que tomou posse como presidente da Argentina no dia 10 de dezembro de 2019. E foi justamente o que aconteceu.
No último fim de semana, ganharam as páginas dos jornais o decreto do governo, instituindo, além do aumento dos custos dos empregadores para demissão de funcionários, a elevação dos impostos sobre as exportações de soja e grãos, como forma de “enfrentar a grave situação das finanças públicas” do país (segundo destaca o documento).
Com isso, o teto de taxação de 4 Pesos por Dólar definido pelo governo do ex-presidente Maurício Macri perde o efeito e as retenções ficam em 12%. O decreto de Fernández é aplicado parcialmente para o trigo, o milho e a soja, que voltarão à taxa de 12%. Para a soja, principal produto de exportação, o índice se somará aos 18% que já se pagavam. Desta forma, essa exportação será taxada com 30% de seu preço.
As tarifas de exportação da Argentina, em uma base de doze meses até novembro de 2019, representaram cerca de 1,6% do PIB do país, de acordo com cálculos feitos pelo Credit Suisse. O governo aposta que, com a elevação das tarifas, haja mais fundos para o seu pacote emergencial.
As medidas de Fernández, inclusive, têm o potencial de reverberar por aqui. Afinal, o país vizinho é o principal fornecedor de trigo para o Brasil – de acordo com o Ministério da Agricultura, mais de 80% da commodity utilizado pelas indústrias brasileiras vêm da Argentina.
Desta forma, a princípio, o anúncio poderia representar mais uma fonte de pressão nos preços dos alimentos no Brasil, já que a elevação das cotações do trigo pode ser repassada para produtos que usam o insumo, como o pão francês.
Vale destacar que, no mês de novembro de 2019, a inflação oficial brasileira medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) e divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), mostrou uma aceleração de 0,51% na comparação mensal, maior alta do mês desde 2015 e acima do esperado. Quem guiou esse resultado foi a carne, cujo preço disparou 8,09% de outubro para novembro de 2019 por conta da escassez de proteína animal na Ásia, onde a demanda por importações de carne suína, bovina e de frango aumentou. A peste suína africana está dizimando rebanhos, reduzindo a oferta e aumentando a exportação brasileira para a região.
Porém, conforme aponta a equipe de análise econômica da XP Investimentos, a dimensão do impacto da medida da Argentina sobre a inflação brasileira ainda é difícil de ser calculada, uma vez que o Brasil poderia redirecionar suas compras para outros países que também são grandes produtores do grão, como EUA e Canadá.
EFEITO NAS EMPRESAS
Enquanto o cenário é incerto, algumas empresas brasileiras e associações já se pronunciaram. Foi o caso da Marfrig Global Foods (uma companhia de alimentos à base de proteína animal), que possui operações na Argentina e afirmou que a taxação para os produtos em geral não terá impacto material na geração de resultado da companhia. O governo argentino aumentou para 9% o imposto sobre as exportações de carne bovina. Antes, eram cobrados 3 Pesos por Dólar exportado.
A companhia destacou que a receita líquida da operação da empresa na Argentina representou apenas 3,6% da receita líquida consolidada no período acumulado até setembro de 2019, sendo que, desse montante, aproximadamente 50% é proveniente de vendas no mercado doméstico, o que minimiza o impacto da medida, enquanto outros 50% vieram de exportações.
“Aproximadamente 60% das receitas de exportações de carne bovina da Marfrig, na Argentina, foi para China, um dos destinos mais rentáveis do mundo dado o novo cenário global de proteínas”, destacou em comunicado.
Por outro lado, com relação, especificamente, ao trigo e à soja, o efeito da elevação dos tributos será estimular agricultores argentinos a produzirem menos, conforme aponta a analista Michaela Kuhl, do Commerzbank. “Para agricultores, o imposto significa que eles ganham menos ao exportar seus produtos. Em geral, isso significa que produzirão menos dos produtos em questão”, destaca a analista.
Assim, qualquer recuo significativo na produção do país terá efeito nos mercados globais, já que o país é o maior exportador de farelo de soja e sexto maior exportador de trigo, segundo dados do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA).
Adaptado. Fonte: http://bit.ly/2EyfGFu.
Com base no texto 'Argentina eleva taxas sobre exportação', leia as afirmativas a seguir:
I. No texto, é possível identificar a ideia de que as medidas do governo da Argentina têm o potencial de reverberar no Brasil. Afinal, o país vizinho é o principal fornecedor de melaço para as indústrias brasileiras.
II. A autora destacar que, no mês de novembro de 2019, a inflação oficial brasileira medida pelo IBGE e divulgada pelo IPCA, mostrou uma aceleração de 8,09% na comparação mensal, maior alta do mês desde 2015 e acima do esperado. Ainda de acordo com a autora, a redução da taxa de inflação e o aumento do custo de vida do brasileiro foi fortemente influenciado pela redução na oferta de trigo da Argentina.
III. De acordo com as informações apresentadas pelo texto, a Marfrig Global Foods afirmou que a receita líquida da sua operação na Argentina representou mais de 6,3% da receita bruta global no período acumulado até julho de 2019.
Marque a alternativa CORRETA:
Excel e business intelligence
No Excel, é possível usar Tabelas Dinâmicas e outras ferramentas de business intelligence para analisar dados e, assim, tomar decisões mais consistentes. Essas ferramentas permitem analisar grandes quantidades de dados na planilha, elaborar gráficos e compreender tendências e comportamentos relevantes para o seu trabalho.
No Excel, é possível analisar dados em uma ou várias tabelas e criar relatórios interativos e visuais que você pode compartilhar com outras pessoas com quem esteja desenvolvendo um projeto, por exemplo. É possível, ainda, tomar melhores decisões olhando para seus dados de diferentes ângulos em um relatório de Tabela Dinâmica. O Excel o ajuda a começar recomendando um relatório adequado para seus dados.
Após criar uma Tabela Dinâmica baseada em dados de uma planilha, dados externos ou várias tabelas, você pode acessar a “Lista de Campos” para adicionar, organizar e remover campos em seu relatório de Tabela Dinâmica a qualquer momento.
Para uma apresentação visual, é possível criar um Gráfico Dinâmico com controles de filtragem interativos para poder analisar um subconjunto de seus dados. O Excel pode até recomendar um Gráfico Dinâmico para seus dados. Se você deseja apenas um gráfico interativo, não é necessário criar uma Tabela Dinâmica.
Se você desejar excluir uma Tabela Dinâmica, o truque é selecioná-la inteira antes de pressionar “Excluir”, mesmo quando há muitos dados.
Adaptado. Fonte: http://bit.ly/2SG0kH7.
Com base no texto 'Excel e business intelligence', leia as afirmativas a seguir:
I. A Tabela Dinâmica, no Excel, é uma funcionalidade utilizada para realçar a configuração das células da planilha, atribuindo a elas uma cor ou espessura de borda diferentes, de acordo com o texto.
II. Se o usuário deseja apenas um gráfico interativo, é necessário criar uma Tabela Dinâmica com o auxílio das funções de texto e também das funções geométricas do Excel, de acordo com o texto.
Marque a alternativa CORRETA:
Excel e business intelligence
No Excel, é possível usar Tabelas Dinâmicas e outras ferramentas de business intelligence para analisar dados e, assim, tomar decisões mais consistentes. Essas ferramentas permitem analisar grandes quantidades de dados na planilha, elaborar gráficos e compreender tendências e comportamentos relevantes para o seu trabalho.
No Excel, é possível analisar dados em uma ou várias tabelas e criar relatórios interativos e visuais que você pode compartilhar com outras pessoas com quem esteja desenvolvendo um projeto, por exemplo. É possível, ainda, tomar melhores decisões olhando para seus dados de diferentes ângulos em um relatório de Tabela Dinâmica. O Excel o ajuda a começar recomendando um relatório adequado para seus dados.
Após criar uma Tabela Dinâmica baseada em dados de uma planilha, dados externos ou várias tabelas, você pode acessar a “Lista de Campos” para adicionar, organizar e remover campos em seu relatório de Tabela Dinâmica a qualquer momento.
Para uma apresentação visual, é possível criar um Gráfico Dinâmico com controles de filtragem interativos para poder analisar um subconjunto de seus dados. O Excel pode até recomendar um Gráfico Dinâmico para seus dados. Se você deseja apenas um gráfico interativo, não é necessário criar uma Tabela Dinâmica.
Se você desejar excluir uma Tabela Dinâmica, o truque é selecioná-la inteira antes de pressionar “Excluir”, mesmo quando há muitos dados.
Adaptado. Fonte: http://bit.ly/2SG0kH7.
Com base no texto 'Excel e business intelligence', leia as afirmativas a seguir:
I. Se o usuário desejar excluir uma Tabela Dinâmica, ele deve selecioná-la inteira e, sem seguida, apagar a pasta de trabalho do Excel do diretório onde a mesma está armazenada, de acordo com o texto.
II. No Excel, é possível usar Tabelas Dinâmicas e outras ferramentas de business intelligence para analisar dados e, assim, tomar decisões mais consistentes, de acordo com o texto.
Marque a alternativa CORRETA:
Excel e business intelligence
No Excel, é possível usar Tabelas Dinâmicas e outras ferramentas de business intelligence para analisar dados e, assim, tomar decisões mais consistentes. Essas ferramentas permitem analisar grandes quantidades de dados na planilha, elaborar gráficos e compreender tendências e comportamentos relevantes para o seu trabalho.
No Excel, é possível analisar dados em uma ou várias tabelas e criar relatórios interativos e visuais que você pode compartilhar com outras pessoas com quem esteja desenvolvendo um projeto, por exemplo. É possível, ainda, tomar melhores decisões olhando para seus dados de diferentes ângulos em um relatório de Tabela Dinâmica. O Excel o ajuda a começar recomendando um relatório adequado para seus dados.
Após criar uma Tabela Dinâmica baseada em dados de uma planilha, dados externos ou várias tabelas, você pode acessar a “Lista de Campos” para adicionar, organizar e remover campos em seu relatório de Tabela Dinâmica a qualquer momento.
Para uma apresentação visual, é possível criar um Gráfico Dinâmico com controles de filtragem interativos para poder analisar um subconjunto de seus dados. O Excel pode até recomendar um Gráfico Dinâmico para seus dados. Se você deseja apenas um gráfico interativo, não é necessário criar uma Tabela Dinâmica.
Se você desejar excluir uma Tabela Dinâmica, o truque é selecioná-la inteira antes de pressionar “Excluir”, mesmo quando há muitos dados.
Adaptado. Fonte: http://bit.ly/2SG0kH7.
Com base no texto 'Excel e business intelligence', leia as afirmativas a seguir:
I. No Excel, a Tabela Dinâmica pode ser utilizada para realizar uma apresentação de slides e, assim, comunicar a uma equipe um conjunto de instruções ou regras relacionadas ao ambiente de trabalho, de acordo com o texto.
II. O Excel pode recomendar um Gráfico Dinâmico para os dados do usuário contanto que esses dados estejam armazenados em um arquivo em formato .txt, de acordo com o texto.
Marque a alternativa CORRETA:
Excel e business intelligence
No Excel, é possível usar Tabelas Dinâmicas e outras ferramentas de business intelligence para analisar dados e, assim, tomar decisões mais consistentes. Essas ferramentas permitem analisar grandes quantidades de dados na planilha, elaborar gráficos e compreender tendências e comportamentos relevantes para o seu trabalho.
No Excel, é possível analisar dados em uma ou várias tabelas e criar relatórios interativos e visuais que você pode compartilhar com outras pessoas com quem esteja desenvolvendo um projeto, por exemplo. É possível, ainda, tomar melhores decisões olhando para seus dados de diferentes ângulos em um relatório de Tabela Dinâmica. O Excel o ajuda a começar recomendando um relatório adequado para seus dados.
Após criar uma Tabela Dinâmica baseada em dados de uma planilha, dados externos ou várias tabelas, você pode acessar a “Lista de Campos” para adicionar, organizar e remover campos em seu relatório de Tabela Dinâmica a qualquer momento.
Para uma apresentação visual, é possível criar um Gráfico Dinâmico com controles de filtragem interativos para poder analisar um subconjunto de seus dados. O Excel pode até recomendar um Gráfico Dinâmico para seus dados. Se você deseja apenas um gráfico interativo, não é necessário criar uma Tabela Dinâmica.
Se você desejar excluir uma Tabela Dinâmica, o truque é selecioná-la inteira antes de pressionar “Excluir”, mesmo quando há muitos dados.
Adaptado. Fonte: http://bit.ly/2SG0kH7.
Com base no texto 'Excel e business intelligence', leia as afirmativas a seguir:
I. No Excel, para uma apresentação visual, é possível criar um Gráfico Estático com controles de filtragem interativos para poder analisar a totalidade de seus dados armazenados no computador, de acordo com o texto.
II. O Excel pode recomendar um relatório adequado para os dados do usuário, de acordo com o texto.
Marque a alternativa CORRETA:
Leia as afirmativas a seguir:
I. De acordo com a Lei Complementar nº 101/2000, a empresa controlada deve incluir em seus balanços trimestrais nota explicativa em que informa sobre a venda de bens, prestação de serviços ou concessão de empréstimos e financiamentos com preços, taxas, prazos ou condições diferentes dos vigentes no mercado.
II. De acordo com a Lei Complementar nº 101/2000, a empresa controlada deve incluir em seus balanços trimestrais nota explicativa em que informa sobre os recursos recebidos do controlador, a qualquer título, especificando valor, fonte e destinação.
Marque a alternativa CORRETA:
Leia as afirmativas a seguir:
I. Para os efeitos da Lei Complementar nº 101/2000, entende-se como receita corrente líquida o somatório das receitas tributárias, de contribuições, patrimoniais, industriais, agropecuárias, de serviços, transferências correntes e outras receitas também correntes, deduzidos os valores previstos na legislação vigente.
II. À luz da Lei Complementar nº 101/2000, a escrituração das contas públicas deve observar se as demonstrações contábeis compreenderão, isolada e conjuntamente, as transações e operações de cada órgão, fundo ou entidade da administração direta, autárquica e fundacional, inclusive empresa estatal dependente.
Marque a alternativa CORRETA:
I. gerenciar espaços alocados. II. criar e deletar arquivos de qualquer extensão. III. criar e deletar diretórios de memória swap. IV. mapear arquivos em disco em massa. V. fazer a manipulação de arquivos e diretórios na memória.
Estão CORRETAS apenas as afirmações constantes nos itens:

Requisito
A - Confiabilidade B - Segurança
Ação
( ) O NTFS usa seu arquivo de log e informações de ponto de verificação para restaurar a consistência do sistema de arquivos quando o computador é reiniciado após uma falha do sistema. ( ) O NTFS monitora e corrige continuamente problemas transitórios de corrupção em segundo plano sem colocar o volume offline. ( ) o NTFS permite que se definam permissões em um arquivo ou pasta, que se especifiquem os grupos e usuários cujo acesso se deseja restringir ou permitir e que se selecione tipo de acesso. ( ) Quando o NTFS é usado com volumes compartilhados clusterizados, nenhum tempo de inatividade é necessário. ( ) O NTFS pode dar suporte a volumes tão grandes quanto 256 terabytes.
A alternativa que melhor representa as relações está disposta em:
Ao selecionar a opção marcação simples, o leitor do documento estará apto para

