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Q3664038 Administração Financeira e Orçamentária
O Poder Executivo estabelecerá a programação financeira e o cronograma de execução mensal de desembolso:
Alternativas
Q3664037 Administração Financeira e Orçamentária
Na União, e nos entes federados cujas respectivas constituições não disponham de maneira diversa, o projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias:
Alternativas
Q3664036 Direito Financeiro

Com base no vigente regramento acerca do Plano Plurianual (PPA), avalie as afirmativas a seguir e assinale a alternativa correta.


( ) A lei que instituir o plano plurianual estabelecerá, de forma regionalizada, as diretrizes, objetivos e metas da administração pública para as despesas de capital e outras delas decorrentes e para as relativas aos programas de duração continuada.


( ) O Projeto de Lei do Plano Plurianual reflete os anseios dos eleitores de determinada região. Neste sentido, a CF/1988 admite a iniciativa popular para sua proposição.


( ) O PPA é instrumento de planejamento de médio prazo e têm vigência de 4 anos, período que não coincide com o mandato do gestor.



Alternativas
Q3664035 Direito Financeiro

A Lei de Responsabilidade Fiscal – Lei Complementar nº 101/2000 – incorporou novas atribuições à Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO), além daquelas já previstas na Constituição Federal de 1988. Acerca do tema, informe se é verdadeiro (V) ou falso (F) para o que se afirma a seguir.


( ) A Lei de Diretrizes Orçamentárias disporá sobre o equilíbrio entre receitas e despesas e critérios e forma de limitação de empenho, em caso de não se realizarem as metas bimestrais de receita.

( ) Cabe à Lei de Diretrizes Orçamentárias determinar a forma de utilização e o montante da reserva de contingência, que será definido com base na Receita Corrente Líquida.

( ) A Lei de Diretrizes Orçamentárias conterá, em anexo, demonstrativo da compatibilidade da programação dos orçamentos com os objetivos e metas constantes do Plano Plurianual.

( ) Integrará o projeto de LDO o Anexo de Metas Fiscais, donde serão estabelecidas metas anuais, em valores correntes e constantes, relativas a receitas, despesas, resultados nominal e primário e montante da dívida pública, para o exercício a que se referirem e para os dois seguintes.


Assinale a alternativa com a sequência correta.

Alternativas
Q3664034 Direito Financeiro
São fontes de recursos passíveis de utilização para a abertura de créditos adicionais, EXCETO: 
Alternativas
Q3664033 Direito Financeiro
De acordo com a definição legal, créditos adicionais especiais são aqueles:
Alternativas
Q3664032 Administração Financeira e Orçamentária
A elaboração do orçamento anual é apenas uma das etapas do ciclo orçamentário, que está sujeito a uma série de vedações legislativas. Nesse sentido, assinale a alternativa que não corresponde a uma delas.
Alternativas
Q3664031 Direito Financeiro
Com base no atual regramento legal, assinale a alternativa INCORRETA sobre o processo de elaboração do orçamento anual no Brasil: 
Alternativas
Q3664030 Direito Financeiro
No Brasil, a elaboração do orçamento anual é norteada por princípios previstos em legislação. Um deles determina que a Lei de Orçamento não conterá matéria estranha à previsão da receita e à fixação da despesa, a fim de evitar tentativas de parlamentares de se beneficiarem de seu processo legislativo diferenciado. Trata-se do: 
Alternativas
Q3663929 Matemática
João e Maria divorciaram-se, certo que, diante do regime de bens adotado por eles quando do casamento, cada um ficaria com metade do patrimônio do casal quando da separação. Considerando que o casal possuía bens que totalizavam o montante de R$ 1.500.000,00 (um milhão e quinhentos mil reais), e que Maria, após receber sua parte, irá doar 20 % (vinte por cento) de tudo o que receber, qual o valor da partilha que restará a ela após referida doação?
Alternativas
Q3663928 Matemática
Um morador deseja dividir uma sala, que possui formato quadrado, construindo uma parede ligando os vértices opostos por meio de uma linha diagonal, formando assim dois triângulos retângulos. Considerando que a sala possui lados iguais a 10 (dez) metros, a parede que a separará terá comprimento, em metros, equivalente a: 
Alternativas
Q3663927 Matemática
Para suprir a demanda regular de produção de energia, uma usina termoelétrica que funciona ininterruptamente utiliza, em média, quinhentos litros de óleo por dia. Em um mês em que houve necessidade de aumento da produção de energia em 20% (vinte por cento), o que acarreta o mesmo aumento proporcional no consumo de combustível, qual será o volume total, em litros, de óleo utilizado pela usina? Considere que o mês possui 30 (trinta) dias.
Alternativas
Q3663926 Matemática
Considere que um retângulo possui um dos lados medindo vinte centímetros e o outro medindo cinquenta centímetros. Qual a área total deste retângulo, em metros quadrados?
Alternativas
Q3663925 Matemática
Considere os seguintes números: 20, 45, 65 e 80. Qual o MMC – mínimo múltiplo comum – deles?
Alternativas
Q3663924 Matemática
Um construtor deseja adquirir azulejos a fim de revestir apenas o fundo de uma piscina circular, a qual possui diâmetro de 6 metros. Considerando Pi = 3, e que o valor do metro quadrado de azulejo que ele deseja comprar custa R$ 50,00 (cinquenta reais), qual o valor total dispendido por ele para adquirir a quantidade necessária do produto? 
Alternativas
Q3663921 Matemática
Qual o perímetro, em metros, de um terreno quadrado, cujo lado L pode ser calculado pela equação: L = 45 – X? Considere que o valor de X equivale a 20% (vinte por cento) de 150.
Alternativas
Q3663920 Matemática
Para viajar até a cidade A, distante cinquenta quilômetros de sua casa, um motorista utiliza seu automóvel, o qual consome oito litros de gasolina para realizar o trajeto de ida e volta até a referida cidade. Considerando que cada litro de combustível custa R$ 5,00 (cinco reais), qual o valor total gasto pelo condutor ao realizar uma viagem de ida e volta até a cidade B, utilizando o mesmo automóvel e considerando o mesmo consumo de combustível por quilômetro rodado? Considere que a cidade B está a trezentos quilômetros de sua residência. 
Alternativas
Q3663917 Português
Tanta mansidão

Pois a hora escura, talvez a mais escura, em pleno dia, precedeu essa coisa que não quero sequer tentar definir. Em pleno dia era noite, e essa coisa que não quero ainda definir é uma luz tranquila dentro de mim, e a ela chamariam de alegria, alegria mansa. Estou um pouco desnorteada como se um coração me tivesse sido tirado, e em lugar dele estivesse agora a súbita ausência, uma ausência quase palpável do que era antes um órgão banhado da escuridão da dor. Não estou sentindo nada. Mas é o contrário de um torpor. É um modo mais leve e mais silencioso de existir. Mas estou também inquieta. Eu estava organizada para me consolar da angústia e da dor. Mas como é que me arrumo com essa simples e tranquila alegria. É que não estou habituada a não precisar de meu próprio consolo. A palavra consolo aconteceu sem eu sentir, e eu não notei, e quando fui procurá-la, ela já se havia transformado em carne e espírito, já não existia mais como pensamento. Vou então à janela, está chovendo muito. Por hábito estou procurando na chuva o que em outro momento me serviria de consolo. Mas não tenho dor a consolar. Ah, eu sei. Estou agora procurando na chuva uma alegria tão grande que se torne aguda, e que me ponha em contato com uma agudez que se pareça a agudez da dor. Mas é inútil a procura. Estou à janela e só acontece isto: vejo com olhos benéficos a chuva, e a chuva me vê de acordo comigo. Estamos ocupadas ambas em fluir. Quanto durará esse meu estado? Percebo que, com esta pergunta, estou apalpando meu pulso para sentir onde estará o latejar dolorido de antes. E vejo que não há o latejar da dor. Apenas isso: chove e estou vendo a chuva. Que simplicidade. Nunca pensei que o mundo e eu chegássemos a esse ponto de trigo. A chuva cai não porque está precisando de mim, e eu olho a chuva não porque preciso dela. Mas nós estamos tão juntas como a água da chuva está ligada à chuva. E eu não estou agradecendo nada. Não tivesse eu, logo depois de nascer, tomado involuntária e forçadamente o caminho que tomei – e teria sido sempre o que realmente estou sendo: uma camponesa que está num campo onde chove. Nem sequer agradecendo ao Deus ou à natureza. A chuva também não agradece nada. Não sou uma coisa que agradece ter se transformado em outra. Sou uma mulher, sou uma pessoa, sou uma atenção, sou um corpo olhando pela janela. Assim como a chuva não é grata por não ser uma pedra. Ela é uma chuva. Talvez seja isso ao que se poderia chamar de estar vivo. Não mais que isto, mas isto: vivo. E apenas vivo de uma alegria mansa.


Clarice Lispector. Onde estivestes de noite. Rio de Janeiro: Rocco, 1999. 

Considere as seguintes palavras:


I. esforçada.

II. amanhecer.

III. pedante.


Apresenta(m) morfema flexional de gênero apenas a(s) palavra(s):

Alternativas
Q3663916 Português
Tanta mansidão

Pois a hora escura, talvez a mais escura, em pleno dia, precedeu essa coisa que não quero sequer tentar definir. Em pleno dia era noite, e essa coisa que não quero ainda definir é uma luz tranquila dentro de mim, e a ela chamariam de alegria, alegria mansa. Estou um pouco desnorteada como se um coração me tivesse sido tirado, e em lugar dele estivesse agora a súbita ausência, uma ausência quase palpável do que era antes um órgão banhado da escuridão da dor. Não estou sentindo nada. Mas é o contrário de um torpor. É um modo mais leve e mais silencioso de existir. Mas estou também inquieta. Eu estava organizada para me consolar da angústia e da dor. Mas como é que me arrumo com essa simples e tranquila alegria. É que não estou habituada a não precisar de meu próprio consolo. A palavra consolo aconteceu sem eu sentir, e eu não notei, e quando fui procurá-la, ela já se havia transformado em carne e espírito, já não existia mais como pensamento. Vou então à janela, está chovendo muito. Por hábito estou procurando na chuva o que em outro momento me serviria de consolo. Mas não tenho dor a consolar. Ah, eu sei. Estou agora procurando na chuva uma alegria tão grande que se torne aguda, e que me ponha em contato com uma agudez que se pareça a agudez da dor. Mas é inútil a procura. Estou à janela e só acontece isto: vejo com olhos benéficos a chuva, e a chuva me vê de acordo comigo. Estamos ocupadas ambas em fluir. Quanto durará esse meu estado? Percebo que, com esta pergunta, estou apalpando meu pulso para sentir onde estará o latejar dolorido de antes. E vejo que não há o latejar da dor. Apenas isso: chove e estou vendo a chuva. Que simplicidade. Nunca pensei que o mundo e eu chegássemos a esse ponto de trigo. A chuva cai não porque está precisando de mim, e eu olho a chuva não porque preciso dela. Mas nós estamos tão juntas como a água da chuva está ligada à chuva. E eu não estou agradecendo nada. Não tivesse eu, logo depois de nascer, tomado involuntária e forçadamente o caminho que tomei – e teria sido sempre o que realmente estou sendo: uma camponesa que está num campo onde chove. Nem sequer agradecendo ao Deus ou à natureza. A chuva também não agradece nada. Não sou uma coisa que agradece ter se transformado em outra. Sou uma mulher, sou uma pessoa, sou uma atenção, sou um corpo olhando pela janela. Assim como a chuva não é grata por não ser uma pedra. Ela é uma chuva. Talvez seja isso ao que se poderia chamar de estar vivo. Não mais que isto, mas isto: vivo. E apenas vivo de uma alegria mansa.


Clarice Lispector. Onde estivestes de noite. Rio de Janeiro: Rocco, 1999. 

Considere os seguintes excertos:


I. “Mas como é que me arrumo com essa simples e tranquila alegria.”

II. “Talvez seja isso ao que se poderia chamar de estar vivo.”


Neste contexto, a ordem de colocação dos pronomes “me” e “se” corresponde, respectivamente, a: 

Alternativas
Q3663914 Português
Tanta mansidão

Pois a hora escura, talvez a mais escura, em pleno dia, precedeu essa coisa que não quero sequer tentar definir. Em pleno dia era noite, e essa coisa que não quero ainda definir é uma luz tranquila dentro de mim, e a ela chamariam de alegria, alegria mansa. Estou um pouco desnorteada como se um coração me tivesse sido tirado, e em lugar dele estivesse agora a súbita ausência, uma ausência quase palpável do que era antes um órgão banhado da escuridão da dor. Não estou sentindo nada. Mas é o contrário de um torpor. É um modo mais leve e mais silencioso de existir. Mas estou também inquieta. Eu estava organizada para me consolar da angústia e da dor. Mas como é que me arrumo com essa simples e tranquila alegria. É que não estou habituada a não precisar de meu próprio consolo. A palavra consolo aconteceu sem eu sentir, e eu não notei, e quando fui procurá-la, ela já se havia transformado em carne e espírito, já não existia mais como pensamento. Vou então à janela, está chovendo muito. Por hábito estou procurando na chuva o que em outro momento me serviria de consolo. Mas não tenho dor a consolar. Ah, eu sei. Estou agora procurando na chuva uma alegria tão grande que se torne aguda, e que me ponha em contato com uma agudez que se pareça a agudez da dor. Mas é inútil a procura. Estou à janela e só acontece isto: vejo com olhos benéficos a chuva, e a chuva me vê de acordo comigo. Estamos ocupadas ambas em fluir. Quanto durará esse meu estado? Percebo que, com esta pergunta, estou apalpando meu pulso para sentir onde estará o latejar dolorido de antes. E vejo que não há o latejar da dor. Apenas isso: chove e estou vendo a chuva. Que simplicidade. Nunca pensei que o mundo e eu chegássemos a esse ponto de trigo. A chuva cai não porque está precisando de mim, e eu olho a chuva não porque preciso dela. Mas nós estamos tão juntas como a água da chuva está ligada à chuva. E eu não estou agradecendo nada. Não tivesse eu, logo depois de nascer, tomado involuntária e forçadamente o caminho que tomei – e teria sido sempre o que realmente estou sendo: uma camponesa que está num campo onde chove. Nem sequer agradecendo ao Deus ou à natureza. A chuva também não agradece nada. Não sou uma coisa que agradece ter se transformado em outra. Sou uma mulher, sou uma pessoa, sou uma atenção, sou um corpo olhando pela janela. Assim como a chuva não é grata por não ser uma pedra. Ela é uma chuva. Talvez seja isso ao que se poderia chamar de estar vivo. Não mais que isto, mas isto: vivo. E apenas vivo de uma alegria mansa.


Clarice Lispector. Onde estivestes de noite. Rio de Janeiro: Rocco, 1999. 
Considere o excerto “quando fui procurá-la, ela já se havia transformado em carne e espírito, já não existia mais como pensamento.” Neste contexto, o pronome “la” se refere à:
Alternativas
Respostas
3661: A
3662: C
3663: B
3664: A
3665: A
3666: E
3667: C
3668: D
3669: B
3670: B
3671: D
3672: C
3673: A
3674: D
3675: B
3676: D
3677: C
3678: A
3679: D
3680: C