Questões de Concurso
Comentadas para professor - língua espanhola
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Ulla Hofmann, profesora de educación física especializada en prevención y en ergonomía y directora de Office Gym, suma a esta situación el poco fortalecimiento de la musculatura, las posiciones adoptadas por las personas frente a la computadora (encorvadas) y la falta de movimiento durante la jornada laboral. "No importa que uno entrene para cruzar los Andes: si a lo largo de las 8 horas de trabajo uno no se mueve y no adopta una posición ergonómica en movimiento, vienen las contracturas, tensiones y molestias", comenta.
I. descriptiva II. narrativa III. expositiva IV. argumentativa V. directiva
( ) indica acciones para el comportamiento del hablante o destinatario. ( ) expresa representaciones conceptuales (analíticas o sintéticas). ( ) expresa ocurrencias y cambios en el espacio relacionada con la percepción del espacio. ( ) expresa una toma de posición o un juicio de valor. ( ) expresa ocurrencias y cambios en el tiempo relacionada con la percepción del tiempo.
La secuencia correcta, de arriba para abajo, es:
I. Lo de los estudios lingüísticos es tema siempre actual. II. Todos los estudiantes salieron luego del aula. III. A mi familia le gustó mucho la viaje. IV. La área metropolitana de Buenos Aires es muy bonita. V. Su texto siempre se publica los domingos.
Las sentencias que contienen errores son:
I. El portuñol ejerce un papel indispensable puesto que representa el primer nivel de adquisición del idioma por parte del lusohablante. II. Al español que quiere aprender el portugués le resulta más fácil la tarea porque no hay interferencia de su lengua materna en el proceso de adquisición de la segunda lengua. III. Aunque se cometan más errores por las interferencias de la lengua portuguesa en el aprendizaje del español, la proximidad de los dos idiomas es un elemento que contribuye con el progreso del alumno. IV. Según Neta, cabe el análisis contrastivo entre las lenguas cuando se trata de comprender las dificultades del alumno. V. A fin de superar los errores, el estudiante debe tener ciencia de las falsas semejanzas entre las lenguas y de las peculiaridades del español.
Están correctas, solamente:
A Resolução CNE/CEB nº 06, de 20 de setembro de 2012, e o Parecer CNE/CEB nº 11, de 09 de maio de 2012, definem Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Profissional Técnica de Nível Médio. Para efeitos dessas Diretrizes, a oferta da educação técnica de nível médio deve ser desenvolvida nas formas articulada e subsequente ao Ensino Médio.
Analise os casos a seguir e identifique as formas de oferta correspondentes.
I. Paulo terminou o Ensino Médio e, sentindo necessidade de ingressar no mundo do trabalho, resolveu fazer o curso Técnico em Saneamento, com duração de 2 (dois) anos.
II. Maria, estudante do Curso Técnico em Edificações, iniciou seus estudos no primeiro semestre de 2016, com previsão de término no segundo semestre de 2019, quando receberá o certificado de sua habilitação profissional e, ao mesmo tempo, de conclusão do Ensino Médio.
III. Fátima resolveu dar prosseguimento a seus estudos, investindo na sua qualificação profissional em um Curso Técnico em Eventos.
IV. João é um estudante matriculado no Curso Técnico de Nível Médio em Turismo de um Campus do IFPE e, ao mesmo tempo, em horários e dias compatíveis, cursa o Ensino Médio em uma escola pública estadual com a qual o IFPE possui convênio.
As formas de oferta são, respectivamente:
Um gestor de uma escola pública, ao passar pelo pátio, observou um grupo significativo de estudantes debatendo e criticando as condições de estudo e de ensino, além da necessária melhoria da alimentação fornecida. Diante desse cenário, o gestor determinou o fim da reunião e proibiu futuras manifestações.
De acordo com a Lei 8.069, de 13 de julho de 1990, que dispõe sobre a Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), o gestor deveria:
A atual Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional - LDB, sob o número 9.394/96, também conhecida como Lei Darcy Ribeiro, define as diretrizes gerais da educação brasileira. Por meio do TÍTULO IV, DA ORGANIZAÇÃO DA EDUCAÇÃO NACIONAL, trata, especificamente no art. 13, de incumbências docentes, dentre as quais, destacam-se três:
I. participar da elaboração da proposta pedagógica do estabelecimento de ensino.
II. fomentar seu próprio desenvolvimento profissional, permanentemente.
III. fomentar e promover a articulação entre a escola e a comunidade em geral.
IV. cumprir os dias letivos e as horas-aula estabelecidas, além de participar integralmente dos períodos dedicados ao planejamento, à avaliação e ao desenvolvimento profissional.
V. colaborar com as atividades de articulação da escola com as famílias e a comunidade.
Estão CORRETAS, apenas:
O Exame Nacional do Ensino Médio – ENEM – assume, atualmente, as seguintes funções avaliativas: a) avaliação sistêmica, ao subsidiar a formulação de políticas públicas; b) avaliação certificatória, ao aferir conhecimentos para aqueles que estavam fora da escola; c) avaliação classificatória, em relação ao acesso ao ensino superior, ao difundir-se como mecanismo de seleção entre as instituições de ensino superior, articulado agora, também, ao Sistema Unificado de Seleção (SISU). A edição 2016 atingiu mais de oito milhões de inscritos. Costumeiramente são produzidos Relatórios Pedagógicos pelo INEP, após a diagnose dos resultados individuais e globais. Tais documentos revelam os perfis socioeconômicos dos inscritos, além de trazer significativas informações sobre as culturas e as práticas curriculares que regulam e ambientam essa oferta de ensino. Diante do exposto, é correto AFIRMAR que:
I. os indicadores apontados nos Relatórios Pedagógicos oferecem relevantes subsídios para a reformulação do Ensino Médio no Brasil.
II. o processo avaliativo demandado pelo exame auxilia as ações de estudantes, pais/mães, professores, pesquisadores, gestores e dirigentes das instituições escolares envolvidas nesse processo, oferecendo subsídios à (re)elaboração do Projeto Político Pedagógico, bem como outras ações de planejamento da instituição escolar.
III. a avaliação sistêmica, demandada pelo exame, deverá propiciar a criação de um ranking para divulgar a qualidade de ensino das instituições que lecionam Ensino Médio no Brasil.
IV. o referido processo avaliativo fomenta reflexões acerca das políticas e práticas curriculares que envolvem o Ensino Médio no Brasil, além de oferecer condições para a autoavaliação dos envolvidos no processo de ensino e de aprendizagem.
V. o referido processo avaliativo atenderá, sobretudo, a sua função precípua que é promover a
seleção para o ingresso no Ensino Superior, principalmente nas instituições públicas.
Estão CORRETAS, apenas:
As tendências pedagógicas contribuem para a compreensão e orientação da prática educativa, considerando como critério a posição que cada tendência adota em relação às finalidades sociais da escola. Essas concepções foram organizadas em dois grandes grupos: a pedagogia liberal e a pedagogia progressista.
Analise as diversas tendências pedagógicas e faça as devidas correspondências, considerando suas respectivas características.
I. Tendência liberal tradicional.
II. Tendência liberal renovada progressivista.
III. Tendência liberal renovada não-diretiva.
IV. Tendência liberal tecnicista.
V. Tendência progressista libertadora.
VI. Tendência progressista libertária.
VII. Tendência progressista crítico-social dos conteúdos.
( ) A principal função social da escola refere-se à apropriação do saber, uma vez que, ao garantir um ensino de qualidade, serve aos interesses populares e consolida o papel transformador da escola.
( ) O reconhecimento da autoridade do professor pressupõe uma atitude passiva e receptiva do estudante, especialmente no que se refere aos conhecimentos transmitidos como verdades absolutas.
( ) Considera que a educação escolar objetiva organizar o processo de aquisição de habilidades, atitudes e conhecimentos mediante técnicas específicas, com ênfase no uso de tecnologias educacionais.
( ) Privilegia métodos de ensino fundamentados em experiências e na solução de problemas, defendendo a premissa “aprender fazendo”, sendo papel da escola adequar as necessidades individuais ao meio social.
( ) A função da escola reside em promover uma educação que transforme a personalidade dos estudantes em um sentido libertário e autogestionário, sendo a autogestão conteúdo e método, cabendo ao professor o papel de orientador.
( ) Voltada para a formação de atitudes, enfatiza mais as questões psicológicas do que as pedagógicas ou sociais, sendo, portanto, centrada no estudante e no estabelecimento de um clima favorável a uma mudança no indivíduo.
( ) Estudantes e professores problematizam o cotidiano e, extraindo conteúdos de aprendizagem, atingem um nível de consciência da realidade a fim de nela atuarem na perspectiva de sua transformação.
A sequência correta dessa caracterização, de cima para baixo, é:
I. tem bases filosóficas no Humanismo Tradicional e toma a Psicologia Inatista como referência.
II. tem Johann Friedrich Herbart como seu principal precursor.
III. surge, no Brasil, com o advento da República; seus precursores são Johann Friedrich Herbart e John Dewey.
IV. sua prática pedagógica é centrada na figura docente, tem nascedouro no catolicismo, foi implantada no Brasil pelos padres jesuítas.
V. sua prática pedagógica se caracteriza, sobretudo, pelo reconhecimento das experiências e vivências dos alunos, considerando seus conhecimentos prévios.
Estão CORRETAS, apenas:
TEXTO VII
El español de "vos", un pasaporte para refugiados y solicitantes de asilo
Buenos Aires, 8 jul (EFE). - "Me gusta Messi", dice el haitiano Roland, con algo de acento. Está en clase de español rodeado de pakistaníes, iraquíes... la mayoría en una situación similar a él: son refugiados o solicitantes de asilo que, además de los requisitos legales, necesitan el idioma para construir una vida en Argentina.
En 2015, una de cada 113 personas del planeta era refugiada, solicitante de asilo o desplazada interna, según las cifras del Alto Comisionado de las Naciones Unidas para los Refugiados (ACNUR), una crisis humanitaria sin precedentes que para los implicados ni siquiera termina con los papeles del visado.
Aunque los destinos más habituales de quienes se ven forzados a abandonar sus casas son los países cercanos, la política de puertas abiertas de Argentina convence a muchos de entre los pocos que, aún en esas condiciones, tienen los medios para pagarse un billete de avión de larga distancia. Una vez en el Cono Sur, a las dificultades burocráticas se les suman otras, como la imposibilidad de conseguir un trabajo o estudiar si no hablan español.
Por ello, desde hace más de una década, ACNUR, la Universidad de Buenos Aires (UBA) y la Fundación Comisión Católica Argentina de Migraciones (FCCAM) ofrecen cursos gratuitos de castellano con acento argentino, especialmente pensados para que este colectivo que aumenta cada día supere la principal barrera cultural que encuentra en su nueva vida.
Estamos en una de esas clases y toca conjugar el verbo "me gusta", explica la profesora, Sandra Sgarbi, y las respuestas de sus internacionales alumnos no pueden ser más del Río de la Plata: Boca Juniors, el dulce de leche, el mate... […]
Para esta profesora, estas clases "no son tan diferentes de otras" salvo "quizás la urgencia de socializar, de insertarse en la sociedad", que hace que como docente enfoque "no sólo a lo lingüístico sino también más a cuestiones sociales, cómo moverse... cosas bien culturales para que ellos puedan interactuar con nuestra sociedad".
En 2015, Argentina acogió 111 refugiados, en 2014, 92 y en 2013 fueron 286, según cifras de la Dirección Nacional de Migraciones, pero, pese al marco legislativo amable, las posibilidades de desarrollar una vida van más allá de lo legal.
Para Juan Pablo Terminiello, responsable de la Oficina Legal de ACNUR, las dificultades pasan por temas como que el sistema de reconocimiento de los títulos educativos no está adaptado o que el mercado inmobiliario exige muchos requisitos a los extranjeros pero, sobre todo, que el castellano se hace imprescindible para conseguir trabajo o estudiar.
"Son dos caras de la moneda, por un lado tienen un marco general generoso porque hoy día que un país acepte a los refugiados, los documente, les garantice el acceso a la salud... no es algo que se pueda decir de todos", explicó a Efe Terminiello, antes de resaltar el dato "alentador" de que, en Argentina, pese a las dificultades, la tasa de retorno no es muy alta.
Disponible en:<http://www.diariolasamericas.com/5051_portada-america-latina/3923959_el-espanol-de-vos-un-pasaporte-pararefugiados-y-solicitantes-de-asilo.html>
En este examen, los textos exploran, bajo diferentes perspectivas, el tema de la inmigración.
El abordaje de textos con relevancia social en el proceso de enseñanza-aprendizaje de español-LE favorece
TEXTO VII
El español de "vos", un pasaporte para refugiados y solicitantes de asilo
Buenos Aires, 8 jul (EFE). - "Me gusta Messi", dice el haitiano Roland, con algo de acento. Está en clase de español rodeado de pakistaníes, iraquíes... la mayoría en una situación similar a él: son refugiados o solicitantes de asilo que, además de los requisitos legales, necesitan el idioma para construir una vida en Argentina.
En 2015, una de cada 113 personas del planeta era refugiada, solicitante de asilo o desplazada interna, según las cifras del Alto Comisionado de las Naciones Unidas para los Refugiados (ACNUR), una crisis humanitaria sin precedentes que para los implicados ni siquiera termina con los papeles del visado.
Aunque los destinos más habituales de quienes se ven forzados a abandonar sus casas son los países cercanos, la política de puertas abiertas de Argentina convence a muchos de entre los pocos que, aún en esas condiciones, tienen los medios para pagarse un billete de avión de larga distancia. Una vez en el Cono Sur, a las dificultades burocráticas se les suman otras, como la imposibilidad de conseguir un trabajo o estudiar si no hablan español.
Por ello, desde hace más de una década, ACNUR, la Universidad de Buenos Aires (UBA) y la Fundación Comisión Católica Argentina de Migraciones (FCCAM) ofrecen cursos gratuitos de castellano con acento argentino, especialmente pensados para que este colectivo que aumenta cada día supere la principal barrera cultural que encuentra en su nueva vida.
Estamos en una de esas clases y toca conjugar el verbo "me gusta", explica la profesora, Sandra Sgarbi, y las respuestas de sus internacionales alumnos no pueden ser más del Río de la Plata: Boca Juniors, el dulce de leche, el mate... […]
Para esta profesora, estas clases "no son tan diferentes de otras" salvo "quizás la urgencia de socializar, de insertarse en la sociedad", que hace que como docente enfoque "no sólo a lo lingüístico sino también más a cuestiones sociales, cómo moverse... cosas bien culturales para que ellos puedan interactuar con nuestra sociedad".
En 2015, Argentina acogió 111 refugiados, en 2014, 92 y en 2013 fueron 286, según cifras de la Dirección Nacional de Migraciones, pero, pese al marco legislativo amable, las posibilidades de desarrollar una vida van más allá de lo legal.
Para Juan Pablo Terminiello, responsable de la Oficina Legal de ACNUR, las dificultades pasan por temas como que el sistema de reconocimiento de los títulos educativos no está adaptado o que el mercado inmobiliario exige muchos requisitos a los extranjeros pero, sobre todo, que el castellano se hace imprescindible para conseguir trabajo o estudiar.
"Son dos caras de la moneda, por un lado tienen un marco general generoso porque hoy día que un país acepte a los refugiados, los documente, les garantice el acceso a la salud... no es algo que se pueda decir de todos", explicó a Efe Terminiello, antes de resaltar el dato "alentador" de que, en Argentina, pese a las dificultades, la tasa de retorno no es muy alta.
Disponible en:<http://www.diariolasamericas.com/5051_portada-america-latina/3923959_el-espanol-de-vos-un-pasaporte-pararefugiados-y-solicitantes-de-asilo.html>
Las OCEM son un documento que dispone orientaciones y formulaciones para la enseñanza del español en Brasil. En él, se proponen al educador prácticas que envuelvan los temas transversales por su importancia en la escuela.
Con base en eso, reflexione acerca del tema desarrollado en este examen y marque la opción correcta en lo que respecta a su inserción en la práctica del profesor de lenguas extranjeras.
TEXTO VII
El español de "vos", un pasaporte para refugiados y solicitantes de asilo
Buenos Aires, 8 jul (EFE). - "Me gusta Messi", dice el haitiano Roland, con algo de acento. Está en clase de español rodeado de pakistaníes, iraquíes... la mayoría en una situación similar a él: son refugiados o solicitantes de asilo que, además de los requisitos legales, necesitan el idioma para construir una vida en Argentina.
En 2015, una de cada 113 personas del planeta era refugiada, solicitante de asilo o desplazada interna, según las cifras del Alto Comisionado de las Naciones Unidas para los Refugiados (ACNUR), una crisis humanitaria sin precedentes que para los implicados ni siquiera termina con los papeles del visado.
Aunque los destinos más habituales de quienes se ven forzados a abandonar sus casas son los países cercanos, la política de puertas abiertas de Argentina convence a muchos de entre los pocos que, aún en esas condiciones, tienen los medios para pagarse un billete de avión de larga distancia. Una vez en el Cono Sur, a las dificultades burocráticas se les suman otras, como la imposibilidad de conseguir un trabajo o estudiar si no hablan español.
Por ello, desde hace más de una década, ACNUR, la Universidad de Buenos Aires (UBA) y la Fundación Comisión Católica Argentina de Migraciones (FCCAM) ofrecen cursos gratuitos de castellano con acento argentino, especialmente pensados para que este colectivo que aumenta cada día supere la principal barrera cultural que encuentra en su nueva vida.
Estamos en una de esas clases y toca conjugar el verbo "me gusta", explica la profesora, Sandra Sgarbi, y las respuestas de sus internacionales alumnos no pueden ser más del Río de la Plata: Boca Juniors, el dulce de leche, el mate... […]
Para esta profesora, estas clases "no son tan diferentes de otras" salvo "quizás la urgencia de socializar, de insertarse en la sociedad", que hace que como docente enfoque "no sólo a lo lingüístico sino también más a cuestiones sociales, cómo moverse... cosas bien culturales para que ellos puedan interactuar con nuestra sociedad".
En 2015, Argentina acogió 111 refugiados, en 2014, 92 y en 2013 fueron 286, según cifras de la Dirección Nacional de Migraciones, pero, pese al marco legislativo amable, las posibilidades de desarrollar una vida van más allá de lo legal.
Para Juan Pablo Terminiello, responsable de la Oficina Legal de ACNUR, las dificultades pasan por temas como que el sistema de reconocimiento de los títulos educativos no está adaptado o que el mercado inmobiliario exige muchos requisitos a los extranjeros pero, sobre todo, que el castellano se hace imprescindible para conseguir trabajo o estudiar.
"Son dos caras de la moneda, por un lado tienen un marco general generoso porque hoy día que un país acepte a los refugiados, los documente, les garantice el acceso a la salud... no es algo que se pueda decir de todos", explicó a Efe Terminiello, antes de resaltar el dato "alentador" de que, en Argentina, pese a las dificultades, la tasa de retorno no es muy alta.
Disponible en:<http://www.diariolasamericas.com/5051_portada-america-latina/3923959_el-espanol-de-vos-un-pasaporte-pararefugiados-y-solicitantes-de-asilo.html>
Elementos cohesivos son aquellos que articulan nexos entre los enunciados en la superficie textual (KOCK, 2004, p.18).
El conector “Por ello” (§4) une los tercero y cuarto párrafos, estableciendo una referencia
TEXTO VII
El español de "vos", un pasaporte para refugiados y solicitantes de asilo
Buenos Aires, 8 jul (EFE). - "Me gusta Messi", dice el haitiano Roland, con algo de acento. Está en clase de español rodeado de pakistaníes, iraquíes... la mayoría en una situación similar a él: son refugiados o solicitantes de asilo que, además de los requisitos legales, necesitan el idioma para construir una vida en Argentina.
En 2015, una de cada 113 personas del planeta era refugiada, solicitante de asilo o desplazada interna, según las cifras del Alto Comisionado de las Naciones Unidas para los Refugiados (ACNUR), una crisis humanitaria sin precedentes que para los implicados ni siquiera termina con los papeles del visado.
Aunque los destinos más habituales de quienes se ven forzados a abandonar sus casas son los países cercanos, la política de puertas abiertas de Argentina convence a muchos de entre los pocos que, aún en esas condiciones, tienen los medios para pagarse un billete de avión de larga distancia. Una vez en el Cono Sur, a las dificultades burocráticas se les suman otras, como la imposibilidad de conseguir un trabajo o estudiar si no hablan español.
Por ello, desde hace más de una década, ACNUR, la Universidad de Buenos Aires (UBA) y la Fundación Comisión Católica Argentina de Migraciones (FCCAM) ofrecen cursos gratuitos de castellano con acento argentino, especialmente pensados para que este colectivo que aumenta cada día supere la principal barrera cultural que encuentra en su nueva vida.
Estamos en una de esas clases y toca conjugar el verbo "me gusta", explica la profesora, Sandra Sgarbi, y las respuestas de sus internacionales alumnos no pueden ser más del Río de la Plata: Boca Juniors, el dulce de leche, el mate... […]
Para esta profesora, estas clases "no son tan diferentes de otras" salvo "quizás la urgencia de socializar, de insertarse en la sociedad", que hace que como docente enfoque "no sólo a lo lingüístico sino también más a cuestiones sociales, cómo moverse... cosas bien culturales para que ellos puedan interactuar con nuestra sociedad".
En 2015, Argentina acogió 111 refugiados, en 2014, 92 y en 2013 fueron 286, según cifras de la Dirección Nacional de Migraciones, pero, pese al marco legislativo amable, las posibilidades de desarrollar una vida van más allá de lo legal.
Para Juan Pablo Terminiello, responsable de la Oficina Legal de ACNUR, las dificultades pasan por temas como que el sistema de reconocimiento de los títulos educativos no está adaptado o que el mercado inmobiliario exige muchos requisitos a los extranjeros pero, sobre todo, que el castellano se hace imprescindible para conseguir trabajo o estudiar.
"Son dos caras de la moneda, por un lado tienen un marco general generoso porque hoy día que un país acepte a los refugiados, los documente, les garantice el acceso a la salud... no es algo que se pueda decir de todos", explicó a Efe Terminiello, antes de resaltar el dato "alentador" de que, en Argentina, pese a las dificultades, la tasa de retorno no es muy alta.
Disponible en:<http://www.diariolasamericas.com/5051_portada-america-latina/3923959_el-espanol-de-vos-un-pasaporte-pararefugiados-y-solicitantes-de-asilo.html>
TEXTO VII
El español de "vos", un pasaporte para refugiados y solicitantes de asilo
Buenos Aires, 8 jul (EFE). - "Me gusta Messi", dice el haitiano Roland, con algo de acento. Está en clase de español rodeado de pakistaníes, iraquíes... la mayoría en una situación similar a él: son refugiados o solicitantes de asilo que, además de los requisitos legales, necesitan el idioma para construir una vida en Argentina.
En 2015, una de cada 113 personas del planeta era refugiada, solicitante de asilo o desplazada interna, según las cifras del Alto Comisionado de las Naciones Unidas para los Refugiados (ACNUR), una crisis humanitaria sin precedentes que para los implicados ni siquiera termina con los papeles del visado.
Aunque los destinos más habituales de quienes se ven forzados a abandonar sus casas son los países cercanos, la política de puertas abiertas de Argentina convence a muchos de entre los pocos que, aún en esas condiciones, tienen los medios para pagarse un billete de avión de larga distancia. Una vez en el Cono Sur, a las dificultades burocráticas se les suman otras, como la imposibilidad de conseguir un trabajo o estudiar si no hablan español.
Por ello, desde hace más de una década, ACNUR, la Universidad de Buenos Aires (UBA) y la Fundación Comisión Católica Argentina de Migraciones (FCCAM) ofrecen cursos gratuitos de castellano con acento argentino, especialmente pensados para que este colectivo que aumenta cada día supere la principal barrera cultural que encuentra en su nueva vida.
Estamos en una de esas clases y toca conjugar el verbo "me gusta", explica la profesora, Sandra Sgarbi, y las respuestas de sus internacionales alumnos no pueden ser más del Río de la Plata: Boca Juniors, el dulce de leche, el mate... […]
Para esta profesora, estas clases "no son tan diferentes de otras" salvo "quizás la urgencia de socializar, de insertarse en la sociedad", que hace que como docente enfoque "no sólo a lo lingüístico sino también más a cuestiones sociales, cómo moverse... cosas bien culturales para que ellos puedan interactuar con nuestra sociedad".
En 2015, Argentina acogió 111 refugiados, en 2014, 92 y en 2013 fueron 286, según cifras de la Dirección Nacional de Migraciones, pero, pese al marco legislativo amable, las posibilidades de desarrollar una vida van más allá de lo legal.
Para Juan Pablo Terminiello, responsable de la Oficina Legal de ACNUR, las dificultades pasan por temas como que el sistema de reconocimiento de los títulos educativos no está adaptado o que el mercado inmobiliario exige muchos requisitos a los extranjeros pero, sobre todo, que el castellano se hace imprescindible para conseguir trabajo o estudiar.
"Son dos caras de la moneda, por un lado tienen un marco general generoso porque hoy día que un país acepte a los refugiados, los documente, les garantice el acceso a la salud... no es algo que se pueda decir de todos", explicó a Efe Terminiello, antes de resaltar el dato "alentador" de que, en Argentina, pese a las dificultades, la tasa de retorno no es muy alta.
Disponible en:<http://www.diariolasamericas.com/5051_portada-america-latina/3923959_el-espanol-de-vos-un-pasaporte-pararefugiados-y-solicitantes-de-asilo.html>
TEXTO VII
El español de "vos", un pasaporte para refugiados y solicitantes de asilo
Buenos Aires, 8 jul (EFE). - "Me gusta Messi", dice el haitiano Roland, con algo de acento. Está en clase de español rodeado de pakistaníes, iraquíes... la mayoría en una situación similar a él: son refugiados o solicitantes de asilo que, además de los requisitos legales, necesitan el idioma para construir una vida en Argentina.
En 2015, una de cada 113 personas del planeta era refugiada, solicitante de asilo o desplazada interna, según las cifras del Alto Comisionado de las Naciones Unidas para los Refugiados (ACNUR), una crisis humanitaria sin precedentes que para los implicados ni siquiera termina con los papeles del visado.
Aunque los destinos más habituales de quienes se ven forzados a abandonar sus casas son los países cercanos, la política de puertas abiertas de Argentina convence a muchos de entre los pocos que, aún en esas condiciones, tienen los medios para pagarse un billete de avión de larga distancia. Una vez en el Cono Sur, a las dificultades burocráticas se les suman otras, como la imposibilidad de conseguir un trabajo o estudiar si no hablan español.
Por ello, desde hace más de una década, ACNUR, la Universidad de Buenos Aires (UBA) y la Fundación Comisión Católica Argentina de Migraciones (FCCAM) ofrecen cursos gratuitos de castellano con acento argentino, especialmente pensados para que este colectivo que aumenta cada día supere la principal barrera cultural que encuentra en su nueva vida.
Estamos en una de esas clases y toca conjugar el verbo "me gusta", explica la profesora, Sandra Sgarbi, y las respuestas de sus internacionales alumnos no pueden ser más del Río de la Plata: Boca Juniors, el dulce de leche, el mate... […]
Para esta profesora, estas clases "no son tan diferentes de otras" salvo "quizás la urgencia de socializar, de insertarse en la sociedad", que hace que como docente enfoque "no sólo a lo lingüístico sino también más a cuestiones sociales, cómo moverse... cosas bien culturales para que ellos puedan interactuar con nuestra sociedad".
En 2015, Argentina acogió 111 refugiados, en 2014, 92 y en 2013 fueron 286, según cifras de la Dirección Nacional de Migraciones, pero, pese al marco legislativo amable, las posibilidades de desarrollar una vida van más allá de lo legal.
Para Juan Pablo Terminiello, responsable de la Oficina Legal de ACNUR, las dificultades pasan por temas como que el sistema de reconocimiento de los títulos educativos no está adaptado o que el mercado inmobiliario exige muchos requisitos a los extranjeros pero, sobre todo, que el castellano se hace imprescindible para conseguir trabajo o estudiar.
"Son dos caras de la moneda, por un lado tienen un marco general generoso porque hoy día que un país acepte a los refugiados, los documente, les garantice el acceso a la salud... no es algo que se pueda decir de todos", explicó a Efe Terminiello, antes de resaltar el dato "alentador" de que, en Argentina, pese a las dificultades, la tasa de retorno no es muy alta.
Disponible en:<http://www.diariolasamericas.com/5051_portada-america-latina/3923959_el-espanol-de-vos-un-pasaporte-pararefugiados-y-solicitantes-de-asilo.html>
