Questões de Concurso Comentadas para psicopedagogo

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Ano: 2025 Banca: NUCEPE Órgão: SEDUC-PI Provas: NUCEPE - 2025 - SEDUC-PI - Administrador | NUCEPE - 2025 - SEDUC-PI - Psicólogo (Atendimento Especializado) | NUCEPE - 2025 - SEDUC-PI - Psicopedagogo | NUCEPE - 2025 - SEDUC-PI - Engenheiro Civil | NUCEPE - 2025 - SEDUC-PI - Nutricionista (Atendimento Especializado) | NUCEPE - 2025 - SEDUC-PI - Engenheiro Eletricista | NUCEPE - 2025 - SEDUC-PI - Fonoaudiólogo (Atendimento Especializado) | NUCEPE - 2025 - SEDUC-PI - Fisioterapeuta (Atendimento Especializado) | NUCEPE - 2025 - SEDUC-PI - Direito | NUCEPE - 2025 - SEDUC-PI - Contador | NUCEPE - 2025 - SEDUC-PI - Engenheiro Agrônomo | NUCEPE - 2025 - SEDUC-PI - Engenheiro Agrimensor | NUCEPE - 2025 - SEDUC-PI - Psicopedagogo (Atendimento Especializado) | NUCEPE - 2025 - SEDUC-PI - Terapeuta Ocupacional | NUCEPE - 2025 - SEDUC-PI - Musicoterapeuta | NUCEPE - 2025 - SEDUC-PI - Musicografista Braille | NUCEPE - 2025 - SEDUC-PI - Psicomotricista | NUCEPE - 2025 - SEDUC-PI - Analista de Dados | NUCEPE - 2025 - SEDUC-PI - Psicólogo | NUCEPE - 2025 - SEDUC-PI - Fonoaudiólogo | NUCEPE - 2025 - SEDUC-PI - Nutricionista | NUCEPE - 2025 - SEDUC-PI - Bibliotecário | NUCEPE - 2025 - SEDUC-PI - Intérprete de Libras (Nível Superior) | NUCEPE - 2025 - SEDUC-PI - Instrutor de Libras (Nível Superior) | NUCEPE - 2025 - SEDUC-PI - Assistente Social | NUCEPE - 2025 - SEDUC-PI - Profissional de Apoio Escolar | NUCEPE - 2025 - SEDUC-PI - Arquiteto | NUCEPE - 2025 - SEDUC-PI - Técnico Ambiental |
Q3656472 Geologia
“O Piauí é apontado pelos sites nacionais especializados em mineração como a nova fronteira do minério. Essa afirmação é confirmada com os números do Departamento Nacional de Produção Mineral (DNPM), órgão vinculado ao Ministério das Minas e Energia que mostram o Estado como o segundo do Nordeste e entre os dez maiores do país com incidência de minérios.”
Disponível em: https://ibram.org.br/noticia/piaui-e-apontado-como-a-nova-fronteira-da-mineracao-do-pais . Acesso em: 10/03/2025.

Sobre o potencial mineral do Piauí, assinale a alternativa que traz a afirmação CORRETA.
Alternativas
Ano: 2025 Banca: NUCEPE Órgão: SEDUC-PI Provas: NUCEPE - 2025 - SEDUC-PI - Administrador | NUCEPE - 2025 - SEDUC-PI - Psicólogo (Atendimento Especializado) | NUCEPE - 2025 - SEDUC-PI - Psicopedagogo | NUCEPE - 2025 - SEDUC-PI - Engenheiro Civil | NUCEPE - 2025 - SEDUC-PI - Nutricionista (Atendimento Especializado) | NUCEPE - 2025 - SEDUC-PI - Engenheiro Eletricista | NUCEPE - 2025 - SEDUC-PI - Fonoaudiólogo (Atendimento Especializado) | NUCEPE - 2025 - SEDUC-PI - Fisioterapeuta (Atendimento Especializado) | NUCEPE - 2025 - SEDUC-PI - Direito | NUCEPE - 2025 - SEDUC-PI - Contador | NUCEPE - 2025 - SEDUC-PI - Engenheiro Agrônomo | NUCEPE - 2025 - SEDUC-PI - Engenheiro Agrimensor | NUCEPE - 2025 - SEDUC-PI - Psicopedagogo (Atendimento Especializado) | NUCEPE - 2025 - SEDUC-PI - Terapeuta Ocupacional | NUCEPE - 2025 - SEDUC-PI - Musicoterapeuta | NUCEPE - 2025 - SEDUC-PI - Musicografista Braille | NUCEPE - 2025 - SEDUC-PI - Psicomotricista | NUCEPE - 2025 - SEDUC-PI - Analista de Dados | NUCEPE - 2025 - SEDUC-PI - Psicólogo | NUCEPE - 2025 - SEDUC-PI - Fonoaudiólogo | NUCEPE - 2025 - SEDUC-PI - Nutricionista | NUCEPE - 2025 - SEDUC-PI - Bibliotecário | NUCEPE - 2025 - SEDUC-PI - Intérprete de Libras (Nível Superior) | NUCEPE - 2025 - SEDUC-PI - Instrutor de Libras (Nível Superior) | NUCEPE - 2025 - SEDUC-PI - Assistente Social | NUCEPE - 2025 - SEDUC-PI - Profissional de Apoio Escolar | NUCEPE - 2025 - SEDUC-PI - Arquiteto | NUCEPE - 2025 - SEDUC-PI - Técnico Ambiental |
Q3656466 Português
Mais velho, poucos amigos?


      Um curioso estudo divulgado na última semana mostrou que a redução do número de amigos com a idade, tão comum entre os humanos, pode não ser exclusiva da nossa espécie. Aparentemente, macacos também passariam por processo semelhante em suas redes de contatos sociais, o que poderia sugerir um caráter evolutivo desse fenômeno.
     No trabalho desenvolvido pelo Instituto de Pesquisa com Primatas em Göttingen, Alemanha, se identificou uma redução de grooming (tempo dedicado ao cuidado com outros indivíduos, como limpar o pelo e catar piolhos) entre os macacos mais velhos da espécie Macaca sylvanus. Além disso, eles praticavam grooming em um número menor de “amigos” ou parentes. Fazer grooming está para os macacos mais ou menos como o “papo” para nós. Da mesma forma que o “carinho” humano, ele parece provocar a liberação de endorfinas, gerando, dessa forma, sensações de bem-estar tanto em homens como em outros animais.
      Na pesquisa, publicada pelo periódico New Scientist, os cientistas perceberam que macacos de 25 anos tiveram uma redução de até 30% do tempo de grooming quando comparados com adultos de cinco anos. Se esse fenômeno acontece em outros primatas, ele também pode ter chegado a nós ao longo do caminho de formação da nossa espécie. Se chegou, qual teria sido a vantagem evolutiva?
     Durante muito tempo se especulou que esse “encolhimento” social em humanos seria, na verdade, resultado de um processo de envelhecimento, em que depressão, morte de amigos, limitações físicas, vergonha da aparência e menos dinheiro poderiam limitar as novas conexões. Pesquisando os idosos, entretanto, se percebeu que ter menos amigos era muito mais uma escolha pessoal do que uma consequência do envelhecer.
       Uma linha de investigação explica que essa redução dos amigos seria, na verdade, uma seleção dos mais velhos de como usar melhor o tempo. Outros especialistas, todavia, defendem a ideia de que os mais velhos teriam menos recursos e defesas para lidar com estresse e ameaças e, assim, escolheriam com mais cautela as pessoas com quem se sentem mais seguros (os amigos) para passar seu tempo.


BOUER, J. Jornal O Estado de São Paulo, Caderno Metrópole, domingo, 26 jun. 2016, p. A23. Adaptado.
Assinale a alternativa em que a reescrita do trecho do texto, em 2, mantém a pontuação correta.

I. 1 - Um curioso estudo divulgado na última semana mostrou que a redução do número de amigos com a idade, tão comum entre os humanos, pode não ser exclusiva da nossa espécie. 2 - Um curioso estudo divulgado na última semana mostrou que, a tão comum entre os humanos redução do número de amigos com a idade pode não ser exclusiva da nossa espécie.

II. 1 - Aparentemente, macacos também passariam por processo semelhante em suas redes de contatos sociais. 2 - Macacos também passariam aparentemente, por processo semelhante em suas redes de contatos sociais

III. 1 - Outros especialistas, todavia, defendem a ideia de que os mais velhos teriam menos recursos [...]. 2 - Todavia outros especialistas defendem a ideia de que os mais velhos teriam menos recursos [...].

IV. 1 - Uma linha de investigação explica que essa redução dos amigos seria, na verdade, uma seleção dos mais velhos de como usar melhor o tempo. 2 - Na verdade, uma linha de investigação explica que essa redução dos amigos seria uma seleção dos mais velhos de como usar melhor o tempo.



Estão corretas APENAS
Alternativas
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Q3656465 Português
Mais velho, poucos amigos?


      Um curioso estudo divulgado na última semana mostrou que a redução do número de amigos com a idade, tão comum entre os humanos, pode não ser exclusiva da nossa espécie. Aparentemente, macacos também passariam por processo semelhante em suas redes de contatos sociais, o que poderia sugerir um caráter evolutivo desse fenômeno.
     No trabalho desenvolvido pelo Instituto de Pesquisa com Primatas em Göttingen, Alemanha, se identificou uma redução de grooming (tempo dedicado ao cuidado com outros indivíduos, como limpar o pelo e catar piolhos) entre os macacos mais velhos da espécie Macaca sylvanus. Além disso, eles praticavam grooming em um número menor de “amigos” ou parentes. Fazer grooming está para os macacos mais ou menos como o “papo” para nós. Da mesma forma que o “carinho” humano, ele parece provocar a liberação de endorfinas, gerando, dessa forma, sensações de bem-estar tanto em homens como em outros animais.
      Na pesquisa, publicada pelo periódico New Scientist, os cientistas perceberam que macacos de 25 anos tiveram uma redução de até 30% do tempo de grooming quando comparados com adultos de cinco anos. Se esse fenômeno acontece em outros primatas, ele também pode ter chegado a nós ao longo do caminho de formação da nossa espécie. Se chegou, qual teria sido a vantagem evolutiva?
     Durante muito tempo se especulou que esse “encolhimento” social em humanos seria, na verdade, resultado de um processo de envelhecimento, em que depressão, morte de amigos, limitações físicas, vergonha da aparência e menos dinheiro poderiam limitar as novas conexões. Pesquisando os idosos, entretanto, se percebeu que ter menos amigos era muito mais uma escolha pessoal do que uma consequência do envelhecer.
       Uma linha de investigação explica que essa redução dos amigos seria, na verdade, uma seleção dos mais velhos de como usar melhor o tempo. Outros especialistas, todavia, defendem a ideia de que os mais velhos teriam menos recursos e defesas para lidar com estresse e ameaças e, assim, escolheriam com mais cautela as pessoas com quem se sentem mais seguros (os amigos) para passar seu tempo.


BOUER, J. Jornal O Estado de São Paulo, Caderno Metrópole, domingo, 26 jun. 2016, p. A23. Adaptado.
No último parágrafo do texto, as formas verbais no futuro do pretérito “teriam”, “seriam” e “escolheriam” expressam que os resultados das pesquisas são
Alternativas
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Q3656464 Português
Mais velho, poucos amigos?


      Um curioso estudo divulgado na última semana mostrou que a redução do número de amigos com a idade, tão comum entre os humanos, pode não ser exclusiva da nossa espécie. Aparentemente, macacos também passariam por processo semelhante em suas redes de contatos sociais, o que poderia sugerir um caráter evolutivo desse fenômeno.
     No trabalho desenvolvido pelo Instituto de Pesquisa com Primatas em Göttingen, Alemanha, se identificou uma redução de grooming (tempo dedicado ao cuidado com outros indivíduos, como limpar o pelo e catar piolhos) entre os macacos mais velhos da espécie Macaca sylvanus. Além disso, eles praticavam grooming em um número menor de “amigos” ou parentes. Fazer grooming está para os macacos mais ou menos como o “papo” para nós. Da mesma forma que o “carinho” humano, ele parece provocar a liberação de endorfinas, gerando, dessa forma, sensações de bem-estar tanto em homens como em outros animais.
      Na pesquisa, publicada pelo periódico New Scientist, os cientistas perceberam que macacos de 25 anos tiveram uma redução de até 30% do tempo de grooming quando comparados com adultos de cinco anos. Se esse fenômeno acontece em outros primatas, ele também pode ter chegado a nós ao longo do caminho de formação da nossa espécie. Se chegou, qual teria sido a vantagem evolutiva?
     Durante muito tempo se especulou que esse “encolhimento” social em humanos seria, na verdade, resultado de um processo de envelhecimento, em que depressão, morte de amigos, limitações físicas, vergonha da aparência e menos dinheiro poderiam limitar as novas conexões. Pesquisando os idosos, entretanto, se percebeu que ter menos amigos era muito mais uma escolha pessoal do que uma consequência do envelhecer.
       Uma linha de investigação explica que essa redução dos amigos seria, na verdade, uma seleção dos mais velhos de como usar melhor o tempo. Outros especialistas, todavia, defendem a ideia de que os mais velhos teriam menos recursos e defesas para lidar com estresse e ameaças e, assim, escolheriam com mais cautela as pessoas com quem se sentem mais seguros (os amigos) para passar seu tempo.


BOUER, J. Jornal O Estado de São Paulo, Caderno Metrópole, domingo, 26 jun. 2016, p. A23. Adaptado.
No trecho “Durante muito tempo se especulou que esse ‘encolhimento’ social em humanos seria, na verdade, [...]”, as aspas no substantivo em destaque tem a seguinte justificativa: 
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Q3656462 Português
Mais velho, poucos amigos?


      Um curioso estudo divulgado na última semana mostrou que a redução do número de amigos com a idade, tão comum entre os humanos, pode não ser exclusiva da nossa espécie. Aparentemente, macacos também passariam por processo semelhante em suas redes de contatos sociais, o que poderia sugerir um caráter evolutivo desse fenômeno.
     No trabalho desenvolvido pelo Instituto de Pesquisa com Primatas em Göttingen, Alemanha, se identificou uma redução de grooming (tempo dedicado ao cuidado com outros indivíduos, como limpar o pelo e catar piolhos) entre os macacos mais velhos da espécie Macaca sylvanus. Além disso, eles praticavam grooming em um número menor de “amigos” ou parentes. Fazer grooming está para os macacos mais ou menos como o “papo” para nós. Da mesma forma que o “carinho” humano, ele parece provocar a liberação de endorfinas, gerando, dessa forma, sensações de bem-estar tanto em homens como em outros animais.
      Na pesquisa, publicada pelo periódico New Scientist, os cientistas perceberam que macacos de 25 anos tiveram uma redução de até 30% do tempo de grooming quando comparados com adultos de cinco anos. Se esse fenômeno acontece em outros primatas, ele também pode ter chegado a nós ao longo do caminho de formação da nossa espécie. Se chegou, qual teria sido a vantagem evolutiva?
     Durante muito tempo se especulou que esse “encolhimento” social em humanos seria, na verdade, resultado de um processo de envelhecimento, em que depressão, morte de amigos, limitações físicas, vergonha da aparência e menos dinheiro poderiam limitar as novas conexões. Pesquisando os idosos, entretanto, se percebeu que ter menos amigos era muito mais uma escolha pessoal do que uma consequência do envelhecer.
       Uma linha de investigação explica que essa redução dos amigos seria, na verdade, uma seleção dos mais velhos de como usar melhor o tempo. Outros especialistas, todavia, defendem a ideia de que os mais velhos teriam menos recursos e defesas para lidar com estresse e ameaças e, assim, escolheriam com mais cautela as pessoas com quem se sentem mais seguros (os amigos) para passar seu tempo.


BOUER, J. Jornal O Estado de São Paulo, Caderno Metrópole, domingo, 26 jun. 2016, p. A23. Adaptado.
Assinale a alternativa em que se identifica uma manifestação da subjetividade do autor:
Alternativas
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Q3656461 Português
Mais velho, poucos amigos?


      Um curioso estudo divulgado na última semana mostrou que a redução do número de amigos com a idade, tão comum entre os humanos, pode não ser exclusiva da nossa espécie. Aparentemente, macacos também passariam por processo semelhante em suas redes de contatos sociais, o que poderia sugerir um caráter evolutivo desse fenômeno.
     No trabalho desenvolvido pelo Instituto de Pesquisa com Primatas em Göttingen, Alemanha, se identificou uma redução de grooming (tempo dedicado ao cuidado com outros indivíduos, como limpar o pelo e catar piolhos) entre os macacos mais velhos da espécie Macaca sylvanus. Além disso, eles praticavam grooming em um número menor de “amigos” ou parentes. Fazer grooming está para os macacos mais ou menos como o “papo” para nós. Da mesma forma que o “carinho” humano, ele parece provocar a liberação de endorfinas, gerando, dessa forma, sensações de bem-estar tanto em homens como em outros animais.
      Na pesquisa, publicada pelo periódico New Scientist, os cientistas perceberam que macacos de 25 anos tiveram uma redução de até 30% do tempo de grooming quando comparados com adultos de cinco anos. Se esse fenômeno acontece em outros primatas, ele também pode ter chegado a nós ao longo do caminho de formação da nossa espécie. Se chegou, qual teria sido a vantagem evolutiva?
     Durante muito tempo se especulou que esse “encolhimento” social em humanos seria, na verdade, resultado de um processo de envelhecimento, em que depressão, morte de amigos, limitações físicas, vergonha da aparência e menos dinheiro poderiam limitar as novas conexões. Pesquisando os idosos, entretanto, se percebeu que ter menos amigos era muito mais uma escolha pessoal do que uma consequência do envelhecer.
       Uma linha de investigação explica que essa redução dos amigos seria, na verdade, uma seleção dos mais velhos de como usar melhor o tempo. Outros especialistas, todavia, defendem a ideia de que os mais velhos teriam menos recursos e defesas para lidar com estresse e ameaças e, assim, escolheriam com mais cautela as pessoas com quem se sentem mais seguros (os amigos) para passar seu tempo.


BOUER, J. Jornal O Estado de São Paulo, Caderno Metrópole, domingo, 26 jun. 2016, p. A23. Adaptado.
“Durante muito tempo se especulou que esse ‘encolhimento’ social em humanos seria, na verdade, resultado de um processo de envelhecimento.” A forma verbal destacada equivale semanticamente a
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Q3656460 Português
Mais velho, poucos amigos?


      Um curioso estudo divulgado na última semana mostrou que a redução do número de amigos com a idade, tão comum entre os humanos, pode não ser exclusiva da nossa espécie. Aparentemente, macacos também passariam por processo semelhante em suas redes de contatos sociais, o que poderia sugerir um caráter evolutivo desse fenômeno.
     No trabalho desenvolvido pelo Instituto de Pesquisa com Primatas em Göttingen, Alemanha, se identificou uma redução de grooming (tempo dedicado ao cuidado com outros indivíduos, como limpar o pelo e catar piolhos) entre os macacos mais velhos da espécie Macaca sylvanus. Além disso, eles praticavam grooming em um número menor de “amigos” ou parentes. Fazer grooming está para os macacos mais ou menos como o “papo” para nós. Da mesma forma que o “carinho” humano, ele parece provocar a liberação de endorfinas, gerando, dessa forma, sensações de bem-estar tanto em homens como em outros animais.
      Na pesquisa, publicada pelo periódico New Scientist, os cientistas perceberam que macacos de 25 anos tiveram uma redução de até 30% do tempo de grooming quando comparados com adultos de cinco anos. Se esse fenômeno acontece em outros primatas, ele também pode ter chegado a nós ao longo do caminho de formação da nossa espécie. Se chegou, qual teria sido a vantagem evolutiva?
     Durante muito tempo se especulou que esse “encolhimento” social em humanos seria, na verdade, resultado de um processo de envelhecimento, em que depressão, morte de amigos, limitações físicas, vergonha da aparência e menos dinheiro poderiam limitar as novas conexões. Pesquisando os idosos, entretanto, se percebeu que ter menos amigos era muito mais uma escolha pessoal do que uma consequência do envelhecer.
       Uma linha de investigação explica que essa redução dos amigos seria, na verdade, uma seleção dos mais velhos de como usar melhor o tempo. Outros especialistas, todavia, defendem a ideia de que os mais velhos teriam menos recursos e defesas para lidar com estresse e ameaças e, assim, escolheriam com mais cautela as pessoas com quem se sentem mais seguros (os amigos) para passar seu tempo.


BOUER, J. Jornal O Estado de São Paulo, Caderno Metrópole, domingo, 26 jun. 2016, p. A23. Adaptado.
Avalie as seguintes afirmações e assinale a alternativa CORRETA.

I. Ao abordar o tema, o autor expõe dados comprovados que explicam de forma indiscutível, o motivo que leva pessoas mais velhas a preferirem diminuir os contatos sociais.

II. A comparação do comportamento humano com o de uma espécie de macacos, conforme o texto, se justifica dentro de uma determinada teoria sobre a espécie humana.

III. De acordo com o exposto, não há um consenso entre os especialistas acerca dos fatores que influenciam a redução do número de amigos com o avanço da idade.

IV. Segundo o texto, a redução de amigos à medida que avançam na idade traz problemas de saúde para os idosos.


Assinale a alternativa que apresenta APENAS as afirmações corretas de acordo com o texto:
Alternativas
Q3652598 Pedagogia
Analise as afirmativas a seguir observando a epistemologia genética de Jean Piaget.

I. Permite ao psicopedagogo alinhar os conteúdos escolares às estruturas operatórias do sujeito, ajustando a intervenção ao seu nível de maturação lógica.
II. O erro é compreendido como um indício do não-aprendizado e o considera elemento limitante no processo de desenvolvimento das operações mentais.
III. Fornece subsídios para a delimitação das etapas cognitivas, permitindo intervenções corretivas nos momentos em que há desaceleração entre a idade cronológica e a etapa esperada.
IV. Oferece elementos para compreender o funcionamento cognitivo como construção progressiva, em que o conflito, a reorganização e a interação com o meio são fundamentais à mediação psicopedagógica.
V. Considera o sujeito epistêmico como agente ativo na construção do conhecimento, sendo a equilibração, o processo que regula a passagem de um estágio a outro.

Marque a opção que apresenta as afirmativas CORRETAS.
Alternativas
Q3652597 Psicologia
Em uma perspectiva crítica e institucional da Psicopedagogia, o diagnóstico deve ser concebido como um movimento investigativo que
Alternativas
Q3652596 Pedagogia
Uma escola em contexto de vulnerabilidade social solicita apoio psicopedagógico para um grupo de alunos com histórico de fracasso escolar, resistência à aprendizagem e estigmatização institucional.

Considerando os princípios da intervenção psicopedagógica crítica, a ação CORRETA para o caso é a 
Alternativas
Q3652595 Pedagogia
Assinale a afirmativa que expressa um entendimento psicopedagógico coerente com a finalidade de um projeto de integração no contexto escolar.
Alternativas
Q3652594 Pedagogia
Considerando os princípios que sustentam práticas inclusivas no contexto escolar, a atuação psicopedagógica deve
Alternativas
Q3652593 Pedagogia
Leia a seguinte situação hipotética.

Em um processo psicopedagógico, a profissional Ana observa que um aluno apresenta instabilidade emocional diante de tarefas escolares, resistência à exposição oral e tendência à evitação diante de desafios. Após escutas com a família e observações institucionais, constata-se um histórico de desvalorização simbólica e estigmatização da dificuldade.

A condução CORRETA segundo a ética e os fundamentos da intervenção psicopedagógica é 
Alternativas
Q3652592 Pedagogia
Ao acolher uma família em situação de sofrimento escolar, o psicopedagogo precisa agir compreendendo que sua atuação pressupõe
Alternativas
Q3652591 Pedagogia
Analise as afirmações a seguir e marque (V) para as VERDADEIRAS e (F) para as FALSAS.

Na avaliação psicopedagógica institucional, o diagnóstico é

( ) investigativo, articulando aspectos cognitivos, afetivos, sociais e culturais, com foco na compreensão das condições de aprendizagem.
( ) visto como instrumento de quantificação do desempenho, estabelecendo níveis padronizados de rendimento para orientar intervenções homogêneas.
( ) sustentado por referenciais interdisciplinares e não pode ser reduzido a procedimentos classificatórios.
( ) um processo interpretativo e contextualizado, que busca compreender a relação do sujeito com o saber em sua historicidade.
( ) um recurso que, ao priorizar exclusivamente testes normativos, reforça a fragmentação da aprendizagem e limita a proposta inclusiva.
( ) o caminho que favorece a construção de estratégias transformadoras, elaboradas em diálogo com professores, gestores, famílias e comunidade.

Marque a opção que apresenta a sequência CORRETA.
Alternativas
Q3652590 Pedagogia
Em uma escola regular, um estudante de 9 anos, diagnosticado clinicamente com Transtorno do Espectro Autista (TEA), apresenta dificuldades de interação social, interesses restritos e resistência a mudanças na rotina. O diagnóstico psicopedagógico, suscita o desenvolvimento de um atendimento capaz de
Alternativas
Q3652589 Pedagogia
Leia com atenção a situação problema.

Em um projeto de integração escolar, um psicopedagogo coordena reuniões semanais entre docentes, equipe de saúde mental, profissionais de apoio e familiares. O objetivo é elaborar intervenções para um grupo de adolescentes com dificuldades de aprendizagem associadas a fatores emocionais, sociais e cognitivos. Durante as discussões, surgem tensões: o psicólogo insiste em planos terapêuticos individuais; o fonoaudiólogo defende práticas de reabilitação da linguagem; os professores solicitam estratégias pedagógicas objetivas e as famílias reivindicam apoio institucional mais amplo.

A ação do psicopedagogo deve contemplar
Alternativas
Q3652588 Pedagogia
Na prática contemporânea, a Psicopedagogia brasileira passou a ampliar seus referenciais, incorporando diferentes aportes teóricos para explicar a complexidade do aprender. Considerando os fundamentos epistemológicos e as tendências atuais, analise as proposições a seguir.

I. A Epistemologia Genética de Piaget contribui para a compreensão da construção ativa do sujeito do conhecimento, mas sua aplicação psicopedagógica requer articulação com dimensões afetivas e sociais negligenciadas em sua teoria.
II. As contribuições de Vygotsky, ao enfatizar a mediação e a zona de desenvolvimento proximal, têm ressignificado a atuação psicopedagógica, deslocando o foco da mera reeducação individual para o papel das interações socioculturais.
III. A Psicopedagogia Clínica brasileira, em sua tradição mais difundida, tendeu a priorizar explicações de base neurológica para as dificuldades de aprendizagem, minimizando a relevância dos fatores afetivos e contextuais.
IV. A incorporação das Neurociências e dos estudos sobre funções executivas trouxe novas ferramentas explicativas, mas o risco de um reducionismo neurobiológico exige diálogo constante com perspectivas pedagógicas e psicanalíticas.

Marque a opção que apresenta as afirmativas CORRETAS.
Alternativas
Q3652587 Pedagogia
Leia a seguinte situação hipotética.

Durante uma intervenção psicopedagógica em contexto clínico, uma criança de 10 anos apresenta dificuldades na resolução de problemas aritméticos, embora demonstre domínio em operações básicas quando solicitadas de forma mecânica. Observa-se que a criança demonstra domínio em operações básicas, mas não consegue aplicar em situações novas.

Considerando a Epistemologia Genética de Piaget, podemos afirmar que a situação indica
Alternativas
Q3652586 Pedagogia
No trabalho psicopedagógico institucional, compreender a função epistêmica da família é
Alternativas
Respostas
1541: B
1542: C
1543: A
1544: D
1545: A
1546: C
1547: B
1548: B
1549: A
1550: D
1551: E
1552: C
1553: A
1554: B
1555: B
1556: C
1557: C
1558: D
1559: B
1560: A