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( ) Encher a lousa com matéria para os alunos copiarem. ( ) Mandar o aluno indisciplinado para fora de sala. ( ) Desenvolver atividades criativas e interessantes. ( ) Acreditar e agir no sentido da mudança consciente do aluno. ( ) Vincular a nota à indisciplina. ( ) Construir normas coletivamente (professor e alunos)
A sequência correta, de cima para baixo, é:
A atuação do psicopedagogo na escola implica um trabalho de caráter ___________ 1 e de ___________ 2 no contexto educacional. Assim sendo, a psicopedagogia na escola abrange um processo que inclui questões ___________ 3 , ___________ 4 e _____________ 5 , englobando o ponto de vista de quem ensina e de quem aprende, inclusive abrangendo a participação da família e da sociedade.
I. Os cirurgiões e atletas têm essa inteligência bem desenvolvida.
II. Abrange o uso do corpo todo para expressar ideias e sentimentos.
III. Relaciona-se com o movimento físico e o controle do corpo e de objetos.
IV. Inclui habilidades físicas específicas, tais como coordenação, equilíbrio, destreza, força, flexibilidade e velocidade.
É correto o que se afirma em
( ) As variáveis relacionadas ao aluno referem-se às suas aptidões e motivação. ( ) Os hábitos dos alunos não são importantes no que se refere à aprendizagem. ( ) As variáveis relacionadas ao curso, que se referem aos objetivos propostos e aos métodos utilizados, interferem na qualidade de aprendizagem dos alunos. ( ) O aprendizado dos alunos não tem correlação com a motivação do professor. ( ) As crenças dos dirigentes das instituições educacionais interferem no aprendizado dos alunos.
A sequência correta, de cima para baixo, é:
“A avaliação educacional consiste na coleta, análise e interpretação dos dados relativos ao progresso dos alunos. Esta avaliação não ocorre apenas ao final das ações educativas, mas ao longo de todo o processo. Assim é que se pode falar em avaliação _______________1 , _______________2 e _______________3 ”.
Coluna I 1. Pedagogia 2. Didática
Coluna II ( ) Estuda o processo de ensino por meio dos seus componentes – os conteúdos escolares, o ensino e a aprendizagem. ( ) Investiga os fatores condicionantes das relações entre a docência e a aprendizagem. ( ) Investiga a natureza das finalidades da educação numa determinada sociedade. ( ) Estuda os fundamentos, condições e modos de realização da instrução e do ensino. ( ) Estuda os meios apropriados para a formação dos indivíduos, tendo em vista prepará-los para as tarefas da vida social.
A sequência correta, de cima para baixo, é:
Coluna I 1. Abordagem cognitivista 2. Abordagem humanista 3. Abordagem comportamentalista 4. Abordagem tradicional 5. Abordagem sociocultural
Coluna II
( ) O ensino se dá num processo que tem como modelo a instrução programada, na qual assume fundamental importância o controle do trabalho pelo professor. ( ) O ensino deve se fundamentar no ensaio e erro, na pesquisa e na solução de problemas por parte dos estudantes. ( ) Privilegia o professor como especialista, como elemento fundamental na transmissão dos conteúdos. ( ) O conhecimento deve ser entendido como uma transformação contínua e não transmissão de conteúdos programados. ( ) Foca predominantemente o desenvolvimento da personalidade dos indivíduos. O professor não transmite conteúdos, mas dá assistência aos estudantes, atuando corno facilitador da aprendizagem.
A sequência correta, de cima para baixo, é:
( ) Nem todo déficit da inteligência acarreta um problema de aprendizagem.
( ) Além das questões familiares, a postura da escola tem grande influência na criação de problemas de aprendizagem.
( ) O papel do psicopedagogo, mesmo antes de fazer o diagnóstico do aluno com dificuldade de aprendizagem, pode antecipar ações terapêuticas que ajudem o professor na sua interação com o aluno.
( ) Para os pais e, principalmente, para a escola as informações diagnósticas do aluno podem ser selecionadas.
( ) Na devolutiva do diagnóstico, cabe ao psicopedagogo apontar algumas questões cruciais e qual a hipótese para que cada sujeito envolvido assuma um papel perante a situação do problema de aprendizagem.
A sequência correta, de cima para baixo, é:
( ) A ideia de diagnóstico nos remete, exclusivamente, ao que significa ensinar, pois deriva da concepção que temos de sujeito da aprendizagem. ( ) O eixo principal da questão do diagnóstico sobre o aprender repousa nos três níveis inter-relacionados na ação educativa: sociopolítico, pedagógico e psicopedagógico. ( ) O diagnóstico é sempre uma hipótese diagnóstica, pois se torna necessário compreender os processos educativos, curriculares, os aspectos organizacional, estrutural e funcional. ( ) O diagnóstico da aprendizagem escolar se situa num espaço e num tempo pré-determinados, para que se possa viabilizar a criação de um ambiente psicopedagógico. ( ) O nível sociopolítico do diagnóstico não inclui a própria organização da escola como instituição destinada a ensinar.
A sequência correta, de cima para baixo, é:
I. desenvolver uma prática essencialmente pedagógica que ganhe sentido pela sua conotação política;
II. efetivar uma prática educativa que favoreça a formação de cidadãos conscientes, críticos e socialmente responsáveis;
III. privilegiar a autonomia cognitiva como instrumento exclusivo da autorrealização do aluno;
IV. estabelecer relações entre o conhecimento ensinado e a interpretação do mundo, com vistas à construção de uma postura crítica da realidade.
Estão corretas as complementações contidas em
Roland Fryer morava com a avó quando alguns parentes foram presos e condenados por fabricar e distribuir crack. Viu o pai estuprar uma mulher e pagou a sua fiança quando ele foi preso. Aos 15 anos, vendia maconha e não saía de casa sem seu revólver Magnum .357. Dos seus dez parentes mais próximos, oito foram assassinados ou presos.
Por pouco não participou de um assalto no qual seus amigos foram presos. Assustou-se e decidiu mudar de vida. Entrou para a Universidade do Texas, formando-se, em economia, em dois anos e meio. Doutorou-se em três anos e meio na Universidade da Pensilvânia. Hoje é professor em Harvard. O homem é irrequieto e curioso. Com dois economistas da Universidade de Chicago, criou uma escola, para aplicar ideias novas que flutuam por aí.
B. Hart e T. Risley pesquisaram longamente como os bebês aprendem a falar. Amostra, pesquisa de campo, gravadores e tudo o mais. Grandes surpresas! Ao chegar aos três anos, uma criança de classe alta ouviu 30 milhões de palavras a mais do que uma pobre. Mais ainda, ouviu muitas palavras de encorajamento, enquanto a pobre ouviu mais frases curtas do tipo “cala a boca”, “não mexe nisso” ou “fica quieto”. E tem mais, as mães educadas perguntam e esperam respostas. As pobres, além de falar pouco com as crianças, apenas dão ordens, com pouca interação.
Como resultado, o desenvolvimento linguístico dos dois grupos se distancia. Isso afeta a inteligência e a capacidade de aprender na escola, já que as crianças dependem do número de palavras conhecidas e da competência para emendá-las, umas às outras. Como disse Wittgenstein, pensamos com palavras, e quem não as sabe usar corretamente não pode pensar bem.
A professora Dana Suskind foi uma das precursoras dos implantes cocleares, na Universidade de Chicago. Essa cirurgia permite que certas crianças nascidas surdas passem a ouvir. Ao longo de seu trabalho, ela notou um fato surpreendente. As crianças submetidas ao procedimento logo ao nascer têm um desenvolvimento normal da fala. Em contraste, nas que somente recebem o implante após alguns anos de vida, a aquisição da fala é morosa ou nula. Ou seja, quem perdeu o bonde de uma interação linguística precoce estará prejudicado para o resto da vida escolar. Na idade de mais prodigioso desenvolvimento do cérebro é que se aprendem as palavras e seus usos.
O terceiro fato que chamou a atenção dos três economistas foram os estudos de James Heckman que mostram com números a importância do que hoje se chama de traços socioemocionais, tais como a autoconfiança, a persistência e a organização. Sem isso, nada feito.
Com esses achados em mãos, eles conseguiram um dinheirinho de uma fundação e criaram uma escola. Seu raciocínio foi simples: se esses são os eixos do sucesso, é preciso enfiá-los na escola.
Chama muita atenção no programa a estratégia de educar os pais para que passem mais tempo conversando com os filhos, desde muito jovens. Para que estimulem o diálogo. Para que turbinem sua autoestima e evitem dizer “não pode”. Para que promovam os bons traços do socioemocional. Em linha com experimentos prévios de Fryer, o programa deu prêmios em dinheiro aos pais para que cumprissem a terapia prescrita. Educadores costumam ter faniquitos diante dessa “mercantilização” da paternidade. Mas, na linha da Educação Baseada em Evidência, é experimentar para ver se dá certo. A conversa sobre filosofia fica para depois.
Deu certo? No todo, espetacularmente. O programa aumenta o rendimento escolar de forma muito significativa. Com custos baixos, consegue o mesmo que outros programas caríssimos. Mas deu também uma zebra. O programa melhora o aprendizado dos pobres hispânicos e brancos. Em contraste com Vila Sésamo , não melhora em nada o rendimento dos negros, embora Roland Fryer seja negro!
Lições? 1. Vivas para um país que consegue pescar talentos no fundo do tacho. 2. A educação evolui nas mãos de gente imaginativa e corajosa, que tenta novas soluções. 3. Mas e os negros? Pesquisa é assim. Acerta aqui, erra acolá. Deve-se consertar o programa, mas sempre com experimentos rigorosos, avançando passo a passo.
Artigo escrito por Cláudio de Moura Castro, publicado na revista Veja , edição 2468, ano 49 – número 10, de 09 de março de 2016.
Se considerarmos uma linha temporal imaginária separando o antes e o depois do que aconteceu na vida do personagem Fryer demarcando sua decisão de mudar de vida, ao ingressar na escolaridade, teremos um(a):