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Q2239744 Direito Processual Penal
A violência contra a mulher, além de recorte de gênero, tem nítido recorte racial. De acordo com o mais recente relatório do Atlas da Violência, praticamente dois terços das mulheres assassinadas no Brasil eram:
Alternativas
Q2239743 Ética na Administração Pública
Há algumas condutas que não condizem com o serviço público, portanto deve-se sempre atentar às nossas atitudes para que o atendimento ao público e o relacionamento interpessoal sejam realizados com eficiência. Sobre as condutas inaceitáveis a um servidor público, analisar os itens abaixo:
I. Deixar de utilizar os avanços técnicos e científicos ao seu alcance ou do seu conhecimento para o exercício de sua função. II. Usar de artifícios para dificultar o exercício regular de direito por qualquer pessoa, causando-lhe dano moral ou material. III. Colaborar com instituições que atentem contra a moral, a honestidade ou a dignidade do ser humano.
Está(ão) CORRETO(S):
Alternativas
Q2239741 Português
A supressão da vírgula altera o sentido da seguinte frase:
Alternativas
Q2239740 Português
Está CORRETO o emprego dos elementos sublinhados em:
Alternativas
Q2239738 Português
A velha contrabandista

      Diz que era uma velhinha que andava de lambreta. Todo dia ela passava na fronteira montada na lambreta, com um saco atrás. O pessoal da alfândega — tudo malandro velho — começou a desconfiar dela.
Um dia, quando ela vinha na lambreta com o saco atrás, o fiscal da alfândega mandou parar. A velhinha parou e então ele perguntou para ela:
      — Escuta aqui, vovo__inha, a senhora passa por aqui todo dia, com esse saco aí atrás. Que diabo a senhora leva nesse saco?
      A velhinha sorriu com os poucos dentes que lhe restavam e mais os que ela adquirira no odontólogo e respondeu:
      — É areia!
      Aí quem sorriu foi o fiscal. Achou que não era e mandou a velhinha saltar da lambreta para verificar o saco. Ela saltou, o fiscal esva__iou o saco e dentro só tinha areia. Muito encabulado, ordenou à velhinha que fosse em frente. Ela montou na lambreta e foi embora, com o saco de areia atrás.
      Mas o fiscal ficou desconfiado ainda. Talvez a velhinha passasse um dia com areia e no outro com muamba, dentro daquele saco. No dia seguinte, quando ela passou na lambreta com o saco atrás, o fiscal mandou parar outra vez. Perguntou o que levava no saco e ela respondeu que era areia! O fiscal e__aminou e era mesmo. Durante um mês seguido o fiscal interceptou a velhinha e, todas as vezes, o que ela levava no saco era areia. Diz que foi aí que o fiscal se chateou:
      — Olha, vovó, eu sou fiscal de alfândega com quarenta anos de serviço. Manjo essa coisa de contrabando pra burro. Ninguém me tira da cabeça que a senhora é contrabandista.
      — Mas no saco só tem areia! — insistiu a velhinha. E já ia tocar a lambreta, quando o fiscal propôs:
      — Eu prometo à senhora que deixo passar. Não dou parte, não apreendo, não conto nada a ninguém, mas a senhora vai me dizer: qual é o contrabando que a senhora está passando por aqui todos os dias?
      — O senhor promete que não “espáia”? — quis saber a velhinha.
      — Juro — respondeu o fiscal.
      — É lambreta.
(PONTE PRETA, Stanislaw. A velha contrabandista — adaptado.)
Em relação às ideias expressas no texto, assinalar a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q2239737 Português
A velha contrabandista

      Diz que era uma velhinha que andava de lambreta. Todo dia ela passava na fronteira montada na lambreta, com um saco atrás. O pessoal da alfândega — tudo malandro velho — começou a desconfiar dela.
Um dia, quando ela vinha na lambreta com o saco atrás, o fiscal da alfândega mandou parar. A velhinha parou e então ele perguntou para ela:
      — Escuta aqui, vovo__inha, a senhora passa por aqui todo dia, com esse saco aí atrás. Que diabo a senhora leva nesse saco?
      A velhinha sorriu com os poucos dentes que lhe restavam e mais os que ela adquirira no odontólogo e respondeu:
      — É areia!
      Aí quem sorriu foi o fiscal. Achou que não era e mandou a velhinha saltar da lambreta para verificar o saco. Ela saltou, o fiscal esva__iou o saco e dentro só tinha areia. Muito encabulado, ordenou à velhinha que fosse em frente. Ela montou na lambreta e foi embora, com o saco de areia atrás.
      Mas o fiscal ficou desconfiado ainda. Talvez a velhinha passasse um dia com areia e no outro com muamba, dentro daquele saco. No dia seguinte, quando ela passou na lambreta com o saco atrás, o fiscal mandou parar outra vez. Perguntou o que levava no saco e ela respondeu que era areia! O fiscal e__aminou e era mesmo. Durante um mês seguido o fiscal interceptou a velhinha e, todas as vezes, o que ela levava no saco era areia. Diz que foi aí que o fiscal se chateou:
      — Olha, vovó, eu sou fiscal de alfândega com quarenta anos de serviço. Manjo essa coisa de contrabando pra burro. Ninguém me tira da cabeça que a senhora é contrabandista.
      — Mas no saco só tem areia! — insistiu a velhinha. E já ia tocar a lambreta, quando o fiscal propôs:
      — Eu prometo à senhora que deixo passar. Não dou parte, não apreendo, não conto nada a ninguém, mas a senhora vai me dizer: qual é o contrabando que a senhora está passando por aqui todos os dias?
      — O senhor promete que não “espáia”? — quis saber a velhinha.
      — Juro — respondeu o fiscal.
      — É lambreta.
(PONTE PRETA, Stanislaw. A velha contrabandista — adaptado.)
Analisar a oração a seguir. Em seguida, assinalar a alternativa cuja frase apresenta o verbo sublinhado no mesmo tempo e modo verbal:
“Olha, vovó, eu sou fiscal de alfândega com quarenta anos de serviço.”
Alternativas
Q2239736 Português
A velha contrabandista

      Diz que era uma velhinha que andava de lambreta. Todo dia ela passava na fronteira montada na lambreta, com um saco atrás. O pessoal da alfândega — tudo malandro velho — começou a desconfiar dela.
Um dia, quando ela vinha na lambreta com o saco atrás, o fiscal da alfândega mandou parar. A velhinha parou e então ele perguntou para ela:
      — Escuta aqui, vovo__inha, a senhora passa por aqui todo dia, com esse saco aí atrás. Que diabo a senhora leva nesse saco?
      A velhinha sorriu com os poucos dentes que lhe restavam e mais os que ela adquirira no odontólogo e respondeu:
      — É areia!
      Aí quem sorriu foi o fiscal. Achou que não era e mandou a velhinha saltar da lambreta para verificar o saco. Ela saltou, o fiscal esva__iou o saco e dentro só tinha areia. Muito encabulado, ordenou à velhinha que fosse em frente. Ela montou na lambreta e foi embora, com o saco de areia atrás.
      Mas o fiscal ficou desconfiado ainda. Talvez a velhinha passasse um dia com areia e no outro com muamba, dentro daquele saco. No dia seguinte, quando ela passou na lambreta com o saco atrás, o fiscal mandou parar outra vez. Perguntou o que levava no saco e ela respondeu que era areia! O fiscal e__aminou e era mesmo. Durante um mês seguido o fiscal interceptou a velhinha e, todas as vezes, o que ela levava no saco era areia. Diz que foi aí que o fiscal se chateou:
      — Olha, vovó, eu sou fiscal de alfândega com quarenta anos de serviço. Manjo essa coisa de contrabando pra burro. Ninguém me tira da cabeça que a senhora é contrabandista.
      — Mas no saco só tem areia! — insistiu a velhinha. E já ia tocar a lambreta, quando o fiscal propôs:
      — Eu prometo à senhora que deixo passar. Não dou parte, não apreendo, não conto nada a ninguém, mas a senhora vai me dizer: qual é o contrabando que a senhora está passando por aqui todos os dias?
      — O senhor promete que não “espáia”? — quis saber a velhinha.
      — Juro — respondeu o fiscal.
      — É lambreta.
(PONTE PRETA, Stanislaw. A velha contrabandista — adaptado.)
Sobre o uso da crase, analisar os itens abaixo:
I. Em “[...] ordenou à velhinha que fosse em frente”, se o verbo sublinhado fosse substituído por “indicou”, seria necessário retirar o acento indicativo da crase. II. No trecho “Eu prometo à senhora que deixo passar”, o raciocínio que justifica o emprego do sinal indicativo da crase é o seguinte: “quem promete, promete a alguém” (“a” é preposição); “senhora” é uma palavra feminina (portanto, admite artigo feminino “a”). Então, ocorre a fusão de “a” preposição + “a” artigo definido feminino, por isso a presença da crase (“à”). III. Em “[...] não conto nada a ninguém”, caso “ninguém” fosse substituído por “professora”, além de haver mudança de sentido, seria necessário que “a” recebesse o acento indicativo da crase “à”.
Está(ão) CORRETO(S): 
Alternativas
Q2239735 Português
A velha contrabandista

      Diz que era uma velhinha que andava de lambreta. Todo dia ela passava na fronteira montada na lambreta, com um saco atrás. O pessoal da alfândega — tudo malandro velho — começou a desconfiar dela.
Um dia, quando ela vinha na lambreta com o saco atrás, o fiscal da alfândega mandou parar. A velhinha parou e então ele perguntou para ela:
      — Escuta aqui, vovo__inha, a senhora passa por aqui todo dia, com esse saco aí atrás. Que diabo a senhora leva nesse saco?
      A velhinha sorriu com os poucos dentes que lhe restavam e mais os que ela adquirira no odontólogo e respondeu:
      — É areia!
      Aí quem sorriu foi o fiscal. Achou que não era e mandou a velhinha saltar da lambreta para verificar o saco. Ela saltou, o fiscal esva__iou o saco e dentro só tinha areia. Muito encabulado, ordenou à velhinha que fosse em frente. Ela montou na lambreta e foi embora, com o saco de areia atrás.
      Mas o fiscal ficou desconfiado ainda. Talvez a velhinha passasse um dia com areia e no outro com muamba, dentro daquele saco. No dia seguinte, quando ela passou na lambreta com o saco atrás, o fiscal mandou parar outra vez. Perguntou o que levava no saco e ela respondeu que era areia! O fiscal e__aminou e era mesmo. Durante um mês seguido o fiscal interceptou a velhinha e, todas as vezes, o que ela levava no saco era areia. Diz que foi aí que o fiscal se chateou:
      — Olha, vovó, eu sou fiscal de alfândega com quarenta anos de serviço. Manjo essa coisa de contrabando pra burro. Ninguém me tira da cabeça que a senhora é contrabandista.
      — Mas no saco só tem areia! — insistiu a velhinha. E já ia tocar a lambreta, quando o fiscal propôs:
      — Eu prometo à senhora que deixo passar. Não dou parte, não apreendo, não conto nada a ninguém, mas a senhora vai me dizer: qual é o contrabando que a senhora está passando por aqui todos os dias?
      — O senhor promete que não “espáia”? — quis saber a velhinha.
      — Juro — respondeu o fiscal.
      — É lambreta.
(PONTE PRETA, Stanislaw. A velha contrabandista — adaptado.)
Considerando-se o título do texto, “A velha contrabandista”, quanto à posição da sílaba tônica, os dois termos sublinhados têm a mesma classificação. O mesmo acontece com as palavras:
Alternativas
Q2239734 Português
A velha contrabandista

      Diz que era uma velhinha que andava de lambreta. Todo dia ela passava na fronteira montada na lambreta, com um saco atrás. O pessoal da alfândega — tudo malandro velho — começou a desconfiar dela.
Um dia, quando ela vinha na lambreta com o saco atrás, o fiscal da alfândega mandou parar. A velhinha parou e então ele perguntou para ela:
      — Escuta aqui, vovo__inha, a senhora passa por aqui todo dia, com esse saco aí atrás. Que diabo a senhora leva nesse saco?
      A velhinha sorriu com os poucos dentes que lhe restavam e mais os que ela adquirira no odontólogo e respondeu:
      — É areia!
      Aí quem sorriu foi o fiscal. Achou que não era e mandou a velhinha saltar da lambreta para verificar o saco. Ela saltou, o fiscal esva__iou o saco e dentro só tinha areia. Muito encabulado, ordenou à velhinha que fosse em frente. Ela montou na lambreta e foi embora, com o saco de areia atrás.
      Mas o fiscal ficou desconfiado ainda. Talvez a velhinha passasse um dia com areia e no outro com muamba, dentro daquele saco. No dia seguinte, quando ela passou na lambreta com o saco atrás, o fiscal mandou parar outra vez. Perguntou o que levava no saco e ela respondeu que era areia! O fiscal e__aminou e era mesmo. Durante um mês seguido o fiscal interceptou a velhinha e, todas as vezes, o que ela levava no saco era areia. Diz que foi aí que o fiscal se chateou:
      — Olha, vovó, eu sou fiscal de alfândega com quarenta anos de serviço. Manjo essa coisa de contrabando pra burro. Ninguém me tira da cabeça que a senhora é contrabandista.
      — Mas no saco só tem areia! — insistiu a velhinha. E já ia tocar a lambreta, quando o fiscal propôs:
      — Eu prometo à senhora que deixo passar. Não dou parte, não apreendo, não conto nada a ninguém, mas a senhora vai me dizer: qual é o contrabando que a senhora está passando por aqui todos os dias?
      — O senhor promete que não “espáia”? — quis saber a velhinha.
      — Juro — respondeu o fiscal.
      — É lambreta.
(PONTE PRETA, Stanislaw. A velha contrabandista — adaptado.)
Com relação ao uso do diminutivo, ele pode indicar, entre outros aspectos, sentido afetivo, como se observa no seguinte trecho do texto:
Diz que era uma velhinha que andava de lambreta.
Assinalar a alternativa na qual o substantivo no diminutivo também denota afetividade:
Alternativas
Q2239733 Português
A velha contrabandista

      Diz que era uma velhinha que andava de lambreta. Todo dia ela passava na fronteira montada na lambreta, com um saco atrás. O pessoal da alfândega — tudo malandro velho — começou a desconfiar dela.
Um dia, quando ela vinha na lambreta com o saco atrás, o fiscal da alfândega mandou parar. A velhinha parou e então ele perguntou para ela:
      — Escuta aqui, vovo__inha, a senhora passa por aqui todo dia, com esse saco aí atrás. Que diabo a senhora leva nesse saco?
      A velhinha sorriu com os poucos dentes que lhe restavam e mais os que ela adquirira no odontólogo e respondeu:
      — É areia!
      Aí quem sorriu foi o fiscal. Achou que não era e mandou a velhinha saltar da lambreta para verificar o saco. Ela saltou, o fiscal esva__iou o saco e dentro só tinha areia. Muito encabulado, ordenou à velhinha que fosse em frente. Ela montou na lambreta e foi embora, com o saco de areia atrás.
      Mas o fiscal ficou desconfiado ainda. Talvez a velhinha passasse um dia com areia e no outro com muamba, dentro daquele saco. No dia seguinte, quando ela passou na lambreta com o saco atrás, o fiscal mandou parar outra vez. Perguntou o que levava no saco e ela respondeu que era areia! O fiscal e__aminou e era mesmo. Durante um mês seguido o fiscal interceptou a velhinha e, todas as vezes, o que ela levava no saco era areia. Diz que foi aí que o fiscal se chateou:
      — Olha, vovó, eu sou fiscal de alfândega com quarenta anos de serviço. Manjo essa coisa de contrabando pra burro. Ninguém me tira da cabeça que a senhora é contrabandista.
      — Mas no saco só tem areia! — insistiu a velhinha. E já ia tocar a lambreta, quando o fiscal propôs:
      — Eu prometo à senhora que deixo passar. Não dou parte, não apreendo, não conto nada a ninguém, mas a senhora vai me dizer: qual é o contrabando que a senhora está passando por aqui todos os dias?
      — O senhor promete que não “espáia”? — quis saber a velhinha.
      — Juro — respondeu o fiscal.
      — É lambreta.
(PONTE PRETA, Stanislaw. A velha contrabandista — adaptado.)
Levando-se em conta as regras ortográficas do português brasileiro, assinalar a alternativa que completa as lacunas das palavras em itálico do texto, na ordem em que aparecem:
Alternativas
Q2118567 Legislação Federal
Conforme o Decreto nº 3.551, de 4 de agosto de 2000, o Registro de Bens Culturais de Natureza Imaterial, que constitui o patrimônio cultural brasileiro, é instituído por meio dos seguintes livros de registros: 
Alternativas
Q2118566 Turismo
Conforme afirma Barretto (2012), “[…] na Europa, os museus e o patrimônio são atrativos turísticos por excelência […]”.
É correto afirmar que isso ocorre devido à:
Alternativas
Q2118565 Conhecimentos Gerais
No texto intitulado “A pesquisa no museu e sobre o museu”, de Vinos Sofka, é ressaltado que a pesquisa científica nos museus:
Alternativas
Q2118564 Conhecimentos Gerais
No que diz respeito à aquisição de objetos para o acervo museológico da instituição, é necessário que o museu disponha de: 
Alternativas
Q2118563 Museologia
O profissional museólogo necessita produzir para a concepção e montagem de exposições museológicas:
Alternativas
Q2118562 Museologia
Nos procedimentos de conservação, utiliza-se como equipamento para leitura e monitoramento da Temperatura e Umidade Relativa (UR) o :
Alternativas
Q2118561 Conhecimentos Gerais
Sobre segurança de acervos museológicos, destacam-se que os cuidados de proteção devem ser contra: 
Alternativas
Q2118560 Museologia
Os estudos de públicos de museus, podem ser apresentados como:
Alternativas
Q2118559 Ciências Humanas
Sobre a política de gestão de acervos, é correto afirmar:
Alternativas
Respostas
601: B
602: D
603: D
604: B
605: C
606: C
607: B
608: D
609: A
610: C
611: B
612: C
613: D
614: A
615: B
616: A
617: E
618: D
619: E
620: B