Questões de Concurso
Comentadas para professor - letras
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Entreveros familiares sempre existiram e existirão, mas, na atualidade, os laços familiares andam frágeis, porque qualquer motivo à toa já basta para que surjam picuinhas, hostilidades, distanciamento, raiva, mágoa etc. Será que estamos a assumir que, de fato, "parente é serpente"?
Sobre o verbo "existir" e suas formas "existiram" e "existirão", só NÃO é correto o que se afirma em:
TEXTO 01 (Leia o texto para responder às questões que seguem).
DIPLOMACIA FAMILIAR
Precisamos acalmar os ânimos com os parentes
A vida em família é, na maioria das vezes, a nossa sustentação. A família aconchega, acolhe, defende, oferece segurança, é nossa fortaleza. Há momentos harmoniosos de convivência que melhoram a nossa qualidade de vida! (...) É o único grupo ao qual pertencemos a vida toda. É uma panelinha amorosa!
Mas, como tudo, a vida em família tem o seu outro lado: não é – e nunca foi – fácil viver em família. Dentro das quatro paredes, os conflitos, as cobranças, as pressões e as expectativas frustradas, (...) vêm à tona.
Normal! Afinal, como são os afetos que regem a vida do grupo familiar, não tinha como ser diferente, porque eles sempre andam aos pares, com seus opostos. É por isso que, onde há amor, há ódio, também. Só não há indiferença, porque, aí, não há afeto.
Entreveros familiares sempre existiram e existirão, mas, na atualidade, os laços familiares andam frágeis, porque qualquer motivo à toa já basta para que surjam picuinhas, hostilidades, distanciamento, raiva, mágoa etc. Será que estamos a assumir que, de fato, ―parente é serpente‖?
Uma bronca de um tio no sobrinho é motivo para que os irmãos se desentendam; passar um dia com os netos já pode suscitar fofocas maldosas a respeito dos avós; um presente dado a uma sobrinha provoca ciúme de outra irmã, e assim por diante.
Por que esses pequenos acontecimentos do cotidiano, antes relevados, agora despertam emoções tão intensas nos integrantes do grupo familiar? Temos algumas pistas.
O modo individualista de viver e a busca da felicidade pessoal e permanente, valores sociais que adotamos faz tempo, têm grande parcela de responsabilidade nessa questão. "Eu preciso pensar em mim", "devo pôr para fora tudo o que me atormenta", "por que as pessoas agem de modo tão diferente do que deveriam?" são alguns exemplos de pensamentos que existem em nós, muitas vezes à nossa revelia, e que mostram o quanto os valores citados interferem em nossa vida pessoal. (...).
Precisamos acalmar os ânimos com os parentes, relevar as pequenas adversidades que eles nos provocam, sem querer ou intencionalmente, respeitar as diferenças existentes, perdoar os seus defeitos e lembrar, sempre, dos benefícios que pertencer a uma família nos traz e que hoje estão em risco. Senão, logo teremos mais um curso de graduação disponível no já concorrido mercado universitário: "diplomacia familiar". Somos capazes de dar conta disso, não somos?
(Revista Veja, Editora Abril, edição 2.542, ano 50, nº 32, 9 de agosto de 2017, p. 89. Por Rosely Sayão).
TEXTO 01 (Leia o texto para responder às questões que seguem).
DIPLOMACIA FAMILIAR
Precisamos acalmar os ânimos com os parentes
A vida em família é, na maioria das vezes, a nossa sustentação. A família aconchega, acolhe, defende, oferece segurança, é nossa fortaleza. Há momentos harmoniosos de convivência que melhoram a nossa qualidade de vida! (...) É o único grupo ao qual pertencemos a vida toda. É uma panelinha amorosa!
Mas, como tudo, a vida em família tem o seu outro lado: não é – e nunca foi – fácil viver em família. Dentro das quatro paredes, os conflitos, as cobranças, as pressões e as expectativas frustradas, (...) vêm à tona.
Normal! Afinal, como são os afetos que regem a vida do grupo familiar, não tinha como ser diferente, porque eles sempre andam aos pares, com seus opostos. É por isso que, onde há amor, há ódio, também. Só não há indiferença, porque, aí, não há afeto.
Entreveros familiares sempre existiram e existirão, mas, na atualidade, os laços familiares andam frágeis, porque qualquer motivo à toa já basta para que surjam picuinhas, hostilidades, distanciamento, raiva, mágoa etc. Será que estamos a assumir que, de fato, ―parente é serpente‖?
Uma bronca de um tio no sobrinho é motivo para que os irmãos se desentendam; passar um dia com os netos já pode suscitar fofocas maldosas a respeito dos avós; um presente dado a uma sobrinha provoca ciúme de outra irmã, e assim por diante.
Por que esses pequenos acontecimentos do cotidiano, antes relevados, agora despertam emoções tão intensas nos integrantes do grupo familiar? Temos algumas pistas.
O modo individualista de viver e a busca da felicidade pessoal e permanente, valores sociais que adotamos faz tempo, têm grande parcela de responsabilidade nessa questão. "Eu preciso pensar em mim", "devo pôr para fora tudo o que me atormenta", "por que as pessoas agem de modo tão diferente do que deveriam?" são alguns exemplos de pensamentos que existem em nós, muitas vezes à nossa revelia, e que mostram o quanto os valores citados interferem em nossa vida pessoal. (...).
Precisamos acalmar os ânimos com os parentes, relevar as pequenas adversidades que eles nos provocam, sem querer ou intencionalmente, respeitar as diferenças existentes, perdoar os seus defeitos e lembrar, sempre, dos benefícios que pertencer a uma família nos traz e que hoje estão em risco. Senão, logo teremos mais um curso de graduação disponível no já concorrido mercado universitário: "diplomacia familiar". Somos capazes de dar conta disso, não somos?
(Revista Veja, Editora Abril, edição 2.542, ano 50, nº 32, 9 de agosto de 2017, p. 89. Por Rosely Sayão).
TEXTO 01 (Leia o texto para responder às questões que seguem).
DIPLOMACIA FAMILIAR
Precisamos acalmar os ânimos com os parentes
A vida em família é, na maioria das vezes, a nossa sustentação. A família aconchega, acolhe, defende, oferece segurança, é nossa fortaleza. Há momentos harmoniosos de convivência que melhoram a nossa qualidade de vida! (...) É o único grupo ao qual pertencemos a vida toda. É uma panelinha amorosa!
Mas, como tudo, a vida em família tem o seu outro lado: não é – e nunca foi – fácil viver em família. Dentro das quatro paredes, os conflitos, as cobranças, as pressões e as expectativas frustradas, (...) vêm à tona.
Normal! Afinal, como são os afetos que regem a vida do grupo familiar, não tinha como ser diferente, porque eles sempre andam aos pares, com seus opostos. É por isso que, onde há amor, há ódio, também. Só não há indiferença, porque, aí, não há afeto.
Entreveros familiares sempre existiram e existirão, mas, na atualidade, os laços familiares andam frágeis, porque qualquer motivo à toa já basta para que surjam picuinhas, hostilidades, distanciamento, raiva, mágoa etc. Será que estamos a assumir que, de fato, ―parente é serpente‖?
Uma bronca de um tio no sobrinho é motivo para que os irmãos se desentendam; passar um dia com os netos já pode suscitar fofocas maldosas a respeito dos avós; um presente dado a uma sobrinha provoca ciúme de outra irmã, e assim por diante.
Por que esses pequenos acontecimentos do cotidiano, antes relevados, agora despertam emoções tão intensas nos integrantes do grupo familiar? Temos algumas pistas.
O modo individualista de viver e a busca da felicidade pessoal e permanente, valores sociais que adotamos faz tempo, têm grande parcela de responsabilidade nessa questão. "Eu preciso pensar em mim", "devo pôr para fora tudo o que me atormenta", "por que as pessoas agem de modo tão diferente do que deveriam?" são alguns exemplos de pensamentos que existem em nós, muitas vezes à nossa revelia, e que mostram o quanto os valores citados interferem em nossa vida pessoal. (...).
Precisamos acalmar os ânimos com os parentes, relevar as pequenas adversidades que eles nos provocam, sem querer ou intencionalmente, respeitar as diferenças existentes, perdoar os seus defeitos e lembrar, sempre, dos benefícios que pertencer a uma família nos traz e que hoje estão em risco. Senão, logo teremos mais um curso de graduação disponível no já concorrido mercado universitário: "diplomacia familiar". Somos capazes de dar conta disso, não somos?
(Revista Veja, Editora Abril, edição 2.542, ano 50, nº 32, 9 de agosto de 2017, p. 89. Por Rosely Sayão).
TEXTO 01 (Leia o texto para responder às questões que seguem).
DIPLOMACIA FAMILIAR
Precisamos acalmar os ânimos com os parentes
A vida em família é, na maioria das vezes, a nossa sustentação. A família aconchega, acolhe, defende, oferece segurança, é nossa fortaleza. Há momentos harmoniosos de convivência que melhoram a nossa qualidade de vida! (...) É o único grupo ao qual pertencemos a vida toda. É uma panelinha amorosa!
Mas, como tudo, a vida em família tem o seu outro lado: não é – e nunca foi – fácil viver em família. Dentro das quatro paredes, os conflitos, as cobranças, as pressões e as expectativas frustradas, (...) vêm à tona.
Normal! Afinal, como são os afetos que regem a vida do grupo familiar, não tinha como ser diferente, porque eles sempre andam aos pares, com seus opostos. É por isso que, onde há amor, há ódio, também. Só não há indiferença, porque, aí, não há afeto.
Entreveros familiares sempre existiram e existirão, mas, na atualidade, os laços familiares andam frágeis, porque qualquer motivo à toa já basta para que surjam picuinhas, hostilidades, distanciamento, raiva, mágoa etc. Será que estamos a assumir que, de fato, ―parente é serpente‖?
Uma bronca de um tio no sobrinho é motivo para que os irmãos se desentendam; passar um dia com os netos já pode suscitar fofocas maldosas a respeito dos avós; um presente dado a uma sobrinha provoca ciúme de outra irmã, e assim por diante.
Por que esses pequenos acontecimentos do cotidiano, antes relevados, agora despertam emoções tão intensas nos integrantes do grupo familiar? Temos algumas pistas.
O modo individualista de viver e a busca da felicidade pessoal e permanente, valores sociais que adotamos faz tempo, têm grande parcela de responsabilidade nessa questão. "Eu preciso pensar em mim", "devo pôr para fora tudo o que me atormenta", "por que as pessoas agem de modo tão diferente do que deveriam?" são alguns exemplos de pensamentos que existem em nós, muitas vezes à nossa revelia, e que mostram o quanto os valores citados interferem em nossa vida pessoal. (...).
Precisamos acalmar os ânimos com os parentes, relevar as pequenas adversidades que eles nos provocam, sem querer ou intencionalmente, respeitar as diferenças existentes, perdoar os seus defeitos e lembrar, sempre, dos benefícios que pertencer a uma família nos traz e que hoje estão em risco. Senão, logo teremos mais um curso de graduação disponível no já concorrido mercado universitário: "diplomacia familiar". Somos capazes de dar conta disso, não somos?
(Revista Veja, Editora Abril, edição 2.542, ano 50, nº 32, 9 de agosto de 2017, p. 89. Por Rosely Sayão).
TEXTO 01 (Leia o texto para responder às questões que seguem).
DIPLOMACIA FAMILIAR
Precisamos acalmar os ânimos com os parentes
A vida em família é, na maioria das vezes, a nossa sustentação. A família aconchega, acolhe, defende, oferece segurança, é nossa fortaleza. Há momentos harmoniosos de convivência que melhoram a nossa qualidade de vida! (...) É o único grupo ao qual pertencemos a vida toda. É uma panelinha amorosa!
Mas, como tudo, a vida em família tem o seu outro lado: não é – e nunca foi – fácil viver em família. Dentro das quatro paredes, os conflitos, as cobranças, as pressões e as expectativas frustradas, (...) vêm à tona.
Normal! Afinal, como são os afetos que regem a vida do grupo familiar, não tinha como ser diferente, porque eles sempre andam aos pares, com seus opostos. É por isso que, onde há amor, há ódio, também. Só não há indiferença, porque, aí, não há afeto.
Entreveros familiares sempre existiram e existirão, mas, na atualidade, os laços familiares andam frágeis, porque qualquer motivo à toa já basta para que surjam picuinhas, hostilidades, distanciamento, raiva, mágoa etc. Será que estamos a assumir que, de fato, ―parente é serpente‖?
Uma bronca de um tio no sobrinho é motivo para que os irmãos se desentendam; passar um dia com os netos já pode suscitar fofocas maldosas a respeito dos avós; um presente dado a uma sobrinha provoca ciúme de outra irmã, e assim por diante.
Por que esses pequenos acontecimentos do cotidiano, antes relevados, agora despertam emoções tão intensas nos integrantes do grupo familiar? Temos algumas pistas.
O modo individualista de viver e a busca da felicidade pessoal e permanente, valores sociais que adotamos faz tempo, têm grande parcela de responsabilidade nessa questão. "Eu preciso pensar em mim", "devo pôr para fora tudo o que me atormenta", "por que as pessoas agem de modo tão diferente do que deveriam?" são alguns exemplos de pensamentos que existem em nós, muitas vezes à nossa revelia, e que mostram o quanto os valores citados interferem em nossa vida pessoal. (...).
Precisamos acalmar os ânimos com os parentes, relevar as pequenas adversidades que eles nos provocam, sem querer ou intencionalmente, respeitar as diferenças existentes, perdoar os seus defeitos e lembrar, sempre, dos benefícios que pertencer a uma família nos traz e que hoje estão em risco. Senão, logo teremos mais um curso de graduação disponível no já concorrido mercado universitário: "diplomacia familiar". Somos capazes de dar conta disso, não somos?
(Revista Veja, Editora Abril, edição 2.542, ano 50, nº 32, 9 de agosto de 2017, p. 89. Por Rosely Sayão).
TEXTO 01 (Leia o texto para responder às questões que seguem).
DIPLOMACIA FAMILIAR
Precisamos acalmar os ânimos com os parentes
A vida em família é, na maioria das vezes, a nossa sustentação. A família aconchega, acolhe, defende, oferece segurança, é nossa fortaleza. Há momentos harmoniosos de convivência que melhoram a nossa qualidade de vida! (...) É o único grupo ao qual pertencemos a vida toda. É uma panelinha amorosa!
Mas, como tudo, a vida em família tem o seu outro lado: não é – e nunca foi – fácil viver em família. Dentro das quatro paredes, os conflitos, as cobranças, as pressões e as expectativas frustradas, (...) vêm à tona.
Normal! Afinal, como são os afetos que regem a vida do grupo familiar, não tinha como ser diferente, porque eles sempre andam aos pares, com seus opostos. É por isso que, onde há amor, há ódio, também. Só não há indiferença, porque, aí, não há afeto.
Entreveros familiares sempre existiram e existirão, mas, na atualidade, os laços familiares andam frágeis, porque qualquer motivo à toa já basta para que surjam picuinhas, hostilidades, distanciamento, raiva, mágoa etc. Será que estamos a assumir que, de fato, ―parente é serpente‖?
Uma bronca de um tio no sobrinho é motivo para que os irmãos se desentendam; passar um dia com os netos já pode suscitar fofocas maldosas a respeito dos avós; um presente dado a uma sobrinha provoca ciúme de outra irmã, e assim por diante.
Por que esses pequenos acontecimentos do cotidiano, antes relevados, agora despertam emoções tão intensas nos integrantes do grupo familiar? Temos algumas pistas.
O modo individualista de viver e a busca da felicidade pessoal e permanente, valores sociais que adotamos faz tempo, têm grande parcela de responsabilidade nessa questão. "Eu preciso pensar em mim", "devo pôr para fora tudo o que me atormenta", "por que as pessoas agem de modo tão diferente do que deveriam?" são alguns exemplos de pensamentos que existem em nós, muitas vezes à nossa revelia, e que mostram o quanto os valores citados interferem em nossa vida pessoal. (...).
Precisamos acalmar os ânimos com os parentes, relevar as pequenas adversidades que eles nos provocam, sem querer ou intencionalmente, respeitar as diferenças existentes, perdoar os seus defeitos e lembrar, sempre, dos benefícios que pertencer a uma família nos traz e que hoje estão em risco. Senão, logo teremos mais um curso de graduação disponível no já concorrido mercado universitário: "diplomacia familiar". Somos capazes de dar conta disso, não somos?
(Revista Veja, Editora Abril, edição 2.542, ano 50, nº 32, 9 de agosto de 2017, p. 89. Por Rosely Sayão).
TEXTO 01 (Leia o texto para responder às questões que seguem).
DIPLOMACIA FAMILIAR
Precisamos acalmar os ânimos com os parentes
A vida em família é, na maioria das vezes, a nossa sustentação. A família aconchega, acolhe, defende, oferece segurança, é nossa fortaleza. Há momentos harmoniosos de convivência que melhoram a nossa qualidade de vida! (...) É o único grupo ao qual pertencemos a vida toda. É uma panelinha amorosa!
Mas, como tudo, a vida em família tem o seu outro lado: não é – e nunca foi – fácil viver em família. Dentro das quatro paredes, os conflitos, as cobranças, as pressões e as expectativas frustradas, (...) vêm à tona.
Normal! Afinal, como são os afetos que regem a vida do grupo familiar, não tinha como ser diferente, porque eles sempre andam aos pares, com seus opostos. É por isso que, onde há amor, há ódio, também. Só não há indiferença, porque, aí, não há afeto.
Entreveros familiares sempre existiram e existirão, mas, na atualidade, os laços familiares andam frágeis, porque qualquer motivo à toa já basta para que surjam picuinhas, hostilidades, distanciamento, raiva, mágoa etc. Será que estamos a assumir que, de fato, ―parente é serpente‖?
Uma bronca de um tio no sobrinho é motivo para que os irmãos se desentendam; passar um dia com os netos já pode suscitar fofocas maldosas a respeito dos avós; um presente dado a uma sobrinha provoca ciúme de outra irmã, e assim por diante.
Por que esses pequenos acontecimentos do cotidiano, antes relevados, agora despertam emoções tão intensas nos integrantes do grupo familiar? Temos algumas pistas.
O modo individualista de viver e a busca da felicidade pessoal e permanente, valores sociais que adotamos faz tempo, têm grande parcela de responsabilidade nessa questão. "Eu preciso pensar em mim", "devo pôr para fora tudo o que me atormenta", "por que as pessoas agem de modo tão diferente do que deveriam?" são alguns exemplos de pensamentos que existem em nós, muitas vezes à nossa revelia, e que mostram o quanto os valores citados interferem em nossa vida pessoal. (...).
Precisamos acalmar os ânimos com os parentes, relevar as pequenas adversidades que eles nos provocam, sem querer ou intencionalmente, respeitar as diferenças existentes, perdoar os seus defeitos e lembrar, sempre, dos benefícios que pertencer a uma família nos traz e que hoje estão em risco. Senão, logo teremos mais um curso de graduação disponível no já concorrido mercado universitário: "diplomacia familiar". Somos capazes de dar conta disso, não somos?
(Revista Veja, Editora Abril, edição 2.542, ano 50, nº 32, 9 de agosto de 2017, p. 89. Por Rosely Sayão).
Weniger ist mehr – dafür aber regelmäßig
Wir wissen, dass du viel zu tun hast. Mach es dir darum zur Gewohnheit, jeden Tag so viel zu lernen, wie du kannst – und damit ist wirklich gemeint: wie du kannst. Du hast eine halbe Stunde am Tag? Super, dann lerne eine halbe Stunde lang. Heute gehen nur 15 Minuten? Das ist immer noch besser als ein Wochenende exzessiv zu pauken und dann zwei Monate gar nichts mehr zu tun. Wichtig ist aber, dass du regelmäßig lernst und in deinem Terminkalender regelmäßig Zeit für Lerneinheiten schaffst.
(https://de.babbel.com/de/magazine Acesso: 06.03.17)
Na seguinte frase: Das ist immer noch besser als ein Wochenende exzessiv zu pauken und dann zwei Monate gar nichts mehr zu tun o termo pauken expressa:
Weniger ist mehr – dafür aber regelmäßig
Wir wissen, dass du viel zu tun hast. Mach es dir darum zur Gewohnheit, jeden Tag so viel zu lernen, wie du kannst – und damit ist wirklich gemeint: wie du kannst. Du hast eine halbe Stunde am Tag? Super, dann lerne eine halbe Stunde lang. Heute gehen nur 15 Minuten? Das ist immer noch besser als ein Wochenende exzessiv zu pauken und dann zwei Monate gar nichts mehr zu tun. Wichtig ist aber, dass du regelmäßig lernst und in deinem Terminkalender regelmäßig Zeit für Lerneinheiten schaffst.
(https://de.babbel.com/de/magazine Acesso: 06.03.17)
O texto acima esclarece que para ter êxito no aprendizado:
Ein „Gringo“ in Rio – was ich in Brasiliens „Cidade Maravilhosa“ gelernt habe.
Ich wusste, dass ich nicht den ganzen Tag auf der Wechselbank sitzen konnte, also versuchte ich, mitzumachen. Ein Muay-Thai-Trainer gab mir eine Probestunde im Schatten der Palmen – ich wusste zuerst nicht, wie ich ihn danach fragen sollte, aber glücklicherweise hat sich Fight Club als universeller Ausdruck herausgestellt. Sit-ups waren eine perfekte Gelegenheit, um portugiesische Zahlen zu lernen, also kann ich jetzt bis zehn zählen (das erweist sich später bestimmt als praktisch). Ich habe auch gelernt, wie man „danke“ (obrigado) sagt. In der Nähe waren ein paar Leute, die einen Sport trieben, von dem ich vorher noch nie gehört hatte: futevôlei, eine Mischung aus Fußball (futebol) und Volleyball (voleibol). Der Sport wurde in Rio erfunden. Es sah schwer aus, aber ich habe es trotzdem versucht. Das Training war eine gute Chance, um ein paar nützliche Verben wie chutar („schießen“) und die portugiesischen Wörter für Körperteile zu lernen. Trotzdem blieb ich ein hoffnungsloser futevôlei-Spieler: Ich war nicht besonders gut darin, den Ball mit meinen cabeça, braço oder peito zu treffen… und, um ehrlich zu sein, auch nicht mit meinem pés.
(https://de.babbel.com/de/magazine/ein-gringo-in-rio Acesso 06.03.17)
Quanto aos conceitos gramaticais Nominativo, Acusativo, Dativo e Genitivo, na frase Ein Muay-Thai-Trainer gab mir eine Probestunde im Schatten der Palmen, .... esses casos gramaticais estão na seguinte ordem:
Ein „Gringo“ in Rio – was ich in Brasiliens „Cidade Maravilhosa“ gelernt habe.
Ich wusste, dass ich nicht den ganzen Tag auf der Wechselbank sitzen konnte, also versuchte ich, mitzumachen. Ein Muay-Thai-Trainer gab mir eine Probestunde im Schatten der Palmen – ich wusste zuerst nicht, wie ich ihn danach fragen sollte, aber glücklicherweise hat sich Fight Club als universeller Ausdruck herausgestellt. Sit-ups waren eine perfekte Gelegenheit, um portugiesische Zahlen zu lernen, also kann ich jetzt bis zehn zählen (das erweist sich später bestimmt als praktisch). Ich habe auch gelernt, wie man „danke“ (obrigado) sagt. In der Nähe waren ein paar Leute, die einen Sport trieben, von dem ich vorher noch nie gehört hatte: futevôlei, eine Mischung aus Fußball (futebol) und Volleyball (voleibol). Der Sport wurde in Rio erfunden. Es sah schwer aus, aber ich habe es trotzdem versucht. Das Training war eine gute Chance, um ein paar nützliche Verben wie chutar („schießen“) und die portugiesischen Wörter für Körperteile zu lernen. Trotzdem blieb ich ein hoffnungsloser futevôlei-Spieler: Ich war nicht besonders gut darin, den Ball mit meinen cabeça, braço oder peito zu treffen… und, um ehrlich zu sein, auch nicht mit meinem pés.
(https://de.babbel.com/de/magazine/ein-gringo-in-rio Acesso 06.03.17)
Na frase In der Nähe waren ein paar Leute, die einen Sport trieben, von dem ich vorher noch nie gehört hatte: futevôlei,... os pronomes relativos sublinhados (die / dem) se referem correspondentemente:
Ein „Gringo“ in Rio – was ich in Brasiliens „Cidade Maravilhosa“ gelernt habe.
Ich wusste, dass ich nicht den ganzen Tag auf der Wechselbank sitzen konnte, also versuchte ich, mitzumachen. Ein Muay-Thai-Trainer gab mir eine Probestunde im Schatten der Palmen – ich wusste zuerst nicht, wie ich ihn danach fragen sollte, aber glücklicherweise hat sich Fight Club als universeller Ausdruck herausgestellt. Sit-ups waren eine perfekte Gelegenheit, um portugiesische Zahlen zu lernen, also kann ich jetzt bis zehn zählen (das erweist sich später bestimmt als praktisch). Ich habe auch gelernt, wie man „danke“ (obrigado) sagt. In der Nähe waren ein paar Leute, die einen Sport trieben, von dem ich vorher noch nie gehört hatte: futevôlei, eine Mischung aus Fußball (futebol) und Volleyball (voleibol). Der Sport wurde in Rio erfunden. Es sah schwer aus, aber ich habe es trotzdem versucht. Das Training war eine gute Chance, um ein paar nützliche Verben wie chutar („schießen“) und die portugiesischen Wörter für Körperteile zu lernen. Trotzdem blieb ich ein hoffnungsloser futevôlei-Spieler: Ich war nicht besonders gut darin, den Ball mit meinen cabeça, braço oder peito zu treffen… und, um ehrlich zu sein, auch nicht mit meinem pés.
(https://de.babbel.com/de/magazine/ein-gringo-in-rio Acesso 06.03.17)
Na frase: Ich wusste, dass ich nicht den ganzen Tag auf der Wechselbank sitzen konnte, also versuchte ich, mitzumachen. A frase em negrito pode ser substituída por uma das alternativas abaixo sem alterar o seu sentido:
A LDB 9394/96 e alteração dada pela Lei 13.415, de 2017, define:
“Quanto ao ensino da língua estrangeira no currículo do ensino fundamental, a partir do sexto ano, será ofertada a língua_________________________”:
A partir da homologação das Leis Federais 11.114/05 e 11.274/06 a LDB 9394/96 e, consequentemente, a educação brasileira teve duas significativas alterações. Assinale a alternativa que aponta as alterações homologadas pelas referidas leis:
O artigo 208 da Constituição Federal de 1988 aponta que os deveres do Estado com a relação a educação será efetivado mediante a garantia de, EXCETO:
Segundo a Lei Federal nº 8.069, de 13/07/90 que dispõe sobre o Estatuto da Criança e do Adolescente e dá outras providências, o direito à liberdade compreende os seguintes aspectos, EXCETO:
Formou-se em Medicina com especialização em psicoterapia familiar, trabalhando principalmente com adolescentes. Morreu em 2015 deixando obras-primas como: Quem Ama Educa!, Anjos Caídos, Ensinar Aprendendo e Disciplina, Limite na Medida Certa. O texto refere-se a:
Identifique as frases abaixo como Verdadeiras ou Falsas e após marque a sequência correta:
( ) O Município de Alto Bela Vista foi instalado em 4 de julho de 1995.
( ) A agropecuária é a principal atividade econômica de Alto Bela Vista, com destaque para a suinocultura, bovinocultura de leite e corte, avicultura e a produção de grãos como milho e feijão.
( ) O então Governador do Estado, Senhor Paulo Afonso Evangelista Vieira, foi quem assinou a Lei 9.861 de 4 de julho de 1995 que elevou Alto Bela Vista à categoria de município.
( ) O Município de Alto Bela Vista pertence à região turística do Alto Uruguai Catarinense.
( ) De 1953 até 8 de dezembro de 1992 Alto Bela Vista era denominado de Distrito de Volta Grande e pertencia ao Município de Concórdia.
( ) A famílias pioneiras que colonizaram as terras de Alto Bela Vista foram: Fischer, Lohmann, Becker, Pöttker, Schwingel, Frank, Niemeyer, Tiegs, Schuck, Walter e Rhoden.