Questões de Concurso Comentadas para analista de tecnologia da informação

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Q1288577 Português
Leia o texto a seguir e responda.
O diamante – Crônica de Fernando Sabino

  Em 1933 Jovelino, garimpeiro no interior da Bahia, concluiu que ali não havia mais nada a garimpar. Os filhos viviam da mão pra boca, Jovelino já não via jeito de conseguir com que prover o sustento da família. E resolveu se mandar para Goiás, onde Anápolis, a nova terra da promissão, atraía a cobiça dos garimpeiros de tudo quanto era parte, com seus diamantes reluzindo à flor da terra. Jovelino reuniu a filharada, e com a mulher, o genro, dois cunhados, meteu o pé na estrada.
   Longa era a estrada que levava ao Eldorado de Jovelino: quase um ano consumiu ele em andança com a sua tribo, pernoitando em paióis de fazendas, em ranchos de beira caminho, em chiqueiros e currais, onde quer que lhe dessem pasto e pousada.
   Vai daí Jovelino chegou aos arredores de Anápolis depois de muitas luas e ali se estabeleceu, firme no cabo da enxada, cavando a terra e encontrando pedras que não eram diamantes. Daqui para ali, dali para lá, ano vai, ano vem, Jovelino existia de nômade com seu povinho cada vez mais minguando de fome. Comia como podia — e não podia. Vivia ao deus- dará — e Deus não dava. Quem me conta é o filho do fazendeiro de quem Jovelino se tornou empregado:
  — Ao fim de dez anos ele concluiu que não encontraria diamante nenhum, e resolveu voltar com sua família para a Bahia onde a vida, segundo diziam, agora era melhorzinha. Não dava diamante não, mas o governo prometia emprego seguro a quem quisesse trabalhar.
Jovelino reuniu a família e botou pé na estrada, de volta à terra de nascença, onde haveria de morrer. Mais um ano palmilhado palmo a palmo em terra batida, vivendo de favor, Jovelino e sua obrigação, de vez em quando perdendo um, que isso de filho é criação que morre muito. Foi nos idos de 43:
 — Chegou lá e se instalou no mesmo lugar de onde havia saído. Governo deu emprego não. Plantou sua rocinha e foi se aguentando. Até que um dia…
Até que um dia de noite Jovelino teve um sonho. Sonhou que amanhava a terra e de repente, numa enxadada certeira, a terra escorreu… A terra escorreu e aos seus olhos brilhou, reluziu, faiscou, resplandeceu um diamante soberbo, deslumbrante como uma imensa estrela no céu — como uma estrela no céu? Como o próprio olho de Deus! Jovelino olhou ao redor de seu sonho e viu que estava em Anápolis, no mesmo sítio em que tinha desenterrado a sua desilusão.
   E para lá partiu, dia seguinte mesmo, arrastando sua cambada. Levou nisso um entreano, repetindo pernoites revividos, tome estrada! Deu por si em terra de novo goiana. Quem me conta é o filho do fazendeiro:
— Você precisava de ver o furor com que Jovelino procurou o diamante de seu sonho. A terra de Goiás ficou para sempre revolvida, graças à enxada dele. De vez em quando desmoronava, Jovelino ia ver, não era um diamante, era um calhau. Até que um dia…
— Encontrou? — perguntei, já aflito.
— Encontrou nada! Empregou-se na fazenda de meu pai, o tempo passou, os filhos crescidos lhe deram netos, a mulher já morta e enterrada, livre dos cunhados, os genros bem arranjados na vida. Um deles é coletor em Goiânia.
O próprio Jovelino, entrado em anos, era agora um velho sacudido e bem disposto, que tinha mais o que fazer do que cuidar de garimpagens. Mas um dia não resistiu: passou a mão na sua enxada, e sem avisar ninguém, o olhar reluzente de esperança, partiu à procura do impossível, do irreal, do inexistente diamante de seu sonho.
 http://contobrasileiro.com.br/o-diamante-cronica-de-fernando-sabino/
Assinale a alternativa CORRETA que corresponde um discurso indireto livre.
Alternativas
Q1288576 Português
Leia o texto a seguir e responda.
O diamante – Crônica de Fernando Sabino

  Em 1933 Jovelino, garimpeiro no interior da Bahia, concluiu que ali não havia mais nada a garimpar. Os filhos viviam da mão pra boca, Jovelino já não via jeito de conseguir com que prover o sustento da família. E resolveu se mandar para Goiás, onde Anápolis, a nova terra da promissão, atraía a cobiça dos garimpeiros de tudo quanto era parte, com seus diamantes reluzindo à flor da terra. Jovelino reuniu a filharada, e com a mulher, o genro, dois cunhados, meteu o pé na estrada.
   Longa era a estrada que levava ao Eldorado de Jovelino: quase um ano consumiu ele em andança com a sua tribo, pernoitando em paióis de fazendas, em ranchos de beira caminho, em chiqueiros e currais, onde quer que lhe dessem pasto e pousada.
   Vai daí Jovelino chegou aos arredores de Anápolis depois de muitas luas e ali se estabeleceu, firme no cabo da enxada, cavando a terra e encontrando pedras que não eram diamantes. Daqui para ali, dali para lá, ano vai, ano vem, Jovelino existia de nômade com seu povinho cada vez mais minguando de fome. Comia como podia — e não podia. Vivia ao deus- dará — e Deus não dava. Quem me conta é o filho do fazendeiro de quem Jovelino se tornou empregado:
  — Ao fim de dez anos ele concluiu que não encontraria diamante nenhum, e resolveu voltar com sua família para a Bahia onde a vida, segundo diziam, agora era melhorzinha. Não dava diamante não, mas o governo prometia emprego seguro a quem quisesse trabalhar.
Jovelino reuniu a família e botou pé na estrada, de volta à terra de nascença, onde haveria de morrer. Mais um ano palmilhado palmo a palmo em terra batida, vivendo de favor, Jovelino e sua obrigação, de vez em quando perdendo um, que isso de filho é criação que morre muito. Foi nos idos de 43:
 — Chegou lá e se instalou no mesmo lugar de onde havia saído. Governo deu emprego não. Plantou sua rocinha e foi se aguentando. Até que um dia…
Até que um dia de noite Jovelino teve um sonho. Sonhou que amanhava a terra e de repente, numa enxadada certeira, a terra escorreu… A terra escorreu e aos seus olhos brilhou, reluziu, faiscou, resplandeceu um diamante soberbo, deslumbrante como uma imensa estrela no céu — como uma estrela no céu? Como o próprio olho de Deus! Jovelino olhou ao redor de seu sonho e viu que estava em Anápolis, no mesmo sítio em que tinha desenterrado a sua desilusão.
   E para lá partiu, dia seguinte mesmo, arrastando sua cambada. Levou nisso um entreano, repetindo pernoites revividos, tome estrada! Deu por si em terra de novo goiana. Quem me conta é o filho do fazendeiro:
— Você precisava de ver o furor com que Jovelino procurou o diamante de seu sonho. A terra de Goiás ficou para sempre revolvida, graças à enxada dele. De vez em quando desmoronava, Jovelino ia ver, não era um diamante, era um calhau. Até que um dia…
— Encontrou? — perguntei, já aflito.
— Encontrou nada! Empregou-se na fazenda de meu pai, o tempo passou, os filhos crescidos lhe deram netos, a mulher já morta e enterrada, livre dos cunhados, os genros bem arranjados na vida. Um deles é coletor em Goiânia.
O próprio Jovelino, entrado em anos, era agora um velho sacudido e bem disposto, que tinha mais o que fazer do que cuidar de garimpagens. Mas um dia não resistiu: passou a mão na sua enxada, e sem avisar ninguém, o olhar reluzente de esperança, partiu à procura do impossível, do irreal, do inexistente diamante de seu sonho.
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Leia o excerto a seguir: “Longa era a estrada que levava ao Eldorado de Jovelino: quase um ano consumiu ele em andança com a sua tribo, pernoitando em paióis de fazendas, em ranchos de beira caminho, em chiqueiros e currais, onde quer que lhe dessem pasto e pousada.”
Alternativas
Q1288575 Português
Leia o texto a seguir e responda.
O diamante – Crônica de Fernando Sabino

  Em 1933 Jovelino, garimpeiro no interior da Bahia, concluiu que ali não havia mais nada a garimpar. Os filhos viviam da mão pra boca, Jovelino já não via jeito de conseguir com que prover o sustento da família. E resolveu se mandar para Goiás, onde Anápolis, a nova terra da promissão, atraía a cobiça dos garimpeiros de tudo quanto era parte, com seus diamantes reluzindo à flor da terra. Jovelino reuniu a filharada, e com a mulher, o genro, dois cunhados, meteu o pé na estrada.
   Longa era a estrada que levava ao Eldorado de Jovelino: quase um ano consumiu ele em andança com a sua tribo, pernoitando em paióis de fazendas, em ranchos de beira caminho, em chiqueiros e currais, onde quer que lhe dessem pasto e pousada.
   Vai daí Jovelino chegou aos arredores de Anápolis depois de muitas luas e ali se estabeleceu, firme no cabo da enxada, cavando a terra e encontrando pedras que não eram diamantes. Daqui para ali, dali para lá, ano vai, ano vem, Jovelino existia de nômade com seu povinho cada vez mais minguando de fome. Comia como podia — e não podia. Vivia ao deus- dará — e Deus não dava. Quem me conta é o filho do fazendeiro de quem Jovelino se tornou empregado:
  — Ao fim de dez anos ele concluiu que não encontraria diamante nenhum, e resolveu voltar com sua família para a Bahia onde a vida, segundo diziam, agora era melhorzinha. Não dava diamante não, mas o governo prometia emprego seguro a quem quisesse trabalhar.
Jovelino reuniu a família e botou pé na estrada, de volta à terra de nascença, onde haveria de morrer. Mais um ano palmilhado palmo a palmo em terra batida, vivendo de favor, Jovelino e sua obrigação, de vez em quando perdendo um, que isso de filho é criação que morre muito. Foi nos idos de 43:
 — Chegou lá e se instalou no mesmo lugar de onde havia saído. Governo deu emprego não. Plantou sua rocinha e foi se aguentando. Até que um dia…
Até que um dia de noite Jovelino teve um sonho. Sonhou que amanhava a terra e de repente, numa enxadada certeira, a terra escorreu… A terra escorreu e aos seus olhos brilhou, reluziu, faiscou, resplandeceu um diamante soberbo, deslumbrante como uma imensa estrela no céu — como uma estrela no céu? Como o próprio olho de Deus! Jovelino olhou ao redor de seu sonho e viu que estava em Anápolis, no mesmo sítio em que tinha desenterrado a sua desilusão.
   E para lá partiu, dia seguinte mesmo, arrastando sua cambada. Levou nisso um entreano, repetindo pernoites revividos, tome estrada! Deu por si em terra de novo goiana. Quem me conta é o filho do fazendeiro:
— Você precisava de ver o furor com que Jovelino procurou o diamante de seu sonho. A terra de Goiás ficou para sempre revolvida, graças à enxada dele. De vez em quando desmoronava, Jovelino ia ver, não era um diamante, era um calhau. Até que um dia…
— Encontrou? — perguntei, já aflito.
— Encontrou nada! Empregou-se na fazenda de meu pai, o tempo passou, os filhos crescidos lhe deram netos, a mulher já morta e enterrada, livre dos cunhados, os genros bem arranjados na vida. Um deles é coletor em Goiânia.
O próprio Jovelino, entrado em anos, era agora um velho sacudido e bem disposto, que tinha mais o que fazer do que cuidar de garimpagens. Mas um dia não resistiu: passou a mão na sua enxada, e sem avisar ninguém, o olhar reluzente de esperança, partiu à procura do impossível, do irreal, do inexistente diamante de seu sonho.
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Leia o trecho a seguir: “Jovelino existia de nômade com seu povinho cada vez mais minguando de fome. Comia como podia — e não podia. Vivia ao deus- dará — e Deus não dava.” Acerca das expressões e seu efeito de sentido apresentado no texto, assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q1288574 Português
Leia o texto a seguir e responda.
O diamante – Crônica de Fernando Sabino

  Em 1933 Jovelino, garimpeiro no interior da Bahia, concluiu que ali não havia mais nada a garimpar. Os filhos viviam da mão pra boca, Jovelino já não via jeito de conseguir com que prover o sustento da família. E resolveu se mandar para Goiás, onde Anápolis, a nova terra da promissão, atraía a cobiça dos garimpeiros de tudo quanto era parte, com seus diamantes reluzindo à flor da terra. Jovelino reuniu a filharada, e com a mulher, o genro, dois cunhados, meteu o pé na estrada.
   Longa era a estrada que levava ao Eldorado de Jovelino: quase um ano consumiu ele em andança com a sua tribo, pernoitando em paióis de fazendas, em ranchos de beira caminho, em chiqueiros e currais, onde quer que lhe dessem pasto e pousada.
   Vai daí Jovelino chegou aos arredores de Anápolis depois de muitas luas e ali se estabeleceu, firme no cabo da enxada, cavando a terra e encontrando pedras que não eram diamantes. Daqui para ali, dali para lá, ano vai, ano vem, Jovelino existia de nômade com seu povinho cada vez mais minguando de fome. Comia como podia — e não podia. Vivia ao deus- dará — e Deus não dava. Quem me conta é o filho do fazendeiro de quem Jovelino se tornou empregado:
  — Ao fim de dez anos ele concluiu que não encontraria diamante nenhum, e resolveu voltar com sua família para a Bahia onde a vida, segundo diziam, agora era melhorzinha. Não dava diamante não, mas o governo prometia emprego seguro a quem quisesse trabalhar.
Jovelino reuniu a família e botou pé na estrada, de volta à terra de nascença, onde haveria de morrer. Mais um ano palmilhado palmo a palmo em terra batida, vivendo de favor, Jovelino e sua obrigação, de vez em quando perdendo um, que isso de filho é criação que morre muito. Foi nos idos de 43:
 — Chegou lá e se instalou no mesmo lugar de onde havia saído. Governo deu emprego não. Plantou sua rocinha e foi se aguentando. Até que um dia…
Até que um dia de noite Jovelino teve um sonho. Sonhou que amanhava a terra e de repente, numa enxadada certeira, a terra escorreu… A terra escorreu e aos seus olhos brilhou, reluziu, faiscou, resplandeceu um diamante soberbo, deslumbrante como uma imensa estrela no céu — como uma estrela no céu? Como o próprio olho de Deus! Jovelino olhou ao redor de seu sonho e viu que estava em Anápolis, no mesmo sítio em que tinha desenterrado a sua desilusão.
   E para lá partiu, dia seguinte mesmo, arrastando sua cambada. Levou nisso um entreano, repetindo pernoites revividos, tome estrada! Deu por si em terra de novo goiana. Quem me conta é o filho do fazendeiro:
— Você precisava de ver o furor com que Jovelino procurou o diamante de seu sonho. A terra de Goiás ficou para sempre revolvida, graças à enxada dele. De vez em quando desmoronava, Jovelino ia ver, não era um diamante, era um calhau. Até que um dia…
— Encontrou? — perguntei, já aflito.
— Encontrou nada! Empregou-se na fazenda de meu pai, o tempo passou, os filhos crescidos lhe deram netos, a mulher já morta e enterrada, livre dos cunhados, os genros bem arranjados na vida. Um deles é coletor em Goiânia.
O próprio Jovelino, entrado em anos, era agora um velho sacudido e bem disposto, que tinha mais o que fazer do que cuidar de garimpagens. Mas um dia não resistiu: passou a mão na sua enxada, e sem avisar ninguém, o olhar reluzente de esperança, partiu à procura do impossível, do irreal, do inexistente diamante de seu sonho.
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Analise as afirmativas abaixo: I) O conto narra a história de um retirante, muito característico na transformação econômica brasileira no tempo em que se situa o conto para o leitor. II) Embora o personagem não obtenha sucesso, ainda sim se trata de uma busca dos sonhos. III) Jovelino não representa nenhuma parte da população brasileira, é um personagem com ações e reações fictícias. Assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q1256469 Gerência de Projetos
A gestão de projetos refere-se à utilização conjunta de conhecimentos, habilidades e metodologias voltadas para execuções eficientes e eficazes de projetos. Existem cinco grupos de processos de gestão de projetos, que estão ligados uns aos outros por suas respectivas entradas e saídas, onde o resultado final de um processo constitui o início de outro. Neste contexto, relacione os processos a seguir com as correspondentes descrições.
(1) Processo de Iniciação
(2) Processo de Planejamento
(3) Processo de Execução
(4) Processo de Monitoramento e Controle
(5) Processo de Encerramento
Integra pessoas e outros recursos para gerar as entregas e informações sobre o desempenho do respectivo projeto. Finaliza todas as atividades de todos os grupos de processos de gestão do projeto, visando completar formalmente o respectivo projeto (ou uma fase dele) e formalizar a aceitação do produto, serviço ou resultado para o qual ele foi dedicado. Define e autoriza o projeto ou uma fase dele. Mensura e avalia com frequência o progresso do projeto, a fim de identificar possíveis variações e discrepâncias em relação ao plano inicial e corrigi-las quando necessário. Esclarece e aprimora os objetivos, estabelecendo as ações necessárias para realizá-lo.
Essas descrições relacionam-se respectivamente com os processos:
Alternativas
Q1256465 Administração Geral
No que diz respeito à análise e modelagem de processos, observe a figura abaixo, que ilustra a hierarquia dos níveis de abstração, mostrando a correspondência e a compatibilidade entre os modelos de negócio e técnico. Imagem associada para resolução da questão

Nesse contexto, Cenários de negócio, Procedimentos operacionais e Segmento do negócio correspondem, respectivamente, aos seguintes identificadores:
Alternativas
Q1256464 Administração Geral

Como ferramenta de modelagem de processos, os objetivos do entendimento, aprendizado, documentação e melhoria podem ser atingidos por meio do ciclo PDCA, conforme ilustra a figura abaixo.

Imagem associada para resolução da questão


Os identificadores I, II, III e IV correspondem, respectivamente, às seguintes fases do ciclo:

Alternativas
Q1256463 Administração Geral

A lista abaixo mostra processos identificados em uma organização.


( I ) Gerenciar tecnologia da informação.

( II ) Desenvolver visão e estratégia.

( III ) Gerenciar meio ambiente, saúde e segurança.

( IV ) Projetar e Desenvolver Produtos e Serviços.

( V )Gerenciar serviço de atendimento ao cliente.


São processos primários ou operacionais os seguintes:

Alternativas
Q1256462 Banco de Dados
No contexto dos bancos de dados, o comando BEGIN TRANSACTION inicia um bloco de comandos SQL que fazem parte de uma transação, sendo que ao final do processamento dois comandos podem ser executados. O primeiro comando faz com que todas as alterações se tornem definitivas, enquanto o segundo comando elimina as alterações realizadas, ficando o banco de dados no estado em que se encontrava antes da transação ser iniciada.
Esses comandos são conhecidos, respectivamente, por:
Alternativas
Q1256461 Banco de Dados

No que diz respeito aos bancos de dados, as restrições de integridade incluem os conceitos de consistência, precisão e correção dos dados armazenados em um banco de dados. Existem três tipos de integridade, caracterizados a seguir.


( I ) Funciona ao nível da coluna do banco de dados. É a forma mais elementar de integridade. O valor do campo deve obedecer ao tipo de dados e às restrições de valores admitidos para essa coluna.

( II ) Funciona ao nível da tabela do banco de dados. Tem por objetivo manter os dados sincronizados entre tabelas que estejam relacionadas, por meio da chave primária de uma tabela e a chave estrangeira de outra. O valor dos campos que constituem a chave estrangeira de uma tabela deve estar também presente na chave primária da tabela que referenciam ou, quando muito, podem ter o valor NULL.

( III ) Funciona ao nível da linha e da tabela de um banco de dados. Cada linha de uma tabela deve poder ser identificada univocamente, ou seja, cada tabela deve possuir na sua definição uma chave primária. A existência dessa chave primária garante que os atributos selecionados não podem ser nulos, nem podem aparecer repetidos.


Os tipos caracterizados em (I), (II) e em (III) são denominados, respectivamente, integridade:

Alternativas
Q1256460 Banco de Dados
SQL é uma sigla para a linguagem padrão de gerenciamento de dados com bancos de dados baseados no modelo relacional. A SQL é constituída da “Data Definition Language – DDL”, da “Data Manipulation Language – DML” e da “Data Control Language – DCL”, cada uma composta por diversos comandos específicos. Nesse contexto, fazem parte da DML os seguintes comandos:
Alternativas
Q1256459 Banco de Dados

Enquanto o Modelo Entidade-Relacionamento (MER) é um modelo conceitual, o Diagrama Entidade Relacionamento (DER) é a representação gráfica e principal ferramenta. Nesse contexto, observe o fragmento abaixo.

“Em sua notação original, proposta por Peter Chen, as entidades deveriam ser representadas por _____________, seus atributos por elipses e os relacionamentos por _____________, ligados às entidades por linhas, contendo também sua cardinalidade. Porém, notações mais modernas abandonaram o uso de elipses para atributos e passaram a utilizar o formato mais utilizado na UML, em que os atributos já aparecem listados na própria entidade. Essa forma torna o diagrama mais limpo e fácil de ser lido.”


As palavras que completam corretamente as lacunas no fragmento acima são, respectivamente:

Alternativas
Q1256457 Engenharia de Software

O principal objetivo do RUP é atender as necessidades dos usuários garantindo uma produção de software de alta qualidade que cumpra um cronograma e um orçamento previsíveis. Nesse contexto, observe o fragmento abaixo, que trata das fases do RUP.


• Fase de ____________ - abrange as tarefas de comunicação com o cliente e planejamento. É feito um plano de projeto avaliando os possíveis riscos, as estimativas de custo e prazos, estabelecendo as prioridades, levantamento dos requisitos do sistema e preliminarmente analisá-lo. Assim, haverá uma anuência das partes interessadas na definição do escopo do projeto, onde são examinados os objetivos para se decidir sobre a continuidade do desenvolvimento.

• Fase de ____________ - abrange a modelagem do modelo genérico do processo. O objetivo é analisar de forma mais detalhada a análise do domínio do problema, revisando os riscos que o projeto pode sofrer e a arquitetura do projeto começa a ter sua forma básica. Indagações como “O plano do projeto é confiável?”, “Os custos são admissíveis?” são esclarecidas nesta etapa.

• Fase de ____________ - desenvolve ou adquire os componentes de software. O principal objetivo desta fase é o desenvolvimento de componentes e outros recursos do sistema. É nesta fase que a maior parte de codificação ocorre.

• Fase de _____________ - abrange a entrega do software ao usuário e a fase de testes. O objetivo é disponibilizar o sistema, tornando-o disponível e compreendido pelo usuário final. As atividades desta fase incluem o treinamento dos usuários finais e também a realização de testes da versão beta do sistema visando garantir que o mesmo possua o nível adequado de qualidade.


As palavras que completam corretamente as lacunas no fragmento acima são respectivamente:

Alternativas
Q1256455 Engenharia de Software
SCRUM é um framework dentro do qual pessoas podem tratar e resolver problemas complexos e adaptativos, enquanto produtiva e criativamente entregam produtos com o mais alto valor possível. O SCRUM chama seus eventos de timeboxes, uma vez que são eventos de duração fechada, sendo o componente principal conhecido por Sprint, havendo alguns tipos, dos quais quatro são detalhados a seguir:
( I ) Time-boxe de 8h, de acordo com o tamanho da Sprint. Nesta reunião é onde o Product Owner é ouvido em relação às prioridades e os objetivos. É nela também onde o time irá deliberar sobre o que conseguem fazer em relação às necessidades, formalizando o Sprint Backlog. ( II ) Time-box de 4h, onde o incremento do produto que está pronto para uso, é apresentado ao Product Owner para apreciação. Também é nesta reunião, que deve ser facilitada pelo Scrum Master, que o Product Owner apresentará os números, gráficos e tudo o mais que for importante à equipe saber sobre o produto. Novas prioridades e movimentos do mercado, tudo focado em manter os objetivos coerentes ao longo das sprints. Esse é o evento que melhor representa o pilar de inspeção do Scrum. ( III ) Time-box de 3h onde o time de desenvolvedores e o Scrum Master, que atua apenas como facilitador, falam sobre os resultados obtidos na Sprint que passou e as lições tiradas, para a partir daí melhorar o processo, fortemente arraigado ao pilar de adaptação. ( IV ) Time-boxe de 15 min, sempre no mesmo local e horário para gerar consistência e evitar perda de tempo, facilitada pelo Scrum Master. Nesta reunião, que deve ser muito dinâmica e que popularmente é feita em pé, para evitar prolongamentos e distrações, cada membro do time deve responder apenas três perguntas: o que eu fiz ontem, o que eu vou fazer hoje e se tem algo me impedindo.

Os tipos (I), (II), (III) e (IV) são denominados respectivamente:
Alternativas
Q1256454 Engenharia de Software
O desenvolvimento de sistemas de software demanda que o Analista tenha a possibilidade de estudar o sistema a partir de diversas perspectivas, havendo cinco visões independentes sugeridas pelos autores da UML. Neste contexto, relacione as visões com as correspondentes descrições.
(1) Visão de Projeto
(2) Visão de Processo
(3) Visão de Implantação
(4) Visão de Casos de Uso
(5) Visão de Implementação
Enfatiza as características de concorrência, sincronismo e desempenho do sistema. Enfatiza a distribuição física do sistema em seus subsistemas e a conexão entre essas partes. Enfatiza o sistema do ponto de vista externo como um conjunto de interações entre o sistema e os agentes externos ao sistema. Enfatiza o gerenciamento de versões do sistema construídas por meio do agrupamento de módulos e subsistemas. Enfatiza as características do sistema que dão suporte, tanto estrutural quanto comportamental, às funcionalidades externamente visíveis do sistema.
Essas descrições se relacionam respectivamente com as visões:
Alternativas
Q1256453 Programação

No que diz respeito ao paradigma da orientação a objetos, dois princípios são caracterizados abaixo.


( I ) Técnica que indica a capacidade de abstrair várias implementações diferentes em uma única interface. As classes derivadas de uma única classe base são capazes de invocar os métodos que, embora apresentem a mesma assinatura, comportam-se de maneira diferente para cada uma das classes derivadas.

( II ) Técnica que faz com que detalhes internos do funcionamento dos métodos de uma classe permaneçam ocultos para os objetos. O conhecimento a respeito da implementação interna da classe é desnecessário do ponto de vista do objeto, uma vez que isso passa a ser responsabilidade dos métodos internos da classe.


Os princípios caracterizados em (I) e (II) são denominados respectivamente:

Alternativas
Q1256452 Engenharia de Software
No que diz respeito aos requisitos funcionais e não funcionais, analise as afirmativas a seguir.
I. Requisitos funcionais são as declarações de serviços que o sistema deve fornecer, como o sistema deve reagir às entradas específicas e como o sistema deve se comportar em determinadas situações, podendo também estabelecer explicitamente o que o sistema não deve fazer. II. Requisitos não funcionais são aqueles não diretamente relacionados às funções específicas fornecidas pelo sistema, incluindo restrições sobre o processo de desenvolvimento e padrões, aplicando-se ao sistema como um todo. III. Os requisitos não funcionais surgem devido às necessidades do usuário, às restrições de orçamento, às políticas organizacionais, à necessidade de interoperabilidade com outros sistemas de software ou de hardware ou a fatores externos, como regulamentos de segurança ou legislação a respeito de privacidade.
Assinale a alternatica correta:
Alternativas
Q1256451 Sistemas Operacionais
Apache é o software de servidor Web Open Source mais usado do mundo, uma tecnologia da Apache Software Foundation responsável por servir milhões de sites, disponibilizado em versões para os sistemas Windows e diversos outros do padrão POSIX como Unix e Linux e também no Mac OS X. O principal arquivo que contém as configurações do Apache é conhecido por:
Alternativas
Q1256450 Programação
Avalie se as seguintes afirmativas, relativas ao Java Servlet, são falsas (F) ou verdadeiras (V):
As Servlets são para os servidores o que as Applets são para os browsers, ou seja, da mesma forma que a Applet necessita do browser para ser executada, a Servlet necessita do servidor Java. Uma Servlet pode ser responsável por receber dados ou parâmetros de um formulário em HTML ou de uma Applet Java e atualizar um banco de dados. O Servlet é uma ferramenta IDE que compreende vários tipos de linguagem e que aceita a instalação de plugins para emular o desenvolvimento da plataforma.
As afirmativas são respectivamente:
Alternativas
Q1256448 Programação

Avalie se as seguintes afirmativas, relativas ao JSON, são falsas (F) ou verdadeiras (V):


JSON é uma linguagem de marcação, possuindo tag de abertura e de fechamento.

JSON é um modelo para armazenamento e transmissão de informações no formato texto.

JSON é independente de linguagem, sendo possível o acesso aos dados por qualquer linguagem de programação, por meio de API’s específicas.


As afirmativas são respectivamente:

Alternativas
Respostas
10541: A
10542: C
10543: D
10544: B
10545: A
10546: E
10547: C
10548: B
10549: B
10550: E
10551: C
10552: D
10553: A
10554: C
10555: D
10556: B
10557: E
10558: D
10559: B
10560: C