Questões de Concurso
Comentadas para médico veterinário
Foram encontradas 21.169 questões
Resolva questões gratuitamente!
Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!
Marque a alternativa na qual a partícula SE assume a função de pronome apassivador.
Marque a alternativa que completa os espaços em branco do trecho, de acordo com a norma culta de colocação pronominal. “Agora que tudo acabou, ____ bem melhor. No passado, sempre ____ com os que as pessoas pensavam de mim. Agora ____ dessa pressão.”
Marque a alternativa na qual a oração sublinhada é caracterizada pelo sujeito indeterminado.
Observe a oração: “Eu não gosto de maçã, nem de melancia, nem de abacaxi, nem de ameixa”. A figura de linguagem que caracteriza o uso repetitivo de conjunções é conhecida como:
Embora contradiga as regras sintáticas, algumas gramáticas permitem casos especiais de concordância verbal, na qual o verbo concordará com a ideia expressa no sujeito, ou seja, uma concordância semântica. No período “Um grupo invadiu a loja e roubaram todos os produtos”, é possível que o verbo apareça na forma plural devido ao fato de que um grupo representa mais de uma pessoa. Nesse caso, para que a concordância seja possível, ocorre uma figura de linguagem conhecida como ____________ de número.
Leia o texto e responda as questões 1 a 5
A natureza da fera
Eles são apenas 10.000 entre os 20 milhões de cães do país. Não passam de 55 centímetros de altura, mas criam pânico nas ruas. “Deve haver umas cinquenta mordidas de pit bulls por ano”, estimou à SUPER Francisco Araújo, gerente do Controle e Vigilância de Fatores Biológicos da Fundação Nacional da Saúde. É muito pouco se considerarmos que há mais de 400.000 acidentes anuais desse tipo. Mesmo assim, os pit bulls apavoram, e não é à toa.
A lista de ataques de cachorros em que as vítimas saem retalhadas ou mortas é liderada por essa raça impetuosa. Eles são bravos porque foram programados para brigar até vencer. “Pit bulls tendem a morder sem avisar e não soltam a vítima sozinhos”, disse à SUPER a veterinária Ilana Reisner, da Universidade de Cornell.
Mas é provável que a fama de monstro seja tanto culpa dos animais quanto de quem os treina para atacar. “Cães violentos estão sendo cada vez mais usados como armas de fogo. Eles refletem o aumento da violência na sociedade”, diz à SUPER Randall Lockwood, pesquisador de comportamento animal da Sociedade Humanitária dos Estados Unidos. Afinal, os pit bulls, que entraram no Brasil só em 1988, não são os únicos violentos. Outro cão feroz, o rottweiler, pulou de 17.000 registrados no país em 1996 para 26.000 em 1998. “Além do mais, pit bulls e rottweilers bem-educados não saem mordendo”, diz a veterinária paulista Hannelore Fuchs.
Algozes ou vítimas, o fato é que o constante aumento de ataques bestiais contra seres humanos vem convencendo muitos países a banir pit bulls e cães violentos de seus territórios. Desde 1991, eles já foram proibidos na Inglaterra, na França, na Dinamarca, na Holanda, na Noruega, na Bélgica, em Porto Rico e em várias cidades do Canadá e dos Estados Unidos. Chamada a se pronunciar, a ciência comprova que a raça é mesmo especial, mas muita coisa só começou a ser investigada agora. “Quanto da agressividade é genética ainda não sabemos”, diz a veterinária Sharon Crowell, da Universidade da Geórgia, nos Estados Unidos.
(Disponível em: https://super.abril.com.br/comportamento/a-natureza-da-fera/)Marque a alternativa que contenha uma oração subordinada adjetiva explicativa.
Leia o texto e responda as questões 1 a 5
A natureza da fera
Eles são apenas 10.000 entre os 20 milhões de cães do país. Não passam de 55 centímetros de altura, mas criam pânico nas ruas. “Deve haver umas cinquenta mordidas de pit bulls por ano”, estimou à SUPER Francisco Araújo, gerente do Controle e Vigilância de Fatores Biológicos da Fundação Nacional da Saúde. É muito pouco se considerarmos que há mais de 400.000 acidentes anuais desse tipo. Mesmo assim, os pit bulls apavoram, e não é à toa.
A lista de ataques de cachorros em que as vítimas saem retalhadas ou mortas é liderada por essa raça impetuosa. Eles são bravos porque foram programados para brigar até vencer. “Pit bulls tendem a morder sem avisar e não soltam a vítima sozinhos”, disse à SUPER a veterinária Ilana Reisner, da Universidade de Cornell.
Mas é provável que a fama de monstro seja tanto culpa dos animais quanto de quem os treina para atacar. “Cães violentos estão sendo cada vez mais usados como armas de fogo. Eles refletem o aumento da violência na sociedade”, diz à SUPER Randall Lockwood, pesquisador de comportamento animal da Sociedade Humanitária dos Estados Unidos. Afinal, os pit bulls, que entraram no Brasil só em 1988, não são os únicos violentos. Outro cão feroz, o rottweiler, pulou de 17.000 registrados no país em 1996 para 26.000 em 1998. “Além do mais, pit bulls e rottweilers bem-educados não saem mordendo”, diz a veterinária paulista Hannelore Fuchs.
Algozes ou vítimas, o fato é que o constante aumento de ataques bestiais contra seres humanos vem convencendo muitos países a banir pit bulls e cães violentos de seus territórios. Desde 1991, eles já foram proibidos na Inglaterra, na França, na Dinamarca, na Holanda, na Noruega, na Bélgica, em Porto Rico e em várias cidades do Canadá e dos Estados Unidos. Chamada a se pronunciar, a ciência comprova que a raça é mesmo especial, mas muita coisa só começou a ser investigada agora. “Quanto da agressividade é genética ainda não sabemos”, diz a veterinária Sharon Crowell, da Universidade da Geórgia, nos Estados Unidos.
(Disponível em: https://super.abril.com.br/comportamento/a-natureza-da-fera/)Observe a oração sublinhada e classifique-a sintaticamente. “Pit bulls tendem a morder sem avisar”.
Leia o texto e responda as questões 1 a 5
A natureza da fera
Eles são apenas 10.000 entre os 20 milhões de cães do país. Não passam de 55 centímetros de altura, mas criam pânico nas ruas. “Deve haver umas cinquenta mordidas de pit bulls por ano”, estimou à SUPER Francisco Araújo, gerente do Controle e Vigilância de Fatores Biológicos da Fundação Nacional da Saúde. É muito pouco se considerarmos que há mais de 400.000 acidentes anuais desse tipo. Mesmo assim, os pit bulls apavoram, e não é à toa.
A lista de ataques de cachorros em que as vítimas saem retalhadas ou mortas é liderada por essa raça impetuosa. Eles são bravos porque foram programados para brigar até vencer. “Pit bulls tendem a morder sem avisar e não soltam a vítima sozinhos”, disse à SUPER a veterinária Ilana Reisner, da Universidade de Cornell.
Mas é provável que a fama de monstro seja tanto culpa dos animais quanto de quem os treina para atacar. “Cães violentos estão sendo cada vez mais usados como armas de fogo. Eles refletem o aumento da violência na sociedade”, diz à SUPER Randall Lockwood, pesquisador de comportamento animal da Sociedade Humanitária dos Estados Unidos. Afinal, os pit bulls, que entraram no Brasil só em 1988, não são os únicos violentos. Outro cão feroz, o rottweiler, pulou de 17.000 registrados no país em 1996 para 26.000 em 1998. “Além do mais, pit bulls e rottweilers bem-educados não saem mordendo”, diz a veterinária paulista Hannelore Fuchs.
Algozes ou vítimas, o fato é que o constante aumento de ataques bestiais contra seres humanos vem convencendo muitos países a banir pit bulls e cães violentos de seus territórios. Desde 1991, eles já foram proibidos na Inglaterra, na França, na Dinamarca, na Holanda, na Noruega, na Bélgica, em Porto Rico e em várias cidades do Canadá e dos Estados Unidos. Chamada a se pronunciar, a ciência comprova que a raça é mesmo especial, mas muita coisa só começou a ser investigada agora. “Quanto da agressividade é genética ainda não sabemos”, diz a veterinária Sharon Crowell, da Universidade da Geórgia, nos Estados Unidos.
(Disponível em: https://super.abril.com.br/comportamento/a-natureza-da-fera/)“Eles são bravos porque foram programados para brigar até vencer.” Na análise sintática, como é denominado o trecho sublinhado?
Leia o texto e responda as questões 1 a 5
A natureza da fera
Eles são apenas 10.000 entre os 20 milhões de cães do país. Não passam de 55 centímetros de altura, mas criam pânico nas ruas. “Deve haver umas cinquenta mordidas de pit bulls por ano”, estimou à SUPER Francisco Araújo, gerente do Controle e Vigilância de Fatores Biológicos da Fundação Nacional da Saúde. É muito pouco se considerarmos que há mais de 400.000 acidentes anuais desse tipo. Mesmo assim, os pit bulls apavoram, e não é à toa.
A lista de ataques de cachorros em que as vítimas saem retalhadas ou mortas é liderada por essa raça impetuosa. Eles são bravos porque foram programados para brigar até vencer. “Pit bulls tendem a morder sem avisar e não soltam a vítima sozinhos”, disse à SUPER a veterinária Ilana Reisner, da Universidade de Cornell.
Mas é provável que a fama de monstro seja tanto culpa dos animais quanto de quem os treina para atacar. “Cães violentos estão sendo cada vez mais usados como armas de fogo. Eles refletem o aumento da violência na sociedade”, diz à SUPER Randall Lockwood, pesquisador de comportamento animal da Sociedade Humanitária dos Estados Unidos. Afinal, os pit bulls, que entraram no Brasil só em 1988, não são os únicos violentos. Outro cão feroz, o rottweiler, pulou de 17.000 registrados no país em 1996 para 26.000 em 1998. “Além do mais, pit bulls e rottweilers bem-educados não saem mordendo”, diz a veterinária paulista Hannelore Fuchs.
Algozes ou vítimas, o fato é que o constante aumento de ataques bestiais contra seres humanos vem convencendo muitos países a banir pit bulls e cães violentos de seus territórios. Desde 1991, eles já foram proibidos na Inglaterra, na França, na Dinamarca, na Holanda, na Noruega, na Bélgica, em Porto Rico e em várias cidades do Canadá e dos Estados Unidos. Chamada a se pronunciar, a ciência comprova que a raça é mesmo especial, mas muita coisa só começou a ser investigada agora. “Quanto da agressividade é genética ainda não sabemos”, diz a veterinária Sharon Crowell, da Universidade da Geórgia, nos Estados Unidos.
(Disponível em: https://super.abril.com.br/comportamento/a-natureza-da-fera/)Marque a alternativa que contenha uma oração sem sujeito.
Leia o texto e responda as questões 1 a 5
A natureza da fera
Eles são apenas 10.000 entre os 20 milhões de cães do país. Não passam de 55 centímetros de altura, mas criam pânico nas ruas. “Deve haver umas cinquenta mordidas de pit bulls por ano”, estimou à SUPER Francisco Araújo, gerente do Controle e Vigilância de Fatores Biológicos da Fundação Nacional da Saúde. É muito pouco se considerarmos que há mais de 400.000 acidentes anuais desse tipo. Mesmo assim, os pit bulls apavoram, e não é à toa.
A lista de ataques de cachorros em que as vítimas saem retalhadas ou mortas é liderada por essa raça impetuosa. Eles são bravos porque foram programados para brigar até vencer. “Pit bulls tendem a morder sem avisar e não soltam a vítima sozinhos”, disse à SUPER a veterinária Ilana Reisner, da Universidade de Cornell.
Mas é provável que a fama de monstro seja tanto culpa dos animais quanto de quem os treina para atacar. “Cães violentos estão sendo cada vez mais usados como armas de fogo. Eles refletem o aumento da violência na sociedade”, diz à SUPER Randall Lockwood, pesquisador de comportamento animal da Sociedade Humanitária dos Estados Unidos. Afinal, os pit bulls, que entraram no Brasil só em 1988, não são os únicos violentos. Outro cão feroz, o rottweiler, pulou de 17.000 registrados no país em 1996 para 26.000 em 1998. “Além do mais, pit bulls e rottweilers bem-educados não saem mordendo”, diz a veterinária paulista Hannelore Fuchs.
Algozes ou vítimas, o fato é que o constante aumento de ataques bestiais contra seres humanos vem convencendo muitos países a banir pit bulls e cães violentos de seus territórios. Desde 1991, eles já foram proibidos na Inglaterra, na França, na Dinamarca, na Holanda, na Noruega, na Bélgica, em Porto Rico e em várias cidades do Canadá e dos Estados Unidos. Chamada a se pronunciar, a ciência comprova que a raça é mesmo especial, mas muita coisa só começou a ser investigada agora. “Quanto da agressividade é genética ainda não sabemos”, diz a veterinária Sharon Crowell, da Universidade da Geórgia, nos Estados Unidos.
(Disponível em: https://super.abril.com.br/comportamento/a-natureza-da-fera/)Com base no texto A natureza da fera assinale a alternativa CORRETA a respeito do texto:
( ) Compete ao Secretário de Administração a administração dos bens municipais, respeitada a competência da Câmara quanto aqueles empregados nos serviços desta; ( ) As áreas transferidas ao Município em decorrência da aprovação de loteamentos serão consideradas bens dominiais se efetivarem benfeitorias que lhes deem outra destinação; ( ) O Município poderá ceder a particulares, para serviços de caráter transitório, conforme regulamentação a ser expedida pelo Prefeito Municipal, máquinas e operadoras da Prefeitura, desde que os serviços da municipalidade não sofram prejuízo e o interessado recolha, previamente, a remuneração arbitrada e assine termo de responsabilidade pela conservação e devolução dos bens cedidos; ( ) Nenhum servidor será dispensado, transferido, exonerado ou terá aceito o seu pedido de exoneração ou rescisão sem que o órgão responsável pelo controle dos bens patrimoniais da Prefeitura ou da Câmara Municipal ateste que o mesmo devolveu os bens imóveis do Município que estavam sob sua guarda.
Marque a alternativa que corresponde à sequência correta de cima para baixo:
Os Estados Unidos são o país com maior número de pesquisadores mencionados, 2.639 ao todo; em seguida aparece o Reino Unido, com 546 Doze pesquisadores brasileiros estão entre os cientistas mais influentes do mundo em suas respectivas áreas de conhecimento. A lista, produzida anualmente pela empresa de consultoria Clarivate Analytics, desde 2014, considera o número de citações por artigos publicados em um período de dez anos. Os selecionados pertencem ao grupo de 1% de pesquisadores que mantiveram as mais altas médias de citações durante o período. Ao todo, foram selecionados cerca de 6 mil pesquisadores, em 21 áreas do conhecimento, além de campos transversais.
https://www.terra.com.br/noticias/ciencia
Considere as afirmações sobre o texto, julgando-as (V) verdadeiras ou (F) falsas:
( ) Pelas características, o gênero do texto é notícia; ( ) A função de linguagem predominante no texto é a conativa; ( ) As palavras “país” e “média” são acentuadas pela mesma regra gramatical; ( ) Em, “Os Estados Unidos são o país com maior número de pesquisadores mencionados”, a concordância verbal está correta, pois quando se trata de nomes que só existem no plural, a concordância deve ser feita levando-se em conta a ausência ou presença de artigo, no caso, concorda com o artigo “os”.
A sequência correta, de cima para baixo, é:
Analise as afirmativas acerca do texto:
I. O narrador-personagem, não satisfeito em observar a beleza da flor no habitat original, leva-a para casa e tenta conservá-la, no entanto, ao perceber que não conseguira, resolve, como forma de dirimir sua culpa, devolvê-la à natureza;
II. No texto há predomínio de sequências dissertativas, uma vez que traz várias reflexões a serem feitas pelo leitor;
III. “Nem apelar para o médico de flores.” O elemento coesivo “nem” tem valor semântico de adição;
IV. O porteiro, no final do conto, mostra que percebeu o furto da flor e repreende o narrador-personagem pelo ato cometido por ele.
Estão corretas: