Questões de Concurso Comentadas para vigia

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Ano: 2009 Banca: CONSULPLAN Órgão: Prefeitura de Guarapari - ES
Q1187433 Português
TEXTO: Classificados Poéticos
Menino que mora num planeta azul feito a cauda de um cometa quer se corresponder com alguém de outra galáxia. Neste planeta onde o menino mora as coisas não vão tão bem assim: o azul está ficando desbotado e os homens brincam de guerra. É só apertar um botão que o planeta Terra vai pelos ares... Então o menino procura com urgência Alguém de outra galáxia para trocarem selos, figurinhas e esperanças.
(Roseana Murray)
Que o planeta Terra vai pelos ares...” O sinal de pontuação no final desta frase anterior indica:
Alternativas
Ano: 2008 Banca: CONSULPLAN Órgão: Prefeitura de Mimoso do Sul - ES
Q1221332 Português
Índices de sexo
Quando um bebê nasce, a primeira coisa que todo mundo quer saber é o sexo. Nos primeiros dias de vida a diferença parece mais anatômica, mas, à medida que vai crescendo, o bebê começa a se comportar como menino ou menina. Um problema controvertido é saber até que ponto esse comportamento tem base biológica ou é uma questão de aprendizado. Algumas feministas insistem em dizer que todas as diferenças comportamentais são ensinadas e que, deixando-se de lado as discrepâncias biológicas evidentes, a mulher é igual ao homem. Outros dizem que homem é homem e que mulher é mulher e é por razões biológicas que os dois sexos se comportam e até mesmo se movimentam de modo diferente. Os entendidos em cinética têm levantado um certo número de provas que reforçam os argumentos das feministas.
Desde o nascimento, parece que dizemos ao bebê, centenas de vezes por dia, que ele é um menino ou uma menina, mas de maneira sutil e não-verbal. A maioria das pessoas, na verdade, segura o menino e a menina de jeito diferente. Parece que, em nossa sociedade, os meninos, mesmo novinhos, costumam ser cuidados de modo meio abrutalhado. Toda vez que um garoto age de acordo com nossa visão de comportamento masculino, nós lhe damos reforço. Esse reforço pode ser tão delicado como um tom de voz aprovativo, uma ligeira expressão facial de conivência ou até mesmo uma expressão concreta, dita com tolerância, do tipo “não parece um hominho!?”. E é lógico que as meninas são recompensadas por demonstrarem traços femininos. Podemos não repreender os meninos por desejarem brincar com boneca, mas também é raro animá-los a isso. Talvez a ausência total de qualquer reação de nossa parte – a falta de vibrações positivas – diga a ele que anda fazendo coisa que menino não faz.
Não há dúvida que em certo nível subliminar nós também recompensamos ou deixamos de recompensar comportamentos bem mais sutis, pois em certo estágio de desenvolvimento os meninos começam a se movimentar e a se comportar como homens, e as meninas como mulheres. O modo de se movimentar é muito mais aprendido do que inato, variando de cultura para cultura. Para usar apenas um exemplo: o gesto de munheca mole, que nos parece feminino ou efeminado quando em homem, em algumas partes do Oriente Médio é tido como jeito natural de movimentar as mãos tanto para um sexo quanto para o outro. 
(Flora Davis, A comunicação não-verbal. São Paulo: Summus,1979)
De acordo com o texto, assinale a alternativa que apresenta a tese defendida pela autora:
Alternativas
Ano: 2008 Banca: CONSULPLAN Órgão: Prefeitura de Mimoso do Sul - ES
Q1206031 Português
Assinale a alternativa em que o verbo grifado NÃO está de acordo com a correspondência entre parênteses:
Alternativas
Respostas
799: A
800: A
801: C