Foram encontradas 4.459 questões
Resolva questões gratuitamente!
Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!
Toda boa roda de botequim tem que ter algum contador de anedota de repertório amplo, memória prodigiosa e paciência. Ainda mais se de vez em quando aparecer na conversa um outro personagem, o cortador de piada. Sim; um conta, o outro corta, normalmente se introduzindo na história alheia, estragando o final.
Toda boa piada tem seu clímax no final. Não é como um conto, uma narrativa, um cordel ou até mesmo um ‘causo’, quando a graça, muitas vezes, está no desenvolvimento da ação. O fecho da piada tem que ser surpreendente, definitivo, deve conter toda graça em poucas palavras que muitas vezes torcem a lógica exposta anteriormente.
O cortador de piada é também conhecido como o chato. Por mais velho que seja o chiste, é preciso respeitar o contador, ainda que não seja dos mais cativantes, que não tenha o brilho e a graça de um Chico Anísio. O cortador muitas vezes interrompe a narrativa sem a menor cerimônia, com aquela inocência insuportável dos enjoados — o chato de verdade nunca é proposital; é um traço de caráter inato, o que só piora a situação.
Mas há situações piores, quando o chato se transforma no ladrão de piada. Também querendo dominar o ambiente, o ladino se apodera da história alheia e conta o final, deixando o dono da anedota com a boca aberta e sem ter o que dizer. Foi o que aconteceu, não faz muito tempo, num famoso boteco da W2 Sul — ou melhor, famoso para nós, frequentadores, já que não sai nas colunas de jornal.
A noite ainda era juvenil, mas aquela turma dava impressão de estar por ali desde o café da manhã, tamanha a animação. Cascos vazios de cerveja já tinham enchido um engradado e já eram colocados com a boca para baixo, entre os outros. Um dos rapazes começou a contar uma piada comprida e que era constantemente interrompida por comentários diversos por outro sujeito.
Havia interessados na narrativa, até porque é uma piada sobre advogados, e os causídicos são fregueses habituais do estabelecimento. O chato não sossegava, queria ser o centro das atenções e diante de tantos ‘psius’ pedindo silêncio, disparou:
— Que tatu? Não vi nenhum tatu por aqui!
E se contorcia como o Orlando Furioso, da ópera de Vivaldi. Ele havia contado o fim da piada numa cena que só pode ser explicada pelo alto nível etílico daquela mesa, quando o tempo fechou como uma final com Grenal. Até hoje tem gente querendo saber como a piada chegaria ao tatu, mas tem medo de perguntar.
leitor/2019/12/06/noticia-mais-leitor,162065/cronica-o-cortador-de
piada.shtml. Acesso em: 10 dez. 2019.
Sobre a abordagem educacional “Oralismo”, é CORRETO afirmar.
Sobre as personalidades que marcaram a História da Educação dos surdos, é CORRETO afirmar.
Sobre a Lei Nº 10.098, de dezembro de 2000, é CORRETO afirmar que:
Sobre o Decreto Nº 5.626 de 2005, é CORRETO afirmar.
Sobre o conceito de Identidade e sobre as Identidades surdas, é CORRETO afirmar.
Sobre Comunidade Surda, é CORRETO afirmar.
Owen Wrigley (1996) afirma que a “Surdez é um tema de epistemologia e não de audiologia”. Sobre essa afirmativa, é CORRETO afirmar.
Sobre o “Ouvintismo” é CORRETO afirmar.
Sobre Inclusão e Educação de surdos, é CORRETO afirmar.
Sobre o Congresso de Milão, é CORRETO afirmar.
Tradicionalmente, os pronomes têm sido concebidos como substitutos, mas sua função básica é a função indexical ou dêitica, antes e, sobretudo, em termos de localização espaço-temporal no contexto do enunciado. Sobre a função pronominal na Libras, marque a alternativa correta.
Marque a alternativa correta sobre os sinais manuais e não-manuais.
Sobre as relações sintático-semânticas estudadas por Felipe (1998) na Libras, é correto afirmar que:
Considerando a ordem das palavras, o estudo de Quadros (2004) identificou várias ordenações possíveis, além da ordem básica. Sobre a ordem sintática nas línguas de sinais, é CORRETO afirmar que:
Os aspectos gramaticais são percebidos alternando-se a direção dos movimentos, o ritmo ou a forma do percurso do sinal. Marque a alternativa CORRETA sobre derivação, flexão e incorporação na Libras.
A estrutura morfológica das línguas de sinais compreende sequencialidade e simultaneidade. Marque a alternativa CORRETA sobre as principais diferenças entre morfologia simultânea e morfologia sequencial nas línguas de sinais, conforme Quadros (2019).
Especificamente, os estudos linguísticos das línguas de sinais costumam dar mais ênfase à iconicidade em detrimento da noção de arbitrariedade e, não raro, opondo-a a esta. Sobre iconicidade e arbitrariedade nas línguas de sinais, é correto afirmar que:
Escreva V ou F conforme seja verdadeiro ou falso o que se afirma nos itens abaixo sobre estrutura e processos fonológicos em língua de sinais.
(__) A alofonia é um fenômeno fonológico que ocorre nas línguas orais, no entanto, Stokoe (1960) apontou uma diferença entre esse fenômeno na ASL e nas línguas orais.
(__) Battison (1974) identificou pares de sinais na ASL que se opõem lexicalmente por apresentarem a palma da mão voltada para diferentes direções.
(__) Liddell e Johnson (1989) propuseram a inclusão do parâmetro marcações não-manuais, por observarem que existem sinais na ASL cuja realização envolve não apenas atividades das mãos.
(__) Klima e Bellugi (1979) citam outros subparâmetros, tais como o contato e a região da mão (que faz contato com o corpo).
Está correta, de cima para baixo, a seguinte sequência:
Stokoe (1960) foi o primeiro pesquisador a defender, do ponto de vista da Linguística, que as línguas de sinais são línguas naturais. Ele evidenciou que essas línguas partilham com as línguas orais princípios estruturais. Sobre a evidência de princípios fonológicos nas línguas de sinais, é correto afirmar que: