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Q3528279 Pedagogia
Um diretor promoveu reuniões sobre práticas de leitura e escrita, considerando o desenvolvimento da competência linguística em alunos do 4º ano. Em concordância com abordagens contemporâneas da alfabetização, identifique a melhor estratégia para enriquecer a produção de textos:
Alternativas
Q3528278 Pedagogia
Em uma turma do 3º ano, a professora notou que os estudantes tinham interesse em temáticas ambientais, mas realizavam muitas atividades desconectadas do cotidiano. Para valorizar a perspectiva de sustentabilidade, ela planejou um projeto de Ciências envolvendo visitas a áreas de preservação e produção de relatórios. No entanto, o engajamento diminuiu logo após a primeira saída de campo. A professora identificou que o grupo encontrava barreiras para relacionar a experiência prática com conceitos teóricos. De que forma essa dificuldade poderia ser minimizada?
Alternativas
Q3528277 Pedagogia
Um coordenador pedagógico decidiu promover adaptações avaliativas para estudantes do Ensino Fundamental, com foco na inclusão. Em consonância com as diretrizes educacionais, identifique a alternativa que descreve uma prática avaliativa alinhada à perspectiva inclusiva:
Alternativas
Q3528276 Pedagogia
Uma escola investiga a eficácia de diferentes formatos de avaliação da aprendizagem, considerando a literatura pedagógica sobre avaliação diagnóstica, formativa e somativa. Observe as afirmativas:
I. A avaliação diagnóstica é aplicada antes de uma sequência de ensino, com o objetivo de mapear conhecimentos prévios e necessidades específicas dos estudantes.
II. A avaliação formativa acontece sistematicamente durante o processo de ensino, fornecendo devolutivas para ajustes imediatos na prática pedagógica.
III. A avaliação somativa sintetiza o desempenho ao final de um período letivo, podendo embasar decisões administrativas e pedagógicas.
IV. A avaliação formativa dispensa registros formais, pois baseia-se em observações ocasionais sem influenciar o planejamento docente.

Estão corretas as afirmativas:
Alternativas
Q3528275 Pedagogia
Um pesquisador em políticas educacionais analisou a Base Nacional Comum Curricular (BNCC) e observou que ela estabelece direitos de aprendizagem, sem deixar de reconhecer a autonomia das redes de ensino na complementação de conteúdos conforme o contexto local. Assinale a alternativa que melhor representa uma ação pedagógica alinhada à BNCC:
Alternativas
Q3528274 Pedagogia
Em determinada secretaria de educação, gestores elaboraram um programa para fortalecer o cuidado previsto no Estatuto da Criança e do Adolescente (Lei nº 8.069/1990). Entretanto, após seis meses de implementação, foi observado que o número de estudantes em situação de vulnerabilidade social continuou alto e as ações não atingiram resultados efetivos. A equipe técnica realizou entrevistas com crianças, famílias e profissionais da rede de proteção, descobrindo baixa articulação entre saúde, assistência social e educação. De que forma o município pode aperfeiçoar esse programa?
Alternativas
Q3528273 Pedagogia
Uma rede de ensino revisou seu Projeto Político-Pedagógico à luz da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (Lei nº 9.394/1996) e identificou a necessidade de aprimorar a gestão participativa. Assinale a alternativa que descreve de forma mais consistente uma medida para promover corresponsabilidade na administração escolar:
Alternativas
Q3528272 Pedagogia
Durante uma formação continuada, professores debateram determinadas normas da Constituição Federal de 1988 que tratam do ensino fundamental e do financiamento educacional. Leia as afirmativas:
I. Uma dessas disposições orienta que o currículo do ensino fundamental inclua conteúdos mínimos para a formação básica, respeitando valores culturais e artísticos nacionais.
II. No que se refere ao financiamento, há previsão de que a União e os estados não tenham obrigação de aplicar percentual mínimo de suas receitas na manutenção e desenvolvimento do ensino público, cabendo exclusivamente aos municípios essa responsabilidade.
III. A norma sobre organização curricular incentiva adaptações alinhadas à diversidade regional, estabelecendo autonomia para as redes de ensino atenderem às suas especificidades socioculturais.
IV. Outras diretrizes constitucionais preveem percentuais mínimos de investimento em educação, reforçando a importância de destinar parte da arrecadação dos entes federados para a melhoria da qualidade do ensino.

Estão corretas as afirmativas:
Alternativas
Q3527431 Português
Presos na telinha

Estudos de imagem revelam dados preocupantes, especialmente para um cérebro em desenvolvimento: o excesso de exposição às telas está associado à redução de matéria branca e cinzenta do órgão. A internet está encolhendo cérebros
Paloma Oliveto | 12/02/25

        No início dos anos 1980, a TV a cabo se popularizou nos Estados Unidos. Com o aumento da grade de programação, um novo medo foi desbloqueado entre a classe média: o da televisão "abduzir" crianças e adolescentes. Não a1 toa, é exatamente o que acontece em um dos filmes de terror de maior sucesso da época, Poltergeist (1982), no qual a menininha Caroline é literalmente sugada pelo aparelho.

        Se, na obra escrita e produzida por Steven Spielberg, são fantasmas que puxam a protagonista-mirim para dentro da tela, na realidade, os pais temiam perder os filhos para o excesso de canais. De fato, a oferta excessiva de programas mudou a dinâmica das famílias. 

        Diversos estudos exploraram o impacto negativo da TV em aspectos do comportamento infantojuvenil, incluindo maus hábitos alimentares, sedentarismo, redução de atividades sociais e queda no interesse pelos estudos. Além disso, pesquisas de longo prazo não só nos Estados Unidos atestaram redução na leitura e na pontuação em testes cognitivos.

        Mas mesmo quem cresceu com a "babá eletrônica" não estava preparado para o fenômeno que viria assombrar os pais décadas depois. O verdadeiro Poltergeist não viria da telona, mas da microtela dos smartphones, de onde 96% dos usuários de internet acessam a rede de computadores (dados do DataReportal).

        Agora, não estamos mais falando de um punhado de canais de televisão, mas de um conteúdo infinito disponível em qualquer lugar, 24 horas por dia. Adolescentes passam, em média, nove horas conectados, um número conservador, considerando que as pesquisas sobre o tema trabalham, geralmente, com autorrelato.

        Em um artigo para o site The Conversation, psiquiatras da Universidade Estadual de Wayne calcularam que, se uma pessoa passa "apenas" 50 horas por semana conectada entre os 13 e 18 anos, no fim, terá dedicado as2 telas mais do que os 12 anos passados na escola. Essa "graduação" on-line cobra seu preço: em todas as partes do mundo, independentemente da renda familiar, as estatísticas de ansiedade e de depressão entre crianças dispararam. Estudos de imagem revelam dados preocupantes, especialmente para um cérebro em desenvolvimento: o excesso de exposição as3 telas está associado a4 redução de matéria branca e cinzenta do órgão. A internet está encolhendo cérebros.

        Assim como na televisão, nem tudo é lixo na rede. Nos anos 1970, uma pesquisa constatou que crianças que assistiam a5 Vila Sésamo tinham um nível de letramento superior — 80% do programa era de conteúdo educativo. Agora, um estudo recente também encontrou ganhos cognitivos entre meninos e meninas que acessam, como os pais, conteúdos de qualidade.

         O problema é que, se na época de ouro da televisão, bastava desligar o botão para limitar a exposição, hoje, a não ser que os celulares sejam confiscados e trancafiados, é impossível fazer esse controle.

        Em Poltergeist, com a ajuda de orações, a família de Caroline consegue expulsar os espíritos que puxavam a menina para dentro da tela. Agora, talvez precisemos de um exorcismo para arrancar as crianças de lá.

Paloma Oliveto (Repórter sênior) - Formada na Universidade de Brasília, é especializada na cobertura de ciência e saúde há mais de uma década. Entre as premiações recebidas, estão primeiro lugar no Grande Prêmio Ayrton Senna e menção honrosa no Prêmio Esso.

OLIVETO, Paloma. Presos na telinha. Correio Braziliense, 13 de fevereiro de 2025. Disponível em: https://www.correiobraziliense.com.br/opiniao/2025/02/7058174-presos-na-telinha.html. Acesso em: 13 fev. 2025.
Adaptado para esta avaliação.
Dentre as ocorrências da vogal A destacadas com números sobrescritos no texto, quais necessitam de vir acompanhadas do acento indicativo de crase?
Alternativas
Q3527430 Português
Presos na telinha

Estudos de imagem revelam dados preocupantes, especialmente para um cérebro em desenvolvimento: o excesso de exposição às telas está associado à redução de matéria branca e cinzenta do órgão. A internet está encolhendo cérebros
Paloma Oliveto | 12/02/25

        No início dos anos 1980, a TV a cabo se popularizou nos Estados Unidos. Com o aumento da grade de programação, um novo medo foi desbloqueado entre a classe média: o da televisão "abduzir" crianças e adolescentes. Não a1 toa, é exatamente o que acontece em um dos filmes de terror de maior sucesso da época, Poltergeist (1982), no qual a menininha Caroline é literalmente sugada pelo aparelho.

        Se, na obra escrita e produzida por Steven Spielberg, são fantasmas que puxam a protagonista-mirim para dentro da tela, na realidade, os pais temiam perder os filhos para o excesso de canais. De fato, a oferta excessiva de programas mudou a dinâmica das famílias. 

        Diversos estudos exploraram o impacto negativo da TV em aspectos do comportamento infantojuvenil, incluindo maus hábitos alimentares, sedentarismo, redução de atividades sociais e queda no interesse pelos estudos. Além disso, pesquisas de longo prazo não só nos Estados Unidos atestaram redução na leitura e na pontuação em testes cognitivos.

        Mas mesmo quem cresceu com a "babá eletrônica" não estava preparado para o fenômeno que viria assombrar os pais décadas depois. O verdadeiro Poltergeist não viria da telona, mas da microtela dos smartphones, de onde 96% dos usuários de internet acessam a rede de computadores (dados do DataReportal).

        Agora, não estamos mais falando de um punhado de canais de televisão, mas de um conteúdo infinito disponível em qualquer lugar, 24 horas por dia. Adolescentes passam, em média, nove horas conectados, um número conservador, considerando que as pesquisas sobre o tema trabalham, geralmente, com autorrelato.

        Em um artigo para o site The Conversation, psiquiatras da Universidade Estadual de Wayne calcularam que, se uma pessoa passa "apenas" 50 horas por semana conectada entre os 13 e 18 anos, no fim, terá dedicado as2 telas mais do que os 12 anos passados na escola. Essa "graduação" on-line cobra seu preço: em todas as partes do mundo, independentemente da renda familiar, as estatísticas de ansiedade e de depressão entre crianças dispararam. Estudos de imagem revelam dados preocupantes, especialmente para um cérebro em desenvolvimento: o excesso de exposição as3 telas está associado a4 redução de matéria branca e cinzenta do órgão. A internet está encolhendo cérebros.

        Assim como na televisão, nem tudo é lixo na rede. Nos anos 1970, uma pesquisa constatou que crianças que assistiam a5 Vila Sésamo tinham um nível de letramento superior — 80% do programa era de conteúdo educativo. Agora, um estudo recente também encontrou ganhos cognitivos entre meninos e meninas que acessam, como os pais, conteúdos de qualidade.

         O problema é que, se na época de ouro da televisão, bastava desligar o botão para limitar a exposição, hoje, a não ser que os celulares sejam confiscados e trancafiados, é impossível fazer esse controle.

        Em Poltergeist, com a ajuda de orações, a família de Caroline consegue expulsar os espíritos que puxavam a menina para dentro da tela. Agora, talvez precisemos de um exorcismo para arrancar as crianças de lá.

Paloma Oliveto (Repórter sênior) - Formada na Universidade de Brasília, é especializada na cobertura de ciência e saúde há mais de uma década. Entre as premiações recebidas, estão primeiro lugar no Grande Prêmio Ayrton Senna e menção honrosa no Prêmio Esso.

OLIVETO, Paloma. Presos na telinha. Correio Braziliense, 13 de fevereiro de 2025. Disponível em: https://www.correiobraziliense.com.br/opiniao/2025/02/7058174-presos-na-telinha.html. Acesso em: 13 fev. 2025.
Adaptado para esta avaliação.
Os conectivos sublinhados nos parágrafos iniciais do texto podem ser adequadamente substituídos por
Alternativas
Q3527429 Português
Presos na telinha

Estudos de imagem revelam dados preocupantes, especialmente para um cérebro em desenvolvimento: o excesso de exposição às telas está associado à redução de matéria branca e cinzenta do órgão. A internet está encolhendo cérebros
Paloma Oliveto | 12/02/25

        No início dos anos 1980, a TV a cabo se popularizou nos Estados Unidos. Com o aumento da grade de programação, um novo medo foi desbloqueado entre a classe média: o da televisão "abduzir" crianças e adolescentes. Não a1 toa, é exatamente o que acontece em um dos filmes de terror de maior sucesso da época, Poltergeist (1982), no qual a menininha Caroline é literalmente sugada pelo aparelho.

        Se, na obra escrita e produzida por Steven Spielberg, são fantasmas que puxam a protagonista-mirim para dentro da tela, na realidade, os pais temiam perder os filhos para o excesso de canais. De fato, a oferta excessiva de programas mudou a dinâmica das famílias. 

        Diversos estudos exploraram o impacto negativo da TV em aspectos do comportamento infantojuvenil, incluindo maus hábitos alimentares, sedentarismo, redução de atividades sociais e queda no interesse pelos estudos. Além disso, pesquisas de longo prazo não só nos Estados Unidos atestaram redução na leitura e na pontuação em testes cognitivos.

        Mas mesmo quem cresceu com a "babá eletrônica" não estava preparado para o fenômeno que viria assombrar os pais décadas depois. O verdadeiro Poltergeist não viria da telona, mas da microtela dos smartphones, de onde 96% dos usuários de internet acessam a rede de computadores (dados do DataReportal).

        Agora, não estamos mais falando de um punhado de canais de televisão, mas de um conteúdo infinito disponível em qualquer lugar, 24 horas por dia. Adolescentes passam, em média, nove horas conectados, um número conservador, considerando que as pesquisas sobre o tema trabalham, geralmente, com autorrelato.

        Em um artigo para o site The Conversation, psiquiatras da Universidade Estadual de Wayne calcularam que, se uma pessoa passa "apenas" 50 horas por semana conectada entre os 13 e 18 anos, no fim, terá dedicado as2 telas mais do que os 12 anos passados na escola. Essa "graduação" on-line cobra seu preço: em todas as partes do mundo, independentemente da renda familiar, as estatísticas de ansiedade e de depressão entre crianças dispararam. Estudos de imagem revelam dados preocupantes, especialmente para um cérebro em desenvolvimento: o excesso de exposição as3 telas está associado a4 redução de matéria branca e cinzenta do órgão. A internet está encolhendo cérebros.

        Assim como na televisão, nem tudo é lixo na rede. Nos anos 1970, uma pesquisa constatou que crianças que assistiam a5 Vila Sésamo tinham um nível de letramento superior — 80% do programa era de conteúdo educativo. Agora, um estudo recente também encontrou ganhos cognitivos entre meninos e meninas que acessam, como os pais, conteúdos de qualidade.

         O problema é que, se na época de ouro da televisão, bastava desligar o botão para limitar a exposição, hoje, a não ser que os celulares sejam confiscados e trancafiados, é impossível fazer esse controle.

        Em Poltergeist, com a ajuda de orações, a família de Caroline consegue expulsar os espíritos que puxavam a menina para dentro da tela. Agora, talvez precisemos de um exorcismo para arrancar as crianças de lá.

Paloma Oliveto (Repórter sênior) - Formada na Universidade de Brasília, é especializada na cobertura de ciência e saúde há mais de uma década. Entre as premiações recebidas, estão primeiro lugar no Grande Prêmio Ayrton Senna e menção honrosa no Prêmio Esso.

OLIVETO, Paloma. Presos na telinha. Correio Braziliense, 13 de fevereiro de 2025. Disponível em: https://www.correiobraziliense.com.br/opiniao/2025/02/7058174-presos-na-telinha.html. Acesso em: 13 fev. 2025.
Adaptado para esta avaliação.
Em qual dos vocábulos abaixo a partícula “auto-” NÃO possui o mesmo sentido que ocorre na palavra “autorrelato”?
Alternativas
Q3492458 Pedagogia
No âmbito da organização e gestão da escola, a Lei n.º 13.005/2014 (PNE) institui, na Meta 19, a gestão democrática. A estratégia que concretiza esse princípio é:
Alternativas
Q3492457 Pedagogia
Na Psicologia da Educação, uma de suas preocupações essenciais é compreender o processo de aprendizagem dos sujeitos e das formas com que esses a processam diante das vivências cotidianas. Assim, é importante validar práticas pedagógicas que primem corretamente por: 
Alternativas
Q3492456 Pedagogia
De acordo com o texto da Base Nacional Comum Curricular (BNCC) referente aos pressupostos para os anos iniciais, qual seria, em termos gerais, o principal objetivo ao trabalhar as habilidades de leitura e escrita com as crianças de maneira correta?
Alternativas
Q3492455 Pedagogia
As práticas de ensino nos anos iniciais incitam do docente a utilização de diferentes recursos metodológicos e instrumentais. Nesse sentido, qual estratégia de ensino seria adequada para estimular a criatividade e o pensamento crítico no processo de ensino e aprendizagem? Aponte a alternativa correta: 
Alternativas
Q3492454 Pedagogia
De acordo com a Filosofia da Educação, a atividade humana divide-se em labor, trabalho e ação. A educação, enquanto espaço público aproxima-se dessa concepção quando, de maneira correta:
Alternativas
Q3492453 Pedagogia
O Referencial Curricular do Paraná enfatiza a interculturalidade. Dentre as possibilidades abaixo, qual prática pedagógica coaduna-se com esse princípio de maneira correta? 
Alternativas
Q3492452 Pedagogia
A Didática se relaciona intimamente com as questões das práticas de ensino. Diante das alternativas que seguem, qual das práticas de ensino seria mais eficaz para promover o desenvolvimento integral das crianças nos anos iniciais? Aponte a alternativa correta: 
Alternativas
Q3492451 Pedagogia
Qual das alternativas melhor representa a importância do Projeto Político-Pedagógico (PPP) na expressão da identidade de uma escola? Assinale a alternativa correta:
Alternativas
Q3492450 Pedagogia
O art. 206 da Constituição Federal garante igualdade de condições para o acesso e permanência na escola. Um dos desdobramentos legais desse princípio está refletido de maneira correta na alternativa: 
Alternativas
Respostas
741: A
742: B
743: A
744: A
745: A
746: A
747: B
748: A
749: D
750: A
751: B
752: A
753: A
754: B
755: C
756: A
757: B
758: B
759: E
760: A