Foram encontradas 4.141 questões
Resolva questões gratuitamente!
Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!
As infecções ocupacionais de trabalhadores da área da saúde podem ocorrer por transmissão fecal-oral, via respiratória, por contato direto e via sanguínea. Visando diminuir os riscos de transmissão por via sanguínea, é essencial que
Ao se estudar a prevalência de Síndrome de Down na cidade Y, com 1 000 000 de habitantes, durante o ano de 2020, foram identificados 200 casos. Com essas informações, qual a porcentagem que corresponde aos 200 casos identificados em 2020?
Durante uma vistoria a uma padaria, o fiscal sanitário observou que: 1. Os salgados não estavam protegidos para evitar contato com insetos, 2. Na cozinha, as pessoas não usavam luvas, nem gorro na cabeça, 3. Os pratos eram lavados em pia de mármore todo desgastado e 4. Os copos lavados em máquinas automáticas.
O fiscal sanitário autuou o proprietário, dando prazo para a adequação do estabelecimento às normas sanitárias, visando evitar
Os locais de trabalho, pela própria natureza da atividade desenvolvida e pelas características de organização, podem comprometer a saúde e a segurança do trabalhador em curto, médio e longo prazo, provocando lesões imediatas, doenças ou morte. Os riscos podem ser classificados como: ambientais, ergonômicos e de acidentes.
Sobre riscos ergonômicos, assinale a alternativa correta.
Estabelecimentos que comercializam produtos termolábeis devem possuir refrigerador com manutenção de registro de temperatura
Consumo excessivo de tabaco e de álcool, sedentarismo e obesidade são indicadores de
Um projeto de pesquisa capturou Rattus norvegicus em áreas urbanas a fim de verificar a presença de genes relacionados à resistência a alguns rodenticidas. Os animais foram mantidos em condições físicas adequadas, recebendo água e alimentos até que fossem mortos, por exposição à câmara de CO2 para evitar sofrimento, e submetidos à análise genética. O texto se refere a preocupação dos pesquisadores com a
O laboratório de análises clínicas para poder realizar a coleta de sangue deve possuir, no mínimo,
O Sistema de Informações Ambulatoriais do Sistema Único de Saúde
Um sistema de informação em saúde deve ser eficaz, eficiente e efetivo no enfrentamento da situação de saúde indicada. Para isso, a qualidade dos indicadores escolhidos é fundamental. Um indicador deve possuir, entre outras, qualidades como simplicidade e robustez, por meio de dados
Em uma grande cidade como São Paulo, as condições atmosféricas não são adequadas à saúde de seus residentes. As partículas inaláveis (P1 ou PM10 – CETESB) são indicadoras de possíveis danos: indicadores de nocividade e inocuidade
Em uma vistoria à determinada empresa, o fiscal sanitário orientou o empregador a adotar medidas a fim de manter as condições e a organização de trabalho adequadas aos trabalhadores.
Assinale a alternativa que apresenta corretamente essas medidas.
Uma vigilância sanitária municipal que for parte integrante das ações de saúde do município terá contribuições fundamentais a dar, por meio de
A ocorrência de uma doença ao longo dos anos em determinada região, acometendo ou não um grande número de pessoas, mas com relativa constância, é denominada
A sensibilidade de um teste diagnóstico corresponde ao percentual de resultados positivos dentre as pessoas que tem uma determinada doença ou condição clínica. A especificidade é a capacidade do mesmo teste ser negativo nos indivíduos que não apresentam a doença que está sendo investigada; ou a sensibilidade de um teste diagnóstico é a razão entre os pacientes doentes com teste positivo e o número total de doentes, enquanto a especificidade é a razão entre os pacientes sadios com teste negativo e o número total de pessoas sadias. Admita que um determinado teste para a doença X tenha obtido os resultados mostrados na tabela a seguir.
COM A DOENÇA X |
SEM A DOENÇA X |
TOTAL DE TESTES |
|
TESTES POSITIVOS |
92 |
32 |
124 |
TESTES NEGATIVOS |
8 |
48 |
56 |
TOTAL |
100 |
80 |
180 |
Pode-se afirmar que o teste apresenta
Ações do saneamento ambiental, como coleta e tratamento de esgoto doméstico e rede de distribuição de água potável e educação sanitária da população, evitam doenças
Uma pessoa fez uma trilha, cujo percurso total, do início até o final é de 3,2 km. Durante o percurso, essa pessoa fez duas paradas, uma no ponto A e outra no ponto B. Sabe-se que a distância entre o ponto A e o ponto B é de 1,1 km, e que o percurso do início da trilha até o ponto A corresponde a 3 / 4 do percurso do ponto B até o final da trilha, conforme mostra a figura.
A distância do início da trilha até o ponto B é de
Em um terreno retangular ABCD, com 8 m de largura por 20 m de comprimento, foi construída uma garagem retangular, conforme mostra a figura.
Sabendo que a área da garagem corresponde a 15% da área do terreno, o perímetro da garagem é igual a
Leia o texto para responder às questões de números 05 a 08.
Vicente Manoel da Silva (ou Vicente Guató) faz parte de uma comunidade pantaneira que foi expulsa de suas terras e chegou a ser considerada extinta nos anos 1950. Ele acha que tem 82 anos, mas confessa não saber em que ano nasceu: “Só sei que foi no dia 10 de maio”. Um registro tirado quando tinha cerca de 30 anos, seu único documento, traz uma data fictícia de 1946. Datas, contudo, não têm muita importância para os guatós que, segundo ele, preferem se orientar “pelo rumo”.
Embora tímido, ele conta em sua língua natal que todos os dias pega a canoa, sai para pescar e, quando retorna, acende o fogo e frita ou cozinha os peixes, refeição que compartilha com cerca de 30 gatos que são suas únicas companhias. “Também tinha alguns cachorros, mas a onça comeu”, informa, acrescentando que “também caçava, matava e vendia o couro de onças, que valia muito, mas agora não pode mais mexer com elas”. A caça está proibida no Brasil desde 1967, mas a onça-pintada, típica do Pantanal, está na lista de espécies em risco de extinção.
Vicente cita várias palavras em guató e pede aos visitantes que as repitam. “Ele acha que só faz sentido falar a língua se estiver ensinando alguém”, diz o antropólogo e linguista Gustavo Godoy que, junto com a esposa Kristina Balykowa, também linguista, esteve com Vicente várias vezes.
Além de Vicente, que se tornou um “consultor” para o casal, outra falante nativa era Eufrásia Ferreira, falecida no ano passado. Há outras pessoas com elevado conhecimento do idioma, como o irmão de Vicente, André, e Dalva Maria de Souza Ferreira, também moradora de Corumbá, casada com um guató não falante e que aprendeu a língua com a sogra e amigos. Ambos, no entanto, não são fluentes.
Seu Vicente prefere se entregar à solidão para ter a liberdade de permanecer na terra que considera sua, onde enterrou a mãe e um tio e onde mantém as tradições dos seus ancestrais. Ele se sente feliz em ajudar a nova geração a se interessar pelo idioma, mas lamenta não ter com quem conversar em sua língua nativa: “Se ainda tivesse alguém vivo… mas todos com quem eu falava já morreram”.
(Cleide Silva. Um idioma em risco de extinção: conheça o último indígena a falar a língua guató. www.estadao.com.br, 16.12.2022. Adaptado)
No trecho – Embora tímido, ele conta em sua língua natal que todos os dias pega a canoa… (2º parágrafo) –, a palavra destacada pode ser substituída sem prejuízo do sentido e da correção gramatical por:
Leia o texto para responder às questões de números 05 a 08.
Vicente Manoel da Silva (ou Vicente Guató) faz parte de uma comunidade pantaneira que foi expulsa de suas terras e chegou a ser considerada extinta nos anos 1950. Ele acha que tem 82 anos, mas confessa não saber em que ano nasceu: “Só sei que foi no dia 10 de maio”. Um registro tirado quando tinha cerca de 30 anos, seu único documento, traz uma data fictícia de 1946. Datas, contudo, não têm muita importância para os guatós que, segundo ele, preferem se orientar “pelo rumo”.
Embora tímido, ele conta em sua língua natal que todos os dias pega a canoa, sai para pescar e, quando retorna, acende o fogo e frita ou cozinha os peixes, refeição que compartilha com cerca de 30 gatos que são suas únicas companhias. “Também tinha alguns cachorros, mas a onça comeu”, informa, acrescentando que “também caçava, matava e vendia o couro de onças, que valia muito, mas agora não pode mais mexer com elas”. A caça está proibida no Brasil desde 1967, mas a onça-pintada, típica do Pantanal, está na lista de espécies em risco de extinção.
Vicente cita várias palavras em guató e pede aos visitantes que as repitam. “Ele acha que só faz sentido falar a língua se estiver ensinando alguém”, diz o antropólogo e linguista Gustavo Godoy que, junto com a esposa Kristina Balykowa, também linguista, esteve com Vicente várias vezes.
Além de Vicente, que se tornou um “consultor” para o casal, outra falante nativa era Eufrásia Ferreira, falecida no ano passado. Há outras pessoas com elevado conhecimento do idioma, como o irmão de Vicente, André, e Dalva Maria de Souza Ferreira, também moradora de Corumbá, casada com um guató não falante e que aprendeu a língua com a sogra e amigos. Ambos, no entanto, não são fluentes.
Seu Vicente prefere se entregar à solidão para ter a liberdade de permanecer na terra que considera sua, onde enterrou a mãe e um tio e onde mantém as tradições dos seus ancestrais. Ele se sente feliz em ajudar a nova geração a se interessar pelo idioma, mas lamenta não ter com quem conversar em sua língua nativa: “Se ainda tivesse alguém vivo… mas todos com quem eu falava já morreram”.
(Cleide Silva. Um idioma em risco de extinção: conheça o último indígena a falar a língua guató. www.estadao.com.br, 16.12.2022. Adaptado)
No trecho – “Ele acha que só faz sentido falar a língua se estiver ensinando alguém”... (3º parágrafo) –, a palavra se exerce a mesma função gramatical da palavra destacada em: