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Todo mês, nossa equipe encara o desafio de identificar e esmiuçar os assuntos mais relevantes para a gestão da sua carreira e do seu dinheiro. Recorremos a fontes diversas – entre elas, você mesmo, leitor. A cada edição recebemos mais de 500 cartas e e-mails comentando nossas reportagens e sugerindo temas que podem render tantas outras. Sua voz chega também por meio dos blogs ou em nosso site (vai lá: vocesa.com.br), especialmente daquele que leva a assinatura de Regina Yoon, do atendimento ao leitor da revista. E, é claro, seu feedback vem por meio das vendas. Em maio, aliás, alcançamos a marca dos 100.200 exemplares em bancas e no varejo, nosso melhor desempenho em avulsas nos últimos sete anos. Um baita reconhecimento de sua parte!
De tudo o que temos “ouvido” de você ultimamente, entendemos que sua prioridade é traçar uma trajetória de carreira consistente, ganhando cada vez mais conhecimento, visibilidade e reconhecimento (financeiro inclusive) pelos seus esforços e resultados. Nesta edição, destaco duas reportagens que atendem a esse objetivo: os especiais As melhores cidades para fazer carreira e Mapa do sucesso. O primeiro, publicado há sete anos, mostra 100 cidades de Norte a Sul do país onde estão as oportunidades para quem quiser sair da zona de conforto. Sim, nunca houve tanto movimento fora do eixo Rio-São Paulo. O segundo especial, que publicamos pela primeira vez este ano, é um levantamento exclusivo com as 50 carreiras mais quentes atualmente. Depois de ouvir consultores, head-hunters, diretores de RH e executivos de grandes empresas, a repórter Fernanda Bottoni identificou os setores e os cargos com maior possibilidade de crescimento e remuneração mais agressiva para gerentes e diretores. Junte essas informações ao ranking de cidades e você ganha perspectiva para planejar sua trajetória profissional a curto e médio prazos.
Investir na carreira como um meio para a realização pessoal é algo que perseguimos também aqui na redação. No mês passado, após um ano estudando na Universidade de Columbia, em Nova York, recebemos de volta o jornalista José Eduardo Costa. Ele chega com novas referências, pronto para assumir mais responsabilidades: é o novo redator-chefe. Profissional competente, daqueles que se encaixam na melhor definição de talento, Zé vai estar ao meu lado ajustando o rumo para uma equipe comprometida com o propósito de prestar o melhor serviço para você. Estamos aqui para ouvir mais.
Escreva pra gente: redaçã[email protected].
Juliana de Mari, diretora de redação Você AS edição 121 julho 2008.
No trecho “Escreva pra gente: [email protected]”,
o verbo destacado encontra-se no:
Todo mês, nossa equipe encara o desafio de identificar e esmiuçar os assuntos mais relevantes para a gestão da sua carreira e do seu dinheiro. Recorremos a fontes diversas – entre elas, você mesmo, leitor. A cada edição recebemos mais de 500 cartas e e-mails comentando nossas reportagens e sugerindo temas que podem render tantas outras. Sua voz chega também por meio dos blogs ou em nosso site (vai lá: vocesa.com.br), especialmente daquele que leva a assinatura de Regina Yoon, do atendimento ao leitor da revista. E, é claro, seu feedback vem por meio das vendas. Em maio, aliás, alcançamos a marca dos 100.200 exemplares em bancas e no varejo, nosso melhor desempenho em avulsas nos últimos sete anos. Um baita reconhecimento de sua parte!
De tudo o que temos “ouvido” de você ultimamente, entendemos que sua prioridade é traçar uma trajetória de carreira consistente, ganhando cada vez mais conhecimento, visibilidade e reconhecimento (financeiro inclusive) pelos seus esforços e resultados. Nesta edição, destaco duas reportagens que atendem a esse objetivo: os especiais As melhores cidades para fazer carreira e Mapa do sucesso. O primeiro, publicado há sete anos, mostra 100 cidades de Norte a Sul do país onde estão as oportunidades para quem quiser sair da zona de conforto. Sim, nunca houve tanto movimento fora do eixo Rio-São Paulo. O segundo especial, que publicamos pela primeira vez este ano, é um levantamento exclusivo com as 50 carreiras mais quentes atualmente. Depois de ouvir consultores, head-hunters, diretores de RH e executivos de grandes empresas, a repórter Fernanda Bottoni identificou os setores e os cargos com maior possibilidade de crescimento e remuneração mais agressiva para gerentes e diretores. Junte essas informações ao ranking de cidades e você ganha perspectiva para planejar sua trajetória profissional a curto e médio prazos.
Investir na carreira como um meio para a realização pessoal é algo que perseguimos também aqui na redação. No mês passado, após um ano estudando na Universidade de Columbia, em Nova York, recebemos de volta o jornalista José Eduardo Costa. Ele chega com novas referências, pronto para assumir mais responsabilidades: é o novo redator-chefe. Profissional competente, daqueles que se encaixam na melhor definição de talento, Zé vai estar ao meu lado ajustando o rumo para uma equipe comprometida com o propósito de prestar o melhor serviço para você. Estamos aqui para ouvir mais.
Escreva pra gente: redaçã[email protected].
Juliana de Mari, diretora de redação Você AS edição 121 julho 2008.
Assinale a alternativa em que todos os vocábulos pertencem a uma mesma regra de acentuação gráfica:
Podem ser classificadas de dois tipos 1 e 2.
Cheques ou cartões clonados, trotes no telefone ou na internet prometem somas de dinheiro. São muitas as possibilidades criadas com um único objetivo: tomar o dinheiro das pessoas. O esforço de manter a boa saúde financeira não pode ser comprometido pelas fraudes. É preciso estar sempre atento, lembrando o ditado popular: Quando a esmola é demais, o santo desconfia.
As fraudes evoluíram com a tecnologia, e hoje não basta evitar pagar com cheque em locais suspeitos, é preciso se preocupar também com o local onde se passa o cartão de crédito ou débito. Existem aparelhos usados para cloná-los, conhecidos como “chupa-cabras”. São pequenos e portáteis, podendo até ser colocados por dentro da camisa, e o “mágico” passa o cartão tão rápido que ninguém vê.
Na era da informação, “saber é poder”, e os fraudadores precisam dos dados pessoais das vítimas. Seja por telefone, carta ou e-mail, os bandidos estão sempre inventando formas novas de conseguir o que precisam. No telefone se apresentam como nosso banco, dizem nosso nome, agência, data de nascimento, fazendo uma série de perguntas para conseguir a senha e o número de segurança do cartão.
Por carta ou e-mail, fingem ser da Receita Federal, com falsas intimações ou comunicando que a pessoa ganhou um prêmio e, por isso, precisam dos dados para enviá-lo.
Evitar fraudes torna-se cada dia mais difícil, mas há como dificultá-las, tendo muito cuidado e informando-se mais. Treinar uma desconfiança sadia é um alerta para não cair nos golpes.
(Revista Cidade Nova, n.9, set. 2014. Adaptado)
De acordo com o texto, o ditado popular contido no 1º parágrafo – Quando a esmola é demais, o santo desconfia. – deve servir para alertar as pessoas quanto
O dia abriu seu para-sol bordado
O dia abriu seu para-sol bordado De nuvens e de verde ramaria. E estava até um fumo, que subia, Mi-nu-ci-o-sa-men-te desenhado.
Depois surgiu, no céu arqueado, A Lua _ a Lua! _ em pleno meio-dia. Na rua, um menininho que seguia Parou, ficou a olhá-lo admirado...
Pus meus sapatos na janela alta, Sobre o rebordo... Céu é que lhes falta Pra suportarem a existência rude!
E eles sonham, imóveis, deslumbrados, Que são dois velhos barcos, encalhados Sobre a margem tranquila de um açude
QUINTANA, Mário.A rua dos cataventos. 2ª. ed. São Paulo: Globo, 2005. (p.33)
Sobre o processo de formação das palavras “menininho”, “arqueado”, “meio-dia” e “para-sol”, é correto afirmar:
I) menininho é uma palavra derivada da palavra “menor”;
II) arqueado é uma palavra derivada de “arco”;
III) meio-dia é um substantivo masculino, palavra composta por duas palavras (composição por justaposição);
IV) para-sol é uma palavra composta por duas palavras(composição por justaposição);
Estão CORRETAS os itens apontados na alternativa:
I- Participar do processo de territorialização e mapeamento da área de atuação da equipe: II- Realizar o cuidado em saúde da população adscrita; III- Realizar o cuidado de atenção integral conforme a necessidade, somente pelo médico da equipe; IV- Realizar busca ativa e notificação pelo enfermeiro de doenças e agravos de notificação compulsória e de outros agravos e situações de importância local; V- Realizar a escuta qualificada realizada somente pelo médico, feita pelos usuários em todas as ações em todas as ações; VI- Participar das atividades e avaliação das ações da equipe; VII- Promover a mobilização e a participação da comunidade;
Assinale a questão que contempla os itens CORRETOS:
Assinale a alternativa que contém informações corretas sobre essa doença.
Assinale a alternativa que contém um fator de risco não modificável para a hipertensão arterial.
As consagradas atrizes Fernanda Montenegro e Nathalia Timberg, ambas com 85 anos, protagonizaram, em março de 2015, uma das mais polêmicas cenas da teledramaturgia brasileira dos últimos tempos. Já no primeiro capítulo de Babilônia, novela das nove da rede Globo, as personagens interpretadas por elas trocaram um longo e afetuoso beijo. As duas mulheres formam um casal homossexual na trama.
O beijo gay foi aplaudido por boa parte da população, que vê na cena uma oportunidade de discutir o assunto e tentar diminuir o preconceito, mas causou furor entre a camada mais conservadora da sociedade. Um dos ataques mais fortes partiu do pastor evangélico Silas Malafaia, conhecido por suas ácidas críticas aos homossexuais.
Em manifesto contra a Rede Globo, o religioso declarou que a emissora "é a maior patrocinadora da imoralidade e do homossexualismo no Brasil" e que tem "contribuído para a destruição de valores morais fundamentais" A raivosa manifestação de Malafaia foi acompanhada também por uma nota de repúdio da Frente Parlamentar Evangélica, formada por 88 parlamentares e senadores.
A polêmica sobre o beijo gay no folhetim global veio na esteira de uma iniciativa conservadora conduzida pelo presidente da Câmara dos deputados, Eduardo Cunha (PMDBRJ). Em fevereiro de 2015, ele autorizou a criação de uma evangélica que pode representar um duro golpe contra os direitos de casais homoafetivos. Denominado Estatuto da Família, o projeto define como familia a união de homem e mulher- o que, na prática, pode inviabilizar a adoção de crianças por casais formados por pessoas do mesmo Sexo. Ao mesmo tempo, dificulta uma das promessas de campanha da presidente Dilma Rousseff - a criminalização da homofobia - torne-se realidade. (GE Português 2016, pg.14) ·
O termo "ambas", no primeiro parágrafo, não faz referência.
- Meus amigos, hoje começa uma nova fase na vida do nosso clube. Até agora, cada um jogava o futebol que sabia. Eu ensinava alguma coisa, é verdade, mas a gente se guiava mesmo era pelo instinto. Isso acabou. Graças a um dos nossos diretores, que é um cara avançado e sabe das coisas, nós vamos jogar de maneira completamente diferente. Nós vamos jogar de maneira científica.
Abriu uma pasta e de lá tirou uma série de tabelas e gráficos feitos em computador.
- Sabem o que é isso? É o modelo matemático para o nosso jogo. Foi feito com base em todas as partidas que jogamos contra o nosso adversário, desde 1923. Está tudo aqui, cientificamente analisado. E está aqui também a previsão para a nossa partida. Eles provaram estatisticamente que o adversário vai marcar um gol aos 12 minutos do primeiro tempo. Nós vamos empatar aos 24 minutos do segundo tempo e vamos marcar o gol da vitória aos 43 minutos. Portanto, não percam a calma. Esperem pelo segundo tempo. É aí que vamos ganhar.
Os jogadores se olharam, perplexos. Mas ciência é ciência; tudo o que eles tinham a fazer era jogar de acordo com o modelo matemático.
Veio o grande dia. Estádio lotado, começou a partida, e, tal como previsto, o adversário fez um gol aos 12 minutos. E aí sucedeu o inesperado.
Um jogador chamado Fuinha, um rapaz magrinho, novo no time, pegou a bola, invadiu a área, chutou forte e empatou. Cinco minutos depois, fez mais um gol.
E outro. E outro. O jogo terminou com o marcador de 7 a 1, um escore nunca registrado na história dos dois times.
Todos se cumprimentavam, felizes. Só o técnico não estava muito satisfeito:
- Gostei muito de sua atuação, Fuinha, mas você não me obedeceu. Por que não seguiu o modelo matemático?
O rapaz fez uma cara triste:
- Ah, seu Osvaldo, eu nunca fui muito bom nessa tal de matemática. Aliás, foi por isso que o meu pai me tirou do colégio e me mandou jogar futebol. Se eu soubesse fazer contas, não estaria aqui, jogando para o senhor. O técnico suspirou. Acabara de concluir: uma coisa é o modelo matemático. Outra coisa é a vida propriamente dita, nela incluída o futebol.
Disponível em: http://www1.folha.uol.com.br/fsp/cotidian/ff29039905.htm. Acesso em 21 dez. 2015
Os termos destacados têm natureza substantiva, EXCETO em: