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Q3667104 Português
Leia o fragmento a seguir, observando os sentidos veiculados pela palavra “para” em destaque.
“Quando Carlos o sacudiu, o pobre John abriu um olho triste, e bruscamente ergueu-se sobre o cotovelo, espantado para1 o quarto, para2 os cortinados de damasco verde, para3 um retrato de dama empoada que lhe sorria de dentro da sua moldura dourada. Decerto as memórias da véspera o assaltaram, porque se enterrou para4 baixo, com os lençóis até ao queixo; e a sua face esverdeada, envelhecida, exprimiu a desconsolação de deixar aqueles fofos colchões, a paz confortável da quinta — para5 ir afrontar a Lisboa toda a sorte de coisas amargas.”
QUEIRÓS, Eça de. Os Maias. Porto: Porto Editora, 1999. Disponível em: https://bibliotecadigital.ebsqf.pt/index.php?page=13&id=25. Acesso em: 14 out. 2024.

Qual das ocorrências veicula, no excerto, um sentido de finalidade?
Alternativas
Q3667103 Português
Leia o excerto a seguir.
        “Os economistas Daron Acemoglu e Simon Johnson, do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT), e James Robinson, da Universidade de Chicago, ambos situados nos Estados Unidos, venceram o Prêmio Nobel de Economia de 2024, por sua contribuição para o entendimento das diferenças entre nações pobres e ricas e do papel desempenhado pelas instituições no processo de desenvolvimento econômico. Ao anunciar o reconhecimento nesta segunda-feira (14), a Academia Real de Ciências da Suécia destacou a importância da democracia para que as sociedades sustentem a prosperidade no longo prazo, uma das ideias defendidas pelo trio de laureados.
[...]
         Na visão do trio, instituições políticas e econômicas construídas pelas diferentes sociedades ajudam a explicar por que algumas se tornaram prósperas e outras ainda não conseguiram superar a pobreza. Assim, instituições de caráter inclusivo, de países com leis de proteção a direitos de propriedade e eleições regulares, estimulariam o crescimento sustentável. Por outro lado, instituições classificadas pelos economistas como extrativas são aquelas que propiciaram o enriquecimento de uma pequena elite em desfavor de grandes massas, contribuindo para o atraso e a pobreza. [...]”
BALTHAZAR, Ricardo. Nobel reconhece trio de economistas que procura entender diferenças entre nações ricas e pobres. Pesquisa Fapesp, 14 de outubro de 2024. Disponível em: https://revistapesquisa.fapesp.br/nobel-reconhece-trio-deeconomistas-que-procura-entender-diferencas-entre-nacoes-ricas-e-pobres/. Acesso em: 15 out. 2024. Este texto foi originalmente publicado por Pesquisa FAPESP de acordo com a licença Creative Commons CC-BY-NC-ND.

Segundo as informações explicitadas nesse excerto, o
Alternativas
Q3667101 Português
Sem professores não há desenvolvimento

É essencial que os docentes sejam merecedores de iniciativas de Estado que tornem a docência uma carreira atraente. Sem professores, o país entra em rota de involução
Correio Braziliense | 15/10/2024

A boa educação IMPUSSIONA o desenvolvimento econômico e social de um país se contar com profissionais competentes, reconhecidos e respeitados por todas as classes sociais e econômicas de uma sociedade. Cada categoria profissional tem uma participação na construção e no crescimento de uma nação. Os professores, em todos os níveis, são os responsáveis pelo repasse de informações e ensinamentos para o surgimento desses profissionais, lembrando que os atuais docentes passaram pelas mãos dos que os antecederam, propiciando-lhes meios de serem educadores e mestres sobre os mais diversos campos do saber e da ciência.

Hoje, 15 de outubro, é dia de parabenizar os 2,31 milhões de professores existentes no país. Boa parcela da categoria, porém, não vê muita razão para CEREBRAÇÕES. Há anos, os docentes pedem condições mais adequadas de trabalho, escolas com padrão de qualidade, com acesso aos avanços tecnológicos, salas confortáveis para os discentes. Reclamam também da própria falta de valorização da categoria pelos detentores de poderes.

Os professores são [indispensáveis], mas não bem remunerados, seja nas grandes cidades, seja nos municípios mais empobrecidos do país. Os pisos salariais justificam a evasão de docentes. Estão bem abaixo dos detentores dos poderes, que têm autonomia para fixar os próprios rendimentos, sem muita preocupação com o Orçamento da União ou com as políticas públicas indispensáveis ao bem-estar da sociedade.

As disparidades salariais bem explicam o esgotamento da esperança dos profissionais de ensino. Na última década encerrada em 2023, o número de professores concursados despencou na maioria das redes públicas de educação. Passou de 505 mil em 2013 — o correspondente a 68,4% do total de docentes nas redes estaduais — para 321 mil no ano passado (46,5%), segundo levantamento do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep). Boa parte das vagas deixadas pelos concursados foi preenchida por professores temporários, sem os mesmos direitos e benefícios dos efetivos. O que seria uma EXCEÇÃO tornou-se um padrão.

O Plano Nacional de Educação (PNE) estabeleceu metas para VALORIZAR os professores em todas as etapas do ensino, prevendo que 90% dos professores de escolas públicas sejam efetivos — uma orientação que deveria ser cumprida até 2017. Como boa proposta, não foi cumprida. Se, por um lado, os contratados temporários são alternativas para suprir a demanda por profissionais, por outro, a solução causa impactos negativos aos estudantes.

As recentes políticas de educação têm buscado elevar a qualidade do ensino, impedir que alunos abandonem as salas de aula por meio de diferentes estímulos. Nesse sentido, é ESSENCIAL que os docentes sejam merecedores de iniciativas de Estado que tornem a docência uma carreira atraente para os professores, para os estudantes e para o país e que traduza em qualidade de vida para todos os brasileiros. Sem professores, o país entra em rota de involução.

SEM professores não há desenvolvimento. Correio Braziliense, 15 de outubro de 2024.
Disponível em:
https://www.correiobraziliense.com.br/opiniao/2024/10/6964785-sem-professoresnao-ha-desenvolvimento.html. Acesso em: 15 out. 2024. Adaptado.
Segundo o texto, qual é a principal causa de desmotivação dos docentes no Brasil? 
Alternativas
Q3667100 Português
Sem professores não há desenvolvimento

É essencial que os docentes sejam merecedores de iniciativas de Estado que tornem a docência uma carreira atraente. Sem professores, o país entra em rota de involução
Correio Braziliense | 15/10/2024

A boa educação IMPUSSIONA o desenvolvimento econômico e social de um país se contar com profissionais competentes, reconhecidos e respeitados por todas as classes sociais e econômicas de uma sociedade. Cada categoria profissional tem uma participação na construção e no crescimento de uma nação. Os professores, em todos os níveis, são os responsáveis pelo repasse de informações e ensinamentos para o surgimento desses profissionais, lembrando que os atuais docentes passaram pelas mãos dos que os antecederam, propiciando-lhes meios de serem educadores e mestres sobre os mais diversos campos do saber e da ciência.

Hoje, 15 de outubro, é dia de parabenizar os 2,31 milhões de professores existentes no país. Boa parcela da categoria, porém, não vê muita razão para CEREBRAÇÕES. Há anos, os docentes pedem condições mais adequadas de trabalho, escolas com padrão de qualidade, com acesso aos avanços tecnológicos, salas confortáveis para os discentes. Reclamam também da própria falta de valorização da categoria pelos detentores de poderes.

Os professores são [indispensáveis], mas não bem remunerados, seja nas grandes cidades, seja nos municípios mais empobrecidos do país. Os pisos salariais justificam a evasão de docentes. Estão bem abaixo dos detentores dos poderes, que têm autonomia para fixar os próprios rendimentos, sem muita preocupação com o Orçamento da União ou com as políticas públicas indispensáveis ao bem-estar da sociedade.

As disparidades salariais bem explicam o esgotamento da esperança dos profissionais de ensino. Na última década encerrada em 2023, o número de professores concursados despencou na maioria das redes públicas de educação. Passou de 505 mil em 2013 — o correspondente a 68,4% do total de docentes nas redes estaduais — para 321 mil no ano passado (46,5%), segundo levantamento do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep). Boa parte das vagas deixadas pelos concursados foi preenchida por professores temporários, sem os mesmos direitos e benefícios dos efetivos. O que seria uma EXCEÇÃO tornou-se um padrão.

O Plano Nacional de Educação (PNE) estabeleceu metas para VALORIZAR os professores em todas as etapas do ensino, prevendo que 90% dos professores de escolas públicas sejam efetivos — uma orientação que deveria ser cumprida até 2017. Como boa proposta, não foi cumprida. Se, por um lado, os contratados temporários são alternativas para suprir a demanda por profissionais, por outro, a solução causa impactos negativos aos estudantes.

As recentes políticas de educação têm buscado elevar a qualidade do ensino, impedir que alunos abandonem as salas de aula por meio de diferentes estímulos. Nesse sentido, é ESSENCIAL que os docentes sejam merecedores de iniciativas de Estado que tornem a docência uma carreira atraente para os professores, para os estudantes e para o país e que traduza em qualidade de vida para todos os brasileiros. Sem professores, o país entra em rota de involução.

SEM professores não há desenvolvimento. Correio Braziliense, 15 de outubro de 2024.
Disponível em:
https://www.correiobraziliense.com.br/opiniao/2024/10/6964785-sem-professoresnao-ha-desenvolvimento.html. Acesso em: 15 out. 2024. Adaptado.
Qual é o tipo de texto que estrutura o último parágrafo do editorial?
Alternativas
Q3667099 Português
Sem professores não há desenvolvimento

É essencial que os docentes sejam merecedores de iniciativas de Estado que tornem a docência uma carreira atraente. Sem professores, o país entra em rota de involução
Correio Braziliense | 15/10/2024

A boa educação IMPUSSIONA o desenvolvimento econômico e social de um país se contar com profissionais competentes, reconhecidos e respeitados por todas as classes sociais e econômicas de uma sociedade. Cada categoria profissional tem uma participação na construção e no crescimento de uma nação. Os professores, em todos os níveis, são os responsáveis pelo repasse de informações e ensinamentos para o surgimento desses profissionais, lembrando que os atuais docentes passaram pelas mãos dos que os antecederam, propiciando-lhes meios de serem educadores e mestres sobre os mais diversos campos do saber e da ciência.

Hoje, 15 de outubro, é dia de parabenizar os 2,31 milhões de professores existentes no país. Boa parcela da categoria, porém, não vê muita razão para CEREBRAÇÕES. Há anos, os docentes pedem condições mais adequadas de trabalho, escolas com padrão de qualidade, com acesso aos avanços tecnológicos, salas confortáveis para os discentes. Reclamam também da própria falta de valorização da categoria pelos detentores de poderes.

Os professores são [indispensáveis], mas não bem remunerados, seja nas grandes cidades, seja nos municípios mais empobrecidos do país. Os pisos salariais justificam a evasão de docentes. Estão bem abaixo dos detentores dos poderes, que têm autonomia para fixar os próprios rendimentos, sem muita preocupação com o Orçamento da União ou com as políticas públicas indispensáveis ao bem-estar da sociedade.

As disparidades salariais bem explicam o esgotamento da esperança dos profissionais de ensino. Na última década encerrada em 2023, o número de professores concursados despencou na maioria das redes públicas de educação. Passou de 505 mil em 2013 — o correspondente a 68,4% do total de docentes nas redes estaduais — para 321 mil no ano passado (46,5%), segundo levantamento do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep). Boa parte das vagas deixadas pelos concursados foi preenchida por professores temporários, sem os mesmos direitos e benefícios dos efetivos. O que seria uma EXCEÇÃO tornou-se um padrão.

O Plano Nacional de Educação (PNE) estabeleceu metas para VALORIZAR os professores em todas as etapas do ensino, prevendo que 90% dos professores de escolas públicas sejam efetivos — uma orientação que deveria ser cumprida até 2017. Como boa proposta, não foi cumprida. Se, por um lado, os contratados temporários são alternativas para suprir a demanda por profissionais, por outro, a solução causa impactos negativos aos estudantes.

As recentes políticas de educação têm buscado elevar a qualidade do ensino, impedir que alunos abandonem as salas de aula por meio de diferentes estímulos. Nesse sentido, é ESSENCIAL que os docentes sejam merecedores de iniciativas de Estado que tornem a docência uma carreira atraente para os professores, para os estudantes e para o país e que traduza em qualidade de vida para todos os brasileiros. Sem professores, o país entra em rota de involução.

SEM professores não há desenvolvimento. Correio Braziliense, 15 de outubro de 2024.
Disponível em:
https://www.correiobraziliense.com.br/opiniao/2024/10/6964785-sem-professoresnao-ha-desenvolvimento.html. Acesso em: 15 out. 2024. Adaptado.
A vírgula empregada na última frase do texto tem a função de
Alternativas
Q3667098 Português
Sem professores não há desenvolvimento

É essencial que os docentes sejam merecedores de iniciativas de Estado que tornem a docência uma carreira atraente. Sem professores, o país entra em rota de involução
Correio Braziliense | 15/10/2024

A boa educação IMPUSSIONA o desenvolvimento econômico e social de um país se contar com profissionais competentes, reconhecidos e respeitados por todas as classes sociais e econômicas de uma sociedade. Cada categoria profissional tem uma participação na construção e no crescimento de uma nação. Os professores, em todos os níveis, são os responsáveis pelo repasse de informações e ensinamentos para o surgimento desses profissionais, lembrando que os atuais docentes passaram pelas mãos dos que os antecederam, propiciando-lhes meios de serem educadores e mestres sobre os mais diversos campos do saber e da ciência.

Hoje, 15 de outubro, é dia de parabenizar os 2,31 milhões de professores existentes no país. Boa parcela da categoria, porém, não vê muita razão para CEREBRAÇÕES. Há anos, os docentes pedem condições mais adequadas de trabalho, escolas com padrão de qualidade, com acesso aos avanços tecnológicos, salas confortáveis para os discentes. Reclamam também da própria falta de valorização da categoria pelos detentores de poderes.

Os professores são [indispensáveis], mas não bem remunerados, seja nas grandes cidades, seja nos municípios mais empobrecidos do país. Os pisos salariais justificam a evasão de docentes. Estão bem abaixo dos detentores dos poderes, que têm autonomia para fixar os próprios rendimentos, sem muita preocupação com o Orçamento da União ou com as políticas públicas indispensáveis ao bem-estar da sociedade.

As disparidades salariais bem explicam o esgotamento da esperança dos profissionais de ensino. Na última década encerrada em 2023, o número de professores concursados despencou na maioria das redes públicas de educação. Passou de 505 mil em 2013 — o correspondente a 68,4% do total de docentes nas redes estaduais — para 321 mil no ano passado (46,5%), segundo levantamento do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep). Boa parte das vagas deixadas pelos concursados foi preenchida por professores temporários, sem os mesmos direitos e benefícios dos efetivos. O que seria uma EXCEÇÃO tornou-se um padrão.

O Plano Nacional de Educação (PNE) estabeleceu metas para VALORIZAR os professores em todas as etapas do ensino, prevendo que 90% dos professores de escolas públicas sejam efetivos — uma orientação que deveria ser cumprida até 2017. Como boa proposta, não foi cumprida. Se, por um lado, os contratados temporários são alternativas para suprir a demanda por profissionais, por outro, a solução causa impactos negativos aos estudantes.

As recentes políticas de educação têm buscado elevar a qualidade do ensino, impedir que alunos abandonem as salas de aula por meio de diferentes estímulos. Nesse sentido, é ESSENCIAL que os docentes sejam merecedores de iniciativas de Estado que tornem a docência uma carreira atraente para os professores, para os estudantes e para o país e que traduza em qualidade de vida para todos os brasileiros. Sem professores, o país entra em rota de involução.

SEM professores não há desenvolvimento. Correio Braziliense, 15 de outubro de 2024.
Disponível em:
https://www.correiobraziliense.com.br/opiniao/2024/10/6964785-sem-professoresnao-ha-desenvolvimento.html. Acesso em: 15 out. 2024. Adaptado.
A palavra entre colchetes no terceiro parágrafo do texto pode ser substituída pelo seguinte sinônimo: 
Alternativas
Q3667097 Português
Sem professores não há desenvolvimento

É essencial que os docentes sejam merecedores de iniciativas de Estado que tornem a docência uma carreira atraente. Sem professores, o país entra em rota de involução
Correio Braziliense | 15/10/2024

A boa educação IMPUSSIONA o desenvolvimento econômico e social de um país se contar com profissionais competentes, reconhecidos e respeitados por todas as classes sociais e econômicas de uma sociedade. Cada categoria profissional tem uma participação na construção e no crescimento de uma nação. Os professores, em todos os níveis, são os responsáveis pelo repasse de informações e ensinamentos para o surgimento desses profissionais, lembrando que os atuais docentes passaram pelas mãos dos que os antecederam, propiciando-lhes meios de serem educadores e mestres sobre os mais diversos campos do saber e da ciência.

Hoje, 15 de outubro, é dia de parabenizar os 2,31 milhões de professores existentes no país. Boa parcela da categoria, porém, não vê muita razão para CEREBRAÇÕES. Há anos, os docentes pedem condições mais adequadas de trabalho, escolas com padrão de qualidade, com acesso aos avanços tecnológicos, salas confortáveis para os discentes. Reclamam também da própria falta de valorização da categoria pelos detentores de poderes.

Os professores são [indispensáveis], mas não bem remunerados, seja nas grandes cidades, seja nos municípios mais empobrecidos do país. Os pisos salariais justificam a evasão de docentes. Estão bem abaixo dos detentores dos poderes, que têm autonomia para fixar os próprios rendimentos, sem muita preocupação com o Orçamento da União ou com as políticas públicas indispensáveis ao bem-estar da sociedade.

As disparidades salariais bem explicam o esgotamento da esperança dos profissionais de ensino. Na última década encerrada em 2023, o número de professores concursados despencou na maioria das redes públicas de educação. Passou de 505 mil em 2013 — o correspondente a 68,4% do total de docentes nas redes estaduais — para 321 mil no ano passado (46,5%), segundo levantamento do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep). Boa parte das vagas deixadas pelos concursados foi preenchida por professores temporários, sem os mesmos direitos e benefícios dos efetivos. O que seria uma EXCEÇÃO tornou-se um padrão.

O Plano Nacional de Educação (PNE) estabeleceu metas para VALORIZAR os professores em todas as etapas do ensino, prevendo que 90% dos professores de escolas públicas sejam efetivos — uma orientação que deveria ser cumprida até 2017. Como boa proposta, não foi cumprida. Se, por um lado, os contratados temporários são alternativas para suprir a demanda por profissionais, por outro, a solução causa impactos negativos aos estudantes.

As recentes políticas de educação têm buscado elevar a qualidade do ensino, impedir que alunos abandonem as salas de aula por meio de diferentes estímulos. Nesse sentido, é ESSENCIAL que os docentes sejam merecedores de iniciativas de Estado que tornem a docência uma carreira atraente para os professores, para os estudantes e para o país e que traduza em qualidade de vida para todos os brasileiros. Sem professores, o país entra em rota de involução.

SEM professores não há desenvolvimento. Correio Braziliense, 15 de outubro de 2024.
Disponível em:
https://www.correiobraziliense.com.br/opiniao/2024/10/6964785-sem-professoresnao-ha-desenvolvimento.html. Acesso em: 15 out. 2024. Adaptado.
Assinale a assertiva cuja sentença é formada por um período composto.
Alternativas
Q3667096 Português
Sem professores não há desenvolvimento

É essencial que os docentes sejam merecedores de iniciativas de Estado que tornem a docência uma carreira atraente. Sem professores, o país entra em rota de involução
Correio Braziliense | 15/10/2024

A boa educação IMPUSSIONA o desenvolvimento econômico e social de um país se contar com profissionais competentes, reconhecidos e respeitados por todas as classes sociais e econômicas de uma sociedade. Cada categoria profissional tem uma participação na construção e no crescimento de uma nação. Os professores, em todos os níveis, são os responsáveis pelo repasse de informações e ensinamentos para o surgimento desses profissionais, lembrando que os atuais docentes passaram pelas mãos dos que os antecederam, propiciando-lhes meios de serem educadores e mestres sobre os mais diversos campos do saber e da ciência.

Hoje, 15 de outubro, é dia de parabenizar os 2,31 milhões de professores existentes no país. Boa parcela da categoria, porém, não vê muita razão para CEREBRAÇÕES. Há anos, os docentes pedem condições mais adequadas de trabalho, escolas com padrão de qualidade, com acesso aos avanços tecnológicos, salas confortáveis para os discentes. Reclamam também da própria falta de valorização da categoria pelos detentores de poderes.

Os professores são [indispensáveis], mas não bem remunerados, seja nas grandes cidades, seja nos municípios mais empobrecidos do país. Os pisos salariais justificam a evasão de docentes. Estão bem abaixo dos detentores dos poderes, que têm autonomia para fixar os próprios rendimentos, sem muita preocupação com o Orçamento da União ou com as políticas públicas indispensáveis ao bem-estar da sociedade.

As disparidades salariais bem explicam o esgotamento da esperança dos profissionais de ensino. Na última década encerrada em 2023, o número de professores concursados despencou na maioria das redes públicas de educação. Passou de 505 mil em 2013 — o correspondente a 68,4% do total de docentes nas redes estaduais — para 321 mil no ano passado (46,5%), segundo levantamento do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep). Boa parte das vagas deixadas pelos concursados foi preenchida por professores temporários, sem os mesmos direitos e benefícios dos efetivos. O que seria uma EXCEÇÃO tornou-se um padrão.

O Plano Nacional de Educação (PNE) estabeleceu metas para VALORIZAR os professores em todas as etapas do ensino, prevendo que 90% dos professores de escolas públicas sejam efetivos — uma orientação que deveria ser cumprida até 2017. Como boa proposta, não foi cumprida. Se, por um lado, os contratados temporários são alternativas para suprir a demanda por profissionais, por outro, a solução causa impactos negativos aos estudantes.

As recentes políticas de educação têm buscado elevar a qualidade do ensino, impedir que alunos abandonem as salas de aula por meio de diferentes estímulos. Nesse sentido, é ESSENCIAL que os docentes sejam merecedores de iniciativas de Estado que tornem a docência uma carreira atraente para os professores, para os estudantes e para o país e que traduza em qualidade de vida para todos os brasileiros. Sem professores, o país entra em rota de involução.

SEM professores não há desenvolvimento. Correio Braziliense, 15 de outubro de 2024.
Disponível em:
https://www.correiobraziliense.com.br/opiniao/2024/10/6964785-sem-professoresnao-ha-desenvolvimento.html. Acesso em: 15 out. 2024. Adaptado.
Dentre os cinco vocábulos escritos em letras maiúsculas no texto, quantos estão corretamente grafados, segundo a ortografia oficial da Língua Portuguesa?
Alternativas
Q3667095 Português
Sem professores não há desenvolvimento

É essencial que os docentes sejam merecedores de iniciativas de Estado que tornem a docência uma carreira atraente. Sem professores, o país entra em rota de involução
Correio Braziliense | 15/10/2024

A boa educação IMPUSSIONA o desenvolvimento econômico e social de um país se contar com profissionais competentes, reconhecidos e respeitados por todas as classes sociais e econômicas de uma sociedade. Cada categoria profissional tem uma participação na construção e no crescimento de uma nação. Os professores, em todos os níveis, são os responsáveis pelo repasse de informações e ensinamentos para o surgimento desses profissionais, lembrando que os atuais docentes passaram pelas mãos dos que os antecederam, propiciando-lhes meios de serem educadores e mestres sobre os mais diversos campos do saber e da ciência.

Hoje, 15 de outubro, é dia de parabenizar os 2,31 milhões de professores existentes no país. Boa parcela da categoria, porém, não vê muita razão para CEREBRAÇÕES. Há anos, os docentes pedem condições mais adequadas de trabalho, escolas com padrão de qualidade, com acesso aos avanços tecnológicos, salas confortáveis para os discentes. Reclamam também da própria falta de valorização da categoria pelos detentores de poderes.

Os professores são [indispensáveis], mas não bem remunerados, seja nas grandes cidades, seja nos municípios mais empobrecidos do país. Os pisos salariais justificam a evasão de docentes. Estão bem abaixo dos detentores dos poderes, que têm autonomia para fixar os próprios rendimentos, sem muita preocupação com o Orçamento da União ou com as políticas públicas indispensáveis ao bem-estar da sociedade.

As disparidades salariais bem explicam o esgotamento da esperança dos profissionais de ensino. Na última década encerrada em 2023, o número de professores concursados despencou na maioria das redes públicas de educação. Passou de 505 mil em 2013 — o correspondente a 68,4% do total de docentes nas redes estaduais — para 321 mil no ano passado (46,5%), segundo levantamento do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep). Boa parte das vagas deixadas pelos concursados foi preenchida por professores temporários, sem os mesmos direitos e benefícios dos efetivos. O que seria uma EXCEÇÃO tornou-se um padrão.

O Plano Nacional de Educação (PNE) estabeleceu metas para VALORIZAR os professores em todas as etapas do ensino, prevendo que 90% dos professores de escolas públicas sejam efetivos — uma orientação que deveria ser cumprida até 2017. Como boa proposta, não foi cumprida. Se, por um lado, os contratados temporários são alternativas para suprir a demanda por profissionais, por outro, a solução causa impactos negativos aos estudantes.

As recentes políticas de educação têm buscado elevar a qualidade do ensino, impedir que alunos abandonem as salas de aula por meio de diferentes estímulos. Nesse sentido, é ESSENCIAL que os docentes sejam merecedores de iniciativas de Estado que tornem a docência uma carreira atraente para os professores, para os estudantes e para o país e que traduza em qualidade de vida para todos os brasileiros. Sem professores, o país entra em rota de involução.

SEM professores não há desenvolvimento. Correio Braziliense, 15 de outubro de 2024.
Disponível em:
https://www.correiobraziliense.com.br/opiniao/2024/10/6964785-sem-professoresnao-ha-desenvolvimento.html. Acesso em: 15 out. 2024. Adaptado.
O conectivo sublinhado no segundo parágrafo do texto NÃO pode ser substituído por
Alternativas
Q3667094 Português
Sem professores não há desenvolvimento

É essencial que os docentes sejam merecedores de iniciativas de Estado que tornem a docência uma carreira atraente. Sem professores, o país entra em rota de involução
Correio Braziliense | 15/10/2024

A boa educação IMPUSSIONA o desenvolvimento econômico e social de um país se contar com profissionais competentes, reconhecidos e respeitados por todas as classes sociais e econômicas de uma sociedade. Cada categoria profissional tem uma participação na construção e no crescimento de uma nação. Os professores, em todos os níveis, são os responsáveis pelo repasse de informações e ensinamentos para o surgimento desses profissionais, lembrando que os atuais docentes passaram pelas mãos dos que os antecederam, propiciando-lhes meios de serem educadores e mestres sobre os mais diversos campos do saber e da ciência.

Hoje, 15 de outubro, é dia de parabenizar os 2,31 milhões de professores existentes no país. Boa parcela da categoria, porém, não vê muita razão para CEREBRAÇÕES. Há anos, os docentes pedem condições mais adequadas de trabalho, escolas com padrão de qualidade, com acesso aos avanços tecnológicos, salas confortáveis para os discentes. Reclamam também da própria falta de valorização da categoria pelos detentores de poderes.

Os professores são [indispensáveis], mas não bem remunerados, seja nas grandes cidades, seja nos municípios mais empobrecidos do país. Os pisos salariais justificam a evasão de docentes. Estão bem abaixo dos detentores dos poderes, que têm autonomia para fixar os próprios rendimentos, sem muita preocupação com o Orçamento da União ou com as políticas públicas indispensáveis ao bem-estar da sociedade.

As disparidades salariais bem explicam o esgotamento da esperança dos profissionais de ensino. Na última década encerrada em 2023, o número de professores concursados despencou na maioria das redes públicas de educação. Passou de 505 mil em 2013 — o correspondente a 68,4% do total de docentes nas redes estaduais — para 321 mil no ano passado (46,5%), segundo levantamento do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep). Boa parte das vagas deixadas pelos concursados foi preenchida por professores temporários, sem os mesmos direitos e benefícios dos efetivos. O que seria uma EXCEÇÃO tornou-se um padrão.

O Plano Nacional de Educação (PNE) estabeleceu metas para VALORIZAR os professores em todas as etapas do ensino, prevendo que 90% dos professores de escolas públicas sejam efetivos — uma orientação que deveria ser cumprida até 2017. Como boa proposta, não foi cumprida. Se, por um lado, os contratados temporários são alternativas para suprir a demanda por profissionais, por outro, a solução causa impactos negativos aos estudantes.

As recentes políticas de educação têm buscado elevar a qualidade do ensino, impedir que alunos abandonem as salas de aula por meio de diferentes estímulos. Nesse sentido, é ESSENCIAL que os docentes sejam merecedores de iniciativas de Estado que tornem a docência uma carreira atraente para os professores, para os estudantes e para o país e que traduza em qualidade de vida para todos os brasileiros. Sem professores, o país entra em rota de involução.

SEM professores não há desenvolvimento. Correio Braziliense, 15 de outubro de 2024.
Disponível em:
https://www.correiobraziliense.com.br/opiniao/2024/10/6964785-sem-professoresnao-ha-desenvolvimento.html. Acesso em: 15 out. 2024. Adaptado.
Qual das palavras a seguir, extraídas do texto, possui, em sua formação, uma estrutura cuja ideia transmitida é a de negação? 
Alternativas
Q3667093 Português
Sem professores não há desenvolvimento

É essencial que os docentes sejam merecedores de iniciativas de Estado que tornem a docência uma carreira atraente. Sem professores, o país entra em rota de involução
Correio Braziliense | 15/10/2024

A boa educação IMPUSSIONA o desenvolvimento econômico e social de um país se contar com profissionais competentes, reconhecidos e respeitados por todas as classes sociais e econômicas de uma sociedade. Cada categoria profissional tem uma participação na construção e no crescimento de uma nação. Os professores, em todos os níveis, são os responsáveis pelo repasse de informações e ensinamentos para o surgimento desses profissionais, lembrando que os atuais docentes passaram pelas mãos dos que os antecederam, propiciando-lhes meios de serem educadores e mestres sobre os mais diversos campos do saber e da ciência.

Hoje, 15 de outubro, é dia de parabenizar os 2,31 milhões de professores existentes no país. Boa parcela da categoria, porém, não vê muita razão para CEREBRAÇÕES. Há anos, os docentes pedem condições mais adequadas de trabalho, escolas com padrão de qualidade, com acesso aos avanços tecnológicos, salas confortáveis para os discentes. Reclamam também da própria falta de valorização da categoria pelos detentores de poderes.

Os professores são [indispensáveis], mas não bem remunerados, seja nas grandes cidades, seja nos municípios mais empobrecidos do país. Os pisos salariais justificam a evasão de docentes. Estão bem abaixo dos detentores dos poderes, que têm autonomia para fixar os próprios rendimentos, sem muita preocupação com o Orçamento da União ou com as políticas públicas indispensáveis ao bem-estar da sociedade.

As disparidades salariais bem explicam o esgotamento da esperança dos profissionais de ensino. Na última década encerrada em 2023, o número de professores concursados despencou na maioria das redes públicas de educação. Passou de 505 mil em 2013 — o correspondente a 68,4% do total de docentes nas redes estaduais — para 321 mil no ano passado (46,5%), segundo levantamento do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep). Boa parte das vagas deixadas pelos concursados foi preenchida por professores temporários, sem os mesmos direitos e benefícios dos efetivos. O que seria uma EXCEÇÃO tornou-se um padrão.

O Plano Nacional de Educação (PNE) estabeleceu metas para VALORIZAR os professores em todas as etapas do ensino, prevendo que 90% dos professores de escolas públicas sejam efetivos — uma orientação que deveria ser cumprida até 2017. Como boa proposta, não foi cumprida. Se, por um lado, os contratados temporários são alternativas para suprir a demanda por profissionais, por outro, a solução causa impactos negativos aos estudantes.

As recentes políticas de educação têm buscado elevar a qualidade do ensino, impedir que alunos abandonem as salas de aula por meio de diferentes estímulos. Nesse sentido, é ESSENCIAL que os docentes sejam merecedores de iniciativas de Estado que tornem a docência uma carreira atraente para os professores, para os estudantes e para o país e que traduza em qualidade de vida para todos os brasileiros. Sem professores, o país entra em rota de involução.

SEM professores não há desenvolvimento. Correio Braziliense, 15 de outubro de 2024.
Disponível em:
https://www.correiobraziliense.com.br/opiniao/2024/10/6964785-sem-professoresnao-ha-desenvolvimento.html. Acesso em: 15 out. 2024. Adaptado.
De acordo com as informações do texto, os professores
Alternativas
Q3667092 Português
Sem professores não há desenvolvimento

É essencial que os docentes sejam merecedores de iniciativas de Estado que tornem a docência uma carreira atraente. Sem professores, o país entra em rota de involução
Correio Braziliense | 15/10/2024

A boa educação IMPUSSIONA o desenvolvimento econômico e social de um país se contar com profissionais competentes, reconhecidos e respeitados por todas as classes sociais e econômicas de uma sociedade. Cada categoria profissional tem uma participação na construção e no crescimento de uma nação. Os professores, em todos os níveis, são os responsáveis pelo repasse de informações e ensinamentos para o surgimento desses profissionais, lembrando que os atuais docentes passaram pelas mãos dos que os antecederam, propiciando-lhes meios de serem educadores e mestres sobre os mais diversos campos do saber e da ciência.

Hoje, 15 de outubro, é dia de parabenizar os 2,31 milhões de professores existentes no país. Boa parcela da categoria, porém, não vê muita razão para CEREBRAÇÕES. Há anos, os docentes pedem condições mais adequadas de trabalho, escolas com padrão de qualidade, com acesso aos avanços tecnológicos, salas confortáveis para os discentes. Reclamam também da própria falta de valorização da categoria pelos detentores de poderes.

Os professores são [indispensáveis], mas não bem remunerados, seja nas grandes cidades, seja nos municípios mais empobrecidos do país. Os pisos salariais justificam a evasão de docentes. Estão bem abaixo dos detentores dos poderes, que têm autonomia para fixar os próprios rendimentos, sem muita preocupação com o Orçamento da União ou com as políticas públicas indispensáveis ao bem-estar da sociedade.

As disparidades salariais bem explicam o esgotamento da esperança dos profissionais de ensino. Na última década encerrada em 2023, o número de professores concursados despencou na maioria das redes públicas de educação. Passou de 505 mil em 2013 — o correspondente a 68,4% do total de docentes nas redes estaduais — para 321 mil no ano passado (46,5%), segundo levantamento do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep). Boa parte das vagas deixadas pelos concursados foi preenchida por professores temporários, sem os mesmos direitos e benefícios dos efetivos. O que seria uma EXCEÇÃO tornou-se um padrão.

O Plano Nacional de Educação (PNE) estabeleceu metas para VALORIZAR os professores em todas as etapas do ensino, prevendo que 90% dos professores de escolas públicas sejam efetivos — uma orientação que deveria ser cumprida até 2017. Como boa proposta, não foi cumprida. Se, por um lado, os contratados temporários são alternativas para suprir a demanda por profissionais, por outro, a solução causa impactos negativos aos estudantes.

As recentes políticas de educação têm buscado elevar a qualidade do ensino, impedir que alunos abandonem as salas de aula por meio de diferentes estímulos. Nesse sentido, é ESSENCIAL que os docentes sejam merecedores de iniciativas de Estado que tornem a docência uma carreira atraente para os professores, para os estudantes e para o país e que traduza em qualidade de vida para todos os brasileiros. Sem professores, o país entra em rota de involução.

SEM professores não há desenvolvimento. Correio Braziliense, 15 de outubro de 2024.
Disponível em:
https://www.correiobraziliense.com.br/opiniao/2024/10/6964785-sem-professoresnao-ha-desenvolvimento.html. Acesso em: 15 out. 2024. Adaptado.
Qual é o referente textual do pronome lhes em destaque no parágrafo introdutório do editorial? 
Alternativas
Q3542730 Direito Administrativo
Pode-se definir objeto de uma licitação como o bem ou serviço que a administração deseja comprar/contratar, que motiva a condução de um procedimento licitatório. Com base nessa informação, é um objeto de licitação a
Alternativas
Q3542727 Administração de Recursos Materiais
Segundo Gonçalves (2007), a função compras requer planejamento e acompanhamento, processos de decisão, pesquisa e seleção de fontes supridoras dos diversos materiais. Com base nessa informação, assinale a alternativa que apresenta um dos objetivos principais da função de compras. 
Alternativas
Q3542726 Administração de Recursos Materiais
Com o desenvolvimento geral do sistema produtivo, observado na última década, a disposição física das áreas de armazenagem foi merecedora de maior atenção. Nesse sentido, a definição do layout (ou leiaute) deixou de ser meramente intuitiva e passou a ser estabelecida por meio de técnicas de visualização da dinâmica de movimentação dos materiais no armazém. Com base nessa informação, o elemento que deve ser considerado na definição do layout na armazenagem é
Alternativas
Q3542725 Administração de Recursos Materiais
Considerando que uma armazenagem racional tem por objetivo principal a minimização dos custos a ela inerentes, uma armazenagem de materiais que visa à maximização da utilização dos espaços disponíveis tem objetivo de 
Alternativas
Q3542724 Administração de Recursos Materiais
Assinale a alternativa que apresenta como dimensionar o estoque mínimo ou de segurança de forma adequada.
Alternativas
Q3542723 Administração de Recursos Materiais
Custos diretamente proporcionais ao nível do estoque médio crescem com o aumento da quantidade média em estoque (por isso são ditos diretamente proporcionais). São também chamados de custos de carregamento, pois são decorrentes da necessidade de se manter ou carregar estoques. Com base nessa informação, são diretamente proporcionais ao nível do estoque médio os custos de
Alternativas
Q3542722 Administração de Recursos Materiais
Consegue-se observar muitos pontos de atenção relacionados à utilização de estoques por meio das organizações. Com base nessa informação, um dos motivos para o uso de estoques é
Alternativas
Q3542721 Administração de Recursos Materiais
Considerando a manutenção de estoques nas organizações e a realização de compras no setor público por meio de licitações, assinale a alternativa que apresenta o sistema de abastecimento caracterizado pela concepção de trabalhar com estoques.
Alternativas
Respostas
681: E
682: C
683: C
684: B
685: C
686: A
687: E
688: C
689: C
690: D
691: E
692: A
693: B
694: A
695: C
696: D
697: C
698: A
699: B
700: C