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Assinale a alternativa correta quanto ao tratamento endoscópico da estenose traqueal.
Analise as afirmativas a seguir que dizem respeito à estenose laringotraqueal e assinale a alternativa correta.
I. A principal etiologia tanto em adultos quanto em crianças é a intubação orotraqueal e pode ocorrer mesmo após curtos períodos de intubação, como após um procedimento anestésico comum.
II. A etiologia idiopática é rara, mais comum em mulheres com doença reumática sem história de intubação traqueal e só pode ser atribuída quando todas as demais causas de estenoses foram excluídas.
III. A classificação das estenoses é observador dependente, por isso, a reavaliação endoscópica do paciente deve ser feita preferencialmente pelo mesmo examinador.
IV. As principais classificações das estenoses laringotraqueais são as propostas por McCaffrey que variam de grau I a IV de acordo com o percentual de obstrução e Cotton-Myer que variam de grau I a IV de acordo coma extensão craniocaudal.
V. As opções de tratamento endoscópico das estenoses incluem as modalidades: dilatação mecânica, eletrocauterização, laser de dióxido de carbono, cauterização com bisturi de argônio, crioterapia, terapia fotodinâmica e braquiterapia.
Estão corretas as afirmativas:
Assinale a alternativa incorreta quanto à aspiração de corpo estranho em crianças.
Uma gráfica imprimiu 20% de um livro num primeiro momento e imprimiu 2/5 do restante num segundo momento. Se ainda falta imprimir 180 páginas, então o total de páginas do livro é:
Texto II
Carnaval de trazer por casa
Quinze dias antes já os olhos se colavam aos pés, com medo de uma queda que acabasse com o Carnaval. Subíamos e descíamos as escadas, como quem pisa algodão. [...] Nós éramos todas meninas. Tínhamos a idade que julgávamos ser eterna. Sonhávamos com os cinco dias mais prometidos do ano. A folia começava sexta-feira e só terminava terça quando as estrelas iam muito altas. Havia o cheiro das bombinhas que tinham um odor aproximado ao dos ovos podres e que se misturava com o pó do baile que se colava aos lábios. Que se ressentiam vermelhos de dor. Havia o cantor esganiçado em palco a tentar a afinação, que quase nunca conseguia: [...] Depois os bombos saíam à rua, noite fora, dia adentro. [...] E na noite que transformava o frio do inverno no calor do Carnaval, eu tinha a certeza de que aquele som dos bombos fazia parte do meu código genético. E que o Carnaval ia estar sempre presente nas ruas estreitas da minha aldeia, assim, igual a si próprio, com os carros de bois a chiar pelas ruas, homens vestidos de mulheres com pernas cheias de pelos, mulheres vestidas de bebês, o meu pai vestido de François Mitterrand e eu com a certeza de que o mundo estava todo certo naqueles cinco dias, na minha aldeia.
O outro, o que via nas televisões, não era meu.
(FREITAS, Eduarda. Revista Carta Capital. Disponível em: http:// www.cartacapital.com.br/sociedade/carnaval-de-trazer-porcasa/?autor=40. Acesso em set. 2016.)
O texto expõe memórias coletivas através do olhar de um narrador. Assinale a opção em que se destaca um vocábulo que evidencie essa ideia de coletividade.
Texto II
Carnaval de trazer por casa
Quinze dias antes já os olhos se colavam aos pés, com medo de uma queda que acabasse com o Carnaval. Subíamos e descíamos as escadas, como quem pisa algodão. [...] Nós éramos todas meninas. Tínhamos a idade que julgávamos ser eterna. Sonhávamos com os cinco dias mais prometidos do ano. A folia começava sexta-feira e só terminava terça quando as estrelas iam muito altas. Havia o cheiro das bombinhas que tinham um odor aproximado ao dos ovos podres e que se misturava com o pó do baile que se colava aos lábios. Que se ressentiam vermelhos de dor. Havia o cantor esganiçado em palco a tentar a afinação, que quase nunca conseguia: [...] Depois os bombos saíam à rua, noite fora, dia adentro. [...] E na noite que transformava o frio do inverno no calor do Carnaval, eu tinha a certeza de que aquele som dos bombos fazia parte do meu código genético. E que o Carnaval ia estar sempre presente nas ruas estreitas da minha aldeia, assim, igual a si próprio, com os carros de bois a chiar pelas ruas, homens vestidos de mulheres com pernas cheias de pelos, mulheres vestidas de bebês, o meu pai vestido de François Mitterrand e eu com a certeza de que o mundo estava todo certo naqueles cinco dias, na minha aldeia.
O outro, o que via nas televisões, não era meu.
(FREITAS, Eduarda. Revista Carta Capital. Disponível em: http:// www.cartacapital.com.br/sociedade/carnaval-de-trazer-porcasa/?autor=40. Acesso em set. 2016.)
Considere o fragmento abaixo para responder às questões 8 e 9 seguintes.
“E na noite que transformava o frio do inverno no calor do Carnaval, eu tinha a certeza de que aquele som dos bombos fazia parte do meu código genético.” (1º§)
Há duas ocorrências do vocábulo “que” no trecho em análise. Contudo, possuem classificações morfológicas distintas. Assim, nota-se que, respectivamente, são:
I. Nos pacientes que apresentam timomas no estádio II, com invasão capsular (encontrada durante a operação ou demonstrada patologicamente) o uso de radioterapia adjuvante é aconselhado. II. A esternotomia mediana oferece uma boa exposição para a maioria dos timomas estádio III. III. Nos tumores que invadem um ou ambos os hilos pulmonares, a cirurgia Clamshell (toracotomia anterior bilateral com esternotomia transversa do esterno) pode ser considerada se houver necessidade de melhor exposição.
Estão corretas:
( ) As síndromes paraneoplásicas são frequentes. ( ) Ocorre mais comumente em pacientes do sexo feminino. ( ) Por extensão direta pode comprometer o pericárdio ocasionando derrame, o miocárdio e o diafragma ocasionando ascite.