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Q3649506 Português
Leia o texto e responda à questão.


Coleta seletiva: do cesto à reciclagem.


   A coleta seletiva começa dentro de casa, quando separamos materiais recicláveis do lixo orgânico. Ao fazer essa distinção, facilitamos o trabalho de catadores, cooperativas e serviços municipais, que dependem de resíduos mais limpos e organizados para que o processo ganhe eficiência. Não se trata apenas de “jogar no saco certo”, mas de preparar o material para a reciclagem: retirar restos de comida, enxaguar levemente embalagens e achatar garrafas e caixas para reduzir volume.

  Papéis, plásticos, vidros e metais seguem fluxos diferentes após a coleta. Quanto melhor separados estiverem, maior a chance de aproveitamento e menor o custo do transporte. Uma lata de alumínio, por exemplo, pode voltar rapidamente ao mercado depois de reprocessada, economizando energia em comparação à produção a partir da matéria-prima. Embalagens mistas exigem atenção: quando há camadas de materiais diferentes coladas, a reciclagem pode ser inviável; nesses casos, vale consultar orientações locais para o descarte correto.

   Nos condomínios, a coleta seletiva funciona melhor quando há sinalização clara e horários definidos. Quadros informativos com fotos de itens aceitos e não aceitos ajudam moradores a evitar erros comuns, como descartar vidro quebrado sem proteção adequada ou misturar resíduos perigosos com recicláveis. Em muitas cidades, cooperativas recebem materiais diretamente; conhecer o calendário municipal evita deixar sacos expostos à chuva, que atrapalha a triagem e contamina o conteúdo.

  Fazer a nossa parte tem impacto ambiental e social. A reciclagem reduz a pressão sobre aterros, diminui a extração de recursos naturais e fortalece a renda de quem atua na cadeia dos recicláveis. Com organização e constância, cada domicílio vira um pequeno ponto de coleta, capaz de somar resultados expressivos no volume total da cidade. Separar, limpar, acondicionar e respeitar o calendário são passos simples que constroem uma rotina sustentável e cidadã.


Fonte: https://antigo.mma.gov.br/cidades-sustentaveis/residuos-solidos/catadoresde-materiais-reciclaveis/reciclagem-e-reaproveitamento.html? - Adaptado
A frase “Não se trata apenas de ‘jogar no saco certo’, mas de preparar o material” pode ser parafraseada, sem mudar o sentido, como se apresenta na afirmação:
Alternativas
Q3649505 Português
Leia o texto e responda à questão.


Coleta seletiva: do cesto à reciclagem.


   A coleta seletiva começa dentro de casa, quando separamos materiais recicláveis do lixo orgânico. Ao fazer essa distinção, facilitamos o trabalho de catadores, cooperativas e serviços municipais, que dependem de resíduos mais limpos e organizados para que o processo ganhe eficiência. Não se trata apenas de “jogar no saco certo”, mas de preparar o material para a reciclagem: retirar restos de comida, enxaguar levemente embalagens e achatar garrafas e caixas para reduzir volume.

  Papéis, plásticos, vidros e metais seguem fluxos diferentes após a coleta. Quanto melhor separados estiverem, maior a chance de aproveitamento e menor o custo do transporte. Uma lata de alumínio, por exemplo, pode voltar rapidamente ao mercado depois de reprocessada, economizando energia em comparação à produção a partir da matéria-prima. Embalagens mistas exigem atenção: quando há camadas de materiais diferentes coladas, a reciclagem pode ser inviável; nesses casos, vale consultar orientações locais para o descarte correto.

   Nos condomínios, a coleta seletiva funciona melhor quando há sinalização clara e horários definidos. Quadros informativos com fotos de itens aceitos e não aceitos ajudam moradores a evitar erros comuns, como descartar vidro quebrado sem proteção adequada ou misturar resíduos perigosos com recicláveis. Em muitas cidades, cooperativas recebem materiais diretamente; conhecer o calendário municipal evita deixar sacos expostos à chuva, que atrapalha a triagem e contamina o conteúdo.

  Fazer a nossa parte tem impacto ambiental e social. A reciclagem reduz a pressão sobre aterros, diminui a extração de recursos naturais e fortalece a renda de quem atua na cadeia dos recicláveis. Com organização e constância, cada domicílio vira um pequeno ponto de coleta, capaz de somar resultados expressivos no volume total da cidade. Separar, limpar, acondicionar e respeitar o calendário são passos simples que constroem uma rotina sustentável e cidadã.


Fonte: https://antigo.mma.gov.br/cidades-sustentaveis/residuos-solidos/catadoresde-materiais-reciclaveis/reciclagem-e-reaproveitamento.html? - Adaptado
Ao fazer sua argumentação o autor do texto, deseja
Alternativas
Q3622197 Engenharia Ambiental e Sanitária

A coleta de lixo urbana é essencial para manter a limpeza, a saúde pública e a preservação ambiental.


Sobre os tipos de coleta e recipientes, analise as alternativas e assinale a CORRETA:

Alternativas
Q3622196 Meio Ambiente
Sobre a preservação da natureza como condição necessária para garantir a qualidade de vida, o equilíbrio ambiental e a sustentabilidade dos recursos naturais, analise as alternativas e assinale a INCORRETA:
Alternativas
Q3622195 Conhecimentos de Serviços Gerais

A varrição de ruas é um serviço essencial para a limpeza urbana, prevenção de enchentes e controle de vetores de doenças.


Sobre os serviços de varrição de ruas, analise as alternativas e assinale a CORRETA: 

Alternativas
Q3622194 Engenharia Ambiental e Sanitária

O correto manejo de animais mortos é fundamental para a saúde pública e para evitar a contaminação ambiental.


Sobre os procedimentos de recolhimento e destinação dos animais mortos, analise as alternativas e assinale a INCORRETAMENTE:

Alternativas
Q3622193 Direito Ambiental

Os resíduos de construção civil (RCC) representam grande volume no total de resíduos sólidos urbanos e exigem destinação adequada para evitar impactos ambientais.


Considerando a Resolução CONAMA nº 307/2002, analise as afirmativas a seguir:



I. Os resíduos da Classe A, como tijolos, blocos e concreto, podem ser reutilizados ou reciclados como agregados em obras de pavimentação e concretagem.


II. Os resíduos da Classe B, como plásticos, metais, papel e vidro, são recicláveis e devem ser encaminhados para processos de reciclagem específicos.


 III. Os resíduos da Classe C englobam materiais sem tecnologia ou viabilidade econômica para reciclagem, como o gesso.


IV. Os resíduos da Classe D são considerados perigosos, incluindo tintas, solventes, óleos e amianto, devendo receber destinação especial.



Assinale a alternativa CORRETA:

Alternativas
Q3622192 Engenharia Ambiental e Sanitária

O correto manejo dos resíduos hospitalares é essencial para a proteção da saúde pública e do meio ambiente. A classificação estabelecida pela ANVISA (RDC nº 222/2018) organiza os resíduos em grupos, de acordo com seus riscos: infectantes, químicos, radioativos, comuns e perfurocortantes. Conhecer essa classificação é fundamental para garantir o descarte adequado, prevenir acidentes com trabalhadores e reduzir impactos ambientais.



A respeito da classificação estabelecida pela ANVISA, analise as alternativas e assinale a CORRETA:

Alternativas
Q3622191 Meio Ambiente
Sobre a poluição atmosférica e seus efeitos, analise as alternativas e assinale a CORRETA:
Alternativas
Q3622190 Engenharia Ambiental e Sanitária
Sobre as formas de disposição final dos resíduos sólidos urbanos, analise as afirmativas abaixo e assinale a INCORRETA:
Alternativas
Q3622153 Meio Ambiente

O meio ambiente é o conjunto de elementos e processos biológicos, químicos e físicos, responsáveis pela vida na Terra. Ele é composto pela biosfera, hidrosfera, atmosfera e litosfera.



Sobre a composição do meio ambiente, assinale:



1. Atmosfera


2. Biosfera


3. Litosfera


4. Hidrosfera



( ) Consiste no conjunto de todos os ecossistemas existentes no nosso planeta, o que abarca as mais diversas formas de vida que habitam a Terra nos ambientes terrestre, de água doce e de água salgada.


( ) Representa todos os corpos d’água (doce ou salgada) do planeta Terra. Além disso, considera-se parte da hidrosfera a água em qualquer estado físico: sólido, presente na forma de geleiras e calotas polares; líquido, como mares, rios, lagos, águas superficiais e de subsuperfície; e também gasoso, que corresponde à água presente na atmosfera na forma de vapor.


( ) Trata-se de uma espessa camada de gases que formam um envoltório ao redor do nosso planeta, constituída por elementos como oxigênio, gás carbônico, nitrogênio e outros, além do vapor d’água. Se divide em cinco camadas (troposfera, estratosfera, mesosfera, termosfera e exosfera).


( ) É a camada mais externa do planeta Terra, situando-se acima do magma terrestre. Divide-se em fragmentos sólidos muito extensos chamados de placas tectônicas, sendo formada essencialmente por rochas e minerais. É onde vivemos e onde as demais esferas se desenvolvem.




Assinale a sequência CORRETA:

Alternativas
Q3622152 Geografia

De acordo com o Censo Demográfico, entre os dez bairros mais populosos do país, oito estavam no estado de:

Alternativas
Q3622151 Legislação Municipal

De acordo com o art. 43 da Lei Orgânica do Município de Santa Cecília, sob pena de perder o mandato, o Prefeito não poderá, sem licença aprovada pela Câmara, ausentar-se do Município por mais de:

Alternativas
Q3622150 Geografia

Santa Cecília limita-se com os municípios paraibanos de:

Alternativas
Q3622149 Geografia

O Município de Santa Cecília, pertence a Microrregião de:

Alternativas
Q3622148 Geografia

No município de Santa Cecília, em 2022, a densidade demográfica de habitantes por quilômetro quadrado, era:

Alternativas
Q3622136 Português

Leia o texto a seguir e responda à questão.


TEXTO III


Como ensinar



Se eu fosse ensinar a uma criança a arte da jardinagem, não começaria com as lições das pás, enxadas e tesouras de podar. Eu a levaria a passear por parques e jardins, mostraria flores e árvores, falaria sobre suas maravilhosas simetrias e perfumes; a levaria a uma livraria para que ela visse, nos livros de arte, jardins de outras partes do mundo. Aí, seduzida pela beleza dos jardins, ela me pediria para ensinar-lhe as lições das pás, enxadas e tesouras de podar.


Se fosse ensinar a uma criança a beleza da música, não começaria com partituras, notas e pautas. Ouviríamos juntos as melodias mais gostosas e lhe falaria sobre os instrumentos que fazem a música. Aí, encantada com a beleza da música, ela mesma me pediria que lhe ensinasse o mistério daquelas bolinhas pretas escritas sobre cinco linhas. Porque as bolinhas pretas e as cinco linhas são apenas ferramentas para a produção da beleza musical. A experiência da beleza tem de vir antes.


Se fosse ensinar a uma criança a arte da leitura, não começaria com as letras e as sílabas. Simplesmente leria as estórias mais fascinantes que a fariam entrar no mundo encantado da fantasia. Aí então, com inveja dos meus poderes mágicos, ela desejaria que eu lhe ensinasse o segredo que transforma letras e sílabas em estórias.


É muito simples. O mundo de cada pessoa é muito pequeno. Os livros são a porta para um mundo grande. Pela leitura vivemos experiências que não foram nossas e então elas passam a ser nossas. Lemos a estória de um grande amor e experimentamos as alegrias e dores de um grande amor. Lemos estórias de batalhas e nos tornamos guerreiros de espada na mão, sem os perigos das batalhas de verdade. Viajamos para o passado e nos tornamos contemporâneos dos dinossauros. Viajamos para o futuro e nos transportamos para mundos que não existem ainda.


Lemos as biografias de pessoas extraordinárias que lutaram por causas bonitas e nos tornamos seus companheiros de lutas. Lendo, fazemos turismo sem sair do lugar. E isso é muito bom.


Rubem Alves, no livro “Ostra feliz não faz pérola”. Editora Planeta,

2008.

Releia o trecho do texto:


“Aí, encantada com a beleza da música”


No trecho acima, a preposição destacada traz o sentido de:

Alternativas
Q3622135 Português

Leia o texto a seguir e responda à questão.


TEXTO III


Como ensinar



Se eu fosse ensinar a uma criança a arte da jardinagem, não começaria com as lições das pás, enxadas e tesouras de podar. Eu a levaria a passear por parques e jardins, mostraria flores e árvores, falaria sobre suas maravilhosas simetrias e perfumes; a levaria a uma livraria para que ela visse, nos livros de arte, jardins de outras partes do mundo. Aí, seduzida pela beleza dos jardins, ela me pediria para ensinar-lhe as lições das pás, enxadas e tesouras de podar.


Se fosse ensinar a uma criança a beleza da música, não começaria com partituras, notas e pautas. Ouviríamos juntos as melodias mais gostosas e lhe falaria sobre os instrumentos que fazem a música. Aí, encantada com a beleza da música, ela mesma me pediria que lhe ensinasse o mistério daquelas bolinhas pretas escritas sobre cinco linhas. Porque as bolinhas pretas e as cinco linhas são apenas ferramentas para a produção da beleza musical. A experiência da beleza tem de vir antes.


Se fosse ensinar a uma criança a arte da leitura, não começaria com as letras e as sílabas. Simplesmente leria as estórias mais fascinantes que a fariam entrar no mundo encantado da fantasia. Aí então, com inveja dos meus poderes mágicos, ela desejaria que eu lhe ensinasse o segredo que transforma letras e sílabas em estórias.


É muito simples. O mundo de cada pessoa é muito pequeno. Os livros são a porta para um mundo grande. Pela leitura vivemos experiências que não foram nossas e então elas passam a ser nossas. Lemos a estória de um grande amor e experimentamos as alegrias e dores de um grande amor. Lemos estórias de batalhas e nos tornamos guerreiros de espada na mão, sem os perigos das batalhas de verdade. Viajamos para o passado e nos tornamos contemporâneos dos dinossauros. Viajamos para o futuro e nos transportamos para mundos que não existem ainda.


Lemos as biografias de pessoas extraordinárias que lutaram por causas bonitas e nos tornamos seus companheiros de lutas. Lendo, fazemos turismo sem sair do lugar. E isso é muito bom.


Rubem Alves, no livro “Ostra feliz não faz pérola”. Editora Planeta,

2008.

Assinale a alternativa cuja palavra apresente dígrafo:
Alternativas
Q3622134 Português

Leia o texto a seguir e responda à questão.


TEXTO III


Como ensinar



Se eu fosse ensinar a uma criança a arte da jardinagem, não começaria com as lições das pás, enxadas e tesouras de podar. Eu a levaria a passear por parques e jardins, mostraria flores e árvores, falaria sobre suas maravilhosas simetrias e perfumes; a levaria a uma livraria para que ela visse, nos livros de arte, jardins de outras partes do mundo. Aí, seduzida pela beleza dos jardins, ela me pediria para ensinar-lhe as lições das pás, enxadas e tesouras de podar.


Se fosse ensinar a uma criança a beleza da música, não começaria com partituras, notas e pautas. Ouviríamos juntos as melodias mais gostosas e lhe falaria sobre os instrumentos que fazem a música. Aí, encantada com a beleza da música, ela mesma me pediria que lhe ensinasse o mistério daquelas bolinhas pretas escritas sobre cinco linhas. Porque as bolinhas pretas e as cinco linhas são apenas ferramentas para a produção da beleza musical. A experiência da beleza tem de vir antes.


Se fosse ensinar a uma criança a arte da leitura, não começaria com as letras e as sílabas. Simplesmente leria as estórias mais fascinantes que a fariam entrar no mundo encantado da fantasia. Aí então, com inveja dos meus poderes mágicos, ela desejaria que eu lhe ensinasse o segredo que transforma letras e sílabas em estórias.


É muito simples. O mundo de cada pessoa é muito pequeno. Os livros são a porta para um mundo grande. Pela leitura vivemos experiências que não foram nossas e então elas passam a ser nossas. Lemos a estória de um grande amor e experimentamos as alegrias e dores de um grande amor. Lemos estórias de batalhas e nos tornamos guerreiros de espada na mão, sem os perigos das batalhas de verdade. Viajamos para o passado e nos tornamos contemporâneos dos dinossauros. Viajamos para o futuro e nos transportamos para mundos que não existem ainda.


Lemos as biografias de pessoas extraordinárias que lutaram por causas bonitas e nos tornamos seus companheiros de lutas. Lendo, fazemos turismo sem sair do lugar. E isso é muito bom.


Rubem Alves, no livro “Ostra feliz não faz pérola”. Editora Planeta,

2008.

Leia o trecho:


“Se fosse ensinar a uma criança a beleza da música, ouviríamos juntos as melodias mais gostosas, e eu contaria sobre os instrumentos que fazem a música.”


A forma verbal destacada apresenta irregularidade na sua conjunção. Assinale a alternativa em que os verbos também são irregulares: 

Alternativas
Q3622133 Português

Leia o texto a seguir e responda à questão.


TEXTO III


Como ensinar



Se eu fosse ensinar a uma criança a arte da jardinagem, não começaria com as lições das pás, enxadas e tesouras de podar. Eu a levaria a passear por parques e jardins, mostraria flores e árvores, falaria sobre suas maravilhosas simetrias e perfumes; a levaria a uma livraria para que ela visse, nos livros de arte, jardins de outras partes do mundo. Aí, seduzida pela beleza dos jardins, ela me pediria para ensinar-lhe as lições das pás, enxadas e tesouras de podar.


Se fosse ensinar a uma criança a beleza da música, não começaria com partituras, notas e pautas. Ouviríamos juntos as melodias mais gostosas e lhe falaria sobre os instrumentos que fazem a música. Aí, encantada com a beleza da música, ela mesma me pediria que lhe ensinasse o mistério daquelas bolinhas pretas escritas sobre cinco linhas. Porque as bolinhas pretas e as cinco linhas são apenas ferramentas para a produção da beleza musical. A experiência da beleza tem de vir antes.


Se fosse ensinar a uma criança a arte da leitura, não começaria com as letras e as sílabas. Simplesmente leria as estórias mais fascinantes que a fariam entrar no mundo encantado da fantasia. Aí então, com inveja dos meus poderes mágicos, ela desejaria que eu lhe ensinasse o segredo que transforma letras e sílabas em estórias.


É muito simples. O mundo de cada pessoa é muito pequeno. Os livros são a porta para um mundo grande. Pela leitura vivemos experiências que não foram nossas e então elas passam a ser nossas. Lemos a estória de um grande amor e experimentamos as alegrias e dores de um grande amor. Lemos estórias de batalhas e nos tornamos guerreiros de espada na mão, sem os perigos das batalhas de verdade. Viajamos para o passado e nos tornamos contemporâneos dos dinossauros. Viajamos para o futuro e nos transportamos para mundos que não existem ainda.


Lemos as biografias de pessoas extraordinárias que lutaram por causas bonitas e nos tornamos seus companheiros de lutas. Lendo, fazemos turismo sem sair do lugar. E isso é muito bom.


Rubem Alves, no livro “Ostra feliz não faz pérola”. Editora Planeta,

2008.

Leia o trecho:


“Ouviríamos juntos as melodias mais gostosas e lhe contaria sobre os instrumentos que fazem a música.”


Sobre as palavras destacadas, analise as afirmativas:



I. O adjetivo “gostosas” está no gênero feminino e número plural, concordando com o substantivo “melodias”.


II. As palavras “melodias” e “instrumentos” são substantivos comuns de dois gêneros, que flexionam apenas em número.


III. O substantivo “música” é feminino, abstrato e invariável em gênero, mas flexiona em número, podendo aparecer no plural


IV. O adjetivo “gostosas” pode ser flexionado em grau e gênero, mantendo a concordância com o substantivo.



Assinale a alternativa CORRETA: 

Alternativas
Respostas
461: A
462: C
463: B
464: A
465: B
466: B
467: D
468: C
469: B
470: D
471: B
472: A
473: B
474: D
475: C
476: C
477: D
478: C
479: A
480: D