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Q4180543 Edificações
As vergas, na alvenaria de bloco cerâmico, são peças de concreto armado com comprimento igual à largura do vão mais:
Alternativas
Q4178464 Edificações

Em uma obra de reforma, o pedreiro executa serviços de alvenaria, contrapiso, revestimentos e pequenas estruturas de apoio ao sistema de esgoto. Sobre esses serviços, avalie as assertivas.


I. Na colocação de pisos e revestimentos cerâmicos, a base deve estar limpa, regularizada e compatível com o material de assentamento.


II. Caixas de inspeção e de passagem têm a mesma função das fossas sépticas, pois todas recebem esgoto para decomposição dos resíduos.


III. Muros de arrimo exigem atenção à contenção do terreno, à drenagem e à estabilidade, pois recebem esforços do solo.


Está(ão) correta(s): 

Alternativas
Q4178463 Edificações
Em serviços de construção e reforma, o uso correto dos materiais ajuda a reduzir desperdícios, manter a segurança do local e diminuir impactos ambientais. Sobre utilização, conservação e descarte de materiais, é INCORRETO afirmar que: 
Alternativas
Q4178461 Engenharia Civil

Durante a marcação e execução de uma parede, o __________ auxilia na conferência da verticalidade; o(a) __________ ajuda a verificar a horizontalidade ou a inclinação prevista; e a(o) __________ recebe e distribui as cargas da construção ao solo.


Qual alternativa preenche, CORRETA e respectivamente, as lacunas? 

Alternativas
Q4178460 Edificações
Em uma obra, sacos de cimento e outros materiais precisam ser empilhados em uma área de circulação próxima ao acesso dos trabalhadores. Pela NR-11, a organização desse armazenamento deve considerar: 
Alternativas
Q4178459 Segurança e Saúde no Trabalho
Durante uma reforma, a equipe de pedreiros trabalhará próxima a quadros de distribuição, eletrodutos e cabos de uma instalação elétrica existente. Nessa situação, a aplicação da NR10 deve ser compreendida da seguinte forma: 
Alternativas
Q4178457 Legislação dos Municípios do Estado do Rio Grande do Sul
A Lei Orgânica Municipal trata da autonomia do Município, indicando formas pelas quais ela se expressa na organização política e administrativa local. Sobre esse tema, analise as afirmativas a seguir.
I. A autonomia municipal se expressa pela eleição direta dos Vereadores que compõem o Legislativo Municipal.
II. A autonomia municipal se expressa pela eleição direta do Prefeito e do Vice-Prefeito que compõem o Poder Executivo Municipal.
III. A autonomia municipal se expressa pela administração própria, especialmente no que diz respeito a interesses de outros entes federativos.
Está(ão) correta(s):
Alternativas
Q4177819 História e Geografia de Estados e Municípios
O Rio Grande do Sul é considerado o estado brasileiro mais: 
Alternativas
Q4177818 Atualidades
Na cerimônia do Oscar de 2024, referente aos filmes lançados em 2023, o prêmio de Melhor Filme foi concedido a: 
Alternativas
Q4177817 Geografia
A Região Centro-Oeste possui atrativos turísticos fortemente relacionados à natureza, à biodiversidade e aos contrastes paisagísticos. Nesse contexto, destacam-se: 
Alternativas
Q4177816 Atualidades
Em 2024, o Brasil sediou a Cúpula de Líderes do G20. O encontro ocorreu na cidade de: 
Alternativas
Q4177815 Atualidades
Em 8 de janeiro de 2023, atos antidemocráticos resultaram na invasão e depredação de sedes dos Três Poderes, em Brasília. Os prédios atingidos foram: 
Alternativas
Q4177814 História
No Brasil, a Lei Áurea, assinada em 1888, determinou: 
Alternativas
Q4177812 Geografia

A urbanização brasileira intensificou-se especialmente ao longo do século XX. Sobre esse processo, analise as assertivas.


I. A industrialização e a concentração de serviços contribuíram para o crescimento das cidades brasileiras.


II. O êxodo rural teve relação com mudanças no campo, mecanização agrícola e busca por oportunidades nas áreas urbanas.


Das assertivas, pode-se afirmar que: 

Alternativas
Q4177811 História e Geografia de Estados e Municípios
Considerando os dados municipais apresentados pelo IBGE sobre Boa Vista do Sul, assinale a alternativa correta. 
Alternativas
Q4177810 História e Geografia de Estados e Municípios
A história político-administrativa de Boa Vista do Sul está ligada ao processo de emancipação de localidades antes vinculadas a outros municípios gaúchos. Considerando esse processo, assinale a alternativa correta. 
Alternativas
Q4177799 Português
TEXTO PARA A QUESTÃO.
O caos da eterna crise

    Há algo de profundamente cansativo em viver num tempo que nunca se resolve. Como se a humanidade tivesse entrado num corredor sem janelas, onde cada porta aberta leva apenas a outro problema mais complexo, mais barulhento, mais urgente. E a palavra “crise”, que antes indicava um ponto fora da curva, hoje parece ser o próprio traçado da linha. 

    De longe, lá do espaço, a Terra ainda é bonita. Azul, silenciosa, quase serena. Mas essa imagem não nos pertence mais. Aqui embaixo, o planeta é outro: fragmentado, tenso, inquieto. A sensação cotidiana é de estar sempre à beira de um colapso econômico, de uma ruptura institucional, de um novo conflito armado, de uma tragédia anunciada que se confirma antes mesmo de ser compreendida. 

    Não é só o volume de problemas. É a frequência. Não há intervalo. Quando uma crise começa a perder força, outra já tomou o seu lugar, como se o mundo tivesse desaprendido a respirar. Vivemos em estado de alerta permanente, anestesiados pela repetição do absurdo. E talvez esse seja o maior perigo: não o caos em si, mas a adaptação a ele.

    Há uma exaustão silenciosa que atravessa as pessoas. O cidadão comum acorda, trabalha, paga contas, tenta manter alguma sanidade enquanto assiste, quase como espectador, ao desenrolar de decisões que afetam tudo, mas que parecem sempre distantes do seu alcance. 

   E então surge a pergunta incômoda, quase inevitável: onde foi que erramos? Em que momento aceitamos que viver assim era normal? Talvez não haja uma resposta única. Talvez o erro seja coletivo, diluído em pequenas escolhas, omissões, indiferenças acumuladas ao longo do tempo.

   O fato é que seguimos. Entre uma manchete e outra, entre o medo e a esperança, tentando encontrar algum sentido no meio do ruído.  

    Eu acreditei durante a pandemia que sairíamos diferente daquela experiência global de medo. Achei, na minha inocência, que passaríamos a compreender mais uns aos outros. 

    Até quando vamos tratar o caos como rotina? Porque uma crise sem fim deixa de ser exceção. E passa a ser, perigosamente, o nosso jeito de existir. 

Autor: Marco Matos – GZH (adaptado). 
No texto, as palavras lá e econômico recebem acento gráfico, mas pertencem a classificações diferentes quanto à posição da sílaba tônica. Assim, a palavra lá é classificada como __________, pois possui uma única sílaba pronunciada com tonicidade. Já a palavra econômico é classificada como __________, pois sua sílaba tônica é a antepenúltima. 
Alternativas
Q4177798 Português
TEXTO PARA A QUESTÃO.
O caos da eterna crise

    Há algo de profundamente cansativo em viver num tempo que nunca se resolve. Como se a humanidade tivesse entrado num corredor sem janelas, onde cada porta aberta leva apenas a outro problema mais complexo, mais barulhento, mais urgente. E a palavra “crise”, que antes indicava um ponto fora da curva, hoje parece ser o próprio traçado da linha. 

    De longe, lá do espaço, a Terra ainda é bonita. Azul, silenciosa, quase serena. Mas essa imagem não nos pertence mais. Aqui embaixo, o planeta é outro: fragmentado, tenso, inquieto. A sensação cotidiana é de estar sempre à beira de um colapso econômico, de uma ruptura institucional, de um novo conflito armado, de uma tragédia anunciada que se confirma antes mesmo de ser compreendida. 

    Não é só o volume de problemas. É a frequência. Não há intervalo. Quando uma crise começa a perder força, outra já tomou o seu lugar, como se o mundo tivesse desaprendido a respirar. Vivemos em estado de alerta permanente, anestesiados pela repetição do absurdo. E talvez esse seja o maior perigo: não o caos em si, mas a adaptação a ele.

    Há uma exaustão silenciosa que atravessa as pessoas. O cidadão comum acorda, trabalha, paga contas, tenta manter alguma sanidade enquanto assiste, quase como espectador, ao desenrolar de decisões que afetam tudo, mas que parecem sempre distantes do seu alcance. 

   E então surge a pergunta incômoda, quase inevitável: onde foi que erramos? Em que momento aceitamos que viver assim era normal? Talvez não haja uma resposta única. Talvez o erro seja coletivo, diluído em pequenas escolhas, omissões, indiferenças acumuladas ao longo do tempo.

   O fato é que seguimos. Entre uma manchete e outra, entre o medo e a esperança, tentando encontrar algum sentido no meio do ruído.  

    Eu acreditei durante a pandemia que sairíamos diferente daquela experiência global de medo. Achei, na minha inocência, que passaríamos a compreender mais uns aos outros. 

    Até quando vamos tratar o caos como rotina? Porque uma crise sem fim deixa de ser exceção. E passa a ser, perigosamente, o nosso jeito de existir. 

Autor: Marco Matos – GZH (adaptado). 
No trecho “Aqui embaixo, o planeta é outro: fragmentado, tenso, inquieto”, os dois-pontos foram empregados para: 
Alternativas
Q4177797 Português
TEXTO PARA A QUESTÃO.
O caos da eterna crise

    Há algo de profundamente cansativo em viver num tempo que nunca se resolve. Como se a humanidade tivesse entrado num corredor sem janelas, onde cada porta aberta leva apenas a outro problema mais complexo, mais barulhento, mais urgente. E a palavra “crise”, que antes indicava um ponto fora da curva, hoje parece ser o próprio traçado da linha. 

    De longe, lá do espaço, a Terra ainda é bonita. Azul, silenciosa, quase serena. Mas essa imagem não nos pertence mais. Aqui embaixo, o planeta é outro: fragmentado, tenso, inquieto. A sensação cotidiana é de estar sempre à beira de um colapso econômico, de uma ruptura institucional, de um novo conflito armado, de uma tragédia anunciada que se confirma antes mesmo de ser compreendida. 

    Não é só o volume de problemas. É a frequência. Não há intervalo. Quando uma crise começa a perder força, outra já tomou o seu lugar, como se o mundo tivesse desaprendido a respirar. Vivemos em estado de alerta permanente, anestesiados pela repetição do absurdo. E talvez esse seja o maior perigo: não o caos em si, mas a adaptação a ele.

    Há uma exaustão silenciosa que atravessa as pessoas. O cidadão comum acorda, trabalha, paga contas, tenta manter alguma sanidade enquanto assiste, quase como espectador, ao desenrolar de decisões que afetam tudo, mas que parecem sempre distantes do seu alcance. 

   E então surge a pergunta incômoda, quase inevitável: onde foi que erramos? Em que momento aceitamos que viver assim era normal? Talvez não haja uma resposta única. Talvez o erro seja coletivo, diluído em pequenas escolhas, omissões, indiferenças acumuladas ao longo do tempo.

   O fato é que seguimos. Entre uma manchete e outra, entre o medo e a esperança, tentando encontrar algum sentido no meio do ruído.  

    Eu acreditei durante a pandemia que sairíamos diferente daquela experiência global de medo. Achei, na minha inocência, que passaríamos a compreender mais uns aos outros. 

    Até quando vamos tratar o caos como rotina? Porque uma crise sem fim deixa de ser exceção. E passa a ser, perigosamente, o nosso jeito de existir. 

Autor: Marco Matos – GZH (adaptado). 
Considerando a relação entre letras e fonemas, a identificação de dígrafos e encontros consonantais em palavras retiradas do texto, assinale a alternativa correta. 
Alternativas
Q4177796 Português
TEXTO PARA A QUESTÃO.
O caos da eterna crise

    Há algo de profundamente cansativo em viver num tempo que nunca se resolve. Como se a humanidade tivesse entrado num corredor sem janelas, onde cada porta aberta leva apenas a outro problema mais complexo, mais barulhento, mais urgente. E a palavra “crise”, que antes indicava um ponto fora da curva, hoje parece ser o próprio traçado da linha. 

    De longe, lá do espaço, a Terra ainda é bonita. Azul, silenciosa, quase serena. Mas essa imagem não nos pertence mais. Aqui embaixo, o planeta é outro: fragmentado, tenso, inquieto. A sensação cotidiana é de estar sempre à beira de um colapso econômico, de uma ruptura institucional, de um novo conflito armado, de uma tragédia anunciada que se confirma antes mesmo de ser compreendida. 

    Não é só o volume de problemas. É a frequência. Não há intervalo. Quando uma crise começa a perder força, outra já tomou o seu lugar, como se o mundo tivesse desaprendido a respirar. Vivemos em estado de alerta permanente, anestesiados pela repetição do absurdo. E talvez esse seja o maior perigo: não o caos em si, mas a adaptação a ele.

    Há uma exaustão silenciosa que atravessa as pessoas. O cidadão comum acorda, trabalha, paga contas, tenta manter alguma sanidade enquanto assiste, quase como espectador, ao desenrolar de decisões que afetam tudo, mas que parecem sempre distantes do seu alcance. 

   E então surge a pergunta incômoda, quase inevitável: onde foi que erramos? Em que momento aceitamos que viver assim era normal? Talvez não haja uma resposta única. Talvez o erro seja coletivo, diluído em pequenas escolhas, omissões, indiferenças acumuladas ao longo do tempo.

   O fato é que seguimos. Entre uma manchete e outra, entre o medo e a esperança, tentando encontrar algum sentido no meio do ruído.  

    Eu acreditei durante a pandemia que sairíamos diferente daquela experiência global de medo. Achei, na minha inocência, que passaríamos a compreender mais uns aos outros. 

    Até quando vamos tratar o caos como rotina? Porque uma crise sem fim deixa de ser exceção. E passa a ser, perigosamente, o nosso jeito de existir. 

Autor: Marco Matos – GZH (adaptado). 
Considerando a separação silábica e a localização da sílaba tônica de palavras retiradas do texto, assinale a alternativa correta. 
Alternativas
Respostas
41: B
42: B
43: D
44: C
45: A
46: B
47: B
48: C
49: B
50: A
51: C
52: B
53: A
54: D
55: D
56: A
57: A
58: A
59: D
60: B