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Q3698688 História e Geografia de Estados e Municípios
O capitão Joaquim José Pereira, natural da freguesia de Santa Quitéria de Meca, em Portugal, foi um dos primeiros povoadores da região dos Campos das Lages, destacando-se como grande proprietário rural e figura central na formação do território que hoje corresponde ao município de Painel (SC). Em 1778, já com a patente de capitão, Joaquim José Pereira passou a comandar: 
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Q3698687 Matemática
Considere que existem três objetos: R, S e T. Uma pessoa comprou 12 unidades do objeto R e 14 unidades do objeto S, e pagou R$ 29,00; outra pessoa comprou 21 unidades do objeto S e 118 unidades do objeto R, e pagou R$ 154,50; e uma terceira pessoa comprou 214 unidades do objeto T e 1.102 unidades do objeto R, e pagou R$ 1.465,04. Nesse sentido, e com base nas informações apresentadas, se uma quarta pessoa comprar 2.198 unidades do objeto S, 1.768 unidades do objeto R e 3.902 unidades do objeto T, irá pagar quanto por essa compra?
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Q3698686 Matemática
Um cubo pode ser compreendido como um sólido geométrico no qual as três dimensões que o define possuem a mesma medida. Existem três cubos maciços, com os seguintes volumes: 216 m³; 512.000.000 cm³; 729 m³. Sabe-se que será necessário dividir cada um desses cubos em cubos menores; especificamente, o menor cubo possível tal que, com unidade de medida em metros cúbicos, permaneça sendo a medição um número natural maior do que zero. A partir dessas informações, qual a quantidade máxima de cubos que podem ser obtidos a partir dos três citados? 
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Q3698685 Raciocínio Lógico

Abaixo é possível se observar uma matriz que é formada por três colunas e três linhas, ou seja, nove elementos: 


Imagem associada para resolução da questão


Considere que as colunas são representadas pelos números de 1 a 3, da esquerda para a direita, e as linhas de 1 a 3, de cima para baixo. Forma-se uma nova matriz com base na que está acima representada: sempre que o elemento for de uma coluna e de uma linha com mesmo número de representação, ele é triplicado; e quando não for, é dobrado. A partir dessas informações, o determinante da nova matriz é:
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Q3698682 Português
TEXTO PARA A QUESTÃO.

A insônia é carrasca

        Não comecei nada que terminei, li por aí. Digo e a cabeça se revira de olhos acordados. Apesar de não saber a partir do que a coisa começa. Talvez porque acorde em meio à noite e durante o escuro da noite tudo toma outra dimensão. Tudo na madrugada é mais fantasmagórico. Carrego uma leve suspeita de que esse acordar repentino e repetido diz respeito a mim e a ti. Uma tentativa de apartar as coisas ditas, desditas e malditas e a angústia que aperta o corpo. Compramos a ilusão do mau agouro das coisas atravessadas e já que foram ditas pela metade, a outra parte se transforma num monstro. Não sei bem se tu me entende, mas talvez, sinta o mesmo. Daí o acordar seguido, madrugada após madrugada, sempre na mesma hora. Insônia maldição. Essa consciência atravessada pelo cansaço das horas. A vida como parte componente, sempre partida ao meio. Uma parte não toda. E o medo a rosnar pelos cantos. Medo de ser captado, capturado nessa farsa alargada de achar que está tudo bem. A noite produz sombras. Ou, as revela.
    
        Acendo a luz numa busca frustrada do sono diante do descompasso constante da noite que galopa em direção ao dia. A cabeça como uma ilha, lugar povoado de pensamentos, encantamentos e reconhecimentos da estranheza do mundo. Nós e nossos pensamentos num campo desviante e errante sem mapa ou bússola. A insônia é carrasca, carrega ao extremo colapsante dos minutos que demoram a passar. Arrasto os pensamentos pelo quarto, na tentativa de me desvencilhar inutilmente das ideias que aprisionam a mente. Respiro diante das inconformidades. Estarei fadada a não dormir? Nestas horas nem a oração conforta. O pensamento é uma ilha flutuante que tenta se desvencilhar da condição de umbigo do mundo: somos apenas mais uns no mundo sem sono. A ilha como uma parte amputada do continente.
   
        Eu e minhas ficções teóricas e tu, sem saber. Como esquecer o coquetel molotov do que fora dito? A cabeça anda, anda e dá voltas. Na madrugada, durante a insônia, os sentimentos são dinamites. Como se desvencilhar disso tudo sem se perder? Como cair num rio sem se afogar? Como aceitar que dormir é entregar-se aquilo que jamais saberei ser eu? Porque no sono não existimos. Porque conseguir dormir é desistir de tentar fazer diferente. É entregar os pontos. É fechar os olhos e não ver mais nada, nem o que está fora e talvez, nem o que se passa dentro. E o medo de que o sonho seja mais um pesadelo?
    
        A insônia é o recorte de uma existência e quiçá um dia, façamos um corte-fluxo nos pensamentos madrugadeiros e deles, uma colcha de retalhos que nos proteja do frio que infringimos a nós mesmos. Até lá, outra vez, bom dia.

Autora: Adriana Antunes – GZH (adaptado).
No trecho “Uma tentativa de apartar as coisas ditas, desditas e malditas e a angústia que aperta o corpo”, a palavra “apartar” pode ser corretamente substituída, sem alteração de sentido essencial, por:
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Q3698681 Português
TEXTO PARA A QUESTÃO.

A insônia é carrasca

        Não comecei nada que terminei, li por aí. Digo e a cabeça se revira de olhos acordados. Apesar de não saber a partir do que a coisa começa. Talvez porque acorde em meio à noite e durante o escuro da noite tudo toma outra dimensão. Tudo na madrugada é mais fantasmagórico. Carrego uma leve suspeita de que esse acordar repentino e repetido diz respeito a mim e a ti. Uma tentativa de apartar as coisas ditas, desditas e malditas e a angústia que aperta o corpo. Compramos a ilusão do mau agouro das coisas atravessadas e já que foram ditas pela metade, a outra parte se transforma num monstro. Não sei bem se tu me entende, mas talvez, sinta o mesmo. Daí o acordar seguido, madrugada após madrugada, sempre na mesma hora. Insônia maldição. Essa consciência atravessada pelo cansaço das horas. A vida como parte componente, sempre partida ao meio. Uma parte não toda. E o medo a rosnar pelos cantos. Medo de ser captado, capturado nessa farsa alargada de achar que está tudo bem. A noite produz sombras. Ou, as revela.
    
        Acendo a luz numa busca frustrada do sono diante do descompasso constante da noite que galopa em direção ao dia. A cabeça como uma ilha, lugar povoado de pensamentos, encantamentos e reconhecimentos da estranheza do mundo. Nós e nossos pensamentos num campo desviante e errante sem mapa ou bússola. A insônia é carrasca, carrega ao extremo colapsante dos minutos que demoram a passar. Arrasto os pensamentos pelo quarto, na tentativa de me desvencilhar inutilmente das ideias que aprisionam a mente. Respiro diante das inconformidades. Estarei fadada a não dormir? Nestas horas nem a oração conforta. O pensamento é uma ilha flutuante que tenta se desvencilhar da condição de umbigo do mundo: somos apenas mais uns no mundo sem sono. A ilha como uma parte amputada do continente.
   
        Eu e minhas ficções teóricas e tu, sem saber. Como esquecer o coquetel molotov do que fora dito? A cabeça anda, anda e dá voltas. Na madrugada, durante a insônia, os sentimentos são dinamites. Como se desvencilhar disso tudo sem se perder? Como cair num rio sem se afogar? Como aceitar que dormir é entregar-se aquilo que jamais saberei ser eu? Porque no sono não existimos. Porque conseguir dormir é desistir de tentar fazer diferente. É entregar os pontos. É fechar os olhos e não ver mais nada, nem o que está fora e talvez, nem o que se passa dentro. E o medo de que o sonho seja mais um pesadelo?
    
        A insônia é o recorte de uma existência e quiçá um dia, façamos um corte-fluxo nos pensamentos madrugadeiros e deles, uma colcha de retalhos que nos proteja do frio que infringimos a nós mesmos. Até lá, outra vez, bom dia.

Autora: Adriana Antunes – GZH (adaptado).
Acerca da classificação gramatical de palavras do texto, analise as assertivas:
I. Em “quiçá um dia, façamos um corte-fluxo nos pensamentos madrugadeiros”, a palavra “quiçá” é um advérbio.
II. Em “nos proteja do frio que infringimos a nós mesmos”, o termo “que” atua como pronome relativo.
Das assertivas, pode-se afirmar que:
Alternativas
Q3698680 Português
TEXTO PARA A QUESTÃO.

A insônia é carrasca

        Não comecei nada que terminei, li por aí. Digo e a cabeça se revira de olhos acordados. Apesar de não saber a partir do que a coisa começa. Talvez porque acorde em meio à noite e durante o escuro da noite tudo toma outra dimensão. Tudo na madrugada é mais fantasmagórico. Carrego uma leve suspeita de que esse acordar repentino e repetido diz respeito a mim e a ti. Uma tentativa de apartar as coisas ditas, desditas e malditas e a angústia que aperta o corpo. Compramos a ilusão do mau agouro das coisas atravessadas e já que foram ditas pela metade, a outra parte se transforma num monstro. Não sei bem se tu me entende, mas talvez, sinta o mesmo. Daí o acordar seguido, madrugada após madrugada, sempre na mesma hora. Insônia maldição. Essa consciência atravessada pelo cansaço das horas. A vida como parte componente, sempre partida ao meio. Uma parte não toda. E o medo a rosnar pelos cantos. Medo de ser captado, capturado nessa farsa alargada de achar que está tudo bem. A noite produz sombras. Ou, as revela.
    
        Acendo a luz numa busca frustrada do sono diante do descompasso constante da noite que galopa em direção ao dia. A cabeça como uma ilha, lugar povoado de pensamentos, encantamentos e reconhecimentos da estranheza do mundo. Nós e nossos pensamentos num campo desviante e errante sem mapa ou bússola. A insônia é carrasca, carrega ao extremo colapsante dos minutos que demoram a passar. Arrasto os pensamentos pelo quarto, na tentativa de me desvencilhar inutilmente das ideias que aprisionam a mente. Respiro diante das inconformidades. Estarei fadada a não dormir? Nestas horas nem a oração conforta. O pensamento é uma ilha flutuante que tenta se desvencilhar da condição de umbigo do mundo: somos apenas mais uns no mundo sem sono. A ilha como uma parte amputada do continente.
   
        Eu e minhas ficções teóricas e tu, sem saber. Como esquecer o coquetel molotov do que fora dito? A cabeça anda, anda e dá voltas. Na madrugada, durante a insônia, os sentimentos são dinamites. Como se desvencilhar disso tudo sem se perder? Como cair num rio sem se afogar? Como aceitar que dormir é entregar-se aquilo que jamais saberei ser eu? Porque no sono não existimos. Porque conseguir dormir é desistir de tentar fazer diferente. É entregar os pontos. É fechar os olhos e não ver mais nada, nem o que está fora e talvez, nem o que se passa dentro. E o medo de que o sonho seja mais um pesadelo?
    
        A insônia é o recorte de uma existência e quiçá um dia, façamos um corte-fluxo nos pensamentos madrugadeiros e deles, uma colcha de retalhos que nos proteja do frio que infringimos a nós mesmos. Até lá, outra vez, bom dia.

Autora: Adriana Antunes – GZH (adaptado).
Considerando o trecho “Compramos a ilusão do mau agouro das coisas atravessadas”, assinale a alternativa que classifica corretamente o tipo de sujeito da forma verbal “compramos”.
Alternativas
Q3698679 Português
TEXTO PARA A QUESTÃO.

A insônia é carrasca

        Não comecei nada que terminei, li por aí. Digo e a cabeça se revira de olhos acordados. Apesar de não saber a partir do que a coisa começa. Talvez porque acorde em meio à noite e durante o escuro da noite tudo toma outra dimensão. Tudo na madrugada é mais fantasmagórico. Carrego uma leve suspeita de que esse acordar repentino e repetido diz respeito a mim e a ti. Uma tentativa de apartar as coisas ditas, desditas e malditas e a angústia que aperta o corpo. Compramos a ilusão do mau agouro das coisas atravessadas e já que foram ditas pela metade, a outra parte se transforma num monstro. Não sei bem se tu me entende, mas talvez, sinta o mesmo. Daí o acordar seguido, madrugada após madrugada, sempre na mesma hora. Insônia maldição. Essa consciência atravessada pelo cansaço das horas. A vida como parte componente, sempre partida ao meio. Uma parte não toda. E o medo a rosnar pelos cantos. Medo de ser captado, capturado nessa farsa alargada de achar que está tudo bem. A noite produz sombras. Ou, as revela.
    
        Acendo a luz numa busca frustrada do sono diante do descompasso constante da noite que galopa em direção ao dia. A cabeça como uma ilha, lugar povoado de pensamentos, encantamentos e reconhecimentos da estranheza do mundo. Nós e nossos pensamentos num campo desviante e errante sem mapa ou bússola. A insônia é carrasca, carrega ao extremo colapsante dos minutos que demoram a passar. Arrasto os pensamentos pelo quarto, na tentativa de me desvencilhar inutilmente das ideias que aprisionam a mente. Respiro diante das inconformidades. Estarei fadada a não dormir? Nestas horas nem a oração conforta. O pensamento é uma ilha flutuante que tenta se desvencilhar da condição de umbigo do mundo: somos apenas mais uns no mundo sem sono. A ilha como uma parte amputada do continente.
   
        Eu e minhas ficções teóricas e tu, sem saber. Como esquecer o coquetel molotov do que fora dito? A cabeça anda, anda e dá voltas. Na madrugada, durante a insônia, os sentimentos são dinamites. Como se desvencilhar disso tudo sem se perder? Como cair num rio sem se afogar? Como aceitar que dormir é entregar-se aquilo que jamais saberei ser eu? Porque no sono não existimos. Porque conseguir dormir é desistir de tentar fazer diferente. É entregar os pontos. É fechar os olhos e não ver mais nada, nem o que está fora e talvez, nem o que se passa dentro. E o medo de que o sonho seja mais um pesadelo?
    
        A insônia é o recorte de uma existência e quiçá um dia, façamos um corte-fluxo nos pensamentos madrugadeiros e deles, uma colcha de retalhos que nos proteja do frio que infringimos a nós mesmos. Até lá, outra vez, bom dia.

Autora: Adriana Antunes – GZH (adaptado).
A autora recorre a imagens e construções simbólicas para representar o desamparo da consciência diante da insônia. Considerando o conjunto do texto, pode-se afirmar que o tom predominante da narrativa é de:
Alternativas
Q3698678 Português
TEXTO PARA A QUESTÃO.

A insônia é carrasca

        Não comecei nada que terminei, li por aí. Digo e a cabeça se revira de olhos acordados. Apesar de não saber a partir do que a coisa começa. Talvez porque acorde em meio à noite e durante o escuro da noite tudo toma outra dimensão. Tudo na madrugada é mais fantasmagórico. Carrego uma leve suspeita de que esse acordar repentino e repetido diz respeito a mim e a ti. Uma tentativa de apartar as coisas ditas, desditas e malditas e a angústia que aperta o corpo. Compramos a ilusão do mau agouro das coisas atravessadas e já que foram ditas pela metade, a outra parte se transforma num monstro. Não sei bem se tu me entende, mas talvez, sinta o mesmo. Daí o acordar seguido, madrugada após madrugada, sempre na mesma hora. Insônia maldição. Essa consciência atravessada pelo cansaço das horas. A vida como parte componente, sempre partida ao meio. Uma parte não toda. E o medo a rosnar pelos cantos. Medo de ser captado, capturado nessa farsa alargada de achar que está tudo bem. A noite produz sombras. Ou, as revela.
    
        Acendo a luz numa busca frustrada do sono diante do descompasso constante da noite que galopa em direção ao dia. A cabeça como uma ilha, lugar povoado de pensamentos, encantamentos e reconhecimentos da estranheza do mundo. Nós e nossos pensamentos num campo desviante e errante sem mapa ou bússola. A insônia é carrasca, carrega ao extremo colapsante dos minutos que demoram a passar. Arrasto os pensamentos pelo quarto, na tentativa de me desvencilhar inutilmente das ideias que aprisionam a mente. Respiro diante das inconformidades. Estarei fadada a não dormir? Nestas horas nem a oração conforta. O pensamento é uma ilha flutuante que tenta se desvencilhar da condição de umbigo do mundo: somos apenas mais uns no mundo sem sono. A ilha como uma parte amputada do continente.
   
        Eu e minhas ficções teóricas e tu, sem saber. Como esquecer o coquetel molotov do que fora dito? A cabeça anda, anda e dá voltas. Na madrugada, durante a insônia, os sentimentos são dinamites. Como se desvencilhar disso tudo sem se perder? Como cair num rio sem se afogar? Como aceitar que dormir é entregar-se aquilo que jamais saberei ser eu? Porque no sono não existimos. Porque conseguir dormir é desistir de tentar fazer diferente. É entregar os pontos. É fechar os olhos e não ver mais nada, nem o que está fora e talvez, nem o que se passa dentro. E o medo de que o sonho seja mais um pesadelo?
    
        A insônia é o recorte de uma existência e quiçá um dia, façamos um corte-fluxo nos pensamentos madrugadeiros e deles, uma colcha de retalhos que nos proteja do frio que infringimos a nós mesmos. Até lá, outra vez, bom dia.

Autora: Adriana Antunes – GZH (adaptado).
No texto, a autora descreve a experiência da vigília noturna como um mergulho no próprio caos interior. Nesse contexto, o estado de insônia é apresentado como:
Alternativas
Q3697439 Português
A colocação pronominal é um dos temas mais complexos da sintaxe normativa. Observe atentamente as orações abaixo e classifique-as quanto ao tipo de colocação pronominal (próclise, mesóclise ou ênclise):

I. Jamais me esquecerei daquele dia. II.Orgulhar-me-ei das conquistas alcançadas. III.Entregou-se completamente ao trabalho. IV.Quando te disseram isso, acreditaste?

Assinale a alternativa correta, que indica a correspondência entre os tipos de colocação pronominal e as orações apresentadas.
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Q3697438 Noções de Primeiros Socorros
A prevenção de acidentes foca em evitar que eles aconteçam através de medidas de segurança. Os primeiros socorros envolvem ações imediatas para ajudar uma pessoa acidentada ou que teve um mal súbito. Analise as afirmativas sobre prevenção de acidentes e primeiros socorros:

I.É essencial reconhecer, avaliar e priorizar a necessidade de primeiros socorros em qualquer situação de risco.
II.A prevenção de acidentes na escola deve envolver toda a comunidade escolar, incluindo professores, alunos e familiares.
III.O professor deve sempre tentar realizar todos os procedimentos médicos, mesmo sem ter conhecimento ou habilidades específicas.
IV.Orientações diárias e práticas pedagógicas significativas contribuem para o desenvolvimento de habilidades de autocuidado nas crianças.

É correto o que se afirma em:
Alternativas
Q3697437 Pedagogia
O Projeto Político-Pedagógico (PPP) não deve ser entendido como um simples documento burocrático, mas sim como uma construção coletiva que orienta a prática educativa, articulando a dimensão pedagógica com a política, e contribuindo para a formação de cidadãos críticos, participativos e comprometidos. Nesse contexto, o Projeto Político-Pedagógico (PPP):
Alternativas
Q3697436 Pedagogia
A ética está relacionada à capacidade de decidir, julgar e avaliar ações de acordo com princípios e valores que orientam a convivência em sociedade. Na Educação Infantil, a prática ética do professor envolve não apenas transmitir conteúdos acadêmicos, mas também agir como modelo de comportamento social. Nesse contexto, o profissional que apresenta uma prática pautada na ética deve:
Alternativas
Q3697435 Pedagogia
As Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Infantil (DCNEI) orientam que as práticas pedagógicas estejam centradas em dois eixos norteadores fundamentais. Esses eixos visam possibilitar à criança não apenas a aprendizagem de conteúdos, mas principalmente a construção de experiências significativas de vida. Com base nessas orientações, assinale a alternativa correta:
Alternativas
Q3697434 Pedagogia
As práticas pedagógicas na educação infantil valorizam a exploração, a criatividade e o desenvolvimento integral da criança. Sobre essas práticas, analise as alternativas e marque com V (Verdadeiras) ou F (Falsas):

(_)O planejamento na Educação Infantil deve prever situações significativas que permitam experiências com o mundo físico e social.

(_)A rotina diária deve ser organizada de forma diversa e enriquecedora.

(_)O protagonismo infantil deve ser incentivado, estimulando soluções para conflitos.

(_)O professor deve apenas observar as interações, sem intervir ou planejar.


Assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA, de cima para baixo:
Alternativas
Q3697433 Pedagogia
Educação inclusiva e diversidade estão interligadas, enquanto a educação inclusiva cria o ambiente educacional de valorização, a diversidade reconhece que cada indivíduo é único.
Associe os princípios da educação inclusiva (Coluna A) às suas descrições (Coluna B).

Coluna A
I.Valorização da diversidade II.Acesso igualitário III.Participação ativa IV.Colaboração entre educadores

Coluna B
A.Reconhecimento e respeito pelas diferenças individuais dos alunos, compreendendo que cada criança ou jovem possui suas próprias características, ritmos de aprendizagem, origens culturais e necessidades específicas, as quais devem ser valorizadas como parte do processo educativo.

B.Trabalho em equipe entre professores da sala regular, especialistas em educação inclusiva e outros profissionais de apoio, visando a construção coletiva de estratégias pedagógicas que favoreçam a aprendizagem de todos os estudantes em um ambiente de cooperação.

C.Garantia de oportunidades de aprendizado a todos os estudantes, assegurando acesso igualitário ao currículo, aos recursos didáticos, aos espaços escolares e às práticas pedagógicas, independentemente de suas condições físicas, cognitivas, sociais ou culturais.

D.Incentivo à presença, participação ativa e engajamento dos alunos em atividades escolares e sociais, promovendo o protagonismo estudantil e a integração entre colegas, de modo que todos se sintam pertencentes à comunidade escolar.



Assinale a alternativa com a associação correta:
Alternativas
Q3697432 Pedagogia
A intencionalidade pedagógica na Educação Infantil não se restringe à disponibilização de materiais, mas também ao modo como os espaços são organizados. Nesse contexto, o que significa dizer que "tudo que diz respeito ao espaço e aos materiais tem de ter um propósito"? 
Alternativas
Q3697431 Pedagogia
Os princípios pedagógicos da Educação Infantil baseiam-se na concepção da criança como um ser ativo, com direitos e aprendizado integral, valorizando a brincadeira, a afetividade, a autonomia e a inclusão. Analise as assertivas sobre a concepção de educar na Educação Infantil:

I.Educar significa apenas ensinar conteúdos curriculares, pois cuidar já contempla o desenvolvimento humano.
II.Educar é promover aprendizagens, conhecimentos e formação pessoal do indivíduo.
III.O ato de educar deve valorizar a criança em suas singularidades e necessidades.
IV.Educar e cuidar, embora distintos, devem estar intimamente relacionados na prática da Educação Infantil.


É correto o que se afirma em:
Alternativas
Q3697430 Pedagogia
A Base Nacional Comum Curricular (BNCC) reconhece que as creches e pré-escolas devem acolher as vivências e os conhecimentos da criança e articulá-los em suas propostas pedagógicas. Analise as afirmativas sobre a Educação Infantil segundo a Base Nacional Comum Curricular (BNCC):

I.O brincar e o cuidar são fundamentais para o desenvolvimento integral da criança.
II.As práticas pedagógicas devem ter como eixos estruturantes as interações e a brincadeira.
III.A Educação Infantil deve substituir completamente os conhecimentos e experiências recebidos na família.
IV.A interação com pares e adultos possibilita aprendizagens significativas e socialização.


É correto o que se afirma em: 
Alternativas
Q3697429 Direito da Criança e do Adolescente - Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) - Lei nº 8.069 de 1990
O Art. 3º do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) assegura que todas as crianças e adolescentes gozam de direitos fundamentais, com foco no desenvolvimento integral. Considerando esse princípio, assinale a alternativa correta:
Alternativas
Respostas
12281: C
12282: D
12283: B
12284: C
12285: A
12286: C
12287: A
12288: D
12289: B
12290: D
12291: B
12292: D
12293: C
12294: B
12295: C
12296: C
12297: B
12298: C
12299: C
12300: D