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Q4044767 Pedagogia
Sobre o Projeto Político-Pedagógico, analise as assertivas abaixo e julgue-as em Verdadeiras (V) ou Falsas (F):
( ) O Projeto Político-Pedagógico não é uma peça burocrática e sim um instrumento de gestão e de compromisso político e pedagógico coletivo. Não é feito para ser mandado para alguém ou algum setor, mas sim para ser usado como referência para as lutas da escola. É um resumo das condições e funcionamento da escola e, ao mesmo tempo, um diagnóstico seguido de compromissos aceitos e firmados pela escola consigo mesma - sob o olhar atento do poder público.
( ) O Projeto Político-Pedagógico é a materialização da identidade da instituição e, por essa razão, deve ser construído de forma democrática, com a participação da comunidade escolar de forma mais transparente possível.
( ) O Projeto Político-Pedagógico tem como finalidade orientar o trabalho cotidiano realizado na escola, em suas dimensões pedagógica, administrativa e financeira. Essas esferas são faces dissociáveis da gestão escolar, elemento responsável pela articulação e implementação da proposta pedagógica da escola.
Qual alternativa preenche, CORRETAMENTE, os parênteses acima, na ordem em que aparecem? 
Alternativas
Q4044766 Português

A respeito dos gêneros textuais orais e escritos, marque a alternativa CORRETA.

Alternativas
Q4044765 Pedagogia
A respeito do planejamento escolar, analise as assertivas a seguir:
I. Mesmo para o professor mais experiente, o planejamento é importante, pois possibilita "parar" para refletir cada momento da aula, diante de cada turma específica e, caso necessário, redirecionar suas atividades, adequando-se aos estilos de aprendizagem e às carências específicas de cada turma.
II. Na construção do planejamento pedagógico, é imprescindível que o professor e a instituição busquem os mesmos objetivos educacionais, ou seja, suas propostas pedagógicas se entrelacem e visem o mesmo fim. Caso contrário, o que foi planejado não poderá ser executado, pois a instituição não acredita em uma ação pedagógica diferente da sua proposta educacional.
III. O planejamento deve ser uma atividade sistemática do professor, pois, com isso, evita-se a improvisação e uma rotina monótona de atividades corriqueiras em sala.
Está(ão) CORRETA(S):
Alternativas
Q4044764 Pedagogia
A respeito da inclusão escolar, analise a sentença abaixo:
A inclusão diz respeito a todos os alunos, e não somente a alguns. Ela envolve uma mudança de cultura e de organização da escola para assegurar acesso e participação para todos os alunos que a frequentam regularmente e para aqueles que agora estão em serviço segregado, mas que podem retornar à escola em algum momento (1ª parte). Os anos de 1980 foram considerados décadas dos tratados. Originaram-se as primeiras declarações e tratados defendendo o processo inclusivo (2ª parte). A partir desses resultados, nos anos 90, surgem os primeiros movimentos que apontavam para um novo paradigma educacional, desta vez a "Inclusão", no sentido da palavra que significa fazer parte de, não só estar na escola fisicamente, mas participar efetivamente das experiências pedagógicas, integrar e socializar-se com os demais alunos, além de aprender segundo suas potencialidades e limitações (3ª parte).
A sentença está: 
Alternativas
Q4044763 História
Sobre a Base Nacional Comum Curricular (BNCC), analise os itens a seguir:
I. A escola e a diversidade do grupo social envolvido.
II. A vida em casa, a vida na escola e formas de representação social e espacial: os jogos e brincadeiras como forma de interação social e espacial.
III. A sobrevivência e a relação com a natureza.
IV. A produção dos marcos da memória: formação cultural da população.
Quantos dos itens anteriores são Objetos de Conhecimento da disciplina de História do 1º ano do Ensino Fundamental?
Alternativas
Q4044761 Pedagogia
Neste estágio do desenvolvimento cognitivo, de acordo com Jean Piaget, as crianças adquirem a capacidade de realizar operações mentais reversíveis, ou seja, são capazes de pensar em ações e operações que podem ser desfeitas ou revertidas. Isso significa que elas conseguem entender que uma quantidade de líquido, por exemplo, permanece a mesma, mesmo que seja transferida de um recipiente para outro. A descrição acima é compatível com qual etapa do desenvolvimento cognitivo?
Alternativas
Q4044760 Pedagogia
No contexto das práticas pedagógicas contemporâneas, a avaliação somativa cumpre um papel específico de ensino-aprendizagem. Considerando isso, marque a alternativa que descreve CORRETAMENTE a sua função primordial.
Alternativas
Q4044759 Pedagogia
Na perspectiva da organização da ação docente, a didática e compreendida como um conceito normativo e instrumental que articula a teoria pedagógica com o desenvolvimento dos conteúdos na sala de aula com as crianças. Diante disso, assinale a alternativa que define de forma CORRETA a natureza da mediação didática no processo de ensino-aprendizagem.
Alternativas
Q4044401 Matemática
Em um município, o volume de água V(t), em milhares de litros, presente em um reservatorio ao longo do tempo t em horas, apos o início de uma recarga, e modelado pela função:
V(t)=  ln (t2 - 4t + 5), 
com t Imagem associada para resolução da questão 0

O engenheiro responsável deseja analisar o comportamento da taxa instantânea de variação do volume para identificar o instante em que o volume do reservatório atinge seu valor mínimo, o que ocorre quando a taxa de variação se torna nula. Com base nesse modelo, em que instante a taxa de variação do volume é nula?
Alternativas
Q4044399 Legislação Federal
Durante o segundo bimestre, em uma turma do 1° ano do Ensino Medio integrado, um Professor percebe que um estudante de 16 anos, regularmente matriculado, apresenta faltas frequentes, queda significativa no rendimento e comportamento apático em sala de aula. Ao conversar com o estudante, descobre que ele passou a trabalhar no período noturno para ajudar financeiramente a família. O Professor comunica o fato à equipe pedagogica, que decide manter o aluno na mesma rotina, argumentando que "as regras são iguais para todos" e que "não cabe flexibilização". Diante dessa situação, o Professor questiona a decisão da equipe, fundamentando-se na Lei no 9.394/1996 (Lei de Diretrizes e Bases - LDB). A luz da LDB, assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q4044363 Literatura
O Arcadismo brasileiro, também chamado de Neoclassicismo, desenvolveu-se no século XVIII em diálogo com valores estéticos de equilíbrio, simplicidade e retomada de modelos clássicos. Sobre esse movimento literário, assinale a alternativa INCORRETA.
Alternativas
Q4044362 Português
A praça e o lixo


    A praça é o palco da vida pública. Sobre as pedras da Acrópole, Sócrates parava gente comum para perguntar o que e justiça, beleza, verdade. A democracia, ou pelo menos a sua ideia, nasceu no espaço mais plural possível, onde a diferença não e defeito, é condição.

    A praça também e feira, Íesta, anúncio de milagre, arte. É concerto e é ruído. Há quem venda pomada para a dor e quem venda profecia para a alma; há quem cante com técnica e há quem nos emocione com um violão desafinado. A praça funciona como moldura, um enquadramento para a vida social. Essa moldura urbana tem a peculiaridade de aceitar qualquer conteúdo. Cabe todo mundo. O colorido das etnias, a musicalidade das vozes, as brincadeiras de todas as tribos. A convivência no seu ponto mais avançado. E, por isso mesmo, mais frágil.

   Se existe uma viftude decisiva no domínio que nós, sapiens, conquistamos, talvez seja a capacidade de conviver e se misturar. As descobertas mais recentes sobre o destino dos nossos "primos" neandertais desmontam a fantasia heroica da chacina absoluta. Nós não apenas passamos por eles; cruzamos com eles. Carregamos algo deles no corpo, no sangue, no DNA, como uma memória inconsciente. A praça celebra o potencial de estar com o outro radical e, mais que isso, trocar, aprender, ser atravessado.

     Mas não quero idealizar demais. É verdade que o nosso país trata essa vocação como uma ideia perigosa. O medo da violência urbana empurra parte de nós para fora da vida em comum. A alternativa mais radical tem nome limpo e portaria pesada: condomínio. Entrar em alguns parece exigir mais protocolos do que entrar no caixa do Banco Central. O medo não é invenção, mas o preço é alto. Não falo do custo que o dinheiro paga, mas do custo da convivência. Viver só entre iguais, além de não ser totalmente verdade, é profundamente empobrecedor.

     Isso acontece em qualquer bairro, em qualquer rua. Por economia, gosto, historia pessoal, a gente tende a morar perto de quem se parece mais ou menos conosco. E, ainda assim, voltando para casa, eu olhei de longe e não soube reconhecer a figura na esquina da minha rua. Era um vizinho largando sacos de resíduos? Era alguém procurando "algo"? A dúvida durou poucos segundos, mas ficou em mim como uma acusação.

    Pensei então que o contêiner de lixo e, muitas vezes, a única ponte para fora da bolha. Uns deixam os restos. E aquilo que é resto para uns é tudo para quem recolhe. No lixo, revela-se uma verdade sem maquiagem: ali somos menos que bicho. E volta, como um soco antigo, a frase de Bandeira: "Esse bicho, meu Deus, era um homem."


Autor: Júlio César Kunz - GZH (adaptado).
A análise sintática de períodos do texto exige observar a funçâo exercida pelos termos na construção do sentido. Com base em trechos do texto, analise as assertivas a seguir:

I. Em A praça é o palco da vida pública, o termo o palco da vida pública exerce função de predicativo do sujeito.
II. Em Sócrates parava gente comum, o termo gente comum exerce função de objeto direto.
IIl. Em A praça também é feira, festa, anúncio de milagre, arte, os termos feira, festa, anúncio de milagre, arte exercem Íunção de sujeitos compostos.
IV. Em A dúvida durou poucos segundos, o termo poucos segundos exerce função de adjunto adverbial de tempo.

Estão CORRETAS:
Alternativas
Q4044361 Português
A praça e o lixo


    A praça é o palco da vida pública. Sobre as pedras da Acrópole, Sócrates parava gente comum para perguntar o que e justiça, beleza, verdade. A democracia, ou pelo menos a sua ideia, nasceu no espaço mais plural possível, onde a diferença não e defeito, é condição.

    A praça também e feira, Íesta, anúncio de milagre, arte. É concerto e é ruído. Há quem venda pomada para a dor e quem venda profecia para a alma; há quem cante com técnica e há quem nos emocione com um violão desafinado. A praça funciona como moldura, um enquadramento para a vida social. Essa moldura urbana tem a peculiaridade de aceitar qualquer conteúdo. Cabe todo mundo. O colorido das etnias, a musicalidade das vozes, as brincadeiras de todas as tribos. A convivência no seu ponto mais avançado. E, por isso mesmo, mais frágil.

   Se existe uma viftude decisiva no domínio que nós, sapiens, conquistamos, talvez seja a capacidade de conviver e se misturar. As descobertas mais recentes sobre o destino dos nossos "primos" neandertais desmontam a fantasia heroica da chacina absoluta. Nós não apenas passamos por eles; cruzamos com eles. Carregamos algo deles no corpo, no sangue, no DNA, como uma memória inconsciente. A praça celebra o potencial de estar com o outro radical e, mais que isso, trocar, aprender, ser atravessado.

     Mas não quero idealizar demais. É verdade que o nosso país trata essa vocação como uma ideia perigosa. O medo da violência urbana empurra parte de nós para fora da vida em comum. A alternativa mais radical tem nome limpo e portaria pesada: condomínio. Entrar em alguns parece exigir mais protocolos do que entrar no caixa do Banco Central. O medo não é invenção, mas o preço é alto. Não falo do custo que o dinheiro paga, mas do custo da convivência. Viver só entre iguais, além de não ser totalmente verdade, é profundamente empobrecedor.

     Isso acontece em qualquer bairro, em qualquer rua. Por economia, gosto, historia pessoal, a gente tende a morar perto de quem se parece mais ou menos conosco. E, ainda assim, voltando para casa, eu olhei de longe e não soube reconhecer a figura na esquina da minha rua. Era um vizinho largando sacos de resíduos? Era alguém procurando "algo"? A dúvida durou poucos segundos, mas ficou em mim como uma acusação.

    Pensei então que o contêiner de lixo e, muitas vezes, a única ponte para fora da bolha. Uns deixam os restos. E aquilo que é resto para uns é tudo para quem recolhe. No lixo, revela-se uma verdade sem maquiagem: ali somos menos que bicho. E volta, como um soco antigo, a frase de Bandeira: "Esse bicho, meu Deus, era um homem."


Autor: Júlio César Kunz - GZH (adaptado).
Quanto à configuração fonetica de vocábulos do texto, é CORRETO afirmar que:
Alternativas
Q4044360 Português
A praça e o lixo


    A praça é o palco da vida pública. Sobre as pedras da Acrópole, Sócrates parava gente comum para perguntar o que e justiça, beleza, verdade. A democracia, ou pelo menos a sua ideia, nasceu no espaço mais plural possível, onde a diferença não e defeito, é condição.

    A praça também e feira, Íesta, anúncio de milagre, arte. É concerto e é ruído. Há quem venda pomada para a dor e quem venda profecia para a alma; há quem cante com técnica e há quem nos emocione com um violão desafinado. A praça funciona como moldura, um enquadramento para a vida social. Essa moldura urbana tem a peculiaridade de aceitar qualquer conteúdo. Cabe todo mundo. O colorido das etnias, a musicalidade das vozes, as brincadeiras de todas as tribos. A convivência no seu ponto mais avançado. E, por isso mesmo, mais frágil.

   Se existe uma viftude decisiva no domínio que nós, sapiens, conquistamos, talvez seja a capacidade de conviver e se misturar. As descobertas mais recentes sobre o destino dos nossos "primos" neandertais desmontam a fantasia heroica da chacina absoluta. Nós não apenas passamos por eles; cruzamos com eles. Carregamos algo deles no corpo, no sangue, no DNA, como uma memória inconsciente. A praça celebra o potencial de estar com o outro radical e, mais que isso, trocar, aprender, ser atravessado.

     Mas não quero idealizar demais. É verdade que o nosso país trata essa vocação como uma ideia perigosa. O medo da violência urbana empurra parte de nós para fora da vida em comum. A alternativa mais radical tem nome limpo e portaria pesada: condomínio. Entrar em alguns parece exigir mais protocolos do que entrar no caixa do Banco Central. O medo não é invenção, mas o preço é alto. Não falo do custo que o dinheiro paga, mas do custo da convivência. Viver só entre iguais, além de não ser totalmente verdade, é profundamente empobrecedor.

     Isso acontece em qualquer bairro, em qualquer rua. Por economia, gosto, historia pessoal, a gente tende a morar perto de quem se parece mais ou menos conosco. E, ainda assim, voltando para casa, eu olhei de longe e não soube reconhecer a figura na esquina da minha rua. Era um vizinho largando sacos de resíduos? Era alguém procurando "algo"? A dúvida durou poucos segundos, mas ficou em mim como uma acusação.

    Pensei então que o contêiner de lixo e, muitas vezes, a única ponte para fora da bolha. Uns deixam os restos. E aquilo que é resto para uns é tudo para quem recolhe. No lixo, revela-se uma verdade sem maquiagem: ali somos menos que bicho. E volta, como um soco antigo, a frase de Bandeira: "Esse bicho, meu Deus, era um homem."


Autor: Júlio César Kunz - GZH (adaptado).
A passagem final, em que o autor associa o contêiner de lixo à frase de Manuel Bandeira, aprofunda a crítica social do texto porque:
Alternativas
Q4044359 Português
A praça e o lixo


    A praça é o palco da vida pública. Sobre as pedras da Acrópole, Sócrates parava gente comum para perguntar o que e justiça, beleza, verdade. A democracia, ou pelo menos a sua ideia, nasceu no espaço mais plural possível, onde a diferença não e defeito, é condição.

    A praça também e feira, Íesta, anúncio de milagre, arte. É concerto e é ruído. Há quem venda pomada para a dor e quem venda profecia para a alma; há quem cante com técnica e há quem nos emocione com um violão desafinado. A praça funciona como moldura, um enquadramento para a vida social. Essa moldura urbana tem a peculiaridade de aceitar qualquer conteúdo. Cabe todo mundo. O colorido das etnias, a musicalidade das vozes, as brincadeiras de todas as tribos. A convivência no seu ponto mais avançado. E, por isso mesmo, mais frágil.

   Se existe uma viftude decisiva no domínio que nós, sapiens, conquistamos, talvez seja a capacidade de conviver e se misturar. As descobertas mais recentes sobre o destino dos nossos "primos" neandertais desmontam a fantasia heroica da chacina absoluta. Nós não apenas passamos por eles; cruzamos com eles. Carregamos algo deles no corpo, no sangue, no DNA, como uma memória inconsciente. A praça celebra o potencial de estar com o outro radical e, mais que isso, trocar, aprender, ser atravessado.

     Mas não quero idealizar demais. É verdade que o nosso país trata essa vocação como uma ideia perigosa. O medo da violência urbana empurra parte de nós para fora da vida em comum. A alternativa mais radical tem nome limpo e portaria pesada: condomínio. Entrar em alguns parece exigir mais protocolos do que entrar no caixa do Banco Central. O medo não é invenção, mas o preço é alto. Não falo do custo que o dinheiro paga, mas do custo da convivência. Viver só entre iguais, além de não ser totalmente verdade, é profundamente empobrecedor.

     Isso acontece em qualquer bairro, em qualquer rua. Por economia, gosto, historia pessoal, a gente tende a morar perto de quem se parece mais ou menos conosco. E, ainda assim, voltando para casa, eu olhei de longe e não soube reconhecer a figura na esquina da minha rua. Era um vizinho largando sacos de resíduos? Era alguém procurando "algo"? A dúvida durou poucos segundos, mas ficou em mim como uma acusação.

    Pensei então que o contêiner de lixo e, muitas vezes, a única ponte para fora da bolha. Uns deixam os restos. E aquilo que é resto para uns é tudo para quem recolhe. No lixo, revela-se uma verdade sem maquiagem: ali somos menos que bicho. E volta, como um soco antigo, a frase de Bandeira: "Esse bicho, meu Deus, era um homem."


Autor: Júlio César Kunz - GZH (adaptado).
No texto, a praça é apresentada como um espaço simbolico que ultrapassa sua dimensão física. A partir da progressão argumentativa construída pelo autor, a principal função dessa imagem é representar:
Alternativas
Q4044348 Geografia
Conjunto de elementos e formas que, em determinado momento, revelam as relações entre homem e natureza em diferentes epocas.

O conceito supracitado trata de qual conceito geográfico? 
Alternativas
Q4044347 Geografia
No contexto do ensino de Geografia, a alfabetização cartográfica é um processo fundamental para que o aluno compreenda a representação do espaço. Ao planejar uma atividade de mapeamento da comunidade escolar, o Professor deve garantir que a prática pedagogica seja inclusiva e representativa. Considerando a Cartografia Temática como ferramenta para a análise socioespacial em sala de aula, analise as assertivas a seguir, julgando-as V, se Verdadeiras, ou F, se Fa lsas.

( ) A escala cartográfica em um mapeamento da comunidade escolar deve ser obrigatoriamente pequena (ex: 1:1.000.000), pois quanto maior o denominador da fração, mais detalhes da infraestrutura podem ser representados.
( ) A produção de mapas táteis e maquetes funcionais é uma estratégia da cartografia temática que promove a inclusão.
( ) A utilização de variáveis visuais como forma, cor e tamanho é essencial na cartografia temática para diferenciar fenômenos qualitativos e quantitativos no espaço representado.

Qual alternativa preenche, CORRETAMENTE, de cima para baixo, os parênteses acima?
Alternativas
Q4044346 Geografia
Em 2023, a imprensa noticiou amplamente dois fatos importantes: o mundo atingiu 8 bilhões de habitantes e o Censo demográfico finalizado em 2022 constatou que o Brasil tinha 203 milhões de pessoas. Essas notícias vieram acompanhadas de análises sobre os crescentes desafios relacionados às dinâmicas populacionais. Com base nesse tema, assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q4044345 Geografia
Os agentes modeladores do relevo terrestre podem ser classificados em endógenos e exogenos, sendo responsáveis pela constante transformação da superfície terrestre ao longo do tempo geologico. O _____ é um agente endógeno modelador do relevo.

Qual alternativa preenche CORRETAIT/ENTE a lacuna?
Alternativas
Q4044344 Geografia
A água e uma das substâncias mais abundantes em nosso planeta e pode ser encontrada em três estados físicos: sólido, como nas grandes geleiras; líquido, como nos oceanos e rios e gasoso, como o vapor na atmosfera. Além de mantenedora da vida, a água desempenha papel fundamental na criação e na transformação das paisagens terrestres. Com base nos conceitos associados à hidrogeografia, numere a Coluna 2 de acordo com a Coluna 1:

Coluna 1:
1. Ciclo hidrologico.
2. Percolação.
3. Precipitação.
4. Lixiviação.
5. Escoamento superficial.

Coluna 2:
( ) Movimentação da água abaixo da superfÍcie, recarregando lençois freáticos e mantendo rios durante secas. Solos argilosos limitam o processo, enquanto os arenosos o facilitam.
( ) Processo de retirada dos nutrientes do solo pela ação da água que penetra nas camadas superficiais do substrato.
( ) Também conhecido como ciclo das águas, e o fenômeno de renovação da água na hidrosfera, essencial para a natureza.
( ) Processo de liberação da água acumulada nas nuvens de volta à superfície terrestre. Isso pode ocorrer na forma de chuva, neve ou granizo.
( ) Processo que ocorre quando a intensidade da chuva excede a capacidade de infiltração do solo.

Qual alternativa preenche, CORRETAMENTE, de cima para baixo, os parênteses da Coluna 2?
Alternativas
Respostas
4961: E
4962: C
4963: E
4964: A
4965: C
4966: D
4967: D
4968: B
4969: C
4970: C
4971: D
4972: A
4973: B
4974: A
4975: E
4976: C
4977: E
4978: A
4979: C
4980: D