Questões de Concurso Comentadas para fiscal de tributos - médio

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Q3894126 Português
Observe a acentuação e grafia dos verbos sublinhados.

1- Os que têm espírito de observação sabem quantos capítulos contém este livro. 2- A noite, os pais leem belas histórias para os filhos. 3- A professora falou que minhas provas contêem muitos erros. 4-Palavras têm poder para modificar fatos. 5- Os moradores vem protestar em frente à prefeitura. 6- Depois de muito calor vêm as tempestades. 7- Alguém se detém demais e mantém a fila parada.
Em todos os períodos, os verbos sublinhados estão corretos quanto à acentuação e grafia, EХСЕТО:
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Q3894125 Português
Há palavras que mudam de significado conforme seu gênero, como se observa nestes exemplos:

"O rádio (aparelho receptor) caiu e quebrou".
"A rádio (estação emissora) noticiou o acidente".
Assinale a alternativa que preenche corretamente as lacunas dos períodos seguintes:
- "Ontem, a polícia prendeu ___ cabeça da quadrilha"
- “Essa prática vai contra ___ moral do povo brasileiro".
- "O time perdeu, mas o técnico conseguiu elevar novamente ____ moral dos jogadores".
"Joana comprou _____ para fazer o bolo"
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Q3894124 Português
Assinale a alternativa cuja pontuação está CORRETA. 
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Q3894123 Português
Assinale a única alternativa CORRETA quanto à grafia e concordância nominal e verbal,
Alternativas
Q3894122 Português
Os pronomes relativos (que, quem, qual, cujo, onde, quanto) substituem um termo da oração anterior e estabelecem relação entre as duas orações, como neste exemplo: Li o livro. Você me falou do livro. "Li o livro de que você me falou". Assinale a alternativa em que os três períodos a seguir estão adequadamente reunidos por meio de pronomes relativos, obedecendo às normas da regência verbal. - As ideias foram expostas na reunião. - Simpatizamos com essas ideias. - Participamos da reunião
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Q3894121 Português
Assinale a alternativa que preenche corretamente as lacunas, observando a grafia das palavras e o emprego correto de crase, pronomes e acentuação, no seguinte texto humorístico, denominado "a mensagem inesperada".
Um casal decidiu passar férias numa praia do Caribe, no mesmo hotel onde passaram a lua de mel ______ 20 anos. Por problemas de trabalho, a mulher não ______ viajar com seu marido, mas iria na semana seguinte. Quando o marido chegou, foi para seu quarto do hotel e viu que havia um computador com internet. Imediatamente, decidiu enviar um e-mail _____ esposa, mas errou uma letra no endereço e não percebeu que a mensagem foi enviada _____ outra pessoa. O e-mail foi recebido por uma viúva que acabara de chegar do enterro do seu marido. Ao entrar na casa, o filho da pobre viúva _____ desmaiada perto do computador, em cuja na tela se podia ler: "Querida esposa, cheguei bem. Imagino que você esteja surpresa ao receber notícias minhas por e-mail, mas agora aqui tem computador e eu posso usar o quanto quiser. Acabei de chegar e vi que está tudo preparado para sua chegada na semana que vem. Um beijo do seu marido".
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Q3894120 Português

As vítimas


     Viralizou nas redes sociais o vídeo que mostra uma motorista em Brasília, abordada pela fiscalização de rânsito da PM, jogando a bolsa no chão e dirigindose a uma árvore, na qual, por várias vezes, arremessa seu rosto contra o tronco, de casca grossa. Depois ela se volta, pedindo para os acompanhantes dela gravarem: lo" olha aqui, ele me agrediu, filme aqui". Insistia em que fora agredida pelo PM, sem saber que havia sido filmada batendo o rosto na árvore. A tentativa era inverter a condição de agressora da lei para a de agredida pelo agente da lei. Isso é mais comum do que se imagina. Contou-me um delegado da Polícia Federal que um detido no compartimento de trás da viatura havia sucessivamente golpeado o nariz com o joelho, para se mostrar como vítima ao juiz da audiência de custódia. Em outra ocasião, já dentro do fórum, um detido se feriu jogando-se na quina da porta por onde passariam. A Mariana, que jogou o rosto na árvore, já estava formada em vitimização.


       Bandidos devem ter aprendido esse argumento com intelectuais que defendem a tese de que todos são vítimas. Em geral, vítimas da sociedade opressora, burguesa e fascista. Vítimas do preconceito, das desigualdades sociais. Por isso, a idosa de Caxias do Sul, que atirou e matou um ladrão que invadira sua casa, acabou indiciada por usar um velho revólver com munição ultravencida. Defensores de bandidos aplaudiram: afinal, ele só queria roubar. Logo vão defender o livre exercício da profissão de assaltante, ou de vendedor de cocaína. Vão justificar que o latrocida apenas atirou e matou porque o assaltado não seguiu a recomendação da polícia para não resistir. A velhinha de Caxias não cumpriu a lei do desarmamento, pois tinha revólver em casa. Ora já se viu ter o direito de se preparar para defender seu refúgio, seu abrigo, sua caverna, sua cidadela, que é seu lar? Ou reagir ante o ladrão que quer apenas equilibrar uma injustiça social, tirando de quem tem?

   

       No Rio, essa cultura é soberana. Com isso, as vítimas reais dessa criminosa ideologia estão enjauladas em casa, onde, mesmo assim, são vítimas de balas perdidas. Todos foram desarmados, menos os bandidos, que usam ostensivamente fuzis, metralhadoras e granadas. Tudo gente boa, que sofre da síndrome de não dar valor à vida dos outros. Nem se importam de vender drogas em torno de escolas. Assim como os que sustentam os bandos de criminosos não se sentem constrangi ngidos em fazer passeatas pedindo paz.A cocaína não os deixa pensar que são eles que sustentam a guerra.

   

    Defensores de bandidos, felizmente, são minoria. Fico observando a reação das pessoas quando a Polícia Civil de São Paulo elimina um bando de assaltantes de residência, todos bem armados; ou, como aconteceu esta semana em Brasília, quando um Cabo PM à paisana reagiu a um assalto em ônibus e matou os dois assaltantes armados. A maioria aplaude, mas nos meios de informação teme-se encorajar a morte de nossos queridos bandidos de estimação. No Congresso, os que querem representar maioria estão reagindo. Embora o jornalista os chame pejorativamente de "bancada da bala”, a maioria torce por mudanças no Estatuto do Desarmamento e nos direitos dos que nos aprisionam pelo medo ou nos fazem chorar a perda de bens e, principalmente, de amigos e parentes.


Alexandre Garcia

www.sonoticias.com.br,27/09/201

"A tentativa era inverter a condição de agressora da lei para a de agredida pelo agente da lei. Isso é mais comum do que se imagina”. Mais comum é um predicativo do sujeito, pois expressa um estado, uma característica que se refere ao sujeito (isso). Analise os períodos a seguir.

1- Bandidos devem ter aprendido esse argumento com intelectuais que defendem a tese de que todos são vítimas.
2- A tentativa era inverter a condição de agressora da lei para a de agredida pelo agente da lei.
3- No Rio, essa cultura é soberana.
4 - A Mariana, que jogou o rosto na árvore, já estava formada em vitimização.
5- Defensores de bandidos, felizmente, são minoria.
6- Um Cabo PM à paisana reagiu a um assalto em ônibus e matou os dois assaltantes armados.

A palavra sublinhada também desempenha a função sintática de predicativo do sujeito:
Alternativas
Q3894119 Português

As vítimas


     Viralizou nas redes sociais o vídeo que mostra uma motorista em Brasília, abordada pela fiscalização de rânsito da PM, jogando a bolsa no chão e dirigindose a uma árvore, na qual, por várias vezes, arremessa seu rosto contra o tronco, de casca grossa. Depois ela se volta, pedindo para os acompanhantes dela gravarem: lo" olha aqui, ele me agrediu, filme aqui". Insistia em que fora agredida pelo PM, sem saber que havia sido filmada batendo o rosto na árvore. A tentativa era inverter a condição de agressora da lei para a de agredida pelo agente da lei. Isso é mais comum do que se imagina. Contou-me um delegado da Polícia Federal que um detido no compartimento de trás da viatura havia sucessivamente golpeado o nariz com o joelho, para se mostrar como vítima ao juiz da audiência de custódia. Em outra ocasião, já dentro do fórum, um detido se feriu jogando-se na quina da porta por onde passariam. A Mariana, que jogou o rosto na árvore, já estava formada em vitimização.


       Bandidos devem ter aprendido esse argumento com intelectuais que defendem a tese de que todos são vítimas. Em geral, vítimas da sociedade opressora, burguesa e fascista. Vítimas do preconceito, das desigualdades sociais. Por isso, a idosa de Caxias do Sul, que atirou e matou um ladrão que invadira sua casa, acabou indiciada por usar um velho revólver com munição ultravencida. Defensores de bandidos aplaudiram: afinal, ele só queria roubar. Logo vão defender o livre exercício da profissão de assaltante, ou de vendedor de cocaína. Vão justificar que o latrocida apenas atirou e matou porque o assaltado não seguiu a recomendação da polícia para não resistir. A velhinha de Caxias não cumpriu a lei do desarmamento, pois tinha revólver em casa. Ora já se viu ter o direito de se preparar para defender seu refúgio, seu abrigo, sua caverna, sua cidadela, que é seu lar? Ou reagir ante o ladrão que quer apenas equilibrar uma injustiça social, tirando de quem tem?

   

       No Rio, essa cultura é soberana. Com isso, as vítimas reais dessa criminosa ideologia estão enjauladas em casa, onde, mesmo assim, são vítimas de balas perdidas. Todos foram desarmados, menos os bandidos, que usam ostensivamente fuzis, metralhadoras e granadas. Tudo gente boa, que sofre da síndrome de não dar valor à vida dos outros. Nem se importam de vender drogas em torno de escolas. Assim como os que sustentam os bandos de criminosos não se sentem constrangi ngidos em fazer passeatas pedindo paz.A cocaína não os deixa pensar que são eles que sustentam a guerra.

   

    Defensores de bandidos, felizmente, são minoria. Fico observando a reação das pessoas quando a Polícia Civil de São Paulo elimina um bando de assaltantes de residência, todos bem armados; ou, como aconteceu esta semana em Brasília, quando um Cabo PM à paisana reagiu a um assalto em ônibus e matou os dois assaltantes armados. A maioria aplaude, mas nos meios de informação teme-se encorajar a morte de nossos queridos bandidos de estimação. No Congresso, os que querem representar maioria estão reagindo. Embora o jornalista os chame pejorativamente de "bancada da bala”, a maioria torce por mudanças no Estatuto do Desarmamento e nos direitos dos que nos aprisionam pelo medo ou nos fazem chorar a perda de bens e, principalmente, de amigos e parentes.


Alexandre Garcia

www.sonoticias.com.br,27/09/201

Alexandre Garcia usou inúmeras vezes a palavra "que", como nestes dois períodos: "Viralizou esta semana nas redes sociais o vídeo que mostra uma motorista em Brasília jogando a bolsa no chão". Nesse período, "que" é um pronome relativo, pois se refere a um termo anterior (vídeo) e corresponde ao pronome relativo o qual. Já no período "Vão justificar que o latrocida apenas atirou porque o assaltado não seguiu a recomendação da polícia", "que" é um conectivo, pois liga duas orações. Analise os períodos a seguir:

1- Tudo gente boa, que sofre da síndrome de não dar valor à vida dos outros.
2- A idosa de Caxias do Sul, que atirou e matou um ladrão, acabou indiciada por usar um velho revólver com munição ultravencida.
3 - A cocaína não os deixa pensar que são eles que sustentam a guerra.
4- A idosa atirou e matou um ladrão que invadira sua casa.
5- A Mariana, que jogou o rosto na árvore, já estava formada em vitimização.
6 - Bandidos devem ter aprendido esse argumento com intelectuais que defendem a tese de que todos são vítimas.
7- Contou-me um delegado da Polícia Federal que um detido no compartimento de trás da viatura havia sucessivamente golpeado o nariz com o joelho.
8 - Ou reagir ante o ladrão que quer apenas equilibrar uma injustiça social, tirando de quem tem?

Em todos os períodos acima, a palavra sublinhada (que) também é um pronome relativo, EXCETO:
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Q3894118 Português

As vítimas


     Viralizou nas redes sociais o vídeo que mostra uma motorista em Brasília, abordada pela fiscalização de rânsito da PM, jogando a bolsa no chão e dirigindose a uma árvore, na qual, por várias vezes, arremessa seu rosto contra o tronco, de casca grossa. Depois ela se volta, pedindo para os acompanhantes dela gravarem: lo" olha aqui, ele me agrediu, filme aqui". Insistia em que fora agredida pelo PM, sem saber que havia sido filmada batendo o rosto na árvore. A tentativa era inverter a condição de agressora da lei para a de agredida pelo agente da lei. Isso é mais comum do que se imagina. Contou-me um delegado da Polícia Federal que um detido no compartimento de trás da viatura havia sucessivamente golpeado o nariz com o joelho, para se mostrar como vítima ao juiz da audiência de custódia. Em outra ocasião, já dentro do fórum, um detido se feriu jogando-se na quina da porta por onde passariam. A Mariana, que jogou o rosto na árvore, já estava formada em vitimização.


       Bandidos devem ter aprendido esse argumento com intelectuais que defendem a tese de que todos são vítimas. Em geral, vítimas da sociedade opressora, burguesa e fascista. Vítimas do preconceito, das desigualdades sociais. Por isso, a idosa de Caxias do Sul, que atirou e matou um ladrão que invadira sua casa, acabou indiciada por usar um velho revólver com munição ultravencida. Defensores de bandidos aplaudiram: afinal, ele só queria roubar. Logo vão defender o livre exercício da profissão de assaltante, ou de vendedor de cocaína. Vão justificar que o latrocida apenas atirou e matou porque o assaltado não seguiu a recomendação da polícia para não resistir. A velhinha de Caxias não cumpriu a lei do desarmamento, pois tinha revólver em casa. Ora já se viu ter o direito de se preparar para defender seu refúgio, seu abrigo, sua caverna, sua cidadela, que é seu lar? Ou reagir ante o ladrão que quer apenas equilibrar uma injustiça social, tirando de quem tem?

   

       No Rio, essa cultura é soberana. Com isso, as vítimas reais dessa criminosa ideologia estão enjauladas em casa, onde, mesmo assim, são vítimas de balas perdidas. Todos foram desarmados, menos os bandidos, que usam ostensivamente fuzis, metralhadoras e granadas. Tudo gente boa, que sofre da síndrome de não dar valor à vida dos outros. Nem se importam de vender drogas em torno de escolas. Assim como os que sustentam os bandos de criminosos não se sentem constrangi ngidos em fazer passeatas pedindo paz.A cocaína não os deixa pensar que são eles que sustentam a guerra.

   

    Defensores de bandidos, felizmente, são minoria. Fico observando a reação das pessoas quando a Polícia Civil de São Paulo elimina um bando de assaltantes de residência, todos bem armados; ou, como aconteceu esta semana em Brasília, quando um Cabo PM à paisana reagiu a um assalto em ônibus e matou os dois assaltantes armados. A maioria aplaude, mas nos meios de informação teme-se encorajar a morte de nossos queridos bandidos de estimação. No Congresso, os que querem representar maioria estão reagindo. Embora o jornalista os chame pejorativamente de "bancada da bala”, a maioria torce por mudanças no Estatuto do Desarmamento e nos direitos dos que nos aprisionam pelo medo ou nos fazem chorar a perda de bens e, principalmente, de amigos e parentes.


Alexandre Garcia

www.sonoticias.com.br,27/09/201

"No Congresso, os que querem representar a maioria estão reagindo. Embora o jornalista os chame pejorativamente de 'bancada da bala', a maioria torce por mudanças no Estatuto do Desarmamento e nos direitos dos que nos aprisionam pelo medo ou nos fazem chorar a perda de bens e, principalmente, de amigos e parentes". Usa-se a palavra embora para introduzir uma oração subordinada e indica oposição a uma outra ideia, e pode ser substituída, sem alterar o sentido, por todas as citadas a seguir, EXCETO: 
Alternativas
Q3894117 Português

As vítimas


     Viralizou nas redes sociais o vídeo que mostra uma motorista em Brasília, abordada pela fiscalização de rânsito da PM, jogando a bolsa no chão e dirigindose a uma árvore, na qual, por várias vezes, arremessa seu rosto contra o tronco, de casca grossa. Depois ela se volta, pedindo para os acompanhantes dela gravarem: lo" olha aqui, ele me agrediu, filme aqui". Insistia em que fora agredida pelo PM, sem saber que havia sido filmada batendo o rosto na árvore. A tentativa era inverter a condição de agressora da lei para a de agredida pelo agente da lei. Isso é mais comum do que se imagina. Contou-me um delegado da Polícia Federal que um detido no compartimento de trás da viatura havia sucessivamente golpeado o nariz com o joelho, para se mostrar como vítima ao juiz da audiência de custódia. Em outra ocasião, já dentro do fórum, um detido se feriu jogando-se na quina da porta por onde passariam. A Mariana, que jogou o rosto na árvore, já estava formada em vitimização.


       Bandidos devem ter aprendido esse argumento com intelectuais que defendem a tese de que todos são vítimas. Em geral, vítimas da sociedade opressora, burguesa e fascista. Vítimas do preconceito, das desigualdades sociais. Por isso, a idosa de Caxias do Sul, que atirou e matou um ladrão que invadira sua casa, acabou indiciada por usar um velho revólver com munição ultravencida. Defensores de bandidos aplaudiram: afinal, ele só queria roubar. Logo vão defender o livre exercício da profissão de assaltante, ou de vendedor de cocaína. Vão justificar que o latrocida apenas atirou e matou porque o assaltado não seguiu a recomendação da polícia para não resistir. A velhinha de Caxias não cumpriu a lei do desarmamento, pois tinha revólver em casa. Ora já se viu ter o direito de se preparar para defender seu refúgio, seu abrigo, sua caverna, sua cidadela, que é seu lar? Ou reagir ante o ladrão que quer apenas equilibrar uma injustiça social, tirando de quem tem?

   

       No Rio, essa cultura é soberana. Com isso, as vítimas reais dessa criminosa ideologia estão enjauladas em casa, onde, mesmo assim, são vítimas de balas perdidas. Todos foram desarmados, menos os bandidos, que usam ostensivamente fuzis, metralhadoras e granadas. Tudo gente boa, que sofre da síndrome de não dar valor à vida dos outros. Nem se importam de vender drogas em torno de escolas. Assim como os que sustentam os bandos de criminosos não se sentem constrangi ngidos em fazer passeatas pedindo paz.A cocaína não os deixa pensar que são eles que sustentam a guerra.

   

    Defensores de bandidos, felizmente, são minoria. Fico observando a reação das pessoas quando a Polícia Civil de São Paulo elimina um bando de assaltantes de residência, todos bem armados; ou, como aconteceu esta semana em Brasília, quando um Cabo PM à paisana reagiu a um assalto em ônibus e matou os dois assaltantes armados. A maioria aplaude, mas nos meios de informação teme-se encorajar a morte de nossos queridos bandidos de estimação. No Congresso, os que querem representar maioria estão reagindo. Embora o jornalista os chame pejorativamente de "bancada da bala”, a maioria torce por mudanças no Estatuto do Desarmamento e nos direitos dos que nos aprisionam pelo medo ou nos fazem chorar a perda de bens e, principalmente, de amigos e parentes.


Alexandre Garcia

www.sonoticias.com.br,27/09/201

Analise as afirmativas abaixo, com base no texto, e assinale a alternativa INCORRETА
Alternativas
Q3894106 Geografia
O programa Grande Carajás foi criado pela Companhia Vale do Rio Doce durante o governo do presidente João Batista Figueiredo. Estendeu-se por uma região de quase um milhão de quilômetros quadrados na região amazônica, cortada pelos rios Xingu, Tocantins e Araguaia, englobando terras do Pará e do Maranhão. Esta região é considerada uma das mais ricas da Terra em quantidade de minério (ferro de alto teor, ouro, estanho, bauxita, manganês, níquel e cobre, além de outros minérios raros). A extensão do projeto exigiu a implantação de uma pesada infraestrutura, o que implicou a construção da hidrelétrica de:
Alternativas
Q3894105 Português
Após a trágica morte da professora Elizabeth Tenreiro, 71 anos, assassinada por um adolescente de 13 anos, na segunda-feira (27/3/2023), na Escola Estadual Thomazia Montoro, o estado de São Paulo decretou luto oficial de três dias. A escola, que fica no bairro Vila Sônia, Zona Oeste de São Paulo, ficará fechada e a sua reabertura deverá ser gradual. As primeiras notícias apontam como causa:
Alternativas
Q3894102 Conhecimentos Gerais
Dois ex-presidentes do Brasil ganharam as eleições com a postura de combatentes da corrupção. Um prometia varrer a bandalheira e o outro, caçar os marajás. Quais foram esses políticos, respectivamente?
Alternativas
Q3894101 Direito Constitucional
De acordo com a atual Constituição Brasileira, todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no País a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e à propriedade, nos termos seguintes, EXCETO:
Alternativas
Q3894098 História
Sobre os governos de Getúlio Vargas é ERRADO afirmar que:
Alternativas
Q3894097 Geografia
Grande parte dos rios brasileiros nasce em relevos com pouca altitude, exceto o rio Amazonas, que nasce na Cordilheira dos Andes. Assinale a alternativa que NAO apresenta um afluente do rio Amazonas.
Alternativas
Q3894096 Direito Administrativo
O assunto "atos administrativos" compõe o texto das afirmativas a seguir. Analise-as e assinale a alternativa correspondente.

I- Ato administrativo é toda manifestação unilateral de vontade da Administração Pública que, agindo nesta qualidade, tenha por fim imediato adquirir, resguardar, transferir, modificar, extinguir e declarar direitos ou impor obrigações aos administrados ou a si própria.
II- Dentre os seus elementos, encontra-se o da "competência", que consiste na validade do poder legal do agente para praticá-lo.
III- O elemento da "finalidade" dá ao ato administrativo, o cumprimento de seu objetivo, que varia entre o interesse público e particular.
Alternativas
Q3894095 Direito Financeiro
Com respeito à Lei Complementar N° 101/2000, a dívida pública representada por títulos emitidos pela União, inclusive os do Banco Central do Brasil, Estados e Municípios, é definida como:
Alternativas
Q3894094 Direito Administrativo
Analise os itens sobre formas de extinção do contrato administrativo e assinale a alternativa correspondente.

I- Anulação: consiste numa forma excepcional de extinção do contrato que só poderá ser declarada quando se observar ilegalidade na sua formalização ou em cláusula essencial.
II- Rescisão: funda-se numa forma excepcional de extinção, onde há o desfazimento do contrato durante sua execução, por inadimplência de uma das partes, pela superveniência de eventos que tornem inconveniente o seu prosseguimento ou pela ocorrência de fatos que acarretem seu rompimento de pleno direito.
III- A conclusão do objeto: é a forma de extinção que ocorre em regra, ocorrendo quando as partes cumprem totalmente as prestações contratuais recíprocas.
IV-O término do prazo: se dá nos contratos por tempo determinado, nos quais expirado o prazo extingue-se o ajuste, seja qual for a fase da execução na qual se encontra.
Alternativas
Q3894093 Direito Financeiro
De acordo o art. 20 da Lei nº. 101/2000 (Lei de Responsabilidade Fiscal), a repartição dos limites globais do art. 19 não poderá exceder, na esfera municipal, de quantos por cento para Executivo?
Alternativas
Respostas
2701: C
2702: A
2703: B
2704: D
2705: E
2706: A
2707: D
2708: C
2709: E
2710: B
2711: E
2712: A
2713: B
2714: E
2715: E
2716: C
2717: C
2718: B
2719: C
2720: B