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Q3005823 Direito Urbanístico
Com base na LEI N° 10.257, DE 10 DE JULHO DE 2001, assinale a alternativa INCORRETA, a política urbana tem por objetivo ordenar o pleno desenvolvimento das funções sociais da cidade e da propriedade urbana, mediante as seguintes diretrizes gerais:
Alternativas
Q3005822 Estatuto da Pessoa com Deficiência - Lei nº 13.146 de 2015
A acessibilidade é direito que garante à pessoa com deficiência ou com mobilidade reduzida viver de forma independente e exercer seus direitos de cidadania e de participação social. Com base na lei federal nº 13.146/2015, assinale a alternativa correta quanto a acessibilidade: 
Alternativas
Q3005806 Noções de Informática
Ao configurar um ambiente de trabalho colaborativo, aponte, entre as alternativas abaixo, aquela que mais se aproxima a uma forma eficiente de compartilhar uma pasta no Windows 11
Alternativas
Q3005805 Noções de Informática
Ao preparar uma apresentação aponte, entre as alternativas abaixo, a que descreve a melhor estratégia para garantir que todos os slides sigam a mesma identidade visual utilizando o PowerPoint do Office 365:
Alternativas
Q3005804 Noções de Informática
Se um arquivo do Microsoft Word (do Office 365) requer páginas com orientações diferentes (retrato e paisagem), como você mudaria esta configuração em páginas específicas?
Alternativas
Q3005803 Noções de Informática
Utilizando o Excel do Office 365, em uma planilha onde uma coluna nomeada como “Alimentação” representa uma categoria de despesas e cada linha um mês, aponte a alternativa que melhor descreve uma função para calcular o total de gastos em "Alimentação" que excederam $200?
Alternativas
Q3005802 Noções de Informática
Considere que você precisa localizar rapidamente o preço de um item em uma tabela de inventário no Excel (Office 365), onde a primeira coluna lista os códigos dos itens. Qual das seguintes alternativas melhor descreve uma solução possível?
Alternativas
Q3005796 Português
Texto de apoio


Cafeína é doping? Entenda a história do café nas Olimpíadas


    Não consegue trabalhar sem um cafezinho? Isso poderia ser um problema se você fosse um atleta olímpico. Entre 1984 e 2003, cafeína em excesso era proibida nas Olimpíadas. Era, inclusive, considerada como doping.

    A proibição começou nas Olimpíadas de Los Angeles, em 1984, e continuou ativa até as Olimpíadas de Sydney, em 2000. A substância teve que ser proibida pela Agência Mundial Antidoping nos anos 1980 porque alguns esportistas estavam ingerindo altas doses de cafeína pura para elevar seu desempenho na competição.

   O café proibido não era o café normal, daquele que você toma na padaria. Cafeína pura é um suplemento para dar mais energia para praticantes de esportes. Em 1984, a substância foi proibida se ultrapassasse o nível de 15 microgramas por mililitro de urina. Já no ano seguinte, o valor foi reduzido para 12 microgramas.

    A proibição não durou por muito tempo. Mesmo em doses pequenas, menores do que o proibido pela Agência Mundial Antidoping, a cafeína já é capaz de melhorar o desempenho atlético de alguém, dando mais disposição naquele momento e adiando o cansaço. Mas esses desempenhos são tímidos comparados a outras formas de doping.

    A cafeína não apresenta grandes benefícios e está presente na dieta de grande parte dos atletas, então dificilmente poderia atuar como um diferencial na competição.

   Outra coisa que dificultava a proibição era como decidir o que era uma quantidade abusiva de cafeína. Os níveis da substância no xixi variam de acordo com muitos fatores: momento da ingestão, massa corporal, purificação realizada pelo metabolismo, hidratação, o sexo do atleta e se ele faz uso habitual de cafeína.

    Às vezes, uma quantidade muito pequena de cafeína ingerida poderia ser excretada sem qualquer alteração. Ou seja, a cafeína continua na urina na mesma quantidade que a inicial, dando uma impressão errada de um efeito intenso quando, na verdade, ela só entrou e saiu do corpo.

    Não dá para dizer, com certeza, quantas xícaras de café te fariam ser banido dos Jogos Olímpicos, porque isso depende de todos esses outros fatores individuais e variáveis. Uma estimativa diz que seriam necessários oito expressos em algumas horas.

   Por causa da dificuldade em medir a influência da cafeína de forma justa e objetiva, a Agência Mundial Antidoping a retirou da lista de substâncias proibidas em 2003.

    A cafeína não é mais proibida, mas ainda é monitorada pela organização antidoping. Isso quer dizer que eles ainda tentam identificar indícios de abuso e se atentar para a possibilidade da substância ser usada de forma desonesta no futuro.

   Os critérios da Agência Mundial Antidoping para banir uma droga são três: a substância precisa aumentar o desempenho esportivo, representar um risco para a saúde dos atletas e violar o espírito do esporte.

    No caso da cafeína, não há diferença prática de desempenho esportivo entre as doses cavalares para melhorar a performance e doses normais. O uso exagerado da substância pode causar vários riscos de saúde, como taquicardia, náuseas, pressão alta, palpitações e dores de cabeça, mas seu consumo moderado não apresenta tantos problemas. Tomar um pingado já não é mais uma questão para os atletas olímpicos.


Adaptado de: https://super.abril.com.br/cultura/cafein a-e-doping-entenda-a-historia-do-cafenas-olimpiadas /.
Analise as palavras destacadas no trecho “A proibição começou nas Olimpíadas de Los Angeles” e assinale a alternativa que indica as classes das palavras destacadas, respectivamente. 
Alternativas
Q3005795 Português
Texto de apoio


Cafeína é doping? Entenda a história do café nas Olimpíadas


    Não consegue trabalhar sem um cafezinho? Isso poderia ser um problema se você fosse um atleta olímpico. Entre 1984 e 2003, cafeína em excesso era proibida nas Olimpíadas. Era, inclusive, considerada como doping.

    A proibição começou nas Olimpíadas de Los Angeles, em 1984, e continuou ativa até as Olimpíadas de Sydney, em 2000. A substância teve que ser proibida pela Agência Mundial Antidoping nos anos 1980 porque alguns esportistas estavam ingerindo altas doses de cafeína pura para elevar seu desempenho na competição.

   O café proibido não era o café normal, daquele que você toma na padaria. Cafeína pura é um suplemento para dar mais energia para praticantes de esportes. Em 1984, a substância foi proibida se ultrapassasse o nível de 15 microgramas por mililitro de urina. Já no ano seguinte, o valor foi reduzido para 12 microgramas.

    A proibição não durou por muito tempo. Mesmo em doses pequenas, menores do que o proibido pela Agência Mundial Antidoping, a cafeína já é capaz de melhorar o desempenho atlético de alguém, dando mais disposição naquele momento e adiando o cansaço. Mas esses desempenhos são tímidos comparados a outras formas de doping.

    A cafeína não apresenta grandes benefícios e está presente na dieta de grande parte dos atletas, então dificilmente poderia atuar como um diferencial na competição.

   Outra coisa que dificultava a proibição era como decidir o que era uma quantidade abusiva de cafeína. Os níveis da substância no xixi variam de acordo com muitos fatores: momento da ingestão, massa corporal, purificação realizada pelo metabolismo, hidratação, o sexo do atleta e se ele faz uso habitual de cafeína.

    Às vezes, uma quantidade muito pequena de cafeína ingerida poderia ser excretada sem qualquer alteração. Ou seja, a cafeína continua na urina na mesma quantidade que a inicial, dando uma impressão errada de um efeito intenso quando, na verdade, ela só entrou e saiu do corpo.

    Não dá para dizer, com certeza, quantas xícaras de café te fariam ser banido dos Jogos Olímpicos, porque isso depende de todos esses outros fatores individuais e variáveis. Uma estimativa diz que seriam necessários oito expressos em algumas horas.

   Por causa da dificuldade em medir a influência da cafeína de forma justa e objetiva, a Agência Mundial Antidoping a retirou da lista de substâncias proibidas em 2003.

    A cafeína não é mais proibida, mas ainda é monitorada pela organização antidoping. Isso quer dizer que eles ainda tentam identificar indícios de abuso e se atentar para a possibilidade da substância ser usada de forma desonesta no futuro.

   Os critérios da Agência Mundial Antidoping para banir uma droga são três: a substância precisa aumentar o desempenho esportivo, representar um risco para a saúde dos atletas e violar o espírito do esporte.

    No caso da cafeína, não há diferença prática de desempenho esportivo entre as doses cavalares para melhorar a performance e doses normais. O uso exagerado da substância pode causar vários riscos de saúde, como taquicardia, náuseas, pressão alta, palpitações e dores de cabeça, mas seu consumo moderado não apresenta tantos problemas. Tomar um pingado já não é mais uma questão para os atletas olímpicos.


Adaptado de: https://super.abril.com.br/cultura/cafein a-e-doping-entenda-a-historia-do-cafenas-olimpiadas /.
Considerando as regras de acentuação de palavras, assinale a alternativa que explica corretamente o uso do acento agudo nas palavras “café” e cafeína”, respectivamente.
Alternativas
Q3005794 Português
Texto de apoio


Cafeína é doping? Entenda a história do café nas Olimpíadas


    Não consegue trabalhar sem um cafezinho? Isso poderia ser um problema se você fosse um atleta olímpico. Entre 1984 e 2003, cafeína em excesso era proibida nas Olimpíadas. Era, inclusive, considerada como doping.

    A proibição começou nas Olimpíadas de Los Angeles, em 1984, e continuou ativa até as Olimpíadas de Sydney, em 2000. A substância teve que ser proibida pela Agência Mundial Antidoping nos anos 1980 porque alguns esportistas estavam ingerindo altas doses de cafeína pura para elevar seu desempenho na competição.

   O café proibido não era o café normal, daquele que você toma na padaria. Cafeína pura é um suplemento para dar mais energia para praticantes de esportes. Em 1984, a substância foi proibida se ultrapassasse o nível de 15 microgramas por mililitro de urina. Já no ano seguinte, o valor foi reduzido para 12 microgramas.

    A proibição não durou por muito tempo. Mesmo em doses pequenas, menores do que o proibido pela Agência Mundial Antidoping, a cafeína já é capaz de melhorar o desempenho atlético de alguém, dando mais disposição naquele momento e adiando o cansaço. Mas esses desempenhos são tímidos comparados a outras formas de doping.

    A cafeína não apresenta grandes benefícios e está presente na dieta de grande parte dos atletas, então dificilmente poderia atuar como um diferencial na competição.

   Outra coisa que dificultava a proibição era como decidir o que era uma quantidade abusiva de cafeína. Os níveis da substância no xixi variam de acordo com muitos fatores: momento da ingestão, massa corporal, purificação realizada pelo metabolismo, hidratação, o sexo do atleta e se ele faz uso habitual de cafeína.

    Às vezes, uma quantidade muito pequena de cafeína ingerida poderia ser excretada sem qualquer alteração. Ou seja, a cafeína continua na urina na mesma quantidade que a inicial, dando uma impressão errada de um efeito intenso quando, na verdade, ela só entrou e saiu do corpo.

    Não dá para dizer, com certeza, quantas xícaras de café te fariam ser banido dos Jogos Olímpicos, porque isso depende de todos esses outros fatores individuais e variáveis. Uma estimativa diz que seriam necessários oito expressos em algumas horas.

   Por causa da dificuldade em medir a influência da cafeína de forma justa e objetiva, a Agência Mundial Antidoping a retirou da lista de substâncias proibidas em 2003.

    A cafeína não é mais proibida, mas ainda é monitorada pela organização antidoping. Isso quer dizer que eles ainda tentam identificar indícios de abuso e se atentar para a possibilidade da substância ser usada de forma desonesta no futuro.

   Os critérios da Agência Mundial Antidoping para banir uma droga são três: a substância precisa aumentar o desempenho esportivo, representar um risco para a saúde dos atletas e violar o espírito do esporte.

    No caso da cafeína, não há diferença prática de desempenho esportivo entre as doses cavalares para melhorar a performance e doses normais. O uso exagerado da substância pode causar vários riscos de saúde, como taquicardia, náuseas, pressão alta, palpitações e dores de cabeça, mas seu consumo moderado não apresenta tantos problemas. Tomar um pingado já não é mais uma questão para os atletas olímpicos.


Adaptado de: https://super.abril.com.br/cultura/cafein a-e-doping-entenda-a-historia-do-cafenas-olimpiadas /.
No trecho “Entre 1984 e 2003, cafeína em excesso era proibida nas Olimpíadas” o uso da pontuação é corretamente explicado em: 
Alternativas
Q3005793 Português
Texto de apoio


Cafeína é doping? Entenda a história do café nas Olimpíadas


    Não consegue trabalhar sem um cafezinho? Isso poderia ser um problema se você fosse um atleta olímpico. Entre 1984 e 2003, cafeína em excesso era proibida nas Olimpíadas. Era, inclusive, considerada como doping.

    A proibição começou nas Olimpíadas de Los Angeles, em 1984, e continuou ativa até as Olimpíadas de Sydney, em 2000. A substância teve que ser proibida pela Agência Mundial Antidoping nos anos 1980 porque alguns esportistas estavam ingerindo altas doses de cafeína pura para elevar seu desempenho na competição.

   O café proibido não era o café normal, daquele que você toma na padaria. Cafeína pura é um suplemento para dar mais energia para praticantes de esportes. Em 1984, a substância foi proibida se ultrapassasse o nível de 15 microgramas por mililitro de urina. Já no ano seguinte, o valor foi reduzido para 12 microgramas.

    A proibição não durou por muito tempo. Mesmo em doses pequenas, menores do que o proibido pela Agência Mundial Antidoping, a cafeína já é capaz de melhorar o desempenho atlético de alguém, dando mais disposição naquele momento e adiando o cansaço. Mas esses desempenhos são tímidos comparados a outras formas de doping.

    A cafeína não apresenta grandes benefícios e está presente na dieta de grande parte dos atletas, então dificilmente poderia atuar como um diferencial na competição.

   Outra coisa que dificultava a proibição era como decidir o que era uma quantidade abusiva de cafeína. Os níveis da substância no xixi variam de acordo com muitos fatores: momento da ingestão, massa corporal, purificação realizada pelo metabolismo, hidratação, o sexo do atleta e se ele faz uso habitual de cafeína.

    Às vezes, uma quantidade muito pequena de cafeína ingerida poderia ser excretada sem qualquer alteração. Ou seja, a cafeína continua na urina na mesma quantidade que a inicial, dando uma impressão errada de um efeito intenso quando, na verdade, ela só entrou e saiu do corpo.

    Não dá para dizer, com certeza, quantas xícaras de café te fariam ser banido dos Jogos Olímpicos, porque isso depende de todos esses outros fatores individuais e variáveis. Uma estimativa diz que seriam necessários oito expressos em algumas horas.

   Por causa da dificuldade em medir a influência da cafeína de forma justa e objetiva, a Agência Mundial Antidoping a retirou da lista de substâncias proibidas em 2003.

    A cafeína não é mais proibida, mas ainda é monitorada pela organização antidoping. Isso quer dizer que eles ainda tentam identificar indícios de abuso e se atentar para a possibilidade da substância ser usada de forma desonesta no futuro.

   Os critérios da Agência Mundial Antidoping para banir uma droga são três: a substância precisa aumentar o desempenho esportivo, representar um risco para a saúde dos atletas e violar o espírito do esporte.

    No caso da cafeína, não há diferença prática de desempenho esportivo entre as doses cavalares para melhorar a performance e doses normais. O uso exagerado da substância pode causar vários riscos de saúde, como taquicardia, náuseas, pressão alta, palpitações e dores de cabeça, mas seu consumo moderado não apresenta tantos problemas. Tomar um pingado já não é mais uma questão para os atletas olímpicos.


Adaptado de: https://super.abril.com.br/cultura/cafein a-e-doping-entenda-a-historia-do-cafenas-olimpiadas /.
Considerando a oração e seus termos, assinale a alternativa que indica o sujeito da oração no trecho: “Já no ano seguinte, o valor foi reduzido para 12 microgramas”.
Alternativas
Q3005792 Português
Texto de apoio


Cafeína é doping? Entenda a história do café nas Olimpíadas


    Não consegue trabalhar sem um cafezinho? Isso poderia ser um problema se você fosse um atleta olímpico. Entre 1984 e 2003, cafeína em excesso era proibida nas Olimpíadas. Era, inclusive, considerada como doping.

    A proibição começou nas Olimpíadas de Los Angeles, em 1984, e continuou ativa até as Olimpíadas de Sydney, em 2000. A substância teve que ser proibida pela Agência Mundial Antidoping nos anos 1980 porque alguns esportistas estavam ingerindo altas doses de cafeína pura para elevar seu desempenho na competição.

   O café proibido não era o café normal, daquele que você toma na padaria. Cafeína pura é um suplemento para dar mais energia para praticantes de esportes. Em 1984, a substância foi proibida se ultrapassasse o nível de 15 microgramas por mililitro de urina. Já no ano seguinte, o valor foi reduzido para 12 microgramas.

    A proibição não durou por muito tempo. Mesmo em doses pequenas, menores do que o proibido pela Agência Mundial Antidoping, a cafeína já é capaz de melhorar o desempenho atlético de alguém, dando mais disposição naquele momento e adiando o cansaço. Mas esses desempenhos são tímidos comparados a outras formas de doping.

    A cafeína não apresenta grandes benefícios e está presente na dieta de grande parte dos atletas, então dificilmente poderia atuar como um diferencial na competição.

   Outra coisa que dificultava a proibição era como decidir o que era uma quantidade abusiva de cafeína. Os níveis da substância no xixi variam de acordo com muitos fatores: momento da ingestão, massa corporal, purificação realizada pelo metabolismo, hidratação, o sexo do atleta e se ele faz uso habitual de cafeína.

    Às vezes, uma quantidade muito pequena de cafeína ingerida poderia ser excretada sem qualquer alteração. Ou seja, a cafeína continua na urina na mesma quantidade que a inicial, dando uma impressão errada de um efeito intenso quando, na verdade, ela só entrou e saiu do corpo.

    Não dá para dizer, com certeza, quantas xícaras de café te fariam ser banido dos Jogos Olímpicos, porque isso depende de todos esses outros fatores individuais e variáveis. Uma estimativa diz que seriam necessários oito expressos em algumas horas.

   Por causa da dificuldade em medir a influência da cafeína de forma justa e objetiva, a Agência Mundial Antidoping a retirou da lista de substâncias proibidas em 2003.

    A cafeína não é mais proibida, mas ainda é monitorada pela organização antidoping. Isso quer dizer que eles ainda tentam identificar indícios de abuso e se atentar para a possibilidade da substância ser usada de forma desonesta no futuro.

   Os critérios da Agência Mundial Antidoping para banir uma droga são três: a substância precisa aumentar o desempenho esportivo, representar um risco para a saúde dos atletas e violar o espírito do esporte.

    No caso da cafeína, não há diferença prática de desempenho esportivo entre as doses cavalares para melhorar a performance e doses normais. O uso exagerado da substância pode causar vários riscos de saúde, como taquicardia, náuseas, pressão alta, palpitações e dores de cabeça, mas seu consumo moderado não apresenta tantos problemas. Tomar um pingado já não é mais uma questão para os atletas olímpicos.


Adaptado de: https://super.abril.com.br/cultura/cafein a-e-doping-entenda-a-historia-do-cafenas-olimpiadas /.
De acordo com o texto de apoio, analise as assertivas abaixo:

I – A cafeína foi proibida porque estava melhorando o desempenho dos atletas de forma significativa.

II – A cafeína deixou de ser proibida porque faz parte da dieta da maioria dos atletas e porque não é possível medir de forma precisa.

III – Pequenas quantidades de cafeína podem ser excretadas na urina sem alteração.

IV – É possível que a cafeína seja proibida novamente devido aos vários riscos de saúde, como taquicardia, náuseas, pressão alta, palpitações e dores de cabeça.


Assinale a alternativa correta:
Alternativas
Q2665334 Direito Constitucional
Segundo a Constituição Federal, as funções de confiança, exercidas exclusivamente por servidores ocupantes de cargo efetivo, e os cargos em comissão, a serem preenchidos por servidores de carreira nos casos, condições e percentuais mínimos previstos em lei, destinam-se
Alternativas
Q2665328 Matemática
Um engenheiro está projetando uma nova roda-gigante para um parque de diversões. Ele precisa determinar a altura máxima que a roda-gigante atingirá durante uma volta completa, levando em consideração a função trigonométrica que descreve o movimento da cabine ao longo do tempo.
O engenheiro modelou o movimento vertical da cabine da roda-gigante com a função trigonométrica h(t) = A ∙ sen(Bt) + C onde t representa o tempo em segundos, h(t) é a altura em metros, e A, B e C são constantes.
Considerado a função h(t) = 30sen Imagem associada para resolução da questão + 40, a altura máxima que a cabine da roda-gigante atingirá durante uma volta completa é
Alternativas
Q2665324 Português
Imagem associada para resolução da questão
Qual das alternativas indicadas segue os preceitos de norma culta quanto à regência, ao uso de crase e dos pronomes relativos?
Alternativas
Q2665323 Português
Cultura do 'melhor aluno' prejudica maioria dos estudantes no Brasil?
A educação no Brasil não é pensada para garantir o sucesso de todos os alunos, mas para privilegiar os que são considerados os "melhores" estudantes.
Essa é a conclusão do pedagogo Ocimar Munhoz Alavarse, professor da Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo (USP) e coordenador do Grupo de Estudos e Pesquisas em Avaliação Educacional (Gepave).
Ele chama essa postura de "pensamento olímpico", porque certos alunos seriam educados para serem os "campeões" — como se a educação fosse uma Olimpíada — enquanto as necessidades da maioria dos alunos seriam deixadas de lado.
Como consequência, diz Alavarse, os "melhores alunos" recebem mais atenção, incentivo e elogios para potencializar seu desenvolvimento, enquanto alunos com mais dificuldades são deixados para trás.
"A gente tem que pensar se quer formar quatro ou cinco alunos brilhantes ou se quer garantir que todos os alunos consigam atingir um certo patamar mínimo de habilidades", afirma o pesquisador.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/c3g2enkn8l3o Letícia Mori - BBC News Brasil. Acesso em 02/02/2024.
  Imagem associada para resolução da questão

"A gente tem que1 pensar se2 quer formar quatro ou cinco alunos brilhantes ou se3 quer garantir que4 todos os alunos consigam atingir um certo patamar mínimo de habilidades", afirma o pesquisador.
Identifique, nas alternativas a seguir, a única análise morfossintática correta, de acordo com a sequência numérica dos termos analisados, no período destacado.
Alternativas
Q2665322 Português
Cultura do 'melhor aluno' prejudica maioria dos estudantes no Brasil?
A educação no Brasil não é pensada para garantir o sucesso de todos os alunos, mas para privilegiar os que são considerados os "melhores" estudantes.
Essa é a conclusão do pedagogo Ocimar Munhoz Alavarse, professor da Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo (USP) e coordenador do Grupo de Estudos e Pesquisas em Avaliação Educacional (Gepave).
Ele chama essa postura de "pensamento olímpico", porque certos alunos seriam educados para serem os "campeões" — como se a educação fosse uma Olimpíada — enquanto as necessidades da maioria dos alunos seriam deixadas de lado.
Como consequência, diz Alavarse, os "melhores alunos" recebem mais atenção, incentivo e elogios para potencializar seu desenvolvimento, enquanto alunos com mais dificuldades são deixados para trás.
"A gente tem que pensar se quer formar quatro ou cinco alunos brilhantes ou se quer garantir que todos os alunos consigam atingir um certo patamar mínimo de habilidades", afirma o pesquisador.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/c3g2enkn8l3o Letícia Mori - BBC News Brasil. Acesso em 02/02/2024.
“A educação no Brasil não é pensada para garantir o sucesso de todos os alunos, mas para privilegiar os que são considerados os "melhores" estudantes.”
Ao se considerar a construção frasal deste enunciado, sob o viés sintático e semântico, qual alternativa apresenta a análise correta?
Alternativas
Q2665321 Português
Cultura do 'melhor aluno' prejudica maioria dos estudantes no Brasil?
A educação no Brasil não é pensada para garantir o sucesso de todos os alunos, mas para privilegiar os que são considerados os "melhores" estudantes.
Essa é a conclusão do pedagogo Ocimar Munhoz Alavarse, professor da Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo (USP) e coordenador do Grupo de Estudos e Pesquisas em Avaliação Educacional (Gepave).
Ele chama essa postura de "pensamento olímpico", porque certos alunos seriam educados para serem os "campeões" — como se a educação fosse uma Olimpíada — enquanto as necessidades da maioria dos alunos seriam deixadas de lado.
Como consequência, diz Alavarse, os "melhores alunos" recebem mais atenção, incentivo e elogios para potencializar seu desenvolvimento, enquanto alunos com mais dificuldades são deixados para trás.
"A gente tem que pensar se quer formar quatro ou cinco alunos brilhantes ou se quer garantir que todos os alunos consigam atingir um certo patamar mínimo de habilidades", afirma o pesquisador.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/c3g2enkn8l3o Letícia Mori - BBC News Brasil. Acesso em 02/02/2024.
“Ele chama essa postura de "pensamento olímpico", porque certos alunos seriam educados para serem os "campeões" — como se a educação fosse uma Olimpíada — enquanto as necessidades da maioria dos alunos seriam deixadas de lado.”
Ao se analisar o período citado, pode-se identificar que está correta, na íntegra, apenas a afirmação na alternativa:
Alternativas
Q2665320 Português
Cultura do 'melhor aluno' prejudica maioria dos estudantes no Brasil?
A educação no Brasil não é pensada para garantir o sucesso de todos os alunos, mas para privilegiar os que são considerados os "melhores" estudantes.
Essa é a conclusão do pedagogo Ocimar Munhoz Alavarse, professor da Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo (USP) e coordenador do Grupo de Estudos e Pesquisas em Avaliação Educacional (Gepave).
Ele chama essa postura de "pensamento olímpico", porque certos alunos seriam educados para serem os "campeões" — como se a educação fosse uma Olimpíada — enquanto as necessidades da maioria dos alunos seriam deixadas de lado.
Como consequência, diz Alavarse, os "melhores alunos" recebem mais atenção, incentivo e elogios para potencializar seu desenvolvimento, enquanto alunos com mais dificuldades são deixados para trás.
"A gente tem que pensar se quer formar quatro ou cinco alunos brilhantes ou se quer garantir que todos os alunos consigam atingir um certo patamar mínimo de habilidades", afirma o pesquisador.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/c3g2enkn8l3o Letícia Mori - BBC News Brasil. Acesso em 02/02/2024.
De acordo com as informações do texto, analise as proposições a seguir.
I. Ocimar Munhoz Alavarse é pedagogo, professor e pesquisador.
II. No texto, há uma crítica explícita à educação brasileira.
III. O título, em forma de pergunta, problematiza a cultura ‘do melhor aluno’ no Brasil.
IV. Na afirmação de Alavarse, os alunos com dificuldades são deixados para trás, enquanto os melhores recebem mais incentivo.
Quais estão corretas? 
Alternativas
Q2629610 Português

Texto para responder às questões de 06 a 10. Leia-o atentamente.


Celular é o novo cigarro: como o cérebro reage às notificações de apps e por que elas viciam tanto


Conferir notificações, curtidas e o feed de redes sociais já são hábitos comuns para quem tem um smartphone na mão. O simples som de uma notificação pode trazer uma sensação boa, mas, ao mesmo tempo, afetar o controle dos nossos impulsos. E, assim como o cigarro ou outros vícios, o uso constante do celular também pode se tornar uma dependência.

Tudo isso é um processo químico, que ocorre dentro do nosso cérebro através da dopamina. Estimulado por comentários e curtidas, o neurotransmissor é liberado, provocando prazer e satisfação.

Só que a dopamina vicia. Checar o celular o tempo todo, clicar em notificações, ficar rolando infinitamente as timelines sem buscar algo determinado, pode gerar um looping altamente perigoso para a saúde.

Julia Khoury, que fez mestrado e doutorado em dependência digital, afirma que o mundo digital é uma fonte inesgotável de estímulos rápidos, capaz de nos dar pequenas doses de alívio frente à vida real. “As pessoas vão em busca desses estímulos rápidos que geram prazer para se livrar de sentimentos ruins ou para ter pequenos prazeres ao longo do dia”, diz a médica psiquiatra.

Você pode não perceber, mas, ao receber uma mensagem do “crush” ou um elogio inesperado em uma foto postada, um neurotransmissor começa a correr dentro do cérebro: é a dopamina.

A dopamina, então, se desloca até a parte central do cérebro e, ao ser liberada ali, causa imediatamente sensações como prazer e satisfação na pessoa.

Mas ela também vai até a parte da frente do cérebro. Liberada, inibe as funções dessa região, chamada de córtex pré-frontal e responsável pelo controle dos impulsos, moderação do comportamento e tomada de decisões.

Com isso, pode causar impulsividade e afetar o controle do uso – nesse caso, uso do celular.

O processo é o mesmo em outros tipos de vícios, como em jogos ou drogas.

“O vício em smartphones é causado por causa desse tipo de recompensa rápida”, afirma a psiquiatra. “Como temos estímulos rápidos no celular, o cérebro não treina mais para se concentrar por um tempo maior. E isso diminui a capacidade de concentração”, diz Julia.


(Disponível em: https://g1.globo.com/saude/noticia/. Acesso em: 08/12/2023.)

A função sintática da palavra “que” em “As pessoas vão em busca desses estímulos rápidos que geram prazer para se livrar de sentimentos ruins ou para ter pequenos prazeres ao longo do dia [...]” (4º§) é:

Alternativas
Respostas
2181: C
2182: B
2183: C
2184: B
2185: B
2186: A
2187: B
2188: B
2189: D
2190: A
2191: B
2192: C
2193: B
2194: B
2195: D
2196: A
2197: C
2198: D
2199: B
2200: A