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Q3396764 Arquivologia
Com base na perspectiva contemporânea sobre saúde, analise as afirmativas abaixo:

I. Saúde é apenas a ausência de doenças.
II. A saúde deve ser compreendida como um estado dinâmico com dimensões física, psicológica e social.
III. O comportamento sedentário não interfere na saúde quando a pessoa pratica atividade física regularmente.
IV. O estilo de vida é um dos principais determinantes da saúde no século XXI.

Assinale a alternativa correta:
Alternativas
Q3396763 Arquivologia
A promoção da saúde está diretamente relacionada a um estilo de vida ativo e equilibrado. O “Pentáculo do BemEstar” reúne elementos essenciais para o bem viver. Considerando esse modelo, assinale a alternativa que apresenta corretamente esses elementos:
Alternativas
Q3396762 Educação Física
Em relação à posição anatômica e aos termos de direção, assinale a afirmativa correta:
Alternativas
Q3396761 Educação Física
Considerando os princípios de construção do corpo humano, assinale a alternativa incorreta:
Alternativas
Q3396760 Arquivologia
Sobre os planos e eixos do corpo humano, marque a alternativa correta:
Alternativas
Q3396759 Educação Física
Considerando o papel do feedback na aprendizagem motora, é correto afirmar que:
Alternativas
Q3396758 Educação Física
Em relação à transferência da aprendizagem motora, marque a alternativa incorreta:
Alternativas
Q3396757 Educação Física
Durante o processo de aquisição de habilidades motoras, o indivíduo passa por diferentes fases de aprendizagem, que envolvem desde o entendimento da tarefa até sua automatização. Com base nisso, identifique a alternativa correta:
Alternativas
Q3396756 Educação Física
Sobre a definição de aprendizagem motora, assinale a alternativa correta:
Alternativas
Q3395255 Legislação dos Municípios do Estado da Bahia
Com base na Lei Orgânica de Conceição do Coité, compete ao município, de forma privativa, de acordo com o art. 14:
Alternativas
Q3395253 História
Enquanto o Brasil instituía sua segunda Constituição Federal, a primeira da República, Conceição do Coité que acabara de se emancipar, criava seu primeiro Código de Posturas (também conhecido como Constituição Municipal, atualmente a Lei Orgânica) no ano de:
Alternativas
Q3395245 Português
TEXTO I

A novilíngua do crime


Por meio do uso ideológico de termos inapropriados, ou
francamente mentirosos, a língua portuguesa foi colocada a serviço do crime

Roberto Motta



   Nunca diga “violência” quando a palavra correta for “crime”. É fácil entender a diferença: “crime” é um termo objetivo, que descreve um ato específico. Um crime fere o direito de outra pessoa, ou até a própria pessoa. “Violência” é um termo vago, cujo significado depende do contexto. A violência pode ser negativa (quando é usada, por exemplo, para cometer um crime) ou positiva (quando é usada para proteger um inocente indefeso ou impedir que um crime violento seja cometido). O problema do Brasil não é a violência. O problema do Brasil é uma infestação por crime.

   Palavras importam. Não use a expressão “segurança pública” quando você quis dizer “combate ao crime”. São coisas diferentes. O país está cheio de “especialistas” que acreditam que é possível melhorar a segurança pública com rodas de conversa, aulas de artesanato e educação em tempo integral. Nenhuma dessas louváveis iniciativas ajuda a reduzir assaltos ou a identificar autores de homicídios. Para tornar o Brasil um país menos perigoso é preciso combater o crime. Não se combate o crime com conversas, artesanato ou escolas. Crime se combate com polícia, prisões e leis duras.

   Nunca use o termo “letalidade policial” a menos que você também use a expressão “letalidade judicial”. Se é importante monitorar o número de pessoas mortas em confronto com a polícia – lembrando que ninguém deveria confrontar um policial e que, em nenhum país do mundo, os criminosos são tão ousados e armados como no Brasil –, também é importante contar quantas pessoas foram mortas como resultado de decisões judiciais equivocadas ou da aplicação de uma legislação abertamente pró-bandido.

   Nunca chame de “suspeito” um indivíduo que foi filmado assaltando alguém. Não precisamos esperar por uma sentença judicial para descrever a realidade diante de nós. Quem chama de “suspeito” um criminoso flagrado colocando uma arma na cabeça de uma vítima não pode chamar de “assassino” um policial envolvido em um confronto que resultou em mortes. São dois pesos, duas medidas e, pelo menos, uma mentira.

   Não use o termo “ressocialização” que não passa de uma fantasia ideológica. Prefira “reabilitação”: trata-se de um processo individual de mudança que tem como requisitos básicos o arrependimento e a decisão de mudar de vida. Rejeite termos como “progressão de regime” (não há progresso envolvido em aliviar a pena de criminosos perigosos), “auxílio-reclusão” (o nome correto é “bolsa-penitenciário”, um absurdo moral e um estímulo inaceitável ao crime) e “garantismo penal” (uma doutrina jurídico-ideológica para a qual só existem os direitos do criminoso, cujo nome correto é “bandidolatria”). Jamais use “reeducando”, “interno”, “apenado” ou “pessoa privada de liberdade” para se referir a criminosos violentos e perigosos cuja condenação custou sangue e dinheiro à sociedade. Eles são “presidiários” ou “detentos”. Jamais se refira a eles apenas como “presos” – use o termo completo: eles são “criminosos condenados” que, por isso, “estão” presos. Recuse-se a chamar de “adolescente em conflito com a lei” um indivíduo quase adulto que, tendo plena consciência do que faz, comete atos brutais – assaltos, homicídios ou estupros. Recuse-se a chamar esses crimes de “atos infracionais”.

   Crime é uma escolha feita pelo criminoso. A luta contra o crime começa pela escolha das palavras. A linguagem tem poder. Uma palavra pode ter mais força que uma arma ou uma sentença. Palavras se infiltram em mentes e almas, alteram posições morais, confundem causas com consequências e constroem ou destroem convicções. Por meio de uso ideológico de termos inapropriados, ou francamente mentirosos, a língua portuguesa foi colocada a serviço do crime. A manipulação sem tréguas da linguagem pela mídia, de forma repetitiva, cegou e emburreceu boa parte do jornalismo e da audiência, bem como retirou da vítima a capacidade de descrever seu próprio sofrimento e o direito de articular sua indignação.

   A novilíngua da “segurança pública” mata no nascedouro qualquer medida, por mais óbvia, necessária e sensata que seja, que possa prejudicar o ecossistema do crime. Nada pode ser feito porque “cadeia não ressocializa”, porque precisamos de “mais escolas e menos prisões”, porque “as penitenciárias estão cheias de inocentes presos por fumar um baseado”, porque o combate às drogas é “uma guerra perdida” e porque “a polícia brasileira é a que mais mata e mais morre”. Essas expressões são construções ideológicas importadas por ONGs financiadas em dólar, afirmações sem qualquer base na realidade, slogans publicitários do crime.

   O primeiro passo para sair do atoleiro moral é repudiar essas falácias, cujo objetivo é retirar a culpa do criminoso e distribuí-la entre as vítimas. O primeiro passo no combate ao crime é resgatar a linguagem.


https://revistaoeste.com/revista/edicao/-250/a-novilingua-do-crime/ Adaptado.. 
A expressão em destaque foi devidamente classificada entre parênteses em todas as alternativas, EXCETO em:
Alternativas
Q3395241 Português
TEXTO I

A novilíngua do crime


Por meio do uso ideológico de termos inapropriados, ou
francamente mentirosos, a língua portuguesa foi colocada a serviço do crime

Roberto Motta



   Nunca diga “violência” quando a palavra correta for “crime”. É fácil entender a diferença: “crime” é um termo objetivo, que descreve um ato específico. Um crime fere o direito de outra pessoa, ou até a própria pessoa. “Violência” é um termo vago, cujo significado depende do contexto. A violência pode ser negativa (quando é usada, por exemplo, para cometer um crime) ou positiva (quando é usada para proteger um inocente indefeso ou impedir que um crime violento seja cometido). O problema do Brasil não é a violência. O problema do Brasil é uma infestação por crime.

   Palavras importam. Não use a expressão “segurança pública” quando você quis dizer “combate ao crime”. São coisas diferentes. O país está cheio de “especialistas” que acreditam que é possível melhorar a segurança pública com rodas de conversa, aulas de artesanato e educação em tempo integral. Nenhuma dessas louváveis iniciativas ajuda a reduzir assaltos ou a identificar autores de homicídios. Para tornar o Brasil um país menos perigoso é preciso combater o crime. Não se combate o crime com conversas, artesanato ou escolas. Crime se combate com polícia, prisões e leis duras.

   Nunca use o termo “letalidade policial” a menos que você também use a expressão “letalidade judicial”. Se é importante monitorar o número de pessoas mortas em confronto com a polícia – lembrando que ninguém deveria confrontar um policial e que, em nenhum país do mundo, os criminosos são tão ousados e armados como no Brasil –, também é importante contar quantas pessoas foram mortas como resultado de decisões judiciais equivocadas ou da aplicação de uma legislação abertamente pró-bandido.

   Nunca chame de “suspeito” um indivíduo que foi filmado assaltando alguém. Não precisamos esperar por uma sentença judicial para descrever a realidade diante de nós. Quem chama de “suspeito” um criminoso flagrado colocando uma arma na cabeça de uma vítima não pode chamar de “assassino” um policial envolvido em um confronto que resultou em mortes. São dois pesos, duas medidas e, pelo menos, uma mentira.

   Não use o termo “ressocialização” que não passa de uma fantasia ideológica. Prefira “reabilitação”: trata-se de um processo individual de mudança que tem como requisitos básicos o arrependimento e a decisão de mudar de vida. Rejeite termos como “progressão de regime” (não há progresso envolvido em aliviar a pena de criminosos perigosos), “auxílio-reclusão” (o nome correto é “bolsa-penitenciário”, um absurdo moral e um estímulo inaceitável ao crime) e “garantismo penal” (uma doutrina jurídico-ideológica para a qual só existem os direitos do criminoso, cujo nome correto é “bandidolatria”). Jamais use “reeducando”, “interno”, “apenado” ou “pessoa privada de liberdade” para se referir a criminosos violentos e perigosos cuja condenação custou sangue e dinheiro à sociedade. Eles são “presidiários” ou “detentos”. Jamais se refira a eles apenas como “presos” – use o termo completo: eles são “criminosos condenados” que, por isso, “estão” presos. Recuse-se a chamar de “adolescente em conflito com a lei” um indivíduo quase adulto que, tendo plena consciência do que faz, comete atos brutais – assaltos, homicídios ou estupros. Recuse-se a chamar esses crimes de “atos infracionais”.

   Crime é uma escolha feita pelo criminoso. A luta contra o crime começa pela escolha das palavras. A linguagem tem poder. Uma palavra pode ter mais força que uma arma ou uma sentença. Palavras se infiltram em mentes e almas, alteram posições morais, confundem causas com consequências e constroem ou destroem convicções. Por meio de uso ideológico de termos inapropriados, ou francamente mentirosos, a língua portuguesa foi colocada a serviço do crime. A manipulação sem tréguas da linguagem pela mídia, de forma repetitiva, cegou e emburreceu boa parte do jornalismo e da audiência, bem como retirou da vítima a capacidade de descrever seu próprio sofrimento e o direito de articular sua indignação.

   A novilíngua da “segurança pública” mata no nascedouro qualquer medida, por mais óbvia, necessária e sensata que seja, que possa prejudicar o ecossistema do crime. Nada pode ser feito porque “cadeia não ressocializa”, porque precisamos de “mais escolas e menos prisões”, porque “as penitenciárias estão cheias de inocentes presos por fumar um baseado”, porque o combate às drogas é “uma guerra perdida” e porque “a polícia brasileira é a que mais mata e mais morre”. Essas expressões são construções ideológicas importadas por ONGs financiadas em dólar, afirmações sem qualquer base na realidade, slogans publicitários do crime.

   O primeiro passo para sair do atoleiro moral é repudiar essas falácias, cujo objetivo é retirar a culpa do criminoso e distribuí-la entre as vítimas. O primeiro passo no combate ao crime é resgatar a linguagem.


https://revistaoeste.com/revista/edicao/-250/a-novilingua-do-crime/ Adaptado.. 
“[...] também é importante contar quantas pessoas foram mortas como resultado de decisões judiciais equivocadas ou da aplicação de uma legislação abertamente pró-bandido”. Sobre o processo de Formação de palavra do vocábulo destacado é correto afirmar que:
Alternativas
Q3326206 Educação Física
Em conformidade com o Código de Ética Profissional, são responsabilidades e deveres do Profissional de Educação Física, EXCETO:
Alternativas
Q3326205 Educação Física
A avaliação física é uma ferramenta indispensável para personalizar programas de exercícios e identificar necessidades individuais. Considerando-se os métodos de avaliação física, assinalar a alternativa que preenche a lacuna abaixo CORRETAMENTE.
A avaliação funcional é utilizada para __________________, assim identificando limitações, desequilíbrios musculares e possíveis ajustes necessários no programa de treino.
Alternativas
Q3326204 Educação Física
Em relação às faltas cometidas por jogadores na rede, com base nas regras oficiais do voleibol, analisar os itens.

I. Cometerá falta o jogador que tocar a rede entre as antenas durante a ação de jogar a bola.
II. Tocar a rede além das antenas é considerado falta, mesmo que isso não interfira na jogada.
III. Não será considerado falta o contato de um jogador com a rede ocasionado por uma bola enviada em direção a ela.
IV. Quando um ou ambos os pés de um jogador penetrar completamente na quadra adversária, será considerado falta.

Está CORRETO o que se afirma:
Alternativas
Q3326203 Educação Física
A respeito do treinamento de força em idosos, assinalar a alternativa que preenche as lacunas abaixo CORRETAMENTE.

A redução na massa e na ________ dos músculos esqueléticos que ocorre com o envelhecimento representa o resultado combinado de processos neuromotores progressivos e de ___________ no nível diário de sobrecarga muscular. Em homens e mulheres idosos, o treinamento com exercícios, particularmente o treinamento de _________, facilita a síntese e a ________ de proteínas e abranda a perda natural e inevitável de massa e força musculares que ocorre durante o processo de envelhecimento.
Alternativas
Q3326202 Educação Física
Mecanicamente, pode-se dizer que a velocidade é a relação entre o espaço e tempo. Sobre o treinamento da valência física velocidade, marque C para os fatores que podem afetar a velocidade, E para fatores que não podem afetar a velocidade e assinalar a alternativa que apresenta a sequência correspondente. 

( ) Hereditariedade. ( ) Tempo de reação. ( ) Capacidade de superar a resistência externa. ( ) Técnica de execução de movimentos. ( ) Mobilidade das articulações.
Alternativas
Q3326201 Educação Física
Sobre as recomendações para a prática de exercícios durante a gravidez, analisar os itens.

I. Todas as mulheres sem contraindicações devem ser fisicamente ativas durante todo o período gestacional.
II. Mulheres previamente inativas.
III. Gestantes devem incorporar atividades aeróbicas e de resistência variadas. Exercícios de alongamento e ioga podem ser adicionados.

Está CORRETO o que se afirma:
Alternativas
Q3326200 Pedagogia
A ludicidade é uma perspectiva importante nas práticas pedagógicas de esportes, jogos e atividades rítmicas. Relacionar as colunas e assinalar a sequência correspondente.

(1) Jogo cooperativo. (2) Atividade rítmica. (3) Esporte coletivo.

( ) Favorece a expressão corporal e o ritmo. ( ) Objetiva o trabalho em equipe e o respeito mútuo. ( ) Estimula habilidades motoras e a interação social.
Alternativas
Respostas
501: D
502: C
503: C
504: D
505: A
506: C
507: D
508: D
509: D
510: A
511: D
512: B
513: D
514: C
515: D
516: A
517: B
518: D
519: E
520: D