Questões de Concurso Comentadas para odontólogo

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Q1733556 Português

“Não se admire se um dia

Um beija flor invadir a porta da tua casa

Te der um beijo e partir

Foi eu que mandei um beijo

Que é pra matar meu desejo

Faz tempo que não te vejo Ai que saudade d'ocê

Se um dia ocê se lembrar

Escreva um carta pra mim

Bote logo no correio Com frases dizendo assim


Faz tempo que não te vejo

Quero matar meu desejo

Me mande um monte de beijos

Ai que saudades sem fim”


(Vital Farias. Disponível em: https://www.letras.mus.br/alceu-valenca/1303559/)

Acerca do eu-lírico da canção:
Alternativas
Q1733555 Português

“Não se admire se um dia

Um beija flor invadir a porta da tua casa

Te der um beijo e partir

Foi eu que mandei um beijo

Que é pra matar meu desejo

Faz tempo que não te vejo Ai que saudade d'ocê

Se um dia ocê se lembrar

Escreva um carta pra mim

Bote logo no correio Com frases dizendo assim


Faz tempo que não te vejo

Quero matar meu desejo

Me mande um monte de beijos

Ai que saudades sem fim”


(Vital Farias. Disponível em: https://www.letras.mus.br/alceu-valenca/1303559/)

Sobre os aspectos linguísticos do texto assinale a alternativa correta:
Alternativas
Q1733554 Português

“Não se admire se um dia

Um beija flor invadir a porta da tua casa

Te der um beijo e partir

Foi eu que mandei um beijo

Que é pra matar meu desejo

Faz tempo que não te vejo Ai que saudade d'ocê

Se um dia ocê se lembrar

Escreva um carta pra mim

Bote logo no correio Com frases dizendo assim


Faz tempo que não te vejo

Quero matar meu desejo

Me mande um monte de beijos

Ai que saudades sem fim”


(Vital Farias. Disponível em: https://www.letras.mus.br/alceu-valenca/1303559/)

Assinale a alternativa correta:
Alternativas
Q1733553 Português
"Nos dois últimos séculos [XIX e XX], no tocante a discursos apologéticos sobre a democracia, jamais esteve ausente o argumento segundo o qual o único modo de fazer com que um súdito transforme -se em cidadão é que a educação para a democracia surgiria no próprio exercício da prática democrática.
Concomitantemente, não antes.
Um dos trechos mais exemplares a esse respeito é o que se encontra no capítulo sobre a melhor forma de governo da Considerações sobre o Governo Representativo de John Stuart Mill, na passagem em que ele divide os cidadãos em ativos e passivos: em geral, os governantes preferem os segundos (pois é mais fácil dominar súditos dóceis ou indiferentes), mas a democracia necessita dos primeiros. Se devessem prevalecer os cidadãos passivos, ele conclui, os governantes acabariam prazerosamente por transformar seus súditos num bando de ovelhas dedicadas tão somente pastando o capim , lado a lado (e a não reclamar, acrescento eu, nem mesmo quando o capim é escasso). Isso o levava a propor a extensão do sufrágio às classes populares, com base no argumento de que um dos remédios contra a tirania das maiorias encontra-se exatamente na promoção da participação eleitoral não só das classes acomodadas (que constituem sempre uma minoria e tendem a assegurar os próprios interesses), mas também das classes populares. Stuart Mill dizia: a participação eleitoral tem um grande valor educativo.

(BOBBIO, Norberto. O futuro da democracia. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1986. p. 31-32.) 
Assinale a alternativa correta sobre a ausência de crase nos trechos:
Alternativas
Q1733551 Português
"Nos dois últimos séculos [XIX e XX], no tocante a discursos apologéticos sobre a democracia, jamais esteve ausente o argumento segundo o qual o único modo de fazer com que um súdito transforme -se em cidadão é que a educação para a democracia surgiria no próprio exercício da prática democrática.
Concomitantemente, não antes.
Um dos trechos mais exemplares a esse respeito é o que se encontra no capítulo sobre a melhor forma de governo da Considerações sobre o Governo Representativo de John Stuart Mill, na passagem em que ele divide os cidadãos em ativos e passivos: em geral, os governantes preferem os segundos (pois é mais fácil dominar súditos dóceis ou indiferentes), mas a democracia necessita dos primeiros. Se devessem prevalecer os cidadãos passivos, ele conclui, os governantes acabariam prazerosamente por transformar seus súditos num bando de ovelhas dedicadas tão somente pastando o capim , lado a lado (e a não reclamar, acrescento eu, nem mesmo quando o capim é escasso). Isso o levava a propor a extensão do sufrágio às classes populares, com base no argumento de que um dos remédios contra a tirania das maiorias encontra-se exatamente na promoção da participação eleitoral não só das classes acomodadas (que constituem sempre uma minoria e tendem a assegurar os próprios interesses), mas também das classes populares. Stuart Mill dizia: a participação eleitoral tem um grande valor educativo.

(BOBBIO, Norberto. O futuro da democracia. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1986. p. 31-32.) 
Assinale a alternativa correta:
Alternativas
Q1733550 Português
"Nos dois últimos séculos [XIX e XX], no tocante a discursos apologéticos sobre a democracia, jamais esteve ausente o argumento segundo o qual o único modo de fazer com que um súdito transforme -se em cidadão é que a educação para a democracia surgiria no próprio exercício da prática democrática.
Concomitantemente, não antes.
Um dos trechos mais exemplares a esse respeito é o que se encontra no capítulo sobre a melhor forma de governo da Considerações sobre o Governo Representativo de John Stuart Mill, na passagem em que ele divide os cidadãos em ativos e passivos: em geral, os governantes preferem os segundos (pois é mais fácil dominar súditos dóceis ou indiferentes), mas a democracia necessita dos primeiros. Se devessem prevalecer os cidadãos passivos, ele conclui, os governantes acabariam prazerosamente por transformar seus súditos num bando de ovelhas dedicadas tão somente pastando o capim , lado a lado (e a não reclamar, acrescento eu, nem mesmo quando o capim é escasso). Isso o levava a propor a extensão do sufrágio às classes populares, com base no argumento de que um dos remédios contra a tirania das maiorias encontra-se exatamente na promoção da participação eleitoral não só das classes acomodadas (que constituem sempre uma minoria e tendem a assegurar os próprios interesses), mas também das classes populares. Stuart Mill dizia: a participação eleitoral tem um grande valor educativo.

(BOBBIO, Norberto. O futuro da democracia. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1986. p. 31-32.) 
Pode-se afirmar que Stuart Mill defendia:
Alternativas
Q1733549 Português
"Nos dois últimos séculos [XIX e XX], no tocante a discursos apologéticos sobre a democracia, jamais esteve ausente o argumento segundo o qual o único modo de fazer com que um súdito transforme -se em cidadão é que a educação para a democracia surgiria no próprio exercício da prática democrática.
Concomitantemente, não antes.
Um dos trechos mais exemplares a esse respeito é o que se encontra no capítulo sobre a melhor forma de governo da Considerações sobre o Governo Representativo de John Stuart Mill, na passagem em que ele divide os cidadãos em ativos e passivos: em geral, os governantes preferem os segundos (pois é mais fácil dominar súditos dóceis ou indiferentes), mas a democracia necessita dos primeiros. Se devessem prevalecer os cidadãos passivos, ele conclui, os governantes acabariam prazerosamente por transformar seus súditos num bando de ovelhas dedicadas tão somente pastando o capim , lado a lado (e a não reclamar, acrescento eu, nem mesmo quando o capim é escasso). Isso o levava a propor a extensão do sufrágio às classes populares, com base no argumento de que um dos remédios contra a tirania das maiorias encontra-se exatamente na promoção da participação eleitoral não só das classes acomodadas (que constituem sempre uma minoria e tendem a assegurar os próprios interesses), mas também das classes populares. Stuart Mill dizia: a participação eleitoral tem um grande valor educativo.

(BOBBIO, Norberto. O futuro da democracia. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1986. p. 31-32.) 
Para Bobbio, adotar a prática de Stuart Mill:
Alternativas
Q1733548 Português
"Nos dois últimos séculos [XIX e XX], no tocante a discursos apologéticos sobre a democracia, jamais esteve ausente o argumento segundo o qual o único modo de fazer com que um súdito transforme -se em cidadão é que a educação para a democracia surgiria no próprio exercício da prática democrática.
Concomitantemente, não antes.
Um dos trechos mais exemplares a esse respeito é o que se encontra no capítulo sobre a melhor forma de governo da Considerações sobre o Governo Representativo de John Stuart Mill, na passagem em que ele divide os cidadãos em ativos e passivos: em geral, os governantes preferem os segundos (pois é mais fácil dominar súditos dóceis ou indiferentes), mas a democracia necessita dos primeiros. Se devessem prevalecer os cidadãos passivos, ele conclui, os governantes acabariam prazerosamente por transformar seus súditos num bando de ovelhas dedicadas tão somente pastando o capim , lado a lado (e a não reclamar, acrescento eu, nem mesmo quando o capim é escasso). Isso o levava a propor a extensão do sufrágio às classes populares, com base no argumento de que um dos remédios contra a tirania das maiorias encontra-se exatamente na promoção da participação eleitoral não só das classes acomodadas (que constituem sempre uma minoria e tendem a assegurar os próprios interesses), mas também das classes populares. Stuart Mill dizia: a participação eleitoral tem um grande valor educativo.

(BOBBIO, Norberto. O futuro da democracia. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1986. p. 31-32.) 
Bobbio afirma que Sutart Mill:
Alternativas
Q1733547 Português
"Nos dois últimos séculos [XIX e XX], no tocante a discursos apologéticos sobre a democracia, jamais esteve ausente o argumento segundo o qual o único modo de fazer com que um súdito transforme -se em cidadão é que a educação para a democracia surgiria no próprio exercício da prática democrática.
Concomitantemente, não antes.
Um dos trechos mais exemplares a esse respeito é o que se encontra no capítulo sobre a melhor forma de governo da Considerações sobre o Governo Representativo de John Stuart Mill, na passagem em que ele divide os cidadãos em ativos e passivos: em geral, os governantes preferem os segundos (pois é mais fácil dominar súditos dóceis ou indiferentes), mas a democracia necessita dos primeiros. Se devessem prevalecer os cidadãos passivos, ele conclui, os governantes acabariam prazerosamente por transformar seus súditos num bando de ovelhas dedicadas tão somente pastando o capim , lado a lado (e a não reclamar, acrescento eu, nem mesmo quando o capim é escasso). Isso o levava a propor a extensão do sufrágio às classes populares, com base no argumento de que um dos remédios contra a tirania das maiorias encontra-se exatamente na promoção da participação eleitoral não só das classes acomodadas (que constituem sempre uma minoria e tendem a assegurar os próprios interesses), mas também das classes populares. Stuart Mill dizia: a participação eleitoral tem um grande valor educativo.

(BOBBIO, Norberto. O futuro da democracia. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1986. p. 31-32.) 
Segundo o texto, o cidadão passivo:
Alternativas
Q1731297 Português
Em uma das alternativas abaixo, um vocábulo teve sua grafia alterada propositalmente para ficar em desacordo com o vocabulário ortográfico da língua portuguesa. Aponte-a.
Alternativas
Q1731296 Português
Leia o teto e depois assinale a alternativa que contém a sequência que completa corretamente as lacunas, de acordo com a variedade padrão:
________ dois anos e meio que o Jornal Nacional mostrou uma reportagem sobre uma técnica que aumentou a segurança nos processos industriais no Japão. Depois de ver a reportagem, o mesmo procedimento começou a ser usado no Brasil, por uma empresa de transporte ferroviário. Nela, a movimentação de cada trem é monitorada ________ distância. Mas, para garantir uma operação segura, a tecnologia ganhou uma aliada ________ dois anos: os operadores repetem em voz alta as ordens dadas aos maquinistas enquanto apontam, com o mouse na tela do computador, o caminho a ser feito pelo trem. Coisa simples, mas “apontando e falando”, a empresa diz que reduziu em 70% os ___________- erros que poderiam levar a um _______. Cada regra é um reforço ________ cultura de segurança da empresa. O “apontar e falar” tem nome: “Yoshi”.
(https://g1.globo.com/jornalnacional/noticia/2019/04/01/metodo-japones-de-apontar-e-falar-chega-ao-brasil-para-aumentar-a-seguranca-no-trabalho.ghtml)
Alternativas
Q1731295 Português
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Para obter efeito de humor na tirinha, o autor empregou um importante recurso de expressão. Trata-se:
Alternativas
Q1731294 Português
19 de julho de 1955 –
[...] Quando as mulheres feras invade o meu barraco, os meus filhos lhes joga pedras. Elas diz:
– Que crianças mal iducadas!
Eu digo:
– Os meus filhos estão defendendo-me. Vou escrever um livro referente a favela. Hei de citar tudo que aqui se passa. E tudo que vocês me fazem. Eu quero escrever o livro, e vocês com estas cenas desagradaveis me fornece os argumentos.
21 de julho –
...Estou residindo na favela. Mas se Deus me ajudar hei de mudar daqui. Espero que os políticos estingue as favelas. [...].
22 de julho
Que suplicio catar papel atualmente! Tenho que levar a minha filha Vera Eunice. Eu ponho o saco na cabeça e levo-a nos braços. Tem hora que revolto-me.
Depois domino-me. Ela não tem culpa de estar no mundo.
13 de maio de 1958 –
É um dia simpatico para mim.
É o dia da Abolição. Dia que comemoramos a libertação dos escravos.
A Vera começou pedir comida. E eu não tinha.
Fui pedir um pouco de banha a Dona Alice. Ela logo deu-me a banha e arroz. Era 9 horas da noite quando comemos.
E assim no dia 13 de maio de 1958 eu lutava contra a escravatura atual– a fome! (Quarto de despejo – diário de uma favelada. São Paulo: Francisco Alves, 1960. ______._____. São Paulo: Ática, 2001)
Sobre os aspectos linguísticos do texto, assinale a alternativa correta:
Alternativas
Q1731293 Português
19 de julho de 1955 –
[...] Quando as mulheres feras invade o meu barraco, os meus filhos lhes joga pedras. Elas diz:
– Que crianças mal iducadas!
Eu digo:
– Os meus filhos estão defendendo-me. Vou escrever um livro referente a favela. Hei de citar tudo que aqui se passa. E tudo que vocês me fazem. Eu quero escrever o livro, e vocês com estas cenas desagradaveis me fornece os argumentos.
21 de julho –
...Estou residindo na favela. Mas se Deus me ajudar hei de mudar daqui. Espero que os políticos estingue as favelas. [...].
22 de julho
Que suplicio catar papel atualmente! Tenho que levar a minha filha Vera Eunice. Eu ponho o saco na cabeça e levo-a nos braços. Tem hora que revolto-me.
Depois domino-me. Ela não tem culpa de estar no mundo.
13 de maio de 1958 –
É um dia simpatico para mim.
É o dia da Abolição. Dia que comemoramos a libertação dos escravos.
A Vera começou pedir comida. E eu não tinha.
Fui pedir um pouco de banha a Dona Alice. Ela logo deu-me a banha e arroz. Era 9 horas da noite quando comemos.
E assim no dia 13 de maio de 1958 eu lutava contra a escravatura atual– a fome! (Quarto de despejo – diário de uma favelada. São Paulo: Francisco Alves, 1960. ______._____. São Paulo: Ática, 2001)
No texto, a autora escreve por diversas vezes empregando o pronome oblíquo enclítico. Apesar de ser a regra geral da norma culta, ela o fez em frases nas quais o adequado à variante padrão seria a próclise, exceto em:
Alternativas
Q1731292 Português
19 de julho de 1955 –
[...] Quando as mulheres feras invade o meu barraco, os meus filhos lhes joga pedras. Elas diz:
– Que crianças mal iducadas!
Eu digo:
– Os meus filhos estão defendendo-me. Vou escrever um livro referente a favela. Hei de citar tudo que aqui se passa. E tudo que vocês me fazem. Eu quero escrever o livro, e vocês com estas cenas desagradaveis me fornece os argumentos.
21 de julho –
...Estou residindo na favela. Mas se Deus me ajudar hei de mudar daqui. Espero que os políticos estingue as favelas. [...].
22 de julho
Que suplicio catar papel atualmente! Tenho que levar a minha filha Vera Eunice. Eu ponho o saco na cabeça e levo-a nos braços. Tem hora que revolto-me.
Depois domino-me. Ela não tem culpa de estar no mundo.
13 de maio de 1958 –
É um dia simpatico para mim.
É o dia da Abolição. Dia que comemoramos a libertação dos escravos.
A Vera começou pedir comida. E eu não tinha.
Fui pedir um pouco de banha a Dona Alice. Ela logo deu-me a banha e arroz. Era 9 horas da noite quando comemos.
E assim no dia 13 de maio de 1958 eu lutava contra a escravatura atual– a fome! (Quarto de despejo – diário de uma favelada. São Paulo: Francisco Alves, 1960. ______._____. São Paulo: Ática, 2001)
A palavra ‘suplício’ no texto, é sinônimo de:
Alternativas
Q1731290 Português
19 de julho de 1955 –
[...] Quando as mulheres feras invade o meu barraco, os meus filhos lhes joga pedras. Elas diz:
– Que crianças mal iducadas!
Eu digo:
– Os meus filhos estão defendendo-me. Vou escrever um livro referente a favela. Hei de citar tudo que aqui se passa. E tudo que vocês me fazem. Eu quero escrever o livro, e vocês com estas cenas desagradaveis me fornece os argumentos.
21 de julho –
...Estou residindo na favela. Mas se Deus me ajudar hei de mudar daqui. Espero que os políticos estingue as favelas. [...].
22 de julho
Que suplicio catar papel atualmente! Tenho que levar a minha filha Vera Eunice. Eu ponho o saco na cabeça e levo-a nos braços. Tem hora que revolto-me.
Depois domino-me. Ela não tem culpa de estar no mundo.
13 de maio de 1958 –
É um dia simpatico para mim.
É o dia da Abolição. Dia que comemoramos a libertação dos escravos.
A Vera começou pedir comida. E eu não tinha.
Fui pedir um pouco de banha a Dona Alice. Ela logo deu-me a banha e arroz. Era 9 horas da noite quando comemos.
E assim no dia 13 de maio de 1958 eu lutava contra a escravatura atual– a fome! (Quarto de despejo – diário de uma favelada. São Paulo: Francisco Alves, 1960. ______._____. São Paulo: Ática, 2001)
Assinale a alternativa correta:
Alternativas
Q1731289 Português
19 de julho de 1955 –
[...] Quando as mulheres feras invade o meu barraco, os meus filhos lhes joga pedras. Elas diz:
– Que crianças mal iducadas!
Eu digo:
– Os meus filhos estão defendendo-me. Vou escrever um livro referente a favela. Hei de citar tudo que aqui se passa. E tudo que vocês me fazem. Eu quero escrever o livro, e vocês com estas cenas desagradaveis me fornece os argumentos.
21 de julho –
...Estou residindo na favela. Mas se Deus me ajudar hei de mudar daqui. Espero que os políticos estingue as favelas. [...].
22 de julho
Que suplicio catar papel atualmente! Tenho que levar a minha filha Vera Eunice. Eu ponho o saco na cabeça e levo-a nos braços. Tem hora que revolto-me.
Depois domino-me. Ela não tem culpa de estar no mundo.
13 de maio de 1958 –
É um dia simpatico para mim.
É o dia da Abolição. Dia que comemoramos a libertação dos escravos.
A Vera começou pedir comida. E eu não tinha.
Fui pedir um pouco de banha a Dona Alice. Ela logo deu-me a banha e arroz. Era 9 horas da noite quando comemos.
E assim no dia 13 de maio de 1958 eu lutava contra a escravatura atual– a fome! (Quarto de despejo – diário de uma favelada. São Paulo: Francisco Alves, 1960. ______._____. São Paulo: Ática, 2001)
Ao revelar que escreverá um livro, a autora do diário:
Alternativas
Q1731288 Português
19 de julho de 1955 –
[...] Quando as mulheres feras invade o meu barraco, os meus filhos lhes joga pedras. Elas diz:
– Que crianças mal iducadas!
Eu digo:
– Os meus filhos estão defendendo-me. Vou escrever um livro referente a favela. Hei de citar tudo que aqui se passa. E tudo que vocês me fazem. Eu quero escrever o livro, e vocês com estas cenas desagradaveis me fornece os argumentos.
21 de julho –
...Estou residindo na favela. Mas se Deus me ajudar hei de mudar daqui. Espero que os políticos estingue as favelas. [...].
22 de julho
Que suplicio catar papel atualmente! Tenho que levar a minha filha Vera Eunice. Eu ponho o saco na cabeça e levo-a nos braços. Tem hora que revolto-me.
Depois domino-me. Ela não tem culpa de estar no mundo.
13 de maio de 1958 –
É um dia simpatico para mim.
É o dia da Abolição. Dia que comemoramos a libertação dos escravos.
A Vera começou pedir comida. E eu não tinha.
Fui pedir um pouco de banha a Dona Alice. Ela logo deu-me a banha e arroz. Era 9 horas da noite quando comemos.
E assim no dia 13 de maio de 1958 eu lutava contra a escravatura atual– a fome! (Quarto de despejo – diário de uma favelada. São Paulo: Francisco Alves, 1960. ______._____. São Paulo: Ática, 2001)
Pode -se inferir do texto que:
Alternativas
Q1728846 Odontologia
O uso do flúor odontológico é imprescindível como meio complementar para o êxito no controle da cárie dental, quanto à concentração do flúor e o tempo de aplicação, podemos afirmar:
Alternativas
Q1728845 Odontologia
Biocompatibilidade é a habilidade de um material em ser compatível com tecidos vivos, em especial, o corpo humano. Existem várias respostas biológicas que podem ocorrer quando um determinado material é colocado em contato com um tecido vivo. A resposta que ocorre quando os componentes de um material alteram a sequência de pares de bases do DNA na célula, é a de natureza:
Alternativas
Respostas
15081: B
15082: E
15083: C
15084: C
15085: B
15086: A
15087: A
15088: C
15089: D
15090: B
15091: C
15092: C
15093: B
15094: A
15095: D
15096: A
15097: D
15098: E
15099: B
15100: D