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Esse direito está fundamentado em um princípio do Sistema Único de Saúde denominado:
Na sequência ilimitada de números inteiros, que segue um padrão lógico aritmético, 50, 49, 53, 54, 53, 57, 58, 57, 61, 62, 61, 65, 66, 65, 69, 70, 69, 73, 74, ..., a soma do 62º elemento com o 66o elemento é tal que a soma de seus algarismos é igual a
Uma enquete foi realizada entre jovens que praticam esportes de aventura. Os esportes que foram mencionados são: alpinismo (A); paraquedismo (P); mergulho (M) e surfe (S). A enquete também investigou quais desses esportes os jovens praticavam. O diagrama mostra os resultados, e há elementos em todas as regiões do diagrama.

A partir das informações fornecidas no diagrama, é logicamente verdadeiro que
Considere as afirmações e seus respectivos valores lógicos.
I. O amor é eterno ou a bondade é essencial. Afirmação VERDADEIRA.
II. A caridade é generosa e a dúvida é inútil. Afirmação FALSA.
III. Ou a elegância é nostálgica ou a felicidade é uma busca. Afirmação VERDADEIRA.
IV. Se a dúvida é inútil, então a felicidade é uma busca. Afirmação FALSA.
V. A bondade é essencial e a elegância é nostálgica. Afirmação FALSA.
A partir dessas informações, é logicamente verdadeiro que
Leia a tira a seguir

(O Estado de S. Paulo, 31 de agosto de 2024)
Assinale a alternativa que preenche, respectivamente e de acordo com a norma-padrão, as lacunas da tira.
Leia o texto para responder à questão.
Os animais sentem o luto?
Mittens, o gato do nosso vizinho, era um aventureiro que gostava de entrar sorrateiramente na nossa casa sempre que surgia uma oportunidade, entre seus passatempos, pega-pegas diários com os outros gatos do quarteirão. Quando ele desapareceu, algumas semanas atrás, nossa gata começou a se comportar de um jeito diferente. Quase sempre quieta e majestosa, ela ficou mais dengosa, resmungando enquanto olhava pela janela. “Ela está de luto”, disse meu marido. Nós presumimos que Mittens estava morto. Será que a nossa gata “presumiu” a mesma coisa?
Falar sobre animais e luto convida a inevitáveis acusações de antropomorfismo, aquele hábito tentador de projetar características humanas em animais não humanos. Mas, como explica Susana Monsó, filósofa e escritora, em Brincando de ser gambá: Como os animais entendem a morte, em tradução direta, nosso medo do antropomorfismo pode levar ao pecado oposto da “antropectomia” – a negação de que os animais apresentam características humanas. “Ambos os erros são igualmente graves”, escreve Monsó. “Ambos são descrições falsas da realidade”.
Com o livro, também aprendi que o “brincar de gambá” do título envolve mais do que simplesmente ficar imóvel quando um gambá se sente ameaçado, “ele para de responder ao mundo e começa a salivar, urinar, defecar e expelir uma gosma verde de cheiro repugnante de suas glândulas anais”, escreve Monsó. Parece muito mais esforço do que apenas “brincar”: expelir uma gosma fedorenta é, sem dúvida, comprometer-se com a brincadeira.
Alguns animais parecem de fato passar pelo luto, diz Monsó, referindo-se a girafas fêmeas que perambulam pela área onde um filhote morreu e a queixadas que limpam repetidas vezes o cadáver de uma companheira morta. Ela abre o livro com uma fotografia de um centro de resgate de chimpanzés: uma chimpanzé morta chamada Dorothy está sendo empurrada em um carrinho de mão por um grupo de seus companheiros chimpanzés, que estão estranhamente silenciosos enquanto olham para ela, aparentemente emocionados e solenes.
Os chimpanzés estavam sofrendo? Será que eles sabiam que o que tinha acontecido com Dorothy um dia aconteceria com eles? Monsó apresenta seu livro em termos da “filosofia das mentes animais”. Ela sabe que, para leitores céticos, essa abordagem pode parecer difícil de engolir. Mas, ao final do livro, eu estava convencido de que muitos animais não humanos têm, de fato, um “conceito de morte”, mesmo que não seja necessariamente o mesmo que o nosso.
(Jennifer Szalai, The New York Times. Tradução de Renato Prelorentzou. O Estado de S.Paulo, 30.11.2024. Adaptado)
Leia o texto para responder à questão.
Os animais sentem o luto?
Mittens, o gato do nosso vizinho, era um aventureiro que gostava de entrar sorrateiramente na nossa casa sempre que surgia uma oportunidade, entre seus passatempos, pega-pegas diários com os outros gatos do quarteirão. Quando ele desapareceu, algumas semanas atrás, nossa gata começou a se comportar de um jeito diferente. Quase sempre quieta e majestosa, ela ficou mais dengosa, resmungando enquanto olhava pela janela. “Ela está de luto”, disse meu marido. Nós presumimos que Mittens estava morto. Será que a nossa gata “presumiu” a mesma coisa?
Falar sobre animais e luto convida a inevitáveis acusações de antropomorfismo, aquele hábito tentador de projetar características humanas em animais não humanos. Mas, como explica Susana Monsó, filósofa e escritora, em Brincando de ser gambá: Como os animais entendem a morte, em tradução direta, nosso medo do antropomorfismo pode levar ao pecado oposto da “antropectomia” – a negação de que os animais apresentam características humanas. “Ambos os erros são igualmente graves”, escreve Monsó. “Ambos são descrições falsas da realidade”.
Com o livro, também aprendi que o “brincar de gambá” do título envolve mais do que simplesmente ficar imóvel quando um gambá se sente ameaçado, “ele para de responder ao mundo e começa a salivar, urinar, defecar e expelir uma gosma verde de cheiro repugnante de suas glândulas anais”, escreve Monsó. Parece muito mais esforço do que apenas “brincar”: expelir uma gosma fedorenta é, sem dúvida, comprometer-se com a brincadeira.
Alguns animais parecem de fato passar pelo luto, diz Monsó, referindo-se a girafas fêmeas que perambulam pela área onde um filhote morreu e a queixadas que limpam repetidas vezes o cadáver de uma companheira morta. Ela abre o livro com uma fotografia de um centro de resgate de chimpanzés: uma chimpanzé morta chamada Dorothy está sendo empurrada em um carrinho de mão por um grupo de seus companheiros chimpanzés, que estão estranhamente silenciosos enquanto olham para ela, aparentemente emocionados e solenes.
Os chimpanzés estavam sofrendo? Será que eles sabiam que o que tinha acontecido com Dorothy um dia aconteceria com eles? Monsó apresenta seu livro em termos da “filosofia das mentes animais”. Ela sabe que, para leitores céticos, essa abordagem pode parecer difícil de engolir. Mas, ao final do livro, eu estava convencido de que muitos animais não humanos têm, de fato, um “conceito de morte”, mesmo que não seja necessariamente o mesmo que o nosso.
(Jennifer Szalai, The New York Times. Tradução de Renato Prelorentzou. O Estado de S.Paulo, 30.11.2024. Adaptado)
Leia as frases a seguir.
• Será que a nossa gata “presumiu” a mesma coisa? (1º parágrafo)
• Ela sabe que, para leitores céticos, essa abordagem pode parecer difícil de engolir. (5º parágrafo)
Estão apresentados, correta e respectivamente, o sinônimo e o antônimo das palavras em destaque na alternativa:
Leia o texto para responder à questão.
Os animais sentem o luto?
Mittens, o gato do nosso vizinho, era um aventureiro que gostava de entrar sorrateiramente na nossa casa sempre que surgia uma oportunidade, entre seus passatempos, pega-pegas diários com os outros gatos do quarteirão. Quando ele desapareceu, algumas semanas atrás, nossa gata começou a se comportar de um jeito diferente. Quase sempre quieta e majestosa, ela ficou mais dengosa, resmungando enquanto olhava pela janela. “Ela está de luto”, disse meu marido. Nós presumimos que Mittens estava morto. Será que a nossa gata “presumiu” a mesma coisa?
Falar sobre animais e luto convida a inevitáveis acusações de antropomorfismo, aquele hábito tentador de projetar características humanas em animais não humanos. Mas, como explica Susana Monsó, filósofa e escritora, em Brincando de ser gambá: Como os animais entendem a morte, em tradução direta, nosso medo do antropomorfismo pode levar ao pecado oposto da “antropectomia” – a negação de que os animais apresentam características humanas. “Ambos os erros são igualmente graves”, escreve Monsó. “Ambos são descrições falsas da realidade”.
Com o livro, também aprendi que o “brincar de gambá” do título envolve mais do que simplesmente ficar imóvel quando um gambá se sente ameaçado, “ele para de responder ao mundo e começa a salivar, urinar, defecar e expelir uma gosma verde de cheiro repugnante de suas glândulas anais”, escreve Monsó. Parece muito mais esforço do que apenas “brincar”: expelir uma gosma fedorenta é, sem dúvida, comprometer-se com a brincadeira.
Alguns animais parecem de fato passar pelo luto, diz Monsó, referindo-se a girafas fêmeas que perambulam pela área onde um filhote morreu e a queixadas que limpam repetidas vezes o cadáver de uma companheira morta. Ela abre o livro com uma fotografia de um centro de resgate de chimpanzés: uma chimpanzé morta chamada Dorothy está sendo empurrada em um carrinho de mão por um grupo de seus companheiros chimpanzés, que estão estranhamente silenciosos enquanto olham para ela, aparentemente emocionados e solenes.
Os chimpanzés estavam sofrendo? Será que eles sabiam que o que tinha acontecido com Dorothy um dia aconteceria com eles? Monsó apresenta seu livro em termos da “filosofia das mentes animais”. Ela sabe que, para leitores céticos, essa abordagem pode parecer difícil de engolir. Mas, ao final do livro, eu estava convencido de que muitos animais não humanos têm, de fato, um “conceito de morte”, mesmo que não seja necessariamente o mesmo que o nosso.
(Jennifer Szalai, The New York Times. Tradução de Renato Prelorentzou. O Estado de S.Paulo, 30.11.2024. Adaptado)
A alternativa que apresenta o termo destacado com a mesma função sintática do enfatizado no trecho é:
(__)A utilização de limas manuais de forma progressiva, com verificações frequentes do comprimento de trabalho, reduz o risco de desvios ou perfurações em trajetos canaliculares.
(__)Radiografias adicionais com limas posicionadas são indicadas para confirmar o trajeto e a localização correta dos canais radiculares em casos de incerteza anatômica.
(__)O uso do ultrassom endodôntico em trajetos amplos e sem restrições anatômicas é preferível ao uso de limas manuais, mesmo na ausência de cálculos ou canais acessórios.
(__)O monitoramento constante durante a instrumentação e o uso de técnicas auxiliares ajudam a prevenir complicações, como perfurações do assoalho pulpar.
A sequência está correta em:
I.A inspeção da cavidade oral realizada pelo cirurgião-dentista em mutirões deve ser complementada por exames de imagem para identificar com precisão lesões pré-malignas, antes mesmo de encaminhá-las para biópsia.
II.As campanhas de prevenção de câncer bucal focam exclusivamente na identificação de lesões em estágios avançados, pois o rastreamento precoce é de responsabilidade exclusiva dos centros oncológicos.
III.O papel do cirurgião-dentista nos mutirões inclui a identificação precoce de lesões, o encaminhamento para biópsia, e a orientação sobre medidas preventivas, como cessação do tabagismo e uso de protetor labial.
Está correto o que se afirma em:
I.A equidade no SUS implica priorizar ações e recursos para grupos em situação de maior vulnerabilidade, como populações indígenas e quilombolas, com base em suas necessidades específicas de saúde.
II.A equidade no SUS garante a prestação de serviços de saúde de maneira uniforme para toda a população, garantindo igualdade de acesso, independentemente de diferenças regionais ou sociais.
III.A equidade no SUS visa reduzir as desigualdades no acesso à saúde, por meio de políticas específicas que favorecem a população mais carente.
Está correto o que se afirma em:
I.O respeito à autonomia do paciente implica fornecer informações detalhadas sobre as opções de tratamento, incluindo riscos e benefícios, garantindo que a decisão seja tomada de forma consciente.
II.O registro do consentimento informado no prontuário é uma obrigação ética e legal do cirurgião-dentista, demonstrando transparência no processo de tomada de decisão do paciente.
III.A indicação de procedimentos odontológicos deve priorizar exclusivamente o interesse comercial ou financeiro, desde que o paciente seja informado sobre os custos e benefícios envolvidos.
Está correto o que se afirma em:
(__)A radiografia interproximal é suficiente para determinar a profundidade exata da lesão cariosa e sua relação com o canal pulpar, eliminando a necessidade de brilho com o exame clínico.
(__)Lesões cariosas que apresentam radiolucidez em até dois terços da dentina são prioritariamente tratadas com restaurações, mas o protocolo varia entre materiais estéticos e amálgama, dependendo da extensão da lesão e das preferências do paciente.
(__)Radiolucidez em dentina profunda sem envolvimento pulpar pode ser tratada com remoção seletiva de cárie e proteção pulpar para minimizar a exposição do tecido vital.
(__)O uso de materiais restauradores estéticos em cáries próximas profundas deve ser sempre priorizado, independentemente do protocolo, devido à superioridade estética em relação ao amálgama.
A sequência é correta em: