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Q3396708 Fisioterapia
Uma paciente de 55 anos, diagnosticada com esclerose múltipla, apresenta tremores nas mãos, rigidez muscular e dificuldades motoras progressivas. Ela relata perda de coordenação motora, dificuldades para caminhar e espasticidade nos membros inferiores. Qual seria a intervenção fisioterapêutica mais indicada para melhorar a funcionalidade e a mobilidade dessa paciente?
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Q3396707 Fisioterapia
Um paciente de 50 anos, do sexo masculino, com histórico de osteoartrite no joelho direito, apresenta dor ao caminhar, rigidez matinal e dificuldades em atividades diárias como subir escadas e caminhar longas distâncias. Considerando a condição clínica deste paciente, qual seria a principal conduta fisioterapêutica?
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Q3396706 Fisioterapia
Após um longo período de imobilização devido a uma fratura do braço direito, um homem de 60 anos está em fase de reabilitação. Ele apresenta dor moderada, limitação da amplitude de movimento e fraqueza muscular. Ele tem dificuldades para realizar movimentos como alcançar objetos acima da cabeça ou levantar o braço de forma plena. Qual a abordagem inicial mais indicada para esse paciente na fisioterapia?
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Q3396705 Fisioterapia
Uma mulher de 55 anos com diagnóstico de fibromialgia apresenta dor crônica generalizada, fadiga, distúrbios do sono e rigidez muscular, principalmente nas regiões cervicais, lombares e nos membros. Ela também relata que a dor piora com o estresse físico e emocional. Qual a abordagem fisioterapêutica mais eficaz para o manejo dessa paciente com fibromialgia?
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Q3396704 Fisioterapia
Um homem de 45 anos, diagnosticado com hérnia de disco lombar, apresenta dor irradiada para a perna esquerda e dificuldade para caminhar. Ele se queixa de rigidez e dor intensas, especialmente ao realizar movimentos de flexão. Qual a principal abordagem fisioterapêutica indicada para o tratamento deste paciente com hérnia de disco lombar?
Alternativas
Q3396703 Fisioterapia
Após sofrer um acidente de trânsito, um homem de 40 anos apresenta dor e limitação de movimento no ombro direito. Ele foi diagnosticado com tendinite no ombro e relata dor intensa ao mover o braço, especialmente ao levantar o braço acima da cabeça. Qual a conduta fisioterapêutica mais indicada para o tratamento da tendinite do ombro?
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Q3396702 Fisioterapia
Uma mulher de 60 anos, com diagnóstico de Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica (DPOC), apresenta falta de ar durante atividades diárias simples. Ela também tem histórico de cansaço excessivo e dificuldades respiratórias. A avaliação respiratória revela redução da capacidade pulmonar e dificuldades em manter uma saturação de oxigênio adequada durante o esforço. Qual deve ser a principal abordagem fisioterapêutica indicada para este paciente com DPOC?
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Q3396700 Fisioterapia
A espondilite anquilosante foi diagnosticada em uma mulher de 55 anos, que se queixa de dor e rigidez nas costas, especialmente pela manhã. Ela tem dificuldades para realizar movimentos de flexão e rotação da coluna. Qual a intervenção fisioterapêutica mais eficaz para tratar essa paciente com espondilite anquilosante?
Alternativas
Q3396699 Fisioterapia
Uma mulher de 45 anos, com enfisema pulmonar, relata cansaço excessivo, falta de ar e dificuldade em respirar profundamente. A paciente apresenta redução no volume respiratório e dificuldades durante atividades diárias. Qual a principal abordagem fisioterapêutica indicada para o tratamento deste paciente?
Alternativas
Q3396698 Fisioterapia
Após sofrer um acidente vascular cerebral (AVC), João, 60 anos, apresenta hemiparesia à direita, dificuldades de equilíbrio e coordenação prejudicada. Ele tem dificuldades para realizar atividades cotidianas, como tomar banho e se alimentar sozinho. Com esse quadro, qual seria a intervenção fisioterapêutica mais indicada para a reabilitação deste paciente?
Alternativas
Q3396697 Fisioterapia
Mulher de 70 anos, com queixas de dor crônica no joelho esquerdo, sendo diagnosticada com osteoartrite, sente dor ao caminhar, rigidez matinal e limitação funcional, especialmente ao subir escadas ou caminhar por longas distâncias. Qual deve ser a principal abordagem fisioterapêutica para tratar essa paciente?
Alternativas
Q3396696 Fisioterapia
Após um acidente de trabalho, um homem de 35 anos sofreu uma fratura no fêmur direito e foi submetido à cirurgia ortopédica. No período pós-operatório, ele apresenta dor moderada, limitação nos movimentos e dificuldades em realizar atividades cotidianas, como caminhar e levantar-se de uma cadeira. A força muscular da perna afetada está reduzida, e sua amplitude de movimento está restrita. Com base nesse quadro, qual seria a abordagem fisioterapêutica mais indicada para a recuperação funcional deste paciente?
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Q3395255 Legislação dos Municípios do Estado da Bahia
Com base na Lei Orgânica de Conceição do Coité, compete ao município, de forma privativa, de acordo com o art. 14:
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Q3395253 História
Enquanto o Brasil instituía sua segunda Constituição Federal, a primeira da República, Conceição do Coité que acabara de se emancipar, criava seu primeiro Código de Posturas (também conhecido como Constituição Municipal, atualmente a Lei Orgânica) no ano de:
Alternativas
Q3395245 Português
TEXTO I

A novilíngua do crime


Por meio do uso ideológico de termos inapropriados, ou
francamente mentirosos, a língua portuguesa foi colocada a serviço do crime

Roberto Motta



   Nunca diga “violência” quando a palavra correta for “crime”. É fácil entender a diferença: “crime” é um termo objetivo, que descreve um ato específico. Um crime fere o direito de outra pessoa, ou até a própria pessoa. “Violência” é um termo vago, cujo significado depende do contexto. A violência pode ser negativa (quando é usada, por exemplo, para cometer um crime) ou positiva (quando é usada para proteger um inocente indefeso ou impedir que um crime violento seja cometido). O problema do Brasil não é a violência. O problema do Brasil é uma infestação por crime.

   Palavras importam. Não use a expressão “segurança pública” quando você quis dizer “combate ao crime”. São coisas diferentes. O país está cheio de “especialistas” que acreditam que é possível melhorar a segurança pública com rodas de conversa, aulas de artesanato e educação em tempo integral. Nenhuma dessas louváveis iniciativas ajuda a reduzir assaltos ou a identificar autores de homicídios. Para tornar o Brasil um país menos perigoso é preciso combater o crime. Não se combate o crime com conversas, artesanato ou escolas. Crime se combate com polícia, prisões e leis duras.

   Nunca use o termo “letalidade policial” a menos que você também use a expressão “letalidade judicial”. Se é importante monitorar o número de pessoas mortas em confronto com a polícia – lembrando que ninguém deveria confrontar um policial e que, em nenhum país do mundo, os criminosos são tão ousados e armados como no Brasil –, também é importante contar quantas pessoas foram mortas como resultado de decisões judiciais equivocadas ou da aplicação de uma legislação abertamente pró-bandido.

   Nunca chame de “suspeito” um indivíduo que foi filmado assaltando alguém. Não precisamos esperar por uma sentença judicial para descrever a realidade diante de nós. Quem chama de “suspeito” um criminoso flagrado colocando uma arma na cabeça de uma vítima não pode chamar de “assassino” um policial envolvido em um confronto que resultou em mortes. São dois pesos, duas medidas e, pelo menos, uma mentira.

   Não use o termo “ressocialização” que não passa de uma fantasia ideológica. Prefira “reabilitação”: trata-se de um processo individual de mudança que tem como requisitos básicos o arrependimento e a decisão de mudar de vida. Rejeite termos como “progressão de regime” (não há progresso envolvido em aliviar a pena de criminosos perigosos), “auxílio-reclusão” (o nome correto é “bolsa-penitenciário”, um absurdo moral e um estímulo inaceitável ao crime) e “garantismo penal” (uma doutrina jurídico-ideológica para a qual só existem os direitos do criminoso, cujo nome correto é “bandidolatria”). Jamais use “reeducando”, “interno”, “apenado” ou “pessoa privada de liberdade” para se referir a criminosos violentos e perigosos cuja condenação custou sangue e dinheiro à sociedade. Eles são “presidiários” ou “detentos”. Jamais se refira a eles apenas como “presos” – use o termo completo: eles são “criminosos condenados” que, por isso, “estão” presos. Recuse-se a chamar de “adolescente em conflito com a lei” um indivíduo quase adulto que, tendo plena consciência do que faz, comete atos brutais – assaltos, homicídios ou estupros. Recuse-se a chamar esses crimes de “atos infracionais”.

   Crime é uma escolha feita pelo criminoso. A luta contra o crime começa pela escolha das palavras. A linguagem tem poder. Uma palavra pode ter mais força que uma arma ou uma sentença. Palavras se infiltram em mentes e almas, alteram posições morais, confundem causas com consequências e constroem ou destroem convicções. Por meio de uso ideológico de termos inapropriados, ou francamente mentirosos, a língua portuguesa foi colocada a serviço do crime. A manipulação sem tréguas da linguagem pela mídia, de forma repetitiva, cegou e emburreceu boa parte do jornalismo e da audiência, bem como retirou da vítima a capacidade de descrever seu próprio sofrimento e o direito de articular sua indignação.

   A novilíngua da “segurança pública” mata no nascedouro qualquer medida, por mais óbvia, necessária e sensata que seja, que possa prejudicar o ecossistema do crime. Nada pode ser feito porque “cadeia não ressocializa”, porque precisamos de “mais escolas e menos prisões”, porque “as penitenciárias estão cheias de inocentes presos por fumar um baseado”, porque o combate às drogas é “uma guerra perdida” e porque “a polícia brasileira é a que mais mata e mais morre”. Essas expressões são construções ideológicas importadas por ONGs financiadas em dólar, afirmações sem qualquer base na realidade, slogans publicitários do crime.

   O primeiro passo para sair do atoleiro moral é repudiar essas falácias, cujo objetivo é retirar a culpa do criminoso e distribuí-la entre as vítimas. O primeiro passo no combate ao crime é resgatar a linguagem.


https://revistaoeste.com/revista/edicao/-250/a-novilingua-do-crime/ Adaptado.. 
A expressão em destaque foi devidamente classificada entre parênteses em todas as alternativas, EXCETO em:
Alternativas
Q3395241 Português
TEXTO I

A novilíngua do crime


Por meio do uso ideológico de termos inapropriados, ou
francamente mentirosos, a língua portuguesa foi colocada a serviço do crime

Roberto Motta



   Nunca diga “violência” quando a palavra correta for “crime”. É fácil entender a diferença: “crime” é um termo objetivo, que descreve um ato específico. Um crime fere o direito de outra pessoa, ou até a própria pessoa. “Violência” é um termo vago, cujo significado depende do contexto. A violência pode ser negativa (quando é usada, por exemplo, para cometer um crime) ou positiva (quando é usada para proteger um inocente indefeso ou impedir que um crime violento seja cometido). O problema do Brasil não é a violência. O problema do Brasil é uma infestação por crime.

   Palavras importam. Não use a expressão “segurança pública” quando você quis dizer “combate ao crime”. São coisas diferentes. O país está cheio de “especialistas” que acreditam que é possível melhorar a segurança pública com rodas de conversa, aulas de artesanato e educação em tempo integral. Nenhuma dessas louváveis iniciativas ajuda a reduzir assaltos ou a identificar autores de homicídios. Para tornar o Brasil um país menos perigoso é preciso combater o crime. Não se combate o crime com conversas, artesanato ou escolas. Crime se combate com polícia, prisões e leis duras.

   Nunca use o termo “letalidade policial” a menos que você também use a expressão “letalidade judicial”. Se é importante monitorar o número de pessoas mortas em confronto com a polícia – lembrando que ninguém deveria confrontar um policial e que, em nenhum país do mundo, os criminosos são tão ousados e armados como no Brasil –, também é importante contar quantas pessoas foram mortas como resultado de decisões judiciais equivocadas ou da aplicação de uma legislação abertamente pró-bandido.

   Nunca chame de “suspeito” um indivíduo que foi filmado assaltando alguém. Não precisamos esperar por uma sentença judicial para descrever a realidade diante de nós. Quem chama de “suspeito” um criminoso flagrado colocando uma arma na cabeça de uma vítima não pode chamar de “assassino” um policial envolvido em um confronto que resultou em mortes. São dois pesos, duas medidas e, pelo menos, uma mentira.

   Não use o termo “ressocialização” que não passa de uma fantasia ideológica. Prefira “reabilitação”: trata-se de um processo individual de mudança que tem como requisitos básicos o arrependimento e a decisão de mudar de vida. Rejeite termos como “progressão de regime” (não há progresso envolvido em aliviar a pena de criminosos perigosos), “auxílio-reclusão” (o nome correto é “bolsa-penitenciário”, um absurdo moral e um estímulo inaceitável ao crime) e “garantismo penal” (uma doutrina jurídico-ideológica para a qual só existem os direitos do criminoso, cujo nome correto é “bandidolatria”). Jamais use “reeducando”, “interno”, “apenado” ou “pessoa privada de liberdade” para se referir a criminosos violentos e perigosos cuja condenação custou sangue e dinheiro à sociedade. Eles são “presidiários” ou “detentos”. Jamais se refira a eles apenas como “presos” – use o termo completo: eles são “criminosos condenados” que, por isso, “estão” presos. Recuse-se a chamar de “adolescente em conflito com a lei” um indivíduo quase adulto que, tendo plena consciência do que faz, comete atos brutais – assaltos, homicídios ou estupros. Recuse-se a chamar esses crimes de “atos infracionais”.

   Crime é uma escolha feita pelo criminoso. A luta contra o crime começa pela escolha das palavras. A linguagem tem poder. Uma palavra pode ter mais força que uma arma ou uma sentença. Palavras se infiltram em mentes e almas, alteram posições morais, confundem causas com consequências e constroem ou destroem convicções. Por meio de uso ideológico de termos inapropriados, ou francamente mentirosos, a língua portuguesa foi colocada a serviço do crime. A manipulação sem tréguas da linguagem pela mídia, de forma repetitiva, cegou e emburreceu boa parte do jornalismo e da audiência, bem como retirou da vítima a capacidade de descrever seu próprio sofrimento e o direito de articular sua indignação.

   A novilíngua da “segurança pública” mata no nascedouro qualquer medida, por mais óbvia, necessária e sensata que seja, que possa prejudicar o ecossistema do crime. Nada pode ser feito porque “cadeia não ressocializa”, porque precisamos de “mais escolas e menos prisões”, porque “as penitenciárias estão cheias de inocentes presos por fumar um baseado”, porque o combate às drogas é “uma guerra perdida” e porque “a polícia brasileira é a que mais mata e mais morre”. Essas expressões são construções ideológicas importadas por ONGs financiadas em dólar, afirmações sem qualquer base na realidade, slogans publicitários do crime.

   O primeiro passo para sair do atoleiro moral é repudiar essas falácias, cujo objetivo é retirar a culpa do criminoso e distribuí-la entre as vítimas. O primeiro passo no combate ao crime é resgatar a linguagem.


https://revistaoeste.com/revista/edicao/-250/a-novilingua-do-crime/ Adaptado.. 
“[...] também é importante contar quantas pessoas foram mortas como resultado de decisões judiciais equivocadas ou da aplicação de uma legislação abertamente pró-bandido”. Sobre o processo de Formação de palavra do vocábulo destacado é correto afirmar que:
Alternativas
Q3388995 Fisioterapia
É considerado contraindicação para o teste de caminhada de 6 minutos:
Alternativas
Q3388994 Fisioterapia
O Teste da Caminhada de Seis Minutos (TC6M) é um teste de esforço submáximo que se assemelha às atividades diárias do paciente e permite uma avaliação objetiva da sua condição física. A respeito das recomendações para realização do teste, assinale a alternativa correta:
Alternativas
Q3388993 Fisioterapia
Um fisioterapeuta está atendendo um paciente diagnosticado com DPOC, que se apresenta hipersecretivo. Para clearance mucociliar qual deve ser o método escolhido? 
Alternativas
Q3388992 Fisioterapia
A fisioterapia desempenha um papel crucial no tratamento da DPOC e de outras condições respiratórias. A fisioterapia respiratória é uma abordagem terapêutica fundamental para melhorar a função pulmonar, aliviar os sintomas e elevar a qualidade de vida dos pacientes com DPOC. Para fortalecimento muscular respiratório, qual deve ser o método utilizado?
Alternativas
Respostas
5101: D
5102: D
5103: C
5104: B
5105: B
5106: B
5107: B
5108: A
5109: A
5110: C
5111: B
5112: B
5113: A
5114: D
5115: B
5116: D
5117: B
5118: C
5119: E
5120: A