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Q3759978 Fisioterapia

Sobre a fisiologia do parto, analise as afirmações a seguir e assinale V para verdadeiro e F para falso:



( ) A primeira barreira importante à expulsão do feto é a cérvix, que se torna amolecida no final da gestação, permitindo o estiramento quando se iniciam as contrações do trabalho de parto.



( ) A fase de dilatação pode durar em média de 8 a 24 horas.



( ) As contrações abdominais ajudam enormemente a força que causa a expulsão do feto.



( ) A expulsão da placenta dura em média 10 a 45 minutos após o nascimento da criança; essa ocorre devido à contração continuada do útero, que promove o descolamento da placenta de seu sítio de implantação.



Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta:

Alternativas
Q3759977 Fisioterapia
O Sistema de Classificação da Função Motora Grossa (GMFCS) é utilizado mundialmente para classificar a função motora de crianças com paralisia cerebral. Sobre suas características, assinale a alternativa correta:
Alternativas
Q3759976 Fisioterapia
A Pressão Expiratória Positiva (PEP) é uma técnica de fisioterapia respiratória utilizada em diferentes condições clínicas, visando melhorar a ventilação e a higiene brônquica. Sobre seus dispositivos e indicações, assinale a alternativa correta:
Alternativas
Q3759971 Fisioterapia

Os efeitos terapêuticos do ultrassom resultam da combinação de ações térmicas e mecânicas nos tecidos biológicos. O conceito de “dose” se refere à quantidade de energia fornecida ao tecido ou alguma medida da cavitação gerada, decorrente da exposição do tecido à onda acústica, enquanto o conceito de “exposição” se refere ao fluxo da energia acústica gerada pela onda ultrassônica. Com base nesses conceitos, assinale V para as afirmações verdadeiras e F para as afirmações falsas.



( ) As variáveis que compõem a exposição são: intensidade; área de radiação efetiva; modo de emissão; ciclo de trabalho; tempo total de aplicação.



( ) A dose de energia é a multiplicação da intensidade (W/cm2), pela área de radiação efetiva (em cm2), pelo percentual de ciclo de trabalho e pelo tempo de aplicação (em segundos).



( ) A absorção e a conversão da energia do ultrassom dependem de diversos fatores, como o coeficiente de absorção dos tecidos, as interfaces entre eles, a frequência utilizada, a dose e o tempo de aplicação.



A sequência correta é:

Alternativas
Q3758961 Direito Administrativo

De acordo com a Lei Orgânica do Município de Boqueirão, a administração pública obedecerá aos princípios de legalidade, impessoalidade, moralidade, publicidade, de forma a que:

Alternativas
Q3758960 Direito Administrativo

A dinâmica da gestão municipal de Boqueirão, da forma como disposta na sua Lei Orgânica, necessita que sejam obedecidas, entre outras, as seguintes determinações de ordem geral:

Alternativas
Q3758959 Direito Administrativo

Quanto ao Poder Executivo, de acordo com a Lei Orgânica do Município de Boqueirão, é correto afirmar que:

Alternativas
Q3758958 Controle Externo

Respeitando as normas federais e estaduais, mas observando a realidade local, a Lei Orgânica do Município de Boqueirão disciplina a Fiscalização Contábil, Financeira e Orçamentária de modo que:

Alternativas
Q3758957 Legislação dos Municípios do Estado da Paraíba

De acordo com a Lei Orgânica do Município de Boqueirão, o Processo Legislativo deve seguir os seguintes regramentos:

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Q3758956 Direito Constitucional

Consoante a Lei Orgânica do Município de Boqueirão, a Câmara Municipal terá Comissões permanentes e especiais, sobre as quais é correto afirmar que:

Alternativas
Q3758953 Legislação Municipal

A Gestão Municipal deve estar prevista na Lei Orgânica de cada município de sorte a que seja de sua competência:

Alternativas
Q3758952 Direito Constitucional

Todos os Municípios brasileiros, segundo a Constituição Federal, devem ter a sua Lei Orgânica. Determina a Constituição que, apesar da autonomia de cada Município, há regras que são universais para todos. Sobre isso é correto afirmar que:

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Q3758948 História

O processo de ocupação da cidade de Boqueirão, assim como em outros municípios do interior nordestino, esteve intimamente ligado a fatores econômicos, sociais e políticos. Segundo estudos presentes no livro “Boqueirão: história, cultura e identidade”, a formação da antiga Vila de Carnoió relaciona-se economicamente:

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Q3758947 Português

A inauguração do Açude Epitácio Pessoa [e outros grandes açudes] consolidava assim a política de serviços hídricos do Governo Federal para a região Nordeste [...]. Por isso mesmo, eram as obras preferidas pelos políticos de todos os níveis.


Com base no texto sobre a construção do açude Epitácio Pessoa e a política de serviços hídricos no Nordeste, assinale (V) para as afirmativas verdadeiras e (F) para as afirmativas falsas.



( ) Importante registrar que na época da construção do Epitácio Pessoa houve uma pressão de políticos e líderes religiosos para a conclusão das obras do açude como forma de solucionar o grave problema de abastecimento d’água de Campina Grande.



( ) Desde 1939, Campina Grande era abastecida pela represa de Vaca Brava, localizada próxima ao município de Areia, no Agreste Paraibano.



( ) O Governo Federal construiu pequenos açudes como solução definitiva para a falta d’água no Nordeste.



( ) As obras hídricas no Nordeste eram apresentadas como solução para a falta d’água e impressionavam pela grandiosidade.



A sequência correta é:

Alternativas
Q3758936 Português

Leia, a seguir, o poema intitulado “Vou-me embora para pasárgada”, de Manuel Bandeira, e responda à questão.


Vou-me embora pra Pasárgada


Manuel Bandeira


Vou-me embora pra Pasárgada

Lá sou amigo do rei

Lá tenho a mulher que eu quero

Na cama que escolherei


Vou-me embora pra Pasárgada

Aqui eu não sou feliz

Lá a existência é uma aventura

De tal modo inconsequente

Que Joana a Louca de Espanha

Rainha e falsa demente

Vem a ser contraparente

Da nora que nunca tive


E como farei ginástica

Andarei de bicicleta

Montarei em burro brabo

Subirei no pau-de-sebo

Tomarei banhos de mar!

E quando estiver cansado

Deito na beira do rio

Mando chamar a mãe-d’água

Pra me contar as histórias

Que no tempo de eu menino

Rosa vinha me contar

Vou-me embora pra Pasárgada


Em Pasárgada tem tudo

É outra civilização

Tem um processo seguro

De impedir a concepção

Tem telefone automático

Tem alcaloide à vontade

Tem prostitutas bonitas

Para a gente namorar


E quando eu estiver mais triste

Mas triste de não ter jeito

Quando de noite me der

Vontade de me matar

— Lá sou amigo do rei —

Terei a mulher que eu quero

Na cama que escolherei

Vou-me embora pra Pasárgada.



Fonte: BANDEIRA, Manuel. Libertinagem.

Rio de Janeiro: Editora Global, 1930.

Após leitura do poema “Vou-me embora pra Pasárgada”, de Manuel Bandeira, analise, como verdadeiras (V) ou falsas (F), as afirmativas a seguir.



I. No verso “Vou-me embora pra Pasárgada”, o termo em destaque apresenta a colocação pronominal denominada mesóclise, que é bem comum nos textos dos escritores do cânone literário;



II. Nos versos “De tal modo inconsequente\ Que Joana a Louca de Espanha”, o termo em destaque classifica-se como pronome relativo;



III. No verso “Vou-me embora pra Pasárgada”, o termo “pra” não se adequa ao uso da normapadrão e deve ser, imediatamente, corrigido;



IV. Os verbos “escolherei”, “farei”, “andarei”, “montarei” e “subirei” estão conjugados na primeira pessoa do singular do futuro do presente do modo indicativo. 



Após análise das afirmativas, conclui-se que a sequência correta é:

Alternativas
Q3758932 Português

Leia, a seguir, a letra da música “Os anjos”, de Legião urbana, e responda à questão.



Os Anjos


Legião Urbana


Hoje não dá, hoje não dá

Não sei mais o que dizer e nem o que pensar

Hoje não dá, hoje não dá

A maldade humana agora não tem nome, hoje não

Pegue duas medidas de estupidez

Junte trinta e quatro partes de mentira

Coloque tudo numa forma untada previamente

Com promessas não cumpridas

Adicione a seguir o ódio e a inveja

As dez colheres cheias de burrice

Mexa tudo e misture bem

E não se esqueça antes de levar ao forno

Temperar com essência de espirito de porco

Duas xícaras de diferença

E um tablete e meio de preguiça

Hoje não dá, hoje não dá

Está um dia tão bonito lá fora e eu quero brincar

Mas hoje não dá, hoje não dá

Vou consertar a minha asa quebrada e descansar

Gostaria de não saber

Destes crimes atrozes

É todo dia agora

E o que vamos fazer?

Quero voar pra bem longe

Mas hoje não dá

Não sei o que pensar

E nem o que dizer

Só nos sobrou do amor

A falta que ficou



Fonte: https://www.letras.mus.br/legiao-urbana/46964/

Após leitura da letra da música “Os anjos”, de Legião urbana, analise as afirmativas a seguir.



I. A letra em questão retrata o hibridismo de gêneros textuais\discursivos, ao utilizar características estruturais de uma receita culinária em uma de suas estrofes;



II. Os verbos “pegue”, “junte”, “coloque”, “adicione”, “mexa” e “misture” estão conjugados no modo subjuntivo;



III. Nos versos “Só nos sobrou do amor\ A falta que ficou”, o sujeito do verbo sobrar é representado pelo pronome “nos”;



IV. No verso “A falta que ficou”, o termo em destaque é um pronome relativo.



Após análise das afirmativas, conclui-se que estão corretas:

Alternativas
Q3758928 Português

Leia o texto a seguir e responda da questão.


Cultura: por que e para quem?


Fernando Silva



    Afinal, você tem cultura? A resposta é simples: sim, você tem!

    O conceito de cultura é bastante amplo e definido com focos distintos, a depender-se da corrente de pensamento ou dos estudiosos que a interpretam. Entretanto, o termo está presente em muitos momentos de nossas vidas, em circunstâncias de aprendizagem escolar, em conversas cotidianas entre amigos e família e até em discussões pela internet. Em certas ocasiões, é comum que se haja conflitos ligados ao uso de frases como “você não tem cultura” ou “isso sim é cultura”. Hoje, no Blog do Espaço, discutiremos sobre por que cultura e, principalmente, para quem?


Alta cultura e baixa cultura?


    Podemos começar por um curto panorama acadêmico. Os Estudos Culturais nasceram por volta dos anos 60, principalmente a partir de reflexões do crítico britânico de literatura Raymond Williams. Este campo foi e é essencial para análise e investigação interdisciplinar que explora as formas de produção de significados e da difusão nas sociedades atuais.

    Dentre os trabalhos produzidos nessa área, notou-se que termos como ‘alta cultura’ e ‘erudição’ surgiram há muito tempo, datados entre os séculos XIII e XIX na Europa, a partir de referência aos clássicos da Grécia e Roma antigas, criados pelas elites dominantes. A cultura popular, e mais tarde a cultura de massa, surgiram então como modos classificativos de oposição ao que se considerava erudito. Traços dessas definições marcaram nossa sociedade. Na atualidade, não é difícil que se encontre indivíduos que acreditam em formas de cultura superiores a outras.

    É comum que se utilize a cultura como sinônimo de sabedoria, educação e refinamento. Neste pensamento, entende-se que títulos universitários, volume de leituras e até a inteligência são aspectos que ditam o quão culturalmente desenvolvido determinado indivíduo é. Aqui, a cultura é uma palavra usada para classificar as pessoas e, por diversas vezes, grupos sociais, servindo assim como uma arma discriminatória.

    Pense no Brasil, um país rico em território, com cinco regiões tão distintas, com crenças múltiplas, variadas manifestações culinárias e ampla diversidade. É impossível que se aponte culturas superiores em detrimento de outras, afinal, existem diversas formas de manifestação cultural. Se este exemplo se aplica a um país, imagine em todo o mundo.

    “Um carnavalesco e um religioso não podem ser classificados em termos de superior ou inferior”, é o que aponta o antropólogo Roberto Da Matta. As relações são complementares, e isto significa que há tanta cultura no carnaval quanto nas missas e procissões.

    A cultura nos parece uma ótima ferramenta de compreensão das diferenças entre as sociedades e os indivíduos. Como descrito por Da Matta, ela é um mapa, através do qual as pessoas de um dado grupo pensam, classificam, estudam e modificam o mundo e a si mesmas.



Fonte: https://www.ufmg.br/espacodoconhecimento/

cultura-por-que-e-para-quem/ [adaptado]

Analise as afirmativas a seguir sobre o texto de Fernando da Silva.



I. As menções realizadas ao estudioso Raymond Williams e ao Antropólogo Roberto da Matta revelam o recurso da intertextualidade na construção do texto;



II. O termo em negrito na frase “A cultura nos parece uma ótima ferramenta de compreensão das diferenças entre as sociedades e os indivíduos” classifica-se, morfologicamente, como pronome pessoal do caso reto;



III. Na frase “Como descrito por Da Matta, ela é um mapa, através do qual as pessoas de um dado grupo pensam, classificam, estudam e modificam o mundo e a si mesmas”, a vírgula que separa o termo em negrito do restante do texto é obrigatória porque o adjunto adverbial está deslocado;



IV. Na frase “Na atualidade, não é difícil que se encontre indivíduos que acreditam em formas de cultura superiores a outras”, o termo em negrito trata-se de uma conjunção integrante que precede uma oração subordinada substantiva subjetiva.



Após análise das afirmativas, conclui-se que estão corretas: 

Alternativas
Q3758927 Português

Leia o texto a seguir e responda da questão.


Cultura: por que e para quem?


Fernando Silva



    Afinal, você tem cultura? A resposta é simples: sim, você tem!

    O conceito de cultura é bastante amplo e definido com focos distintos, a depender-se da corrente de pensamento ou dos estudiosos que a interpretam. Entretanto, o termo está presente em muitos momentos de nossas vidas, em circunstâncias de aprendizagem escolar, em conversas cotidianas entre amigos e família e até em discussões pela internet. Em certas ocasiões, é comum que se haja conflitos ligados ao uso de frases como “você não tem cultura” ou “isso sim é cultura”. Hoje, no Blog do Espaço, discutiremos sobre por que cultura e, principalmente, para quem?


Alta cultura e baixa cultura?


    Podemos começar por um curto panorama acadêmico. Os Estudos Culturais nasceram por volta dos anos 60, principalmente a partir de reflexões do crítico britânico de literatura Raymond Williams. Este campo foi e é essencial para análise e investigação interdisciplinar que explora as formas de produção de significados e da difusão nas sociedades atuais.

    Dentre os trabalhos produzidos nessa área, notou-se que termos como ‘alta cultura’ e ‘erudição’ surgiram há muito tempo, datados entre os séculos XIII e XIX na Europa, a partir de referência aos clássicos da Grécia e Roma antigas, criados pelas elites dominantes. A cultura popular, e mais tarde a cultura de massa, surgiram então como modos classificativos de oposição ao que se considerava erudito. Traços dessas definições marcaram nossa sociedade. Na atualidade, não é difícil que se encontre indivíduos que acreditam em formas de cultura superiores a outras.

    É comum que se utilize a cultura como sinônimo de sabedoria, educação e refinamento. Neste pensamento, entende-se que títulos universitários, volume de leituras e até a inteligência são aspectos que ditam o quão culturalmente desenvolvido determinado indivíduo é. Aqui, a cultura é uma palavra usada para classificar as pessoas e, por diversas vezes, grupos sociais, servindo assim como uma arma discriminatória.

    Pense no Brasil, um país rico em território, com cinco regiões tão distintas, com crenças múltiplas, variadas manifestações culinárias e ampla diversidade. É impossível que se aponte culturas superiores em detrimento de outras, afinal, existem diversas formas de manifestação cultural. Se este exemplo se aplica a um país, imagine em todo o mundo.

    “Um carnavalesco e um religioso não podem ser classificados em termos de superior ou inferior”, é o que aponta o antropólogo Roberto Da Matta. As relações são complementares, e isto significa que há tanta cultura no carnaval quanto nas missas e procissões.

    A cultura nos parece uma ótima ferramenta de compreensão das diferenças entre as sociedades e os indivíduos. Como descrito por Da Matta, ela é um mapa, através do qual as pessoas de um dado grupo pensam, classificam, estudam e modificam o mundo e a si mesmas.



Fonte: https://www.ufmg.br/espacodoconhecimento/

cultura-por-que-e-para-quem/ [adaptado]

Após leitura do texto “Cultura: por que e para quem?”, de autoria de Fernando da Silva, compreende-se, em outras palavras, que, segundo o referido autor: 
Alternativas
Q3758746 Fisioterapia
A incorporação de terapias regenerativas, como plasma rico em plaquetas (PRP) e células-tronco mesenquimais, ao manejo fisioterapêutico de lesões musculoesqueléticas, tem sido alvo de intenso debate científico. Revisões recentes (Mishra et al., 2019; Andia & Maffulli, 2021) indicam resultados promissores em tendinopatias e cartilagens, mas ressaltam a necessidade de protocolos padronizados e integração com reabilitação ativa. Considerando essa discussão, qual proposição traduz a compreensão mais acurada sobre tais terapias?
Alternativas
Q3758745 Fisioterapia
A literatura sobre envelhecimento (Granacher et al., 2012; Shumway-Cook & Woollacott, 2017) enfatiza que alterações biomecânicas decorrentes de sarcopenia, diminuição da propriocepção e perda de flexibilidade comprometem equilíbrio postural e ampliam risco de quedas. Programas de fisioterapia geriátrica que integram treino de força, coordenação e dupla tarefa têm demonstrado redução significativa da incidência de quedas em idosos frágeis. À luz dessa evidência, qual proposição expressa com maior precisão o paradigma atual da fisioterapia postural no envelhecimento?
Alternativas
Respostas
3641: B
3642: E
3643: C
3644: A
3645: D
3646: A
3647: E
3648: C
3649: B
3650: E
3651: C
3652: A
3653: D
3654: E
3655: E
3656: B
3657: B
3658: E
3659: B
3660: C