Questões de Concurso Comentadas para físico

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Q2722609 Português
DESAFIO À SOBREVIVÊNCIA

         O crescimento predatório a qualquer custo, a ex-
   clusão e a miséria, o egoísmo e o desperdício amea-
   çam a vida no planeta. Enquanto a desertificação avan-
   ça (inclusive em 14 municípios do Noroeste do Estado
5  do Rio), a camada protetora de ozônio diminui, expon-
   do os corpos às radiações cancerígenas. Enquanto a
   temperatura global aumenta devido às queimadas, aos
   combustíveis fósseis e ao carvão mineral, o ar puro e
    a água limpa tornam-se raros e caros.

10         Chegamos à artificialização da natureza: se a água
    da praia está podre, vá de piscinão; se a água da tor-
    neira cheira mal, tome água mineral; se o ar no inver-
    no causa doenças respiratórias, compre um cilindro
    de oxigênio; se um espigão tirou a paisagem, ponha
15 vasos de plantas na janela; se a poluição sonora tira o
    sono, vá de vidro duplo e protetor de ouvidos. Os
    governantes juram ser ecologistas desde a mais tenra
    idade, mas aprovam leis do barulho, termelétricas a
    carvão (em Itaguaí – RJ), desviam para asfalto e es-
20 tradas R$ 200 milhões dos royalties do petróleo, ca-
    rimbados para defender rios e lagoas, demarcar par-
    ques e despoluir a Baía de Sepetiba. As propostas dos
    ecologistas de energias alternativas, como a solar e a
    eólica, de eficiência energética e cogeração, de apro-
25 veitamento do lixo e do bagaço de cana para geração
    energética foram desprezadas pelo governo federal,
    e só com a crise previsível passaram a ser considera-
    das com um pouco mais de respeito.

             As propostas ambientalistas de reflorestamento
30 de encostas, reciclagem de lixo, especialmente garra-
    fas PET, instalação dos comitês de bacia hidrográfica,
    drenagem, dragagem e demarcação das faixas mar-
    ginais de proteção das lagoas são cozinhadas em
    banho-maria e tiradas da gaveta a cada tragédia de
35 inundações e desabamentos. O Rio tem a lei mais
    avançada do país de coleta, recompra e reciclagem
    de plástico e de PET (3.369, de janeiro de 2000), mas
    recuperamos apenas 130 milhões dos 600 milhões de
    embalagens PET vendidas anualmente. Parte de 470
40 milhões restantes entopem canais, rios e provocam
    inundações, quando poderiam gerar 20 mil empregos
    em cooperativas de catadores e uma fábrica de
    reciclagem (há 18 delas no país, nenhuma no Rio).
    Nossa lei estadual de recursos hídricos está em vigor
45 há dois anos e meio, mas a efetiva instalação dos co-
    mitês de bacia, com participação de governos, empre-
    sas, usuários e ambientalistas está emperrada, assim
    como a cobrança pelos usos da água.

          Sem comitês atuando e sem recursos próprios,
50 não há como monitorar a qualidade, arbitrar o uso
    múltiplo da água, reconstituir as matas ciliares (como
    os cílios que protegem os olhos), evitar aterros e lan-
    çamentos de lixo e esgoto. Ainda não dispomos de
    uma informação clara, atualizada, contínua e indepen-
 55 dente da qualidade da água que bebemos.

         Nossos governantes devem aprender a fórmula
     H2O para entender que na torneira a composição é
     outra. A principal causa da mortalidade infantil no Ter-
     ceiro Mundo são as doenças de veiculação hídrica,
60 como hepatite e diarreia. Água é vida, e saneamento,
    tratamento e prevenção são as maiores prioridades.
    Se falharmos aí, trairemos o compromisso com a saú-
    de e com a vida do planeta.

MINC, Carlos. O Globo, 04 out.02.
“As propostas dos ecologistas de energias alternativas [...] foram desprezadas pelo governo federal,” (l. 22-26)

Segundo os compêndios gramaticais, existem duas possibilidades de escritura da voz passiva no português.

Qual das opções emprega outra possibilidade de escritura na forma passiva, equivalente ao trecho destacado, sem alterar-lhe o sentido?
Alternativas
Q2722607 Português
DESAFIO À SOBREVIVÊNCIA

         O crescimento predatório a qualquer custo, a ex-
   clusão e a miséria, o egoísmo e o desperdício amea-
   çam a vida no planeta. Enquanto a desertificação avan-
   ça (inclusive em 14 municípios do Noroeste do Estado
5  do Rio), a camada protetora de ozônio diminui, expon-
   do os corpos às radiações cancerígenas. Enquanto a
   temperatura global aumenta devido às queimadas, aos
   combustíveis fósseis e ao carvão mineral, o ar puro e
    a água limpa tornam-se raros e caros.

10         Chegamos à artificialização da natureza: se a água
    da praia está podre, vá de piscinão; se a água da tor-
    neira cheira mal, tome água mineral; se o ar no inver-
    no causa doenças respiratórias, compre um cilindro
    de oxigênio; se um espigão tirou a paisagem, ponha
15 vasos de plantas na janela; se a poluição sonora tira o
    sono, vá de vidro duplo e protetor de ouvidos. Os
    governantes juram ser ecologistas desde a mais tenra
    idade, mas aprovam leis do barulho, termelétricas a
    carvão (em Itaguaí – RJ), desviam para asfalto e es-
20 tradas R$ 200 milhões dos royalties do petróleo, ca-
    rimbados para defender rios e lagoas, demarcar par-
    ques e despoluir a Baía de Sepetiba. As propostas dos
    ecologistas de energias alternativas, como a solar e a
    eólica, de eficiência energética e cogeração, de apro-
25 veitamento do lixo e do bagaço de cana para geração
    energética foram desprezadas pelo governo federal,
    e só com a crise previsível passaram a ser considera-
    das com um pouco mais de respeito.

             As propostas ambientalistas de reflorestamento
30 de encostas, reciclagem de lixo, especialmente garra-
    fas PET, instalação dos comitês de bacia hidrográfica,
    drenagem, dragagem e demarcação das faixas mar-
    ginais de proteção das lagoas são cozinhadas em
    banho-maria e tiradas da gaveta a cada tragédia de
35 inundações e desabamentos. O Rio tem a lei mais
    avançada do país de coleta, recompra e reciclagem
    de plástico e de PET (3.369, de janeiro de 2000), mas
    recuperamos apenas 130 milhões dos 600 milhões de
    embalagens PET vendidas anualmente. Parte de 470
40 milhões restantes entopem canais, rios e provocam
    inundações, quando poderiam gerar 20 mil empregos
    em cooperativas de catadores e uma fábrica de
    reciclagem (há 18 delas no país, nenhuma no Rio).
    Nossa lei estadual de recursos hídricos está em vigor
45 há dois anos e meio, mas a efetiva instalação dos co-
    mitês de bacia, com participação de governos, empre-
    sas, usuários e ambientalistas está emperrada, assim
    como a cobrança pelos usos da água.

          Sem comitês atuando e sem recursos próprios,
50 não há como monitorar a qualidade, arbitrar o uso
    múltiplo da água, reconstituir as matas ciliares (como
    os cílios que protegem os olhos), evitar aterros e lan-
    çamentos de lixo e esgoto. Ainda não dispomos de
    uma informação clara, atualizada, contínua e indepen-
 55 dente da qualidade da água que bebemos.

         Nossos governantes devem aprender a fórmula
     H2O para entender que na torneira a composição é
     outra. A principal causa da mortalidade infantil no Ter-
     ceiro Mundo são as doenças de veiculação hídrica,
60 como hepatite e diarreia. Água é vida, e saneamento,
    tratamento e prevenção são as maiores prioridades.
    Se falharmos aí, trairemos o compromisso com a saú-
    de e com a vida do planeta.

MINC, Carlos. O Globo, 04 out.02.
Para construir a argumentação, o autor utiliza, na redação do texto, uma estratégia que visa a convencer o leitor acerca do assunto proposto.

Considerando o corpo do artigo, qual dos recursos a seguir NÃO foi empregado na construção dessa estratégia textual?
Alternativas
Q2722606 Português
DESAFIO À SOBREVIVÊNCIA

         O crescimento predatório a qualquer custo, a ex-
   clusão e a miséria, o egoísmo e o desperdício amea-
   çam a vida no planeta. Enquanto a desertificação avan-
   ça (inclusive em 14 municípios do Noroeste do Estado
5  do Rio), a camada protetora de ozônio diminui, expon-
   do os corpos às radiações cancerígenas. Enquanto a
   temperatura global aumenta devido às queimadas, aos
   combustíveis fósseis e ao carvão mineral, o ar puro e
    a água limpa tornam-se raros e caros.

10         Chegamos à artificialização da natureza: se a água
    da praia está podre, vá de piscinão; se a água da tor-
    neira cheira mal, tome água mineral; se o ar no inver-
    no causa doenças respiratórias, compre um cilindro
    de oxigênio; se um espigão tirou a paisagem, ponha
15 vasos de plantas na janela; se a poluição sonora tira o
    sono, vá de vidro duplo e protetor de ouvidos. Os
    governantes juram ser ecologistas desde a mais tenra
    idade, mas aprovam leis do barulho, termelétricas a
    carvão (em Itaguaí – RJ), desviam para asfalto e es-
20 tradas R$ 200 milhões dos royalties do petróleo, ca-
    rimbados para defender rios e lagoas, demarcar par-
    ques e despoluir a Baía de Sepetiba. As propostas dos
    ecologistas de energias alternativas, como a solar e a
    eólica, de eficiência energética e cogeração, de apro-
25 veitamento do lixo e do bagaço de cana para geração
    energética foram desprezadas pelo governo federal,
    e só com a crise previsível passaram a ser considera-
    das com um pouco mais de respeito.

             As propostas ambientalistas de reflorestamento
30 de encostas, reciclagem de lixo, especialmente garra-
    fas PET, instalação dos comitês de bacia hidrográfica,
    drenagem, dragagem e demarcação das faixas mar-
    ginais de proteção das lagoas são cozinhadas em
    banho-maria e tiradas da gaveta a cada tragédia de
35 inundações e desabamentos. O Rio tem a lei mais
    avançada do país de coleta, recompra e reciclagem
    de plástico e de PET (3.369, de janeiro de 2000), mas
    recuperamos apenas 130 milhões dos 600 milhões de
    embalagens PET vendidas anualmente. Parte de 470
40 milhões restantes entopem canais, rios e provocam
    inundações, quando poderiam gerar 20 mil empregos
    em cooperativas de catadores e uma fábrica de
    reciclagem (há 18 delas no país, nenhuma no Rio).
    Nossa lei estadual de recursos hídricos está em vigor
45 há dois anos e meio, mas a efetiva instalação dos co-
    mitês de bacia, com participação de governos, empre-
    sas, usuários e ambientalistas está emperrada, assim
    como a cobrança pelos usos da água.

          Sem comitês atuando e sem recursos próprios,
50 não há como monitorar a qualidade, arbitrar o uso
    múltiplo da água, reconstituir as matas ciliares (como
    os cílios que protegem os olhos), evitar aterros e lan-
    çamentos de lixo e esgoto. Ainda não dispomos de
    uma informação clara, atualizada, contínua e indepen-
 55 dente da qualidade da água que bebemos.

         Nossos governantes devem aprender a fórmula
     H2O para entender que na torneira a composição é
     outra. A principal causa da mortalidade infantil no Ter-
     ceiro Mundo são as doenças de veiculação hídrica,
60 como hepatite e diarreia. Água é vida, e saneamento,
    tratamento e prevenção são as maiores prioridades.
    Se falharmos aí, trairemos o compromisso com a saú-
    de e com a vida do planeta.

MINC, Carlos. O Globo, 04 out.02.
“Se falharmos aí, trairemos o compromisso com a saúde e com a vida do planeta”. (l. 62-63).

A primeira oração do período, destacada acima, liga-se à segunda oração, estabelecendo uma relação de sentido. A relação de sentido entre as orações é de
Alternativas
Q2722605 Português
DESAFIO À SOBREVIVÊNCIA

         O crescimento predatório a qualquer custo, a ex-
   clusão e a miséria, o egoísmo e o desperdício amea-
   çam a vida no planeta. Enquanto a desertificação avan-
   ça (inclusive em 14 municípios do Noroeste do Estado
5  do Rio), a camada protetora de ozônio diminui, expon-
   do os corpos às radiações cancerígenas. Enquanto a
   temperatura global aumenta devido às queimadas, aos
   combustíveis fósseis e ao carvão mineral, o ar puro e
    a água limpa tornam-se raros e caros.

10         Chegamos à artificialização da natureza: se a água
    da praia está podre, vá de piscinão; se a água da tor-
    neira cheira mal, tome água mineral; se o ar no inver-
    no causa doenças respiratórias, compre um cilindro
    de oxigênio; se um espigão tirou a paisagem, ponha
15 vasos de plantas na janela; se a poluição sonora tira o
    sono, vá de vidro duplo e protetor de ouvidos. Os
    governantes juram ser ecologistas desde a mais tenra
    idade, mas aprovam leis do barulho, termelétricas a
    carvão (em Itaguaí – RJ), desviam para asfalto e es-
20 tradas R$ 200 milhões dos royalties do petróleo, ca-
    rimbados para defender rios e lagoas, demarcar par-
    ques e despoluir a Baía de Sepetiba. As propostas dos
    ecologistas de energias alternativas, como a solar e a
    eólica, de eficiência energética e cogeração, de apro-
25 veitamento do lixo e do bagaço de cana para geração
    energética foram desprezadas pelo governo federal,
    e só com a crise previsível passaram a ser considera-
    das com um pouco mais de respeito.

             As propostas ambientalistas de reflorestamento
30 de encostas, reciclagem de lixo, especialmente garra-
    fas PET, instalação dos comitês de bacia hidrográfica,
    drenagem, dragagem e demarcação das faixas mar-
    ginais de proteção das lagoas são cozinhadas em
    banho-maria e tiradas da gaveta a cada tragédia de
35 inundações e desabamentos. O Rio tem a lei mais
    avançada do país de coleta, recompra e reciclagem
    de plástico e de PET (3.369, de janeiro de 2000), mas
    recuperamos apenas 130 milhões dos 600 milhões de
    embalagens PET vendidas anualmente. Parte de 470
40 milhões restantes entopem canais, rios e provocam
    inundações, quando poderiam gerar 20 mil empregos
    em cooperativas de catadores e uma fábrica de
    reciclagem (há 18 delas no país, nenhuma no Rio).
    Nossa lei estadual de recursos hídricos está em vigor
45 há dois anos e meio, mas a efetiva instalação dos co-
    mitês de bacia, com participação de governos, empre-
    sas, usuários e ambientalistas está emperrada, assim
    como a cobrança pelos usos da água.

          Sem comitês atuando e sem recursos próprios,
50 não há como monitorar a qualidade, arbitrar o uso
    múltiplo da água, reconstituir as matas ciliares (como
    os cílios que protegem os olhos), evitar aterros e lan-
    çamentos de lixo e esgoto. Ainda não dispomos de
    uma informação clara, atualizada, contínua e indepen-
 55 dente da qualidade da água que bebemos.

         Nossos governantes devem aprender a fórmula
     H2O para entender que na torneira a composição é
     outra. A principal causa da mortalidade infantil no Ter-
     ceiro Mundo são as doenças de veiculação hídrica,
60 como hepatite e diarreia. Água é vida, e saneamento,
    tratamento e prevenção são as maiores prioridades.
    Se falharmos aí, trairemos o compromisso com a saú-
    de e com a vida do planeta.

MINC, Carlos. O Globo, 04 out.02.
O texto apresenta um ponto de vista crítico, construído, em alguns momentos, pelo recurso da ironia.

A qualidade que constitui uma ironia, no texto, é
Alternativas
Ano: 2009 Banca: CESPE / CEBRASPE Órgão: FUB Prova: CESPE - 2009 - FUB - Físico |
Q136075 Física
Imagem 043.jpg

No experimento de Young, uma luz emitida por uma fonte passa por duas
fendas e observa-se, em um anteparo, um padrão de interferência análogo
ao mostrado na figura acima. Acerca dessas informações, julgue os itens a
seguir.

Se a luz emitida por cada fenda tem intensidade Imagem 045.jpg o padrão de interferência projetado no anteparo também terá intensidade máxima igual a Imagem 044.jpg
Alternativas
Ano: 2009 Banca: CESPE / CEBRASPE Órgão: FUB Prova: CESPE - 2009 - FUB - Físico |
Q136057 Física
Imagem 026.jpg

Uma empresa especializada em instalação de redes elétricas
residenciais foi contratada para dimensionar uma rede elétrica como
a esquematizada na figura acima. Essa rede foi projetada com
dispositivos de segurança ou fusíveis Imagem 027.jpg com resistências
desprezíveis, para proteger o circuito de altas tensões ou correntes.
A rede foi supostamente projetada para uso de três equipamentos
elétricos com resistências internas Imagem 028.jpg mostradas na figura
acima. Com base nessas informações e considerando desprezível a
resistência elétrica dos fios da rede, julgue os itens que se seguem.


Considerando-se que o circuito elétrico da figura (a) abaixo seja equivalente ao circuito da rede elétrica do texto, é correto afirmar que o gráfico da figura (b) representa corretamente as variações no potencial elétrico em cada parte do circuito equivalente.

Imagem 036.jpg
Alternativas
Ano: 2009 Banca: CESPE / CEBRASPE Órgão: FUB Prova: CESPE - 2009 - FUB - Físico |
Q136056 Física
Imagem 026.jpg

Uma empresa especializada em instalação de redes elétricas
residenciais foi contratada para dimensionar uma rede elétrica como
a esquematizada na figura acima. Essa rede foi projetada com
dispositivos de segurança ou fusíveis Imagem 027.jpg com resistências
desprezíveis, para proteger o circuito de altas tensões ou correntes.
A rede foi supostamente projetada para uso de três equipamentos
elétricos com resistências internas Imagem 028.jpg mostradas na figura
acima. Com base nessas informações e considerando desprezível a
resistência elétrica dos fios da rede, julgue os itens que se seguem.


Para medir o valor da diferença de potencial entre os terminais do equipamento de resistência Imagem 034.jpg usando-se um voltímetro, é suficiente ligá-lo em paralelo com o resistor Imagem 035.jpg
Alternativas
Ano: 2009 Banca: CESPE / CEBRASPE Órgão: FUB Prova: CESPE - 2009 - FUB - Físico |
Q136055 Física
Imagem 026.jpg

Uma empresa especializada em instalação de redes elétricas
residenciais foi contratada para dimensionar uma rede elétrica como
a esquematizada na figura acima. Essa rede foi projetada com
dispositivos de segurança ou fusíveis Imagem 027.jpg com resistências
desprezíveis, para proteger o circuito de altas tensões ou correntes.
A rede foi supostamente projetada para uso de três equipamentos
elétricos com resistências internas Imagem 028.jpg mostradas na figura
acima. Com base nessas informações e considerando desprezível a
resistência elétrica dos fios da rede, julgue os itens que se seguem.


Para medir o valor da corrente elétrica Imagem 032.jpg usando-se um amperímetro, é suficiente ligá-lo em paralelo com o resistor Imagem 033.jpg
Alternativas
Ano: 2009 Banca: CESPE / CEBRASPE Órgão: FUB Prova: CESPE - 2009 - FUB - Físico |
Q136054 Física
Imagem 026.jpg

Uma empresa especializada em instalação de redes elétricas
residenciais foi contratada para dimensionar uma rede elétrica como
a esquematizada na figura acima. Essa rede foi projetada com
dispositivos de segurança ou fusíveis Imagem 027.jpg com resistências
desprezíveis, para proteger o circuito de altas tensões ou correntes.
A rede foi supostamente projetada para uso de três equipamentos
elétricos com resistências internas Imagem 028.jpg mostradas na figura
acima. Com base nessas informações e considerando desprezível a
resistência elétrica dos fios da rede, julgue os itens que se seguem.


A resistência elétrica equivalente do circuito é igual a Imagem 031.jpg
Alternativas
Ano: 2009 Banca: CESPE / CEBRASPE Órgão: FUB Prova: CESPE - 2009 - FUB - Físico |
Q136053 Física
Imagem 026.jpg

Uma empresa especializada em instalação de redes elétricas
residenciais foi contratada para dimensionar uma rede elétrica como
a esquematizada na figura acima. Essa rede foi projetada com
dispositivos de segurança ou fusíveis Imagem 027.jpg com resistências
desprezíveis, para proteger o circuito de altas tensões ou correntes.
A rede foi supostamente projetada para uso de três equipamentos
elétricos com resistências internas Imagem 028.jpg mostradas na figura
acima. Com base nessas informações e considerando desprezível a
resistência elétrica dos fios da rede, julgue os itens que se seguem.


É correto afirmar que, caso o fusível Imagem 029.jpg usado pela empresa, suporte correntes de até 15 A, ele foi dimensionado para os propósitos iniciais.
Alternativas
Ano: 2009 Banca: CESPE / CEBRASPE Órgão: FUB Prova: CESPE - 2009 - FUB - Físico |
Q136052 Física
Imagem 023.jpg

A figura acima mostra um diagrama Pressão × Volume de
processos termodinâmicos de um gás ideal, sendo todos os
processos iniciados no estado inicial a. Tendo como base
essas informações, julgue os itens seguintes.

O processo descrito pelo caminho Imagem 025.jpg é isocórico, não havendo, nesse caso, realização de trabalho sobre a vizinhança.
Alternativas
Ano: 2009 Banca: CESPE / CEBRASPE Órgão: FUB Prova: CESPE - 2009 - FUB - Físico |
Q136050 Física
Imagem 023.jpg

A figura acima mostra um diagrama Pressão × Volume de
processos termodinâmicos de um gás ideal, sendo todos os
processos iniciados no estado inicial a. Tendo como base
essas informações, julgue os itens seguintes.

O processo descrito pelo caminho Imagem 024.jpg 1 é realizado à ? temperatura constante.
Alternativas
Ano: 2009 Banca: CESPE / CEBRASPE Órgão: FUB Prova: CESPE - 2009 - FUB - Físico |
Q136049 Física
As leis da termodinâmica também se aplicam ao estudo e à caracterização dos motores à combustão. Apesar de um motor ideal trabalhar no regime denominado ciclo Carnot, conforme ilustrado na figura a seguir, na maioria dos motores automotivos — em particular, dos carros populares — e das máquinas térmicas, os motores de combustão interna a gasolina/álcool operam no regime denominado ciclo Otto.

Imagem 020.jpg

Considerando as temperaturas quente e fria iguais a
Imagem 021.jpg respectivamente, e tendo como referência as informações acima, julgue os itens a seguir.

No processo aludido no texto, a energia dissipada pelo sistema é Imagem 022.jpg da energia útil cedida ao sistema.
Alternativas
Ano: 2009 Banca: CESPE / CEBRASPE Órgão: FUB Prova: CESPE - 2009 - FUB - Físico |
Q136042 Física
Imagem 009.jpg

Tendo como referência a figura acima e que as massas das
crianças sejam Imagem 010.jpg, julgue o item a , seguir.

Para que o balanço fique em equilíbrio na horizontal, a relação entre as distâncias Imagem 011.jpg
Alternativas
Ano: 2009 Banca: CESPE / CEBRASPE Órgão: FUB Prova: CESPE - 2009 - FUB - Físico |
Q136038 Física
Imagem 003.jpg

A figura acima mostra uma criança em um carrinho que se move
com velocidade constante Imagem 004.jpg , em um plano horizontal. Durante
o movimento do carrinho, a criança joga uma bola para cima com
velocidade inicial igual a Imagem 005.jpg No referencial da criança, a origem
do sistema de eixos coordenados está fixa ao carrinho. Para o
observador externo, a origem dos sistemas de eixos coordenados
é identificada por 0 na figura e está fixo ao solo. Desprezando o
atrito com o ar e considerando a aceleração da gravidade igual
a g, julgue os itens de 03 a 08, acerca da situação apresentada.

As posições sobre o solo na direção horizontal onde a bola estará na mão da criança são Imagem 007.jpg
Alternativas
Ano: 2009 Banca: CESPE / CEBRASPE Órgão: FUB Prova: CESPE - 2009 - FUB - Físico |
Q136036 Física
Imagem 003.jpg

A figura acima mostra uma criança em um carrinho que se move
com velocidade constante Imagem 004.jpg , em um plano horizontal. Durante
o movimento do carrinho, a criança joga uma bola para cima com
velocidade inicial igual a Imagem 005.jpg No referencial da criança, a origem
do sistema de eixos coordenados está fixa ao carrinho. Para o
observador externo, a origem dos sistemas de eixos coordenados
é identificada por 0 na figura e está fixo ao solo. Desprezando o
atrito com o ar e considerando a aceleração da gravidade igual
a g, julgue os itens de 03 a 08, acerca da situação apresentada.

Do ponto de vista da criança, considerando-se um referencial fixo no carrinho, é correto afirmar que a bola descreve um movimento parabólico de subida e descida, cuja posição na vertical em função do tempo é descrita pela equação Imagem 006.jpg
Alternativas
Ano: 2009 Banca: CESPE / CEBRASPE Órgão: FUB Prova: CESPE - 2009 - FUB - Físico |
Q136035 Física
De modo geral, uma lei de conservação estabelece que
determinada propriedade mensurável de um sistema físico isolado
é constante. Cada lei de conservação particular é uma identidade
matemática que se aplica a um sistema isolado. A física moderna
admite, entre outras, as seguintes leis de conservação, para as
quais nunca se observou uma violação: a lei da conservação de
energia, do momento linear, do momento angular e das cargas.
Com relação a esse tema, considere um sistema isolado
constituído por N partículas interagindo entre si e com massas e
velocidades iguais a Imagem 001.jpg respectivamente.

Com base nessas informações, julgue os itens a seguir.

As forças internas que atuam nas N partículas de massas Imagem 002.jpg alteram o momento linear total desse sistema, isto é, o movimento do centro de massa é uniformemente variado.
Alternativas
Respostas
528: A
529: E
530: D
531: D
532: E
533: C
534: C
535: E
536: C
537: E
538: C
539: E
540: E
541: E
542: C
543: E
544: E