Questões de Concurso
Comentadas para médico em cirurgia vascular
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A respeito da Relação Nacional de Medicamentos para o SUS, numere a COLUNA II de acordo com a COLUNA I, associando os insumos à sua área específica.
COLUNA I
1. Relação Nacional de Medicamentos do Componente Básico da Assistência Farmacêutica
2. Relação Nacional de Medicamentos do Componente Estratégico da Assistência Farmacêutica
3. Relação Nacional de Medicamentos do Componente Especializado da Assistência Farmacêutica
4. Relação Nacional de Medicamentos de Uso Hospitalar
COLUNA II
( ) Acesso a medicamentos e insumos, para prevenção, diagnóstico, tratamento e controle de doenças e agravos específicos, contemplados em programas estratégicos de saúde do SUS.
( ) É constituído por uma relação de medicamentos e insumos farmacêuticos, voltados aos agravos prevalentes e prioritários da Atenção Básica.
( ) Medicamentos que possuem descrição nominal própria na Tabela de Procedimentos, Medicamentos, Órteses, Próteses e Materiais do SUS e integram os procedimentos financiados pelas autorizações de internações hospitalares e pelas autorizações de procedimentos ambulatoriais.
( ) Acesso aos medicamentos necessários para o cuidado de uma série de situações clínicas definidas em protocolos clínicos e diretrizes terapêuticas.
Assinale a sequência correta.
Os Objetivos do Milênio foram definidos pela Organização das Nações Unidas (ONU) em 2000. Dos oito objetivos, três dizem respeito à saúde: redução da mortalidade de crianças menores de cinco anos, redução da mortalidade materna e controle de doenças infecciosas como a AIDS e a malária, conforme a imagem a seguir.
Disponível em: < www.nacoesunidas.org >.
No Brasil, há resultados importantes em relação a esses oito objetivos.
Sobre os resultados no Brasil, assinale a alternativa incorreta.
Analise a tabela a seguir.
GRUPOS DE PROCEDIMENTOS ESPECIALIZADOS E DE ALTA COMPLEXIDADE AMBULATORIAIS COM VALORES APROVADOS POR ANO NO SUS - BRASIL, EM 2003 E 2007 (em milhões de R$)
GRUPOS |
2003 |
2007 |
VARIAÇÃO % ANOS 2003 E 2007 |
Procedimentos Especializados de Profissionais Médicos e outros de Nível Superior/Médio |
1.049,51 |
1.728,76 |
64,72 |
Patologia Clínica |
1.098,35 |
1.575,80 |
43,47 |
Terapia Renal Substitutiva |
938,17 |
1.391,87 |
48,36 |
Quimioterapia |
651,05 |
1.022,17 |
57 |
Radiodiagnóstico |
366,33 |
490,44 |
33,88 |
Hemoterapia |
332,91 |
389,08 |
16,87 |
Cirurgias Ambulatoriais Especializadas |
295,12 |
294,80 |
-0,11 |
FONTE: SIA/SUS/DATASUS/MS
Sobre o aumento do número de procedimentos especializados nesses quatro anos, especialmente com relação aos procedimentos especializados e quimioterapia, é correto afirmar que houve
A doença fibrodisplásica é uma doença não aterosclerótica, não infamatória, segmentar e de causa desconhecida que acomete artérias de médio e, mais raramente, de pequeno calibre. Considerando a classificação histopatológica, o tipo mais frequente de lesão é:
Durante a conduta de uma paciente com varizes em membros inferiores, você optou pelo uso de uma favona, flavonóis e derivados. Das abaixo, aquela que, durante sua explicação usual às pacientes, você não iria prescrever seria:
Em seu ambulatório, você atende um paciente de 60 anos com quadro de claudicação intermitente. Durante a parte da explicação da terapia medicamentosa, você introduz o cilostazol e, como sempre, explica para o paciente que seu mecanismo de ação consiste em inibir a fosfodiesterase:
Um paciente de 20 anos vem em seu plantão no Pronto Socorro com relato de ferimento por arma branca em coxa direita há 1 hora. No seu exame físico, os pulsos poplíteo e distais à direita estão ausentes. Para confirmar sua suspeita, o melhor exame que temos para o diagnóstico é:
Durante seu plantão noturno, às 2 horas da manhã, dá entrada um paciente de 70 anos com quadro de dor súbita em membro inferior esquerdo. O pulso femoral é 2+/2+, mas o poplíteo e os distais são ausentes. Quando você vai conversar com a família sobre o diagnóstico, na parte que você costuma explicar sobre a classificação de Rutherford para oclusão arterial aguda, não se classificaria adequadamente como IIa o seguinte critério:
Uma paciente de 40 anos vem em seu consultório com relato de úlcera perimaleolar medial em perna esquerda há 2 anos. Há relato de trombose venosa profunda neste membro há 7 anos. Você decidiu pelo uso da bota de Unna. Ao explicar para o paciente, como você sempre faz, sobre sua composição clássica, pode-se incluir, exceto:
Um paciente de 4 anos vem encaminhado do pediatra por quadro de edema assimétrico em membro inferior esquerdo de aparecimento há 1 ano, progressivo. Ao explicar sobre a doença para a mãe aflita, você sugere que, pensando na faixa etária, pode se tratar de um linfedema:
Assinale a alternativa correta. Um paciente de 25 anos vem em seu consultório com quadro compatível com linfangite. Durante sua anamnese, há inúmeros sinais que sugerem se tratar de um quadro de flariose. Mesmo que você encaminhe para o infectologista, já há a possibilidade de se fazer o tratamento com:
Uma paciente de 27 anos vem em seu consultório com queixa de dores em membros inferiores compatíveis com insuficiência venosa crônica. Durante o exame físico, em ortostatismo, você aplicou um garrote abaixo do joelho, solicitando ao paciente que realiza exercício de deambulação e/ou genufexão. Este teste é conhecido como:
Uma paciente de 40 anos deu entrada no Pronto Socorro em que você está de plantão, com quadro de trombose venosa profunda. Foi internado e iniciada anticoagulação com heparina não-fracionada. No quinto dia de uso, foi observado em exame de controle queda da contagem de plaquetas de mais de 50% do inicial. Sobre esta condição, não se pode afirmar: