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Q3396168 Biomedicina - Análises Clínicas
Paciente de 25 anos, do sexo feminino, apresenta histórico de cansaço extremo, pele pálida e dor nas articulações. O exame de sangue revela uma contagem de hemoglobina de 8 g/dL e um índice de anisocitose elevado. O diagnóstico preliminar é anemia. Qual exame complementar é mais indicado para confirmar o tipo de anemia e determinar sua causa?
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Q3396167 Patologia
Paciente de 50 anos com histórico de dor abdominal, perda de peso e febre. O exame de imagem mostra um aumento do fígado e baço. O médico solicita uma biópsia hepática e a análise revela células gigantes multinucleadas, caracterizando um linfoma extranodal. Qual é o tipo mais comum de linfoma extranodal que afeta o fígado? 
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Q3396166 Biomedicina - Análises Clínicas
Determinado paciente, após passar mal em um jogo de futebol, é levado ao hospital para os primeiros socorros. Após dar entrada, o paciente apresenta história de cansaço excessivo, suores noturnos e linfadenopatia. O exame de sangue revela um aumento significativo dos linfócitos e da presença de células imaturas. O diagnóstico é de leucemia linfocítica crônica. Qual é o principal marcador imunofenotípico utilizado para confirmar o diagnóstico de leucemia linfocítica crônica (LLC)?
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Q3396165 Medicina
Determinado paciente de 45 anos e com histórico de febre persistente, calafrios e lesões orais indolores é hospitalizado após passar mal. Após os primeiros socorros na emergência, o médico suspeita de infecção pelo HIV. Por conta disso, o paciente faz o teste de ELISA para detecção de anticorpos contra o HIV, que é positivo. Qual é o próximo passo após um teste ELISA positivo para HIV?
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Q3396164 Biomedicina - Análises Clínicas
João é um paciente de 70 anos e apresenta sangramentos nas gengivas, hematomas fáceis e histórico de infecções recorrentes. O exame de sangue revela trombocitopenia e distúrbios na coagulação. Com base nessas informações, qual é a principal causa de distúrbios de coagulação associados à trombocitopenia?
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Q3396163 Biomedicina - Análises Clínicas
Paciente de 50 anos, do sexo feminino, apresenta cansaço excessivo, dor abdominal, e a biópsia revela células gigantes multinucleadas em um tumor do fígado. Após exames, o diagnóstico é de hepatocarcinoma. Com base nessas informações, qual é a principal via de diagnóstico para hepatocarcinoma em um paciente com sintomas sugestivos? 
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Q3396162 Patologia
João apresenta quadro de febre, suores noturnos e linfadenopatia. Os exames laboratoriais indicam uma contagem elevada de linfócitos, e a biópsia de linfonodo revela células malignas. O diagnóstico é linfoma. Considerando que João é um idoso de 70 anos, qual é a característica histológica que distingue um linfoma de uma leucemia?
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Q3396161 Biomedicina - Análises Clínicas
Marcos é um paciente de 35 anos apresentando quadro de diarreia persistente, febre e dor abdominal. Após a realização de exames laboratoriais, foram indicados a presença de células epiteliais e leucócitos nas fezes. O médico suspeita de infecção bacteriana intestinal. Com base nisso, qual técnica microbiológica é mais indicada para identificar a presença de patógenos bacterianos nas fezes?
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Q3396160 Biomedicina - Análises Clínicas
Fabrício é um paciente regular do Dr. Carlos e, após dar entrada no hospital apresentando quadro de febre, linfadenopatia e esplenomegalia, foi realizado o teste de HIV, este que apresentou resultado positivo. Ainda, o paciente está em estágio de infecção crônica. Qual é a principal célula do sistema imunológico que é afetada pelo HIV?
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Q3396159 Biomedicina - Análises Clínicas
Um senhor de 60 anos apresenta histórico de fadiga, cãibras musculares e sangramentos frequentes. O hemograma mostra uma baixa contagem de plaquetas e uma alteração na coagulação sanguínea. Qual é a principal causa de distúrbios de coagulação e redução na contagem de plaquetas?
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Q3396158 Patologia
João é um paciente de 30 anos apresentando aumento da linfadenopatia, febre e perda de peso. Após exames de sangue, a contagem de leucócitos está elevada, e uma biópsia confirma a presença de linfoma. Qual é a característica histológica que distingue um linfoma de uma leucemia?
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Q3396157 Biomedicina - Análises Clínicas
Um paciente apresenta histórico de infecção crônica. Após a realização de testes imunológicos, observa-se uma diminuição nos linfócitos T citotóxicos e na produção de anticorpos específicos. O diagnóstico é de imunodeficiência adquirida. Qual é a principal característica da imunodeficiência adquirida, como observada na infecção crônica?
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Q3396156 Biomedicina - Análises Clínicas
Larissa é levada a emergência do hospital em sua cidade aprestando sintomas de fadiga, palidez e icterícia. O hemograma revela uma baixa contagem de hemácias e aumento do volume corpuscular médio (MCV). Após a consulta, o médico suspeita de uma anemia macrocítica. Qual é a principal causa de anemia macrocítica?
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Q3395255 Legislação dos Municípios do Estado da Bahia
Com base na Lei Orgânica de Conceição do Coité, compete ao município, de forma privativa, de acordo com o art. 14:
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Q3395253 História
Enquanto o Brasil instituía sua segunda Constituição Federal, a primeira da República, Conceição do Coité que acabara de se emancipar, criava seu primeiro Código de Posturas (também conhecido como Constituição Municipal, atualmente a Lei Orgânica) no ano de:
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Q3395245 Português
TEXTO I

A novilíngua do crime


Por meio do uso ideológico de termos inapropriados, ou
francamente mentirosos, a língua portuguesa foi colocada a serviço do crime

Roberto Motta



   Nunca diga “violência” quando a palavra correta for “crime”. É fácil entender a diferença: “crime” é um termo objetivo, que descreve um ato específico. Um crime fere o direito de outra pessoa, ou até a própria pessoa. “Violência” é um termo vago, cujo significado depende do contexto. A violência pode ser negativa (quando é usada, por exemplo, para cometer um crime) ou positiva (quando é usada para proteger um inocente indefeso ou impedir que um crime violento seja cometido). O problema do Brasil não é a violência. O problema do Brasil é uma infestação por crime.

   Palavras importam. Não use a expressão “segurança pública” quando você quis dizer “combate ao crime”. São coisas diferentes. O país está cheio de “especialistas” que acreditam que é possível melhorar a segurança pública com rodas de conversa, aulas de artesanato e educação em tempo integral. Nenhuma dessas louváveis iniciativas ajuda a reduzir assaltos ou a identificar autores de homicídios. Para tornar o Brasil um país menos perigoso é preciso combater o crime. Não se combate o crime com conversas, artesanato ou escolas. Crime se combate com polícia, prisões e leis duras.

   Nunca use o termo “letalidade policial” a menos que você também use a expressão “letalidade judicial”. Se é importante monitorar o número de pessoas mortas em confronto com a polícia – lembrando que ninguém deveria confrontar um policial e que, em nenhum país do mundo, os criminosos são tão ousados e armados como no Brasil –, também é importante contar quantas pessoas foram mortas como resultado de decisões judiciais equivocadas ou da aplicação de uma legislação abertamente pró-bandido.

   Nunca chame de “suspeito” um indivíduo que foi filmado assaltando alguém. Não precisamos esperar por uma sentença judicial para descrever a realidade diante de nós. Quem chama de “suspeito” um criminoso flagrado colocando uma arma na cabeça de uma vítima não pode chamar de “assassino” um policial envolvido em um confronto que resultou em mortes. São dois pesos, duas medidas e, pelo menos, uma mentira.

   Não use o termo “ressocialização” que não passa de uma fantasia ideológica. Prefira “reabilitação”: trata-se de um processo individual de mudança que tem como requisitos básicos o arrependimento e a decisão de mudar de vida. Rejeite termos como “progressão de regime” (não há progresso envolvido em aliviar a pena de criminosos perigosos), “auxílio-reclusão” (o nome correto é “bolsa-penitenciário”, um absurdo moral e um estímulo inaceitável ao crime) e “garantismo penal” (uma doutrina jurídico-ideológica para a qual só existem os direitos do criminoso, cujo nome correto é “bandidolatria”). Jamais use “reeducando”, “interno”, “apenado” ou “pessoa privada de liberdade” para se referir a criminosos violentos e perigosos cuja condenação custou sangue e dinheiro à sociedade. Eles são “presidiários” ou “detentos”. Jamais se refira a eles apenas como “presos” – use o termo completo: eles são “criminosos condenados” que, por isso, “estão” presos. Recuse-se a chamar de “adolescente em conflito com a lei” um indivíduo quase adulto que, tendo plena consciência do que faz, comete atos brutais – assaltos, homicídios ou estupros. Recuse-se a chamar esses crimes de “atos infracionais”.

   Crime é uma escolha feita pelo criminoso. A luta contra o crime começa pela escolha das palavras. A linguagem tem poder. Uma palavra pode ter mais força que uma arma ou uma sentença. Palavras se infiltram em mentes e almas, alteram posições morais, confundem causas com consequências e constroem ou destroem convicções. Por meio de uso ideológico de termos inapropriados, ou francamente mentirosos, a língua portuguesa foi colocada a serviço do crime. A manipulação sem tréguas da linguagem pela mídia, de forma repetitiva, cegou e emburreceu boa parte do jornalismo e da audiência, bem como retirou da vítima a capacidade de descrever seu próprio sofrimento e o direito de articular sua indignação.

   A novilíngua da “segurança pública” mata no nascedouro qualquer medida, por mais óbvia, necessária e sensata que seja, que possa prejudicar o ecossistema do crime. Nada pode ser feito porque “cadeia não ressocializa”, porque precisamos de “mais escolas e menos prisões”, porque “as penitenciárias estão cheias de inocentes presos por fumar um baseado”, porque o combate às drogas é “uma guerra perdida” e porque “a polícia brasileira é a que mais mata e mais morre”. Essas expressões são construções ideológicas importadas por ONGs financiadas em dólar, afirmações sem qualquer base na realidade, slogans publicitários do crime.

   O primeiro passo para sair do atoleiro moral é repudiar essas falácias, cujo objetivo é retirar a culpa do criminoso e distribuí-la entre as vítimas. O primeiro passo no combate ao crime é resgatar a linguagem.


https://revistaoeste.com/revista/edicao/-250/a-novilingua-do-crime/ Adaptado.. 
A expressão em destaque foi devidamente classificada entre parênteses em todas as alternativas, EXCETO em:
Alternativas
Q3395241 Português
TEXTO I

A novilíngua do crime


Por meio do uso ideológico de termos inapropriados, ou
francamente mentirosos, a língua portuguesa foi colocada a serviço do crime

Roberto Motta



   Nunca diga “violência” quando a palavra correta for “crime”. É fácil entender a diferença: “crime” é um termo objetivo, que descreve um ato específico. Um crime fere o direito de outra pessoa, ou até a própria pessoa. “Violência” é um termo vago, cujo significado depende do contexto. A violência pode ser negativa (quando é usada, por exemplo, para cometer um crime) ou positiva (quando é usada para proteger um inocente indefeso ou impedir que um crime violento seja cometido). O problema do Brasil não é a violência. O problema do Brasil é uma infestação por crime.

   Palavras importam. Não use a expressão “segurança pública” quando você quis dizer “combate ao crime”. São coisas diferentes. O país está cheio de “especialistas” que acreditam que é possível melhorar a segurança pública com rodas de conversa, aulas de artesanato e educação em tempo integral. Nenhuma dessas louváveis iniciativas ajuda a reduzir assaltos ou a identificar autores de homicídios. Para tornar o Brasil um país menos perigoso é preciso combater o crime. Não se combate o crime com conversas, artesanato ou escolas. Crime se combate com polícia, prisões e leis duras.

   Nunca use o termo “letalidade policial” a menos que você também use a expressão “letalidade judicial”. Se é importante monitorar o número de pessoas mortas em confronto com a polícia – lembrando que ninguém deveria confrontar um policial e que, em nenhum país do mundo, os criminosos são tão ousados e armados como no Brasil –, também é importante contar quantas pessoas foram mortas como resultado de decisões judiciais equivocadas ou da aplicação de uma legislação abertamente pró-bandido.

   Nunca chame de “suspeito” um indivíduo que foi filmado assaltando alguém. Não precisamos esperar por uma sentença judicial para descrever a realidade diante de nós. Quem chama de “suspeito” um criminoso flagrado colocando uma arma na cabeça de uma vítima não pode chamar de “assassino” um policial envolvido em um confronto que resultou em mortes. São dois pesos, duas medidas e, pelo menos, uma mentira.

   Não use o termo “ressocialização” que não passa de uma fantasia ideológica. Prefira “reabilitação”: trata-se de um processo individual de mudança que tem como requisitos básicos o arrependimento e a decisão de mudar de vida. Rejeite termos como “progressão de regime” (não há progresso envolvido em aliviar a pena de criminosos perigosos), “auxílio-reclusão” (o nome correto é “bolsa-penitenciário”, um absurdo moral e um estímulo inaceitável ao crime) e “garantismo penal” (uma doutrina jurídico-ideológica para a qual só existem os direitos do criminoso, cujo nome correto é “bandidolatria”). Jamais use “reeducando”, “interno”, “apenado” ou “pessoa privada de liberdade” para se referir a criminosos violentos e perigosos cuja condenação custou sangue e dinheiro à sociedade. Eles são “presidiários” ou “detentos”. Jamais se refira a eles apenas como “presos” – use o termo completo: eles são “criminosos condenados” que, por isso, “estão” presos. Recuse-se a chamar de “adolescente em conflito com a lei” um indivíduo quase adulto que, tendo plena consciência do que faz, comete atos brutais – assaltos, homicídios ou estupros. Recuse-se a chamar esses crimes de “atos infracionais”.

   Crime é uma escolha feita pelo criminoso. A luta contra o crime começa pela escolha das palavras. A linguagem tem poder. Uma palavra pode ter mais força que uma arma ou uma sentença. Palavras se infiltram em mentes e almas, alteram posições morais, confundem causas com consequências e constroem ou destroem convicções. Por meio de uso ideológico de termos inapropriados, ou francamente mentirosos, a língua portuguesa foi colocada a serviço do crime. A manipulação sem tréguas da linguagem pela mídia, de forma repetitiva, cegou e emburreceu boa parte do jornalismo e da audiência, bem como retirou da vítima a capacidade de descrever seu próprio sofrimento e o direito de articular sua indignação.

   A novilíngua da “segurança pública” mata no nascedouro qualquer medida, por mais óbvia, necessária e sensata que seja, que possa prejudicar o ecossistema do crime. Nada pode ser feito porque “cadeia não ressocializa”, porque precisamos de “mais escolas e menos prisões”, porque “as penitenciárias estão cheias de inocentes presos por fumar um baseado”, porque o combate às drogas é “uma guerra perdida” e porque “a polícia brasileira é a que mais mata e mais morre”. Essas expressões são construções ideológicas importadas por ONGs financiadas em dólar, afirmações sem qualquer base na realidade, slogans publicitários do crime.

   O primeiro passo para sair do atoleiro moral é repudiar essas falácias, cujo objetivo é retirar a culpa do criminoso e distribuí-la entre as vítimas. O primeiro passo no combate ao crime é resgatar a linguagem.


https://revistaoeste.com/revista/edicao/-250/a-novilingua-do-crime/ Adaptado.. 
“[...] também é importante contar quantas pessoas foram mortas como resultado de decisões judiciais equivocadas ou da aplicação de uma legislação abertamente pró-bandido”. Sobre o processo de Formação de palavra do vocábulo destacado é correto afirmar que:
Alternativas
Ano: 2025 Banca: HCFMB - SP Órgão: HC-FMB Prova: HCFMB - SP - 2025 - HC-FMB - Biomédico |
Q3374795 Medicina
Em 2024, o Brasil realizou 6,3 mil transplantes renais, um recorde, representando 66,7% do total de procedimentos. Apesar dos números expressivos, a fila ainda é gigante... Após o translante renal, os medicamentos imunossupressores são utilizados para prevenir as rejeições aguda e crônica. A imunossupressão visa inibir o reconhecimento imunológico e a ativação da resposta alogênica celular e humoral e é dividida em duas fases: fase de indução e fase de manutenção. No entanto, a imunossupressão associada acarreta riscos como complicações infeciosas, neoplasias, alterações ósseas, distúrbios oculares, alterações do sistema nervoso central, hepatotoxicidade, nefrotoxicidade e interferência com a gravidez. Os imunossupressores são medicamentos projetados para inibir a atividade do sistema imunológico, prevenindo que o organismo rejeite o órgão transplantado. Nesse processo os medicamentos precisam ser monitorados.

Assinale a alternativa correta quanto aos medicamentos imunossupressores utilizados de acordo com o Protocolo do Conitec 20210113_Imunossupressão Transplante Renal 
Alternativas
Ano: 2025 Banca: HCFMB - SP Órgão: HC-FMB Prova: HCFMB - SP - 2025 - HC-FMB - Biomédico |
Q3374790 Biomedicina - Análises Clínicas
Em relação às análises laboratoriais do líquido cefalorraquidiano (líquor), assinale a alternativa correta.
Alternativas
Ano: 2025 Banca: HCFMB - SP Órgão: HC-FMB Prova: HCFMB - SP - 2025 - HC-FMB - Biomédico |
Q3374789 Biomedicina - Análises Clínicas
No que se refere a realização do teste de sensibilidade aos antimicrobianos (TSA) pela metodologia de difusão do disco, é correto afirmar que
Alternativas
Respostas
701: E
702: A
703: B
704: A
705: C
706: C
707: C
708: A
709: A
710: D
711: B
712: B
713: E
714: A
715: D
716: B
717: D
718: C
719: C
720: B