Questões de Concurso Comentadas para técnico em eletrônica

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Q2051846 Noções de Informática
No Microsoft PowerPoint 2010, quando se deseja alterar os dados de um gráfico na apresentação, podese fazê-lo em “Ferramentas de Gráfico”, na guia “Design”, no grupo “Dados”, clicando-se em “Editar Dados”. Numa janela separada, um outro programa do Microsoft Office é aberto, apresentando os dados a serem editados. Indique a alternativa que apresenta o nome do referido programa. 
Alternativas
Q2051827 Português
Texto 1 

A família dos porquês

A lógica costuma definir três modalidades distintas no uso do termo “porque”: o “porque” causa (“a jarra espatifou-se porque caiu ao chão”); o explicativo (“recusei o doce porque desejo emagrecer”); e o indicador de argumento (“volte logo, você sabe por quê”). O pensamento científico revelouse uma arma inigualável quando se trata de identificar, expor e demolir os falsos porquês que povoam a imaginação humana desde os tempos imemoriais: as causas imaginárias dos acontecimentos, as pseudoexplicações de toda sorte e os argumentos falaciosos.

Mas o preço de tudo isso foi uma progressiva clausura ou estreitamento do âmbito do que é ilegítimo indagar. Imagine, por exemplo, o seguinte diálogo. Alguém sob o impacto da morte de uma pessoa especialmente querida está inconformado com a perda e exclama: “Eu não consigo entender, isso não podia ter acontecido, por que não eu? Por que uma criatura tão jovem e cheia de vida morre assim?!”. Um médico solícito entreouve o desabafo no corredor do hospital e responde: “Sinto muito pela perda, mas eu examinei o caso da sua filha e posso dizer-lhe o que houve: ela padecia, ao que tudo indica, de uma máformação vascular, e foi vítima da ruptura da artéria carótida interna que irriga o lobo temporal direito; ficamos surpresos que ela tenha sobrevivido tantos anos sem que a moléstia se manifestasse”.

A explicação do médico, admita-se, é irretocável; mas seria essa a resposta ao “por quê” do pai inconsolável? Os porquês da ciência são por natureza rasos: mapas, registros e explicações cada vez mais precisas e minuciosas da superfície causal do que acontece. Eles excluem de antemão como ilegítimos os porquês que mais importam. O “porquê” da ciência médica nem sequer arranha o “por quê” do pai. Perguntar “por que os homens estão aqui na face da Terra”, afirma o biólogo francês Jacques Monod, é como perguntar “por que fulano e não beltrano ganhou na loteria”.

No macrocosmo não menos que no microcosmo da vida, as mãos de ferro da necessidade brincam com o copo de dados do acaso por toda a eternidade. Mas, se tudo começa e termina em bioquímica, então por que – e para que – tanto sofrimento?

In: GIANNETTI, Eduardo. Trópicos utópicos. São Paulo: Companhia das Letras, 2016. p. 25-26. Adaptado. 
Considerando as regras de concordância verbal, assinale a alternativa cujo enunciado está de acordo com as exigências da norma-padrão da língua.
Alternativas
Q2051824 Português
Texto 1 

A família dos porquês

A lógica costuma definir três modalidades distintas no uso do termo “porque”: o “porque” causa (“a jarra espatifou-se porque caiu ao chão”); o explicativo (“recusei o doce porque desejo emagrecer”); e o indicador de argumento (“volte logo, você sabe por quê”). O pensamento científico revelouse uma arma inigualável quando se trata de identificar, expor e demolir os falsos porquês que povoam a imaginação humana desde os tempos imemoriais: as causas imaginárias dos acontecimentos, as pseudoexplicações de toda sorte e os argumentos falaciosos.

Mas o preço de tudo isso foi uma progressiva clausura ou estreitamento do âmbito do que é ilegítimo indagar. Imagine, por exemplo, o seguinte diálogo. Alguém sob o impacto da morte de uma pessoa especialmente querida está inconformado com a perda e exclama: “Eu não consigo entender, isso não podia ter acontecido, por que não eu? Por que uma criatura tão jovem e cheia de vida morre assim?!”. Um médico solícito entreouve o desabafo no corredor do hospital e responde: “Sinto muito pela perda, mas eu examinei o caso da sua filha e posso dizer-lhe o que houve: ela padecia, ao que tudo indica, de uma máformação vascular, e foi vítima da ruptura da artéria carótida interna que irriga o lobo temporal direito; ficamos surpresos que ela tenha sobrevivido tantos anos sem que a moléstia se manifestasse”.

A explicação do médico, admita-se, é irretocável; mas seria essa a resposta ao “por quê” do pai inconsolável? Os porquês da ciência são por natureza rasos: mapas, registros e explicações cada vez mais precisas e minuciosas da superfície causal do que acontece. Eles excluem de antemão como ilegítimos os porquês que mais importam. O “porquê” da ciência médica nem sequer arranha o “por quê” do pai. Perguntar “por que os homens estão aqui na face da Terra”, afirma o biólogo francês Jacques Monod, é como perguntar “por que fulano e não beltrano ganhou na loteria”.

No macrocosmo não menos que no microcosmo da vida, as mãos de ferro da necessidade brincam com o copo de dados do acaso por toda a eternidade. Mas, se tudo começa e termina em bioquímica, então por que – e para que – tanto sofrimento?

In: GIANNETTI, Eduardo. Trópicos utópicos. São Paulo: Companhia das Letras, 2016. p. 25-26. Adaptado. 
Considerando as relações de sentido estabelecidas por meio do vocabulário utilizado no Texto 1, assinale a alternativa correta. 
Alternativas
Q2051822 Português
Texto 1 

A família dos porquês

A lógica costuma definir três modalidades distintas no uso do termo “porque”: o “porque” causa (“a jarra espatifou-se porque caiu ao chão”); o explicativo (“recusei o doce porque desejo emagrecer”); e o indicador de argumento (“volte logo, você sabe por quê”). O pensamento científico revelouse uma arma inigualável quando se trata de identificar, expor e demolir os falsos porquês que povoam a imaginação humana desde os tempos imemoriais: as causas imaginárias dos acontecimentos, as pseudoexplicações de toda sorte e os argumentos falaciosos.

Mas o preço de tudo isso foi uma progressiva clausura ou estreitamento do âmbito do que é ilegítimo indagar. Imagine, por exemplo, o seguinte diálogo. Alguém sob o impacto da morte de uma pessoa especialmente querida está inconformado com a perda e exclama: “Eu não consigo entender, isso não podia ter acontecido, por que não eu? Por que uma criatura tão jovem e cheia de vida morre assim?!”. Um médico solícito entreouve o desabafo no corredor do hospital e responde: “Sinto muito pela perda, mas eu examinei o caso da sua filha e posso dizer-lhe o que houve: ela padecia, ao que tudo indica, de uma máformação vascular, e foi vítima da ruptura da artéria carótida interna que irriga o lobo temporal direito; ficamos surpresos que ela tenha sobrevivido tantos anos sem que a moléstia se manifestasse”.

A explicação do médico, admita-se, é irretocável; mas seria essa a resposta ao “por quê” do pai inconsolável? Os porquês da ciência são por natureza rasos: mapas, registros e explicações cada vez mais precisas e minuciosas da superfície causal do que acontece. Eles excluem de antemão como ilegítimos os porquês que mais importam. O “porquê” da ciência médica nem sequer arranha o “por quê” do pai. Perguntar “por que os homens estão aqui na face da Terra”, afirma o biólogo francês Jacques Monod, é como perguntar “por que fulano e não beltrano ganhou na loteria”.

No macrocosmo não menos que no microcosmo da vida, as mãos de ferro da necessidade brincam com o copo de dados do acaso por toda a eternidade. Mas, se tudo começa e termina em bioquímica, então por que – e para que – tanto sofrimento?

In: GIANNETTI, Eduardo. Trópicos utópicos. São Paulo: Companhia das Letras, 2016. p. 25-26. Adaptado. 
Quando o autor do Texto 1 afirma que “os porquês da ciência são por natureza rasos” (3º parágrafo), ele quer dizer que:
Alternativas
Q839179 Eletricidade

Considere um motor de indução trifásico de quatro polos, operando em 60 Hz, com velocidade rotacional de 1710 rpm e potência de entrada de 10 kW. A potência dissipada no enrolamento do estator é 100 W por fase.


Assinale a alternativa que apresenta o valor correto da potência total dissipada no enrolamento do rotor (em W).

Alternativas
Q839178 Eletricidade

Em relação às características a vazio e de curto-circuito de máquinas síncronas, identifique como verdadeiras (V) ou falsas (F) as seguintes afirmativas.


( ) A linha de entreferro corresponde à porção linear da curva de saturação de circuito aberto ou a vazio da máquina.

( ) As características a vazio e de curto-circuito são ambas necessárias para o cálculo da reatância síncrona não saturada da máquina.

( ) A relação de curto-circuito (RCC) é definida como sendo a razão entre a corrente de campo necessária para que seja gerada a tensão nominal a vazio e a corrente de campo necessária para se alcançar a corrente de armadura nominal em curto-circuito.

( ) A resistência efetiva do enrolamento de armadura pode ser calculada por meio da característica a vazio da máquina.


Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta, de cima para baixo.

Alternativas
Q839177 Eletricidade

Sobre a operação em regime permanente de uma máquina síncrona de polos lisos representada pelo modelo clássico sem perdas ativas e conectada a um sistema elétrico de potência representado por um barramento infinito, considere as seguintes afirmativas:


1. Quando a máquina está sobre-excitada, a projeção do fasor da força eletromotriz interna sobre a direção do fasor da tensão terminal da máquina é maior do que a magnitude deste último fasor, esteja a máquina operando como gerador, motor ou compensador de potência reativa.

2. Na operação da máquina como compensador de potência reativa, a potência ativa deve ser nula, o que significa que a defasagem entre os fasores da força eletromotriz interna e da tensão terminal é igual a 90 graus.

3. A máquina operando como gerador fornece potência reativa ao sistema quando ela está subexcitada.

4. A sensibilidade entre a potência reativa da máquina e o ângulo δ formado entre os fasores da força eletromotriz interna e da tensão terminal é menor, conforme se reduz o ângulo δ.


Assinale a alternativa correta.

Alternativas
Q839176 Eletricidade

Em relação às perdas e aquecimento nas máquinas elétricas, identifique como verdadeiras (V) ou falsas (F) as seguintes afirmativas.


( ) As perdas ôhmicas consistem em atrito nas escovas e mancais das máquinas.

( ) As perdas por correntes parasitas em motores de indução variam com o quadrado da frequência de operação.

( ) Os ensaios de envelhecimento acelerado são utilizados para avaliação dos sistemas de isolamento de máquinas elétricas, incluindo uma análise térmica dos materiais isolantes utilizados.

( ) As perdas por atrito e ventilação podem ser medidas a partir do valor da potência de entrada da máquina quando ela está funcionando sob carregamento nominal, porém sem excitação.


Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta, de cima para baixo.

Alternativas
Q839175 Eletricidade

Considere um transformador monofásico com valores nominais de 10000 VA e 2400:240 V. As perdas no núcleo de ferro e a corrente de magnetização do transformador são consideradas desprezíveis. Os parâmetros do circuito equivalente em unidades reais são dados por uma impedância série no enrolamento de alta tensão igual a 1 + j2 Ω e uma impedância série no enrolamento de baixa tensão igual a 2 + j4 Ω.


Assinale a alternativa que apresenta o valor correto da impedância do circuito equivalente, por unidade, após a eliminação do transformador ideal, usando a especificação nominal do equipamento como base.

Alternativas
Q839174 Eletricidade

Sobre os ensaios de curto-circuito e circuito aberto para determinação dos parâmetros em série (resistência e reatância equivalentes) e parâmetros em derivação (resistência de perdas no núcleo e reatância de magnetização) dos circuitos equivalentes de transformadores monofásicos, considere as seguintes afirmativas:


1. A medição de potência ativa no equipamento é necessária apenas para o ensaio de circuito aberto.

2. No ensaio de curto-circuito, a escolha de qual enrolamento, primário ou secundário, usar para aplicação do curtocircuito é arbitrária.

3. Considerando o ensaio de circuito aberto com o enrolamento secundário em aberto e a tensão nominal aplicada ao enrolamento primário, a resistência de perdas no núcleo referida ao primário pode ser calculada pela razão entre o quadrado da tensão aplicada e a potência ativa de entrada, ao se desprezar a impedância de dispersão do primário.

4. O ensaio de curto-circuito permite encontrar a resistência em série dos enrolamentos e a reatância de magnetização do núcleo do transformador.


Assinale a alternativa correta.

Alternativas
Q839173 Eletricidade

Considere um transformador monofásico com dados de placa de 10000 VA, 60 Hz e 13800:220 V. O transformador é alimentado por tensão igual a 13800 V no enrolamento primário. A resistência e a reatância equivalentes em série são iguais a 1% e 2%, respectivamente, obtidas a partir dos dados de placa do transformador. As perdas no núcleo de ferro e a corrente de magnetização do transformador são consideradas desprezíveis. O transformador alimenta uma carga monofásica, a qual possui impedância igual a 2 + j0,5 Ω.


Assinale a alternativa que apresenta o valor correto da regulação do transformador (em percentagem).

Alternativas
Q839172 Eletricidade

Sobre os parâmetros elétricos de linhas de transmissão trifásicas de energia elétrica operando em corrente alternada, considere as seguintes afirmativas:


1. Os parâmetros elétricos de linhas aéreas longas utilizados para construção de modelos matemáticos em regime permanente são divididos em parâmetros série, os quais são constituídos por resistências ôhmicas e indutâncias, e parâmetros shunt, que, por sua vez, são dados por condutâncias e capacitâncias.

2. No cálculo da indutância de linhas aéreas operando na frequência de 60 Hz, é comum desprezar o efeito peculiar e, por consequência, é possível assumir que o fluxo de corrente está totalmente concentrado na superfície do condutor.

3. Em linhas aéreas equiláteras, a matriz de capacitâncias que aparece nas relações entre as densidades de carga nos três condutores e potenciais dos três condutores é diagonal, com elementos da diagonal principal iguais entre si.

4. O método das imagens pode ser utilizado para cálculo da capacitância de linhas aéreas considerando o efeito da presença do solo.


Assinale a alternativa correta.

Alternativas
Q839169 Eletricidade
Em eletrônica de potência, quando se deseja controlar a potência de uma carga CA monofásica diretamente, o circuito mais simples é o que utiliza:
Alternativas
Q839168 Eletricidade
Com relação aos conversores CC-CC, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q839166 Eletricidade
Os interruptores (ou chaves) são elementos que:
Alternativas
Q839165 Segurança e Saúde no Trabalho
Conforme estabelece a NR-10, as medidas de proteção coletiva compreendem prioritariamente:
Alternativas
Q839164 Eletricidade

Sobre circuitos analógicos e digitais, considere as seguintes afirmativas:


1. O latch RS é um elemento de memória com capacidade de armazenamento temporário de até um byte.

2. O flip-flop T é obtido a partir do flip-flop J-K aplicando-se nível lógico alto tanto na entrada J como na K.

3. O flip-flop T (ou toggle) muda sua saída a cada transição do sinal de clock.

4. Registrador é um circuito formado por interligações de flip-flops com a finalidade de armazenar informação binária (número binário) pelo tempo que for necessário.


Assinale a alternativa correta.

Alternativas
Q839163 Eletricidade

Sobre circuitos analógicos e digitais, considere as seguintes afirmativas:


1. O circuito integrado 74147 é um codificador com prioridade decimal-BCD.

2. Um multiplexador converte dados binários em decimais.

3. O microprocessador, componente fundamental de um computador, tem em sua arquitetura interna uma unidade lógica dedicada exclusivamente à realização das operações lógicas.

4. O meio somador é também conhecido como half adder, e o dígito de transporte C, como carry.


Assinale a alternativa correta.

Alternativas
Q839159 Eletricidade
A trava eletrônica de um cofre de última geração hipotético utiliza um sistema de liberação baseado em senhas digitais enviadas via SMS. O cliente digita seu código pessoal em um aplicativo de celular e recebe uma contrassenha (através do sistema SMS do celular) em formato binário. O cliente deve, então, converter a contrassenha para decimal, octal e hexadecimal, digitando a sequência (número em binário, octal e hexadecimal) no teclado do cofre para obter o acesso. Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta que o cliente precisará digitar no cofre para a contrassenha 10101101.
Alternativas
Q839158 Eletricidade
Considere uma lâmpada de filamento (incandescente) que em seu rótulo apresenta as seguintes especificações: 60 W e 120 V. Qual é a corrente elétrica (i) que circulará por essa lâmpada quando ela for conectada a uma fonte de 120 V e que resistência elétrica (R) ela apresentará (em condições normais de funcionamento)?
Alternativas
Respostas
421: B
422: A
423: C
424: D
425: D
426: E
427: B
428: A
429: B
430: C
431: C
432: E
433: E
434: D
435: A
436: D
437: E
438: B
439: D
440: C