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As tecnologias educacionais e os sistemas de informação podem contribuir para a troca de saberes e a aproximação entre culturas e grupos sociais diversos, em consonância com os objetivos atuais da educação.
A educação a distância tem como característica a separação temporal e(ou) espacial entre professor e aluno.
Apenas cursos técnicos e profissionalizantes podem ser desenvolvidos a distância.
A mediação do processo de ensinar e aprender nessa modalidade se dá, entre outras formas, por meio de tecnologias modernas.
O excesso de informações acessíveis ao estudante exige maior capacidade crítica e reflexiva.
As tecnologias educacionais e os novos sistemas de informação aumentaram a exclusão social dos alunos de áreas carentes, uma vez que esses alunos não estão familiarizados com as metodologias e os instrumentos utilizados.
As tecnologias educacionais facilitam a abordagem diversificada e diferenciada do conhecimento.
A extensão universitária é caracterizada por atividades esporádicas, voltadas ao aperfeiçoamento e à atualização de conhecimento na comunidade próxima à universidade.
Nessa modalidade de educação, todos os alunos têm de seguir o mesmo ritmo para evitar prejuízos ao andamento dos conteúdos ministrados.
A indissociabilidade entre pesquisa, ensino e extensão pressupõe articulação da universidade com a sociedade e sintonia com as demandas da população.
Os objetivos da educação podem ser alcançados por meio das tecnologias educacionais.
(Guedes, 2000, p. 13).
Leia com atenção as afirmativas abaixo e marque (V) para verdadeira e (F) para falsa.
( ) O acesso à leitura e à escrita devem constituir objetivo exclusivo do professor de Português.
( ) Ler e escrever são tarefas na escola, em cada sala de aula e na biblioteca, e esta como o espaço convergente de todas as atividades.
( )A sociedade vê a escola como o espaço privilegiado para o desenvolvimento da leitura e da escrita, já que é nela que se dá o encontro decisivo entre a criança e a leitura/escrita.
( ) Ler é uma atividade muito interessante, visto que a leitura nos proporciona prazer, diversão, conhecimento, liberdade, uma vida melhor.
Marque a alternativa que traz a sequência CORRETA, de cima para baixo:
I. a dependência das entidades desportivas dirigentes e associações, quanto a sua organização e funcionamento;
II. a destinação de recursos públicos para a promoção prioritária do desporto educacional e, em casos específicos, para a do desporto de alto rendimento;
III. o tratamento igual para o desporto profissional e o não-profissional;
IV. a proteção e o incentivo às manifestações desportivas de criação nacional;
Estão CORRETAS as afirmativas:
1. O empobrecimento qualitativo da educação escolar e a ampliação da quantidade de alunos inseridos têm relação tênue. 2. A situação atual que não garante a qualidade educacional desejada para todos decorre das dificuldades dos docentes em trabalhar em uma educação de massas. 3. A compreensão acerca da diversidade de histórias e trajetórias educacionais dos alunos é complexa para a maioria dos professores.
Assinale a alternativa correta.
Na Roma antiga, a escravidão na zona rural fez com que vários camponeses perdessem o emprego e migrassem. O crescimento urbano acabou gerando problemas sociais e o imperador, com medo de que a população se revoltasse com a falta de emprego e exigisse melhores condições de vida, acabou criando a política “panem et circenses”, a política do pão e circo. Esse método era muito simples: todos os dias havia lutas de gladiadores nos estádios (o mais famoso foi o Coliseu) e, durante os eventos, eram distribuídos alimentos (trigo, pão). O objetivo era alcançado, já que ao mesmo tempo em que a população se distraía e se alimentava, também esquecia os problemas e não pensava em rebelar-se. Foram feitas tantas festas para manter a população sob controle que o calendário romano chegou a ter 175 feriados por ano. Essa situação ocorrida na Roma antiga é muito parecida com a do Brasil atual. Aqui o crescimento urbano gerou, gera e continuará gerando problemas sociais. A quantidade de comunidades (também conhecidas como favelas) cresce desenfreadamente, e a condição de vida da maioria da população é difícil. O nosso governo, tentando manter a população calma e tentando evitar que as massas se rebelem, criou o “Bolsa Família”, entre outras bolsas, que engambela as economicamente desfavorecidas e deixa todos que recebem o agrado muito felizes e agradecidos. O motivo de dar dinheiro ao povo é o mesmo dos imperadores ao darem pão aos romanos. Enquanto fazem maracutaias e pegam dinheiro público para si, distraem a população com mensalidades gratuitas. Esses programas sociais até fariam sentido se também fossem realizados investimentos reais na saúde, na educação e na qualificação da mão-de-obra, como cursos profissionalizantes e universidades gratuitas de qualidade para os jovens. Aquela velha frase “não se dá o peixe, se ensina a pescar” pode ser definida como princípio básico de desenvolvimento em qualquer sociedade. E, em vez dos circos romanos, dos gladiadores lutando no Coliseu, temos nossos estádios de futebol e seus times milionários. O brasileiro é apaixonado por esse esporte assim como os romanos iam em peso com suas melhores roupas assistir às lutas nos seus estádios. O efeito político também é o mesmo nas duas épocas: os problemas são esquecidos e só pensamos nos resultados das partidas. A saída dessa dependência é a educação, e as escolas existem em nosso país, mas há muito que melhorar. Os alunos deveriam sair do Ensino Médio com uma profissão ou com condições e oportunidades de cursar o nível superior gratuitamente e assim garantir seu futuro e o de seus descendentes. Proporcionar educação de qualidade é um dever do estado, é nosso direito, mas estamos acomodados e acostumados a ver estudantes de escolas públicas sem oportunidades de avançar em seus estudos e consideramos o nível superior como algo para poucos e privilegiados (apenas 5% da população chega lá). Precisamos mudar nossos conceitos e ver que nunca é tarde para exigirmos nossos direitos. Somente com educação e cultura os brasileiros podem deixar de precisar de doações e, assim, desligar-se desse vínculo com o “pão e circo”, pois esses são os meios para reduzir a pobreza. Precisamos de governos que não se aproveitem das carências de seu povo para obter crescimento pessoal, e sim para crescer em conjunto.
Texto adaptado de <http://www.artigonal.com/politica-artigos/a-politicado- pao-e-circo-84140.html>. Acesso em 17 ag 2009.
O autor, ao longo do texto, compara o Brasil atual com a Roma antiga em vários aspectos, EXCETO
Na Roma antiga, a escravidão na zona rural fez com que vários camponeses perdessem o emprego e migrassem. O crescimento urbano acabou gerando problemas sociais e o imperador, com medo de que a população se revoltasse com a falta de emprego e exigisse melhores condições de vida, acabou criando a política “panem et circenses”, a política do pão e circo. Esse método era muito simples: todos os dias havia lutas de gladiadores nos estádios (o mais famoso foi o Coliseu) e, durante os eventos, eram distribuídos alimentos (trigo, pão). O objetivo era alcançado, já que ao mesmo tempo em que a população se distraía e se alimentava, também esquecia os problemas e não pensava em rebelar-se. Foram feitas tantas festas para manter a população sob controle que o calendário romano chegou a ter 175 feriados por ano. Essa situação ocorrida na Roma antiga é muito parecida com a do Brasil atual. Aqui o crescimento urbano gerou, gera e continuará gerando problemas sociais. A quantidade de comunidades (também conhecidas como favelas) cresce desenfreadamente, e a condição de vida da maioria da população é difícil. O nosso governo, tentando manter a população calma e tentando evitar que as massas se rebelem, criou o “Bolsa Família”, entre outras bolsas, que engambela as economicamente desfavorecidas e deixa todos que recebem o agrado muito felizes e agradecidos. O motivo de dar dinheiro ao povo é o mesmo dos imperadores ao darem pão aos romanos. Enquanto fazem maracutaias e pegam dinheiro público para si, distraem a população com mensalidades gratuitas. Esses programas sociais até fariam sentido se também fossem realizados investimentos reais na saúde, na educação e na qualificação da mão-de-obra, como cursos profissionalizantes e universidades gratuitas de qualidade para os jovens. Aquela velha frase “não se dá o peixe, se ensina a pescar” pode ser definida como princípio básico de desenvolvimento em qualquer sociedade. E, em vez dos circos romanos, dos gladiadores lutando no Coliseu, temos nossos estádios de futebol e seus times milionários. O brasileiro é apaixonado por esse esporte assim como os romanos iam em peso com suas melhores roupas assistir às lutas nos seus estádios. O efeito político também é o mesmo nas duas épocas: os problemas são esquecidos e só pensamos nos resultados das partidas. A saída dessa dependência é a educação, e as escolas existem em nosso país, mas há muito que melhorar. Os alunos deveriam sair do Ensino Médio com uma profissão ou com condições e oportunidades de cursar o nível superior gratuitamente e assim garantir seu futuro e o de seus descendentes. Proporcionar educação de qualidade é um dever do estado, é nosso direito, mas estamos acomodados e acostumados a ver estudantes de escolas públicas sem oportunidades de avançar em seus estudos e consideramos o nível superior como algo para poucos e privilegiados (apenas 5% da população chega lá). Precisamos mudar nossos conceitos e ver que nunca é tarde para exigirmos nossos direitos. Somente com educação e cultura os brasileiros podem deixar de precisar de doações e, assim, desligar-se desse vínculo com o “pão e circo”, pois esses são os meios para reduzir a pobreza. Precisamos de governos que não se aproveitem das carências de seu povo para obter crescimento pessoal, e sim para crescer em conjunto.
Texto adaptado de <http://www.artigonal.com/politica-artigos/a-politicado- pao-e-circo-84140.html>. Acesso em 17 ag 2009.
A frase “não se dá o peixe, se ensina a pescar” é entendida, no texto, como o ato de dar
Como a IES (Instituição de Ensino Superior), através de seus gestores, pode contribuir para que esse segmento da sociedade possa se sentir útil e incluído?
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