Questões de Concurso Comentadas para pedagogo

Foram encontradas 18.174 questões

Resolva questões gratuitamente!

Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!

Q377656 Pedagogia
Referindo-se à Lei 9.394/96 (LDB), no que tange à Educação Profissional Técnica de Nível Médio, pode-se afirmar que:

I- a forma subsequente é ofertada para quem já tenha concluído o ensino médio.

II- o ensino médio, atendida a formação geral do educando, deverá prepará-lo para o exercício de profissões técnicas.

III- o desenvolvimento de projeto pedagógico unificado, na forma integrada, pode ser feito em instituições de ensino distintas, mediante convênios de intercomplementaridade.

IV- os diplomas de educação técnica de nível médio terão validade nacional e habilitarão ao prosseguimento de estudos na educação superior, quando registrados.

São corretas apenas as afirmativas.
Alternativas
Q377652 Redação Oficial
Observe o modelo de ofício a seguir.

imagem-003.jpg
Os números I, II, III e IV destacados na estrutura do padrão ofício correspondem, respectivamente, a:
Alternativas
Q376973 Noções de Informática
Para selecionar um texto a ser copiado no MS Office, Word 2007, utiliza-se o seguinte conjunto de teclas:
Alternativas
Q376970 Noções de Informática
Os protocolos de envio e recebimento de mensagens, em um serviço de correio eletrônico, são respectivamente,
Alternativas
Q376969 Noções de Informática
O programa Libre Office Calc permite realizar cálculos por meio de números e de fórmulas armazenadas em células. Considere A1=7, A2=5, A3=4, B1=9, B2=2, B3=1, e utilize a expressão =SOMA(A2:B3) O valor a ser calculado na célula C3 é
Alternativas
Q376967 Direito Penal
Um determinado servidor público federal apropriou-se de recursos financeiros de que tinha a posse em razão do cargo que ocupava. Diante dessa situação, é correto afirmar que ele incorreu no crime denominado
Alternativas
Q376959 Redação Oficial
O vocativo foi utilizado de acordo com as normas de redação oficial em
Alternativas
Q376958 Português
                       A língua não pode servir para a exclusão social

       Dizer em voz alta que as formas não normatizadas também estão corretas é impedir que o conhecimento da norma tradicional seja usado como um instrumento de perseguição, de discriminação, de humilhação do outro, ou como uma espécie de saber esotérico, reservado para alguns iluminados de inteligência superior...
       Porque o verdadeiro problema, a verdadeira questão social implicada nisso tudo não tem a ver com o fato de se usar a regra A ou a regra B. Tem a ver, isso sim, com o uso social perverso que se faz do domínio desse suposto saber: “Eu sei usar a passiva sintética, eu sei usar o acento indicador de crase, eu sei usar os pronomes oblíquos, mas você não... Por isso eu sou mais inteligente, estou mais preparado para exercer o comando, pertenço a uma casta superior”.
       É esse o discurso, muitas vezes não explicitado, dissimulado, oculto na atitude de quem usa o seu conhecimento da gramática normativa como um instrumento de distinção, como se saber a regência “correta” do verbo implicar implicasse em algum tipo de vantagem, de superioridade, de senha secreta para um ingresso num círculo de privilegiados.
       Conhecer a história da língua, a tradição gramatical, a riqueza do nosso vocabulário, a beleza da nossa literatura oral e escrita, o potencial de nossa linguagem - tudo isso é muito bom, é precioso e deve ser cultivado. Só não podemos admitir que alguém transforme tudo isso numa arma, num arame farpado, numa cerca eletrificada ou em qualquer outro instrumento de exclusão social.


BAGNO, Marcos. Nada na língua é por acaso. Por uma pedagogia da variação linguística. São Paulo: Parábola editorial, 2007.


A linguagem figurada foi utilizada para criticar o uso da língua como instrumento a serviço do preconceito socioeconômico em
Alternativas
Q376957 Português
                       A língua não pode servir para a exclusão social

       Dizer em voz alta que as formas não normatizadas também estão corretas é impedir que o conhecimento da norma tradicional seja usado como um instrumento de perseguição, de discriminação, de humilhação do outro, ou como uma espécie de saber esotérico, reservado para alguns iluminados de inteligência superior...
       Porque o verdadeiro problema, a verdadeira questão social implicada nisso tudo não tem a ver com o fato de se usar a regra A ou a regra B. Tem a ver, isso sim, com o uso social perverso que se faz do domínio desse suposto saber: “Eu sei usar a passiva sintética, eu sei usar o acento indicador de crase, eu sei usar os pronomes oblíquos, mas você não... Por isso eu sou mais inteligente, estou mais preparado para exercer o comando, pertenço a uma casta superior”.
       É esse o discurso, muitas vezes não explicitado, dissimulado, oculto na atitude de quem usa o seu conhecimento da gramática normativa como um instrumento de distinção, como se saber a regência “correta” do verbo implicar implicasse em algum tipo de vantagem, de superioridade, de senha secreta para um ingresso num círculo de privilegiados.
       Conhecer a história da língua, a tradição gramatical, a riqueza do nosso vocabulário, a beleza da nossa literatura oral e escrita, o potencial de nossa linguagem - tudo isso é muito bom, é precioso e deve ser cultivado. Só não podemos admitir que alguém transforme tudo isso numa arma, num arame farpado, numa cerca eletrificada ou em qualquer outro instrumento de exclusão social.


BAGNO, Marcos. Nada na língua é por acaso. Por uma pedagogia da variação linguística. São Paulo: Parábola editorial, 2007.


Considerando-se os argumentos do texto, o emprego do verbo “implicar”, no 3º parágrafo,
Alternativas
Q376956 Português
                       A língua não pode servir para a exclusão social

       Dizer em voz alta que as formas não normatizadas também estão corretas é impedir que o conhecimento da norma tradicional seja usado como um instrumento de perseguição, de discriminação, de humilhação do outro, ou como uma espécie de saber esotérico, reservado para alguns iluminados de inteligência superior...
       Porque o verdadeiro problema, a verdadeira questão social implicada nisso tudo não tem a ver com o fato de se usar a regra A ou a regra B. Tem a ver, isso sim, com o uso social perverso que se faz do domínio desse suposto saber: “Eu sei usar a passiva sintética, eu sei usar o acento indicador de crase, eu sei usar os pronomes oblíquos, mas você não... Por isso eu sou mais inteligente, estou mais preparado para exercer o comando, pertenço a uma casta superior”.
       É esse o discurso, muitas vezes não explicitado, dissimulado, oculto na atitude de quem usa o seu conhecimento da gramática normativa como um instrumento de distinção, como se saber a regência “correta” do verbo implicar implicasse em algum tipo de vantagem, de superioridade, de senha secreta para um ingresso num círculo de privilegiados.
       Conhecer a história da língua, a tradição gramatical, a riqueza do nosso vocabulário, a beleza da nossa literatura oral e escrita, o potencial de nossa linguagem - tudo isso é muito bom, é precioso e deve ser cultivado. Só não podemos admitir que alguém transforme tudo isso numa arma, num arame farpado, numa cerca eletrificada ou em qualquer outro instrumento de exclusão social.


BAGNO, Marcos. Nada na língua é por acaso. Por uma pedagogia da variação linguística. São Paulo: Parábola editorial, 2007.


Ordene a sequência argumentativa do texto.

( ) Crítica à dissimulação do discurso que valoriza a norma padrão em detrimento das variantes linguísticas.
( ) Valorização cultural de diversas linguagens e saberes.
( ) Exemplificação acerca dos modos linguísticos de distinção social.
( ) Exposição do uso da norma padrão como instrumento de poder e de exclusão social.

A ordem correta encontrada é
Alternativas
Q376955 Português
(...) diz Lemos. “Ao expor situações de precariedade, isso chama o poder público a ser responsabilizado e o incentiva a cumprir suas funções como esperado”. (linha 111)

O sentido da retextualização do discurso direto acima é preservado em:
Alternativas
Q376953 Português
A sequência tipológica do trecho foi corretamente identificada, entre parênteses, em
Alternativas
Q376952 Português
O referente do pronome sublinhado está corretamente indicado entre parênteses em:
Alternativas
Q376950 Português
O sentido da articulação entre os períodos está corretamente indicado em:
Alternativas
Q376949 Português
O termo sublinhado encontra-se no sentido denotativo em:
Alternativas
Q376948 Português
“Os diários das três jovens chamaram a atenção da mídia e dos internautas, mas não só isso. Conseguiram impulsionar mudanças concretas que talvez não acontecessem caso as páginas não tivessem dado visibilidade aos problemas. As refeições melhoraram na escola de Martha Payne, consertos foram feitos na de Isadora Faber e Luisa Portugal até recebeu elogios das autoridades locais, que não se incomodaram com sua página.”

Os operadores argumentativos sublinhados no trecho acima podem ser substituídos, respectivamente, sem perda de sentido em
Alternativas
Q376945 Português
NÃO se verifica a marca de coloquialismo no trecho:
Alternativas
Q376944 Português
A ideia central apresentada em “As vozes na rede” diz respeito às
Alternativas
Ano: 2013 Banca: ESPP Órgão: MPE-PR Prova: ESPP - 2013 - MPE-PR - Pedagogo |
Q2951610 Serviço Social

No Brasil, os serviços e programas públicos de atendimento direto as necessidades das crianças e dos adolescentes vítimas de todas as formas de abusos e exploração sexual estão geralmente vinculados às Políticas de Assistência Social. Dentre as áreas de atuação governamental relacionadas ao processo de erradicação da exploração sexual de crianças e adolescentes, se destacam algumas ações, a saber:

Alternativas
Ano: 2013 Banca: ESPP Órgão: MPE-PR Prova: ESPP - 2013 - MPE-PR - Pedagogo |
Q2951605 Administração Geral

A Gestão de Qualidade pode ser definida como sendo qualquer atividade coordenada para dirigir e controlar uma organização no sentido de possibilitar a melhoria do serviço com vistas a garantir a completa satisfação das necessidades da mesma. Alguns conceitos básicos de gestão de qualidade, que podem e devem ser observados por qualquer organização são:


I. Liderança.

Il. Envolvimento das pessoas.

III. Abordagem por processos.

IV. Melhoria Continua.

V. Gerenciamento dos Conflitos.


Dos conceitos apresentados:

Alternativas
Respostas
16201: B
16202: C
16203: A
16204: E
16205: C
16206: A
16207: B
16208: E
16209: E
16210: D
16211: A
16212: B
16213: C
16214: D
16215: D
16216: A
16217: E
16218: D
16219: B
16220: A