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As crianças são alvo de muitas de nossas contradições. Não consideramos inadequado que elas se manifestem como consumidoras e que façam escolhas dos mais variados tipos; queremos que sejam autônomas com rapidez e isso faz com que se metam em encrencas que não lhes fazem bem e que ainda não têm condições de resolver; insistimos para que sejam precoces na aquisição de conhecimentos especializados e que busquem o processo hoje e sempre.
Ao mesmo tempo, consideramos que alguns temas da vida não lhes dizem respeito. Em período eleitoral, dá para perceber que política é um assunto que poucos adultos consideram pertinentes a elas. Mas as crianças não compartilham dessa opinião: elas estão envolvidas com as eleições e com a política. Entretanto, são poucas as que conseguem ter a boa companhia de seus educadores para que comecem a decifrar a complexidade e a importância do assunto
Você se lembra, caro leitor, que anos atrás as escolas começaram a declarar a importância da educação para a cidadania? Pois é: a maioria colocou essa expressão em seu projeto pedagógico. E o que vemos agora, em tempo de eleição? São poucas as escolas que têm trabalhado o tema em seu cotidiano com os alunos. Muitas até trabalham, mas de um modo tão fragmentado que não colaboram para que o aluno compreenda sobre as eleições como parte de um processo do regime democrático.
Diversas escolas têm realizado a simulação de eleições para que os alunos entendam os cargos disputados e suas funções, e aprendam a argumentar e a observar os candidatos em seu empenho para convencer os eleitores de que são merecedores de seu voto. Boa parte realiza esse trabalho com alunos dos ciclos mais adiantados. Quantas escolas fazem isso com os alunos da educação infantil e dos primeiros anos do fundamental?
Enquanto isso, as crianças, desde a mais tenra idade, declaram sua preferência por este ou aquele candidato de acordo com o que lhes importa - tom de voz, tipo de roupa, cabelo -, xingam sem pudor outros, afirmam com convicção que todo político rouba, pratica corrupção, mente etc.. Muitas crianças testemunham brigas de adultos por causa de suas diferentes preferências políticas, observam a violência da argumentação utilizada neste período, entram de gaiato em farsas inventadas contra este ou aquele candidato. Assim, qual criança vai se interessar por política? E nós devemos querer que elas se interessem!
Parece que as famílias têm feito mais por seus filhos do que as escolas por seus alunos nessa questão: ouvem o que os filhos têm a dizer sobre os candidatos e explicam, sempre que conseguem, os equívocos de sua opinião, tentam conter o palavreado que eles usam, ensinam o sentido de tantas pesquisas etc.. Mas os pais têm o direito de tentar levar o filho para junto de sua posição ideológica, não é verdade?
Por isso faz tanta falta o trabalho da escola em política e cidadania: ela poderia incentivar os alunos a ter visão crítica, a se interessar pelo assunto sem ter de aderir a candidatos ou partidos, como faz a família, para que, na maturidade, eles façam suas próprias escolhas. Esse trabalho poderia incentivar as novas gerações a querer dar continuidade ao estado democrático e a ter interesse real por política. Não é?
“(...) a se interessar pelo assunto sem ter de aderir a candidatos ou partidos, como faz a família, para que, na maturidade, eles façam suas próprias escolhas.”
As crianças são alvo de muitas de nossas contradições. Não consideramos inadequado que elas se manifestem como consumidoras e que façam escolhas dos mais variados tipos; queremos que sejam autônomas com rapidez e isso faz com que se metam em encrencas que não lhes fazem bem e que ainda não têm condições de resolver; insistimos para que sejam precoces na aquisição de conhecimentos especializados e que busquem o processo hoje e sempre.
Ao mesmo tempo, consideramos que alguns temas da vida não lhes dizem respeito. Em período eleitoral, dá para perceber que política é um assunto que poucos adultos consideram pertinentes a elas. Mas as crianças não compartilham dessa opinião: elas estão envolvidas com as eleições e com a política. Entretanto, são poucas as que conseguem ter a boa companhia de seus educadores para que comecem a decifrar a complexidade e a importância do assunto
Você se lembra, caro leitor, que anos atrás as escolas começaram a declarar a importância da educação para a cidadania? Pois é: a maioria colocou essa expressão em seu projeto pedagógico. E o que vemos agora, em tempo de eleição? São poucas as escolas que têm trabalhado o tema em seu cotidiano com os alunos. Muitas até trabalham, mas de um modo tão fragmentado que não colaboram para que o aluno compreenda sobre as eleições como parte de um processo do regime democrático.
Diversas escolas têm realizado a simulação de eleições para que os alunos entendam os cargos disputados e suas funções, e aprendam a argumentar e a observar os candidatos em seu empenho para convencer os eleitores de que são merecedores de seu voto. Boa parte realiza esse trabalho com alunos dos ciclos mais adiantados. Quantas escolas fazem isso com os alunos da educação infantil e dos primeiros anos do fundamental?
Enquanto isso, as crianças, desde a mais tenra idade, declaram sua preferência por este ou aquele candidato de acordo com o que lhes importa - tom de voz, tipo de roupa, cabelo -, xingam sem pudor outros, afirmam com convicção que todo político rouba, pratica corrupção, mente etc.. Muitas crianças testemunham brigas de adultos por causa de suas diferentes preferências políticas, observam a violência da argumentação utilizada neste período, entram de gaiato em farsas inventadas contra este ou aquele candidato. Assim, qual criança vai se interessar por política? E nós devemos querer que elas se interessem!
Parece que as famílias têm feito mais por seus filhos do que as escolas por seus alunos nessa questão: ouvem o que os filhos têm a dizer sobre os candidatos e explicam, sempre que conseguem, os equívocos de sua opinião, tentam conter o palavreado que eles usam, ensinam o sentido de tantas pesquisas etc.. Mas os pais têm o direito de tentar levar o filho para junto de sua posição ideológica, não é verdade?
Por isso faz tanta falta o trabalho da escola em política e cidadania: ela poderia incentivar os alunos a ter visão crítica, a se interessar pelo assunto sem ter de aderir a candidatos ou partidos, como faz a família, para que, na maturidade, eles façam suas próprias escolhas. Esse trabalho poderia incentivar as novas gerações a querer dar continuidade ao estado democrático e a ter interesse real por política. Não é?
“(...) a se interessar pelo assunto sem ter de aderir a candidatos ou partidos, como faz a família, (...)”
As crianças são alvo de muitas de nossas contradições. Não consideramos inadequado que elas se manifestem como consumidoras e que façam escolhas dos mais variados tipos; queremos que sejam autônomas com rapidez e isso faz com que se metam em encrencas que não lhes fazem bem e que ainda não têm condições de resolver; insistimos para que sejam precoces na aquisição de conhecimentos especializados e que busquem o processo hoje e sempre.
Ao mesmo tempo, consideramos que alguns temas da vida não lhes dizem respeito. Em período eleitoral, dá para perceber que política é um assunto que poucos adultos consideram pertinentes a elas. Mas as crianças não compartilham dessa opinião: elas estão envolvidas com as eleições e com a política. Entretanto, são poucas as que conseguem ter a boa companhia de seus educadores para que comecem a decifrar a complexidade e a importância do assunto
Você se lembra, caro leitor, que anos atrás as escolas começaram a declarar a importância da educação para a cidadania? Pois é: a maioria colocou essa expressão em seu projeto pedagógico. E o que vemos agora, em tempo de eleição? São poucas as escolas que têm trabalhado o tema em seu cotidiano com os alunos. Muitas até trabalham, mas de um modo tão fragmentado que não colaboram para que o aluno compreenda sobre as eleições como parte de um processo do regime democrático.
Diversas escolas têm realizado a simulação de eleições para que os alunos entendam os cargos disputados e suas funções, e aprendam a argumentar e a observar os candidatos em seu empenho para convencer os eleitores de que são merecedores de seu voto. Boa parte realiza esse trabalho com alunos dos ciclos mais adiantados. Quantas escolas fazem isso com os alunos da educação infantil e dos primeiros anos do fundamental?
Enquanto isso, as crianças, desde a mais tenra idade, declaram sua preferência por este ou aquele candidato de acordo com o que lhes importa - tom de voz, tipo de roupa, cabelo -, xingam sem pudor outros, afirmam com convicção que todo político rouba, pratica corrupção, mente etc.. Muitas crianças testemunham brigas de adultos por causa de suas diferentes preferências políticas, observam a violência da argumentação utilizada neste período, entram de gaiato em farsas inventadas contra este ou aquele candidato. Assim, qual criança vai se interessar por política? E nós devemos querer que elas se interessem!
Parece que as famílias têm feito mais por seus filhos do que as escolas por seus alunos nessa questão: ouvem o que os filhos têm a dizer sobre os candidatos e explicam, sempre que conseguem, os equívocos de sua opinião, tentam conter o palavreado que eles usam, ensinam o sentido de tantas pesquisas etc.. Mas os pais têm o direito de tentar levar o filho para junto de sua posição ideológica, não é verdade?
Por isso faz tanta falta o trabalho da escola em política e cidadania: ela poderia incentivar os alunos a ter visão crítica, a se interessar pelo assunto sem ter de aderir a candidatos ou partidos, como faz a família, para que, na maturidade, eles façam suas próprias escolhas. Esse trabalho poderia incentivar as novas gerações a querer dar continuidade ao estado democrático e a ter interesse real por política. Não é?
I. As crianças querem se envolver com temas como a política, por exemplo, por incentivo dos pais e dos educadores, uma vez que ambos consideram adequado abordar esse tema para que sejam autônomas mais rapidamente.
II. Todas as escolas têm trabalhado o tema política com seus alunos, de todos os níveis de escolaridade, porque muitos pais não acham adequado abordar esse tema em casa, transferindo a responsabilidade para a escola.
III. O papel da escola é de suma importância no que concerne à política e à cidadania para que os alunos possam ter uma visão crítica e, na maturidade, possam fazer suas próprias escolhas.
É correto o que se afirma em
1. Treinamento.
2. Desenvolvimento.
( ) É a aquisição sistemática de atitudes, conhecimentos, regras ou habilidades que resultem na melhoria do desempe- nho no trabalho.
( ) Refere-se a um conjunto de experiências de aprendizagem centradas na posição atual do profissional.
( ) É um processo educacional de curto prazo e que envolve ações que visam ampliar a capacidade das pessoas para o exercício de determinada função ou para a execução de uma tarefa específica.
( ) Refere-se ao conjunto de experiências de aprendizagem, não necessariamente relacionadas ao cargo que o profissio- nal ocupa atualmente, mas que proporcionam oportunidades para o crescimento e desenvolvimento profissional.
( ) É um processo educacional de médio ou longo prazo, visando proporcionar à pessoa os conhecimentos que transcendem o que é exigido no cargo atual, preparando-a para assumir funções mais complexas.
A sequência está correta em
(Drucker, 1993, p. 125.)
Considerando o fragmento do texto exposto e o papel do pedagogo naempresa,analise.
I. Zelar pelas ações de caráter educativo relacionadas ao desenvolvimento do trabalhador com capacitação, além de avaliar e diagnosticar constantemente futuras necessidades ou falhas, indicando metodologias adequadas ao contexto da empresa.
II. Elaborar e coordenar projetos e programas de formação continuada, contribuindo, assim, para o aprimoramento, bem como para a promoção do conhecimento.
III. Promover o acesso ao conhecimento dentro da empresa de forma interdisciplinar e fazer uso de metodologias diversificadas e adequadas ao público com o qual vai lidar, com olhar atento para o alcance dos objetivos traçados pela empresa quanto ao aprendizado dos funcionários, visto ser o diferencial no mercado.
IV. Capacitar os funcionários para provocar mudanças no perfil de cada um, contribuindo para o crescimento da confiança, flexibilidade, criatividade, e se perceber produtivo, capaz de crescer tanto no âmbito profissional quanto pessoal, despertando o prazer no desempenho das funções e favorecendo a empresa que gerar maior produtividade e, consequentemente, bons lucros.
Estão corretas as afirmativas
I. O planejamento de pessoas passou de uma lógica qualitativa que ganha sentido na expressão “que pessoas são necessárias?” ou “que competências são necessárias?” para uma lógica quantitativa, simbolizada na expressão “quantas pessoas são precisas?”
II. Uma nova lógica de aprendizagem organizacional se apresenta para promover o desenvolvimento de aprendizagens no domínio cognitivo do “saber-saber”; no domínio prático do “saber-fazer”, em que se avalia a capacidade para executar um conjunto de processos; no domínio comportamental do “saber-ser” ou “saber-estar” e, por último, o domínio da evolução, da inovação e da aprendizagem que passamos a designar por “saber-evoluir”.
III. O planejamento de aprendizagem na organização envolve um processo de diagnóstico que busca a necessidades de formação e que deve ser entendido como o detectar de lacunas existentes, quer a nível individual como do coletivo, relativo a conhecimentos, competências, capacidades, habilidades e, a partir dessas necessidades, conceber-se-á um plano de formação que permita a diminuição ou, até mesmo, o fim desses estados de carência.
Estão corretas as afirmativas
( ) O método de pesquisa qualitativa analisa o comportamento humano, utilizando a observação naturalista e não controlada.
( ) Os métodos de pesquisa qualitativa são subjetivos e estão perto dos dados, orientados ao descobrimento; são exploratórios, descritivos e indutivos.
( ) Os métodos quantitativos são orientados à busca da magnitude e das causas dos fenômenos sociais, sem interesse pela dimensão subjetiva e utilizam procedimentos controlados.
( ) Os métodos de pesquisa qualitativa assumem uma realidade estática, são orientados aos resultados, replicáveis e generalizáveis.
A sequência está correta em
I. Na abordagem tradicional, os ensinamentos são definidos alheios à vontade daquele que aprende, pois alguém fará o julgamento e organizará a seleção de temas a serem repassados.
II. Na abordagem comportamentalista, defende-se um comportamento padronizado com o intuito de manter a ordem. O homem tem de se submeter ao ambiente e, a partir daí, explicitar suas ações.
III. Na abordagem cognitivista, o homem e o mundo possuem relação dinâmica de trocas e atuação constantes. O homem, pela sua inteligência em constante aperfeiçoamento, modifica-se sempre e modifica o meio em benefício próprio.
IV. Na abordagem sociocultural, o mundo é o resultado da ação do homem e, por isso, o homem deve pré-avaliar suas ações porque elas têm ascendência sobre o ambiente. Neste paradigma, coloca-se nas mãos dos indivíduos as responsabilidades por suas escolhas.
V. Na abordagem humanista, o homem e o mundo são inseparáveis, mas neste paradigma, o homem se sobressai sobre o mundo por ser o organizador, o estruturador, o grande agente de mudanças.
Estão corretas apenas as afirmativas
(Ensino, Saúde e Ambiente, 2010.)
Considerando a andragogia, são características que fundamentam este método:
I. Despertar no adulto a consciência da necessidade de instruir-se e a noção clara da sua participação na sociedade.
II. Partir dos elementos que compõem a realidade do educando, que se destacam como expressão de sua relação direta e contínua com o mundo em que vive.
III. Impor o método ao educando de acordo com a realidade em que vive e sua condição cognitiva de aprendizagem. O professor deve atuar como orientador experiente.
IV. Propor o conteúdo da instrução, o que deve ser justificado como uma contribuição para melhorar as condições de vida do homem.
Estão corretas apenas as afirmativas
( ) A União, os Estados, o Distrito Federal e os Municípios instituirão conselho de política de administração e remuneração de pessoal, integrado por servidores designados pelos respectivos Poderes.
( ) A União, os Estados, o Distrito Federal e os Municípios instituirão, no âmbito de sua competência, regime jurídico diferenciado e planos de carreira específicos para os servidores da administração pública direta, das autarquias e das fundações públicas.
( ) A União, os Estados e o Distrito Federal manterão escolas de governo para a formação e o aperfeiçoamento dos servidores públicos, constituindo-se a participação nos cursos um dos requisitos para a promoção na carreira, facultada, para isso, a celebração de convênios ou contratos entre os entes federados.
( ) Lei da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios disciplinará a aplicação de recursos orçamentários provenientes da economia com despesas correntes em cada órgão, autarquia e fundação, para aplicação no desenvolvimento de programas de qualidade e produtividade, treinamento e desenvolvimento, modernização, reaparelhamento e racionalização do serviço público, inclusive sob a forma de adicional ou prêmio de produtividade.
A sequência está correta em
I. O botão N é utilizado para ativar/desativar o recurso de aplicar o formato itálico ao texto selecionado.
II. O botão
aplica a cor de realce em um texto, produzindo um efeito similar à marcação efetuada por um marca texto. III. O botão ¶ utilizado para ativar/desativar a exibição de marcas de parágrafo e outros símbolos de formatação ocultos.
Está(ão) correta(s) apenas a(s) afirmativa(s)
A Companhia Brasileira de Trens Urbanos – CBTU, empresa de serviços de transporte ferroviário de passageiros, com sede na cidade do Rio de Janeiro, está ligada ao Ministério das Cidades. Empenha-se, a cada dia, em oferecer serviços de qualidade, através da interação com os demais serviços urbanos que atuam em suas áreas de influência. A CBTU aposta em um sistema de transporte de qualidade que atenda às necessidades de acessibilidade e mobilidade da população e na gestão adequada de seus administradores. (Disponível em: http://www.cbtu.gov.br/.)
Para aplicar um recuo à esquerda de 2 cm no texto anterior, deve-se selecionar todo o conteúdo e, no grupo

Ao ser inserida na célula C2 a fórmula =POTÊNCIA(A2;2) e utilizada a alça de preenchimento para replicar esta fórmula até a célula C5, serão exibidos os valores correspondentes à potência dos valores apresentados na coluna A, conforme demonstrado na coluna C da imagem apresentada. Pode-se utilizar como fórmulas alternativas para obter o mesmo resultado, EXCETO:

De acordo com as informações apresentadas, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.
( ) Se na célula A7 for aplicada a fórmula =SOMA(B4:E4), o resultado será 210.
( ) Para obter a média dos valores no ano de 2003, pode-se inserir a fórmula =MÉDIA(D2:D6) na célula B7.
( ) Se na célula C7 for inserida a fórmula =MÁXIMO(B5;D5;C6;D6), o resultado será 800.
( ) Ao aplicar na célula D7 a função =SE(B3>E6;"NÃO";"SIM"), o resultado obtido será “NÃO”.
A sequência está correta em