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Q858135 Português

Leia as sentenças a seguir com atenção para a organização sintática:


I- “O Magnífico Reitor, em face de estar acometido de patologia, não deve estar presente hoje à abertura dos festejos relativos aos 40 anos da instituição. ”

II- “O ofício enviado a Vossa Excelência tem falhas estruturais e de compreensão primárias. ”

III- “Não pode ter havido erros no envio do documento”.

IV- “Precisa-se de bons analistas para esta função”.

V- “Anexas ao requerimento solicitado seguem as comprovações. ”


Acerca dos enunciados acima, é possível afirmar que

Alternativas
Q858134 Português

Comentário:

Em uma bronca, em vídeo, na equipe que cuida de suas redes sociais, Caetano Veloso deu uma aula de como usar a contração de preposição e artigo. Tudo porque, em sua página no Facebook, um acento grave foi publicado fora do lugar na expressão “homenagem à Bituca [apelido de Milton Nascimento] (sic)”. O erro irritou o cantor. “O ‘a’ é apenas a preposição nesse caso. Bituca não é uma mulher, nem um nome em que você pode usar o artigo feminino antes”, explicou. A composição correta seria “homenagem a Bituca”. “Um erro chato, que eu não gosto. Um erro que eu acho idiota. Até os linguistas estimulam, dizendo que não se deve ligar para a crase. Nada disso! Tem que saber português e saber trabalhar bem a língua no Brasil.” 

(Disponível em: > http://www.gazetadopovo.com.br/caderno-g/gente/caetano-veloso-da-bronca-e-ensina-como-usar-a-crase762flvs9zjcabxfoibdst7a7e<. Data da consulta: 26/09/2017. 

Com relação ao desabafo de Caetano Veloso, na página anterior, acerca da “derrapagem linguística” de sua equipe redatora: “O ‘a’é apenas a preposição nesse caso. Bituca não é uma mulher, nem um nome em que você pode usar o artigo feminino antes”, julgue cada uma das afirmativas abaixo.


I- Embora no Sudeste não seja percebido, em usos linguísticos de algumas regiões do Brasil, mais precisamente no Norte, é comum, sim, o uso de artigos, femininos ou masculinos, antecedendo nomes próprios, tais como: O Luiz..., A Luiza, etc. Portanto, na sua admoestação - do ponto de vista do reconhecimento do chamado regionalismo linguístico no Brasil - o nobre poeta Caetano pode ter cometido um preconceito linguístico de natureza regional.

II- Seguindo a mesma lógica sintática acima de Caetano Veloso, no período “Devo a você a minha vida. O meu desabafo a outros não convém, mas a ti, sim.”, há dois casos de objeto indireto que exigem, necessariamente, acento marcador de crase.

III- O desabafo de Caetano Veloso é impertinente, improcedente e demonstra certo desconhecimento do poeta acerca do normativismo gramatical.


É CORRETO o que se afirma em:

Alternativas
Q858133 Português

Como um eficaz mecanismo linguístico de elucidação e/ou esclarecimento de eventuais ambiguidades no uso cotidiano da língua, a crase, enquanto construção que faz parte do universo da regência verbal ou nominal, exerce grande importância na comunicação verbal da nossa língua, como elemento de coerência, embora que, em algumas situações sociocomunicativas, a sua presença não necessariamente compromete a eficácia plena do gênero. Nesse sentido, julgue a cena enunciativa abaixo e responda o que se pede:


Comentário:


Em uma bronca, em vídeo, na equipe que cuida de suas redes sociais, Caetano Veloso deu uma aula de como usar a contração de preposição e artigo. Tudo porque, em sua página no Facebook, um acento grave foi publicado fora do lugar na expressão “homenagem à Bituca [apelido de Milton Nascimento] (sic)”. O erro irritou o cantor. “O ‘a’ é apenas a preposição nesse caso. Bituca não é uma mulher, nem um nome em que você pode usar o artigo feminino antes”, explicou. A composição correta seria “homenagem a Bituca”. “Um erro chato, que eu não gosto. Um erro que eu acho idiota. Até os linguistas estimulam, dizendo que não se deve ligar para a crase. Nada disso! Tem que saber português e saber trabalhar bem a língua no Brasil.”

(Disponível em: > http://www.gazetadopovo.com.br/caderno-g/gente/caetano-veloso-da-bronca-e-ensina-como-usar-a-crase762flvs9zjcabxfoibdst7a7e<. Data da consulta: 26/09/2017. 


Imagem associada para resolução da questão


Em se tratando de relação entre os termos que estabelecem a regência verbal no enunciado, julgue cada uma das afirmativas abaixo:


I- Em ambas as placas, não obstante o fato de haver transgressões formais no uso (ou omissão) do acento marcador da crase, na Cena I, o efeito final de sentido no uso indevido do acento marcador de crase é irrelevante para esta situação comunicativa.

II- Da forma como construído, isto é, com a omissão do acento marcador de crase, o enunciado da Cena I revela-se de caráter unissêmico e não se permite mais que uma interpretação semântica.

III- Os enunciados presentes em ambas as placas apresentam rigorosamente predicados apenas nominais.

IV- A expressão “à entidades assistenciais” (Cena I) exerce a função sintática, neste contexto, de complemento nominal de “revertido”.


É VERDADE o que se afirma em:

Alternativas
Q858132 Português

Atente às duas charges abaixo e responda ao que se pede:


Imagem associada para resolução da questão


Com base nas ideias propostas nas imagens acima, julgue cada uma das sentenças abaixo:


I- O sujeito sintático de “CURA ESSE GAY AGORA!”, conforme as exigências da norma padrão, está implícito e é “VOCÊ” referenciando, no contexto, “JESUS”.

II- É latente o caráter metafórico na expressão “Que gatinho!” (imagem I) e polissêmico nas expressões “dinheiro limpinho” e “laranja” (imagem II), legitimando, na imagem II, um importante fator de textualidade chamado intertextualidade.

III- As expressões “como” e “tão” (Imagem I) induzem a, respectivamente, circunstâncias causal e temporal.

IV- A função da linguagem predominante na imagem II é a metalinguística.

V- O sufixo “inho” na expressão “gatinho” (imagem I) propõe, no contexto, uma carga semântica onde o afeto é minimizado em relação à pequenez física do interlocutor.


É CORRETO o que se afirma em

Alternativas
Q858128 Português

Texto I


                                 Eu, etiqueta

                  Em minha calça está grudado um nome

                Que não é meu de batismo ou de cartório

                                Um nome... estranho

                      Meu blusão traz lembrete de bebida

                      Que jamais pus na boca, nessa vida,

                   Em minha camiseta, a marca de cigarro

                       Que não fumo, até hoje não fumei.

                         Minhas meias falam de produtos

                              Que nunca experimentei

                       Mas são comunicados a meus pés.

                           Meu tênis é proclama colorido

                           De alguma coisa não provada

                         Por este provador de longa idade.

                     Meu lenço, meu relógio, meu chaveiro,

                    Minha gravata e cinto e escova e pente,

                                Meu copo, minha xícara,

                        Minha toalha de banho e sabonete,

                                   Meu isso, meu aquilo.

                       Desde a cabeça ao bico dos sapatos,

                                       São mensagens,

                                        Letras falantes,

                                         Gritos visuais,

                        Ordens de uso, abuso, reincidências.

                              Costume, hábito, premência,

                                       Indispensabilidade,

                   E fazem de mim homem-anúncio itinerante,

                              Escravo da matéria anunciada.

                                    Estou, estou na moda.

                    É duro andar na moda, ainda que a moda

                              Seja negar minha identidade,

                            Trocá-lo por mil, açambarcando

                              Todas as marcas registradas,

                             Todos os logotipos do mercado.

                        Com que inocência demito-me de ser

                               Eu que antes era e me sabia

                       Tão diverso de outros, tão mim mesmo,

                             Ser pensante sentinte e solitário

                      Com outros seres diversos e conscientes

                         De sua humana, invencível condição.

                                      Agora sou anúncio

                                   Ora vulgar ora bizarro.

                      Em língua nacional ou em qualquer língua

                                (Qualquer, principalmente.)

                            E nisto me comprazo, tiro glória

                                     De minha anulação.

                        Não sou – vê lá – anúncio contratado.

                              Eu é que mimosamente pago

                                Para anunciar, para vender

                      Em bares festas praias pérgulas piscinas,

                            E bem à vista exibo esta etiqueta

                                Global no corpo que desiste

                      De ser veste e sandália de uma essência

                                   Tão viva, independente,

                     Que moda ou suborno algum a compromete.

                                    Onde terei jogado fora

                          meu gosto e capacidade de escolher,

                          Minhas idiossincrasias tão pessoais,

                       Tão minhas que no rosto se espelhavam

                                  E cada gesto, cada olhar,

                                     Cada vinco da roupa

                             Sou gravado de forma universal,

                            Saio da estamparia, não de casa,

                              Da vitrine me tiram, recolocam,

                                Objeto pulsante mas objeto

                       Que se oferece como signo de outros

                               Objetos estáticos, tarifados.

                       Por me ostentar assim, tão orgulhoso

                        De ser não eu, mas artigo industrial,

                            Peço que meu nome retifiquem.

                       Já não me convém o título de homem.

                                 Meu nome novo é Coisa.

                              Eu sou a Coisa, coisamente.

                             (Carlos Drummond de Andrade)

Atente aos vocábulos em destaque nos versos a seguir, extraídos do texto I, e responda ao que se pede:


“Meu nome novo é Coisa. / Eu sou a Coisa, coisamente.”


Com base nas pistas semântico-discursivas propostas no texto, e fazendo-se as devidas adaptações morfossintáticas, as palavras que, na sequência, melhor podem substituir as sublinhadas são:

Alternativas
Q858127 Português

Texto I


                                 Eu, etiqueta

                  Em minha calça está grudado um nome

                Que não é meu de batismo ou de cartório

                                Um nome... estranho

                      Meu blusão traz lembrete de bebida

                      Que jamais pus na boca, nessa vida,

                   Em minha camiseta, a marca de cigarro

                       Que não fumo, até hoje não fumei.

                         Minhas meias falam de produtos

                              Que nunca experimentei

                       Mas são comunicados a meus pés.

                           Meu tênis é proclama colorido

                           De alguma coisa não provada

                         Por este provador de longa idade.

                     Meu lenço, meu relógio, meu chaveiro,

                    Minha gravata e cinto e escova e pente,

                                Meu copo, minha xícara,

                        Minha toalha de banho e sabonete,

                                   Meu isso, meu aquilo.

                       Desde a cabeça ao bico dos sapatos,

                                       São mensagens,

                                        Letras falantes,

                                         Gritos visuais,

                        Ordens de uso, abuso, reincidências.

                              Costume, hábito, premência,

                                       Indispensabilidade,

                   E fazem de mim homem-anúncio itinerante,

                              Escravo da matéria anunciada.

                                    Estou, estou na moda.

                    É duro andar na moda, ainda que a moda

                              Seja negar minha identidade,

                            Trocá-lo por mil, açambarcando

                              Todas as marcas registradas,

                             Todos os logotipos do mercado.

                        Com que inocência demito-me de ser

                               Eu que antes era e me sabia

                       Tão diverso de outros, tão mim mesmo,

                             Ser pensante sentinte e solitário

                      Com outros seres diversos e conscientes

                         De sua humana, invencível condição.

                                      Agora sou anúncio

                                   Ora vulgar ora bizarro.

                      Em língua nacional ou em qualquer língua

                                (Qualquer, principalmente.)

                            E nisto me comprazo, tiro glória

                                     De minha anulação.

                        Não sou – vê lá – anúncio contratado.

                              Eu é que mimosamente pago

                                Para anunciar, para vender

                      Em bares festas praias pérgulas piscinas,

                            E bem à vista exibo esta etiqueta

                                Global no corpo que desiste

                      De ser veste e sandália de uma essência

                                   Tão viva, independente,

                     Que moda ou suborno algum a compromete.

                                    Onde terei jogado fora

                          meu gosto e capacidade de escolher,

                          Minhas idiossincrasias tão pessoais,

                       Tão minhas que no rosto se espelhavam

                                  E cada gesto, cada olhar,

                                     Cada vinco da roupa

                             Sou gravado de forma universal,

                            Saio da estamparia, não de casa,

                              Da vitrine me tiram, recolocam,

                                Objeto pulsante mas objeto

                       Que se oferece como signo de outros

                               Objetos estáticos, tarifados.

                       Por me ostentar assim, tão orgulhoso

                        De ser não eu, mas artigo industrial,

                            Peço que meu nome retifiquem.

                       Já não me convém o título de homem.

                                 Meu nome novo é Coisa.

                              Eu sou a Coisa, coisamente.

                             (Carlos Drummond de Andrade)

Texto II

Imagem associada para resolução da questão

Disponível em: >https://www.google.com.br/searchbiw=1366&bih=638&tbm=isch&sa=1&q=propagandas+do+corpo&oq=

propagandas+do+corpo&gs<. Data da consulta: 10/09/2017. 

Apartir, ainda, da reflexão proposta nos textos I e II, pode-se deduzir que

Alternativas
Ano: 2017 Banca: COMPERVE - UFRN Órgão: UFRN Prova: COMPERVE - 2017 - UFRN - Pedagogo |
Q844510 Pedagogia
Para que haja desenvolvimento curricular na educação infantil, a organização do espaço físico e do tempo assim como os recursos materiais são elementos essenciais. Considerando esses elementos, na escola,
Alternativas
Ano: 2017 Banca: COMPERVE - UFRN Órgão: UFRN Prova: COMPERVE - 2017 - UFRN - Pedagogo |
Q844509 Pedagogia
A compreensão do que é uma criança, de como ela aprende e se desenvolve, e de como se insere no mundo é um grande desafio para os profissionais da educação infantil. Em relação a essa situação, é correto afirmar:
Alternativas
Ano: 2017 Banca: COMPERVE - UFRN Órgão: UFRN Prova: COMPERVE - 2017 - UFRN - Pedagogo |
Q844508 Pedagogia

Os jogos e as brincadeiras constituem atividades fundamentais na educação infantil, constituindo-se em atividades básicas para proporcionar a aprendizagem e o desenvolvimento das crianças. Em relação a essas atividades, avalie as afirmações a seguir.


I- Na brincadeira do faz-de-conta, o jogo simbólico é uma atividade que contribui para desenvolver, nas crianças, a capacidade de representação essencial para o desenvolvimento da linguagem.

II- Nas brincadeiras, as crianças transformam o conhecimento que já possuíam em conceitos científicos.

III- A brincadeira é uma linguagem infantil que mantém um vínculo essencial com aquilo que é o não-brincar.

IV- Na educação infantil, as brincadeiras e os jogos devem se basear no princípio da espontaneidade, o que não exige planejamento por parte do professor.


Das afirmações, estão corretas

Alternativas
Ano: 2017 Banca: COMPERVE - UFRN Órgão: UFRN Prova: COMPERVE - 2017 - UFRN - Pedagogo |
Q844507 Pedagogia
A parceria das instituições de educação infantil com os familiares é de suma importância para o desenvolvimento do currículo, nesse nível de escolaridade. Nesse tipo de parceria,
Alternativas
Ano: 2017 Banca: COMPERVE - UFRN Órgão: UFRN Prova: COMPERVE - 2017 - UFRN - Pedagogo |
Q844506 Pedagogia

A Educação Inclusiva é uma tendência internacional desde o final do século XX. É considerada Universidade Inclusiva aquela que abre espaço para todos os estudantes, recebendo aqueles com necessidades educacionais especiais (NEE). Dessa forma, um dos desafios da Universidade Inclusiva é desenvolver uma pedagogia com foco nesses estudantes, capaz de desenvolver todos de forma integral, sem descriminação, e respeitar as diferenças. Em relação ao exposto no texto, avalie as afirmações a seguir:


I- Em caso de aquisição de deficiência permanente após o ingresso na UFRN, é assegurado ao estudante a mudança para qualquer outro curso.

II- É assegurado, aos estudantes dos cursos de graduação, tempo adicional de 50% (cinquenta por cento) para a realização de atividades de avaliação, de acordo com a NEE.

III- O registro das necessidades educacionais especiais é de competência da Comissão Permanente de Apoio ao Estudante com Necessidades Educacionais Especiais.

IV- Os estudantes com transtornos ou dificuldades secundárias de desenvolvimento afetivo são considerados estudantes com NEE.


As afirmações coerentes com o disposto na resolução n. 171/2013 – CONSEPE, de 5 de novembro de 2013, da UFRN, estão nos itens

Alternativas
Ano: 2017 Banca: COMPERVE - UFRN Órgão: UFRN Prova: COMPERVE - 2017 - UFRN - Pedagogo |
Q844505 Pedagogia

"As altas habilidades/ superdotação (AH/SD) e sobre os estudantes com altas habilidades/ superdotação no cenário científico brasileiro, ainda são muitos pouco pesquisados, principalmente nas universidades, e faltam professores especializados para atender esta população. Podemos supor que isso reflete o pensamento comum de que pessoas com comportamento de superdotação não apresentam as dificuldades que acometem outras pessoas, pois eles próprios superariam suas dificuldades por serem pessoas com níveis elevados de inteligência" Fonseca, S.M; Perèz, S.G. E depois que crescem... os estudantes com altas habilidades/superdotação. In Inclusão no ensino superior: Docência e necessidades educacionais especiais. Francisco Ricardo Lins Vieira de Melo (org). Natal: EDUFRN. 2013 p. 167-183.


A partir desse texto, infere-se que a prática pedagógica dos professores deve considerar

Alternativas
Ano: 2017 Banca: COMPERVE - UFRN Órgão: UFRN Prova: COMPERVE - 2017 - UFRN - Pedagogo |
Q844504 Pedagogia

"A modalidade de Educação a Distância (EaD) nos países desenvolvidos é tão presente quanto o estudo presencial. No Brasil, essa modalidade foi adotada pela instituição pública somente em 2006, com a criação de Sistema Universidade Aberta do Brasil (UAB) que nasce com o objetivo de promover o desenvolvimento da modalidade a distância, fomentá-la nas instituições públicas de ensino superior como apoiar pesquisas em metodologias inovadoras de ensino superior respaldadas em tecnologias da informação e comunicação." Silva , A.O. et al. Um experiência: criação e funcionamente do Curso de química na modalidade a Distância da UFRN. In Neto, J.C.; Paiva, M.C. A prática da Educação a Distância UFRN . Natal EDUFRN, 2012. P. 23 – 43.


Nessa modalidade,

Alternativas
Ano: 2017 Banca: COMPERVE - UFRN Órgão: UFRN Prova: COMPERVE - 2017 - UFRN - Pedagogo |
Q844503 Pedagogia

De acordo com Bogdan e Biklen (1984), na pesquisa qualitativa, o investigador é o instrumento principal. Nesse sentido, alguns autores, como Morse(1994), enfatizam uma série de características do investigador "qualitativo". Considerando esse tipo de pesquisa, avalie as características de um pesquisador apresentadas a seguir:


I- É, ao mesmo tempo, capaz de trabalhar indutivamente.

II- É concentrado num único método específico de pesquisa.

III- Prioriza a objetividade em detrimento da subjetividade.

IV- Verifica e constata, frequentemente, sua informação.


As características do investigador qualitativo estão presentes nos itens

Alternativas
Ano: 2017 Banca: COMPERVE - UFRN Órgão: UFRN Prova: COMPERVE - 2017 - UFRN - Pedagogo |
Q844502 Pedagogia

Uma professora deve realizar uma investigação sobre a evasão de estudantes de um curso da UFRN. Para esse propósito, toma algumas decisões a serem apresentadas a um grupo de outros professores com o qual será desenvolvida a pesquisa. As decisões tomadas estão presentes no quadro a seguir.


I- Definir o problema de pesquisa e formulá-lo como uma afirmação que sintetize a problemática em questão.

II- Definir a metodologia da pesquisa antes da formulação das questões de estudo.

III- Definir o problema após uma aprofundada revisão do estado da questão o qual se refere ao objeto de estudo.

IV- Subordinar a metodologia à natureza do objeto de estudo.


São consideradas INADEQUADAS as decisões presentes nos itens

Alternativas
Ano: 2017 Banca: COMPERVE - UFRN Órgão: UFRN Prova: COMPERVE - 2017 - UFRN - Pedagogo |
Q844501 Pedagogia

"O docente, como profissional que desenvolve um currículo, não pode subordinar a programação de sua ação educativa à intuição, nem à sua capacidade de improvisação, nem à mera sequência de um livro de texto monopolizador. Estabelecer uma tarefa diária é sempre um projeto cultural e didático que tem como objeto um determinado conteúdo e certas formas de trabalho cultural." Imberón, F. Ensinar, Aprenser e se Comunicar no Ensino Médio. In Roberto Valdes Puentes et al (org). Ensino Médio: estudo atual político e formação de professores. Uberlandia: EDUFU, 2012. p. 215-228.


A partir desse texto, avalie as seguintes afirmações:


I- O conhecimento específico do conteúdo a ensinar é o mais importante para a atividade de ensino.

II- O processo de aprender a ensinar deve priorizar a prática em detrimento da teoria.

III- Aprender sobre o ensino requer uma visão do conhecimento como algo a ser construído ao invés de ser compreendido como conteúdo já adquirido.

IV- O processo de aprender a ensinar melhora quando enfoques de ensino e de aprendizagem são inseridos no programa de formação, sendo eles "modelados" pelos docentes formadores em sua própria prática.


Das afirmações, estão corretas

Alternativas
Ano: 2017 Banca: COMPERVE - UFRN Órgão: UFRN Prova: COMPERVE - 2017 - UFRN - Pedagogo |
Q844500 Pedagogia

Nas instituições de ensino, a prática pedagógica dos professores é regida, legalmente, pela Lei n. 9.394, de 20 de dezembro de 1996. No quadro a seguir, estão explicitadas algumas funções docentes.


I- Definir as formas de avaliação institucional.

II- Estabelecer estratégias de recuperação para os alunos de menor rendimento.

III- Intervir nas famílias para melhorar a aprendizagem dos estudantes.

IV- Elaborar e cumprir planos de trabalho segundo a proposta pedagógica do estabelecimento de ensino.


De acordo com a referida Lei, são incumbências docentes as explicitadas em

Alternativas
Ano: 2017 Banca: COMPERVE - UFRN Órgão: UFRN Prova: COMPERVE - 2017 - UFRN - Pedagogo |
Q844499 Pedagogia

A aprendizagem durante a formação inicial docente, sob uma perspectiva construtivista, deve considerar as representações que os futuros pedagogos têm sobre o que é Pedagogia, Pedagogo e seu objeto de estudo. A aprendizagem sob essa orientação epistemológica deve contribuir com a construção de representações sociais coerentes com o conhecimento desejável. Numa pesquisa sobre representações sociais de licenciados em Pedagogia, os dados revelaram algumas representações explicitadas a seguir:


I- As atividades docentes não compreendem participação na gestão de sistemas e na de instituições de ensino.

II- A docência é compreendida como a ação de ensinar, como processo didático metódico e intencional.

III- O Pedagogo tem como atividade essencial a docência nos anos iniciais de Ensino Fundamental.

IV- O objeto de estudo do Pedagogo se constitui de práticas pedagógicas em contextos escolares e não escolares.


As representações sociais explicitadas que NÃO são coerentes com a Resolução CNC/ CP n. 1, de 15 de maio de 2006, que instituiu as diretrizes curriculares para o curso de Pedagogia, estão presentes nos itens

Alternativas
Ano: 2017 Banca: COMPERVE - UFRN Órgão: UFRN Prova: COMPERVE - 2017 - UFRN - Pedagogo |
Q844497 Pedagogia

Um pedagogo organizou uma atividade de formação com professores cuja finalidade era elaborar questões discursivas para avaliação da aprendizagem. Em uma das aulas, apresentou aos professores uma análise de uma questão feita por um professor. Nessa análise, o professor destacou os seguintes aspectos para selecionar os que são corretos e os que não devem ser objetos da formação:


A1- Usa-se a linguagem científica da disciplina de forma clara.

A2- Nela, estão sendo avaliadas várias habilidades expressas nas alternativas a, b, c e d, de forma independente.

A3- A questão será validada por outro professor, no sentido de procurar a correspondência entre os objetivos da avaliação e a questão formulada.

A4- Usam-se situações problemas que são resolvidas diretamente por meio do uso de técnicas.


Na atividade de formação com os professores, os aspectos que não devem ser objetos da formação são

Alternativas
Ano: 2017 Banca: COMPERVE - UFRN Órgão: UFRN Prova: COMPERVE - 2017 - UFRN - Pedagogo |
Q844496 Pedagogia

A incorporação das novas tecnologias da Informação e das Comunicações se apresenta como um dos desafios profissionais dos professores nos diferentes níveis de escolaridade. Como diz P. Perrenoud, “[...] as novas tecnologias da informação e da comunicação (TIC ou NIIC) transformaram espetacularmente não só nossa maneira de comunicar, mas também de trabalhar, de decidir, de pensar.”

Perrenoud. P., 10 novas competências para ensinar. Porto Alegre:ArTMed. 2000. P. 125.


Em relação ao exposto, avalie as afirmações a seguir:


I- Formar para as novas tecnologia é formar para o julgamento, a crítica, o pensamento hipotético e dedutivo.

II- A formação do professor para o uso dos TIC´s na sala de aula supõe sua formação para desenvolver softwares livres para os estudantes.

III- Ler na tela tornou-se uma prática social corrente, e os hipertextos são considerados escritos sociais tão legítimos quanto os documentos impressos.

IV- A aprendizagem com o uso das TIC´s deve-se centrar na linearidade das tarefas, ou seja, uma de cada vez.


Das afirmações, estão corretas

Alternativas
Respostas
12701: E
12702: C
12703: C
12704: D
12705: D
12706: C
12707: D
12708: C
12709: C
12710: B
12711: B
12712: C
12713: C
12714: D
12715: D
12716: A
12717: D
12718: D
12719: C
12720: A