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Freire (1996) ressalta a importância dos saberes necessários para uma prática educativa em prol da autonomia do ser dos educandos.
De acordo com as reflexões do autor sobre esses saberes, assinale a alternativa incorreta.
Segundo o Guia para Desenvolvimento de Reuniões Socioeducativas (2016), as reuniões devem ter caráter formativo e informativo, possibilitando aos participantes o contato com temáticas, conteúdos e reflexões relacionados aos seus cotidianos intrafamiliar e comunitário.
Com base nesse guia, analise as afirmativas a seguir sobre as reuniões socioeducativas e assinale com V as verdadeiras e com F as falsas.
( ) A preparação para a realização da reunião socioeducativa engloba, em sua totalidade, os seguintes passos: a definição do tema a ser trabalhado; e a preparação de materiais e equipamentos.
( ) A condução metodológica das reuniões socioeducativas tem entre os princípios conceituais a valorização das trajetórias e histórias individuais e a aprendizagem colaborativa.
( ) Cabe ao coordenador a mediação das falas dos participantes na reunião, propiciando o acolhimento de todos para participar de modo confortável, com respeito aos momentos de fala e escuta dentro do grupo.
( ) A atividade central é preparada para iniciar a temática do dia, propiciando a organização da atenção do grupo e a sintonia com as questões do tema, podendo fazer uso de recursos e estratégias lúdicas.
Assinale a sequência correta.
Kishimoto (2002) pontua a diferenciação entre a educação pelo brinquedo e a educação para o brinquedo.
Com base nas reflexões da autora sobre a importância do brinquedo para a educação, analise as afirmativas a seguir.
I. A educação para o brinquedo demanda a identificação com os valores relacionados ao brinquedo, os quais podem ser evidenciados num ponto de vista psicopedagógico ou socioantropológico.
II. A educação para o brinquedo exige uma proposta na qual a finalidade da educação seja o brincar e que leve em conta os fatores essenciais para assegurar a manutenção desse valor – a arquitetura da escola, a organização do espaço físico, o funcionamento da instituição e a interação.
III. Ao fazer uso do brinquedo na educação, há a condução para o campo da aprendizagem das condições que maximizam a construção do conhecimento, incluindo os atributos do lúdico, do prazer, da iniciativa e da ação ativa e motivadora.
Estão corretas as afirmativas
( ) A função “PRI.MAIÚSCULA” coloca a primeira letra de uma cadeia de texto em maiúscula e todas as outras letras do texto depois de qualquer caractere diferente de uma letra. ( ) A função “DIA.DA.SEMANA” retorna uma string (conjunto de caracteres, por exemplo, “segunda”) com o texto do dia da semana correspondente a uma data. ( ) A função “ARRUMAR” remove todos os espaços de texto, exceto os espaços únicos entre palavras.
Assinale a sequência correta.
I. O usuário pode utilizar os recursos somente o tempo que precisar, porém deve pagar pela licença em tempo integral, como no modelo tradicional. II. O fornecedor do serviço de cloud computing é quem se encarrega de aperfeiçoar, corrigir falhas e aumentar o desempenho da aplicação, sempre que necessário. III. O usuário não precisa se preocupar com o hardware, com procedimentos de backup nem de controle de segurança da aplicação contratada.
Estão corretas as afirmativas
[...]
A THE faz diversos rankings sobre educação superior desde 2004. [...] diferentemente das classificações tradicionais, o ranking de impacto global da THE mede a contribuição das instituições para os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU (Organização das Nações Unidas). Isso é feito através da avaliação do comprometimento das universidades com a sustentabilidade em quatro áreas amplas: pesquisa, gestão de recursos, alcance e ensino.
Disponível em: https://www.em.com.br/app/noticia/ educacao/2022/04/27/internas_educacao,1362724/brasil-esta-entre-paises-com-mais-universidades-em-ranking-de-impacto-globa.shtml Acesso em: 28 abr. 202
De acordo com a reportagem, algumas universidades brasileiras têm se destacado
Disponível em: https://www.otempo.com.br/comercio-de-bairro-toma-folego-com-os-microempreendedores-1.2658379?utm_ campaign=25_de_abril_de_2022&utm_medium=email&utm_ source=RD+Station. Acesso em: 25 abr. 2022.
Entidades como a CDL demonstram uma tendência no fortalecimento do comércio de bairro pelas diversas capitais brasileiras como uma das consequências geradas pela pandemia da Covid-19 porque
Para conseguir fechar as contas do mês, muitos deles estão sendo “arrastados” para a clandestinidade.
[...]
(A) presidente do Sindicato dos Condutores de Veículos que Utilizam Aplicativos do Estado de Minas Gerais (Sicovapp-MG) [...] disse que tem ciência da realização do serviço de transporte de modo clandestino e não concorda com as altas taxas que, no momento, são cobradas dos profissionais. “Cada dia as empresas estão abusando do trabalho dos motoristas. Tem profissional que mal consegue pagar a gasolina. Precisamos de leis em âmbito federal que auxiliem esses profissionais”, afirmou.
Disponível em: https://www.otempo.com.br/cidades/altastaxas-arrastam-motoristas-de-aplicativo-para-a-ilegalidade-em-bh-1.2659495?utm_campaign=27_de_abril_de_2022&utm_ medium=email&utm_source=RD+Station. Acesso em: 27 abr. 2022.
De acordo com a reportagem, o serviço de transporte clandestino tem sido cada vez mais frequente entre os motoristas que utilizam aplicativos. Esse transporte clandestino se caracteriza por
[...] os índices de vacinação já vinham se reduzindo no Brasil desde antes da pandemia por diversos motivos, além da desinformação. “No país, existem outros fatores que explicam a queda nos índices de vacinação, como a falta de alguns imunobiológicos em centros de saúde e porque, justamente graças às vacinas, muitas pessoas não tiveram contato com doenças que foram controladas pela vacinação” [...].
Disponível em: https://www.otempo.com.br/67-dos-brasileirosacreditam-em-informacoes-imprecisas-sobre-vacinas-1.2611687?utm_campaign=12_de_fevereiro_de_2022&utm_ medium=email&utm_source=RD+Station. Acesso em: 14 fev. 2022.
Segundo o trecho da reportagem, o movimento antivacina
Disponível em: https://www.minasgerais.com.br/pt/atracoes/ lavras/economia/usina-do-funil. Acesso em: 25 abr. 2022.
O Sistema de Transposição para Peixes instalado na UHE Funil é único no Brasil porque
Se, nesse momento, tanto a pressão quanto a temperatura de Sérgio estão sendo medidas, quanto tempo demorará para que ocorra a medição simultânea novamente?
• 2 de carne • 3 de queijo • 1 de pizza
Bruna tirou dois pastéis de forma aleatória do recipiente.
Qual é a probabilidade de os dois serem de sabor queijo?

Disponível em: https://alimentacaosaudavel.org.br/escola-saudavel/. Acesso em: 29 abr. 2022.
As campanhas comunitárias podem contribuir para a reflexão acerca de problemas sociais. Nesse sentido, a campanha acima aborda a questão da alimentação saudável
INSTRUÇÃO: Leia a crônica de Fernando Sabino para responder à questão.
A última crônica
A caminho de casa, entro num botequim da Gávea para tomar um café junto ao balcão. Na realidade estou adiando o momento de escrever. [...] Eu pretendia apenas recolher da vida diária algo de seu disperso conteúdo humano, fruto da convivência, que a faz mais digna de ser vivida. Visava ao circunstancial, ao episódico. [...] Lanço então um último olhar fora de mim, onde vivem os assuntos que merecem uma crônica.
Ao fundo do botequim um casal de pretos acaba de sentar-se, numa das últimas mesas de mármore ao longo da parede de espelhos. A compostura da humildade, na contenção de gestos e palavras, deixa-se acrescentar pela presença de uma negrinha de seus três anos, laço na cabeça, toda arrumadinha no vestido pobre, que se instalou também à mesa: mal ousa balançar as perninhas curtas ou correr os olhos grandes de curiosidade ao redor. Três seres esquivos que compõem em torno à mesa a instituição tradicional da família, célula da sociedade. Vejo, porém, que se preparam para algo mais que matar a fome.
Passo a observá-los. O pai, depois de contar o dinheiro que discretamente retirou do bolso, aborda o garçom, inclinando-se para trás na cadeira, e aponta no balcão um pedaço de bolo sob a redoma. A mãe limita-se a ficar olhando imóvel, vagamente ansiosa, como se aguardasse a aprovação do garçom. Este ouve, concentrado, o pedido do homem e depois se afasta para atendê-lo. A mulher suspira, olhando para os lados, a reassegurar-se da naturalidade de sua presença ali. A meu lado o garçom encaminha a ordem do freguês. O homem atrás do balcão apanha a porção do bolo com a mão, larga-o no pratinho – um bolo simples, amarelo-escuro, apenas uma pequena fatia triangular.
A negrinha, contida na sua expectativa, olha a garrafa de Coca-Cola e o pratinho que o garçom deixou à sua frente. Por que não começa a comer? Vejo que os três, pai, mãe e filha, obedecem em torno à mesa um discreto ritual. A mãe remexe na bolsa de plástico preto e brilhante, retira qualquer coisa. O pai se mune de uma caixa de fósforos, e espera. A filha aguarda também, atenta como um animalzinho. Ninguém mais os observa além de mim.
[...] Imediatamente põe-se a bater palmas, muito compenetrada, cantando num balbucio, a que os pais se juntam, discretos: “Parabéns pra você, parabéns pra você…”
[...] O pai corre os olhos pelo botequim, satisfeito, como a se convencer intimamente do sucesso da celebração. Dá comigo de súbito, a observá-lo, nossos olhos se encontram, ele se perturba, constrangido – vacila, ameaça abaixar a cabeça, mas acaba sustentando o olhar e enfim se abre num sorriso.
Assim eu quereria minha última crônica: que fosse pura como esse sorriso.
Fernando Sabino. In: Para gostar de ler. São Paulo: Ática,
1979-1980 (adaptado)
“O pai, depois de contar o dinheiro que discretamente retirou do bolso, aborda o garçom, inclinando-se para trás na cadeira, e aponta no balcão um pedaço de bolo sob a redoma.”
No trecho apresentado, a palavra em destaque refere-se ao verbo “retirou” e apresenta
INSTRUÇÃO: Leia a crônica de Fernando Sabino para responder à questão.
A última crônica
A caminho de casa, entro num botequim da Gávea para tomar um café junto ao balcão. Na realidade estou adiando o momento de escrever. [...] Eu pretendia apenas recolher da vida diária algo de seu disperso conteúdo humano, fruto da convivência, que a faz mais digna de ser vivida. Visava ao circunstancial, ao episódico. [...] Lanço então um último olhar fora de mim, onde vivem os assuntos que merecem uma crônica.
Ao fundo do botequim um casal de pretos acaba de sentar-se, numa das últimas mesas de mármore ao longo da parede de espelhos. A compostura da humildade, na contenção de gestos e palavras, deixa-se acrescentar pela presença de uma negrinha de seus três anos, laço na cabeça, toda arrumadinha no vestido pobre, que se instalou também à mesa: mal ousa balançar as perninhas curtas ou correr os olhos grandes de curiosidade ao redor. Três seres esquivos que compõem em torno à mesa a instituição tradicional da família, célula da sociedade. Vejo, porém, que se preparam para algo mais que matar a fome.
Passo a observá-los. O pai, depois de contar o dinheiro que discretamente retirou do bolso, aborda o garçom, inclinando-se para trás na cadeira, e aponta no balcão um pedaço de bolo sob a redoma. A mãe limita-se a ficar olhando imóvel, vagamente ansiosa, como se aguardasse a aprovação do garçom. Este ouve, concentrado, o pedido do homem e depois se afasta para atendê-lo. A mulher suspira, olhando para os lados, a reassegurar-se da naturalidade de sua presença ali. A meu lado o garçom encaminha a ordem do freguês. O homem atrás do balcão apanha a porção do bolo com a mão, larga-o no pratinho – um bolo simples, amarelo-escuro, apenas uma pequena fatia triangular.
A negrinha, contida na sua expectativa, olha a garrafa de Coca-Cola e o pratinho que o garçom deixou à sua frente. Por que não começa a comer? Vejo que os três, pai, mãe e filha, obedecem em torno à mesa um discreto ritual. A mãe remexe na bolsa de plástico preto e brilhante, retira qualquer coisa. O pai se mune de uma caixa de fósforos, e espera. A filha aguarda também, atenta como um animalzinho. Ninguém mais os observa além de mim.
[...] Imediatamente põe-se a bater palmas, muito compenetrada, cantando num balbucio, a que os pais se juntam, discretos: “Parabéns pra você, parabéns pra você…”
[...] O pai corre os olhos pelo botequim, satisfeito, como a se convencer intimamente do sucesso da celebração. Dá comigo de súbito, a observá-lo, nossos olhos se encontram, ele se perturba, constrangido – vacila, ameaça abaixar a cabeça, mas acaba sustentando o olhar e enfim se abre num sorriso.
Assim eu quereria minha última crônica: que fosse pura como esse sorriso.
Fernando Sabino. In: Para gostar de ler. São Paulo: Ática,
1979-1980 (adaptado)
“Assim eu quereria minha última crônica: que fosse pura como esse sorriso.”
Os verbos destacados na passagem anterior denotam