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Q2372183 Pedagogia
O processo didático se constitui em espiral, que projeta avanços e retrocessos constantes. Enfatizar o processo didático pela perspectiva relacional significa analisar suas características por meio de quatro dimensões: ensinar, aprender, pesquisar e avaliar. Segundo Veiga, “o processo didático assim se desenvolve mediante a ação recíproca e independente das dimensões fundamentais. Integram-se, são complementares.” Sobre as dimensões do processo didático, está INCORRETO o que se afirma em: 
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Q2372182 Pedagogia
Pensar o planejamento em educação, em uma perspectiva de gestão democrática, implica redefinir sua função e sua forma de desenvolvimento e de organização, na perspectiva do planejamento participativo. O planejamento em educação pode ocorrer em diferentes níveis, desde os sistemas de ensino, passando pelas unidades educativas, até o trabalho do professor no cotidiano da sala de aula. A própria legislação nos indica alguns desses níveis de planejamento. A Lei de Diretrizes e Bases – Lei nº 9.394/1996, em seu Art. 9º, estabelece que uma das incumbências da União é elaborar o Plano Nacional de Educação (PNE). Essa mesma atribuição é estabelecida para os estados e municípios ao constituírem seus sistemas de ensino (Art. 10 e 11). Também os estabelecimentos de ensino têm como uma de suas tarefas “elaborar e executar sua proposta pedagógica” (Art. 12), assim como aos docentes é atribuída, entre outras funções, “participar da elaboração da proposta pedagógica do estabelecimento de ensino; elaborar e cumprir plano de trabalho, segundo a proposta pedagógica do estabelecimento de ensino” (Art. 13). Sobre o planejamento de ensino, tem-se como principais diretrizes, EXCETO:
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Q2372181 Pedagogia
O Manifesto dos Pioneiros da Escola Nova consolidava a visão de um segmento da elite intelectual que, embora com diferentes posições ideológicas, vislumbrava a possibilidade de interferir na organização da sociedade brasileira do ponto de vista da educação. Lançado em 1932, o Manifesto tem sido fonte de estudos historiográficos sobre educação, por ser de grande importância no âmbito de discussões acerca da escola pública no Brasil. Circulou em âmbito nacional com a finalidade de oferecer diretrizes para uma política de educação e representou, simultaneamente, um plano de ação nacional em busca da estruturação de um sistema educacional e um documento de discussão e reflexão sobre o ambiente político e social dos anos de 1920 e 1930.

(Camurra, 2008, p. 02.)

Sobre o Manifesto dos Pioneiros, NÃO se configura como uma das ideias do documento:
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Q2372180 Pedagogia
O desenvolvimento humano são as transformações que o ser humano vivencia ao longo de toda a sua vida. Este desenvolvimento pode ser de diferentes naturezas, podendo ser físico, pessoal, social e cognitivo. As teorias do desenvolvimento, ainda que expressem diferentes aspectos, surgem a partir da ideia de que os desenvolvimentos intelectuais, físico-motor, social e afetivo-emocional não se separam. Os estudos sobre o desenvolvimento do homem voltam seus esforços em uma compreensão dele em diferentes visões. Os estudos de Piaget e Vygotsky foram um grande marco para a Psicologia Educacional e, ainda, são conhecimentos muito atuais por trazerem uma excelente maneira de concepção do desenvolvimento, aprendizagem e da experiência consciente humana.

(Disponível em: https://www.bdm.ufpa.br:8443/bitstream/prefix/4482/6/TCC_TeoriasDesenvolvimentoJean.pdf.)

Considere as pesquisas de Piaget e Vygotsky e complete as afirmativas a seguir.

I. “Para ________________, a aprendizagem está condicionada a desenvolvimento cognitivo e afetivo e seus estágios.”
II. “Para ________________, o professor é mediador do ensino aprendizagem. A ação docente deve acontecer dentro da Zona Desenvolvimento Proximal (ZDP).”
III. “Para ________________, o desenvolvimento da estrutura cognitiva humana é um processo que se dá por apropriação da experiência histórica e cultural.”
IV. “Para ________________, ao professor cabe pensar e desenvolver situações de aprendizagem que sejam, ao mesmo tempo, compatíveis com o estágio de desenvolvimento cognitivo no qual o aluno se encontra, e represente também, um desafio a eles.”

A sequência que completa corretamente é
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Q2372179 Pedagogia
Jean Piaget (1896-1980) foi um psicólogo, biólogo e pensador suíço. Sua teoria e pensamentos contribuíram para o entendimento do desenvolvimento infantil e a aprendizagem das crianças. Até hoje suas pesquisas fazem parte dos estudos acadêmicos nas áreas da educação e psicologia. A teoria de Piaget, chamada de teoria psicogenética, foca no desenvolvimento infantil e, por isso, é chamada de teoria do desenvolvimento. Sobre os principais conceitos da teoria psicogenética, complete os fragmentos de texto a seguir.

I. “O indivíduo está constantemente interagindo com o meio ambiente. Dessa interação resulta uma mudança contínua, denominada _____________. Esse processo ocasiona uma mudança contínua no indivíduo; é decorrente de sua constante interação com o meio.”
II. “A _____________ é a aplicação dos esquemas ou experiências anteriores do indivíduo a uma nova situação, incorporando os novos elementos aos seus esquemas anteriores.”
III. “A _____________ é a reorganização e modificação dos esquemas assimilatórios anteriores do indivíduo para ajustá-los a cada nova experiência.”

A sequência correta está em 
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Q2372178 Pedagogia
As concepções de planejamento de ensino adentraram as escolas, no decorrer dos tempos, apresentando-se com maneiras de pensar e prescrever modos de planejar um “bom” ensino de qualidade. Entretanto, no meio escolar, quando se fala em planejamento, são comuns as opiniões e reclamações dos atores da educação em dizer que são práticas burocráticas, sinônimo de mais trabalho ou que não condizem com a prática vivida. O planejamento da educação brasileira atualmente é feito com uma organização por níveis que se inter-relacionam e são indissociáveis. Esses níveis podem ser agrupados em três: planejamento educacional, planejamento curricular e planejamento de ensino. (Brito, 2015) Considere as diferentes perspectivas de planejamento de ensino que adentraram a escola nos últimos tempos, citando as perspectivas: tradicional, tecnicista, crítico-dialético (planejamento participativo) e o planejamento de ensino como estratégia de política cultural. Sobre concepção tecnicista, assinale a afirmativa correta. 
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Q2372177 Administração Geral
Stoner e Freemann (1999, p. 346) definem estilos de liderança como “os vários padrões de comportamento preferidos pelos líderes durante o processo de dirigir e influenciar os trabalhadores”. É a forma como os líderes se comportam diante de seus liderados, variando de acordo com a situação exposta. Por isso, Robbins afirma que o líder é flexível e pode mostrar qualquer comportamento ou estilo, dependendo da situação. Para Chiavenato (2003, p. 124), os estilos de liderança “são teorias que estudam a liderança em termos de estilos de comportamento do líder em relação aos seus subordinados. A abordagem dos estilos de liderança se refere àquilo que o líder faz, isto é, o seu de comportamento de liderar”. O comportamento do líder e seus atos em relação aos seus liderados irá determinar seu estilo de liderança. Sobre o exposto e, ainda, considerando a liderança Laissez-Faire, assinale a afirmativa correta. 
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Q2372176 Pedagogia
Podemos, pois, dizer que a natureza humana não é dada ao homem, mas é por ele próprio produzida sobre a base da natureza biofísica. Consequentemente, trabalho educativo é o ato de produzir, direta e intencionalmente, em cada indivíduo singular a humanidade que é produzida histórica e coletivamente pelo conjunto dos homens.
(Saviani, 1996, p. 146.)

De acordo com a citação anterior, é através da educação que o homem produz emoções, história, tenta explicar suas atitudes, suas emoções e o que é mais importante, através da educação que os indivíduos conseguem entender sua importância e atuação no meio ao qual está inserido. O pedagogo escolar, de forma específica, é o profissional que irá atuar nas escolas em seus diversos níveis de ensino, ou seja, “o pedagogo é aquele que domina sistemática e intencionalmente à supervisão e a orientação educacional”. (Saviani, 1985, p. 28) Sobre o exposto e, ainda, considerando o papel do pedagogo na organização do trabalho na escola, trata-se de uma ação coerente:
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Q2372150 Pedagogia
A aprovação do ECA (Lei nº 8.069/1990), em 13 de julho de 1990, representou uma grande conquista para os movimentos sociais que lutavam pelos direitos da infância e adolescência brasileira. A sociedade organizou-se para garantir na Lei medidas de proteção aos direitos da população infanto-juvenil. O ECA buscou no artigo 227 da Constituição Brasileira as bases para a sua elaboração, ou seja, este artigo é a fonte primária que dá origem ao Estatuto. A inovação deste artigo está em responsabilizar a família, a sociedade e o Estado pela proteção integral de crianças e adolescentes. 

(Disponível em: https://apoie.sedu.es.gov.br/o-estatuto-da-crianca-e-do-adolescente-e-a-escola. Adaptado.)


Sobre o exposto e, ainda, considerando o ECA, assinale a afirmativa INCORRETA. 
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Q2372149 Pedagogia
Sinalizando a origem de uma nova cultura escolar, os professores são estimulados a participar não apenas das atividades de sala de aula, mas também da organização e gestão do trabalho escolar. Legalmente, observamos que a gestão democrática está amparada tanto pela Constituição Federal, 05/10/1988, quanto pela Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional – Lei nº 9.394, de 20/12/1996, e também pelo Plano Nacional de Educação – Lei nº 10.127, de 09/01/2001. Em razão dessas determinações, diversas pesquisas têm apontado que, nos textos legais, o que mais se destaca é a centralidade da gestão e do gestor escolar, os quais devem “responsabilizar-se não apenas pelo desenvolvimento do sistema escolar, mas também pela realização dos princípios fundamentais de igualdade de oportunidades educativas e de qualidade de ensino” (Fonseca, Oliveira e Toshi, 2004, p. 54). Considerando a gestão na sala de aula numa uma perspectiva democrática, assinale a afirmativa INCORRETA.
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Q2372148 Pedagogia
Todos aprendemos sem nos preocuparmos verdadeiramente com a natureza desse processo e todos ensinamos sem buscarmos um suporte teórico explicativo do processo de ensino-aprendizagem. Como professores temos alguns referenciais explicativos e, também, de forma implícita ou explícita, orientamos a nossa prática por tais referenciais. De qualquer modo, as teorias de aprendizagem, tendo surgido, possivelmente, porque conforme salienta Bigge (1977), “o homem não só quis aprender como também, frequentemente, sua curiosidade o impeliu a tentar aprender como se aprende”, são diversas e acompanharam de perto a evolução observada na Psicologia e na Educação em Ciências. 

(Disponível em: https://www.scielo.br/Adaptado.)

Considerando as teorias da aprendizagem citadas a seguir, relacione-as adequadamente com as características dadas.

1. Teoria Construtivista de Bruner. 2. Teoria Sociocultural de Vygotsky. 3. Teoria da Inclusão de D. Ausubel. 4. Teoria das inteligências múltiplas de Gardner.

( ) O fator mais importante de aprendizagem é o que o aluno já sabe. Para ocorrer a aprendizagem, conceitos relevantes devem estar claros e disponíveis na estrutura cognitiva do indivíduo. A aprendizagem ocorre quando uma nova informação se ancora em conceitos ou proposições relevantes preexistentes.
( ) No processo de ensino, deve-se procurar identificar o potencial biopsicológico mais marcante em cada aprendiz e tentar explorá-lo para atingir o objetivo final, que é o aprendizado de determinado conteúdo. Procura promover uma mudança no ensino na aprendizagem, considerando as necessidades formativas de cada aluno inserido no seu contexto.
( ) O aprendizado é um processo ativo, baseado em seus conhecimentos prévios e os que estão sendo estudados. O aprendiz filtra e transforma a nova informação, infere hipóteses e toma decisões. Aprendiz é participante ativo no processo de aquisição de conhecimento. Instrução relacionada a contextos e experiências pessoais.
( ) Desenvolvimento cognitivo é limitado a um determinado potencial para cada intervalo de idade – zona potencial de desenvolvimento. O indivíduo deve estar inserido em um grupo social e aprende o que seu grupo produz; o conhecimento surge primeiro no grupo, para só depois ser interiorizado. A aprendizagem ocorre no relacionamento do aluno com o professor e com outros alunos.

A sequência está correta em

Alternativas
Q2372147 Pedagogia
O behaviorismo é uma corrente psicológica fundada pelo americano John B. Watson com a publicação, em 1913, de um artigo intitulado: “Psicologia: como os behavioristas a veem”. Postulando que a psicologia científica deveria se ocupar apenas daquilo que pode ser descrito e observado em termos elementares, esse teórico assumiu a posição de estudar o comportamento observável, ou seja, na relação estímulo-resposta. As formulações de Skinner forneceram subsídios para a implementação de uma educação tecnicista, alvo de muitas críticas, sobretudo pelo caráter mecanicista atribuído ao ensino. Não obstante a essas objeções, essa abordagem teórica ainda serve de referência para propostas e práticas pedagógicas atuais. Planejamento educacional, violência na escola, ensino individualizado e gradual, informática na educação e educação à distância são exemplos de alguns temas discutidos na atualidade e que têm as ideias de Skinner como antecessoras, razão pela qual continua sendo um dos teóricos mais comentados e estudados em pleno século XXI. (Silva; Aguiar, 2009, p. 80) Sobre as ideias behavioristas de Skinner, que trouxeram inovações no campo educacional, cabe destacar as seguintes implicações pedagógicas:

I. Proposição de um ensino gradualmente organizado com base em contingências e reforços.
II. Defesa da importância dos alunos serem reforçados positivamente pelo professor em sala de aula.
III. Exploração dos processos de equilíbrio-desequilíbrio-reequilíbrio que permitem passar para níveis de conhecimento mais complexos.
IV. Modelo de desenvolvimento integral. Respeito à indissociabilidade cognição-afetividade, corpo-mente, teoria-prática e sujeito-objeto.
V. Criação de uma tecnologia de ensino, baseada em programas e métodos, utilizando as máquinas de ensinar e a instrução programada, objetivando contribuir com a aprendizagem do aluno.

Está correto o que se afirma apenas em 
Alternativas
Q2372146 Pedagogia
Segundo Saviani (1986), a escola exerce a função de planejar de diversas formas nos diferentes contextos históricos e sociais. Estrutura-se um modelo diferente de escola em cada sociedade, em cada tempo, de acordo com os interesses dos dirigentes desta sociedade na qual está inserida. Estes interesses estão representados nas teorias educacionais que nortearam e norteiam o trabalho educativo. Sobre a Pedagogia Histórico-Crítica, assinale a afirmativa correta. 
Alternativas
Q2372145 Pedagogia
Ao referir às técnicas de ensino, Veiga (2002) enfatiza que elastanto podem cumprir um papel de dominação como de emancipação, por intermediarem a relação professor e aluno. É um instrumento que possibilita uma prática pedagógica crítico-reflexiva que emancipe, tanto o docente quanto o discente. A visão de mundo reflete na concepção de educação que, por sua vez, reflete na tendência pedagógica e, consequentemente, nas técnicas de ensino. Nos últimos anos, a sociedade passou por uma série de mudanças e inovações graças à transformação digital, que alterou a forma como interagimos com o mundo ao nosso redor. As novas tecnologias também tiveram impacto no cenário educacional e trouxeram novos recursos e possibilidades para as salas de aula, como as metodologias ativas de aprendizagem. É considerado(a) _____________ como um dos métodos inovadores, que se concentra em inserir o universo digital na proposta pedagógica e aumentar o engajamento dos estudantes no conteúdo, onde o estudante entende e internaliza alguns conceitos essenciais da disciplina antes da aula. Em seguida, junto ao professor e ao restante da turma, discute o que aprendeu, realiza atividades e tira dúvidas sobre o assunto.” Assinale a alternativa que completa corretamente a afirmativa anterior. 
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Q2372144 Pedagogia
A Base Nacional Comum Curricular (2017) é um documento que determina o conjunto de aprendizagens essenciais que deve ser desenvolvido em todas as escolas do país, de ensino público e privado na educação básica. Este documento normativo aplica-se, exclusivamente, à educação escolar, tal como a define o § 1º do Artigo 1º da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB), Lei nº 9.394/1996, e está orientado pelos princípios éticos, políticos e estéticos que visam à formação humana integral e à construção de uma sociedade justa, democrática e inclusiva, como fundamentado nas Diretrizes Curriculares Nacionais da Educação Básica (DCN). Seu objetivo principal é o desenvolvimento de habilidades e competências sociais, cognitivas e culturais através do ensino da educação básica. Sobre o exposto, relacione adequadamente as colunas a seguir. (Um número poderá se repetir.)

1. Competências. 2. Habilidades.

( ) São propostas com diretrizes diferentes em cada uma das etapas da educação básica. Pode ser definida como a mobilização de conhecimentos.
( ) São pontos mais práticos e tangíveis. Indicam o que o estudante aprende a fazer e são sempre associadas a verbos de ação, seja identificar, interpretar, descrever, planejar, dentre outros.
( ) São capazes de mobilizar recursos, conhecimentos ou vivências que o estudante pode usar de fato em sua vida, tais como pensamento crítico e empatia, devendo ser introduzidas e desenvolvidas em um ou mais componentes curriculares escolares.

A sequência está correta em 
Alternativas
Q2372143 Pedagogia
Os artigos 205 e 206 da Constituição da República estabelecem objetivos e princípios que integram o direito fundamental à educação, o qual deve visar “pleno desenvolvimento da pessoa, seu preparo para o exercício da cidadania e sua qualificação para o trabalho”. A Constituição de 1988 adota, explicitamente, concepção de educação como preparação para exercício de cidadania, respeito à diversidade e convívio em sociedade plural, com múltiplas expressões religiosas, políticas, culturais e étnicas. O artigo 206 da Constituição vigente expressa princípios inerentes à transmissão do ensino nas redes escolares, viabilizando a adoção de critérios para a participação da população dentro das unidades escolares.

(Disponível em: https://redir.stf.jus.br/Adaptado.)


Considere os princípios em pauta postos constitucionalmente, e que são ratificados na Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB), Lei nº 9.394, promulgada em 20 de dezembro de 1996, reforçando o que já fora posto na Carta Magna. NÃO representa um dos princípios referidos na Constituição Federal de 1988: 
Alternativas
Q2372142 Pedagogia
A Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB), Lei nº 9.394/1996, é a legislação que define as diretrizes e bases da educação nacional no Brasil. Ela estabelece os princípios, as políticas e as normas que orientam a educação em todo o país, desde a educação infantil até a educação superior. Em 2023, sofreu algumas alterações que têm como objetivo promover uma educação mais inclusiva, flexível e adequada às demandas do mundo contemporâneo. Dentre as principais mudanças trazidas pela atualização da LDB em 2023 destacam-se:

I. Respeito à diversidade humana, linguística, cultural e identitária das pessoas surdas, surdo-cegas e com deficiência auditiva. A oferta de educação bilíngue de surdos terá início ao zero ano, na educação infantil e se estenderá ao longo da vida.
II. Altera vários artigos e inclui novos textos, para prever a instituição de conselhos escolares e de fóruns dos conselhos escolares. Desta forma, a Lei passa a obrigar Estados, Distrito Federal e Municípios a criar conselhos escolares e fóruns dos conselhos escolares.
III. Incentiva o uso de tecnologias educacionais e a formação de professores para o uso adequado dessas ferramentas, com a garantia de conectividade de todas as instituições públicas de educação básica e superior à internet em alta velocidade, adequada para o uso pedagógico, com o desenvolvimento de competências voltadas ao letramento digital de jovens e adultos, criação de conteúdos digitais, comunicação e colaboração, segurança e resolução de problemas.


Está correto o que se afirma em
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Q2372141 Pedagogia
De acordo com Libâneo (1994, p. 195), a avaliação é uma tarefa didática necessária e permanente do trabalho docente, que deve acompanhar passo a passo o processo de ensino e aprendizagem. A concepção de avaliação dos Parâmetros Curriculares Nacionais (PCNs) vai além da visão tradicional, que focaliza o controle externo do aluno mediante notas ou conceitos, para ser compreendida como parte integrante e intrínseca ao processo educacional. (PCN, 1997.) Acerca do exposto, sobre a avaliação contemplada nos PCNs, é INCORRETO afirmar que: 
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Q2372129 Português
Por trás da máscara narcisista existe uma autoestima frágil e vulnerável



       No campo da psicologia, o narcisismo foi descrito pela primeira vez por Sigmund Freud, no século XIX, e faz referência ao jovem e belo Narciso, personagem da mitologia grega que, em algumas narrativas, morre afogado depois de se apaixonar pela própria imagem refletida nas águas de um lago. Já do ponto de vista da psiquiatria, o transtorno de personalidade narcisista surge em 1980, sendo hoje uma categoria de patologias que integra o Manual de Diagnóstico e Estatística de Distúrbios Mentais (sigla em inglês: DSM).
        A condição é caracterizada por um padrão de grandiosidade, necessidade constante de admiração e falta de empatia pelos outros. As pessoas afetadas por esse transtorno geralmente têm uma autoimagem inflada, acreditando serem únicas e superiores aos demais. Essa visão exagerada de si mesma é frequentemente acompanhada de uma busca implacável por reconhecimento e atenção, desconsiderando os sentimentos e necessidades alheias. “São indivíduos que repetidamente superestimam suas capacidades e exageram suas conquistas, tornando-se arrogantes e exploradores, acreditando estar acima do bem e do mal. Estão sempre almejando o topo, lugar para o qual se consideram predestinados”, resume a psiquiatra e psicanalista Gilda Paoliello. 
       “Biologicamente, essa patologia é descrita a partir de falhas de compreensão do que se passa na cabeça do outro. Estudos mostraram, por exemplo, que pessoas com personalidade narcisista, quando se percebem observadas pelo outro, têm ativação de áreas cerebrais que vão dizer a elas que estão sendo admiradas quando só estão sendo observadas. Logo, a pessoa acredita ser mais admirável do que é”, explica a psiquiatra Kelly Pereira Robis, professora do Departamento de Saúde Mental da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). Ela informa que fatores genéticos e vivências precoces, como traumas na infância, favorecem o desenvolvimento do distúrbio.
        Estudos apontam que a prevalência do transtorno de personalidade narcisista pode variar consideravelmente. Nos Estados Unidos, estima-se que cerca de 6,2% da população em geral tenha esse transtorno ao longo da vida. É interessante notar que a condição é mais comum entre os homens do que entre as mulheres, embora a razão exata para essa diferença não esteja claramente estabelecida. Foi o que constatou, por exemplo, a pesquisadora Emily Grijalva, que publicou, em 2014, uma revisão científica, em que analisou estudos feitos ao longo de 31 anos. Alguns estudiosos sugerem que fatores sociais e culturais podem influenciar essa disparidade, mas mais investigações são necessárias para uma compreensão mais precisa.
          Uma pessoa com transtorno de personalidade narcisista pode exibir uma variedade de características que podem ser percebidas como negativas em suas interações sociais. Além do senso inflado de importância pessoal e necessidade constante de admiração, esses indivíduos tendem a explorar os outros para atingir seus próprios objetivos. Eles podem se envolver em comportamentos manipulativos e exibir um alto grau de arrogância e vaidade. Vale ponderar que, apesar de sua aparente confiança, por trás dessa máscara narcisista existe uma autoestima frágil e vulnerável.
        “O que percebemos é que, na verdade, esse traço muito exacerbado tenta esconder fragilidades. Ou seja, no fundo, o sujeito narcísico é inseguro e extremamente vulnerável a críticas, possuindo uma autoimagem tão frágil que necessita ser recriada em suas fantasias o tempo todo. Nessas fantasias, contudo, ele se perde, como Narciso se fundindo em sua própria imagem na água”, pontua Gilda Paoliello. Ela acrescenta que o narcisista é egossintônico. “Isso quer dizer que, enquanto suas defesas na fantasia funcionam bem, ele não sofre, mas, quando essas defesas são quebradas, ele se angustia muito, podendo, inclusive, caminhar para um autoextermínio”, expõe.
       Em mais um sinal da fragilidade da própria autoestima, as pessoas com o diagnóstico tendem a ter grande dificuldade de lidar com críticas e rejeições, que podem desencadear respostas emocionais intensas e uma defesa exagerada de sua imagem idealizada. Essa fragilidade emocional muitas vezes leva a uma falta de habilidades interpessoais saudáveis, tornando os relacionamentos conturbados e superficiais. “Diante de críticas, esses pacientes se sentem profundamente desrespeitados e, geralmente, no lugar de corrigir o erro, passam a atacar o outro na tentativa de inferiorizá-lo”, aponta Kelly Pereira Robis.
        O psiquiatra Bruno Brandão acrescenta que, ao contrário do que muitos pensam, indivíduos com traços do que popularmente chamamos de “psicopatia”, incluindo aqueles com transtorno de personalidade narcisista, têm, sim, empatia cognitiva, conseguindo perceber as emoções das outras pessoas. A questão é que esse grupo tende a usar essas informações para ganho próprio. Ele detalha que, na realidade, o que queremos dizer quando falamos que “psicopatas são incapazes de ser empáticos” é que eles não conseguem sentir o que o outro sente, ou seja, não têm empatia afetiva. Dessa forma, conseguem agir pensando apenas em si em uma grande variedade de situações, aproveitando-se das pessoas e das suas emoções sem nenhum remorso.
        O transtorno de personalidade narcisista pode ter um impacto significativo na vida das pessoas afetadas, bem como nas vidas daqueles que estão ao seu redor. A busca incessante por admiração e atenção pode levar a comportamentos manipulativos e exploratórios, prejudicando relacionamentos pessoais, profissionais e familiares. A falta de compaixão e de consideração pelos sentimentos dos outros pode criar um ambiente tóxico e desequilibrado, causando conflitos e dificuldades de convivência. Além disso, a fragilidade da autoestima narcisista pode levar a um círculo vicioso de busca constante por validação externa. Essa  dependência de elogios e reconhecimento pode tornar as pessoas com transtorno de personalidade narcisista mais propensas a experimentar altos níveis de estresse, ansiedade e depressão quando não alcançam seus objetivos ou são confrontadas com críticas.
        Embora seja um desafio tratar o transtorno de personalidade narcisista, existem possibilidades de intervenção e apoio. “O tratamento deve ser cuidadoso, delicado, possibilitando uma desconstrução do mito e, simultaneamente, uma construção da vida real”, indica Gilda Paoliello. Entre as abordagens que podem ajudar as pessoas com o diagnóstico a explorar e compreender suas motivações e comportamentos, além de desenvolver habilidades emocionais e relacionais saudáveis, estão a terapia psicodinâmica e a terapia cognitivo-comportamental. O apoio da família e de amigos também desempenha um papel crucial nesse processo.


(Alex Bessas. Disponível em: https://www.otempo.com.br/. Acesso em: 14/12/2023.)
O verbo sublinhado em “No campo da psicologia, o narcisismo foi descrito pela primeira vez por Sigmund Freud, no século XIX, e faz referência ao jovem e belo Narciso, [...]” (1º§) apresenta a seguinte regência: 
Alternativas
Q2372126 Português
Por trás da máscara narcisista existe uma autoestima frágil e vulnerável



       No campo da psicologia, o narcisismo foi descrito pela primeira vez por Sigmund Freud, no século XIX, e faz referência ao jovem e belo Narciso, personagem da mitologia grega que, em algumas narrativas, morre afogado depois de se apaixonar pela própria imagem refletida nas águas de um lago. Já do ponto de vista da psiquiatria, o transtorno de personalidade narcisista surge em 1980, sendo hoje uma categoria de patologias que integra o Manual de Diagnóstico e Estatística de Distúrbios Mentais (sigla em inglês: DSM).
        A condição é caracterizada por um padrão de grandiosidade, necessidade constante de admiração e falta de empatia pelos outros. As pessoas afetadas por esse transtorno geralmente têm uma autoimagem inflada, acreditando serem únicas e superiores aos demais. Essa visão exagerada de si mesma é frequentemente acompanhada de uma busca implacável por reconhecimento e atenção, desconsiderando os sentimentos e necessidades alheias. “São indivíduos que repetidamente superestimam suas capacidades e exageram suas conquistas, tornando-se arrogantes e exploradores, acreditando estar acima do bem e do mal. Estão sempre almejando o topo, lugar para o qual se consideram predestinados”, resume a psiquiatra e psicanalista Gilda Paoliello. 
       “Biologicamente, essa patologia é descrita a partir de falhas de compreensão do que se passa na cabeça do outro. Estudos mostraram, por exemplo, que pessoas com personalidade narcisista, quando se percebem observadas pelo outro, têm ativação de áreas cerebrais que vão dizer a elas que estão sendo admiradas quando só estão sendo observadas. Logo, a pessoa acredita ser mais admirável do que é”, explica a psiquiatra Kelly Pereira Robis, professora do Departamento de Saúde Mental da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). Ela informa que fatores genéticos e vivências precoces, como traumas na infância, favorecem o desenvolvimento do distúrbio.
        Estudos apontam que a prevalência do transtorno de personalidade narcisista pode variar consideravelmente. Nos Estados Unidos, estima-se que cerca de 6,2% da população em geral tenha esse transtorno ao longo da vida. É interessante notar que a condição é mais comum entre os homens do que entre as mulheres, embora a razão exata para essa diferença não esteja claramente estabelecida. Foi o que constatou, por exemplo, a pesquisadora Emily Grijalva, que publicou, em 2014, uma revisão científica, em que analisou estudos feitos ao longo de 31 anos. Alguns estudiosos sugerem que fatores sociais e culturais podem influenciar essa disparidade, mas mais investigações são necessárias para uma compreensão mais precisa.
          Uma pessoa com transtorno de personalidade narcisista pode exibir uma variedade de características que podem ser percebidas como negativas em suas interações sociais. Além do senso inflado de importância pessoal e necessidade constante de admiração, esses indivíduos tendem a explorar os outros para atingir seus próprios objetivos. Eles podem se envolver em comportamentos manipulativos e exibir um alto grau de arrogância e vaidade. Vale ponderar que, apesar de sua aparente confiança, por trás dessa máscara narcisista existe uma autoestima frágil e vulnerável.
        “O que percebemos é que, na verdade, esse traço muito exacerbado tenta esconder fragilidades. Ou seja, no fundo, o sujeito narcísico é inseguro e extremamente vulnerável a críticas, possuindo uma autoimagem tão frágil que necessita ser recriada em suas fantasias o tempo todo. Nessas fantasias, contudo, ele se perde, como Narciso se fundindo em sua própria imagem na água”, pontua Gilda Paoliello. Ela acrescenta que o narcisista é egossintônico. “Isso quer dizer que, enquanto suas defesas na fantasia funcionam bem, ele não sofre, mas, quando essas defesas são quebradas, ele se angustia muito, podendo, inclusive, caminhar para um autoextermínio”, expõe.
       Em mais um sinal da fragilidade da própria autoestima, as pessoas com o diagnóstico tendem a ter grande dificuldade de lidar com críticas e rejeições, que podem desencadear respostas emocionais intensas e uma defesa exagerada de sua imagem idealizada. Essa fragilidade emocional muitas vezes leva a uma falta de habilidades interpessoais saudáveis, tornando os relacionamentos conturbados e superficiais. “Diante de críticas, esses pacientes se sentem profundamente desrespeitados e, geralmente, no lugar de corrigir o erro, passam a atacar o outro na tentativa de inferiorizá-lo”, aponta Kelly Pereira Robis.
        O psiquiatra Bruno Brandão acrescenta que, ao contrário do que muitos pensam, indivíduos com traços do que popularmente chamamos de “psicopatia”, incluindo aqueles com transtorno de personalidade narcisista, têm, sim, empatia cognitiva, conseguindo perceber as emoções das outras pessoas. A questão é que esse grupo tende a usar essas informações para ganho próprio. Ele detalha que, na realidade, o que queremos dizer quando falamos que “psicopatas são incapazes de ser empáticos” é que eles não conseguem sentir o que o outro sente, ou seja, não têm empatia afetiva. Dessa forma, conseguem agir pensando apenas em si em uma grande variedade de situações, aproveitando-se das pessoas e das suas emoções sem nenhum remorso.
        O transtorno de personalidade narcisista pode ter um impacto significativo na vida das pessoas afetadas, bem como nas vidas daqueles que estão ao seu redor. A busca incessante por admiração e atenção pode levar a comportamentos manipulativos e exploratórios, prejudicando relacionamentos pessoais, profissionais e familiares. A falta de compaixão e de consideração pelos sentimentos dos outros pode criar um ambiente tóxico e desequilibrado, causando conflitos e dificuldades de convivência. Além disso, a fragilidade da autoestima narcisista pode levar a um círculo vicioso de busca constante por validação externa. Essa  dependência de elogios e reconhecimento pode tornar as pessoas com transtorno de personalidade narcisista mais propensas a experimentar altos níveis de estresse, ansiedade e depressão quando não alcançam seus objetivos ou são confrontadas com críticas.
        Embora seja um desafio tratar o transtorno de personalidade narcisista, existem possibilidades de intervenção e apoio. “O tratamento deve ser cuidadoso, delicado, possibilitando uma desconstrução do mito e, simultaneamente, uma construção da vida real”, indica Gilda Paoliello. Entre as abordagens que podem ajudar as pessoas com o diagnóstico a explorar e compreender suas motivações e comportamentos, além de desenvolver habilidades emocionais e relacionais saudáveis, estão a terapia psicodinâmica e a terapia cognitivo-comportamental. O apoio da família e de amigos também desempenha um papel crucial nesse processo.


(Alex Bessas. Disponível em: https://www.otempo.com.br/. Acesso em: 14/12/2023.)
A locução adverbial “além disso” se origina da junção da palavra “além” e da contração “disso”. No seguinte fragmento “Além disso, a fragilidade da autoestima narcisista pode levar a um círculo vicioso de busca constante por validação externa.” (9º§), a locução “além disso” permite:
Alternativas
Respostas
4361: A
4362: D
4363: A
4364: C
4365: A
4366: C
4367: D
4368: B
4369: A
4370: D
4371: A
4372: C
4373: D
4374: A
4375: D
4376: B
4377: D
4378: C
4379: B
4380: A