Questões de Concurso Comentadas para professor - ciências

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Q3635732 Biologia
 A temperatura é uma característica física das águas. Trata-se de uma medida de intensidade de calor.

Fonte: DERISIO, José Carlos. Introdução ao controle de poluição ambiental. Oficina de textos, 2016.

Sobre os efeitos da temperatura nos corpos de água e na interação com os demais organismos do ambiente, avalie as alternativas abaixo, e marque a opção INCORRETA:
Alternativas
Q3635121 Geografia
Principal bacia hidrográfica que corta o município de Porto Real do Colégio: 
Alternativas
Q3635120 História e Geografia de Estados e Municípios
Qual dos seguintes elementos é mencionado no hino da cidade de Porto Real do Colégio - AL/Brasil como uma característica importante da cidade?
Alternativas
Q3635118 Psicologia
Sobre a relação entre saúde mental, bemestar e os desafios globais contemporâneos, é correto afirmar:
Alternativas
Q3635112 Direito do Trabalho
Qual das seguintes afirmações descreve corretamente o conceito de "trabalho análogo à escravidão"?
Alternativas
Q3635111 Português
Lembro-me do livro de contabilidade do meu pai. Ao lado esquerdo ficava a página do “Deve”, onde ele anotava os pagamentos feitos, dinheiro que não era mais seu. Ao lado direito estava a página do “Haver”, onde se registravam as “entradas”, sua pequena riqueza. Na alma também se encontra um livro de contabilidade. Tanto assim que o Vinícius escreveu um poema com o título “O Haver”. Ele já estava velho e fazia um balanço final do que restara. “Resta”: é assim que cada verso se inicia. “Resta essa intimidade perfeita com o silêncio… Resta esse sentimento de infância subitamente desentranhado… Resta essa vontade de chorar diante da beleza... Resta essa comunhão com os sons…. Resta essa súbita alegria ao ouvir na madrugada passos que se perdem sem história…”

Quem diria que o som de passos na madrugada poderia ser parte da herança de felicidade um poeta! Os poetas são seres muito estranhos. Ficam felizes com nada. A poesia se faz com nadas. Bem disse o Manoel de Barros: “Todas as coisas cujos valores podem ser disputados no cuspe à distância servem para poesia. As coisas que não servem para nada têm grande importância” … Fernando Pessoa sofria da mesma peculiaridade auditiva do Vinícius. Lembro-me de um verso seu que não consegui encontrar, que é mais ou menos assim: “Por esse barulho do vento nos meus ouvidos valeu a pena eu ter nascido”. Se o verso não foi dele fica sendo meu porque eu já tive a mesma experiência várias vezes. Caminhando sozinho no silêncio das árvores o vento me sussurra segredos de felicidades: “Assim a brisa nos ramos diz sem o saber uma imprecisa coisa feliz…” (Fernando Pessoa).

Ouvir os sons do mundo é uma felicidade que somente os artistas recebem por nascimento. Os outros têm de aprender. Para isso há de haver os mestres da escuta. Como John Cage que compôs uma curiosa peça para piano. É assim: o pianista faz precisamente o que fazem todos os pianistas. Entra no palco, encaminha-se para o piano, assenta-se, regula a distância do banco, concentra-se – e não faz o que todo pianista faz. Ele não toca! Não, não! Não está certo! Eu errei! O pianista toca sim. Ao piano ele executa o silêncio. O piano toca uma grande pausa! Cage faz o piano tocar silêncio para que se ouçam os delicados sons do mundo que não seriam ouvidos se o piano tocasse: as batidas do coração, a respiração, o ranger de uma cadeira, uma tosse, um sussurro… “Há quem não ouça até que lhe cortem as orelhas”, disse Lichtenberg. O não fazer é a forma suprema de fazer, afirma a filosofia Tao. Fazer nada é estar à espera. Por isso se aconselha meditação, que nada tem a ver com a meditação ocidental. A meditação ocidental é falar baixo os próprios pensamentos de uma forma metódica. O piano toca. Mas a meditação oriental é silenciar os próprios pensamentos para que os sons do mundo possam ser ouvidos. O piano não toca. Pra que serve isso? Pra nada. Não é ferramenta. Não tem utilidade. É coisa da caixa de brinquedos. Só dá felicidade.

O mundo está cheio de música. Há os sons que não existem mais, que estão perdidos na memória. Meu amigo Severino Antônio, poeta de voz mansa, sugeriu aos seus alunos que um passo primeiro para a poesia seria chamar do esquecimento os sons que um dia ouviram e que não se ouvem mais. A música do realejo, o canto do carro de bois, o apito das fábricas, das locomotivas, o “din-din” dos bondes, o canto dos galos, o repicar fúnebre dos sinos, o crepitar do fogo nos fogões de lenha, a gaita do sorveteiro, a buzina das charretes… Parece que a poesia fica guardada nos sons que não mais se ouvem. Há também os sons da cidade, os gritos dos vendedores, o vozerio nas feiras, a algazarra das crianças ao sair das escolas, os bateestacas das construtoras, o canto dos pardais, os rádios ligados dos trabalhadores, o latido ardido dos poodles… E há os sons da natureza: o assobio do vento, o barulho da chuva, os mantras das cachoeiras, o canto dos pássaros, dos sapos, dos grilos (tantos hai-kais sobre os grilos), dos galos, o barulho das ondas…

“Todo homem – até mesmo o rico – é poeta entre os quinze e os vinte anos. A nova educação deverá fazer do homem um poeta em todas as idades, sem que lhe seja necessário escrever versos. Viver a poesia é muito mais necessário e importante do que escrevê-la” – assim disse Murilo Mendes. Poesia é música. A primeira poesia que se ouve é uma canção de ninar. Depois, é a música do mundo…

“Agora os ouvidos dos meus ouvidos acordaram”, escreveu Cummings. Acordar os ouvidos! Não me consta que essa tarefa tenha sido jamais mencionada em tratados sobre a educação. É compreensível. Para isso os professores teriam que ser artistas, pianos que não tocam nada e que só fazem ouvir. Quando isso acontecer, quem sabe, os nossos jovens aprenderão a identificar o canto dos pássaros e ficarão subitamente alegres “ao ouvir na madrugada passos que se perdem sem memória…” 
Considere as seguintes orações:

I. Não há como imputar a culpa exclusiva de outrem, a fim de ________ a responsabilidade das rés quanto aos danos.
II. Os inimigos que querem criar _________ entre as etnias e os diferentes grupos religiosos
III. O desejo de ________ é forte, pois as pesquisas demonstram que as pessoas gostariam de deixar de maneira definitiva o país de origem, caso pudessem.
IV. Concedo, pois, a medida liminar para __________ determinar a supressão do tema que se refere à revogação dos artigos.
V. A justiça irá ___________ sobre o pagamento dos precatórios aos professores da rede pública de educação.

Assinale a alternativa que preenche adequadamente as lacunas:
Alternativas
Q3635110 Português
Lembro-me do livro de contabilidade do meu pai. Ao lado esquerdo ficava a página do “Deve”, onde ele anotava os pagamentos feitos, dinheiro que não era mais seu. Ao lado direito estava a página do “Haver”, onde se registravam as “entradas”, sua pequena riqueza. Na alma também se encontra um livro de contabilidade. Tanto assim que o Vinícius escreveu um poema com o título “O Haver”. Ele já estava velho e fazia um balanço final do que restara. “Resta”: é assim que cada verso se inicia. “Resta essa intimidade perfeita com o silêncio… Resta esse sentimento de infância subitamente desentranhado… Resta essa vontade de chorar diante da beleza... Resta essa comunhão com os sons…. Resta essa súbita alegria ao ouvir na madrugada passos que se perdem sem história…”

Quem diria que o som de passos na madrugada poderia ser parte da herança de felicidade um poeta! Os poetas são seres muito estranhos. Ficam felizes com nada. A poesia se faz com nadas. Bem disse o Manoel de Barros: “Todas as coisas cujos valores podem ser disputados no cuspe à distância servem para poesia. As coisas que não servem para nada têm grande importância” … Fernando Pessoa sofria da mesma peculiaridade auditiva do Vinícius. Lembro-me de um verso seu que não consegui encontrar, que é mais ou menos assim: “Por esse barulho do vento nos meus ouvidos valeu a pena eu ter nascido”. Se o verso não foi dele fica sendo meu porque eu já tive a mesma experiência várias vezes. Caminhando sozinho no silêncio das árvores o vento me sussurra segredos de felicidades: “Assim a brisa nos ramos diz sem o saber uma imprecisa coisa feliz…” (Fernando Pessoa).

Ouvir os sons do mundo é uma felicidade que somente os artistas recebem por nascimento. Os outros têm de aprender. Para isso há de haver os mestres da escuta. Como John Cage que compôs uma curiosa peça para piano. É assim: o pianista faz precisamente o que fazem todos os pianistas. Entra no palco, encaminha-se para o piano, assenta-se, regula a distância do banco, concentra-se – e não faz o que todo pianista faz. Ele não toca! Não, não! Não está certo! Eu errei! O pianista toca sim. Ao piano ele executa o silêncio. O piano toca uma grande pausa! Cage faz o piano tocar silêncio para que se ouçam os delicados sons do mundo que não seriam ouvidos se o piano tocasse: as batidas do coração, a respiração, o ranger de uma cadeira, uma tosse, um sussurro… “Há quem não ouça até que lhe cortem as orelhas”, disse Lichtenberg. O não fazer é a forma suprema de fazer, afirma a filosofia Tao. Fazer nada é estar à espera. Por isso se aconselha meditação, que nada tem a ver com a meditação ocidental. A meditação ocidental é falar baixo os próprios pensamentos de uma forma metódica. O piano toca. Mas a meditação oriental é silenciar os próprios pensamentos para que os sons do mundo possam ser ouvidos. O piano não toca. Pra que serve isso? Pra nada. Não é ferramenta. Não tem utilidade. É coisa da caixa de brinquedos. Só dá felicidade.

O mundo está cheio de música. Há os sons que não existem mais, que estão perdidos na memória. Meu amigo Severino Antônio, poeta de voz mansa, sugeriu aos seus alunos que um passo primeiro para a poesia seria chamar do esquecimento os sons que um dia ouviram e que não se ouvem mais. A música do realejo, o canto do carro de bois, o apito das fábricas, das locomotivas, o “din-din” dos bondes, o canto dos galos, o repicar fúnebre dos sinos, o crepitar do fogo nos fogões de lenha, a gaita do sorveteiro, a buzina das charretes… Parece que a poesia fica guardada nos sons que não mais se ouvem. Há também os sons da cidade, os gritos dos vendedores, o vozerio nas feiras, a algazarra das crianças ao sair das escolas, os bateestacas das construtoras, o canto dos pardais, os rádios ligados dos trabalhadores, o latido ardido dos poodles… E há os sons da natureza: o assobio do vento, o barulho da chuva, os mantras das cachoeiras, o canto dos pássaros, dos sapos, dos grilos (tantos hai-kais sobre os grilos), dos galos, o barulho das ondas…

“Todo homem – até mesmo o rico – é poeta entre os quinze e os vinte anos. A nova educação deverá fazer do homem um poeta em todas as idades, sem que lhe seja necessário escrever versos. Viver a poesia é muito mais necessário e importante do que escrevê-la” – assim disse Murilo Mendes. Poesia é música. A primeira poesia que se ouve é uma canção de ninar. Depois, é a música do mundo…

“Agora os ouvidos dos meus ouvidos acordaram”, escreveu Cummings. Acordar os ouvidos! Não me consta que essa tarefa tenha sido jamais mencionada em tratados sobre a educação. É compreensível. Para isso os professores teriam que ser artistas, pianos que não tocam nada e que só fazem ouvir. Quando isso acontecer, quem sabe, os nossos jovens aprenderão a identificar o canto dos pássaros e ficarão subitamente alegres “ao ouvir na madrugada passos que se perdem sem memória…” 
Considere as seguintes orações:

I. Os decretos flexibilizavam _____ aquisição e ____ circulação de armamentos no País
II. O Senado e a Câmara lançam ‘agosto Lilás’ em combate ____ violência contra mulheres.
III. Eles estabelecerão escalas de serviço a fim de que o atendimento _____ população não seja afetado.
IV. Os pais quilombolas e indígenas defendem legado de respeito _______ natureza.
V. O pai impulsionou _____ buscar os seus sonhos.

Assinale a alternativa que preenche corretamente as lacunas das orações acima:
Alternativas
Q3635109 Português
Lembro-me do livro de contabilidade do meu pai. Ao lado esquerdo ficava a página do “Deve”, onde ele anotava os pagamentos feitos, dinheiro que não era mais seu. Ao lado direito estava a página do “Haver”, onde se registravam as “entradas”, sua pequena riqueza. Na alma também se encontra um livro de contabilidade. Tanto assim que o Vinícius escreveu um poema com o título “O Haver”. Ele já estava velho e fazia um balanço final do que restara. “Resta”: é assim que cada verso se inicia. “Resta essa intimidade perfeita com o silêncio… Resta esse sentimento de infância subitamente desentranhado… Resta essa vontade de chorar diante da beleza... Resta essa comunhão com os sons…. Resta essa súbita alegria ao ouvir na madrugada passos que se perdem sem história…”

Quem diria que o som de passos na madrugada poderia ser parte da herança de felicidade um poeta! Os poetas são seres muito estranhos. Ficam felizes com nada. A poesia se faz com nadas. Bem disse o Manoel de Barros: “Todas as coisas cujos valores podem ser disputados no cuspe à distância servem para poesia. As coisas que não servem para nada têm grande importância” … Fernando Pessoa sofria da mesma peculiaridade auditiva do Vinícius. Lembro-me de um verso seu que não consegui encontrar, que é mais ou menos assim: “Por esse barulho do vento nos meus ouvidos valeu a pena eu ter nascido”. Se o verso não foi dele fica sendo meu porque eu já tive a mesma experiência várias vezes. Caminhando sozinho no silêncio das árvores o vento me sussurra segredos de felicidades: “Assim a brisa nos ramos diz sem o saber uma imprecisa coisa feliz…” (Fernando Pessoa).

Ouvir os sons do mundo é uma felicidade que somente os artistas recebem por nascimento. Os outros têm de aprender. Para isso há de haver os mestres da escuta. Como John Cage que compôs uma curiosa peça para piano. É assim: o pianista faz precisamente o que fazem todos os pianistas. Entra no palco, encaminha-se para o piano, assenta-se, regula a distância do banco, concentra-se – e não faz o que todo pianista faz. Ele não toca! Não, não! Não está certo! Eu errei! O pianista toca sim. Ao piano ele executa o silêncio. O piano toca uma grande pausa! Cage faz o piano tocar silêncio para que se ouçam os delicados sons do mundo que não seriam ouvidos se o piano tocasse: as batidas do coração, a respiração, o ranger de uma cadeira, uma tosse, um sussurro… “Há quem não ouça até que lhe cortem as orelhas”, disse Lichtenberg. O não fazer é a forma suprema de fazer, afirma a filosofia Tao. Fazer nada é estar à espera. Por isso se aconselha meditação, que nada tem a ver com a meditação ocidental. A meditação ocidental é falar baixo os próprios pensamentos de uma forma metódica. O piano toca. Mas a meditação oriental é silenciar os próprios pensamentos para que os sons do mundo possam ser ouvidos. O piano não toca. Pra que serve isso? Pra nada. Não é ferramenta. Não tem utilidade. É coisa da caixa de brinquedos. Só dá felicidade.

O mundo está cheio de música. Há os sons que não existem mais, que estão perdidos na memória. Meu amigo Severino Antônio, poeta de voz mansa, sugeriu aos seus alunos que um passo primeiro para a poesia seria chamar do esquecimento os sons que um dia ouviram e que não se ouvem mais. A música do realejo, o canto do carro de bois, o apito das fábricas, das locomotivas, o “din-din” dos bondes, o canto dos galos, o repicar fúnebre dos sinos, o crepitar do fogo nos fogões de lenha, a gaita do sorveteiro, a buzina das charretes… Parece que a poesia fica guardada nos sons que não mais se ouvem. Há também os sons da cidade, os gritos dos vendedores, o vozerio nas feiras, a algazarra das crianças ao sair das escolas, os bateestacas das construtoras, o canto dos pardais, os rádios ligados dos trabalhadores, o latido ardido dos poodles… E há os sons da natureza: o assobio do vento, o barulho da chuva, os mantras das cachoeiras, o canto dos pássaros, dos sapos, dos grilos (tantos hai-kais sobre os grilos), dos galos, o barulho das ondas…

“Todo homem – até mesmo o rico – é poeta entre os quinze e os vinte anos. A nova educação deverá fazer do homem um poeta em todas as idades, sem que lhe seja necessário escrever versos. Viver a poesia é muito mais necessário e importante do que escrevê-la” – assim disse Murilo Mendes. Poesia é música. A primeira poesia que se ouve é uma canção de ninar. Depois, é a música do mundo…

“Agora os ouvidos dos meus ouvidos acordaram”, escreveu Cummings. Acordar os ouvidos! Não me consta que essa tarefa tenha sido jamais mencionada em tratados sobre a educação. É compreensível. Para isso os professores teriam que ser artistas, pianos que não tocam nada e que só fazem ouvir. Quando isso acontecer, quem sabe, os nossos jovens aprenderão a identificar o canto dos pássaros e ficarão subitamente alegres “ao ouvir na madrugada passos que se perdem sem memória…” 
Considere as seguintes notícias:

1. A maioria dos presos por crimes de drogas não tem relação com facções.
2. A maioria das pessoas desconhece as maiores descobertas científicas.
3. A maior parte dos indígenas do Brasil vive fora dos territórios tradicionais e mora nas cidades.
4. 25% dos candidatos não compareceu para a realização das provas objetivas.

Acerca das orações acima, analise as assertivas abaixo:
I. A primeira notícia apresenta erro de concordância verbal, tendo em vista que a forma verbal “tem” precisa ser acentuada para concordar com o sujeito que está no plural (presos). Desse modo, a forma verbal “tem” deve ser grafada da seguinte maneira: têm.
II. Na segunda notícia apresentou erro de concordância verbal, pois a forma verbal “desconhece”, nesse caso, precisa ser grafada no plural. Portanto, a grafia correta deveria ser “desconhecem”.
III. Na terceira notícia encontramos o tipo de sujeito denominado de partitivo, possibilitando que a grafia da forma verbal “vive” possa ser escrita também no plural: vivem.
IV. A quarta notícia apresenta erro de concordância verbal, tendo em vista que o verbo deve concordar com o valor da expressão numérica. Nesse sentido, a notícia deveria ser escrita da seguinte maneira: 25% dos candidatos não compareceram para a realização das provas objetivas.

Assinale:
Alternativas
Q3635108 Português
O FIM DO EMPREGO

O futuro do trabalho no mundo globalizado


Fui demitido. Perdi o emprego em que estava trabalhando há seis anos. Especialista numa área em que poucos profissionais possuem conhecimento e preparo para atuar, definitivamente não esperava que isso viesse a acontecer. Nem meus colegas de trabalho entenderam os motivos que levaram a instituição a tomar essa providência.

Por incrível que pareça, fiquei menos abalado do que todos os demais. Não que eu estivesse esperando, pois já estávamos fazendo planos com o departamento em que atuava para novas aulas e cursos no ano que iria começar... Mas, como sabemos o quanto o mundo é competitivo, e como a globalização tem redirecionado as energias e exigido custos mínimos e máxima produtividade, penso até que isso demorou a acontecer. Já havia ocorrido idêntica situação com outros profissionais de qualidade que, engajados em projetos da instituição, da noite para o dia foram simplesmente “desligados” de suas funções, demitidos sumariamente...

Não que isso seja uma particularidade dessa instituição onde estive trabalhando ao longo dos últimos anos. Tampouco é possível encarar os acontecimentos como derivados de alguma perseguição ou diferença pessoal. Tudo ocorre da forma mais impessoal possível. A despeito de todo o trabalho feito, do reconhecimento do público-alvo, o que é avaliado não é sua capacidade profissional, e sim o quanto você custa para a empresa. Num mercado altamente competitivo, no qual os custos com publicidade são cada vez mais exorbitantes, em que é necessário dispor de infraestrutura e recursos materiais de ponta, a mão de obra qualificada e de alto custo deixou de ser um diferencial no qual seja prioritário investir.

O fim do emprego, como era concebido nos últimos 50 ou 60 anos, é uma realidade. Poucos serão os que ficarão por mais de 5 ou 8 anos numa mesma empresa. Carreiras duradouras, em que o sujeito trabalhava ao longo de toda sua existência num mesmo emprego, serão raríssimas. A rotatividade profissional do trabalhador, até recentemente vista como um sinal de imaturidade ou falta de seriedade, passou a ser encarada como acúmulo de experiências e de diversidade de habilidades e possibilidades funcionais. De acordo com o consultor Ricardo Neves, em seu livro O Novo Mundo Digital, adentramos um mundo em que o emprego, aquele vínculo entre empresa e empregado, que dá ao funcionário uma forte sensação de estabilidade associada a fatores, como os benefícios trabalhistas e, principalmente, o salário mensal, está dando lugar ao conceito de trabalho. E o que seria então trabalho? Seria, no caso, a vinculação a projetos e planos, ações e realizações de prazo variável (curto, médio ou longo), para os quais os profissionais seriam contratados como “terceiros”, enquanto durassem essas empreitadas. E as garantias trabalhistas? São suprimidas, pois representam custos altos que as empresas precisam cortar. E os salários? São substituídos por honorários pagos aos profissionais que atuam como empresas, ou seja, que são identificados como pessoas jurídicas. O que se estabelece, a partir de agora, passa a ser o vínculo profissional free-lance, bastante conhecido dos profissionais que atuam na imprensa.

Também é uma prerrogativa dos novos tempos que a tecnologia esteja cada vez mais incorporada ao cotidiano e que, em alguns casos, como já ocorreu em vários segmentos profissionais, máquinas, como computadores, robôs e sistemas sofisticados substituam trabalhadores.

Outra situação bastante comum, em vigor nos Estados Unidos e em outros países, é a transferência dos setores de produção mais pesada para onde a mão de obra e os custos governamentais sejam menores. Exemplos de onde isso já está efetivado são a Índia e a China, que absorveram grande parte dos investimentos deslocados do primeiro mundo em busca de custos mais baixos.  

É por isso que, mesmo tendo perdido o emprego, não acreditei, em momento algum, que fosse vítima de alguma perseguição da instituição. Entendi que os custos que significava para a empresa eram um pouco mais altos do que a média local e que, em virtude disso, fui mais uma vítima da competição globalizada...

O que fazer? Se preparar para o futuro – que não será tenebroso e sim diferente – estudando, se preparando, buscando novos espaços, virando a página e dando a volta por cima...
Os vocábulos “concebidos” (linha 35); “sumariamente” (Linha 20) e “exorbitante” (linha 30) podem ser substituídos, sem prejuízo de sentido e correção gramatical, por:
Alternativas
Q3634571 Ciências
Em uma transformação química, reagentes se transformam em produtos de uma reação. Para iniciar a reação, geralmente é necessário energia na forma de calor.
Considerando as informações apresentadas no texto, analise as asserções a seguir e a relação entre elas:
I. É um exemplo correto deste contexto a reação por corrente elétrica em uma palha de aço.
PORQUE
II. A transformação de energia elétrica em calor faz com que as fibras de ferro de uma palha de aço reajam com o oxigênio do ar, transformando estes reagentes em óxido de ferro e calor.
A respeito dessas asserções, assinale a opção CORRETA: 
Alternativas
Q3634566 Biologia
Um estudo realizado em 30 ilhas dos lagos Hornavan e Uddjaure no norte da Suécia apontou que a perda de diferentes espécies resultou no aumento da variabilidade temporal da biomassa das comunidades, sobretudo nas mais produtivas. Em geral, o impacto negativo da perda de biodiversidade nestas ilhas foi dependente da espécie eliminada e da possibilidade de compensação pelas espécies remanescentes locais.
Disponível em: <https://darwinianas.com/2018/05/29/quais-as-consequencias-a-longo-prazo-da-perda-de-biodiversidade/^> acesso em: 02 fev.2023.
Considerando as informações apresentadas no texto, analise as asserções a seguir e a relação entre elas.
I. Neste caso, é correto afirmar que as repostas ecossistêmicas à perda de espécies serão dependentes do contexto ambiental.
PORQUE
II. Um ecossistema pode ser resiliente à perda de espécies quando outras espécies locais são capazes de ocupar o nicho deixado pela espécie eliminada.
A respeito dessas asserções, assinale a opção CORRETA:
Alternativas
Q3634565 Biologia
A percepção humana do ambiente é limitada a um conjunto possível de sensações. Outras espécies animais possuem sistemas sensoriais que lhes permitem a percepção de informações que não percebemos.
Um exemplo CORRETO de percepção sensorial que o sistema nervoso central da espécie humana não é capaz de decodificar é a localização:
Alternativas
Q3634564 Biologia
Após a era glacial, há cerca de 11 mil anos, o aumento das temperaturas elevou o nível das águas e separou o território da ilha da Queimada Grande do continente do Estado de São Paulo, isolando as espécies que ali viviam. Endêmica desta ilha, com hábitos arborícolas e terrestres, a serpente jararaca-ilhoa (Bothrops insularis) pertence à família Viperidae, subfamília Crotalinae, “grupo Jararaca”, juntamente com outra serpente endêmica insular, a Bothrops alcatraz, do Arquipélago de Alcatrazes, e com a jararaca comum do continente, a Bothrops jararaca. A maior parte da literatura aponta a Bothrops jararaca como a espécie ancestral comum de ambas as jararacas endêmicas.
As evidências apresentadas indicam que a diferenciação da jararaca-ilhoa (Bothrops insularis) ocorreu por: 
Alternativas
Q3634563 Biologia
Joana aprendeu com sua mãe que, a partir de uma folha individual de violeta, ela poderia fazer uma nova muda, e assim, a partir de um único vaso que tinha comprado, ela conseguiu mais quatro plantas novas em pouco tempo.
Sobre este contexto, é CORRETO afirmar que:
Alternativas
Q3634562 Biologia
O cruzamento entre uma planta pura que gera sementes amarelas lisas com uma planta pura que gera sementes verdes rugosas resulta em uma primeira geração (F1) apenas de plantas com sementes amarelas lisas. Ao cruzar duas plantas da geração F1 entre si, nota-se que aparecem plantas com sementes verdes e amarelas, ambas tanto lisas como rugosas. Observa-se ainda que, quando cruzadas as plantas de sementes verdes entre si, só nascem plantas com sementes verdes, nunca amarelas.
Considerando o texto, avalie as proposições a seguir:
I- Determinadas características fenotípicas não são transmissíveis.
II- Há genes dominantes e genes recessivos, que podem refletir nos fenótipos dos organismos.
III- As características de cor e textura são transmitidas de maneira independente, ou seja, elas não estão relacionadas.
A partir do experimento é CORRETO concluir o que se afirma em:
Alternativas
Q3634561 Biologia
Recentemente na história do Brasil, vivenciamos uma intensa liberação do uso de agrotóxicos. Parte deles é de uso proibido em muitos países do mundo devido aos seus potenciais efeitos danosos à saúde humana e à biodiversidade. Por exemplo, o carbendazim, agrotóxico utilizado em plantações de laranja no Brasil, é banido nos países da União Europeia pelas potenciais consequências dos seus efeitos tóxicos, como defeitos genéticos, prejuízos à fertilidade e ao feto, alta toxicidade para a vida aquática, dentre outros. Considerando as informações apresentadas no texto, analise as asserções a seguir e a relação entre elas:
I. O uso do controle biológico natural é uma alternativa a este modelo de produção agrícola, já que não causa potenciais efeitos colaterais à saúde humana. Contudo, deve ser evitado pelo seu potencial de causar perda da biodiversidade.
PORQUE
II. O controle biológico consiste no controle de populações de pragas agrícolas e insetos transmissores de doenças pelos seus inimigos naturais ou introduzidos, implicando, assim, o controle de uma população por outra população, pela ação de predadores, parasitóides ou patógenos.
A respeito dessas asserções, assinale a opção CORRETA: 
Alternativas
Q3634560 Meio Ambiente
O Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) projetou dois cenários possíveis para 2100 em relação ao aumento médio da temperatura: um mais pessimista e um menos pessimista. N estima-se que a temperatura suba entre 2 C e 4 C no primeiro e 0 0 o Nordeste, entre 1 C e 3 C no segundo consequências das , com menores proporções no cenário menos pessimista 0 0 . As mudanças climáticas seriam a diminuição do nível dos açudes e a perda da biodiversidade.
Fonte: <https://issuu.com/magnostudio/docs/mudancas_ climaticas> Acesso em: 02 fev. 2023
Considerando o texto apresentado, avalie as proposições a seguir.
I- Amudança da temperatura nas áreas urbanas do Nordeste pode ser maior do que nas zonas rurais, devido às ilhas de calor.
II- Estes cenários podem levar ao branqueamento dos recifes de corais do litoral nordestino.
III- O aumento das temperaturas levará ao impedimento da circulação natural dos ventos no Nordeste.
É CORRETO o que se afirma em: 
Alternativas
Q3634559 Pedagogia
Estudantes do Ensino Fundamental sentem dificuldade para compreender argumentos sobre a forma, estrutura e movimentos da Terra. Uma pergunta frequente destas crianças, por exemplo, é como não caímos no espaço, já que a Terra não é plana. Uma das explicações que elas dão para que este evento não aconteça é a de que a Terra é como se fosse a metade de uma laranja e que vivemos na parte plana.
Considerando as informações apresentadas no texto, analise as asserções a seguir e a relação entre elas:
I. Ao se depararem com esta situação, é necessário explicar sobre como a gravidade atua nos corpos na Terra. Além disso, para exemplificar que a Terra não é plana, deve ser apresentada a evidência sobre as durações dos dias e das noites nos diferentes continentes.
PORQUE
II. A força da gravidade atrai os corpos na direção da sua superfície e é por isso que, mesmo a Terra sendo redonda, não se cai no espaço. Caso os continentes estivessem em uma Terra plana, os dias e as noites teriam o mesmo tempo de duração em todos os países.
A respeito dessas asserções, assinale a opção CORRETA:
Alternativas
Q3634557 Pedagogia
A Base Nacional Comum Curricular (BNCC), em alguns pequenos trechos do texto, valoriza determinados aspectos epistemológicos da Natureza da Ciência, como, por exemplo, no excerto abaixo:
“Além disso, ao salientar que a construção dos conhecimentos sobre a Terra e o céu se deu de diferentes formas em distintas culturas ao longo da história da humanidade, explora-se a riqueza envolvida nesses conhecimentos, o que permite, entre outras coisas, maior valorização de outras formas de conceber o mundo, como os conhecimentos próprios dos povos indígenas originários” (BRASIL, 2018, p.328)”.
BRASIL. Ministério da Educação. Base Nacional Comum Curricular: Ensino Fundamental. Brasília: MEC/Secretaria de Educação Básica, 2018.
Considerando as informações apresentadas no texto, analise as asserções a seguir e a relação entre elas:
I. O trecho apresentado da BNCC evidencia a importância da influência de diferentes contextos no desenvolvimento do conhecimento científico e este aspecto deve permear os planejamentos das aulas de ciências.
PORQUE
II. É importante o reconhecimento de que há diferentes pressupostos para a construção de conhecimentos sobre a Terra e o céu e de que os conhecimentos científicos constituem um conjunto de explicações que não invalida as outras formas de conhecimento, bem como não deve ser hierarquizado como superior a qualquer outra forma de conhecimento.
A respeito dessas asserções, assinale a opção CORRETA: 
Alternativas
Q3633881 Pedagogia
Segundo os Parâmetros Curriculares Nacionais (PCN), a interdisciplinaridade supõe um eixo integrador, que pode ser o objeto de conhecimento, um projeto de investigação, um plano de intervenção. Nesse sentido, ela deve partir da necessidade sentida pelas escolas, professores e alunos de explicar, compreender, intervir, mudar, prever, algo que desafia uma disciplina isolada e atrai a atenção de mais de um olhar, talvez vários (BRASIL, 2002, p. 88-89). Sobre interdisciplinaridade, podemos afirmar que:
I- A interdisciplinaridade não tem a pretensão de criar novas disciplinas ou saberes, mas de utilizar os conhecimentos de várias disciplinas para resolver um problema concreto ou compreender um fenômeno sob diferentes pontos de vista.
II- Ainterdisciplinaridade tem uma função instrumental. Trata-se de recorrer a um saber útil e utilizável para responder às questões e aos problemas sociais contemporâneos.
III- Um trabalho interdisciplinar, antes de garantir associação temática entre diferentes disciplinas – ação possível, mas não imprescindível –, deve buscar unidade em termos de prática docente, ou seja, independentemente dos temas/assuntos tratados em cada disciplina isoladamente.
É CORRETO o que se afirma em:
Alternativas
Respostas
7781: C
7782: A
7783: C
7784: C
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7786: E
7787: B
7788: A
7789: A
7790: A
7791: D
7792: B
7793: C
7794: A
7795: E
7796: B
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7799: D
7800: B