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Q3676786 Meio Ambiente
O dióxido de enxofre (SO2) é um poluente atmosférico emitido em processos industriais e de combustão. Nas áreas urbanas, qual das seguintes é a principal fonte de emissão desse gás?
Alternativas
Q3676785 Português
Às vezes, diferenciar uma expressão preposicionada em adjunto adnominal ou complemento nominal não é tão simples, pois pode haver duplicidade de sentido, se não houver um contexto explicativo. Nesse sentido, assinalar a alternativa na qual NÃO é possível distinguirmos o termo sublinhado em adjunto adnominal ou complemento nominal:
Alternativas
Q3676784 Português
Em relação à frase “Os melhores conselhos são os que me dão os meus avós.”, analisar os itens abaixo:
I. “Os melhores conselhos” é o sujeito.
II. “Melhores” é o núcleo do sujeito.
III. “Os melhores conselhos” cumpre função de adjunto adnominal.
Está(ão) CORRETO(S): 
Alternativas
Q3676783 Português
Só se pode alcançar um grande êxito quando nos mantemos fiéis a nós mesmos.” (Nietzsche)
Sobre a estruturação desse pensamento, assinalar a alternativa INCORRETA: 
Alternativas
Q3676782 Português
De acordo com o gramático Celso Cunha, os “adjetivos de relação são de natureza classificatória objetiva e não admitem variação de grau.” Adjetivos de relação, então, não expressam subjetividade e não são de natureza qualificadora. Por exemplo, temos “vinho chileno”, em que “chileno” determina a origem do vinho, classificando-o como tal. Com base nisso, assinalar a alternativa em que temos a presença de um adjetivo de relação:
Alternativas
Q3676780 Português
Assinalar a alternativa na qual a regência nominal está CORRETA: 
Alternativas
Q3676779 Português
    Até cerca de 8000 a.C., as pessoas viveram como nômades, sem separar o trabalho das outras instâncias da vida. Andar de lá para cá, caçando, pescando e coletando alimentos, como frutas e raízes, era a vida e a vida era trabalho. Não se trabalhava além do necessário para a alimentação, já que ninguém pensava em acumular bens e não era possível armazenar nem transportar excedentes. Tudo era feito em comunidade. Socialização, trabalho e lazer formavam um fluxo integrado de atividades, incluindo a fabricação de armas e ferramentas muito simples. Os bandos de caçadores e coletores, que tinham de 15 a 20 pessoas, esgotavam os recursos de uma área e moviam-se para outra, de forma circular, sempre retornando aos mesmos lugares. O conteúdo lúdico nessas andanças, embora suposição, é muito provável, a julgar pelo que ocorre quando hoje as pessoas vão pescar ou fazer trilha.
    Esse estilo de vida não está tão longe de nós. Os nativos brasileiros, quando os portugueses chegaram, viviam desse jeito. Os caçadores-coletores andavam na natureza, comiam, conversavam e brincavam, apesar dos riscos oferecidos pelo terreno, pelos animais e por outros grupos. Nunca mais a vida da humanidade foi simples assim — e nem tão divertida, apesar de perigosa.
    O trabalho era dividido entre homens e mulheres. Com a expectativa de vida muito curta, as mulheres passavam a maior parte dela cuidando da reprodução, o que prejudicava sua mobilidade e capacidade de participar das atividades de caça. No entanto, elas eram mais eficientes. Especializando-se em apanhar frutas e pequenos animais, que formavam a maior parte da dieta, contribuíam mais para a sobrevivência do grupo do que a caça de grandes animais, que era praticada pelos homens. Se os homens de sua família se organizassem, seriam capazes de caçar mamutes ou javalis de vez em quando e haveria churrasco.
    Nesses bandos, a desigualdade entre os sexos era decorrente dos papéis. Os homens eram fornecedores da carne dos grandes animais, representantes nas trocas e guerreiros nos conflitos com outros grupos. Os mais velhos, com dificuldades físicas, dedicavam-se a fabricar armas e ferramentas. O insucesso de um grupo ou família em um dia não impedia que participasse do que outros haviam conseguido. A desigualdade tinha muito mais a ver com biologia do que qualquer outro critério. Não havendo acumulação de excedentes, não havia classes sociais baseadas no critério da distribuição da riqueza. O compartilhamento e a solidariedade eram precondições para a sobrevivência desses grupos. A diferenciação em classes só veio a ocorrer quando esses grupos de nômades se estabilizaram e transformaram-se em agricultores e moradores de cidades.

(Fonte: Maximiano, Amaru. 2014 — adaptado.)
No 1º parágrafo, no trecho: “[...] Os bandos de caçadores e coletores, que tinham de 15 a 20 pessoas, esgotavam os recursos de uma área [...]”, o verbo sublinhado só NÃO poderia ser trocado por: 
Alternativas
Q3676778 Português
    Até cerca de 8000 a.C., as pessoas viveram como nômades, sem separar o trabalho das outras instâncias da vida. Andar de lá para cá, caçando, pescando e coletando alimentos, como frutas e raízes, era a vida e a vida era trabalho. Não se trabalhava além do necessário para a alimentação, já que ninguém pensava em acumular bens e não era possível armazenar nem transportar excedentes. Tudo era feito em comunidade. Socialização, trabalho e lazer formavam um fluxo integrado de atividades, incluindo a fabricação de armas e ferramentas muito simples. Os bandos de caçadores e coletores, que tinham de 15 a 20 pessoas, esgotavam os recursos de uma área e moviam-se para outra, de forma circular, sempre retornando aos mesmos lugares. O conteúdo lúdico nessas andanças, embora suposição, é muito provável, a julgar pelo que ocorre quando hoje as pessoas vão pescar ou fazer trilha.
    Esse estilo de vida não está tão longe de nós. Os nativos brasileiros, quando os portugueses chegaram, viviam desse jeito. Os caçadores-coletores andavam na natureza, comiam, conversavam e brincavam, apesar dos riscos oferecidos pelo terreno, pelos animais e por outros grupos. Nunca mais a vida da humanidade foi simples assim — e nem tão divertida, apesar de perigosa.
    O trabalho era dividido entre homens e mulheres. Com a expectativa de vida muito curta, as mulheres passavam a maior parte dela cuidando da reprodução, o que prejudicava sua mobilidade e capacidade de participar das atividades de caça. No entanto, elas eram mais eficientes. Especializando-se em apanhar frutas e pequenos animais, que formavam a maior parte da dieta, contribuíam mais para a sobrevivência do grupo do que a caça de grandes animais, que era praticada pelos homens. Se os homens de sua família se organizassem, seriam capazes de caçar mamutes ou javalis de vez em quando e haveria churrasco.
    Nesses bandos, a desigualdade entre os sexos era decorrente dos papéis. Os homens eram fornecedores da carne dos grandes animais, representantes nas trocas e guerreiros nos conflitos com outros grupos. Os mais velhos, com dificuldades físicas, dedicavam-se a fabricar armas e ferramentas. O insucesso de um grupo ou família em um dia não impedia que participasse do que outros haviam conseguido. A desigualdade tinha muito mais a ver com biologia do que qualquer outro critério. Não havendo acumulação de excedentes, não havia classes sociais baseadas no critério da distribuição da riqueza. O compartilhamento e a solidariedade eram precondições para a sobrevivência desses grupos. A diferenciação em classes só veio a ocorrer quando esses grupos de nômades se estabilizaram e transformaram-se em agricultores e moradores de cidades.

(Fonte: Maximiano, Amaru. 2014 — adaptado.)
Uma outra maneira de reescrevermos o trecho: “[...] Com a expectativa de vida muito curta, as mulheres passavam a maior parte dela cuidando da reprodução, o que prejudicava sua mobilidade e capacidade de participar das atividades de caça. [...]” (3º parágrafo), respeitando-se a lógica textual e as normas gramaticais, é:
Alternativas
Q3676777 Português
    Até cerca de 8000 a.C., as pessoas viveram como nômades, sem separar o trabalho das outras instâncias da vida. Andar de lá para cá, caçando, pescando e coletando alimentos, como frutas e raízes, era a vida e a vida era trabalho. Não se trabalhava além do necessário para a alimentação, já que ninguém pensava em acumular bens e não era possível armazenar nem transportar excedentes. Tudo era feito em comunidade. Socialização, trabalho e lazer formavam um fluxo integrado de atividades, incluindo a fabricação de armas e ferramentas muito simples. Os bandos de caçadores e coletores, que tinham de 15 a 20 pessoas, esgotavam os recursos de uma área e moviam-se para outra, de forma circular, sempre retornando aos mesmos lugares. O conteúdo lúdico nessas andanças, embora suposição, é muito provável, a julgar pelo que ocorre quando hoje as pessoas vão pescar ou fazer trilha.
    Esse estilo de vida não está tão longe de nós. Os nativos brasileiros, quando os portugueses chegaram, viviam desse jeito. Os caçadores-coletores andavam na natureza, comiam, conversavam e brincavam, apesar dos riscos oferecidos pelo terreno, pelos animais e por outros grupos. Nunca mais a vida da humanidade foi simples assim — e nem tão divertida, apesar de perigosa.
    O trabalho era dividido entre homens e mulheres. Com a expectativa de vida muito curta, as mulheres passavam a maior parte dela cuidando da reprodução, o que prejudicava sua mobilidade e capacidade de participar das atividades de caça. No entanto, elas eram mais eficientes. Especializando-se em apanhar frutas e pequenos animais, que formavam a maior parte da dieta, contribuíam mais para a sobrevivência do grupo do que a caça de grandes animais, que era praticada pelos homens. Se os homens de sua família se organizassem, seriam capazes de caçar mamutes ou javalis de vez em quando e haveria churrasco.
    Nesses bandos, a desigualdade entre os sexos era decorrente dos papéis. Os homens eram fornecedores da carne dos grandes animais, representantes nas trocas e guerreiros nos conflitos com outros grupos. Os mais velhos, com dificuldades físicas, dedicavam-se a fabricar armas e ferramentas. O insucesso de um grupo ou família em um dia não impedia que participasse do que outros haviam conseguido. A desigualdade tinha muito mais a ver com biologia do que qualquer outro critério. Não havendo acumulação de excedentes, não havia classes sociais baseadas no critério da distribuição da riqueza. O compartilhamento e a solidariedade eram precondições para a sobrevivência desses grupos. A diferenciação em classes só veio a ocorrer quando esses grupos de nômades se estabilizaram e transformaram-se em agricultores e moradores de cidades.

(Fonte: Maximiano, Amaru. 2014 — adaptado.)
Pela estruturação do texto, observa-se que ele foi organizado em quatro parágrafos. Tendo em vista a leitura dos segmentos textuais, com relação à informação apresentada, assinalar a alternativa INCORRETA: 
Alternativas
Q3676776 Português
    Até cerca de 8000 a.C., as pessoas viveram como nômades, sem separar o trabalho das outras instâncias da vida. Andar de lá para cá, caçando, pescando e coletando alimentos, como frutas e raízes, era a vida e a vida era trabalho. Não se trabalhava além do necessário para a alimentação, já que ninguém pensava em acumular bens e não era possível armazenar nem transportar excedentes. Tudo era feito em comunidade. Socialização, trabalho e lazer formavam um fluxo integrado de atividades, incluindo a fabricação de armas e ferramentas muito simples. Os bandos de caçadores e coletores, que tinham de 15 a 20 pessoas, esgotavam os recursos de uma área e moviam-se para outra, de forma circular, sempre retornando aos mesmos lugares. O conteúdo lúdico nessas andanças, embora suposição, é muito provável, a julgar pelo que ocorre quando hoje as pessoas vão pescar ou fazer trilha.
    Esse estilo de vida não está tão longe de nós. Os nativos brasileiros, quando os portugueses chegaram, viviam desse jeito. Os caçadores-coletores andavam na natureza, comiam, conversavam e brincavam, apesar dos riscos oferecidos pelo terreno, pelos animais e por outros grupos. Nunca mais a vida da humanidade foi simples assim — e nem tão divertida, apesar de perigosa.
    O trabalho era dividido entre homens e mulheres. Com a expectativa de vida muito curta, as mulheres passavam a maior parte dela cuidando da reprodução, o que prejudicava sua mobilidade e capacidade de participar das atividades de caça. No entanto, elas eram mais eficientes. Especializando-se em apanhar frutas e pequenos animais, que formavam a maior parte da dieta, contribuíam mais para a sobrevivência do grupo do que a caça de grandes animais, que era praticada pelos homens. Se os homens de sua família se organizassem, seriam capazes de caçar mamutes ou javalis de vez em quando e haveria churrasco.
    Nesses bandos, a desigualdade entre os sexos era decorrente dos papéis. Os homens eram fornecedores da carne dos grandes animais, representantes nas trocas e guerreiros nos conflitos com outros grupos. Os mais velhos, com dificuldades físicas, dedicavam-se a fabricar armas e ferramentas. O insucesso de um grupo ou família em um dia não impedia que participasse do que outros haviam conseguido. A desigualdade tinha muito mais a ver com biologia do que qualquer outro critério. Não havendo acumulação de excedentes, não havia classes sociais baseadas no critério da distribuição da riqueza. O compartilhamento e a solidariedade eram precondições para a sobrevivência desses grupos. A diferenciação em classes só veio a ocorrer quando esses grupos de nômades se estabilizaram e transformaram-se em agricultores e moradores de cidades.

(Fonte: Maximiano, Amaru. 2014 — adaptado.)
Sobre os aspectos gerais do texto lido, analisar os itens:
I. Até cerca de 8000 a.C., o trabalho tinha como propósito a alimentação.
II. O nomadismo dos caçadores e coletores é associado, hoje, às atividades de pesca e de fazer trilha.
III. A desigualdade entre os sexos existente há milhares de anos era decorrente da acumulação de excedentes entre grupos.
Estão CORRETOS: 
Alternativas
Q3672240 Geografia
De acordo com os dados do IBGE, assinale a assertiva que apresenta aproximadamente a densidade demográfica do município de São José dos Basílios. 
Alternativas
Q3672239 Geografia
Assinale a assertiva que apresenta um dos municípios que NÃO possui limitação territorial junto a São José dos Basílios - MA:  
Alternativas
Q3672236 Pedagogia
Os sistemas de ensino dos Estados e do Distrito Federal compreendem, EXCETO:  
Alternativas
Q3672235 Pedagogia
Assinale a assertiva que se encontra de acordo com Art. 15º da lei nº 9.394/96, que trata sobre o que o sistema de ensino assegurará. 
Alternativas
Q3672227 Pedagogia
A lei nº 9.394/96 afirma que o ensino será ministrado com base nos seguintes princípios, EXCETO.  
Alternativas
Q3672226 Biologia
A alimentação adequada é essencial para uma boa saúde. Sobre os diferentes grupos de nutrientes, assinale a alternativa correta que descreve uma característica do grupo dos lipídios. 
Alternativas
Q3672225 Farmácia
Algumas drogas são conhecidas por seu potencial alucinógeno e alterações na percepção sensorial. Sobre o LSD (dietilamida do ácido lisérgico), assinale a alternativa correta que descreve seu mecanismo de ação.  
Alternativas
Q3672223 Biologia
 A Engenharia Genética tem aplicações no desenvolvimento de terapias e tratamentos médicos. Sobre a terapia gênica ex vivo, assinale a alternativa correta que descreve o procedimento envolvido. 
Alternativas
Q3672222 Biologia
A Engenharia Genética envolve a manipulação do material genético para introduzir características específicas em organismos. Sobre as técnicas de engenharia genética, assinale a alternativa correta que descreve a técnica utilizada para amplificar uma região específica de DNA em laboratório. 
Alternativas
Q3672221 Ciências
A Biotecnologia também tem aplicação na produção de alimentos geneticamente modificados. Sobre os alimentos transgênicos, assinale a alternativa correta que descreve um exemplo de modificação genética comum em plantas transgênicas.  
Alternativas
Respostas
7501: B
7502: A
7503: A
7504: D
7505: A
7506: D
7507: C
7508: A
7509: B
7510: A
7511: A
7512: B
7513: B
7514: B
7515: D
7516: D
7517: C
7518: C
7519: A
7520: D