Questões de Concurso Comentadas para professor - língua portuguesa

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Q1687833 Português

Quando vier a Primavera


Quando vier a Primavera,

Se eu já estiver morto,

As flores florirão da mesma maneira

E as árvores não serão menos verdes que na Primavera passada.

A realidade não precisa de mim.

Sinto uma alegria enorme

Ao pensar que a minha morte não tem importância nenhuma.

Se soubesse que amanhã morria

E a Primavera era depois de amanhã,

Morreria contente, porque ela era depois de amanhã.

Se esse é o seu tempo, quando havia ela de vir senão no seu tempo?

Gosto que tudo seja real e que tudo esteja certo;

E gosto porque assim seria, mesmo que eu não gostasse.

Por isso, se morrer agora, morro contente,

Porque tudo é real e tudo está certo.

Podem rezar latim sobre o meu caixão, se quiserem.

Se quiserem, podem dançar e cantar à roda dele.

Não tenho preferências para quando já não puder ter preferências.

O que for, quando for, é que será o que é.

Alberto Caeiro  

Neste poema pode-se observar:


I- Na frase “Se eu já estiver morto, as flores florirão da mesma maneira”, o poeta nos diz que tudo que a natureza faz é pensando na vida individual de cada pessoa

II- A angustia do poeta frente a morte

III-O eu lírico aceita a morte como algo natural e crê na vida espiritual

IV-O eu lírico não aceita seu destino

V-O eu lírico importa em ver, de forma objetiva e espontânea, a realidade que o envolve e ignora os pensamentos metafísicos.


Está correto

Alternativas
Q1687661 Literatura
Sobre o Realismo é INCORRETO afirmar que:
Alternativas
Q1687660 Português
A marca fundamental do texto narrativo é a existência de um enredo, no qual são desenvolvidas as ações das personagens, marcadas pelo tempo e pelo espaço. Assim, a narração engloba o que chamamos de cinco elementos da narrativa: enredo, narrador personagens, tempo e espaço. Assinale a alternativa CORRETA sobre o texto, abaixo:
A Rã e o Boi Uma rã estava no prado olhando um boi e sentiu tal inveja do tamanho dele que começou a inflar para ficar maior. Então, outra rã chegou e perguntou se o boi era o maior dos dois. A primeira respondeu que não – e se esforçou para inflar mais. Depois, repetiu a pergunta: – Quem é maior agora? A outra rã respondeu: – O boi. A rã ficou furiosa e tentou ficar maior inflando mais e mais, até que arrebentou. Moral da história: Quem tenta parecer maior do que é se arrebenta.
Alternativas
Q1687659 Português
Segundo Bakhtin (2003 [1953-54], p. 348), “a vida é dialógica por natureza. Viver significa participar do diálogo: interrogar, ouvir, responder, concordar, etc”. Considerando a afirmação anterior, assinale a INCORRETA:
Alternativas
Q1687658 Linguística
Baseado nos conceitos, abaixo, assinale a alternativa que corresponda a cada um deles, respectivamente:
I-Os estudos bakhtinianos buscavam um entrelaçamento entre sujeito e objeto, baseando-se em uma síntese dialética inserida em um universo cultural e histórico. Nessa concepção, a língua não pode ser entendida como se fosse um sistema abstrato de normas, haja vista que ela apresenta uma realidade, extremamente, dinâmica e viva diante das interações verbais dos interlocutores, estando, assim, em constante evolução. II- A voz do herói sobre si mesmo e o mundo é tão plena como a palavra comum do autor; não está subordinada à imagem objetificada do herói como uma de suas características, mas tampouco serve de intérprete da voz do autor. Ela possui independência excepcional na estrutura da obra, é como se soasse ao lado da palavra do autor coadunando-se de modo especial com ela e com as vozes plenivalentes de outros heróis. (BAKHTIN, 1981, p. 03) III- A ideia de que o uso da língua efetua-se em forma de enunciados (orais e escritos), concretos e únicos, “proferidos” pelos participantes de uma ou outra esfera da atividade humana; que o enunciado é irrepetível, tendo em vista que é um evento único (pode somente ser citado); que o enunciado é a unidade real da comunicação discursiva, já que o discurso só tem possibilidade de existir na forma de enunciados e que o estudo do enunciado como unidade real da comunicação discursiva permite compreender de uma maneira mais correta a natureza das unidades da língua.
Alternativas
Q1685292 Linguística
Assinale a alternativa que apresenta o termo ao qual se refere o seguinte conceito: “Estudo científico da linguagem humana”.
Alternativas
Q1685291 Linguística

Identifique abaixo as afirmativas verdadeiras ( V ) e as falsas ( F ).


( ) A concepção interacionista da linguagem é capaz de aprimorar o processo de ensino-aprendizagem de língua portuguesa, especialmente no que tange à variação linguística e à norma-padrão.

( ) O pensamento, produzido no âmbito psíquico do indivíduo, correlaciona-se à capacidade do homem de organizar seus pensamentos, o que exclui os fatores extralinguísticos do processo de enunciação. Essa é a concepção de linguagem como expressão do pensamento.

( ) A concepção de linguagem como forma de interação resultou de uma visão monológica da língua, isto é, afastou o falante do processo de produção, do que é histórico e social da língua. Nela a língua é vista como código a ser compreendido por quem fala e quem escuta.

( ) De acordo com concepção da linguagem como instrumento de comunicação, o objetivo do ensino de LP é pragmático e utilitário, ou seja, trata de desenvolver e aperfeiçoar os comportamentos linguísticos do aluno como emissor e receptor de mensagens usando códigos diversos – verbais e não verbais.


Assinale a alternativa que indica a sequência correta, de cima para baixo.

Alternativas
Q1685290 Linguística
Assinale a alternativa verdadeira.
Alternativas
Q1685289 Português

Considere a afirmação.


“Não existe possibilidade de trabalhar a língua sem atinar para o sistema, de modo que o trabalho com a gramática tem seu lugar garantido no trabalho com a língua materna”.

(Luiz Antônio Marcushi)


Identifique abaixo as afirmativas verdadeiras ( V ) e as falsas ( F ) em relação ao assunto.


( ) Não existe língua sem gramática.

( ) A gramática reflete as diversidades geográficas, sociais e de registro da língua.

( ) O foco do ensino de gramática deve ser seu caráter prescritivo.

( ) O falante deve fazer-se entender e não explicar o que está fazendo com a língua que fala.

( ) Os falantes têm liberdade total de compor seus enunciados. Cada um, a seu modo, escolhe as palavras que nele usa, como as usa e a maneira como os estrutura. A liberdade de expressão é fato.


Assinale a alternativa que indica a sequência correta, de cima para baixo.

Alternativas
Q1685288 Português

Considere a frase: “Balneário Camboriú é lugar do qual bom cidadãos fazem história”.


Assinale a frase que apresenta uma verdade em relação a ela.

Alternativas
Q1685287 Português
Sobre tipologias textuais, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q1685286 Português

O Outro


Ele queria muito ser eleito. Não: ele precisava muito ser eleito. Estava atrás de um emprego que lhe desse um bom salário, mordomias e verbas para gastar na contratação de assessores – além, claro, das múltiplas oportunidades que, como vereador, teria.


O problema era arrumar votos. Não tinha amigos, não era conhecido, nem sequer recebera um apelido pitoresco que pudesse usar na propaganda. Mas o pior não era isso. O pior que combinava um visual péssimo – baixinho, gordinho, careca – com uma congênita inabilidade para falar em público. Em desespero, resolveu procurar um marqueteiro. Estava disposto a gastar uma boa grana nisso, desde que pudesse adquirir uma nova imagem, uma imagem capaz de garantir a eleição.


O marqueteiro, famoso, exigiu honorários salgados, mas garantiu resultados. Que, de fato, não se fizeram esperar. Em poucas semanas o candidato era outro. Mais magro, mais alto (saltos especiais) com uma bela peruca, parecia agora um galã de novela. Além disso, transformara-se num fantástico orador, um orador capaz de galvanizar o público com uma única frase.


Se foi eleito? Foi eleito com uma avalanche de votos. O que representou um duplo alívio: de um lado, conquistava o cargo tão sonhado. De outro, podia deixar de lado a peruca, os sapatos com saltos especiais e a dieta. E também podia falar normalmente, no tom meio fanhoso que o caracterizava.


E aí começaram as surpresas desagradáveis. Quando foi tomar posse, ninguém o reconheceu. Mas como? Então era aquele tipo charmoso, magnético, da tevê e dos cartazes? Era ele sim, como o comprovou, mostrando a identidade.


Não foi a única contrariedade. Logo descobriu que, como vereador, era péssimo: não sabia falar, não convencia ninguém, sequer era procurado por lobistas. Bom mesmo, concluiu com amargura, era o Outro, aquele que o marqueteiro tinha inventado. Aquele sim podia fazer uma grande carreira, chegando quem sabe à Presidência.


Mas onde estava o Outro? Só uma pessoa poderia ajudá-lo nessa busca, o marqueteiro. Só que o marqueteiro tinha sumido. Com o dinheiro ganho nas eleições resolvera passar dois anos em alguma praia do Caribe.


Todas as noites o vereador sonha com o Outro. Vê-o na Câmara, discursando, empolgando multidões. Mas não sabe o que fazer para encontrá-lo. Sabe, sim, o que dirá se isso um dia acontecer. E o que dirá, numa voz fanhosa e emocionada, será: o senhor pode contar com meu voto - para sempre.

(Moacyr Scliar. O imaginário cotidiano. São Paulo, Gaia, 2006)

Assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q1685285 Português

O Outro


Ele queria muito ser eleito. Não: ele precisava muito ser eleito. Estava atrás de um emprego que lhe desse um bom salário, mordomias e verbas para gastar na contratação de assessores – além, claro, das múltiplas oportunidades que, como vereador, teria.


O problema era arrumar votos. Não tinha amigos, não era conhecido, nem sequer recebera um apelido pitoresco que pudesse usar na propaganda. Mas o pior não era isso. O pior que combinava um visual péssimo – baixinho, gordinho, careca – com uma congênita inabilidade para falar em público. Em desespero, resolveu procurar um marqueteiro. Estava disposto a gastar uma boa grana nisso, desde que pudesse adquirir uma nova imagem, uma imagem capaz de garantir a eleição.


O marqueteiro, famoso, exigiu honorários salgados, mas garantiu resultados. Que, de fato, não se fizeram esperar. Em poucas semanas o candidato era outro. Mais magro, mais alto (saltos especiais) com uma bela peruca, parecia agora um galã de novela. Além disso, transformara-se num fantástico orador, um orador capaz de galvanizar o público com uma única frase.


Se foi eleito? Foi eleito com uma avalanche de votos. O que representou um duplo alívio: de um lado, conquistava o cargo tão sonhado. De outro, podia deixar de lado a peruca, os sapatos com saltos especiais e a dieta. E também podia falar normalmente, no tom meio fanhoso que o caracterizava.


E aí começaram as surpresas desagradáveis. Quando foi tomar posse, ninguém o reconheceu. Mas como? Então era aquele tipo charmoso, magnético, da tevê e dos cartazes? Era ele sim, como o comprovou, mostrando a identidade.


Não foi a única contrariedade. Logo descobriu que, como vereador, era péssimo: não sabia falar, não convencia ninguém, sequer era procurado por lobistas. Bom mesmo, concluiu com amargura, era o Outro, aquele que o marqueteiro tinha inventado. Aquele sim podia fazer uma grande carreira, chegando quem sabe à Presidência.


Mas onde estava o Outro? Só uma pessoa poderia ajudá-lo nessa busca, o marqueteiro. Só que o marqueteiro tinha sumido. Com o dinheiro ganho nas eleições resolvera passar dois anos em alguma praia do Caribe.


Todas as noites o vereador sonha com o Outro. Vê-o na Câmara, discursando, empolgando multidões. Mas não sabe o que fazer para encontrá-lo. Sabe, sim, o que dirá se isso um dia acontecer. E o que dirá, numa voz fanhosa e emocionada, será: o senhor pode contar com meu voto - para sempre.

(Moacyr Scliar. O imaginário cotidiano. São Paulo, Gaia, 2006)

Considere o trecho retirado do texto.


“Não foi a única contrariedade. Logo descobriu que, como vereador, era péssimo: não sabia falar, não convencia ninguém, sequer era procurado por lobistas. Bom mesmo, concluiu com amargura, era o Outro, aquele que o marqueteiro tinha inventado”.


Avalie as afirmativas abaixo:


1. A palavra “não” em todos os seus usos tem a mesma classificação morfológica e desempenha a mesma função sintática.

2. A palavra sublinhada exerce a mesma função sintática desta sublinhada na frase: “Não foi recebido, ninguém o atendeu”.

3. A frase “Logo descobriu” denota tempo; é, pois, subordinada substantiva temporal.

4. A expressão “com amargura” é composta – morfologicamente – por uma preposição e um substantivo e exerce a função de adjunto adverbial.

5. Nas duas vezes em que aparece, a palavra “que” tem funções sintáticas diferentes, já que em uma delas é pronome relativo.


Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.

Alternativas
Q1685284 Português

O Outro


Ele queria muito ser eleito. Não: ele precisava muito ser eleito. Estava atrás de um emprego que lhe desse um bom salário, mordomias e verbas para gastar na contratação de assessores – além, claro, das múltiplas oportunidades que, como vereador, teria.


O problema era arrumar votos. Não tinha amigos, não era conhecido, nem sequer recebera um apelido pitoresco que pudesse usar na propaganda. Mas o pior não era isso. O pior que combinava um visual péssimo – baixinho, gordinho, careca – com uma congênita inabilidade para falar em público. Em desespero, resolveu procurar um marqueteiro. Estava disposto a gastar uma boa grana nisso, desde que pudesse adquirir uma nova imagem, uma imagem capaz de garantir a eleição.


O marqueteiro, famoso, exigiu honorários salgados, mas garantiu resultados. Que, de fato, não se fizeram esperar. Em poucas semanas o candidato era outro. Mais magro, mais alto (saltos especiais) com uma bela peruca, parecia agora um galã de novela. Além disso, transformara-se num fantástico orador, um orador capaz de galvanizar o público com uma única frase.


Se foi eleito? Foi eleito com uma avalanche de votos. O que representou um duplo alívio: de um lado, conquistava o cargo tão sonhado. De outro, podia deixar de lado a peruca, os sapatos com saltos especiais e a dieta. E também podia falar normalmente, no tom meio fanhoso que o caracterizava.


E aí começaram as surpresas desagradáveis. Quando foi tomar posse, ninguém o reconheceu. Mas como? Então era aquele tipo charmoso, magnético, da tevê e dos cartazes? Era ele sim, como o comprovou, mostrando a identidade.


Não foi a única contrariedade. Logo descobriu que, como vereador, era péssimo: não sabia falar, não convencia ninguém, sequer era procurado por lobistas. Bom mesmo, concluiu com amargura, era o Outro, aquele que o marqueteiro tinha inventado. Aquele sim podia fazer uma grande carreira, chegando quem sabe à Presidência.


Mas onde estava o Outro? Só uma pessoa poderia ajudá-lo nessa busca, o marqueteiro. Só que o marqueteiro tinha sumido. Com o dinheiro ganho nas eleições resolvera passar dois anos em alguma praia do Caribe.


Todas as noites o vereador sonha com o Outro. Vê-o na Câmara, discursando, empolgando multidões. Mas não sabe o que fazer para encontrá-lo. Sabe, sim, o que dirá se isso um dia acontecer. E o que dirá, numa voz fanhosa e emocionada, será: o senhor pode contar com meu voto - para sempre.

(Moacyr Scliar. O imaginário cotidiano. São Paulo, Gaia, 2006)

Assinale a alternativa correta quanto ao gênero do texto.
Alternativas
Q1685273 Linguística

Identifique abaixo as afirmativas verdadeiras ( V ) e as falsas ( F ) de acordo com a Teoria Histórico-Cultural.


( ) Ao problematizar a relação do desenvolvimento dos conceitos cotidianos e científicos, Vigotski destaca a verdadeira natureza dessas duas linhas opostas, qual seja, a conexão entre a zona de desenvolvimento proximal e o nível do desenvolvimento atual da criança.

( ) De acordo com Vigotski, os conceitos científicos, de caráter social, são constituídos no dinâmico e complexo processo que envolve o ensino escolar. Processo este que integra a cooperação sistemática do professor com a criança. Segundo o autor, no curso da ação cooperativa, que abarca a participação do adulto, as funções psíquicas superiores da criança se desenvolvem.

( ) Para a Teoria Histórico-Cultural, a palavra, seu significado, aparece inicialmente com uma função referencial, nominativa, com o objetivo de agir em direção ao outro e, aos poucos, incorpora outras funções relativas à natureza da consciência humana. Essa forma de organização da consciência, do psiquismo, que caminha em direção à formação do pensamento intelectual, mediada sempre pela palavra, recebe o nome de elaboração conceitual.

( ) Para a Teoria Histórico-Cultural, os processos tipicamente humanos, tais como o pensamento, a fala, a memória, a atenção voluntária, a imaginação, o desenvolvimento da vontade, a capacidade de planejar, de tomar decisões, de estabelecer relações, de elaborar conceitos, de desenvolver o raciocínio dedutivo e o pensamento abstrato são chamados de funções psicológicas inferiores.


Assinale a alternativa que indica a sequência correta, de cima para baixo.

Alternativas
Q1684166 Português
Para aproximar a produção escrita das necessidades enfrentadas no dia-a-dia, o caminho atual é enfocar o desenvolvimento dos comportamentos leitores e escritores. Ou seja: levar a criança a participar de forma eficiente de atividades da vida social que envolvam ler e escrever. Noticiar um fato num jornal, ensinar os passos para fazer uma sobremesa ou argumentar para conseguir que um problema seja resolvido por um órgão público: cada uma dessas ações envolve um tipo de texto com uma finalidade, um suporte e um meio de veiculação específicos.
Baseado no excerto, acima, assinale a alternativa que o contraria:
Alternativas
Q1684165 Português
I- Segundo estudiosos, existem três objetivos distintos para compreender a importância do hábito de ler: Ler por prazer; ler para estudar e ler para se informar.
II- Por meio da leitura realizada com prazer, é possível desenvolver a imaginação, embrenhando no mundo da imaginação, desenvolvendo a escuta lenta, enriquecendo o vocabulário, envolvendo linguagens diferenciadas.
III- A leitura não precisa ser, necessariamente, dinâmica e descontraída, pois é uma das formas de adquirir, apenas, informações.
Sobre os excertos, acima, assinale a alternativa CORRETA: 
Alternativas
Q1684164 Linguística
Nos estudos linguísticos, o termo _______foi criado pelo filósofo russo ________(1895-1975). Esse conceito representa a pluralidade ou multiplicidade de vozes presentes nos textos, que, por sua vez, estão fundamentados em outros.
Alternativas
Q1684163 Português
Sobre a formação crítica dos alunos, por meio do hábito da leitura, assinale a alternativa correta:
I- Promovendo a formação do sujeito crítico e reflexivo, uma vez que é por meio do desenvolvimento dessas habilidades que os estudantes podem posicionar-se em situações, sejam elas cotidianas ou não, com autonomia. II-Visando à formação de um cidadão mais crítico, reflexivo e capaz de atuar na sociedade em seu favor, considerando os valores éticos, morais e sociais. III- Ser leitor é compreender situações para a formação cultural do indivíduo, ou seja, "[…] é condição para a verdadeira ação cultural que deve ser implementada nas escolas” (SILVA, 1991, p.79-80)
Alternativas
Respostas
16001: A
16002: D
16003: C
16004: C
16005: B
16006: B
16007: C
16008: B
16009: E
16010: B
16011: A
16012: C
16013: E
16014: D
16015: A
16016: B
16017: D
16018: C
16019: B
16020: D