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Q4035370 Pedagogia
A metodologia destinada a professores de Língua Portuguesa compreende um conjunto de práticas voltadas para a efetividade do ensino, incluindo a utilização de metodologias ativas, a elaboração de sequências didáticas centradas em gêneros textuais e a integração entre alfabetização e letramento.
Segundo a perspectiva sociointeracionista, o principal objetivo de se trabalhar com gêneros textuais em sala de aula é:
Alternativas
Q4035368 Português
Boreout: Como o tédio destrói a motivação e prejudica a retenção de talentos. 

Aprendizado pode contar mais do que salário.

O salário atrai talentos, mas raramente os mantém. O que realmente faz as pessoas ficarem é a sensação de estarem aprendendo, contribuindo e crescendo. Quando esses elementos desaparecem, a motivação cai e a rotatividade aumenta.

De acordo com dados da consultoria global Gallup, profissionais que afirmam ter oportunidades de aprender e crescer têm o dobro de chances de permanecer em suas empresas. Quando essas oportunidades somem, as pessoas começam a imaginar novas possibilidades em outro lugar. O tédio se manifesta como desengajamento, menos criatividade e iniciativa.

A razão do turnover

Se a motivação alimenta o propósito, quando os profissionais deixam de se sentir desafiados ou valorizados, o desempenho começa a cair muito antes da demissão.

Os psicólogos Edward Deci e Richard Ryan identificaram três necessidades básicas para o bem-estar no trabalho: autonomia, competência e conexão. Quando essa tríade é ignorada, a motivação entra em declínio. Os funcionários passam a focar apenas em "sobreviver ao dia" em vez de criar valor.

Esse desengajamento se espalha lentamente pelas equipes, reduzindo a energia e a performance coletiva. O resultado é uma queda gradual no comprometimento — que, com o tempo, leva as pessoas a buscar oportunidades em outros lugares.

Por isso, durante as reuniões de desligamento, pode ser importante investigar se o tédio foi o verdadeiro gatilho da saída do funcionário.

Desafios geram motivação

O trabalho pode se tornar entediante quando a rotina substitui a curiosidade. Em muitas empresas, o sucesso acaba se tornando uma armadilha. Quando os funcionários dominam suas funções, muitas vezes são designados repetidamente para as mesmas tarefas, justamente por serem confiáveis. O que começa como um reconhecimento pela excelência acaba virando repetição, e isso anestesia a motivação.

O problema não é a falta de ambição do profissional, e sim a ausência de novos desafios. Pesquisas mostram que novidade e aprendizado ativam o sistema de recompensa do cérebro, mantendo as pessoas engajadas. Sem esse estímulo, até os melhores talentos começam a perder o interesse. A previsibilidade pode parecer segurança para os líderes, mas tem um alto custo para a retenção de funcionários.

O papel da liderança

Líderes muitas vezes confundem motivação com personalidade. Presumem que algumas pessoas são naturalmente determinadas e outras, não. Na realidade, a motivação depende do ambiente.

Quando o funcionário sente que sua opinião é ignorada ou suas ideias são descartadas, sua energia diminui. E, ironicamente, os melhores colaboradores (aqueles que entregam resultados consistentes) são os primeiros a sentir a perda de propósito.

Eles querem continuar evoluindo e, quando esse impulso é sufocado, se desconectam. Benefícios como almoço grátis ou "sextas casuais" não resolvem a falta de estímulo intelectual. As pessoas querem ser desafiadas de forma significativa.

Curiosidade e motivação caminham juntas. A sensação de descoberta mantém o trabalho interessante. Estudos em neurociência mostram que a curiosidade estimula a liberação de dopamina, fortalecendo o foco e a memória. Quando líderes convidam os funcionários a fazer perguntas, experimentar e compartilhar ideias, eles os tornam protagonistas do próprio crescimento.

Até ações simples — como pedir sugestões sobre decisões ou alternar projetos entre equipes — podem reacender a energia. Quando o profissional sente que seu pensamento tem valor, ele se envolve mais profundamente com a empresa. Esse envolvimento é a base da retenção de talentos.


https://forbes.com.br/carreira/2025/11/boreout-como-o-tedio-destroi-amotivacao-e-prejudica-a-retencao-de-talentos/fragmento
Com base no texto "Aprendizado pode contar mais do que salário", assinale a alternativa que indica corretamente o gênero textual predominante.
Alternativas
Q4035366 Português
Boreout: Como o tédio destrói a motivação e prejudica a retenção de talentos. 

Aprendizado pode contar mais do que salário.

O salário atrai talentos, mas raramente os mantém. O que realmente faz as pessoas ficarem é a sensação de estarem aprendendo, contribuindo e crescendo. Quando esses elementos desaparecem, a motivação cai e a rotatividade aumenta.

De acordo com dados da consultoria global Gallup, profissionais que afirmam ter oportunidades de aprender e crescer têm o dobro de chances de permanecer em suas empresas. Quando essas oportunidades somem, as pessoas começam a imaginar novas possibilidades em outro lugar. O tédio se manifesta como desengajamento, menos criatividade e iniciativa.

A razão do turnover

Se a motivação alimenta o propósito, quando os profissionais deixam de se sentir desafiados ou valorizados, o desempenho começa a cair muito antes da demissão.

Os psicólogos Edward Deci e Richard Ryan identificaram três necessidades básicas para o bem-estar no trabalho: autonomia, competência e conexão. Quando essa tríade é ignorada, a motivação entra em declínio. Os funcionários passam a focar apenas em "sobreviver ao dia" em vez de criar valor.

Esse desengajamento se espalha lentamente pelas equipes, reduzindo a energia e a performance coletiva. O resultado é uma queda gradual no comprometimento — que, com o tempo, leva as pessoas a buscar oportunidades em outros lugares.

Por isso, durante as reuniões de desligamento, pode ser importante investigar se o tédio foi o verdadeiro gatilho da saída do funcionário.

Desafios geram motivação

O trabalho pode se tornar entediante quando a rotina substitui a curiosidade. Em muitas empresas, o sucesso acaba se tornando uma armadilha. Quando os funcionários dominam suas funções, muitas vezes são designados repetidamente para as mesmas tarefas, justamente por serem confiáveis. O que começa como um reconhecimento pela excelência acaba virando repetição, e isso anestesia a motivação.

O problema não é a falta de ambição do profissional, e sim a ausência de novos desafios. Pesquisas mostram que novidade e aprendizado ativam o sistema de recompensa do cérebro, mantendo as pessoas engajadas. Sem esse estímulo, até os melhores talentos começam a perder o interesse. A previsibilidade pode parecer segurança para os líderes, mas tem um alto custo para a retenção de funcionários.

O papel da liderança

Líderes muitas vezes confundem motivação com personalidade. Presumem que algumas pessoas são naturalmente determinadas e outras, não. Na realidade, a motivação depende do ambiente.

Quando o funcionário sente que sua opinião é ignorada ou suas ideias são descartadas, sua energia diminui. E, ironicamente, os melhores colaboradores (aqueles que entregam resultados consistentes) são os primeiros a sentir a perda de propósito.

Eles querem continuar evoluindo e, quando esse impulso é sufocado, se desconectam. Benefícios como almoço grátis ou "sextas casuais" não resolvem a falta de estímulo intelectual. As pessoas querem ser desafiadas de forma significativa.

Curiosidade e motivação caminham juntas. A sensação de descoberta mantém o trabalho interessante. Estudos em neurociência mostram que a curiosidade estimula a liberação de dopamina, fortalecendo o foco e a memória. Quando líderes convidam os funcionários a fazer perguntas, experimentar e compartilhar ideias, eles os tornam protagonistas do próprio crescimento.

Até ações simples — como pedir sugestões sobre decisões ou alternar projetos entre equipes — podem reacender a energia. Quando o profissional sente que seu pensamento tem valor, ele se envolve mais profundamente com a empresa. Esse envolvimento é a base da retenção de talentos.


https://forbes.com.br/carreira/2025/11/boreout-como-o-tedio-destroi-amotivacao-e-prejudica-a-retencao-de-talentos/fragmento
"Pesquisas mostram que novidade e aprendizado ativam o sistema de recompensa do cérebro, mantendo as pessoas engajadas."
A concordância verbal está de acordo com a gramática normativa nas alternativas a seguir, assim como no enunciado acima, exceto em:
Alternativas
Q4035365 Português
Boreout: Como o tédio destrói a motivação e prejudica a retenção de talentos. 

Aprendizado pode contar mais do que salário.

O salário atrai talentos, mas raramente os mantém. O que realmente faz as pessoas ficarem é a sensação de estarem aprendendo, contribuindo e crescendo. Quando esses elementos desaparecem, a motivação cai e a rotatividade aumenta.

De acordo com dados da consultoria global Gallup, profissionais que afirmam ter oportunidades de aprender e crescer têm o dobro de chances de permanecer em suas empresas. Quando essas oportunidades somem, as pessoas começam a imaginar novas possibilidades em outro lugar. O tédio se manifesta como desengajamento, menos criatividade e iniciativa.

A razão do turnover

Se a motivação alimenta o propósito, quando os profissionais deixam de se sentir desafiados ou valorizados, o desempenho começa a cair muito antes da demissão.

Os psicólogos Edward Deci e Richard Ryan identificaram três necessidades básicas para o bem-estar no trabalho: autonomia, competência e conexão. Quando essa tríade é ignorada, a motivação entra em declínio. Os funcionários passam a focar apenas em "sobreviver ao dia" em vez de criar valor.

Esse desengajamento se espalha lentamente pelas equipes, reduzindo a energia e a performance coletiva. O resultado é uma queda gradual no comprometimento — que, com o tempo, leva as pessoas a buscar oportunidades em outros lugares.

Por isso, durante as reuniões de desligamento, pode ser importante investigar se o tédio foi o verdadeiro gatilho da saída do funcionário.

Desafios geram motivação

O trabalho pode se tornar entediante quando a rotina substitui a curiosidade. Em muitas empresas, o sucesso acaba se tornando uma armadilha. Quando os funcionários dominam suas funções, muitas vezes são designados repetidamente para as mesmas tarefas, justamente por serem confiáveis. O que começa como um reconhecimento pela excelência acaba virando repetição, e isso anestesia a motivação.

O problema não é a falta de ambição do profissional, e sim a ausência de novos desafios. Pesquisas mostram que novidade e aprendizado ativam o sistema de recompensa do cérebro, mantendo as pessoas engajadas. Sem esse estímulo, até os melhores talentos começam a perder o interesse. A previsibilidade pode parecer segurança para os líderes, mas tem um alto custo para a retenção de funcionários.

O papel da liderança

Líderes muitas vezes confundem motivação com personalidade. Presumem que algumas pessoas são naturalmente determinadas e outras, não. Na realidade, a motivação depende do ambiente.

Quando o funcionário sente que sua opinião é ignorada ou suas ideias são descartadas, sua energia diminui. E, ironicamente, os melhores colaboradores (aqueles que entregam resultados consistentes) são os primeiros a sentir a perda de propósito.

Eles querem continuar evoluindo e, quando esse impulso é sufocado, se desconectam. Benefícios como almoço grátis ou "sextas casuais" não resolvem a falta de estímulo intelectual. As pessoas querem ser desafiadas de forma significativa.

Curiosidade e motivação caminham juntas. A sensação de descoberta mantém o trabalho interessante. Estudos em neurociência mostram que a curiosidade estimula a liberação de dopamina, fortalecendo o foco e a memória. Quando líderes convidam os funcionários a fazer perguntas, experimentar e compartilhar ideias, eles os tornam protagonistas do próprio crescimento.

Até ações simples — como pedir sugestões sobre decisões ou alternar projetos entre equipes — podem reacender a energia. Quando o profissional sente que seu pensamento tem valor, ele se envolve mais profundamente com a empresa. Esse envolvimento é a base da retenção de talentos.


https://forbes.com.br/carreira/2025/11/boreout-como-o-tedio-destroi-amotivacao-e-prejudica-a-retencao-de-talentos/fragmento
"Os psicólogos Edward Deci e Richard Ryan identificaram três necessidades básicas para o bem-estar no trabalho: autonomia, competência e conexão."
O vocábulo 'bem-estar' está grafado corretamente com hífen, de acordo com uma regra específica. Agora, analise as palavras compostas a seguir, juntamente com a regra que justifica sua grafia conforme o Novo Acordo Ortográfico e identifique a alternativa incorreta.
Alternativas
Q4035364 Português
Boreout: Como o tédio destrói a motivação e prejudica a retenção de talentos. 

Aprendizado pode contar mais do que salário.

O salário atrai talentos, mas raramente os mantém. O que realmente faz as pessoas ficarem é a sensação de estarem aprendendo, contribuindo e crescendo. Quando esses elementos desaparecem, a motivação cai e a rotatividade aumenta.

De acordo com dados da consultoria global Gallup, profissionais que afirmam ter oportunidades de aprender e crescer têm o dobro de chances de permanecer em suas empresas. Quando essas oportunidades somem, as pessoas começam a imaginar novas possibilidades em outro lugar. O tédio se manifesta como desengajamento, menos criatividade e iniciativa.

A razão do turnover

Se a motivação alimenta o propósito, quando os profissionais deixam de se sentir desafiados ou valorizados, o desempenho começa a cair muito antes da demissão.

Os psicólogos Edward Deci e Richard Ryan identificaram três necessidades básicas para o bem-estar no trabalho: autonomia, competência e conexão. Quando essa tríade é ignorada, a motivação entra em declínio. Os funcionários passam a focar apenas em "sobreviver ao dia" em vez de criar valor.

Esse desengajamento se espalha lentamente pelas equipes, reduzindo a energia e a performance coletiva. O resultado é uma queda gradual no comprometimento — que, com o tempo, leva as pessoas a buscar oportunidades em outros lugares.

Por isso, durante as reuniões de desligamento, pode ser importante investigar se o tédio foi o verdadeiro gatilho da saída do funcionário.

Desafios geram motivação

O trabalho pode se tornar entediante quando a rotina substitui a curiosidade. Em muitas empresas, o sucesso acaba se tornando uma armadilha. Quando os funcionários dominam suas funções, muitas vezes são designados repetidamente para as mesmas tarefas, justamente por serem confiáveis. O que começa como um reconhecimento pela excelência acaba virando repetição, e isso anestesia a motivação.

O problema não é a falta de ambição do profissional, e sim a ausência de novos desafios. Pesquisas mostram que novidade e aprendizado ativam o sistema de recompensa do cérebro, mantendo as pessoas engajadas. Sem esse estímulo, até os melhores talentos começam a perder o interesse. A previsibilidade pode parecer segurança para os líderes, mas tem um alto custo para a retenção de funcionários.

O papel da liderança

Líderes muitas vezes confundem motivação com personalidade. Presumem que algumas pessoas são naturalmente determinadas e outras, não. Na realidade, a motivação depende do ambiente.

Quando o funcionário sente que sua opinião é ignorada ou suas ideias são descartadas, sua energia diminui. E, ironicamente, os melhores colaboradores (aqueles que entregam resultados consistentes) são os primeiros a sentir a perda de propósito.

Eles querem continuar evoluindo e, quando esse impulso é sufocado, se desconectam. Benefícios como almoço grátis ou "sextas casuais" não resolvem a falta de estímulo intelectual. As pessoas querem ser desafiadas de forma significativa.

Curiosidade e motivação caminham juntas. A sensação de descoberta mantém o trabalho interessante. Estudos em neurociência mostram que a curiosidade estimula a liberação de dopamina, fortalecendo o foco e a memória. Quando líderes convidam os funcionários a fazer perguntas, experimentar e compartilhar ideias, eles os tornam protagonistas do próprio crescimento.

Até ações simples — como pedir sugestões sobre decisões ou alternar projetos entre equipes — podem reacender a energia. Quando o profissional sente que seu pensamento tem valor, ele se envolve mais profundamente com a empresa. Esse envolvimento é a base da retenção de talentos.


https://forbes.com.br/carreira/2025/11/boreout-como-o-tedio-destroi-amotivacao-e-prejudica-a-retencao-de-talentos/fragmento
"Esse desengajamento se espalha lentamente pelas equipes, reduzindo a energia e a performance coletiva. O resultado é uma queda gradual no comprometimento — que, com o tempo, leva as pessoas a buscar oportunidades em outros lugares."
Quanto à regência dos sintagmas nominais e verbais presentes no trecho, marque com V as afirmativas verdadeiras e com F as falsas:
(__)O verbo "espalhar-se" é pronominal e exige preposição "por", corretamente empregada na forma "pelas',
(__)O verbo "reduzir" atua como transitivo direto, pois exige objeto direto que indica aquilo que sofre a redução.
(__)O verbo "levar" atua como bitransitivo, mas também pode atuar como transitivo direto, como em: "Com medo de ser assaltado, leva consigo apenas algum dinheiro."
(__)O verbo "buscar" atua como transitivo direto, exigindo complemento sem o uso de preposição.

A sequência que preenche corretamente os itens acima, de cima para baixo, é:
Alternativas
Q4035363 Português
Boreout: Como o tédio destrói a motivação e prejudica a retenção de talentos. 

Aprendizado pode contar mais do que salário.

O salário atrai talentos, mas raramente os mantém. O que realmente faz as pessoas ficarem é a sensação de estarem aprendendo, contribuindo e crescendo. Quando esses elementos desaparecem, a motivação cai e a rotatividade aumenta.

De acordo com dados da consultoria global Gallup, profissionais que afirmam ter oportunidades de aprender e crescer têm o dobro de chances de permanecer em suas empresas. Quando essas oportunidades somem, as pessoas começam a imaginar novas possibilidades em outro lugar. O tédio se manifesta como desengajamento, menos criatividade e iniciativa.

A razão do turnover

Se a motivação alimenta o propósito, quando os profissionais deixam de se sentir desafiados ou valorizados, o desempenho começa a cair muito antes da demissão.

Os psicólogos Edward Deci e Richard Ryan identificaram três necessidades básicas para o bem-estar no trabalho: autonomia, competência e conexão. Quando essa tríade é ignorada, a motivação entra em declínio. Os funcionários passam a focar apenas em "sobreviver ao dia" em vez de criar valor.

Esse desengajamento se espalha lentamente pelas equipes, reduzindo a energia e a performance coletiva. O resultado é uma queda gradual no comprometimento — que, com o tempo, leva as pessoas a buscar oportunidades em outros lugares.

Por isso, durante as reuniões de desligamento, pode ser importante investigar se o tédio foi o verdadeiro gatilho da saída do funcionário.

Desafios geram motivação

O trabalho pode se tornar entediante quando a rotina substitui a curiosidade. Em muitas empresas, o sucesso acaba se tornando uma armadilha. Quando os funcionários dominam suas funções, muitas vezes são designados repetidamente para as mesmas tarefas, justamente por serem confiáveis. O que começa como um reconhecimento pela excelência acaba virando repetição, e isso anestesia a motivação.

O problema não é a falta de ambição do profissional, e sim a ausência de novos desafios. Pesquisas mostram que novidade e aprendizado ativam o sistema de recompensa do cérebro, mantendo as pessoas engajadas. Sem esse estímulo, até os melhores talentos começam a perder o interesse. A previsibilidade pode parecer segurança para os líderes, mas tem um alto custo para a retenção de funcionários.

O papel da liderança

Líderes muitas vezes confundem motivação com personalidade. Presumem que algumas pessoas são naturalmente determinadas e outras, não. Na realidade, a motivação depende do ambiente.

Quando o funcionário sente que sua opinião é ignorada ou suas ideias são descartadas, sua energia diminui. E, ironicamente, os melhores colaboradores (aqueles que entregam resultados consistentes) são os primeiros a sentir a perda de propósito.

Eles querem continuar evoluindo e, quando esse impulso é sufocado, se desconectam. Benefícios como almoço grátis ou "sextas casuais" não resolvem a falta de estímulo intelectual. As pessoas querem ser desafiadas de forma significativa.

Curiosidade e motivação caminham juntas. A sensação de descoberta mantém o trabalho interessante. Estudos em neurociência mostram que a curiosidade estimula a liberação de dopamina, fortalecendo o foco e a memória. Quando líderes convidam os funcionários a fazer perguntas, experimentar e compartilhar ideias, eles os tornam protagonistas do próprio crescimento.

Até ações simples — como pedir sugestões sobre decisões ou alternar projetos entre equipes — podem reacender a energia. Quando o profissional sente que seu pensamento tem valor, ele se envolve mais profundamente com a empresa. Esse envolvimento é a base da retenção de talentos.


https://forbes.com.br/carreira/2025/11/boreout-como-o-tedio-destroi-amotivacao-e-prejudica-a-retencao-de-talentos/fragmento
"Presumem que algumas pessoas são naturalmente determinadas e outras, não."
Com base nas classes gramaticais dos vocábulos presentes no trecho, julgue as afirmativas:
I.O termo "presumem" é a forma verbal do verbo regular "presumir", conjugado no mesmo tempo e modo do verbo "haver" em "Eles hão de chegar ainda hoje."
II.O vocábulo "naturalmente" é um advérbio que modifica o verbo 'ser', indicando modo de ação.
III.O vocábulo "que" é um pronome relativo, referindo-se às pessoas determinadas.
IV.A palavra "outras" é um pronome indefinido, empregado com função substantiva, retomando "pessoas".

É correto o que se afirma em: 
Alternativas
Q4035362 Português
Boreout: Como o tédio destrói a motivação e prejudica a retenção de talentos. 

Aprendizado pode contar mais do que salário.

O salário atrai talentos, mas raramente os mantém. O que realmente faz as pessoas ficarem é a sensação de estarem aprendendo, contribuindo e crescendo. Quando esses elementos desaparecem, a motivação cai e a rotatividade aumenta.

De acordo com dados da consultoria global Gallup, profissionais que afirmam ter oportunidades de aprender e crescer têm o dobro de chances de permanecer em suas empresas. Quando essas oportunidades somem, as pessoas começam a imaginar novas possibilidades em outro lugar. O tédio se manifesta como desengajamento, menos criatividade e iniciativa.

A razão do turnover

Se a motivação alimenta o propósito, quando os profissionais deixam de se sentir desafiados ou valorizados, o desempenho começa a cair muito antes da demissão.

Os psicólogos Edward Deci e Richard Ryan identificaram três necessidades básicas para o bem-estar no trabalho: autonomia, competência e conexão. Quando essa tríade é ignorada, a motivação entra em declínio. Os funcionários passam a focar apenas em "sobreviver ao dia" em vez de criar valor.

Esse desengajamento se espalha lentamente pelas equipes, reduzindo a energia e a performance coletiva. O resultado é uma queda gradual no comprometimento — que, com o tempo, leva as pessoas a buscar oportunidades em outros lugares.

Por isso, durante as reuniões de desligamento, pode ser importante investigar se o tédio foi o verdadeiro gatilho da saída do funcionário.

Desafios geram motivação

O trabalho pode se tornar entediante quando a rotina substitui a curiosidade. Em muitas empresas, o sucesso acaba se tornando uma armadilha. Quando os funcionários dominam suas funções, muitas vezes são designados repetidamente para as mesmas tarefas, justamente por serem confiáveis. O que começa como um reconhecimento pela excelência acaba virando repetição, e isso anestesia a motivação.

O problema não é a falta de ambição do profissional, e sim a ausência de novos desafios. Pesquisas mostram que novidade e aprendizado ativam o sistema de recompensa do cérebro, mantendo as pessoas engajadas. Sem esse estímulo, até os melhores talentos começam a perder o interesse. A previsibilidade pode parecer segurança para os líderes, mas tem um alto custo para a retenção de funcionários.

O papel da liderança

Líderes muitas vezes confundem motivação com personalidade. Presumem que algumas pessoas são naturalmente determinadas e outras, não. Na realidade, a motivação depende do ambiente.

Quando o funcionário sente que sua opinião é ignorada ou suas ideias são descartadas, sua energia diminui. E, ironicamente, os melhores colaboradores (aqueles que entregam resultados consistentes) são os primeiros a sentir a perda de propósito.

Eles querem continuar evoluindo e, quando esse impulso é sufocado, se desconectam. Benefícios como almoço grátis ou "sextas casuais" não resolvem a falta de estímulo intelectual. As pessoas querem ser desafiadas de forma significativa.

Curiosidade e motivação caminham juntas. A sensação de descoberta mantém o trabalho interessante. Estudos em neurociência mostram que a curiosidade estimula a liberação de dopamina, fortalecendo o foco e a memória. Quando líderes convidam os funcionários a fazer perguntas, experimentar e compartilhar ideias, eles os tornam protagonistas do próprio crescimento.

Até ações simples — como pedir sugestões sobre decisões ou alternar projetos entre equipes — podem reacender a energia. Quando o profissional sente que seu pensamento tem valor, ele se envolve mais profundamente com a empresa. Esse envolvimento é a base da retenção de talentos.


https://forbes.com.br/carreira/2025/11/boreout-como-o-tedio-destroi-amotivacao-e-prejudica-a-retencao-de-talentos/fragmento
"Por isso, durante as reuniões de desligamento, pode ser importante investigar se o tédio foi o verdadeiro gatilho da saída do funcionário."
Analise sintaticamente os elementos que compõem o período acima e julgue as afirmativas:
I.A expressão "as reuniões de desligamento" representa o sujeito da locução verbal "pode ser", indicando que as "reuniões" são importantes.
II.A locução verbal "pode ser" pertence a uma oração sem sujeito, pois o verbo "ser" está empregado de forma impessoal, indicando uma possibilidade ou hipótese sem agente determinado.
III.A oração "se o tédio foi o verdadeiro gatilho da saída do funcionário" é subordinada substantiva objetiva direta, pois completa o sentido do verbo "investigar".
IV.A expressão "verdadeiro" exerce a mesma função sintática do "me" em "O rapaz pisou-me o pé ao atravessar a rua".

É correto o que se afirma em:
Alternativas
Q4035361 Português
Boreout: Como o tédio destrói a motivação e prejudica a retenção de talentos. 

Aprendizado pode contar mais do que salário.

O salário atrai talentos, mas raramente os mantém. O que realmente faz as pessoas ficarem é a sensação de estarem aprendendo, contribuindo e crescendo. Quando esses elementos desaparecem, a motivação cai e a rotatividade aumenta.

De acordo com dados da consultoria global Gallup, profissionais que afirmam ter oportunidades de aprender e crescer têm o dobro de chances de permanecer em suas empresas. Quando essas oportunidades somem, as pessoas começam a imaginar novas possibilidades em outro lugar. O tédio se manifesta como desengajamento, menos criatividade e iniciativa.

A razão do turnover

Se a motivação alimenta o propósito, quando os profissionais deixam de se sentir desafiados ou valorizados, o desempenho começa a cair muito antes da demissão.

Os psicólogos Edward Deci e Richard Ryan identificaram três necessidades básicas para o bem-estar no trabalho: autonomia, competência e conexão. Quando essa tríade é ignorada, a motivação entra em declínio. Os funcionários passam a focar apenas em "sobreviver ao dia" em vez de criar valor.

Esse desengajamento se espalha lentamente pelas equipes, reduzindo a energia e a performance coletiva. O resultado é uma queda gradual no comprometimento — que, com o tempo, leva as pessoas a buscar oportunidades em outros lugares.

Por isso, durante as reuniões de desligamento, pode ser importante investigar se o tédio foi o verdadeiro gatilho da saída do funcionário.

Desafios geram motivação

O trabalho pode se tornar entediante quando a rotina substitui a curiosidade. Em muitas empresas, o sucesso acaba se tornando uma armadilha. Quando os funcionários dominam suas funções, muitas vezes são designados repetidamente para as mesmas tarefas, justamente por serem confiáveis. O que começa como um reconhecimento pela excelência acaba virando repetição, e isso anestesia a motivação.

O problema não é a falta de ambição do profissional, e sim a ausência de novos desafios. Pesquisas mostram que novidade e aprendizado ativam o sistema de recompensa do cérebro, mantendo as pessoas engajadas. Sem esse estímulo, até os melhores talentos começam a perder o interesse. A previsibilidade pode parecer segurança para os líderes, mas tem um alto custo para a retenção de funcionários.

O papel da liderança

Líderes muitas vezes confundem motivação com personalidade. Presumem que algumas pessoas são naturalmente determinadas e outras, não. Na realidade, a motivação depende do ambiente.

Quando o funcionário sente que sua opinião é ignorada ou suas ideias são descartadas, sua energia diminui. E, ironicamente, os melhores colaboradores (aqueles que entregam resultados consistentes) são os primeiros a sentir a perda de propósito.

Eles querem continuar evoluindo e, quando esse impulso é sufocado, se desconectam. Benefícios como almoço grátis ou "sextas casuais" não resolvem a falta de estímulo intelectual. As pessoas querem ser desafiadas de forma significativa.

Curiosidade e motivação caminham juntas. A sensação de descoberta mantém o trabalho interessante. Estudos em neurociência mostram que a curiosidade estimula a liberação de dopamina, fortalecendo o foco e a memória. Quando líderes convidam os funcionários a fazer perguntas, experimentar e compartilhar ideias, eles os tornam protagonistas do próprio crescimento.

Até ações simples — como pedir sugestões sobre decisões ou alternar projetos entre equipes — podem reacender a energia. Quando o profissional sente que seu pensamento tem valor, ele se envolve mais profundamente com a empresa. Esse envolvimento é a base da retenção de talentos.


https://forbes.com.br/carreira/2025/11/boreout-como-o-tedio-destroi-amotivacao-e-prejudica-a-retencao-de-talentos/fragmento
"Quando os funcionários dominam suas funções, muitas vezes são designados repetidamente para as mesmas tarefas, justamente por serem confiáveis."
Os vocábulos "para" e "são" são exemplos de homônimos, pois, dependendo do contexto, adquirem significados distintos. Agora, complete as lacunas com os homônimos ou parônimos adequados de acordo com o contexto:
I.O relatório foi______de incompleto pela equipe de auditoria
II.A______densa pela manhã dificultou a visibilidade nas estradas.
III.O juiz_____ uma multa muito alta a todos condutores que avançarem o sinal.
IV.O palestrante procurou______a ideia de que apenas gênios alcançam o sucesso.

Os sintagmas que completam correta e respectivamente as lacunas são:
Alternativas
Q4035360 Português
Boreout: Como o tédio destrói a motivação e prejudica a retenção de talentos. 

Aprendizado pode contar mais do que salário.

O salário atrai talentos, mas raramente os mantém. O que realmente faz as pessoas ficarem é a sensação de estarem aprendendo, contribuindo e crescendo. Quando esses elementos desaparecem, a motivação cai e a rotatividade aumenta.

De acordo com dados da consultoria global Gallup, profissionais que afirmam ter oportunidades de aprender e crescer têm o dobro de chances de permanecer em suas empresas. Quando essas oportunidades somem, as pessoas começam a imaginar novas possibilidades em outro lugar. O tédio se manifesta como desengajamento, menos criatividade e iniciativa.

A razão do turnover

Se a motivação alimenta o propósito, quando os profissionais deixam de se sentir desafiados ou valorizados, o desempenho começa a cair muito antes da demissão.

Os psicólogos Edward Deci e Richard Ryan identificaram três necessidades básicas para o bem-estar no trabalho: autonomia, competência e conexão. Quando essa tríade é ignorada, a motivação entra em declínio. Os funcionários passam a focar apenas em "sobreviver ao dia" em vez de criar valor.

Esse desengajamento se espalha lentamente pelas equipes, reduzindo a energia e a performance coletiva. O resultado é uma queda gradual no comprometimento — que, com o tempo, leva as pessoas a buscar oportunidades em outros lugares.

Por isso, durante as reuniões de desligamento, pode ser importante investigar se o tédio foi o verdadeiro gatilho da saída do funcionário.

Desafios geram motivação

O trabalho pode se tornar entediante quando a rotina substitui a curiosidade. Em muitas empresas, o sucesso acaba se tornando uma armadilha. Quando os funcionários dominam suas funções, muitas vezes são designados repetidamente para as mesmas tarefas, justamente por serem confiáveis. O que começa como um reconhecimento pela excelência acaba virando repetição, e isso anestesia a motivação.

O problema não é a falta de ambição do profissional, e sim a ausência de novos desafios. Pesquisas mostram que novidade e aprendizado ativam o sistema de recompensa do cérebro, mantendo as pessoas engajadas. Sem esse estímulo, até os melhores talentos começam a perder o interesse. A previsibilidade pode parecer segurança para os líderes, mas tem um alto custo para a retenção de funcionários.

O papel da liderança

Líderes muitas vezes confundem motivação com personalidade. Presumem que algumas pessoas são naturalmente determinadas e outras, não. Na realidade, a motivação depende do ambiente.

Quando o funcionário sente que sua opinião é ignorada ou suas ideias são descartadas, sua energia diminui. E, ironicamente, os melhores colaboradores (aqueles que entregam resultados consistentes) são os primeiros a sentir a perda de propósito.

Eles querem continuar evoluindo e, quando esse impulso é sufocado, se desconectam. Benefícios como almoço grátis ou "sextas casuais" não resolvem a falta de estímulo intelectual. As pessoas querem ser desafiadas de forma significativa.

Curiosidade e motivação caminham juntas. A sensação de descoberta mantém o trabalho interessante. Estudos em neurociência mostram que a curiosidade estimula a liberação de dopamina, fortalecendo o foco e a memória. Quando líderes convidam os funcionários a fazer perguntas, experimentar e compartilhar ideias, eles os tornam protagonistas do próprio crescimento.

Até ações simples — como pedir sugestões sobre decisões ou alternar projetos entre equipes — podem reacender a energia. Quando o profissional sente que seu pensamento tem valor, ele se envolve mais profundamente com a empresa. Esse envolvimento é a base da retenção de talentos.


https://forbes.com.br/carreira/2025/11/boreout-como-o-tedio-destroi-amotivacao-e-prejudica-a-retencao-de-talentos/fragmento
Considerando o texto-base, identifique a alternativa que não pode ser concluída a partir de sua leitura.
Alternativas
Q4035357 Pedagogia
O professor é um dos atores sociais mais importantes na escola, por estar diretamente ligado ao processo de ensino-aprendizagem. Nesse sentido, a valorização do magistério é um dos princípios do Projeto Político Pedagógico (PPP), que deve conter ações voltadas para a formação continuada dos professores, considerando que a qualidade da educação está intimamente relacionada à formação e habilitação docente. Considerando a organização do trabalho escolar, o PPP precisa integrar ações nas esferas que compõem a gestão escolar. Associe corretamente cada esfera com sua função:

Coluna I
1.Administrativa
2.Pedagógica
3.Financeira

Coluna II
a.Planejamento, execução e avaliação do processo de ensino-aprendizagem.
b.Relacionada a questões de infraestrutura, patrimônio, organização de documentos, gestão de pessoas.
c.Gerenciamento do orçamento da instituição.

Correlacione as colunas I e II, e assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q4035356 Pedagogia
O currículo escolar é um elemento fundamental que orienta as práticas educativas e está diretamente vinculado à aprendizagem dos alunos. Ele reflete as expectativas da sociedade e da cultura, e é construído a partir do projeto pedagógico da escola. O currículo não apenas organiza as experiências educativas, mas também define as finalidades do ensino, as metodologias e as formas de avaliação. Com base nesse conceito de currículo, assinale a alternativa que melhor descreve sua função dentro do contexto escolar:
Alternativas
Q4035355 Pedagogia
A perspectiva da educação inclusiva exige que a escola reconheça a diversidade humana, reflita sobre práticas pedagógicas marcadas por visões limitantes e promova ações de acolhimento, apoio e participação da comunidade escolar. Nesse contexto, torna-se essencial compreender as reais dificuldades enfrentadas pelos alunos e reorganizar o trabalho pedagógico para atender às demandas da aprendizagem.
Com base nessa abordagem, assinale a alternativa que expressa um princípio fundamental da educação inclusiva:
Alternativas
Q4035354 Pedagogia
A Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (Lei nº 9.394/1996) estabelece fundamentos que orientam a organização dos currículos da Educação Básica no Brasil. Entre esses fundamentos, destacam-se a definição de uma base comum para todos os sistemas de ensino e a necessidade de considerar as particularidades regionais e locais no planejamento curricular. Esses princípios contribuíram para a formulação da Base Nacional Comum Curricular (BNCC). Com base nessas orientações legais, assinale a alternativa que expressa corretamente uma implicação para a organização curricular das escolas.
Alternativas
Q4035346 Português
A revolução discreta da cidade italiana que virou alternativa ao turismo excessivo de Veneza

O ar está impregnado de sal e manteiga quando uma tigela de tagliatelle com anchovas e ovas de bacalhau chega à mesa junto ao canal. A garçonete serve vinho branco e elogia a Primiero Botìro, manteiga alpina feita com leite cru, "mais saborosa nesta época".

É setembro em Treviso, cidade encantadora e discreta do norte da Itália, muitas vezes apenas ponto de passagem rumo à vizinha Veneza. Cercada por muralhas e cortada por canais, é berço do tiramissu e símbolo do vinho pró seco.

Recentemente, Treviso tornou-se a primeira cidade italiana a conquistar o European Green Leaf Award, da União Europeia, que reconhece o compromisso ambiental de cidades médias. Com cerca de noventa e quatro mil habitantes, transformou um aterro em parque solar, recuperou canais e criou projetos de biodiversidade que melhoraram a qualidade do ar.

A iniciativa se estende às Colinas de Prosecco, tombadas pela Unesco, onde produtores adotam práticas sustentáveis. O contraste com Veneza é evidente: enquanto a vizinha ainda sofre com turismo excessivo e poluição, Treviso cresce com equilíbrio. A taxa cobrada de visitantes em Veneza arrecada milhões, mas não reduziu significativamente o fluxo diário de turistas.

"Temos muito orgulho da nossa cidade", afirma o vice-prefeito Alessandro Manera. "O prêmio mostra quem está melhorando, não quem é mais bonita." Desde o início da missão sustentável, há sete anos, Treviso ampliou ciclovias, implantou reciclagem escolar e plantou seis mil árvores — essenciais para purificar o ar do Vale do Pó. O sistema de esgoto, antes restrito a 27% da população, já atende 64% e deve alcançar 80%.

Conhecida como "pequena Veneza", Treviso tem nos canais sua alma. "Eles são os protagonistas", diz a guia Ilaria Barbon. "A água moldou a cidade desde o século 16." Hoje, a qualidade hídrica é excelente, e o aplicativo Free Aqua permite monitorar o abastecimento. A prefeitura distribui garrafas de alumínio nas escolas para atingir a meta de plástico zero.

Antigos moinhos do século 16 voltaram a gerar energia, e um deles abastece o mercado central de peixes. Outro projeto, de vinte e cinco milhões de euros, substituirá toda a iluminação pública por LED, reduzindo o consumo em 70%.

A guia Annalisa De Martin conduz passeios de bicicleta pelos canais e termina com tiramissu, sobremesa criada ali no século 18. Treviso também é famosa pelo radicchio, usado em risotos, molhos, doces e até em uma versão inusitada da sobremesa durante a "Copa do Mundo do Tiramissu".

Nas colinas de Prosecco, o enólogo Sandro Bottega relata os efeitos das mudanças climáticas: verões secos e granizo fora de época reduziram as colheitas. Para reagir, os produtores adotam adubação verde, energia solar e climatização geotérmica.

Assim, Treviso consolida-se como exemplo de harmonia entre tradição e inovação — uma cidade que une história, sustentabilidade e os prazeres simples da boa comida, da água limpa e da consciência ambiental.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cvgk71mjnz2o.adaptado.
Treviso consolidou-se como exemplo de harmonia entre tradição e inovação.
Em se tratando de colocação pronominal, é correto afirmar que:
Alternativas
Q4035345 Português
A revolução discreta da cidade italiana que virou alternativa ao turismo excessivo de Veneza

O ar está impregnado de sal e manteiga quando uma tigela de tagliatelle com anchovas e ovas de bacalhau chega à mesa junto ao canal. A garçonete serve vinho branco e elogia a Primiero Botìro, manteiga alpina feita com leite cru, "mais saborosa nesta época".

É setembro em Treviso, cidade encantadora e discreta do norte da Itália, muitas vezes apenas ponto de passagem rumo à vizinha Veneza. Cercada por muralhas e cortada por canais, é berço do tiramissu e símbolo do vinho pró seco.

Recentemente, Treviso tornou-se a primeira cidade italiana a conquistar o European Green Leaf Award, da União Europeia, que reconhece o compromisso ambiental de cidades médias. Com cerca de noventa e quatro mil habitantes, transformou um aterro em parque solar, recuperou canais e criou projetos de biodiversidade que melhoraram a qualidade do ar.

A iniciativa se estende às Colinas de Prosecco, tombadas pela Unesco, onde produtores adotam práticas sustentáveis. O contraste com Veneza é evidente: enquanto a vizinha ainda sofre com turismo excessivo e poluição, Treviso cresce com equilíbrio. A taxa cobrada de visitantes em Veneza arrecada milhões, mas não reduziu significativamente o fluxo diário de turistas.

"Temos muito orgulho da nossa cidade", afirma o vice-prefeito Alessandro Manera. "O prêmio mostra quem está melhorando, não quem é mais bonita." Desde o início da missão sustentável, há sete anos, Treviso ampliou ciclovias, implantou reciclagem escolar e plantou seis mil árvores — essenciais para purificar o ar do Vale do Pó. O sistema de esgoto, antes restrito a 27% da população, já atende 64% e deve alcançar 80%.

Conhecida como "pequena Veneza", Treviso tem nos canais sua alma. "Eles são os protagonistas", diz a guia Ilaria Barbon. "A água moldou a cidade desde o século 16." Hoje, a qualidade hídrica é excelente, e o aplicativo Free Aqua permite monitorar o abastecimento. A prefeitura distribui garrafas de alumínio nas escolas para atingir a meta de plástico zero.

Antigos moinhos do século 16 voltaram a gerar energia, e um deles abastece o mercado central de peixes. Outro projeto, de vinte e cinco milhões de euros, substituirá toda a iluminação pública por LED, reduzindo o consumo em 70%.

A guia Annalisa De Martin conduz passeios de bicicleta pelos canais e termina com tiramissu, sobremesa criada ali no século 18. Treviso também é famosa pelo radicchio, usado em risotos, molhos, doces e até em uma versão inusitada da sobremesa durante a "Copa do Mundo do Tiramissu".

Nas colinas de Prosecco, o enólogo Sandro Bottega relata os efeitos das mudanças climáticas: verões secos e granizo fora de época reduziram as colheitas. Para reagir, os produtores adotam adubação verde, energia solar e climatização geotérmica.

Assim, Treviso consolida-se como exemplo de harmonia entre tradição e inovação — uma cidade que une história, sustentabilidade e os prazeres simples da boa comida, da água limpa e da consciência ambiental.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cvgk71mjnz2o.adaptado.
O ar "está" impregnado de sal e manteiga quando uma tigela de tagliatelle com anchovas e ovas de bacalhau "chega" à mesa junto ao canal.
Substituindo os verbos destacados por pretérito mais-que-perfeito do indicativo e pretérito perfeito do indicativo, respectivamente, tem-se: 
Alternativas
Q4035344 Português
A revolução discreta da cidade italiana que virou alternativa ao turismo excessivo de Veneza

O ar está impregnado de sal e manteiga quando uma tigela de tagliatelle com anchovas e ovas de bacalhau chega à mesa junto ao canal. A garçonete serve vinho branco e elogia a Primiero Botìro, manteiga alpina feita com leite cru, "mais saborosa nesta época".

É setembro em Treviso, cidade encantadora e discreta do norte da Itália, muitas vezes apenas ponto de passagem rumo à vizinha Veneza. Cercada por muralhas e cortada por canais, é berço do tiramissu e símbolo do vinho pró seco.

Recentemente, Treviso tornou-se a primeira cidade italiana a conquistar o European Green Leaf Award, da União Europeia, que reconhece o compromisso ambiental de cidades médias. Com cerca de noventa e quatro mil habitantes, transformou um aterro em parque solar, recuperou canais e criou projetos de biodiversidade que melhoraram a qualidade do ar.

A iniciativa se estende às Colinas de Prosecco, tombadas pela Unesco, onde produtores adotam práticas sustentáveis. O contraste com Veneza é evidente: enquanto a vizinha ainda sofre com turismo excessivo e poluição, Treviso cresce com equilíbrio. A taxa cobrada de visitantes em Veneza arrecada milhões, mas não reduziu significativamente o fluxo diário de turistas.

"Temos muito orgulho da nossa cidade", afirma o vice-prefeito Alessandro Manera. "O prêmio mostra quem está melhorando, não quem é mais bonita." Desde o início da missão sustentável, há sete anos, Treviso ampliou ciclovias, implantou reciclagem escolar e plantou seis mil árvores — essenciais para purificar o ar do Vale do Pó. O sistema de esgoto, antes restrito a 27% da população, já atende 64% e deve alcançar 80%.

Conhecida como "pequena Veneza", Treviso tem nos canais sua alma. "Eles são os protagonistas", diz a guia Ilaria Barbon. "A água moldou a cidade desde o século 16." Hoje, a qualidade hídrica é excelente, e o aplicativo Free Aqua permite monitorar o abastecimento. A prefeitura distribui garrafas de alumínio nas escolas para atingir a meta de plástico zero.

Antigos moinhos do século 16 voltaram a gerar energia, e um deles abastece o mercado central de peixes. Outro projeto, de vinte e cinco milhões de euros, substituirá toda a iluminação pública por LED, reduzindo o consumo em 70%.

A guia Annalisa De Martin conduz passeios de bicicleta pelos canais e termina com tiramissu, sobremesa criada ali no século 18. Treviso também é famosa pelo radicchio, usado em risotos, molhos, doces e até em uma versão inusitada da sobremesa durante a "Copa do Mundo do Tiramissu".

Nas colinas de Prosecco, o enólogo Sandro Bottega relata os efeitos das mudanças climáticas: verões secos e granizo fora de época reduziram as colheitas. Para reagir, os produtores adotam adubação verde, energia solar e climatização geotérmica.

Assim, Treviso consolida-se como exemplo de harmonia entre tradição e inovação — uma cidade que une história, sustentabilidade e os prazeres simples da boa comida, da água limpa e da consciência ambiental.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cvgk71mjnz2o.adaptado.
A iniciativa se estende "às" Colinas de Prosecco, tombadas pela Unesco, onde produtores adotam práticas sustentáveis.
Em relação ao uso do acento indicativo de crase no termo destacado, é correto afirmar que: 
Alternativas
Q4035343 Português
A revolução discreta da cidade italiana que virou alternativa ao turismo excessivo de Veneza

O ar está impregnado de sal e manteiga quando uma tigela de tagliatelle com anchovas e ovas de bacalhau chega à mesa junto ao canal. A garçonete serve vinho branco e elogia a Primiero Botìro, manteiga alpina feita com leite cru, "mais saborosa nesta época".

É setembro em Treviso, cidade encantadora e discreta do norte da Itália, muitas vezes apenas ponto de passagem rumo à vizinha Veneza. Cercada por muralhas e cortada por canais, é berço do tiramissu e símbolo do vinho pró seco.

Recentemente, Treviso tornou-se a primeira cidade italiana a conquistar o European Green Leaf Award, da União Europeia, que reconhece o compromisso ambiental de cidades médias. Com cerca de noventa e quatro mil habitantes, transformou um aterro em parque solar, recuperou canais e criou projetos de biodiversidade que melhoraram a qualidade do ar.

A iniciativa se estende às Colinas de Prosecco, tombadas pela Unesco, onde produtores adotam práticas sustentáveis. O contraste com Veneza é evidente: enquanto a vizinha ainda sofre com turismo excessivo e poluição, Treviso cresce com equilíbrio. A taxa cobrada de visitantes em Veneza arrecada milhões, mas não reduziu significativamente o fluxo diário de turistas.

"Temos muito orgulho da nossa cidade", afirma o vice-prefeito Alessandro Manera. "O prêmio mostra quem está melhorando, não quem é mais bonita." Desde o início da missão sustentável, há sete anos, Treviso ampliou ciclovias, implantou reciclagem escolar e plantou seis mil árvores — essenciais para purificar o ar do Vale do Pó. O sistema de esgoto, antes restrito a 27% da população, já atende 64% e deve alcançar 80%.

Conhecida como "pequena Veneza", Treviso tem nos canais sua alma. "Eles são os protagonistas", diz a guia Ilaria Barbon. "A água moldou a cidade desde o século 16." Hoje, a qualidade hídrica é excelente, e o aplicativo Free Aqua permite monitorar o abastecimento. A prefeitura distribui garrafas de alumínio nas escolas para atingir a meta de plástico zero.

Antigos moinhos do século 16 voltaram a gerar energia, e um deles abastece o mercado central de peixes. Outro projeto, de vinte e cinco milhões de euros, substituirá toda a iluminação pública por LED, reduzindo o consumo em 70%.

A guia Annalisa De Martin conduz passeios de bicicleta pelos canais e termina com tiramissu, sobremesa criada ali no século 18. Treviso também é famosa pelo radicchio, usado em risotos, molhos, doces e até em uma versão inusitada da sobremesa durante a "Copa do Mundo do Tiramissu".

Nas colinas de Prosecco, o enólogo Sandro Bottega relata os efeitos das mudanças climáticas: verões secos e granizo fora de época reduziram as colheitas. Para reagir, os produtores adotam adubação verde, energia solar e climatização geotérmica.

Assim, Treviso consolida-se como exemplo de harmonia entre tradição e inovação — uma cidade que une história, sustentabilidade e os prazeres simples da boa comida, da água limpa e da consciência ambiental.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cvgk71mjnz2o.adaptado.
O texto apresenta Treviso como exemplo de cidade que alia desenvolvimento e sustentabilidade, mostrando como políticas locais e tradições culturais podem conviver em harmonia.
Com base nas informações e ideias do texto, assinale a alternativa correta. 
Alternativas
Q4035342 Português
A revolução discreta da cidade italiana que virou alternativa ao turismo excessivo de Veneza

O ar está impregnado de sal e manteiga quando uma tigela de tagliatelle com anchovas e ovas de bacalhau chega à mesa junto ao canal. A garçonete serve vinho branco e elogia a Primiero Botìro, manteiga alpina feita com leite cru, "mais saborosa nesta época".

É setembro em Treviso, cidade encantadora e discreta do norte da Itália, muitas vezes apenas ponto de passagem rumo à vizinha Veneza. Cercada por muralhas e cortada por canais, é berço do tiramissu e símbolo do vinho pró seco.

Recentemente, Treviso tornou-se a primeira cidade italiana a conquistar o European Green Leaf Award, da União Europeia, que reconhece o compromisso ambiental de cidades médias. Com cerca de noventa e quatro mil habitantes, transformou um aterro em parque solar, recuperou canais e criou projetos de biodiversidade que melhoraram a qualidade do ar.

A iniciativa se estende às Colinas de Prosecco, tombadas pela Unesco, onde produtores adotam práticas sustentáveis. O contraste com Veneza é evidente: enquanto a vizinha ainda sofre com turismo excessivo e poluição, Treviso cresce com equilíbrio. A taxa cobrada de visitantes em Veneza arrecada milhões, mas não reduziu significativamente o fluxo diário de turistas.

"Temos muito orgulho da nossa cidade", afirma o vice-prefeito Alessandro Manera. "O prêmio mostra quem está melhorando, não quem é mais bonita." Desde o início da missão sustentável, há sete anos, Treviso ampliou ciclovias, implantou reciclagem escolar e plantou seis mil árvores — essenciais para purificar o ar do Vale do Pó. O sistema de esgoto, antes restrito a 27% da população, já atende 64% e deve alcançar 80%.

Conhecida como "pequena Veneza", Treviso tem nos canais sua alma. "Eles são os protagonistas", diz a guia Ilaria Barbon. "A água moldou a cidade desde o século 16." Hoje, a qualidade hídrica é excelente, e o aplicativo Free Aqua permite monitorar o abastecimento. A prefeitura distribui garrafas de alumínio nas escolas para atingir a meta de plástico zero.

Antigos moinhos do século 16 voltaram a gerar energia, e um deles abastece o mercado central de peixes. Outro projeto, de vinte e cinco milhões de euros, substituirá toda a iluminação pública por LED, reduzindo o consumo em 70%.

A guia Annalisa De Martin conduz passeios de bicicleta pelos canais e termina com tiramissu, sobremesa criada ali no século 18. Treviso também é famosa pelo radicchio, usado em risotos, molhos, doces e até em uma versão inusitada da sobremesa durante a "Copa do Mundo do Tiramissu".

Nas colinas de Prosecco, o enólogo Sandro Bottega relata os efeitos das mudanças climáticas: verões secos e granizo fora de época reduziram as colheitas. Para reagir, os produtores adotam adubação verde, energia solar e climatização geotérmica.

Assim, Treviso consolida-se como exemplo de harmonia entre tradição e inovação — uma cidade que une história, sustentabilidade e os prazeres simples da boa comida, da água limpa e da consciência ambiental.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cvgk71mjnz2o.adaptado.
Desde o início da missão sustentável, há sete anos, Treviso ampliou ciclovias, implantou reciclagem escolar e plantou seis mil árvores.
Considerando a pontuação e a ordem dos termos, assinale a alternativa em que a reescrita da frase mantém a correção e o sentido originais.
Alternativas
Q4034604 Português
Analise o emprego da linguagem nos textos a seguir:

Texto I
"Participei do evento organizado pela instituição cultural e constatei que a estrutura estava bem planejada, com uma programação variada e um ambiente seguro e acolhedor para todos os presentes."
Texto II
"Fui na festa e achei tudo legal! A música tava da pesada e nois se divertiu muito."
As variações linguísticas correspondem às diferenças que uma língua manifesta em função de fatores como a região, a cultura ou o contexto social em que é empregada.


Com base nisso, assinale a alternativa que indica corretamente o tipo de variação presente nos dois textos.
Alternativas
Q4034603 Pedagogia
A prática pedagógica envolve parcerias, expectativas do docente, condições de ensino e os espaços escolares. O objetivo da prática pedagógica é estimular o aprendizado dos alunos, promovendo ações que facilitem e tornem mais eficaz o processo de aprendizagem.
Considerando as práticas pedagógicas atuais para o ensino de Língua Portuguesa, julgue as assertivas a seguir:

I.O professor deve priorizar o ensino da gramática normativa como um conteúdo independente, assegurando que o aluno decore as regras gramaticais antes de desenvolver atividades de escrita.

II.O ensino da Língua Portuguesa deve priorizar a leitura e a escrita como práticas de interação social, estimulando o estudante a refletir sobre os usos da linguagem em diferentes contextos.

III.A correção da escrita deve ocorrer apenas ao final do processo, sem que o aluno participe da revisão ou reflexão sobre suas escolhas linguísticas.

IV.O professor deve evitar o uso de gêneros literários, já que, na linguagem moderna, eles são considerados pouco adequados e não contribuem para o aprendizado da gramática e da literatura.


É correto o que se afirma em:
Alternativas
Respostas
1481: D
1482: C
1483: B
1484: C
1485: B
1486: B
1487: C
1488: B
1489: D
1490: B
1491: C
1492: A
1493: A
1494: D
1495: D
1496: B
1497: D
1498: B
1499: D
1500: D