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“Mal¹ nascera, e a brevidade dos seus instantes já anunciavam [...]”
“Será que esperava demais de si mesma²?”
O processo de formação da palavra busca se deu por:
A tira a seguir serve de referência para a questão.

Fonte: GONSALES, Fernando. Níquel Náusea. Disponível em: https://www.instagram.com/p/DMxLZfjORNZ/?img_index=3. Acesso em: 31 jul. 2025.
Fonte: BORTONI-RICARDO, Stella Maris. Nós cheguemu na escola, e agora? Sociolinguística & educação. São Paulo: Parábola Editorial, 2005 (Série Língua[gem], v. 11).
Tendo em mente esse posicionamento da autora, leia o caso a seguir: em sua prática pedagógica, Leila, professora de português da Educação Básica, percebe que seus alunos chegam à escola com registros de linguagem cada vez mais heterogêneos. Recentemente, chegou a uma de suas turmas Carlos, um aluno oriundo da zona rural, que fala a variedade linguística típica de sua região. Os demais alunos consideram que Carlos fala errado e o “corrigem” com frequência. Por vezes, zombam dele. Como Leila deve intervir? Analise as assertivas abaixo.
I- A professora deve corrigir Carlos, pois ele precisa substituir a sua variedade linguística pela norma culta.
II- A professora deve conscientizar os alunos de que a língua varia. Logo, Carlos não fala errado. Ele apenas usa uma variedade diferente da norma urbana culta.
III- A professora deve aproveitar a oportunidade para reforçar a importância do purismo linguístico, que deve ser ensinado na escola.
É CORRETO o que se afirma em:
Fonte: LOPES-ROSSI, Maria Aparecida Garcia. Gêneros discursivos no ensino de leitura e produção de textos. In: MARCUSCHI, Luiz Antônio et al. Gêneros textuais: reflexões e ensino. Organização de Acir Mário Karwoski, Beatriz Gaydecza e Karim Siebeneicher Brito. 4. ed. São Paulo: Parábola Editorial, 2011 (Série Estratégias de Ensino; v. 25).
Com base nesta afirmação da autora, analise as assertivas abaixo:
I- O trabalho com gêneros textuais/discursivos é fundamental para o desenvolvimento das práticas de leitura/escuta e produção textual/oralidade.
II- Através do trabalho com gêneros textuais/discursivos, os alunos acessam de forma contextualizada o funcionamento da linguagem e tornam-se proficientes na leitura e na escrita.
III- De acordo com a autora, a autonomia do aluno na Educação Básica com relação às práticas de linguagem independem do trabalho pedagógico com gêneros discursivos.
É CORRETO o que se afirma em:
Fonte: ANTUNES, Irandé. Gramática contextualizada: limpando “o pó das ideias simples”. 1. ed. São Paulo: Parábola Editorial, 2014 (Série Estratégias de Ensino; v. 49).
Acerca do posicionamento de Antunes (2014), analise as seguintes assertivas.
I- O sucesso do ensino da metalinguagem gramatical independe da proficiência em leitura e escrita.
II- É improdutivo ensinar a metalinguagem gramatical se os alunos estão apresentando sérias dificuldades acerca do domínio da leitura e da escrita.
III- O ensino gramatical deve ser contextualizado, ou seja, ele deve suscitar o domínio das práticas de leitura e escrita.
É CORRETO o que se afirma em:
Leia o seguinte posicionamento de Fayol (2014, p. 85): “[...] preparar a redação equivale a produzir, e vice-versa. Os conhecimentos disponíveis são a principal dimensão a ter um efeito sobre a qualidade e o tamanho dos textos, bem como sobre o modo de produção: os textos são melhores na medida em que os conhecimentos prévios são numerosos e bem-organizados na memória”.
Fonte: FAYOL, Michel. Aquisição da escrita. 1. ed. São Paulo: Parábola Editorial, 2014 (Série Estratégias de Ensino; v. 45).
Com base nas elucidações de Fayol (2014), considere a seguinte situação de sala de aula: Aline, professora de português do 6º ano do Ensino Fundamental, percebe que a escrita de seus alunos é muito influenciada pela oralidade e pouco desenvolvida. Uma estratégia CORRETA para abordar a situação é: