Questões de Concurso
Comentadas para professor - inglês
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De acordo com o artigo 212 da Constituição Federal Brasileira, de 1988, a União deve aplicar, anualmente, nunca menos de dezoito por cento, e os Estados, o Distrito Federal e os Municípios vinte e cinco por cento, no mínimo, da receita resultante de impostos.
Devem ser usados para as necessidades do ensino __________, _________ o montante destinado aos programas ___________ de alimentação e assistência à __________ .
Assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas com os termos a respeito desses recursos públicos destinados ao ensino.
Faz alguns anos que um grupo de amigos se reúne comigo para ler poesia. Numa dessas reuniões nos deparamos com esta afirmação de Gandhi: “Eu nunca acreditei que a sobrevivência fosse um valor último. A vida, para ser bela, deve estar cercada de vontade, de bondade e de liberdade. Essas são coisas pelas quais vale a pena morrer”. Essas palavras provocaram um silêncio meditativo, até que um dos membros do grupo, que se chama Canoeiros, sugeriu que fizéssemos um exercício espiritual. Um joguinho de “faz de conta”. “Vamos fazer de conta que sabemos que temos apenas um ano a mais de vida. Como é que viveremos sabendo que o tempo é curto?”
A consciência da morte nos dá uma maravilhosa lucidez. D. Juan, o bruxo do livro de Carlos Castañeda, Viagem a Ixtlan, advertia seu discípulo: “Essa bem pode ser a sua última batalha sobre a terra”. Sim, bem pode ser. Somente os tolos pensam de outra forma. E se ela pode ser a última batalha, que seja uma batalha que valha a pena. E, com isso, nos libertamos de uma infinidade de coisas ptolas e mesquinhas que permitimos se aninhem em nossos pensamentos e coração. Resta então a pergunta: “O que é o essencial?”. Um conhecido meu, ao saber que tinha um câncer no cérebro e que lhe restavam não mais que seis meses de vida, começou uma vida nova. As etiquetas sociais não mais faziam sentido. Passou a receber somente as pessoas que desejava receber, os amigos, com quem podia compartilhar seus sentimentos. Eliot se refere a um tempo em que ficamos livres da compulsão prática – fazer, fazer, fazer. Não havia mais nada a fazer. Era hora de se entregar inteiramente ao deleite da vida: ver os cenários que ele amava, ouvir as músicas que lhe davam prazer, ler os textos antigos que o haviam alimentado.
O fato é que, sem que o saibamos, todos nós estamos enfermos de morte e é preciso viver a vida com sabedoria para que ela, a vida, não seja estragada pela loucura que nos cerca.
(Rubem Alves. Variações sobre o prazer: Santo Agostinho, Nietzsche, Marx e Babette. São Paulo, Editora Planeta do Brasil, 2011. Adaptado)
Faz alguns anos que um grupo de amigos se reúne comigo para ler poesia. Numa dessas reuniões nos deparamos com esta afirmação de Gandhi: “Eu nunca acreditei que a sobrevivência fosse um valor último. A vida, para ser bela, deve estar cercada de vontade, de bondade e de liberdade. Essas são coisas pelas quais vale a pena morrer”. Essas palavras provocaram um silêncio meditativo, até que um dos membros do grupo, que se chama Canoeiros, sugeriu que fizéssemos um exercício espiritual. Um joguinho de “faz de conta”. “Vamos fazer de conta que sabemos que temos apenas um ano a mais de vida. Como é que viveremos sabendo que o tempo é curto?”
A consciência da morte nos dá uma maravilhosa lucidez. D. Juan, o bruxo do livro de Carlos Castañeda, Viagem a Ixtlan, advertia seu discípulo: “Essa bem pode ser a sua última batalha sobre a terra”. Sim, bem pode ser. Somente os tolos pensam de outra forma. E se ela pode ser a última batalha, que seja uma batalha que valha a pena. E, com isso, nos libertamos de uma infinidade de coisas ptolas e mesquinhas que permitimos se aninhem em nossos pensamentos e coração. Resta então a pergunta: “O que é o essencial?”. Um conhecido meu, ao saber que tinha um câncer no cérebro e que lhe restavam não mais que seis meses de vida, começou uma vida nova. As etiquetas sociais não mais faziam sentido. Passou a receber somente as pessoas que desejava receber, os amigos, com quem podia compartilhar seus sentimentos. Eliot se refere a um tempo em que ficamos livres da compulsão prática – fazer, fazer, fazer. Não havia mais nada a fazer. Era hora de se entregar inteiramente ao deleite da vida: ver os cenários que ele amava, ouvir as músicas que lhe davam prazer, ler os textos antigos que o haviam alimentado.
O fato é que, sem que o saibamos, todos nós estamos enfermos de morte e é preciso viver a vida com sabedoria para que ela, a vida, não seja estragada pela loucura que nos cerca.
(Rubem Alves. Variações sobre o prazer: Santo Agostinho, Nietzsche, Marx e Babette. São Paulo, Editora Planeta do Brasil, 2011. Adaptado)
Faz alguns anos que um grupo de amigos se reúne comigo para ler poesia. Numa dessas reuniões nos deparamos com esta afirmação de Gandhi: “Eu nunca acreditei que a sobrevivência fosse um valor último. A vida, para ser bela, deve estar cercada de vontade, de bondade e de liberdade. Essas são coisas pelas quais vale a pena morrer”. Essas palavras provocaram um silêncio meditativo, até que um dos membros do grupo, que se chama Canoeiros, sugeriu que fizéssemos um exercício espiritual. Um joguinho de “faz de conta”. “Vamos fazer de conta que sabemos que temos apenas um ano a mais de vida. Como é que viveremos sabendo que o tempo é curto?”
A consciência da morte nos dá uma maravilhosa lucidez. D. Juan, o bruxo do livro de Carlos Castañeda, Viagem a Ixtlan, advertia seu discípulo: “Essa bem pode ser a sua última batalha sobre a terra”. Sim, bem pode ser. Somente os tolos pensam de outra forma. E se ela pode ser a última batalha, que seja uma batalha que valha a pena. E, com isso, nos libertamos de uma infinidade de coisas ptolas e mesquinhas que permitimos se aninhem em nossos pensamentos e coração. Resta então a pergunta: “O que é o essencial?”. Um conhecido meu, ao saber que tinha um câncer no cérebro e que lhe restavam não mais que seis meses de vida, começou uma vida nova. As etiquetas sociais não mais faziam sentido. Passou a receber somente as pessoas que desejava receber, os amigos, com quem podia compartilhar seus sentimentos. Eliot se refere a um tempo em que ficamos livres da compulsão prática – fazer, fazer, fazer. Não havia mais nada a fazer. Era hora de se entregar inteiramente ao deleite da vida: ver os cenários que ele amava, ouvir as músicas que lhe davam prazer, ler os textos antigos que o haviam alimentado.
O fato é que, sem que o saibamos, todos nós estamos enfermos de morte e é preciso viver a vida com sabedoria para que ela, a vida, não seja estragada pela loucura que nos cerca.
(Rubem Alves. Variações sobre o prazer: Santo Agostinho, Nietzsche, Marx e Babette. São Paulo, Editora Planeta do Brasil, 2011. Adaptado)
Faz alguns anos que um grupo de amigos se reúne comigo para ler poesia. Numa dessas reuniões nos deparamos com esta afirmação de Gandhi: “Eu nunca acreditei que a sobrevivência fosse um valor último. A vida, para ser bela, deve estar cercada de vontade, de bondade e de liberdade. Essas são coisas pelas quais vale a pena morrer”. Essas palavras provocaram um silêncio meditativo, até que um dos membros do grupo, que se chama Canoeiros, sugeriu que fizéssemos um exercício espiritual. Um joguinho de “faz de conta”. “Vamos fazer de conta que sabemos que temos apenas um ano a mais de vida. Como é que viveremos sabendo que o tempo é curto?”
A consciência da morte nos dá uma maravilhosa lucidez. D. Juan, o bruxo do livro de Carlos Castañeda, Viagem a Ixtlan, advertia seu discípulo: “Essa bem pode ser a sua última batalha sobre a terra”. Sim, bem pode ser. Somente os tolos pensam de outra forma. E se ela pode ser a última batalha, que seja uma batalha que valha a pena. E, com isso, nos libertamos de uma infinidade de coisas ptolas e mesquinhas que permitimos se aninhem em nossos pensamentos e coração. Resta então a pergunta: “O que é o essencial?”. Um conhecido meu, ao saber que tinha um câncer no cérebro e que lhe restavam não mais que seis meses de vida, começou uma vida nova. As etiquetas sociais não mais faziam sentido. Passou a receber somente as pessoas que desejava receber, os amigos, com quem podia compartilhar seus sentimentos. Eliot se refere a um tempo em que ficamos livres da compulsão prática – fazer, fazer, fazer. Não havia mais nada a fazer. Era hora de se entregar inteiramente ao deleite da vida: ver os cenários que ele amava, ouvir as músicas que lhe davam prazer, ler os textos antigos que o haviam alimentado.
O fato é que, sem que o saibamos, todos nós estamos enfermos de morte e é preciso viver a vida com sabedoria para que ela, a vida, não seja estragada pela loucura que nos cerca.
(Rubem Alves. Variações sobre o prazer: Santo Agostinho, Nietzsche, Marx e Babette. São Paulo, Editora Planeta do Brasil, 2011. Adaptado)
Faz alguns anos que um grupo de amigos se reúne comigo para ler poesia. Numa dessas reuniões nos deparamos com esta afirmação de Gandhi: “Eu nunca acreditei que a sobrevivência fosse um valor último. A vida, para ser bela, deve estar cercada de vontade, de bondade e de liberdade. Essas são coisas pelas quais vale a pena morrer”. Essas palavras provocaram um silêncio meditativo, até que um dos membros do grupo, que se chama Canoeiros, sugeriu que fizéssemos um exercício espiritual. Um joguinho de “faz de conta”. “Vamos fazer de conta que sabemos que temos apenas um ano a mais de vida. Como é que viveremos sabendo que o tempo é curto?”
A consciência da morte nos dá uma maravilhosa lucidez. D. Juan, o bruxo do livro de Carlos Castañeda, Viagem a Ixtlan, advertia seu discípulo: “Essa bem pode ser a sua última batalha sobre a terra”. Sim, bem pode ser. Somente os tolos pensam de outra forma. E se ela pode ser a última batalha, que seja uma batalha que valha a pena. E, com isso, nos libertamos de uma infinidade de coisas ptolas e mesquinhas que permitimos se aninhem em nossos pensamentos e coração. Resta então a pergunta: “O que é o essencial?”. Um conhecido meu, ao saber que tinha um câncer no cérebro e que lhe restavam não mais que seis meses de vida, começou uma vida nova. As etiquetas sociais não mais faziam sentido. Passou a receber somente as pessoas que desejava receber, os amigos, com quem podia compartilhar seus sentimentos. Eliot se refere a um tempo em que ficamos livres da compulsão prática – fazer, fazer, fazer. Não havia mais nada a fazer. Era hora de se entregar inteiramente ao deleite da vida: ver os cenários que ele amava, ouvir as músicas que lhe davam prazer, ler os textos antigos que o haviam alimentado.
O fato é que, sem que o saibamos, todos nós estamos enfermos de morte e é preciso viver a vida com sabedoria para que ela, a vida, não seja estragada pela loucura que nos cerca.
(Rubem Alves. Variações sobre o prazer: Santo Agostinho, Nietzsche, Marx e Babette. São Paulo, Editora Planeta do Brasil, 2011. Adaptado)
TEXT TWO:
After so long a pause that Marcia felt sure whoever it was must have gone away, the front doorbell rang again, a courteously brief ‘still waiting.’
It would be a neighbor child on the way home from school with a handful of basketball tickets. Or an agent tardily taking orders for cheap and gaudy Christmas cards.
The trip down to the door would be laborious. Doctor Bowen had wanted her to avoid the stairs as much as possible from now on. But the diffident summons sounded very plaintive in its competition with the savage swish of sleet against the windows.
Raising herself heavily on her elbows, Marcia tried to squeeze a prompt decision out of her tousled blonde head with the tips of slim fingers. The mirror of the vanity table ventured a comforting comment on the girlish cornflower fringe that Paul always said brought out the blue in her eyes. She pressed her palms hard on the yellow curls, debating whether to make the effort. In any event she would have to go down soon, for the luncheon table was standing exactly as they had left it, and Paul would be returning in half an hour.
Edging clumsily to the side of the bed, she sat up, momentarily swept with vertigo, and fumbled with her stockinged toes for the shapeless slippers in which she had awkwardly paddled about through two previous campaigns in behalf of humanity’s perpetuity. When done with them, this time, Marcia expected to throw the slippers away.
Roberta eagerly reached up both chubby arms and bounced ecstatically at the approach of the outstretched hands. Wellie scrambled up out of his blocks and detonated an ominously sloppy sneeze.
Marcia said “Please don’t tell me you’ve been taking cold again.”
Wellie denied the accusation with a vigorous shake of his head, whooped hoarsely, and began slowly pacing the intermittent clatter of their procession down he dingy stairway, the flat of his small hand squeaking on the cold rail of the ugly yellow banister.
The bulky figure of a woman was silhouetted on the frosted glass panels of the street door. Wellie, with a wobbly index finger in his nose, halted to reconnoiter as they neared the bottom of the stairs, and his mother gave him a gentle push forward. They were in the front hall now, Marcia irresolutely considering whether to brave the blizzard. Wallie decided this matter by inquiring who it was in a penetrating treble, reinforcing his desire to know by twisting the knob with ineffective hands. Marcia shifted Roberta into the crook of her other arm and opened the door to a breath-taking swirl of stinging snow, the first real storm of the season.
DOUGLAS, Lloyd C. White Banners. New York: P. F. Collier &
Son Corporation, 1936.
TEXT TWO:
After so long a pause that Marcia felt sure whoever it was must have gone away, the front doorbell rang again, a courteously brief ‘still waiting.’
It would be a neighbor child on the way home from school with a handful of basketball tickets. Or an agent tardily taking orders for cheap and gaudy Christmas cards.
The trip down to the door would be laborious. Doctor Bowen had wanted her to avoid the stairs as much as possible from now on. But the diffident summons sounded very plaintive in its competition with the savage swish of sleet against the windows.
Raising herself heavily on her elbows, Marcia tried to squeeze a prompt decision out of her tousled blonde head with the tips of slim fingers. The mirror of the vanity table ventured a comforting comment on the girlish cornflower fringe that Paul always said brought out the blue in her eyes. She pressed her palms hard on the yellow curls, debating whether to make the effort. In any event she would have to go down soon, for the luncheon table was standing exactly as they had left it, and Paul would be returning in half an hour.
Edging clumsily to the side of the bed, she sat up, momentarily swept with vertigo, and fumbled with her stockinged toes for the shapeless slippers in which she had awkwardly paddled about through two previous campaigns in behalf of humanity’s perpetuity. When done with them, this time, Marcia expected to throw the slippers away.
Roberta eagerly reached up both chubby arms and bounced ecstatically at the approach of the outstretched hands. Wellie scrambled up out of his blocks and detonated an ominously sloppy sneeze.
Marcia said “Please don’t tell me you’ve been taking cold again.”
Wellie denied the accusation with a vigorous shake of his head, whooped hoarsely, and began slowly pacing the intermittent clatter of their procession down he dingy stairway, the flat of his small hand squeaking on the cold rail of the ugly yellow banister.
The bulky figure of a woman was silhouetted on the frosted glass panels of the street door. Wellie, with a wobbly index finger in his nose, halted to reconnoiter as they neared the bottom of the stairs, and his mother gave him a gentle push forward. They were in the front hall now, Marcia irresolutely considering whether to brave the blizzard. Wallie decided this matter by inquiring who it was in a penetrating treble, reinforcing his desire to know by twisting the knob with ineffective hands. Marcia shifted Roberta into the crook of her other arm and opened the door to a breath-taking swirl of stinging snow, the first real storm of the season.
DOUGLAS, Lloyd C. White Banners. New York: P. F. Collier &
Son Corporation, 1936.
TEXT TWO:
After so long a pause that Marcia felt sure whoever it was must have gone away, the front doorbell rang again, a courteously brief ‘still waiting.’
It would be a neighbor child on the way home from school with a handful of basketball tickets. Or an agent tardily taking orders for cheap and gaudy Christmas cards.
The trip down to the door would be laborious. Doctor Bowen had wanted her to avoid the stairs as much as possible from now on. But the diffident summons sounded very plaintive in its competition with the savage swish of sleet against the windows.
Raising herself heavily on her elbows, Marcia tried to squeeze a prompt decision out of her tousled blonde head with the tips of slim fingers. The mirror of the vanity table ventured a comforting comment on the girlish cornflower fringe that Paul always said brought out the blue in her eyes. She pressed her palms hard on the yellow curls, debating whether to make the effort. In any event she would have to go down soon, for the luncheon table was standing exactly as they had left it, and Paul would be returning in half an hour.
Edging clumsily to the side of the bed, she sat up, momentarily swept with vertigo, and fumbled with her stockinged toes for the shapeless slippers in which she had awkwardly paddled about through two previous campaigns in behalf of humanity’s perpetuity. When done with them, this time, Marcia expected to throw the slippers away.
Roberta eagerly reached up both chubby arms and bounced ecstatically at the approach of the outstretched hands. Wellie scrambled up out of his blocks and detonated an ominously sloppy sneeze.
Marcia said “Please don’t tell me you’ve been taking cold again.”
Wellie denied the accusation with a vigorous shake of his head, whooped hoarsely, and began slowly pacing the intermittent clatter of their procession down he dingy stairway, the flat of his small hand squeaking on the cold rail of the ugly yellow banister.
The bulky figure of a woman was silhouetted on the frosted glass panels of the street door. Wellie, with a wobbly index finger in his nose, halted to reconnoiter as they neared the bottom of the stairs, and his mother gave him a gentle push forward. They were in the front hall now, Marcia irresolutely considering whether to brave the blizzard. Wallie decided this matter by inquiring who it was in a penetrating treble, reinforcing his desire to know by twisting the knob with ineffective hands. Marcia shifted Roberta into the crook of her other arm and opened the door to a breath-taking swirl of stinging snow, the first real storm of the season.
DOUGLAS, Lloyd C. White Banners. New York: P. F. Collier &
Son Corporation, 1936.