Questões de Concurso Comentadas para professor - inglês

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Q1319036 Pedagogia
O ECA (Estatuto da Criança e do Adolescente, Lei Federal n° 8.069/1990) é o principal instrumento legislativo acerca dos direitos da criança e do adolescente. De acordo com suas regulamentações, é acertado dizer que
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Q1319035 Pedagogia

De acordo com o artigo 212 da Constituição Federal Brasileira, de 1988, a União deve aplicar, anualmente, nunca menos de dezoito por cento, e os Estados, o Distrito Federal e os Municípios vinte e cinco por cento, no mínimo, da receita resultante de impostos.

Devem ser usados para as necessidades do ensino __________, _________ o montante destinado aos programas ___________ de alimentação e assistência à __________ .


Assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas com os termos a respeito desses recursos públicos destinados ao ensino.

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Q1319034 Pedagogia
De acordo com Zabala (1998), é correto afirmar, a respeito da relação entre a aprendizagem e a função social do ensino:
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Q1319033 Pedagogia
Em uma atividade em dupla no 6° ano do ensino fundamental, houve conflito entre alunos de um mesmo grupo. Diego afirmava que Joana queria colar a resposta que ele havia produzido e que tinha medo de ser punido, enquanto a menina observava que o colega tinha de deixá-la consultar o material, pois havia participado na fase de troca de ideias, enquanto o colega anotava. Valendo-se do referencial reflexivo de Telma Vinha (1999) a respeito do desenvolvimento moral das crianças, é correto afirmar que, no caso,
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Q1319032 Pedagogia
A respeito do Atendimento Educacional Especializado (AEE), é correto afirmar que
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Q1319031 Pedagogia
A respeito do papel da escola pública, Pimenta (1990) entende que ela deve
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Q1319030 Pedagogia
Considere o trecho a seguir: “Caracterizam-se pela forma de abordar um determinado tema ou conhecimento, permitindo uma aproximação da identidade e das experiências dos alunos, e um vínculo dos conteúdos escolares entre si e com os conhecimentos e saberes produzidos no contexto social e cultural, assim como com problemas que dele emergem. Dessa forma, eles ultrapassam os limites das áreas e conteúdos curriculares tradicionalmente trabalhados pela escola, uma vez que implicam o desenvolvimento de atividades práticas, de estratégias de pesquisa, de busca e uso de diferentes fontes de informação, de sua ordenação, análise, interpretação e representação” (Moura, 2010). Essa descrição corresponde à proposta pedagógica
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Q1319029 Pedagogia
“[...] apanhar os objetos de estudo nas suas relações internas significa verificar como a ação humana entra na definição de uma coisa, isto é, ver nas relações entre as coisas os significados sociais que lhes são dados e a que necessidades sociais e humanas está vinculado o objeto de conhecimento” (Libâneo, 2013). Esse trecho corrobora com o entendimento de que método de ensino deve
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Q1319028 Pedagogia
Assinale a alternativa que corresponde ao conceito de avaliação mediadora discutido por Hoffmann (1994).
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Q1319027 Pedagogia
Em uma reunião de trabalho coletivo pedagógico semanal, no início do semestre, a professora de Geografia propôs um projeto para o 7° ano a respeito do Cerrado Brasileiro. Após a reunião, ficou acertado que os estudantes, organizados em grupos, deveriam produzir ao final do estudo um texto informativo, com as caracterizações desse bioma e a representação gráfica de seus índices de desmatamento e espécies ameaçadas de extinção. Cada grupo também deveria montar um painel com o tema A riqueza das texturas do cerrado: penas, peles e pelos de animais. Os painéis seriam expostos no pátio principal da escola até o término do semestre letivo. Com base nessa proposta, é correto afirmar que se trata de uma atividade
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Q1319026 Pedagogia
Ao mesmo tempo em que se intensificam as trocas de longa distância, pelo uso das tecnologias de transporte e principalmente de comunicação atuais, também testemunhamos o resgate de iniciativas locais, o que Naisbitt denomina “paradoxo global”. Tendo esse contexto de globalização como cenário, Dowbor (2007) propõe algumas possibilidades e exigências para a prática educativa. De acordo com o autor, é correto afirmar que
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Q1319025 Pedagogia
Um dos desafios pedagógicos em direção à escola pública de qualidade é a interação família-escola, especialmente quando entra em pauta o fracasso escolar. De acordo com a discussão de Castro e Regattieri (2009), assinale a alternativa cuja postura poderia ser considerada acertada por parte da escola.
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Q1319024 Português

    Faz alguns anos que um grupo de amigos se reúne comigo para ler poesia. Numa dessas reuniões nos deparamos com esta afirmação de Gandhi: “Eu nunca acreditei que a sobrevivência fosse um valor último. A vida, para ser bela, deve estar cercada de vontade, de bondade e de liberdade. Essas são coisas pelas quais vale a pena morrer”. Essas palavras provocaram um silêncio meditativo, até que um dos membros do grupo, que se chama Canoeiros, sugeriu que fizéssemos um exercício espiritual. Um joguinho de “faz de conta”. “Vamos fazer de conta que sabemos que temos apenas um ano a mais de vida. Como é que viveremos sabendo que o tempo é curto?”

    A consciência da morte nos dá uma maravilhosa lucidez. D. Juan, o bruxo do livro de Carlos Castañeda, Viagem a Ixtlan, advertia seu discípulo: “Essa bem pode ser a sua última batalha sobre a terra”. Sim, bem pode ser. Somente os tolos pensam de outra forma. E se ela pode ser a última batalha, que seja uma batalha que valha a pena. E, com isso, nos libertamos de uma infinidade de coisas ptolas e mesquinhas que permitimos se aninhem em nossos pensamentos e coração. Resta então a pergunta: “O que é o essencial?”. Um conhecido meu, ao saber que tinha um câncer no cérebro e que lhe restavam não mais que seis meses de vida, começou uma vida nova. As etiquetas sociais não mais faziam sentido. Passou a receber somente as pessoas que desejava receber, os amigos, com quem podia compartilhar seus sentimentos. Eliot se refere a um tempo em que ficamos livres da compulsão prática – fazer, fazer, fazer. Não havia mais nada a fazer. Era hora de se entregar inteiramente ao deleite da vida: ver os cenários que ele amava, ouvir as músicas que lhe davam prazer, ler os textos antigos que o haviam alimentado.

    O fato é que, sem que o saibamos, todos nós estamos enfermos de morte e é preciso viver a vida com sabedoria para que ela, a vida, não seja estragada pela loucura que nos cerca.

(Rubem Alves. Variações sobre o prazer: Santo Agostinho, Nietzsche, Marx e Babette. São Paulo, Editora Planeta do Brasil, 2011. Adaptado)

Acerca da linguagem empregada no texto, é correto afirmar:
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Q1319023 Português

    Faz alguns anos que um grupo de amigos se reúne comigo para ler poesia. Numa dessas reuniões nos deparamos com esta afirmação de Gandhi: “Eu nunca acreditei que a sobrevivência fosse um valor último. A vida, para ser bela, deve estar cercada de vontade, de bondade e de liberdade. Essas são coisas pelas quais vale a pena morrer”. Essas palavras provocaram um silêncio meditativo, até que um dos membros do grupo, que se chama Canoeiros, sugeriu que fizéssemos um exercício espiritual. Um joguinho de “faz de conta”. “Vamos fazer de conta que sabemos que temos apenas um ano a mais de vida. Como é que viveremos sabendo que o tempo é curto?”

    A consciência da morte nos dá uma maravilhosa lucidez. D. Juan, o bruxo do livro de Carlos Castañeda, Viagem a Ixtlan, advertia seu discípulo: “Essa bem pode ser a sua última batalha sobre a terra”. Sim, bem pode ser. Somente os tolos pensam de outra forma. E se ela pode ser a última batalha, que seja uma batalha que valha a pena. E, com isso, nos libertamos de uma infinidade de coisas ptolas e mesquinhas que permitimos se aninhem em nossos pensamentos e coração. Resta então a pergunta: “O que é o essencial?”. Um conhecido meu, ao saber que tinha um câncer no cérebro e que lhe restavam não mais que seis meses de vida, começou uma vida nova. As etiquetas sociais não mais faziam sentido. Passou a receber somente as pessoas que desejava receber, os amigos, com quem podia compartilhar seus sentimentos. Eliot se refere a um tempo em que ficamos livres da compulsão prática – fazer, fazer, fazer. Não havia mais nada a fazer. Era hora de se entregar inteiramente ao deleite da vida: ver os cenários que ele amava, ouvir as músicas que lhe davam prazer, ler os textos antigos que o haviam alimentado.

    O fato é que, sem que o saibamos, todos nós estamos enfermos de morte e é preciso viver a vida com sabedoria para que ela, a vida, não seja estragada pela loucura que nos cerca.

(Rubem Alves. Variações sobre o prazer: Santo Agostinho, Nietzsche, Marx e Babette. São Paulo, Editora Planeta do Brasil, 2011. Adaptado)

No que se refere à concordância da norma-padrão da língua, um trecho do texto está corretamente reescrito em:
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Q1319022 Português

    Faz alguns anos que um grupo de amigos se reúne comigo para ler poesia. Numa dessas reuniões nos deparamos com esta afirmação de Gandhi: “Eu nunca acreditei que a sobrevivência fosse um valor último. A vida, para ser bela, deve estar cercada de vontade, de bondade e de liberdade. Essas são coisas pelas quais vale a pena morrer”. Essas palavras provocaram um silêncio meditativo, até que um dos membros do grupo, que se chama Canoeiros, sugeriu que fizéssemos um exercício espiritual. Um joguinho de “faz de conta”. “Vamos fazer de conta que sabemos que temos apenas um ano a mais de vida. Como é que viveremos sabendo que o tempo é curto?”

    A consciência da morte nos dá uma maravilhosa lucidez. D. Juan, o bruxo do livro de Carlos Castañeda, Viagem a Ixtlan, advertia seu discípulo: “Essa bem pode ser a sua última batalha sobre a terra”. Sim, bem pode ser. Somente os tolos pensam de outra forma. E se ela pode ser a última batalha, que seja uma batalha que valha a pena. E, com isso, nos libertamos de uma infinidade de coisas ptolas e mesquinhas que permitimos se aninhem em nossos pensamentos e coração. Resta então a pergunta: “O que é o essencial?”. Um conhecido meu, ao saber que tinha um câncer no cérebro e que lhe restavam não mais que seis meses de vida, começou uma vida nova. As etiquetas sociais não mais faziam sentido. Passou a receber somente as pessoas que desejava receber, os amigos, com quem podia compartilhar seus sentimentos. Eliot se refere a um tempo em que ficamos livres da compulsão prática – fazer, fazer, fazer. Não havia mais nada a fazer. Era hora de se entregar inteiramente ao deleite da vida: ver os cenários que ele amava, ouvir as músicas que lhe davam prazer, ler os textos antigos que o haviam alimentado.

    O fato é que, sem que o saibamos, todos nós estamos enfermos de morte e é preciso viver a vida com sabedoria para que ela, a vida, não seja estragada pela loucura que nos cerca.

(Rubem Alves. Variações sobre o prazer: Santo Agostinho, Nietzsche, Marx e Babette. São Paulo, Editora Planeta do Brasil, 2011. Adaptado)

No trecho “ver os cenários que ele amava, ouvir as músicas que lhe davam prazer, ler os textos antigos que o haviam alimentado”, o termo “que” tem função pronominal, por remeter a expressões nominais, assim como ocorre em:
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Q1319021 Português

    Faz alguns anos que um grupo de amigos se reúne comigo para ler poesia. Numa dessas reuniões nos deparamos com esta afirmação de Gandhi: “Eu nunca acreditei que a sobrevivência fosse um valor último. A vida, para ser bela, deve estar cercada de vontade, de bondade e de liberdade. Essas são coisas pelas quais vale a pena morrer”. Essas palavras provocaram um silêncio meditativo, até que um dos membros do grupo, que se chama Canoeiros, sugeriu que fizéssemos um exercício espiritual. Um joguinho de “faz de conta”. “Vamos fazer de conta que sabemos que temos apenas um ano a mais de vida. Como é que viveremos sabendo que o tempo é curto?”

    A consciência da morte nos dá uma maravilhosa lucidez. D. Juan, o bruxo do livro de Carlos Castañeda, Viagem a Ixtlan, advertia seu discípulo: “Essa bem pode ser a sua última batalha sobre a terra”. Sim, bem pode ser. Somente os tolos pensam de outra forma. E se ela pode ser a última batalha, que seja uma batalha que valha a pena. E, com isso, nos libertamos de uma infinidade de coisas ptolas e mesquinhas que permitimos se aninhem em nossos pensamentos e coração. Resta então a pergunta: “O que é o essencial?”. Um conhecido meu, ao saber que tinha um câncer no cérebro e que lhe restavam não mais que seis meses de vida, começou uma vida nova. As etiquetas sociais não mais faziam sentido. Passou a receber somente as pessoas que desejava receber, os amigos, com quem podia compartilhar seus sentimentos. Eliot se refere a um tempo em que ficamos livres da compulsão prática – fazer, fazer, fazer. Não havia mais nada a fazer. Era hora de se entregar inteiramente ao deleite da vida: ver os cenários que ele amava, ouvir as músicas que lhe davam prazer, ler os textos antigos que o haviam alimentado.

    O fato é que, sem que o saibamos, todos nós estamos enfermos de morte e é preciso viver a vida com sabedoria para que ela, a vida, não seja estragada pela loucura que nos cerca.

(Rubem Alves. Variações sobre o prazer: Santo Agostinho, Nietzsche, Marx e Babette. São Paulo, Editora Planeta do Brasil, 2011. Adaptado)

Apresentam sentidos opostos na construção da argumentação as seguintes expressões do 2° parágrafo:
Alternativas
Q1319020 Português

    Faz alguns anos que um grupo de amigos se reúne comigo para ler poesia. Numa dessas reuniões nos deparamos com esta afirmação de Gandhi: “Eu nunca acreditei que a sobrevivência fosse um valor último. A vida, para ser bela, deve estar cercada de vontade, de bondade e de liberdade. Essas são coisas pelas quais vale a pena morrer”. Essas palavras provocaram um silêncio meditativo, até que um dos membros do grupo, que se chama Canoeiros, sugeriu que fizéssemos um exercício espiritual. Um joguinho de “faz de conta”. “Vamos fazer de conta que sabemos que temos apenas um ano a mais de vida. Como é que viveremos sabendo que o tempo é curto?”

    A consciência da morte nos dá uma maravilhosa lucidez. D. Juan, o bruxo do livro de Carlos Castañeda, Viagem a Ixtlan, advertia seu discípulo: “Essa bem pode ser a sua última batalha sobre a terra”. Sim, bem pode ser. Somente os tolos pensam de outra forma. E se ela pode ser a última batalha, que seja uma batalha que valha a pena. E, com isso, nos libertamos de uma infinidade de coisas ptolas e mesquinhas que permitimos se aninhem em nossos pensamentos e coração. Resta então a pergunta: “O que é o essencial?”. Um conhecido meu, ao saber que tinha um câncer no cérebro e que lhe restavam não mais que seis meses de vida, começou uma vida nova. As etiquetas sociais não mais faziam sentido. Passou a receber somente as pessoas que desejava receber, os amigos, com quem podia compartilhar seus sentimentos. Eliot se refere a um tempo em que ficamos livres da compulsão prática – fazer, fazer, fazer. Não havia mais nada a fazer. Era hora de se entregar inteiramente ao deleite da vida: ver os cenários que ele amava, ouvir as músicas que lhe davam prazer, ler os textos antigos que o haviam alimentado.

    O fato é que, sem que o saibamos, todos nós estamos enfermos de morte e é preciso viver a vida com sabedoria para que ela, a vida, não seja estragada pela loucura que nos cerca.

(Rubem Alves. Variações sobre o prazer: Santo Agostinho, Nietzsche, Marx e Babette. São Paulo, Editora Planeta do Brasil, 2011. Adaptado)

Uma afirmação condizente com o ponto de vista expresso no texto é:
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Q1311648 Inglês

TEXT TWO:


After so long a pause that Marcia felt sure whoever it was must have gone away, the front doorbell rang again, a courteously brief ‘still waiting.’ 

It would be a neighbor child on the way home from school with a handful of basketball tickets. Or an agent tardily taking orders for cheap and gaudy Christmas cards.

The trip down to the door would be laborious. Doctor Bowen had wanted her to avoid the stairs as much as possible from now on. But the diffident summons sounded very plaintive in its competition with the savage swish of sleet against the windows.

Raising herself heavily on her elbows, Marcia tried to squeeze a prompt decision out of her tousled blonde head with the tips of slim fingers. The mirror of the vanity table ventured a comforting comment on the girlish cornflower fringe that Paul always said brought out the blue in her eyes. She pressed her palms hard on the yellow curls, debating whether to make the effort. In any event she would have to go down soon, for the luncheon table was standing exactly as they had left it, and Paul would be returning in half an hour.

Edging clumsily to the side of the bed, she sat up, momentarily swept with vertigo, and fumbled with her stockinged toes for the shapeless slippers in which she had awkwardly paddled about through two previous campaigns in behalf of humanity’s perpetuity. When done with them, this time, Marcia expected to throw the slippers away.

Roberta eagerly reached up both chubby arms and bounced ecstatically at the approach of the outstretched hands. Wellie scrambled up out of his blocks and detonated an ominously sloppy sneeze.

Marcia said “Please don’t tell me you’ve been taking cold again.”

Wellie denied the accusation with a vigorous shake of his head, whooped hoarsely, and began slowly pacing the intermittent clatter of their procession down he dingy stairway, the flat of his small hand squeaking on the cold rail of the ugly yellow banister. 

The bulky figure of a woman was silhouetted on the frosted glass panels of the street door. Wellie, with a wobbly index finger in his nose, halted to reconnoiter as they neared the bottom of the stairs, and his mother gave him a gentle push forward. They were in the front hall now, Marcia irresolutely considering whether to brave the blizzard. Wallie decided this matter by inquiring who it was in a penetrating treble, reinforcing his desire to know by twisting the knob with ineffective hands. Marcia shifted Roberta into the crook of her other arm and opened the door to a breath-taking swirl of stinging snow, the first real storm of the season.


DOUGLAS, Lloyd C. White Banners. New York: P. F. Collier & Son Corporation, 1936.

The words Marcia uses in the sentence “Please don’t tell me you’ve been taking cold again” show that
Alternativas
Q1311647 Inglês

TEXT TWO:


After so long a pause that Marcia felt sure whoever it was must have gone away, the front doorbell rang again, a courteously brief ‘still waiting.’ 

It would be a neighbor child on the way home from school with a handful of basketball tickets. Or an agent tardily taking orders for cheap and gaudy Christmas cards.

The trip down to the door would be laborious. Doctor Bowen had wanted her to avoid the stairs as much as possible from now on. But the diffident summons sounded very plaintive in its competition with the savage swish of sleet against the windows.

Raising herself heavily on her elbows, Marcia tried to squeeze a prompt decision out of her tousled blonde head with the tips of slim fingers. The mirror of the vanity table ventured a comforting comment on the girlish cornflower fringe that Paul always said brought out the blue in her eyes. She pressed her palms hard on the yellow curls, debating whether to make the effort. In any event she would have to go down soon, for the luncheon table was standing exactly as they had left it, and Paul would be returning in half an hour.

Edging clumsily to the side of the bed, she sat up, momentarily swept with vertigo, and fumbled with her stockinged toes for the shapeless slippers in which she had awkwardly paddled about through two previous campaigns in behalf of humanity’s perpetuity. When done with them, this time, Marcia expected to throw the slippers away.

Roberta eagerly reached up both chubby arms and bounced ecstatically at the approach of the outstretched hands. Wellie scrambled up out of his blocks and detonated an ominously sloppy sneeze.

Marcia said “Please don’t tell me you’ve been taking cold again.”

Wellie denied the accusation with a vigorous shake of his head, whooped hoarsely, and began slowly pacing the intermittent clatter of their procession down he dingy stairway, the flat of his small hand squeaking on the cold rail of the ugly yellow banister. 

The bulky figure of a woman was silhouetted on the frosted glass panels of the street door. Wellie, with a wobbly index finger in his nose, halted to reconnoiter as they neared the bottom of the stairs, and his mother gave him a gentle push forward. They were in the front hall now, Marcia irresolutely considering whether to brave the blizzard. Wallie decided this matter by inquiring who it was in a penetrating treble, reinforcing his desire to know by twisting the knob with ineffective hands. Marcia shifted Roberta into the crook of her other arm and opened the door to a breath-taking swirl of stinging snow, the first real storm of the season.


DOUGLAS, Lloyd C. White Banners. New York: P. F. Collier & Son Corporation, 1936.

The phrase “two previous campaigns in behalf of humanity’s perpetuity” means that Marcia
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Q1311646 Inglês

TEXT TWO:


After so long a pause that Marcia felt sure whoever it was must have gone away, the front doorbell rang again, a courteously brief ‘still waiting.’ 

It would be a neighbor child on the way home from school with a handful of basketball tickets. Or an agent tardily taking orders for cheap and gaudy Christmas cards.

The trip down to the door would be laborious. Doctor Bowen had wanted her to avoid the stairs as much as possible from now on. But the diffident summons sounded very plaintive in its competition with the savage swish of sleet against the windows.

Raising herself heavily on her elbows, Marcia tried to squeeze a prompt decision out of her tousled blonde head with the tips of slim fingers. The mirror of the vanity table ventured a comforting comment on the girlish cornflower fringe that Paul always said brought out the blue in her eyes. She pressed her palms hard on the yellow curls, debating whether to make the effort. In any event she would have to go down soon, for the luncheon table was standing exactly as they had left it, and Paul would be returning in half an hour.

Edging clumsily to the side of the bed, she sat up, momentarily swept with vertigo, and fumbled with her stockinged toes for the shapeless slippers in which she had awkwardly paddled about through two previous campaigns in behalf of humanity’s perpetuity. When done with them, this time, Marcia expected to throw the slippers away.

Roberta eagerly reached up both chubby arms and bounced ecstatically at the approach of the outstretched hands. Wellie scrambled up out of his blocks and detonated an ominously sloppy sneeze.

Marcia said “Please don’t tell me you’ve been taking cold again.”

Wellie denied the accusation with a vigorous shake of his head, whooped hoarsely, and began slowly pacing the intermittent clatter of their procession down he dingy stairway, the flat of his small hand squeaking on the cold rail of the ugly yellow banister. 

The bulky figure of a woman was silhouetted on the frosted glass panels of the street door. Wellie, with a wobbly index finger in his nose, halted to reconnoiter as they neared the bottom of the stairs, and his mother gave him a gentle push forward. They were in the front hall now, Marcia irresolutely considering whether to brave the blizzard. Wallie decided this matter by inquiring who it was in a penetrating treble, reinforcing his desire to know by twisting the knob with ineffective hands. Marcia shifted Roberta into the crook of her other arm and opened the door to a breath-taking swirl of stinging snow, the first real storm of the season.


DOUGLAS, Lloyd C. White Banners. New York: P. F. Collier & Son Corporation, 1936.

In the phrase “for the luncheon table was standing exactly as they had left it”, the pronoun “they” refers to
Alternativas
Respostas
18001: D
18002: D
18003: E
18004: A
18005: C
18006: E
18007: C
18008: B
18009: A
18010: B
18011: E
18012: D
18013: E
18014: D
18015: D
18016: B
18017: C
18018: D
18019: B
18020: D