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Q3882959 Sociologia
Ao analisar o fenômeno do fracasso escolar sob a perspectiva psicopedagógica crítica devemos nos afastar de explicações reducionistas centradas exclusivamente no aluno. Considerando essa abordagem, assinale a alternativa que melhor expressa a compreensão sobre a origem e o enfrentamento do fracasso escolar no contexto institucional.
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Q3882958 Noções de Informática
Um usuário do sistema operacional Windows 10, ao pressionar simultaneamente as teclas CTRL + A enquanto se encontra na área de trabalho, o usuário provoca qual ação no sistema?
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Q3882943 Português
A grafia correta das palavras é um requisito essencial para a produção de documentos oficiais no ambiente escolar. Assinale a alternativa em que TODAS as palavras estão escritas corretamente, segundo a normapadrão da Língua Portuguesa:
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Q3882942 Português
O EUFEMISMO é um recurso estilístico utilizado para suavizar uma ideia que pode ser considerada desagradável, chocante ou ofensiva. Assinale a alternativa que apresenta um exemplo INQUESTIONÁVEL dessa figura de linguagem:
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Q3882941 Português
A ocorrência da crase (fusão da preposição 'a' com o artigo 'a') deve seguir rigorosamente a regência e o gênero da palavra seguinte. Assinale a alternativa em que o uso do acento grave está CORRETO:
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Q3882940 Português
Considerando as regras de acentuação impostas pelo Acordo Ortográfico vigente, analise o grupo de palavras abaixo:

I. SAÚDE e EGOÍSTA são acentuadas devido à regra do hiato tônico (I e U).
II. As palavras VÔO, CRÊEM e ENJÔO mantêm o acento circunflexo para marcar o hiato de vogais dobradas.
III. O acento diferencial permanece obrigatório em PÔDE (pretérito perfeito) para distinguir de PODE (presente).

Assinale a alternativa que apresenta apenas a(s) assertiva(s) CORRETA(S): 
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Q3882939 Pedagogia
Texto para a questão


A Formação Docente na Encruzilhada da Ética do Cuidado e da Competência Socioemocional

O ofício do professor, historicamente centrado na transmissão de conteúdos cognitivos, experimenta uma profunda ressignificação. A emergência de crises globais de saúde mental e a crescente complexidade das relações interpessoais no ambiente escolar impulsionaram a inclusão formal das competências socioemocionais nos currículos, reconhecendo que o sucesso acadêmico está intrinsecamente ligado à capacidade de gerir emoções, estabelecer empatia e tomar decisões responsáveis. Contudo, essa incorporação não pode ser vista como um mero adendo programático ou uma nova disciplina a ser "aplicada". Ela exige uma transformação na própria identidade profissional do docente.

A base para essa transformação reside na Ética do Cuidado, um conceito que se afasta da neutralidade técnica e propõe uma pedagogia engajada com o bem-estar integral do estudante e do próprio educador. Cuidar, nesse sentido, não é sinônimo de assistencialismo ou de uma sobrecarga emocional, mas sim o reconhecimento da vulnerabilidade inerente ao processo de ensino-aprendizagem. O professor, ao praticar a Ética do Cuidado, estabelece um vínculo de confiança que potencializa a aprendizagem, transformando a sala de aula em um espaço de acolhimento e segurança psicológica. Essa postura, no entanto, demanda que a própria instituição escolar invista no autocuidado docente, combatendo a síndrome de burnout e o esgotamento profissional, que são obstáculos silenciosos à efetivação de qualquer proposta humanizada.

A competência socioemocional, portanto, não é apenas um conjunto de habilidades a ser ensinado aos alunos, mas um prerrequisito para a prática pedagógica contemporânea. Ela se manifesta na capacidade do professor de mediar conflitos com justiça restaurativa, de planejar atividades que promovam a colaboração e de avaliar o processo de aprendizagem de forma formativa, e não meramente classificatória. A formação continuada, nesse contexto, deve ir além da atualização didática, focando no desenvolvimento da inteligência emocional do próprio educador. Somente um professor que se sente cuidado e emocionalmente equilibrado pode, de fato, exercer a Ética do Cuidado e ser um modelo autêntico na promoção das habilidades socioemocionais que a sociedade do século XXI exige.
Qual alternativa sintetiza a principal exigência do texto para a formação continuada do educador contemporâneo? 
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Q3882938 Pedagogia
Texto para a questão


A Formação Docente na Encruzilhada da Ética do Cuidado e da Competência Socioemocional

O ofício do professor, historicamente centrado na transmissão de conteúdos cognitivos, experimenta uma profunda ressignificação. A emergência de crises globais de saúde mental e a crescente complexidade das relações interpessoais no ambiente escolar impulsionaram a inclusão formal das competências socioemocionais nos currículos, reconhecendo que o sucesso acadêmico está intrinsecamente ligado à capacidade de gerir emoções, estabelecer empatia e tomar decisões responsáveis. Contudo, essa incorporação não pode ser vista como um mero adendo programático ou uma nova disciplina a ser "aplicada". Ela exige uma transformação na própria identidade profissional do docente.

A base para essa transformação reside na Ética do Cuidado, um conceito que se afasta da neutralidade técnica e propõe uma pedagogia engajada com o bem-estar integral do estudante e do próprio educador. Cuidar, nesse sentido, não é sinônimo de assistencialismo ou de uma sobrecarga emocional, mas sim o reconhecimento da vulnerabilidade inerente ao processo de ensino-aprendizagem. O professor, ao praticar a Ética do Cuidado, estabelece um vínculo de confiança que potencializa a aprendizagem, transformando a sala de aula em um espaço de acolhimento e segurança psicológica. Essa postura, no entanto, demanda que a própria instituição escolar invista no autocuidado docente, combatendo a síndrome de burnout e o esgotamento profissional, que são obstáculos silenciosos à efetivação de qualquer proposta humanizada.

A competência socioemocional, portanto, não é apenas um conjunto de habilidades a ser ensinado aos alunos, mas um prerrequisito para a prática pedagógica contemporânea. Ela se manifesta na capacidade do professor de mediar conflitos com justiça restaurativa, de planejar atividades que promovam a colaboração e de avaliar o processo de aprendizagem de forma formativa, e não meramente classificatória. A formação continuada, nesse contexto, deve ir além da atualização didática, focando no desenvolvimento da inteligência emocional do próprio educador. Somente um professor que se sente cuidado e emocionalmente equilibrado pode, de fato, exercer a Ética do Cuidado e ser um modelo autêntico na promoção das habilidades socioemocionais que a sociedade do século XXI exige.
O segundo parágrafo estabelece que a Ética do Cuidado se afasta da "neutralidade técnica". Qual o significado dessa afirmação no contexto da formação docente? 
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Q3882937 Pedagogia
Texto para a questão


A Formação Docente na Encruzilhada da Ética do Cuidado e da Competência Socioemocional

O ofício do professor, historicamente centrado na transmissão de conteúdos cognitivos, experimenta uma profunda ressignificação. A emergência de crises globais de saúde mental e a crescente complexidade das relações interpessoais no ambiente escolar impulsionaram a inclusão formal das competências socioemocionais nos currículos, reconhecendo que o sucesso acadêmico está intrinsecamente ligado à capacidade de gerir emoções, estabelecer empatia e tomar decisões responsáveis. Contudo, essa incorporação não pode ser vista como um mero adendo programático ou uma nova disciplina a ser "aplicada". Ela exige uma transformação na própria identidade profissional do docente.

A base para essa transformação reside na Ética do Cuidado, um conceito que se afasta da neutralidade técnica e propõe uma pedagogia engajada com o bem-estar integral do estudante e do próprio educador. Cuidar, nesse sentido, não é sinônimo de assistencialismo ou de uma sobrecarga emocional, mas sim o reconhecimento da vulnerabilidade inerente ao processo de ensino-aprendizagem. O professor, ao praticar a Ética do Cuidado, estabelece um vínculo de confiança que potencializa a aprendizagem, transformando a sala de aula em um espaço de acolhimento e segurança psicológica. Essa postura, no entanto, demanda que a própria instituição escolar invista no autocuidado docente, combatendo a síndrome de burnout e o esgotamento profissional, que são obstáculos silenciosos à efetivação de qualquer proposta humanizada.

A competência socioemocional, portanto, não é apenas um conjunto de habilidades a ser ensinado aos alunos, mas um prerrequisito para a prática pedagógica contemporânea. Ela se manifesta na capacidade do professor de mediar conflitos com justiça restaurativa, de planejar atividades que promovam a colaboração e de avaliar o processo de aprendizagem de forma formativa, e não meramente classificatória. A formação continuada, nesse contexto, deve ir além da atualização didática, focando no desenvolvimento da inteligência emocional do próprio educador. Somente um professor que se sente cuidado e emocionalmente equilibrado pode, de fato, exercer a Ética do Cuidado e ser um modelo autêntico na promoção das habilidades socioemocionais que a sociedade do século XXI exige.
A competência socioemocional do professor manifesta-se em diversas práticas pedagógicas. Qual das ações a seguir é apresentada no texto como uma manifestação direta dessa competência? 
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Q3882936 Pedagogia
Texto para a questão


A Formação Docente na Encruzilhada da Ética do Cuidado e da Competência Socioemocional

O ofício do professor, historicamente centrado na transmissão de conteúdos cognitivos, experimenta uma profunda ressignificação. A emergência de crises globais de saúde mental e a crescente complexidade das relações interpessoais no ambiente escolar impulsionaram a inclusão formal das competências socioemocionais nos currículos, reconhecendo que o sucesso acadêmico está intrinsecamente ligado à capacidade de gerir emoções, estabelecer empatia e tomar decisões responsáveis. Contudo, essa incorporação não pode ser vista como um mero adendo programático ou uma nova disciplina a ser "aplicada". Ela exige uma transformação na própria identidade profissional do docente.

A base para essa transformação reside na Ética do Cuidado, um conceito que se afasta da neutralidade técnica e propõe uma pedagogia engajada com o bem-estar integral do estudante e do próprio educador. Cuidar, nesse sentido, não é sinônimo de assistencialismo ou de uma sobrecarga emocional, mas sim o reconhecimento da vulnerabilidade inerente ao processo de ensino-aprendizagem. O professor, ao praticar a Ética do Cuidado, estabelece um vínculo de confiança que potencializa a aprendizagem, transformando a sala de aula em um espaço de acolhimento e segurança psicológica. Essa postura, no entanto, demanda que a própria instituição escolar invista no autocuidado docente, combatendo a síndrome de burnout e o esgotamento profissional, que são obstáculos silenciosos à efetivação de qualquer proposta humanizada.

A competência socioemocional, portanto, não é apenas um conjunto de habilidades a ser ensinado aos alunos, mas um prerrequisito para a prática pedagógica contemporânea. Ela se manifesta na capacidade do professor de mediar conflitos com justiça restaurativa, de planejar atividades que promovam a colaboração e de avaliar o processo de aprendizagem de forma formativa, e não meramente classificatória. A formação continuada, nesse contexto, deve ir além da atualização didática, focando no desenvolvimento da inteligência emocional do próprio educador. Somente um professor que se sente cuidado e emocionalmente equilibrado pode, de fato, exercer a Ética do Cuidado e ser um modelo autêntico na promoção das habilidades socioemocionais que a sociedade do século XXI exige.
O autor argumenta que a efetivação da Ética do Cuidado está intrinsecamente ligada a uma condição específica no ambiente escolar. Qual é essa condição, cuja ausência é citada como um "obstáculo silencioso" à proposta humanizada? 
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Q3882935 Pedagogia
Texto para a questão


A Formação Docente na Encruzilhada da Ética do Cuidado e da Competência Socioemocional

O ofício do professor, historicamente centrado na transmissão de conteúdos cognitivos, experimenta uma profunda ressignificação. A emergência de crises globais de saúde mental e a crescente complexidade das relações interpessoais no ambiente escolar impulsionaram a inclusão formal das competências socioemocionais nos currículos, reconhecendo que o sucesso acadêmico está intrinsecamente ligado à capacidade de gerir emoções, estabelecer empatia e tomar decisões responsáveis. Contudo, essa incorporação não pode ser vista como um mero adendo programático ou uma nova disciplina a ser "aplicada". Ela exige uma transformação na própria identidade profissional do docente.

A base para essa transformação reside na Ética do Cuidado, um conceito que se afasta da neutralidade técnica e propõe uma pedagogia engajada com o bem-estar integral do estudante e do próprio educador. Cuidar, nesse sentido, não é sinônimo de assistencialismo ou de uma sobrecarga emocional, mas sim o reconhecimento da vulnerabilidade inerente ao processo de ensino-aprendizagem. O professor, ao praticar a Ética do Cuidado, estabelece um vínculo de confiança que potencializa a aprendizagem, transformando a sala de aula em um espaço de acolhimento e segurança psicológica. Essa postura, no entanto, demanda que a própria instituição escolar invista no autocuidado docente, combatendo a síndrome de burnout e o esgotamento profissional, que são obstáculos silenciosos à efetivação de qualquer proposta humanizada.

A competência socioemocional, portanto, não é apenas um conjunto de habilidades a ser ensinado aos alunos, mas um prerrequisito para a prática pedagógica contemporânea. Ela se manifesta na capacidade do professor de mediar conflitos com justiça restaurativa, de planejar atividades que promovam a colaboração e de avaliar o processo de aprendizagem de forma formativa, e não meramente classificatória. A formação continuada, nesse contexto, deve ir além da atualização didática, focando no desenvolvimento da inteligência emocional do próprio educador. Somente um professor que se sente cuidado e emocionalmente equilibrado pode, de fato, exercer a Ética do Cuidado e ser um modelo autêntico na promoção das habilidades socioemocionais que a sociedade do século XXI exige.
O texto estabelece uma distinção crucial sobre a Ética do Cuidado. Nesse sentido, a prática do cuidado na pedagogia, conforme o autor, é corretamente definida como:
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Q3882934 Pedagogia
Texto para a questão


A Formação Docente na Encruzilhada da Ética do Cuidado e da Competência Socioemocional

O ofício do professor, historicamente centrado na transmissão de conteúdos cognitivos, experimenta uma profunda ressignificação. A emergência de crises globais de saúde mental e a crescente complexidade das relações interpessoais no ambiente escolar impulsionaram a inclusão formal das competências socioemocionais nos currículos, reconhecendo que o sucesso acadêmico está intrinsecamente ligado à capacidade de gerir emoções, estabelecer empatia e tomar decisões responsáveis. Contudo, essa incorporação não pode ser vista como um mero adendo programático ou uma nova disciplina a ser "aplicada". Ela exige uma transformação na própria identidade profissional do docente.

A base para essa transformação reside na Ética do Cuidado, um conceito que se afasta da neutralidade técnica e propõe uma pedagogia engajada com o bem-estar integral do estudante e do próprio educador. Cuidar, nesse sentido, não é sinônimo de assistencialismo ou de uma sobrecarga emocional, mas sim o reconhecimento da vulnerabilidade inerente ao processo de ensino-aprendizagem. O professor, ao praticar a Ética do Cuidado, estabelece um vínculo de confiança que potencializa a aprendizagem, transformando a sala de aula em um espaço de acolhimento e segurança psicológica. Essa postura, no entanto, demanda que a própria instituição escolar invista no autocuidado docente, combatendo a síndrome de burnout e o esgotamento profissional, que são obstáculos silenciosos à efetivação de qualquer proposta humanizada.

A competência socioemocional, portanto, não é apenas um conjunto de habilidades a ser ensinado aos alunos, mas um prerrequisito para a prática pedagógica contemporânea. Ela se manifesta na capacidade do professor de mediar conflitos com justiça restaurativa, de planejar atividades que promovam a colaboração e de avaliar o processo de aprendizagem de forma formativa, e não meramente classificatória. A formação continuada, nesse contexto, deve ir além da atualização didática, focando no desenvolvimento da inteligência emocional do próprio educador. Somente um professor que se sente cuidado e emocionalmente equilibrado pode, de fato, exercer a Ética do Cuidado e ser um modelo autêntico na promoção das habilidades socioemocionais que a sociedade do século XXI exige.
De acordo com o primeiro parágrafo, a inclusão das competências socioemocionais no currículo representa, fundamentalmente: 
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Q3878324 História
"O Golpe de 1964 instaurou o Regime Militar que, em síntese, viabilizou a entrada do grande capital, isto é, do capital norte-americano, inserido o Brasil, no padrão de acumulação capitalista, ou seja, na esfera da primazia do capital internacional[...] Nesse cenário, a educação passou a ser considerada, em uma visão apologista, como móvel do desenvolvimento nacional e, nessa direção, deveria estar voltada para o mercado de trabalho[...] Nessa perspectiva, essa posição foi fortalecida pela vinda de consultores norte-americanos e pelo financiamento da United States Agency for Internacional Development (USAID), para, entre outros objetivos, promover a construção de uma rede de escolas, voltadas para a capacitação de jovens para o mercado de trabalho. Essa Agência exerceu grande influência na elaboração de políticas para a formação profissional" (Caires; Oliveira, 2016, p. 75).

De acordo com essas autoras, é correto afirmar que o acordo MEC/USAID para direcionar as políticas de educação profissional para jovens no Brasil baseavase no ideário
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Q3878323 História
No trecho a seguir, Almeida (2010) descreve o episódio envolvendo os conflitos e o julgamento sobre as terras da Reserva Raposa do Sol, em Roraima.

"Em dezembro de 2008, cinco povos indígenas (macuxi, wapixana, ingaricó, patamona e taurepang), há 30 anos em disputa pela demarcação de suas terras nessa reserva, tiveram seus direitos defendidos pela advogada indigenista Joênia Batista de Carvalho. Índia wapixana, Joênia foi a primeira indígena a defender uma causa no Supremo Tribunal Federal. Acontecimento histórico, nas palavras da própria Joênia, que nos convida a refletir sobre a história dos índios em nosso país. Sem entrar no mérito da questão, cabe assinalar a atuação de Joênia que, formada em direito, atuou como defensora de seu próprio grupo. Participou do ritual do julgamento com a toga que a função exige e com o rosto pintado conforme as tradições de seu povo. Com coragem e determinação, defendeu os direitos dos índios, que acabaram ganhando a causa. Alguém duvida que ela seja índia?" (Almeida, 2010, p. 19).

De acordo com a interpretação da autora, é correto afirmar que o episódio é significativo porque evidencia o
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Q3878322 História
"A pesquisa de opinião pública é filha dos EUA da década de 1930, pois a extensão da 'pesquisa de amostragem' dos pesquisadores de mercado para a política teve início, essencialmente, com George Gallup em 1936. Entre os primeiros resultados dessa técnica está um que teria surpreendido todos os presidentes americanos antes de Franklin D. Roosevelt, e surpreenderá todos os leitores que foram criados depois da Segunda Guerra Mundial. Quando perguntados, em janeiro de 1939, quem os americanos queriam que ganhasse, se se irrompesse uma guerra entre União Soviética e a Alemanha, 83% foram a favor de uma vitória soviética, contra 17% de uma alemã” (Miller, In: Hobsbawm, 1995, p. 145).

É correto afirmar que, para Hobsbawm, no contexto da Segunda Guerra Mundial, a situação histórica descrita no fragmento citado foi excepcional e efêmera, pois evidencia a aliança entre
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Q3878321 História
"Em cinquenta anos de Revolução Industrial, a participação da classe operária no produto nacional provavelmente decresceu em relação à participação das classes proprietárias e profissionais. O trabalhador 'médio' permaneceu muito próximo a um nível de mera subsistência, numa época em que se via rodeado por evidências acerca do aumento da riqueza nacional[...] Em termos psicológicos, esta situação equivalia a um declínio no padrão de vida. Sua participação nos 'benefícios do progresso econômico' consistiu num maior número de batatas, em algumas roupas de algodão para sua família, sabão e velas, um pouco de chá e açúcar, e numa grande quantidade de artigos na Economic History Review" (Thompson, 1987, p. 184).
De acordo com Thompson (1987), avalie o que se afirma sobre as transformações econômicas, sociais e políticas a partir da Revolução Industrial.

I- Os dados brutos sinalizam para um aumento significativo da riqueza total, evidenciando uma evolução gradual da sociedade do ponto de vista físico e social.
II- Entre os anos de 1790 e 1840, embora houvesse uma ligeira melhoria dos padrões materiais médios, observaram-se a intensificação da exploração, maior insegurança e o aumento da miséria humana.
III- As inovações técnicas e a superabundância de mão de obra barata debilitaram a posição do artesão que sentia seu status e seu padrão de vida se deteriorando.
IV- Para o oficial tecelão, a prosperidade gerada pelo incremento da produção mecanizada, entre os anos de 1788 e 1803, foi acompanhada pela elevação sistemática do seu status e pela política de valorização salarial.
V- A evolução técnico-científica foi a causa do declínio da mortalidade infantil e do aumento da expectativa de vida para a classe trabalhadora em geral.

Está correto apenas o que se afirma em
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Q3878320 História
"Se a economia do mundo do século XIX foi formada principalmente sob a influência da revolução industrial britânica, sua política e ideologia foram formadas fundamentalmente pela Revolução Francesa. A Grã-Bretanha forneceu o modelo para as ferrovias e fábricas, o explosivo econômico que rompeu com as estruturas socioeconômicas tradicionais do mundo não-europeu; mas foi a França que fez suas revoluções e a elas deu suas ideias (...) e a política europeia (ou mesmo mundial) entre 1789 e 1917 ser em grande parte a luta a favor e contra os princípios de 1789, ou os ainda mais incendiários de 1793" (Hobsbawm, 2010, p. 97-98).

De acordo com esse autor, apresenta corretamente o legado da França revolucionária para a maior parte do mundo 
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Q3878319 História
Leia este trecho de P. Leroy-Beaulieu, professor do College de France, diretor do Économiste Français, publicado em 1891, sobre a política colonial europeia no século XIX:

"Não é natural, nem justo, que os países civilizados ocidentais se amontoem indefinidamente e se asfixiem nos espaços restritos que foram suas primeiras moradas, que neles acumulem as maravilhas das ciências, das artes, da civilização, que eles vejam, por falta de aplicações remuneradoras, a taxa do juro dos capitais cair em seus países cada dia mais e que deixem talvez a metade do mundo a pequenos grupos de homens ignorantes, impotentes, verdadeiras crianças débeis, dispersos em superfícies incomensuráveis, ou então a populações decrépitas, sem energia, sem direção, verdadeiros velhinhos incapazes de qualquer esforço, de qualquer ação ordenada e previdente" (P.Leroy-Beaulie. In: Beaud, 1987, p. 231-232).

Nesse sentido, é correto afirmar que a política colonial europeia do século XIX teve por desdobramento
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Q3878318 História
"Nos países totalitários, a propaganda e o terror parecem ser duas faces da mesma moeda. Isso, porém, só é verdadeiro em parte. Quando o totalitarismo detém o controle absoluto, substitui a propaganda pela doutrinação e emprega a violência não mais para assustar o povo (o que só é feito nos estágios iniciais, quando ainda existe a oposição política), mas para dar realidade às suas doutrinas ideológicas e às suas mentiras utilitárias" (Arendt, 2012, p. 390).

O que torna específico o totalitarismo na perspectiva arendtiana?
Alternativas
Q3878317 História
"[Nos anos 1960] os valores democráticos não estruturavam a sociedade brasileira. As tradições e a cultura política não haviam sido gestadas segundo referências democráticas. [...] Portanto, as esquerdas revolucionárias dos anos 1960 e 1970, como de resto a sociedade, inseridas nestas referências e tradições, não tinham a democracia como um valor supremo. A democracia era burguesa, liberal, parte de um sistema que se queria derrubar. Após a revolução, o socialismo seria o caminho para se chegar à verdadeira democracia, da maioria, do proletariado" (Rollemberg, In: Delgado; Ferreira, 2003, p. 47-49 ).

De acordo com essa historiadora, a ditadura enfrentou os grupos esquerdistas de luta armada, tendo como meta o projeto de
Alternativas
Respostas
1261: B
1262: A
1263: A
1264: B
1265: D
1266: C
1267: B
1268: B
1269: B
1270: B
1271: A
1272: C
1273: D
1274: B
1275: E
1276: A
1277: C
1278: D
1279: B
1280: E