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Q3866042 Noções de Informática
Assinale a alternativa que apresenta o nome da ferramenta utilizada no Sistema Operacional Windows, para gerenciar arquivos e pastas no computador: 
Alternativas
Q3866041 Sistemas Operacionais
De acordo com as configurações de trabalho e a área de trabalho do sistema operacional Windows, assinale a alternativa que completa corretamente a lacuna do texto a seguir:

A _____________ é executada ao longo da parte inferior da tela e contém ícones para aplicativos abertos, notificações do sistema e o Menu Iniciar. 
Alternativas
Q3866039 Matemática
Considere a sequência numérica abaixo:

2, 4, 6, 8, 10, 12, 14, 16, 18, 20, …

Essa sequência é formada apenas por números pares positivos, dispostos em ordem crescente e seguindo um padrão regular. Qual é o 175º termo dessa sequência? Assinale a alternativa correta
Alternativas
Q3866038 Matemática
Leila acompanhava uma pesquisa sobre hábitos de prática esportiva. Verificou-se que a média de horas semanais de atividade física praticada por um grupo de pessoas foi de 6 horas. Sabe-se também que a soma total de horas praticadas por esse grupo foi de 54 horas.

Com base nesses dados, qual foi a quantidade de pessoas que participaram dessa pesquisa?

Assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3866033 Matemática
Considere os números inteiros: A = 18, B = 24 e C = 30.

Calcule o mínimo múltiplo comum MMC e o máximo divisor comum MDC de cada par de números (A, B), (B, C) e (A, C). Em seguida, determine o valor da razão entre:

Q13.png (324×65)
Assinale a alternativa correta:
Alternativas
Q3866030 Redação Oficial
A concisão, um dos requisitos essenciais da redação técnica oficial, é entendida como a característica de um texto: 
Alternativas
Q3866029 Português

Q9.png (325×312)


BECK, Alexandre. Tiras de Armandinho. Disponível em .<https://fotografia.folha.uol.com.br/galerias/27431-tirasde-armandinho>. 



As expressões “dente de alho”, “pé de alface” e “cabeça de repolho”, empregadas na tirinha acima, remetem à seguinte figura de linguagem: 

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Q3866028 Secretariado
Assinale a alternativa que apresenta o documento da redação técnica oficial cujo objetivo é dirigir-se ao mesmo tempo a várias repartições ou pessoas, sendo multidirecional, não tendo um único destinatário específico, para transmitir algum informe, ordem ou orientação. 
Alternativas
Q3866027 Português
Assinale a alternativa que apresenta um enunciado correto em relação ao emprego do verbo destacado. 
Alternativas
Q3866026 Português
Assinale a alternativa que se apresenta totalmente correta com relação ao emprego do pronome “cujo” e variações, de acordo com a norma-padrão, atentando-se para todo o enunciado. 
Alternativas
Q3866025 Português
Preencha as lacunas abaixo com “eu” ou “mim”, de acordo com a norma-padrão. A seguir, assinale a sequência correta obtida.

- Ainda reinava um mal-estar entre ___ e ela.
- Para ___, fazer justiça é fundamental.
- Trouxe um presente para ___ relembrar os velhos tempos.
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Q3866024 Português
Assinale a alternativa em que a palavra destacada se encontra empregada corretamente. 
Alternativas
Q3866023 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.


(In)diferença 


    Aprendi há pouco que não devo ignorar completamente o que dizem sobre minha pessoa. Seja agradável ou não o que ouço, é recomendável dispor de pelo menos alguns minutinhos para reflexão. E resolvi me observar por uns dias para saber em que e em quais situações posso ser indiferente. As conclusões são mesmo conclusivas, se me permite o pleonasmo. Até porque se trata de posicionamento relativo diante de circunstâncias que podem se apresentar de formas diversas. 

    Não sou indiferente a preconceitos, por exemplo. Odeio todos, de todos os tipos, inclusive os que ainda se agarram a mim e dos quais ainda – disse ainda, de novo – não consegui me libertar. Posso ser indiferente a racistas, pois não merecem minha atenção, a menos que necessitem de um passa-fora, tipo peteleco que se dá em inseto incômodo, em casos menos significativos – piadinhas sem graça –, ou uma denúncia em alto e bom som quando a ofensa é gravíssima. 

    Sou permanentemente intolerante com a intolerância. 

    Não sou indiferente à falta de educação. Seja no trânsito, em restaurantes, supermercados, filas. Tenho horror a quem joga lixo no chão e fala exageradamente alto em qualquer lugar.

    Não sou indiferente à crueldade cometida diariamente contra animais indefesos, vítimas de crimes cometidos pelos próprios guardiões. Não sou indiferente ao sofrimento imposto aos touros em rodeios. Não sou indiferente aos cães abandonados por seus donos por motivos vários. (...) 

    Não sou indiferente à mentira, à omissão, à injustiça.

    Não sou indiferente à ignorância imposta por uma educação capenga. 

    Prefiro ser indiferente aos arrogantes e prepotentes. Sou impaciente com a deselegância dos que pensam ser os donos do mundo, da situação ou da verdade. Aos que se autodenominam sábios e não têm ideia do que dizem, pois os sábios não se dizem sábios. A esses, viro as costas solenemente, com toda a indiferença que consigo reunir. (...)


DAMACENO, Giovana. (In)diferença. Revista Benfazeja. Disponível em .  <https://www.avl.org.br/uploads/b889aa7f77e52e3a
5e8c0e9f930aa329indiferenca_gd.pdf>. 

“Tenho horror a quem joga lixo no chão e fala exageradamente alto em qualquer lugar.”


O termo destacado no trecho acima apresenta função:

Alternativas
Q3866022 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.


(In)diferença 


    Aprendi há pouco que não devo ignorar completamente o que dizem sobre minha pessoa. Seja agradável ou não o que ouço, é recomendável dispor de pelo menos alguns minutinhos para reflexão. E resolvi me observar por uns dias para saber em que e em quais situações posso ser indiferente. As conclusões são mesmo conclusivas, se me permite o pleonasmo. Até porque se trata de posicionamento relativo diante de circunstâncias que podem se apresentar de formas diversas. 

    Não sou indiferente a preconceitos, por exemplo. Odeio todos, de todos os tipos, inclusive os que ainda se agarram a mim e dos quais ainda – disse ainda, de novo – não consegui me libertar. Posso ser indiferente a racistas, pois não merecem minha atenção, a menos que necessitem de um passa-fora, tipo peteleco que se dá em inseto incômodo, em casos menos significativos – piadinhas sem graça –, ou uma denúncia em alto e bom som quando a ofensa é gravíssima. 

    Sou permanentemente intolerante com a intolerância. 

    Não sou indiferente à falta de educação. Seja no trânsito, em restaurantes, supermercados, filas. Tenho horror a quem joga lixo no chão e fala exageradamente alto em qualquer lugar.

    Não sou indiferente à crueldade cometida diariamente contra animais indefesos, vítimas de crimes cometidos pelos próprios guardiões. Não sou indiferente ao sofrimento imposto aos touros em rodeios. Não sou indiferente aos cães abandonados por seus donos por motivos vários. (...) 

    Não sou indiferente à mentira, à omissão, à injustiça.

    Não sou indiferente à ignorância imposta por uma educação capenga. 

    Prefiro ser indiferente aos arrogantes e prepotentes. Sou impaciente com a deselegância dos que pensam ser os donos do mundo, da situação ou da verdade. Aos que se autodenominam sábios e não têm ideia do que dizem, pois os sábios não se dizem sábios. A esses, viro as costas solenemente, com toda a indiferença que consigo reunir. (...)


DAMACENO, Giovana. (In)diferença. Revista Benfazeja. Disponível em .  <https://www.avl.org.br/uploads/b889aa7f77e52e3a
5e8c0e9f930aa329indiferenca_gd.pdf>. 
Assinale a alternativa que apresenta uma passagem do texto “(In)diferença” que se enquadra num paradoxo, figura de linguagem em que duas ideias aparentemente contraditórias são utilizadas num mesmo contexto. 
Alternativas
Q3866021 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.


(In)diferença 


    Aprendi há pouco que não devo ignorar completamente o que dizem sobre minha pessoa. Seja agradável ou não o que ouço, é recomendável dispor de pelo menos alguns minutinhos para reflexão. E resolvi me observar por uns dias para saber em que e em quais situações posso ser indiferente. As conclusões são mesmo conclusivas, se me permite o pleonasmo. Até porque se trata de posicionamento relativo diante de circunstâncias que podem se apresentar de formas diversas. 

    Não sou indiferente a preconceitos, por exemplo. Odeio todos, de todos os tipos, inclusive os que ainda se agarram a mim e dos quais ainda – disse ainda, de novo – não consegui me libertar. Posso ser indiferente a racistas, pois não merecem minha atenção, a menos que necessitem de um passa-fora, tipo peteleco que se dá em inseto incômodo, em casos menos significativos – piadinhas sem graça –, ou uma denúncia em alto e bom som quando a ofensa é gravíssima. 

    Sou permanentemente intolerante com a intolerância. 

    Não sou indiferente à falta de educação. Seja no trânsito, em restaurantes, supermercados, filas. Tenho horror a quem joga lixo no chão e fala exageradamente alto em qualquer lugar.

    Não sou indiferente à crueldade cometida diariamente contra animais indefesos, vítimas de crimes cometidos pelos próprios guardiões. Não sou indiferente ao sofrimento imposto aos touros em rodeios. Não sou indiferente aos cães abandonados por seus donos por motivos vários. (...) 

    Não sou indiferente à mentira, à omissão, à injustiça.

    Não sou indiferente à ignorância imposta por uma educação capenga. 

    Prefiro ser indiferente aos arrogantes e prepotentes. Sou impaciente com a deselegância dos que pensam ser os donos do mundo, da situação ou da verdade. Aos que se autodenominam sábios e não têm ideia do que dizem, pois os sábios não se dizem sábios. A esses, viro as costas solenemente, com toda a indiferença que consigo reunir. (...)


DAMACENO, Giovana. (In)diferença. Revista Benfazeja. Disponível em .  <https://www.avl.org.br/uploads/b889aa7f77e52e3a
5e8c0e9f930aa329indiferenca_gd.pdf>. 
Em relação ao texto “(In)diferença”, é correto afirmar que ele se estrutura: 
Alternativas
Q3850972 História
No Brasil das primeiras décadas do século XX, especialmente no ciclo de greves gerais entre 1917 e 1919, o movimento operário expressou tensões estruturais da modernização capitalista periférica: urbanização acelerada, precarização das condições de trabalho fabril, fortalecimento do ideário anarcossindicalista e emergência de novas formas de organização coletiva da classe trabalhadora. Em São Paulo, principal centro industrial do país, elites patronais e o governo estadual mobilizaram narrativas de “desordem social” para solicitar intervenção federal, evidenciando o alinhamento entre interesses oligárquico-industriais e o aparato repressivo do Estado republicano. Para a formação de professores de História que atuarão no Ensino Básico, a BNCC estabelece como essencial a análise crítica das transformações do mundo do trabalho, das formas de contestação social e do papel do Estado na mediação ou repressão de conflitos (EFO8HI14; EFO9HIO6; EFO9HIO7; EM13CHS101; EMI13CHS103; EM13CHS201). Nesse enquadramento, o docente deve reconhecer as greves como fenômeno histórico de agência coletiva, disputa por direitos sociais e critica as assimetrias do capitalismo brasileiro, articulando escalas locais, regionais e nacionais, sem reforçar estere6tipos ou anacronismos sobre grupos sociais subalternizados.

A partir dessa chave historiogrifica e pedagégica, marque a alternativa correta:
Alternativas
Q3850971 Pedagogia
A Região do Cariri cearense, especialmente a regido metropolitana formada por Crato, Juazeiro do Norte e Barbalha, abriga um denso sistema de práticas culturais e devocionais que se expressam tanto no patrimônio material (igrejas, museus, imagens sacras, sítios históricos, arquitetura urbana e objetos votivos) quanto no patrimônio imaterial (romarias, rezas, benditos, saberes da cultura popular, oralidades religiosas, celebrações e rituais comunitários). No Ensino Básico, a BNCC orienta que o professor de Historia desenvolva competências para identificar, valorizar e problematizar patrimônios culturais em suas múltiplas dimensões (EFO6HIO1; EFO7HI10; EF08HI14; EFO9HI04; EM13CHS101), compreendendo-os como fontes históricas, territórios de memoria, marcadores indenitários e espaços de disputa simbólica. No Cariri, essa dimensão patrimonial é inseparável da religiosidade popular, como a devoção ao Padre Cicero, a Festa do Pau da Bandeira de Santo Antônio, as romarias e a centralidade das imagens sacras na educação do olhar histórico dos estudantes.

Considerando esse enquadramento historiográfico, patrimonial e pedagógico, marque a alternativa que apresenta a melhor abordagem didática e formativa do patrimônio cultural, coerente com a BNCC e com a atuação docente em História no Ensino Básico da regido:
Alternativas
Q3850969 Pedagogia
Os campos de concentração da seca de 1932 no Ceará, como o de Quixeramobim e Quixeramobim-Sertão, constituíram dispositivos de controle social e gestão da fome, inscritos na longa duração das estruturas oligárquicas do Brasil republicano. No capítulo Campo de concentração de Quixeramobim: a seca de 1932 e o curral da fome, José Ailton Brasil de Lima e Francisco Chagas da Silva Neto mobilizam a crítica patativiana à fome como experiência sensível e como resultado de arranjos políticos que converteram a estiagem m “indústria da seca”, beneficiando elites agrárias e agentes estatais em diferentes escalas. O poema de Patativa do Assaré, por sua vez, tensiona a dimensão afetiva da fome como trauma histórico e denúncia social. No âmbito do ensino básico, a BNCC orienta docentes de História a analisarem as relações entre poder local, estruturas agrárias e práticas de controle político no Brasil republicano (EFO9HIO6, EFO9HIO7, EFO9HIOS), bem como a problematizarem, no Ensino Médio, as formas históricas de dominação política e econômica e suas permanências interseccionadas a marcadores sociais e territoriais (EMI3CHS101, EM13CHS102, EM13CHS103).

Ao considerar essa chave interpretativa e seu diálogo normativo com a BNCC, a ocupação da fome como fenômeno histórico e a leitura do coronelismo como categoria de análise, é correto afirmar que o coronelismo, enquanto estrutura política e objeto de ensino crítico em História, pode ser definido como: 
Alternativas
Q3850968 História
A ocupação colonial da Capitania do Ceará, conforme argumenta Francisco José Pinheiro, foi tardia e menos regulada pelos modelos produtivos previamente consolidados em outras regiões da América portuguesa. A transição entre formas de uso e significação da terra evidencia disputas não apenas econômicas, mas ontológicas, envolvendo diferentes regimes de territorialidade: para muitos povos indígenas, como os Tabajara e os Tabajara da Ibiapaba, a terra constituía um território de pertença, vida, cosmopercepção e inscrição identitária, enquanto para os colonos lusitanos a terra gradualmente se estruturava como mercadoria e propriedade privada. No ensino de História da Educação Básica, a BNCC orienta que docentes desenvolvam habilidades como a análise das dinâmicas territoriais e dos conflitos entre grupos sociais (EFO7HI09; EFOSHII4), a compreensão dos sistemas econômicos coloniais e suas conexões inter-regionais (EF09HI06; EF09HIO7), além da capacidade de comparar diferentes perspectivas sobre natureza, cultura, trabalho e território em processos históricos (EM13CHS101; EMI13CHS102). 

Leia as afirmativas abaixo e, em seguida, marque a alternativa que contenha a correta orientação de como os processos de ocupação e confronto territorial no Ceara colonial devem ser ensinados: 
I. O confronto entre indígenas e lusitanos pode ser compreendido a partir do projeto expansionista português de domínio territorial e reordenação produtiva do espaço colonial.
II. A pecuária, embora economicamente relevante no interior, foi inicialmente compreendida pela administração colonial como atividade subsidiária à produção açucareira concentrada em áreas litorâneas do Nordeste.  
III. Segundo a tradição oral Tabajara da Serra da Ibiapaba, no início do século XVII ocorreram fluxos migratórios de grupos indígenas oriundos do litoral da Bahia para a Capitania do Ceará, em razão do avanço colonial e da pressão sobre territórios tradicionais.
IV. O conceito de território assume sentidos distintos quando comparados os regimes de territorialidade indígenas, baseados na pertença e no simbólico, e a lógica colonial portuguesa, orientada pela propriedade privada e pela mercantilização da terra.
Alternativas
Q3850967 História
A constituição do mundo capitalista, acelerada entre os séculos XVIII e XIX, articulou uma nova gramática social do trabalho, da técnica e do pensamento, a partir da convergência entre a Revolução Industrial e os fundamentos filosóficos da modernidade. Esse processo implicou a reconfiguração das relações produtivas, a naturalização da racionalidade instrumental e a consolidação de uma ciência comprometida com a ideia de progresso, eficiência e domínio da natureza. No ensino de História da Educação Básica, a BNCC orienta que docentes promovam competências como a análise critica dos s. temas econômicos (EFO9HIO7), a problematização do impacto das tecnologias na organização do trabalho e da vida social (EFOSHIO3), além do desenvolvimento da habilidade de relacionar transformações produtivas às mudanças nas ideias e visões de mundo (EM13CHS101).

Considerando esse enquadramento normativo e sua aplicação prática na formação histórica dos estudantes da rede básica de ensino da cidade do Crato, Ceará, é correto afirmar que o capitalismo moderno se consolidou e deve ser ensinado, segundo a BNCC, como um processo que:  
Alternativas
Respostas
1021: A
1022: B
1023: B
1024: C
1025: E
1026: D
1027: B
1028: E
1029: E
1030: C
1031: B
1032: A
1033: C
1034: A
1035: D
1036: A
1037: D
1038: C
1039: B
1040: A