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Q2495906 Português

Texto 1

REVOLTAS Quilombo de Maricá



Q1_7.png (415×687)



Richard Enbel, graduando no curso de História da UFF e pesquisador do projeto “Um Rio de Revoltas” – FAPERJ – CNE/2018-2021). Adaptado. Disponível em https://www.historia.uff.br/impressoesrebeldes/revolta/quilombode-marica/. Acesso em: 11 mar. 2024.

Responda à questão, após ler o enunciado:
“Houve muitas formas de resistir no Brasil, mas as fugas e a formação de comunidades pretas eram as que mais ameaçavam as autoridades locais.” (Linhas 10-13)
Assinale a opção em que a substituição do conectivo sublinhado – “mas” – ALTERA o sentido do enunciado.
Alternativas
Q2495903 Português

Texto 1

REVOLTAS Quilombo de Maricá



Q1_7.png (415×687)



Richard Enbel, graduando no curso de História da UFF e pesquisador do projeto “Um Rio de Revoltas” – FAPERJ – CNE/2018-2021). Adaptado. Disponível em https://www.historia.uff.br/impressoesrebeldes/revolta/quilombode-marica/. Acesso em: 11 mar. 2024.

Leia o fragmento seguinte para responder à questão:


“No ano de 1814, são emitidas ordens para destruir o quilombo.” (Linhas 06-08) 


O enunciado em análise está na voz passiva analítica. Na voz passiva sintética, de acordo com a norma padrão, teria a seguinte estrutura:

Alternativas
Q2495902 Português

Texto 1

REVOLTAS Quilombo de Maricá



Q1_7.png (415×687)



Richard Enbel, graduando no curso de História da UFF e pesquisador do projeto “Um Rio de Revoltas” – FAPERJ – CNE/2018-2021). Adaptado. Disponível em https://www.historia.uff.br/impressoesrebeldes/revolta/quilombode-marica/. Acesso em: 11 mar. 2024.

Releia os trechos extraídos de “Revoltas” antes de responder à questão.

I “No início do século XIX, escravizados fugitivos das fazendas próximas à Freguesia de Santa Maria de Maricá, atual cidade de Maricá, organizaram um quilombo nas matas da região.” (Linhas 01-04)
II “Os quilombos eram respostas às severas condições impostas aos escravizados. As incursões de tropas e de capitães-do-mato poderiam pôr fim a algumas comunidades, mas, enquanto o sistema escravocrata os explorasse, a resposta viria cada vez mais violenta.” (Linhas 26-32)

Quanto à estrutura, é correto afirmar que:
Alternativas
Q2495884 Pedagogia
Na história da educação é comum observar-se as diversas fases da pedagogia, que foram cunhadas de pedagogia tradicional (da essência), pedagogia da existência (experiência) e pedagogia política (crítica). No atual contexto educacional necessita-se de uma pedagogia: 
Alternativas
Q2495883 Pedagogia
Conforme a LDB Nº 9.394/96, os currículos da educação básica devem ter:
Alternativas
Q2495882 Pedagogia
Analise as proposições a seguir, tomando como base a afirmativa: O trabalho educativo na escola exige uma reflexão rigorosa, radical e de conjunto, isto implica em...

I- Analisar a realidade que envolve um tema a ser estudado.
II- Considerar os conhecimentos prévio da criança.
III- Propor atividades desafiadoras para a criança de modo a ampliar seus conhecimentos.
IV- Selecionar critérios relevantes para avaliar qualitativamente a aprendizagem da criança.

Está(ão) correta(s):
Alternativas
Q2495879 Noções de Informática
Em um ambiente corporativo altamente dinâmico e globalizado, a empresa XYZ está enfrentando desafios significativos relacionados à segurança da informação. Considerando a natureza multifacetada desses desafios, qual das seguintes estratégias de mitigação seria mais eficaz para a empresa XYZ garantir a segurança de seus dados sensíveis?
Alternativas
Q2495873 Português
Leia o texto a seguir e responda à questão.

Os benefícios ambientais da compostagem

     Ao fazer compostagem, você está evitando que os resíduos orgânicos sejam enviados para aterros sanitários, onde eles se decompõem de forma anaeróbica, liberando gases do efeito estufa, como o metano. Além disso, a compostagem reduz a necessidade de fertilizantes químicos, que podem contaminar o solo e os recursos hídricos. Outro benefício da compostagem é a redução da quantidade de lixo que você produz.
      Ao compostar seus resíduos orgânicos, você estará diminuindo a quantidade de lixo que vai para o lixo comum, contribuindo para a redução da demanda por aterros sanitários.
     Agora que você já sabe por que a compostagem é tão importante, vamos te ensinar como montar seu próprio composto em casa. É mais fácil do que você imagina!

1. Escolha um local adequado: você pode fazer a compostagem em uma composteira de jardim ou até mesmo em um balde com tampa.
2. Separe os resíduos orgânicos: separe restos de comida, cascas de frutas e legumes, borra de café, folhas secas, papelão e outros resíduos vegetais.
3. Crie camadas: comece colocando uma camada de resíduos secos, como folhas secas ou papelão rasgado. Em seguida, adicione uma camada de resíduos úmidos, como restos de comida. 
4. Mantenha a umidade: regue o composto regularmente para mantê-lo úmido, mas não encharcado.
5. Vire o composto: a cada duas semanas, mexa o composto com uma pá ou garfo para garantir uma decomposição uniforme.
6. Aguarde a decomposição: em algumas semanas ou meses, dependendo das condições climáticas e dos materiais utilizados, seu composto estará pronto para ser

Fonte: https://meuverdejardim.com.br/guiacompleto-iniciantes-compostagem/
Os verbos em destaque no texto acima revelam traços da tipologia: 
Alternativas
Q2495871 Português
Analise a conjugação dos verbos em destaque nas frases seguintes.

I- Quando tu puderes, agradecerei tua ajuda.
II- Nós vínhamos caminhando na orla, quando fomos abordados por dois rapazes.
III- Se ele soubesse a verdade, ficaria arrasado.
IV- Quando tu disseres a novidade, ela ficará muito feliz.

Após análise das frases, assinale a alternativa que apresenta, na ordem correspondente, a correta conjugação dos verbos (pessoa, tempo e modo).  
Alternativas
Q2495869 Português
Assinale, abaixo, a alternativa em que há a substantivação de uma preposição (Pestana, 2013).
Alternativas
Q2495868 Português
Assinale, a seguir, a alternativa que apresenta um período composto por subordinação e coordenação
Alternativas
Q2495866 Português
Analise a grafia das palavras em destaque nas frases a seguir.

I- O vaqueiro não colocou a cela do cavalo corretamente e o patrão terminou caindo.
II- O senso do IBGE demonstrou o envelhecimento da população.
III- A insipiência daquele indivíduo me assusta.
IV- A sessão de direitos é a transferência de direito de posse sobre um bem.
V- O concerto realizado no teatro municipal terminou muito tarde.

Após análise dos períodos, conclui-se que estão grafadas incorretamente as palavras destacadas em:
Alternativas
Q2495865 Português
Leia o texto abaixo e responda a questão.

A (IN)EXISTÊNCIA DA EMPATIA EM UMA SOCIEDADE LÍQUIDA E SUPERFICIAL

“[...] Valeu a pena? Tudo vale a pena
Se a alma não é pequena.
Quem quer passar além do Bojador
Tem que passar além da dor.
Deus ao mar o perigo e o abismo deu,
Mas nele é que espelhou o céu.”
Fernando Pessoa

       Das palavras de Fernando Pessoa, ecoam, em minha mente, os versos “Tudo vale a pena, se a alma não é pequena”. Isso me faz pensar na importância de agirmos não apenas mecanicamente, mas, sobremaneira, espiritualmente. Será que nossas ações diárias visam o bem-estar, também, dos outros? Ou será que nossa alma é pequena a ponto de pensarmos apenas em nosso benefício próprio? Infelizmente, diante da globalização, parece-me que as pessoas estão, cada vez mais, mecânicas e menos humanas, uma vez que é priorizado o bem material, bem de consumo, em detrimento do bem espiritual. Nessa linha de raciocínio, como brasileira, por meio de evidências presentes em nossa realidade social, reflito sobre a “invisibilidade pública” (COSTA, 2004) decorrente de ações oriundas de uma sociedade moderna e líquida (BAUMAN, 2001), cuja fluidez nos consome diariamente.
       Em primeiro lugar, percebo, no dia a dia, a supervalorização de umas funções, como, por exemplo, a de médico, engenheiro, advogado, em detrimento de outras, não menos importantes, tais como: gari, pedreiro, eletricista, dentre tantas outras. Como comprovado por Costa (2004), nossa sociedade tende a invisibilizar essas profissões cujos cidadãos são da classe trabalhadora, como se eles tivessem a obrigação de servir os grupos privilegiados. Pessoas que possuem este pensamento, como diria o poeta português Fernando Pessoa, parecem apresentar a alma pequena, pois não conseguem enxergar a semelhança e dependência que todos nós, cidadãos, temos em comunidade, independentemente da posição social que ocupamos. O que seria de nós, por exemplo, sem o advogado, o médico, o engenheiro e o professor? Mas, também, o que seria de nós sem o gari que higieniza nossas vias públicas, o pedreiro que constrói nossas casas e o eletricista que nos possibilita a luz elétrica para que possamos ter mais conforto e, até mesmo, cumprir nossas funções diárias?
       Essas reflexões me fazem compreender, em segundo lugar, que essa supervalorização e, por conseguinte, a invisibilidade pública (COSTA, 2004) é decorrente de uma modernidade líquida, conforme aponta Bauman (2001), a qual tem como prioridade os bens de consumo; bens esses que chegam às mãos dos pobres com muito mais dificuldade. Uma sociedade que cultiva ações materiais, em detrimento de ações de compaixão e solidariedade. Enxergo, como fruto desta realidade, pessoas que constroem suas mansões em alicerces superficiais e vazios, uma vez que, embora possuam os materiais de construção mais caros e luxuosos, não possuem sentimentos simples e imprescindíveis, tais como: o amor e a empatia. 
      Portanto, concluo que essas pessoas priorizam tanto os bens concretos que esquecem os mais importantes, aqueles que não são visíveis aos nossos olhos, mas que sentimos (SAINT-EXUPÉRY, 1987). São sentimentos que nos propiciam alicerçar a nossa moradia da maneira mais forte possível, propiciando-nos a capacidade de sermos empáticos; em outras palavras, segundo o psicólogo norte-americano Carl Rogers, é importante procurarmos enxergar o mundo com os olhos do outro, em vez de enxergarmos o nosso mundo como um reflexo nos olhos dele (ROGERS, 2017). Defendo, dessa maneira, que nem as melhores tecnologias ou lentes do mundo são capazes de nos fazer enxergar com os olhos do outro, quando temos a alma pequena, uma vez que compreendo que é procurando edificar ações mais coerentes e empáticas, em meio a uma sociedade alicerçada em superficialidades, que tornaremos visíveis as necessidades e angústias do próximo, em prol da “visibilidade pública” e grandeza de nosso espírito.

Fonte: <https://www.revistadobiu.org/
publica%C3%A7%C3%B5es/v-1-n-2-2021 [editado].

Analise, a seguir, os elementos coesivos em destaque no excerto retirado do texto.



Enxergo, como fruto desta realidade, pessoas que constroem suas mansões em alicerces superficiais e vazios, uma vez que, embora possuam os materiais de construção mais caros e luxuosos, não possuem sentimentos simples e imprescindíveis, tais como: o amor e a empatia.



Após análise do excerto, assinale a alternativa que apresenta a substituição desses termos por sinônimos que resguardem, sem mudanças na estrutura linguística, o sentido do texto. 


Alternativas
Q2495864 Português
Leia o texto abaixo e responda a questão.

A (IN)EXISTÊNCIA DA EMPATIA EM UMA SOCIEDADE LÍQUIDA E SUPERFICIAL

“[...] Valeu a pena? Tudo vale a pena
Se a alma não é pequena.
Quem quer passar além do Bojador
Tem que passar além da dor.
Deus ao mar o perigo e o abismo deu,
Mas nele é que espelhou o céu.”
Fernando Pessoa

       Das palavras de Fernando Pessoa, ecoam, em minha mente, os versos “Tudo vale a pena, se a alma não é pequena”. Isso me faz pensar na importância de agirmos não apenas mecanicamente, mas, sobremaneira, espiritualmente. Será que nossas ações diárias visam o bem-estar, também, dos outros? Ou será que nossa alma é pequena a ponto de pensarmos apenas em nosso benefício próprio? Infelizmente, diante da globalização, parece-me que as pessoas estão, cada vez mais, mecânicas e menos humanas, uma vez que é priorizado o bem material, bem de consumo, em detrimento do bem espiritual. Nessa linha de raciocínio, como brasileira, por meio de evidências presentes em nossa realidade social, reflito sobre a “invisibilidade pública” (COSTA, 2004) decorrente de ações oriundas de uma sociedade moderna e líquida (BAUMAN, 2001), cuja fluidez nos consome diariamente.
       Em primeiro lugar, percebo, no dia a dia, a supervalorização de umas funções, como, por exemplo, a de médico, engenheiro, advogado, em detrimento de outras, não menos importantes, tais como: gari, pedreiro, eletricista, dentre tantas outras. Como comprovado por Costa (2004), nossa sociedade tende a invisibilizar essas profissões cujos cidadãos são da classe trabalhadora, como se eles tivessem a obrigação de servir os grupos privilegiados. Pessoas que possuem este pensamento, como diria o poeta português Fernando Pessoa, parecem apresentar a alma pequena, pois não conseguem enxergar a semelhança e dependência que todos nós, cidadãos, temos em comunidade, independentemente da posição social que ocupamos. O que seria de nós, por exemplo, sem o advogado, o médico, o engenheiro e o professor? Mas, também, o que seria de nós sem o gari que higieniza nossas vias públicas, o pedreiro que constrói nossas casas e o eletricista que nos possibilita a luz elétrica para que possamos ter mais conforto e, até mesmo, cumprir nossas funções diárias?
       Essas reflexões me fazem compreender, em segundo lugar, que essa supervalorização e, por conseguinte, a invisibilidade pública (COSTA, 2004) é decorrente de uma modernidade líquida, conforme aponta Bauman (2001), a qual tem como prioridade os bens de consumo; bens esses que chegam às mãos dos pobres com muito mais dificuldade. Uma sociedade que cultiva ações materiais, em detrimento de ações de compaixão e solidariedade. Enxergo, como fruto desta realidade, pessoas que constroem suas mansões em alicerces superficiais e vazios, uma vez que, embora possuam os materiais de construção mais caros e luxuosos, não possuem sentimentos simples e imprescindíveis, tais como: o amor e a empatia. 
      Portanto, concluo que essas pessoas priorizam tanto os bens concretos que esquecem os mais importantes, aqueles que não são visíveis aos nossos olhos, mas que sentimos (SAINT-EXUPÉRY, 1987). São sentimentos que nos propiciam alicerçar a nossa moradia da maneira mais forte possível, propiciando-nos a capacidade de sermos empáticos; em outras palavras, segundo o psicólogo norte-americano Carl Rogers, é importante procurarmos enxergar o mundo com os olhos do outro, em vez de enxergarmos o nosso mundo como um reflexo nos olhos dele (ROGERS, 2017). Defendo, dessa maneira, que nem as melhores tecnologias ou lentes do mundo são capazes de nos fazer enxergar com os olhos do outro, quando temos a alma pequena, uma vez que compreendo que é procurando edificar ações mais coerentes e empáticas, em meio a uma sociedade alicerçada em superficialidades, que tornaremos visíveis as necessidades e angústias do próximo, em prol da “visibilidade pública” e grandeza de nosso espírito.

Fonte: <https://www.revistadobiu.org/
publica%C3%A7%C3%B5es/v-1-n-2-2021 [editado].
Compreendendo que o título é o retrato de um texto, de modo que, a partir dele, o autor pode revelar a temática e, até mesmo, o seu posicionamento no texto, no caso de gêneros argumentativos, assinale, a seguir, a alternativa que apresenta a reescrita mais adequada do título “A in(existência) da empatia em uma sociedade líquida e superficial”. 
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Q2492890 Pedagogia

A escola enquanto espaço legitimado de construção de saberes está permeada por processos avaliativos. Todo ato de avaliar necessita de um sentido que o justifique e o oriente em suas ações. Nesse sentido, os professores, as políticas públicas e a comunidade escolar devem problematizar os sentidos que a avaliação escolar tem assumido nas práticas educativas. É nela, na avaliação, que se reproduz, em forma de questões, o conhecimento que se quer apreendido e, no caso específico da história escolar, a concepção de história a ser difundida com vistas a criar leituras de mundo específicas que atendam a objetivos mais gerais. (MONTEIRO, 2002.)


Tendo em vista o papel imperioso que representa no processo do conhecimento, não só histórico, mas também de outras ciências, espera-se que:

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Q2492889 História
No dia 14 de abril, é comemorado o “Dia Mundial do Café” e o Brasil ainda ocupa a posição de maior produtor e exportador de café do mundo. Com uma área destinada à cafeicultura (arábica e conilon) totalizando, aproximadamente, 2,26 milhões de hectares em 2023. O café é a segunda bebida mais consumida no mundo, atrás apenas da água. Segundo a Organização Internacional do Café (OIC), o mundo produziu, entre outubro de 2021 e setembro de 2022, 170,83 milhões de sacas de 60 quilos e consumiu 164,9 milhões de sacas. O Brasil é o segundo maior consumidor de café no mundo, atrás somente dos Estados Unidos.

(Disponível em: https://www.gov.br/agricultura/pt-br/. Acesso em: fevereiro de 2024.) 

Essa “cultura” do café tanto em termos de plantio quanto em termos de consumo e hábito está muito relacionada ao período imperial brasileiro, uma vez que 
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Q2492888 História
Até recentemente era ainda possível acreditar que as formas de organização social humana tivessem aparecido “de repente” com a súbita evolução de um cérebro mais complexo que permitisse o desenvolvimento de formas simbólicas de se pensar e de se comunicar. É a imagem consagrada em filmes como “2001” ou “A Guerra do fogo” que retratam “o momento” em que o homem deixou de ser um animal para se tornar um ser humano, com uma linguagem simbólica e uma cultura. Se o ser humano realmente tivesse aparecido tão rapidamente, em uma mutação tão esplêndida que implicasse tantas outras mudanças, não haveria muita coisa a explicar na evolução da organização social humana. Precisaríamos apenas descobrir aquele momento em que o milagre aconteceu. Mas hoje é cada vez mais difícil sustentar esta ideia. (Werner, Dennis. 1990.)

Tema bastante complexo, o “processo de humanização e dinâmica da formação das sociedades humanas na Pré-história” gera curiosidade não só entre os estudiosos. No entanto, é possível afirmar que:
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Q2492887 História
O fim da ditadura militar no Brasil (1964-1985) praticamente torna inevitável a criação do Ministério da Cultura. No movimento de oposição à ditadura, os secretários estaduais de cultura e alguns setores artísticos e intelectuais reivindicam que o novo governo democrático, instalado em 1985, reconheça a cultura e a contemple com um ministério singular. O longo período de transição e “reconstrução” da democracia (1985–1993), que compreende os governos José Sarney (1985–1989), Collor de Melo (1990–1992) e Itamar Franco (1992–1994), configura a circunstância societária e política, na qual acontece a implantação do ministério. (RUBIM, 2007.)

A questão da cultura, especificamente no período da ditadura militar no Brasil, ficou
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Q2492886 História

As estruturas hierárquicas nas sociedades ao sul do rio Zambeze fundaram-se, inicialmente, no controle do gado. A pecuária foi praticada nas terras altas do Sudeste Africano muitos séculos antes de Cristo, mas não foram estabelecidos laços de continuidade entre as primeiras comunidades de pastores e os povos bantos encontrados pelos árabes e os europeus, que teriam importado o gado do litoral índico. Seja como for, “o que é certo tanto pela arquitetura dos assentamentos quanto pelo conteúdo dos depósitos arqueológicos é a associação entre a propriedade do gado e o status social elevado no seio dessas comunidades”. (OLIVER, 1994: 129.)


Além da criação de gado, uma característica marcante do Zimbabwe é que ficou conhecido 

Alternativas
Q2492885 História
Dentre as grandes revoltas no Brasil Império no período da Regência, Caio Prado Jr. defendeu a tese de que a Cabanagem pode ser considerada como um dos mais, senão o mais notável movimento popular do Brasil. É o único em que as camadas mais inferiores da população conseguem ocupar o poder de toda uma província com certa estabilidade; a primeira insurreição popular que passou da simples agitação para uma tomada efetiva de poder. 
(PRADO Jr., 2004.)  

Além da característica anteriormente apontada, a Cabanagem se apresenta como: 
Alternativas
Respostas
7861: C
7862: B
7863: C
7864: D
7865: B
7866: C
7867: D
7868: E
7869: A
7870: D
7871: E
7872: A
7873: C
7874: E
7875: A
7876: A
7877: D
7878: D
7879: D
7880: B