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Q3536736 História
A primeira constituição republicana brasileira, promulgada em 1891, representou uma ruptura com o regime imperial e institucionalizou o sistema republicano no Brasil. Sobre esta Carta Magna, assinale a alternativa INCORRETA:
Alternativas
Q3536735 História
O Estado Novo, instaurado por Getúlio Vargas em 1937, corresponde a um regime de feição autoritária no Brasil, relacionado a processos globais de ascensão de regimes centralizadores no período entreguerras, implicando consequências relevantes no campo político, econômico e social. Sobre este período, assinale a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q3536734 História
A partir de 1930, a República Brasileira adentrou um período de reconfiguração institucional e econômica, caracterizado pela redefinição das bases do Estado, pelo crescimento das demandas sociais e pela ascensão de novas lideranças com forte apelo popular, em meio a uma sociedade marcada por desigualdades estruturais. Nesse contexto, identifique a assertiva INCORRETA: 
Alternativas
Q3536733 História
O Segundo Reinado, sob D. Pedro II, foi um período de relativa estabilidade política, expansão econômica e importantes transformações sociais no Brasil, em meio ao aprofundamento das contradições internas do sistema escravista. Sobre este período, assinale a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q3536732 História
Analise as afirmações abaixo, relativas às dinâmicas de poder, estrutura social e econômica, e ao papel da Igreja durante a Idade Média, considerando as contradições e permanências que marcaram o período medieval:

( ) O poder e a influência da Igreja Católica na Europa medieval transbordavam os muros eclesiásticos e palacianos, alcançando amplamente o tecido social e político.
( ) Embora as atividades urbanas e comerciais não tenham desaparecido, a economia feudal era essencialmente agrária, sendo a posse da terra central para a consolidação do poder político e social durante a Idade Média.
( ) A ideologia medieval fundamentava-se na concepção de uma sociedade das três ordens: religiosos, senhores e servos.
( ) Durante a Baixa Idade Média, houve a fundação de diversas universidades em cidades europeias, estimuladas, em parte, pelas corporações e pelo desenvolvimento das cidades medievais.
( ) A peste negra, ao eclodir no século XIV, provocou severos impactos sociais, econômicos e demográficos na Europa medieval, desestabilizando as estruturas de poder estabelecidas.

Assinale a alternativa que indica a sequência correta:
Alternativas
Q3536731 História
O colapso do Império Romano, evento de notável complexidade histórica, resultou da confluência de fatores internos e externos, incluindo as invasões germânicas, crises econômicas, migrações internas e a fragmentação política do poder imperial. Simultaneamente, o legado romano, expresso em sua infraestrutura viária, na arquitetura monumental, no direito e na língua latina, moldou elementos basilares das civilizações europeias posteriores, persistindo ao longo da Idade Média e reverberando na formação do Ocidente cristão. Nesse sentido, assinale a alternativa correta: 
Alternativas
Q3536730 História
No transcurso da República Romana, período caracterizado por um intricado mosaico de tensões sociais, disputas políticas e conquistas militares, os mecanismos institucionais e os embates entre patrícios e plebeus delinearam o ritmo das transformações que permitiram a Roma consolidar sua hegemonia no Mediterrâneo. Nesse contexto, leis como a Licínia e os esforços de tribunos plebeus para minorar desigualdades sociais se entrelaçaram aos interesses expansionistas que expandiram o domínio romano para além da Península Itálica, estabelecendo conexões entre poder, território e controle social. Considerando essas nuances, assinale a alternativa correta:
Alternativas
Q3536729 História
As cidades-estados gregas, surgidas entre os séculos VIII e VI a.C., constituíram unidades político-administrativas autônomas e representaram a consolidação de uma experiência política singular no Mediterrâneo antigo. Nesse contexto, analise criticamente as proposições abaixo e assinale (V) para verdadeira e (F) para falsa:

( ) A acrópole, espaço arquitetônico localizado em pontos elevados da pólis, articulava funções religiosas e militares, abrigando templos dedicados às divindades protetoras e servindo como ponto de resistência em situações de ataque, além de constituir um marco de identidade cívica.
( ) A estrutura social da pólis grega fundamentava-se em um ideal de igualdade plena, permitindo a participação política universal e irrestrita a todos os habitantes livres e estrangeiros residentes em seu território, configurando uma democracia integral.
( ) A economia das pólis articulava a produção agrícola, desenvolvida em pequenas propriedades, ao comércio marítimo no Mediterrâneo, atividade que não apenas assegurava o abastecimento de gêneros de primeira necessidade, mas também fomentava intercâmbios culturais com outras regiões.

Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta: 
Alternativas
Q3536728 História
Em meio às areias do Vale do Nilo, o Egito Antigo construiu uma civilização marcada por complexas relações políticas, sociais e religiosas, onde a crença na vida após a morte e no poder divino do faraó moldava as instituições e a cultura. Nesse contexto, assinale a alternativa correta sobre a religiosidade e a organização social do Egito Antigo:
Alternativas
Q3536727 História
Compreendida enquanto disciplina que se ocupa não apenas da análise crítica dos processos sociais, políticos, culturais e econômicos que conformaram as diversas sociedades ao longo do tempo, mas também da reflexão acerca de seus próprios procedimentos metodológicos, a História emerge da necessidade de investigar o entrecruzamento entre memória, narrativa e produção do conhecimento histórico. A constituição do saber histórico exige, assim, uma interlocução constante entre a materialidade das fontes, os paradigmas interpretativos e as finalidades sociopolíticas atribuídas ao ato de narrar o passado, tensionando continuamente os limites entre a História como ciência e a história enquanto objeto de estudo. Com base nessa perspectiva, examine as proposições abaixo sobre os fundamentos teóricos do conhecimento histórico, a prática historiográfica e a constituição da memória social, e assinale a alternativa que apresenta informação INCORRETA:
Alternativas
Q3535512 Atualidades
Leia o trecho da matéria a seguir retirada do CNN Brasil:

“O Exército de Israel anunciou neste domingo (19mai) que iniciou "extensas operações terrestres" no norte e no sul de Gaza [...]. O exército israelense afirmou ter conduzido uma onda preliminar de ataques contra mais de 670 alvos do Hamas em Gaza na última semana para apoiar uma operação terrestre [...]. O grupo afirmou ter matado dezenas de combatentes do Hamas. Autoridades de saúde palestinas afirmam que centenas de pessoas foram mortas, incluindo muitas mulheres e crianças”. As operações citadas no trecho e iniciadas por Israel foram apelidadas de:

https://www.cnnbrasil.com.br/internacional/israel-anuncia-inicio-de-operacoes-terrestresextensas-em-gaza/
Alternativas
Q3535511 Legislação dos Municípios do Estado da Bahia
Com base na Lei Orgânica do Município de Jaguaquara, são bens municipais:

I. Bens móveis e imóveis de seu domínio pleno, indireto ou útil.
II. Águas fluentes, emergentes e em depósitos, localizadas exclusivamente em seu território.
III. Renda proveniente do exercício de suas atividades e da prestação de serviços.

Julgue os itens e assinale a alternativa correta:
Alternativas
Q3535510 Legislação dos Municípios do Estado da Bahia
A respeito da divisão administrativa elencada na Lei Orgânica do Município de Jaguaquara, está incorreto afirmar:
Alternativas
Q3535509 História e Geografia de Estados e Municípios
O município de Jaguaquara está localizado no estado da Bahia, situado no Território de Identidade do Vale do Jiquíriça e surgiu de uma instância chamada Toca da Onça, que em 1896 foi incumbida ao casal, Luzia de Souza e:
Alternativas
Q3535502 Português
O TEXTO II A SEGUIR SERVIRÁ DE BASE PARA A RESOLUÇÃO DA QUESTÃO


32 dentes

(Titãs)


Eu nunca mais vou dizer o que realmente penso!
Eu nunca mais vou dizer o que realmente sinto!


Eu juro, Eu juro... Eu juro por Deus!


Não confio em ninguém
Não confio em ninguém
Não confio em ninguém com mais de 30
Não confio em ninguém com 32 Dentes....


Meu pai um dia me pediu
para que eu nunca mentisse
mas ele se esqueceu de dizer a verdade!


Eu não sei fazer música,
mas eu faço
Eu não sei cantar as músicas que eu faço,
mas eu canto


Ninguém sabe nada
Ninguém sabe nada


 https://vagalume.com.br/titas/32-dentes.html 
Veja as afirmações abaixo antes de julgar o que se pede.

( ) O texto II se apresenta em forma de verso e tem como uma de suas temáticas o cerceamento da liberdade de expressão.
( ) O verso “Eu nunca mais vou dizer o que realmente penso!” apresenta a temática entre os dois textos de modo tênue e análogo.
( ) Um dos aspectos nítidos da mensagem da letra da música é a “contradição”, seja no que se refere à noção de confiança nos outros ou à própria capacidade do eu-lírico em expressar ironicamente seu inconformismo.
( ) Nota-se que o eu-lírico do texto II prescinde de espírito de inconformismo e de rebeldia diante da realidade que lhe causa revolta.

Considerando-se V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas, analise, a partir das ideias expostas na letra da canção do texto II, pela ordem, o que se afirmou acima:
Alternativas
Q3535498 Português
O TEXTO I A SEGUIR SERVIRÁ DE BASE PARA A RESOLUÇÃO DA QUESTÃO 


CENSURA É LIBERDADE

Q1_9.png (169×112)

Ilustração: Shutterstock


Os que dizem combater a desinformação alegam que é para proteger direitos fundamentais. Ora, um dos direitos mais fundamentais é a liberdade de expressão

por Alexandre Garcia


    No julgamento sobre censura na internet, o ministro do Supremo André Mendonça, num voto que precisou de dois dias para ser lido, pronunciou uma aula magna sobre liberdade, ordem institucional e democracia. Escolheram para retomar o julgamento de recursos contra o artigo 19 do Marco Civil da Internet o dia 4 de junho. Há 36 anos, num 4 de junho, na Praça da Paz Celestial, o Exército Chinês massacrava o povo que queria liberdade de expressão. Na sessão do Supremo do dia 4 de junho, o ministro Barroso citou a comunista alemã Rosa Luxemburgo: “Liberdade é sempre a de quem pensa diferente”. Aqui, os que pensam diferente têm que ser presos.

    Nossa Constituição considera a liberdade de expressão cláusula pétrea, ou seja, nem o Congresso pode modificar o artigo 5º. “É livre a manifestação do pensamento, sendo vedado o anonimato”. Não diz “salvo se”, que tampouco está no artigo 53, o qual garante a inviolabilidade de deputados e senadores por quaisquer palavras.

    A censura é o objetivo de todos os totalitários. Primeiro, censuram as palavras; a consequência é censurar o pensamento; e a liberdade, então, estará censurada. Tudo fica relativo, como na “democracia relativa” da Venezuela bolivariana. Vale qualquer pretexto, como faziam os tribunais na Alemanha de Hitler e na União Soviética de Stalin, onde as pessoas já estavam condenadas antes dos julgamentos, que só serviam como ritual, na tentativa de mostrar que um processo kafkiano é um processo justo. O terrível, numa situação assim, é o silêncio dos censuráveis, os quais agem como ovelhas indo passivamente para a tosquia. A lã das ovelhas estará crescida no ano seguinte, mas a liberdade perdida só renascerá se os servos aprenderem a agir como cidadãos. 

    O totalitarismo aboliu a liberdade de pensamento em um grau jamais visto. Ele não apenas proíbe que você se expresse, mas dita o que você deve pensar, cria uma ideologia para impor a você, tenta governar sua vida emocional, além de estabelecer um código de conduta. Na medida do possível, ele isola você do mundo, o fecha em um universo artificial em que você não tem padrões de comparação. Na verdade, esse período anterior deveria vir entre aspas, mas eu queria que você, leitor, fosse livre para pensar que essa seria uma conclusão minha, sobre a atualidade brasileira. Na verdade, isso foi dito na BBC, em Londres, por George Orwell, em 1941! Imagino que ele se referia à Europa com Stalin, Hitler e Mussolini. Quanta semelhança com o mundo woke de hoje e com nosso Brasil... 

    São tempos em que o Supremo decide modificar uma lei que foi discutida pelo Congresso com a nação por três anos. A Lei nº 12.965 foi sancionada por Dilma em 2014. Depois de dez anos em vigor, surgiu, em véspera de ano eleitoral, o desejo de obrigar as plataformas a irem além das regras já existentes, que evitam pornografia, pedofilia, imagens obscenas. Mas insistem que é preciso combater a desinformação. Ora, combate-se a desinformação não dando audiência ao desinformador, assim como ao odiento – ademais rotular de desinformação é muito subjetivo, pois pode se tratar apenas de uma informação com a qual não se concorde. Paradoxalmente, os que dizem combater a desinformação alegam que é para proteger direitos fundamentais. Ora, um dos direitos mais fundamentais é a liberdade de expressão.

    O Supremo, a despeito da lição contida no voto de André Mendonça, vai dizer que o que o Legislativo decidiu, no artigo 19, é inconstitucional. Pode o STF redigir outro artigo? André Mendonça ensinou que só o Legislativo tem poder para redigir leis. E como responsabilizar as plataformas? Tornando-as censoras? Se alguém duvidar da Justiça Eleitoral, é crime? Mas não é crime nem duvidar de Deus – como lembrou André Mendonça. Ter a responsabilidade de censurar o que julgam mentira ou discurso de ódio? Se já é impossível identificar quem chama o juiz de ladrão num estádio lotado, será impossível tarefa humana fiscalizar bilhões de postagens diárias. Um robô vai decidir? A pedra angular da democracia e da humanidade, a liberdade de expressão, será entregue a uma máquina?

    Orwell, no seu 1984, previa para aquele ano, em ficção, o totalitarismo mudando significados: “Guerra é Paz; Liberdade é Escravidão; Ignorância é Força”. No século seguinte, nos anos 2020, no Brasil se procura implantar novas verdades: manifestação popular é golpe; crítica é ato antidemocrático; opinião contrária é fake news; contrapor-se a uma feminista é misoginia, a um esquerdista é fascismo. E censura é liberdade.


https://revistaoeste.com/revista/edicao-272/censura-e-liberdade/ Adaptado 
Veja as afirmações abaixo antes de julgar o que se pede.

( ) Em “Escolheram para retomar o julgamento de recursos contra o artigo 19 do Marco Civil da Internet o dia 4 de junho.”, nota-se um erro gramatical quanto ao fato de não se ter isolado uma oração subordinada adverbial final.
( ) Na sessão do Supremo do dia 4 de junho, o ministro Barroso citou a comunista alemã Rosa Luxemburgo: “Liberdade é sempre a de quem pensa diferente”. Nota-se, no fragmento anterior, que todos os sinais de pontuação foram utilizados de modo facultativo: a vírgula para isolar um termo deslocado, enquanto os dois pontos anunciam o discurso direto, e as aspas isolam a fala mencionada.
( ) Em “Aqui, os que pensam diferente têm que ser presos.”, nota-se, em termos de concordância com um sujeito, a presença do acento diferencial no verbo “têm”; além disso, graças ao valor semântico de obrigação no contexto, o vocábulo “que” funciona como preposição acidental.
( ) Em “Vale qualquer pretexto, como faziam os tribunais na Alemanha de Hitler e na União Soviética de Stalin, onde as pessoas já estavam condenadas antes dos julgamentos, que só serviam como ritual, na tentativa de mostrar que um processo kafkiano é um processo justo.”, o elemento coesivo destacado possui valor morfológico pronominal ao recuperar “tribunais” quanto a dois topônimos no contexto. 

Considerando-se V para as considerações verdadeiras e F para as falsas, analise gramaticalmente cada afirmação acima no seu respectivo contexto e, pela ordem, aponte a sequência correta:
Alternativas
Q3535497 Português
O TEXTO I A SEGUIR SERVIRÁ DE BASE PARA A RESOLUÇÃO DA QUESTÃO 


CENSURA É LIBERDADE

Q1_9.png (169×112)

Ilustração: Shutterstock


Os que dizem combater a desinformação alegam que é para proteger direitos fundamentais. Ora, um dos direitos mais fundamentais é a liberdade de expressão

por Alexandre Garcia


    No julgamento sobre censura na internet, o ministro do Supremo André Mendonça, num voto que precisou de dois dias para ser lido, pronunciou uma aula magna sobre liberdade, ordem institucional e democracia. Escolheram para retomar o julgamento de recursos contra o artigo 19 do Marco Civil da Internet o dia 4 de junho. Há 36 anos, num 4 de junho, na Praça da Paz Celestial, o Exército Chinês massacrava o povo que queria liberdade de expressão. Na sessão do Supremo do dia 4 de junho, o ministro Barroso citou a comunista alemã Rosa Luxemburgo: “Liberdade é sempre a de quem pensa diferente”. Aqui, os que pensam diferente têm que ser presos.

    Nossa Constituição considera a liberdade de expressão cláusula pétrea, ou seja, nem o Congresso pode modificar o artigo 5º. “É livre a manifestação do pensamento, sendo vedado o anonimato”. Não diz “salvo se”, que tampouco está no artigo 53, o qual garante a inviolabilidade de deputados e senadores por quaisquer palavras.

    A censura é o objetivo de todos os totalitários. Primeiro, censuram as palavras; a consequência é censurar o pensamento; e a liberdade, então, estará censurada. Tudo fica relativo, como na “democracia relativa” da Venezuela bolivariana. Vale qualquer pretexto, como faziam os tribunais na Alemanha de Hitler e na União Soviética de Stalin, onde as pessoas já estavam condenadas antes dos julgamentos, que só serviam como ritual, na tentativa de mostrar que um processo kafkiano é um processo justo. O terrível, numa situação assim, é o silêncio dos censuráveis, os quais agem como ovelhas indo passivamente para a tosquia. A lã das ovelhas estará crescida no ano seguinte, mas a liberdade perdida só renascerá se os servos aprenderem a agir como cidadãos. 

    O totalitarismo aboliu a liberdade de pensamento em um grau jamais visto. Ele não apenas proíbe que você se expresse, mas dita o que você deve pensar, cria uma ideologia para impor a você, tenta governar sua vida emocional, além de estabelecer um código de conduta. Na medida do possível, ele isola você do mundo, o fecha em um universo artificial em que você não tem padrões de comparação. Na verdade, esse período anterior deveria vir entre aspas, mas eu queria que você, leitor, fosse livre para pensar que essa seria uma conclusão minha, sobre a atualidade brasileira. Na verdade, isso foi dito na BBC, em Londres, por George Orwell, em 1941! Imagino que ele se referia à Europa com Stalin, Hitler e Mussolini. Quanta semelhança com o mundo woke de hoje e com nosso Brasil... 

    São tempos em que o Supremo decide modificar uma lei que foi discutida pelo Congresso com a nação por três anos. A Lei nº 12.965 foi sancionada por Dilma em 2014. Depois de dez anos em vigor, surgiu, em véspera de ano eleitoral, o desejo de obrigar as plataformas a irem além das regras já existentes, que evitam pornografia, pedofilia, imagens obscenas. Mas insistem que é preciso combater a desinformação. Ora, combate-se a desinformação não dando audiência ao desinformador, assim como ao odiento – ademais rotular de desinformação é muito subjetivo, pois pode se tratar apenas de uma informação com a qual não se concorde. Paradoxalmente, os que dizem combater a desinformação alegam que é para proteger direitos fundamentais. Ora, um dos direitos mais fundamentais é a liberdade de expressão.

    O Supremo, a despeito da lição contida no voto de André Mendonça, vai dizer que o que o Legislativo decidiu, no artigo 19, é inconstitucional. Pode o STF redigir outro artigo? André Mendonça ensinou que só o Legislativo tem poder para redigir leis. E como responsabilizar as plataformas? Tornando-as censoras? Se alguém duvidar da Justiça Eleitoral, é crime? Mas não é crime nem duvidar de Deus – como lembrou André Mendonça. Ter a responsabilidade de censurar o que julgam mentira ou discurso de ódio? Se já é impossível identificar quem chama o juiz de ladrão num estádio lotado, será impossível tarefa humana fiscalizar bilhões de postagens diárias. Um robô vai decidir? A pedra angular da democracia e da humanidade, a liberdade de expressão, será entregue a uma máquina?

    Orwell, no seu 1984, previa para aquele ano, em ficção, o totalitarismo mudando significados: “Guerra é Paz; Liberdade é Escravidão; Ignorância é Força”. No século seguinte, nos anos 2020, no Brasil se procura implantar novas verdades: manifestação popular é golpe; crítica é ato antidemocrático; opinião contrária é fake news; contrapor-se a uma feminista é misoginia, a um esquerdista é fascismo. E censura é liberdade.


https://revistaoeste.com/revista/edicao-272/censura-e-liberdade/ Adaptado 
Veja as afirmações abaixo antes de julgar o que se pede.

( ) No 1º parágrafo, em “Escolheram para retomar o julgamento de recursos contra o artigo 19 do Marco Civil da Internet o dia 4 de junho.”, a forma verbal em destaque encontra-se conjugada no Pretérito perfeito do Indicativo possuindo Sujeito Elíptico.
( ) No 1º parágrafo, em “ 36 anos, num 4 de junho, na Praça da Paz Celestial, o Exército Chinês massacrava o povo que queria liberdade de expressão.”, nota-se que os verbos em destaque foram conjugados em tempos distintos: o primeiro, no Presente do Indicativo, podendo ser substituído pelo verbo “Faz”; já o segundo, no Pretérito imperfeito do Indicativo, podendo ser substituído por “desejava”.
( ) No 2º parágrafo, em “Nossa Constituição considera a liberdade de expressão cláusula pétrea, ou seja, nem o Congresso pode modificar o artigo 5º. ‘É livre a manifestação do pensamento, sendo vedado o anonimato’. Não diz “salvo se”, que tampouco está no artigo 53, o qual garante a inviolabilidade de deputados e senadores por quaisquer palavras.”, todos os verbos em destaque se encontram conjugados no mesmo tempo verbal, a fim de transmitirem uma ideia de verdade absoluta, diante da inviolabilidade legal do que se afirma.
( ) No 3º parágrafo, em “Tudo fica relativo, como na ‘democracia relativa’ da Venezuela bolivariana. Vale qualquer pretexto, como faziam os tribunais na Alemanha de Hitler e na União Soviética de Stalin, onde as pessoas já estavam condenadas antes dos julgamentos, que só serviam como ritual, na tentativa de mostrar que um processo kafkiano é um processo justo.”, as formas verbais destacadas encontram-se no Pretérito imperfeito do Indicativo e foram assim conjugadas a fim de expor um hábito que repetia no passado.

Considerando-se V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas, analise gramatical e contextualmente cada elaboração acima e, pela ordem, aponte a sequência correta:
Alternativas
Q3534820 História
Durante o período colonial, as populações indígenas desenvolveram diversas formas de resistência contra o domínio europeu. Sobre esse assunto, avaliar se as afirmativas são certas (C) ou erradas (E) e assinalar a sequência correspondente.

( ) A resistência indígena foi essencialmente passiva, limitando-se à aceitação das normas coloniais e à conversão ao catolicismo para evitar conflitos diretos.
( ) A resistência indígena foi insignificante, pois a superioridade militar e tecnológica dos europeus impediu qualquer tentativa de rebelião ou contestação por parte dos povos nativos.
( ) A resistência indígena manifestou-se de diversas formas, incluindo guerras, fugas para o interior, reorganização sociopolítica, aliança com grupos rivais dos colonizadores e manutenção de suas tradições culturais.
Alternativas
Q3534819 História
A Revolução Francesa marcou uma transformação significativa na política, na economia e na estrutura social da França e do mundo moderno. Os eventos desse período são constantemente revisitados para compreender suas causas, seus desdobramentos e seu impacto. Com base nas reflexões sobre o processo revolucionário, analisar os itens.

I. A convocação dos Estados Gerais em 1789, após um longo intervalo, foi impulsionada pela crise financeira do reino, agravada pela participação francesa na independência americana e pelos altos custos da corte.
II. A Declaração dos Direitos do Homem e do Cidadão, elaborada pela Assembleia Nacional Constituinte, proclamava a igualdade jurídica e política de todos os cidadãos, extinguindo privilégios baseados em nascimento ou riqueza.
III. As medidas adotadas pela Revolução Francesa, como a abolição do feudalismo e a redistribuição de terras, beneficiaram amplamente os camponeses, que adquiriram a maior parte das propriedades desapropriadas.
IV. A fase jacobina da Revolução intensificou as ações populares e foi caracterizada pelo uso da guilhotina para combater contrarrevolucionários e reforçar o poder do Comitê de Salvação Pública.

Está CORRETO o que se afirma:
Alternativas
Q3534818 História
Sobre as interpretações historiográficas acerca do fim do mundo antigo, podemos observar que diferentes correntes de pensamento procuraram compreender as complexas transformações que culminaram na desagregação do Império Romano do Ocidente. Tais interpretações envolvem perspectivas que vão desde análises política e administrativa, passando pelos aspectos culturais e religiosos, até abordagens econômicas e sociais. Sobre esse assunto, assinalar a alternativa INCORRETA.
Alternativas
Respostas
3461: C
3462: A
3463: D
3464: E
3465: E
3466: B
3467: A
3468: B
3469: D
3470: C
3471: E
3472: D
3473: B
3474: C
3475: B
3476: E
3477: A
3478: C
3479: A
3480: D