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Q3083005 Português
TEXTO 1


Leia o texto e responda as cinco questões seguintes

Crônicas (Sub)Urbanas: Ué, Lebron… você por aqui?

Eu só imagino a quantidade de vezes em que você não ouviu isso, Lebron. Porque afinal de contas, você não tinha sido feito para vencer na vida. Filho de mãe solteira, morando nos projetos de habitação em Akron, Ohio. Negro. A sociedade espera(va) te ver em um lugar diferente. De maneira que quando você muda as coisas e vai em outra direção, inevitavelmente a pergunta mais feita àquela época deve ter sido: “ué, Lebron… você por aqui?”.

Virando capa de revista ainda no ensino médio. A grande promessa do basquete dos Estados Unidos. Você estava lá. Depois, na NBA de Jordan, Kobe, Shaq, Duncan, Nash, Nowitzki, Carter, Iverson, McGrady… você por ali?

Você tem noção, Lebron, que quando o mundo ouvia CD’s em discman, virava o flip dos seus celulares para mandar SMS, assistia DVDs, acessava internet banda larga em lan houses, postava fotos no MySpace e no Orkut e não fazia ideia do que era home office, você estava lá?

Deixando o resto do mundo de lado: você tem noção, Lebron, de que quando eu ainda usava aparelho, comprava jogo pirateado de Playstation, assistia desenhos e videoclipes na TV, mal fazia ideia do que era vestibular e, criminosamente, não jogava basquete há muito tempo, você estava lá?

Então peço desculpas por soar repetitivo, mas não posso deixar de perguntar: “ué, Lebron… você por aqui?”

Porque veja bem, Lebron Raymone James, um dos maiores clichês dos roteiros de Hollywood é um personagem soltando a mesma frase de efeito para justificar absolutamente qualquer tomada de decisão a partir dali. E a frase é sempre “o mundo mudou”. Mas quem sou eu para falar do mundo, não é mesmo? Porque quando a gente pensa que ele mudou, surge um terraplanista. Olha só o Kyrie Irving.

Bom, eu pelo menos saí da escola e tirei o aparelho. Voltei a jogar basquete. Tive birra com você por achar você “fominha” demais. Passei pra faculdade. Joguei cada vez mais basquete. Vi você levar os seus talentos para South Beach. Prometi a mim mesmo que se você ganhasse um título compraria uma camisa sua. Você ganhou dois. Comprei sua camisa. Esqueci a birra que tinha com você. Joguei mais basquete ainda. Me formei na faculdade. Vi você voltar pra casa em Cleveland, igual à época em que eu estava na escola. Vi você ter a sua própria escola. Vi outro título seu. Comprei outra camisa sua. Talvez eu devesse usar aparelho de novo. Talvez eu devesse voltar pra escola, mas do outro lado da sala de aula. Joguei menos basquete por causa do meu joelho. Vi você ir pra Los Angeles. Tive um podcast e escrevi uma coluna. O podcast parou. Fui pra faculdade de novo. Quero jogar mais basquete de novo.

E você ainda está por aqui.

Isso porque esse foi só eu. Imagina a quantidade de pessoas que andam por aí se perguntando “ué, Lebron… você por aqui?”. Certeza que foi a primeira coisa que passou pela cabeça do Iguodala antes daquele toco no título de 2016. Do Pernalonga também quando você foi fazer “Space Jam”. A minha namorada pensa a mesma coisa porque a todo e a qualquer momento você pode aparecer no meio da conversa sem aviso nenhum. Igual ao toco no título de 2016.

Mudar nunca é fácil, muito por conta da inevitabilidade da mudança. É difícil para mim e para muita gente se imaginar vivendo num mundo sem uma reportagem da Glória Maria, uma entrevista do Jô Soares e uma canção de Gal e Erasmo, por exemplo. É muito difícil. Então não culpe a gente por olhar para o lado e perguntar: “ué, Lebron… você por aqui?”.

Porque você segue aqui, Lebron James. Há vinte anos entregando o melhor. Há vinte anos buscando a grandeza. Há vinte anos elevando o patamar não só do jogo, mas da vida. Há vinte anos entre erros e acertos como qualquer ser humano, embora tenha horas em que a gente duvide. Há vinte anos tendo a excelência como padrão. Há vinte anos escrevendo o roteiro que, na madrugada do dia 7 para o dia 8 de fevereiro de 2023, ao se tornar o maior pontuador da história da NBA, me fez chorar igual criancinha e vibrar por alguém do outro lado do planeta que nem faz ideia de que eu existo. E quer saber por quê, Lebron?

Porque você sempre esteve aqui. E que sorte a nossa.


Renan Alonso – Autoria Independente.
Assinale a alternativa em que o trecho do texto não apresenta nenhum verbo.
Alternativas
Q3083004 Português
TEXTO 1


Leia o texto e responda as cinco questões seguintes

Crônicas (Sub)Urbanas: Ué, Lebron… você por aqui?

Eu só imagino a quantidade de vezes em que você não ouviu isso, Lebron. Porque afinal de contas, você não tinha sido feito para vencer na vida. Filho de mãe solteira, morando nos projetos de habitação em Akron, Ohio. Negro. A sociedade espera(va) te ver em um lugar diferente. De maneira que quando você muda as coisas e vai em outra direção, inevitavelmente a pergunta mais feita àquela época deve ter sido: “ué, Lebron… você por aqui?”.

Virando capa de revista ainda no ensino médio. A grande promessa do basquete dos Estados Unidos. Você estava lá. Depois, na NBA de Jordan, Kobe, Shaq, Duncan, Nash, Nowitzki, Carter, Iverson, McGrady… você por ali?

Você tem noção, Lebron, que quando o mundo ouvia CD’s em discman, virava o flip dos seus celulares para mandar SMS, assistia DVDs, acessava internet banda larga em lan houses, postava fotos no MySpace e no Orkut e não fazia ideia do que era home office, você estava lá?

Deixando o resto do mundo de lado: você tem noção, Lebron, de que quando eu ainda usava aparelho, comprava jogo pirateado de Playstation, assistia desenhos e videoclipes na TV, mal fazia ideia do que era vestibular e, criminosamente, não jogava basquete há muito tempo, você estava lá?

Então peço desculpas por soar repetitivo, mas não posso deixar de perguntar: “ué, Lebron… você por aqui?”

Porque veja bem, Lebron Raymone James, um dos maiores clichês dos roteiros de Hollywood é um personagem soltando a mesma frase de efeito para justificar absolutamente qualquer tomada de decisão a partir dali. E a frase é sempre “o mundo mudou”. Mas quem sou eu para falar do mundo, não é mesmo? Porque quando a gente pensa que ele mudou, surge um terraplanista. Olha só o Kyrie Irving.

Bom, eu pelo menos saí da escola e tirei o aparelho. Voltei a jogar basquete. Tive birra com você por achar você “fominha” demais. Passei pra faculdade. Joguei cada vez mais basquete. Vi você levar os seus talentos para South Beach. Prometi a mim mesmo que se você ganhasse um título compraria uma camisa sua. Você ganhou dois. Comprei sua camisa. Esqueci a birra que tinha com você. Joguei mais basquete ainda. Me formei na faculdade. Vi você voltar pra casa em Cleveland, igual à época em que eu estava na escola. Vi você ter a sua própria escola. Vi outro título seu. Comprei outra camisa sua. Talvez eu devesse usar aparelho de novo. Talvez eu devesse voltar pra escola, mas do outro lado da sala de aula. Joguei menos basquete por causa do meu joelho. Vi você ir pra Los Angeles. Tive um podcast e escrevi uma coluna. O podcast parou. Fui pra faculdade de novo. Quero jogar mais basquete de novo.

E você ainda está por aqui.

Isso porque esse foi só eu. Imagina a quantidade de pessoas que andam por aí se perguntando “ué, Lebron… você por aqui?”. Certeza que foi a primeira coisa que passou pela cabeça do Iguodala antes daquele toco no título de 2016. Do Pernalonga também quando você foi fazer “Space Jam”. A minha namorada pensa a mesma coisa porque a todo e a qualquer momento você pode aparecer no meio da conversa sem aviso nenhum. Igual ao toco no título de 2016.

Mudar nunca é fácil, muito por conta da inevitabilidade da mudança. É difícil para mim e para muita gente se imaginar vivendo num mundo sem uma reportagem da Glória Maria, uma entrevista do Jô Soares e uma canção de Gal e Erasmo, por exemplo. É muito difícil. Então não culpe a gente por olhar para o lado e perguntar: “ué, Lebron… você por aqui?”.

Porque você segue aqui, Lebron James. Há vinte anos entregando o melhor. Há vinte anos buscando a grandeza. Há vinte anos elevando o patamar não só do jogo, mas da vida. Há vinte anos entre erros e acertos como qualquer ser humano, embora tenha horas em que a gente duvide. Há vinte anos tendo a excelência como padrão. Há vinte anos escrevendo o roteiro que, na madrugada do dia 7 para o dia 8 de fevereiro de 2023, ao se tornar o maior pontuador da história da NBA, me fez chorar igual criancinha e vibrar por alguém do outro lado do planeta que nem faz ideia de que eu existo. E quer saber por quê, Lebron?

Porque você sempre esteve aqui. E que sorte a nossa.


Renan Alonso – Autoria Independente.
Pela leitura do texto como um todo, é possível apontar que se evidencia como tema central:
Alternativas
Q3083003 Português
TEXTO 1


Leia o texto e responda as cinco questões seguintes

Crônicas (Sub)Urbanas: Ué, Lebron… você por aqui?

Eu só imagino a quantidade de vezes em que você não ouviu isso, Lebron. Porque afinal de contas, você não tinha sido feito para vencer na vida. Filho de mãe solteira, morando nos projetos de habitação em Akron, Ohio. Negro. A sociedade espera(va) te ver em um lugar diferente. De maneira que quando você muda as coisas e vai em outra direção, inevitavelmente a pergunta mais feita àquela época deve ter sido: “ué, Lebron… você por aqui?”.

Virando capa de revista ainda no ensino médio. A grande promessa do basquete dos Estados Unidos. Você estava lá. Depois, na NBA de Jordan, Kobe, Shaq, Duncan, Nash, Nowitzki, Carter, Iverson, McGrady… você por ali?

Você tem noção, Lebron, que quando o mundo ouvia CD’s em discman, virava o flip dos seus celulares para mandar SMS, assistia DVDs, acessava internet banda larga em lan houses, postava fotos no MySpace e no Orkut e não fazia ideia do que era home office, você estava lá?

Deixando o resto do mundo de lado: você tem noção, Lebron, de que quando eu ainda usava aparelho, comprava jogo pirateado de Playstation, assistia desenhos e videoclipes na TV, mal fazia ideia do que era vestibular e, criminosamente, não jogava basquete há muito tempo, você estava lá?

Então peço desculpas por soar repetitivo, mas não posso deixar de perguntar: “ué, Lebron… você por aqui?”

Porque veja bem, Lebron Raymone James, um dos maiores clichês dos roteiros de Hollywood é um personagem soltando a mesma frase de efeito para justificar absolutamente qualquer tomada de decisão a partir dali. E a frase é sempre “o mundo mudou”. Mas quem sou eu para falar do mundo, não é mesmo? Porque quando a gente pensa que ele mudou, surge um terraplanista. Olha só o Kyrie Irving.

Bom, eu pelo menos saí da escola e tirei o aparelho. Voltei a jogar basquete. Tive birra com você por achar você “fominha” demais. Passei pra faculdade. Joguei cada vez mais basquete. Vi você levar os seus talentos para South Beach. Prometi a mim mesmo que se você ganhasse um título compraria uma camisa sua. Você ganhou dois. Comprei sua camisa. Esqueci a birra que tinha com você. Joguei mais basquete ainda. Me formei na faculdade. Vi você voltar pra casa em Cleveland, igual à época em que eu estava na escola. Vi você ter a sua própria escola. Vi outro título seu. Comprei outra camisa sua. Talvez eu devesse usar aparelho de novo. Talvez eu devesse voltar pra escola, mas do outro lado da sala de aula. Joguei menos basquete por causa do meu joelho. Vi você ir pra Los Angeles. Tive um podcast e escrevi uma coluna. O podcast parou. Fui pra faculdade de novo. Quero jogar mais basquete de novo.

E você ainda está por aqui.

Isso porque esse foi só eu. Imagina a quantidade de pessoas que andam por aí se perguntando “ué, Lebron… você por aqui?”. Certeza que foi a primeira coisa que passou pela cabeça do Iguodala antes daquele toco no título de 2016. Do Pernalonga também quando você foi fazer “Space Jam”. A minha namorada pensa a mesma coisa porque a todo e a qualquer momento você pode aparecer no meio da conversa sem aviso nenhum. Igual ao toco no título de 2016.

Mudar nunca é fácil, muito por conta da inevitabilidade da mudança. É difícil para mim e para muita gente se imaginar vivendo num mundo sem uma reportagem da Glória Maria, uma entrevista do Jô Soares e uma canção de Gal e Erasmo, por exemplo. É muito difícil. Então não culpe a gente por olhar para o lado e perguntar: “ué, Lebron… você por aqui?”.

Porque você segue aqui, Lebron James. Há vinte anos entregando o melhor. Há vinte anos buscando a grandeza. Há vinte anos elevando o patamar não só do jogo, mas da vida. Há vinte anos entre erros e acertos como qualquer ser humano, embora tenha horas em que a gente duvide. Há vinte anos tendo a excelência como padrão. Há vinte anos escrevendo o roteiro que, na madrugada do dia 7 para o dia 8 de fevereiro de 2023, ao se tornar o maior pontuador da história da NBA, me fez chorar igual criancinha e vibrar por alguém do outro lado do planeta que nem faz ideia de que eu existo. E quer saber por quê, Lebron?

Porque você sempre esteve aqui. E que sorte a nossa.


Renan Alonso – Autoria Independente.
Em relação ao primeiro parágrafo do texto, assinale a alternativa em que o pronome destacado possui uma classificação diferente do pronome destacado nas demais alternativas.
Alternativas
Q3083002 Português
TEXTO 1


Leia o texto e responda as cinco questões seguintes

Crônicas (Sub)Urbanas: Ué, Lebron… você por aqui?

Eu só imagino a quantidade de vezes em que você não ouviu isso, Lebron. Porque afinal de contas, você não tinha sido feito para vencer na vida. Filho de mãe solteira, morando nos projetos de habitação em Akron, Ohio. Negro. A sociedade espera(va) te ver em um lugar diferente. De maneira que quando você muda as coisas e vai em outra direção, inevitavelmente a pergunta mais feita àquela época deve ter sido: “ué, Lebron… você por aqui?”.

Virando capa de revista ainda no ensino médio. A grande promessa do basquete dos Estados Unidos. Você estava lá. Depois, na NBA de Jordan, Kobe, Shaq, Duncan, Nash, Nowitzki, Carter, Iverson, McGrady… você por ali?

Você tem noção, Lebron, que quando o mundo ouvia CD’s em discman, virava o flip dos seus celulares para mandar SMS, assistia DVDs, acessava internet banda larga em lan houses, postava fotos no MySpace e no Orkut e não fazia ideia do que era home office, você estava lá?

Deixando o resto do mundo de lado: você tem noção, Lebron, de que quando eu ainda usava aparelho, comprava jogo pirateado de Playstation, assistia desenhos e videoclipes na TV, mal fazia ideia do que era vestibular e, criminosamente, não jogava basquete há muito tempo, você estava lá?

Então peço desculpas por soar repetitivo, mas não posso deixar de perguntar: “ué, Lebron… você por aqui?”

Porque veja bem, Lebron Raymone James, um dos maiores clichês dos roteiros de Hollywood é um personagem soltando a mesma frase de efeito para justificar absolutamente qualquer tomada de decisão a partir dali. E a frase é sempre “o mundo mudou”. Mas quem sou eu para falar do mundo, não é mesmo? Porque quando a gente pensa que ele mudou, surge um terraplanista. Olha só o Kyrie Irving.

Bom, eu pelo menos saí da escola e tirei o aparelho. Voltei a jogar basquete. Tive birra com você por achar você “fominha” demais. Passei pra faculdade. Joguei cada vez mais basquete. Vi você levar os seus talentos para South Beach. Prometi a mim mesmo que se você ganhasse um título compraria uma camisa sua. Você ganhou dois. Comprei sua camisa. Esqueci a birra que tinha com você. Joguei mais basquete ainda. Me formei na faculdade. Vi você voltar pra casa em Cleveland, igual à época em que eu estava na escola. Vi você ter a sua própria escola. Vi outro título seu. Comprei outra camisa sua. Talvez eu devesse usar aparelho de novo. Talvez eu devesse voltar pra escola, mas do outro lado da sala de aula. Joguei menos basquete por causa do meu joelho. Vi você ir pra Los Angeles. Tive um podcast e escrevi uma coluna. O podcast parou. Fui pra faculdade de novo. Quero jogar mais basquete de novo.

E você ainda está por aqui.

Isso porque esse foi só eu. Imagina a quantidade de pessoas que andam por aí se perguntando “ué, Lebron… você por aqui?”. Certeza que foi a primeira coisa que passou pela cabeça do Iguodala antes daquele toco no título de 2016. Do Pernalonga também quando você foi fazer “Space Jam”. A minha namorada pensa a mesma coisa porque a todo e a qualquer momento você pode aparecer no meio da conversa sem aviso nenhum. Igual ao toco no título de 2016.

Mudar nunca é fácil, muito por conta da inevitabilidade da mudança. É difícil para mim e para muita gente se imaginar vivendo num mundo sem uma reportagem da Glória Maria, uma entrevista do Jô Soares e uma canção de Gal e Erasmo, por exemplo. É muito difícil. Então não culpe a gente por olhar para o lado e perguntar: “ué, Lebron… você por aqui?”.

Porque você segue aqui, Lebron James. Há vinte anos entregando o melhor. Há vinte anos buscando a grandeza. Há vinte anos elevando o patamar não só do jogo, mas da vida. Há vinte anos entre erros e acertos como qualquer ser humano, embora tenha horas em que a gente duvide. Há vinte anos tendo a excelência como padrão. Há vinte anos escrevendo o roteiro que, na madrugada do dia 7 para o dia 8 de fevereiro de 2023, ao se tornar o maior pontuador da história da NBA, me fez chorar igual criancinha e vibrar por alguém do outro lado do planeta que nem faz ideia de que eu existo. E quer saber por quê, Lebron?

Porque você sempre esteve aqui. E que sorte a nossa.


Renan Alonso – Autoria Independente.
A partir, sobretudo, de sua linguagem e conteúdo, é possível afirmar que o texto acima caracteriza-se como:
Alternativas
Q2826585 Geografia

Considere as descrições abaixo:


I- É uma formação florestal que se estende ao longo da costa leste do Brasil, abrangendo diversos estados. Apresenta uma variedade de ecossistemas, desde florestas tropicais úmidas até áreas de altitude;


II- Encontrada na região nordeste do Brasil, é caracterizada por vegetação xerófita adaptada à seca. Seu clima é semiárido, com chuvas escassas e irregulares.


Assinale a alternativa que cita CORRETA e respectivamente a denominação dos conjuntos morfoclimáticos descritos acima. 

Alternativas
Q2826584 Geografia
Podemos afirmar sobre a região centro-oeste brasileira:
Alternativas
Q2826583 Geografia

Leia as proposições abaixo considerando informações sobre a população brasileira na atualidade.


I- De 2010 a 2022, a taxa de crescimento anual da população do país foi de 0,52%. Trata-se da menor taxa desde o primeiro Censo do Brasil, em 1872. 


II- Em 2022, as concentrações urbanas abrigavam 124,1 milhões de pessoas, 61% da população nacional.


III- A série histórica do Censo mostra que a média anual de crescimento vem diminuindo desde a década de 60. Em 2022, a taxa de crescimento anual foi reduzida para menos da metade do que era em 2010 (1,17%).


Dos itens acima

Alternativas
Q2826582 Geografia

Até o início de 2023 o estado de Minas Gerais liderava o ranking de maior produtor de energia solar no Brasil. No entanto, seu posto foi superado por ______________, que registrou o maior acréscimo de capacidade no país, tendo como destaque a energia solar residencial.


Assinale a alternativa que preenche CORRETAMENTE a lacuna acima. 

Alternativas
Q2826581 Geografia
No Brasil, a industrialização foi efetivada a partir de um processo caracterizado por ser fechado, ou seja, a indústria estava voltada totalmente para dentro, visando prioritariamente o mercado interno e dependente de políticas governamentais que protegessem a indústria nacional em relação aos seus concorrentes internacionais. Este processo recebe o nome de:
Alternativas
Q2826580 Geografia
Alguns autores dividem o estudo da Globalização em diferentes fases de desenvolvimento, demarcando historicamente os processos de integração territorial no planeta. Baseado nesta linha de pensamento, a primeira fase corresponde:
Alternativas
Q2826579 Geografia
A expansão contínua das áreas urbanas em direção às zonas rurais, que frequentemente resulta na ocupação de terras agrícolas e naturais é chamada de:
Alternativas
Q2826578 Geografia
Partindo da ideia do conceito de Economia de Mercado, assinale a alternativa CORRETA. 
Alternativas
Q2826577 Geografia
O sistema econômico que se constituiu como um conjunto de práticas econômicas, entre os séculos XV e XVIII, sendo adotado pelos Estados nacionais, no intuito de acumular riquezas nas monarquias era chamado: 
Alternativas
Q2826576 Pedagogia
No Ensino Fundamental, a disciplina de Geografia busca ampliar as experiências com o espaço e o tempo vivenciadas pelas crianças em jogos e brincadeiras na Educação Infantil, por meio do aprofundamento de seu conhecimento sobre si mesmas e de sua comunidade, trabalhado pela unidade temática chamada “O sujeito e seu lugar no mundo” que focaliza:
Alternativas
Q2808649 Geografia

De acordo com dados de densidade demográfica do IBGE, com base no Censo de 2010, mais de 50% da população concentra-se numa faixa que se estende do litoral até 150 Km território adentro, o que equivale a aproximadamente 10% do território nacional; já numa segunda faixa, que se estende do litoral até 500 km território adentro, residem 85% da população; e, no restante do território, estão apenas 15% da população brasileira.


No que diz respeito à interpretação geográfica atinente à rede urbana e às formas de ocupação do território brasileiro, assinale a afirmação verdadeira.

Alternativas
Q2808648 Geografia

Com relação ao indicador renda per capita, assinale a afirmação verdadeira.

Alternativas
Q2808645 Geografia

Considerando os impactos ambientais e as políticas ambientais, analise as seguintes afirmações:


I. Impacto ambiental é o processo de mudanças sociais e ecológicas causado por perturbações no ambiente. Diz respeito à evolução conjunta das condições sociais e ecológicas estimuladas pelos impulsos das relações entre forças externas e internas à unidade espacial e ecológica, histórica ou socialmente determinada.

II. Toda ação humana no ambiente natural ou alterado causa algum impacto em diferentes níveis, gerando alterações com graus diversos de agressão, levando, às vezes, as condições ambientais a processos irreversíveis.

III. A natureza, dada sua dimensão planetária e sistêmica, é capaz, por si mesma, de absorver os impactos decorrentes das ações humanas, ainda que muitos impactos, com efeitos socialmente positivos hoje, possam resultar em efeitos ambientalmente negativos amanhã.

IV. Atualmente há métodos cientificamente fundamentados e seguros para aquilatar todo e qualquer grau admissível de intervenção do homem, em um determinado ambiente, no curto, médio e longo prazo.

V. A questão ambiental é uma questão social, pois é no ambiente natural que os seres vivos surgiram e surgem, e é nesse ambiente natural que o homem, como ser ativo, reproduz-se socialmente. Desse modo, tratar a questão ambiental, esquecendo-se do homem como ser social e agente modificador dos ambientes naturais ou, ao contrário, tratar o social, desmerecendo o ambiental é negar a própria essência do homem, a sua inteligência e intencionalidade.


É correto o que se afirma somente em

Alternativas
Q2808644 Geografia

A respeito da urbanização brasileira e das diferentes escalas da rede urbana, assinale corretamente as tipologias hierárquicas da rede urbana, numerando os parênteses abaixo de acordo com a seguinte indicação:


1. Metrópoles;

2. Cidades médias;

3. Centros locais;

4. Cidades de porte médio.


( ) São aglomerações, geralmente de grandes extensões territoriais e com limites difíceis de serem definidos. Possuem dinâmica territorial relacionada aos processos de centralização, gestão do capital e articulação do território do ponto de vista econômico, político e social.

( ) Localidades centrais: são centros de drenagem da renda fundiária regional; centros de atividades especializadas, a partir das quais destacam-se as elites comercial, fundiária e empreendedora. São importantes nós nas redes urbanas regionais do país.

( ) Embora possuam população similar às das cidades médias, elas se encontram localizadas em regiões metropolitanas, sob a influência direta de uma metrópole, com ela fazendo parte do processo de metropolização do espaço.

( ) Suas centralidades são exercidas predominantemente em seus limites municipais, que são caracterizados por terem população em torno de 10 mil habitantes, porém, são, de fato, suas inserções nas redes urbanas e ou regiões que lhes dão elementos e condições para melhor compreensão delas.


A sequência correta, de cima para baixo, é:

Alternativas
Q2808639 Geografia

A respeito das novas tecnologias de informação e comunicação (NTICs) no ensino de Geografia, assinale a opção cuja afirmação é atual e coerente com o seu uso no ensino da Geografia Escolar.

Alternativas
Q2808638 Geografia

Relacione corretamente os principais domínios morfoclimáticos brasileiros às respectivas descrições, numerando os parênteses abaixo de acordo com a seguinte indicação:


1. Domínio Amazônico;

2. Domínio das Caatingas.

3. Domínio dos Planaltos de Araucárias.

4. Domínio dos Cerrados.


( ) Clima tropical, com uma estação seca bem definida; solos ácidos, com fraca fertilidade; os rios diminuem muito na época das secas e transbordam na época das chuvas; vegetação de campos que apresentam árvores retorcidas com cascas grossas.

( ) Os planaltos formam o tipo de relevo predominante; o clima é subtropical úmido; a vegetação é formada pela Floresta dos Pinhais; localiza-se majoritariamente no sul do país.

( ) Clima equatorial, quente e úmido; apresenta a maior bacia fluvial da Terra; a vegetação é formada pela maior floresta tropical do mundo.

( ) Clima semiárido quente, com chuvas escassas e mal distribuídas; os rios são predominantemente temporários; vegetação de arbustos espinhentos e cactos além de árvores que perdem suas folhas nas secas.


A sequência correta, de cima para baixo, é:

Alternativas
Respostas
9361: B
9362: B
9363: D
9364: C
9365: E
9366: D
9367: B
9368: A
9369: A
9370: E
9371: A
9372: D
9373: C
9374: B
9375: A
9376: A
9377: C
9378: D
9379: D
9380: A