Questões de Concurso Comentadas para professor - educação física

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Q2134138 História e Geografia de Estados e Municípios
Leia o texto a seguir.
O oeste, território – aqui pensado como uma porção de terra na qual viviam diversos sujeitos – que não se pode precisar com exatidão o lugar de seu início ou término passou a ser um espaço disputado e valorizado economicamente: tornou-se “a última fronteira agricultável do globo”, algo bem diferente do ocorrido décadas atrás, quando a região era vista com severas restrições, sobretudo quando o assunto versava a respeito da densidade populacional e da agricultura.
Fonte: DAL MORO, N. Formas de Conceber a Terra no Oeste do Brasil. História Revista, Goiânia, v. 19, n. 1, 2014. p. 238.
A mudança apontada no texto na denominação do Mato Grosso foi decorrente
Alternativas
Q2134137 História e Geografia de Estados e Municípios
Leia o texto a seguir.
O município de Itiquira está muito próximo do Pantanal Mato-grossense e isto pode ser observado em alguns acidentes físicos com características específicas desse importante sistema ecológico brasileiro. Toda área que hoje constitui o município de Itiquira foi habitada por povos indígenas. Relatam alguns historiadores que essa área também foi palmilhada por bandeirantes no decorrer do século XVIII.
Fonte: CARVALHO, Maria Aparecida de. Contribuições para o Atlas Toponímico do estado de Mato Grosso - mesorregião sudeste mato-grossense. 2010. 540 f. Tese (Doutorado em Linguística) – Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas, Universidade de São Paulo, 2010. p. 237.
Em que resultou a ação, mencionada no texto, dos bandeirantes em Itiquira-MT?
Alternativas
Q2134122 Português
Leia o Texto I, a seguir para responder a questão.

Texto I

A espiritualidade das pedras

Meu Deus, como ter um "eu" cansa! Os místicos têm razão. Não é necessário ser um "crente" para ver isso, basta ter algum senso de ridículo para ver o quão cansativo é satisfazer o "eu". E a modernidade é toda uma sinfonia (ou melhor, uma "diafonia", contrário da sinfonia) para este pequeno "eu" infantil.

Outro dia, contemplava pessoas num aeroporto embarcando para os EUA com malas vazias para poder comprar um monte de coisas lá. Que vergonha. É o tal do "eu" que faz isso. Ele precisa comprar, adquirir, sentir-se tendo vantagem em tudo. O "eu" sente um "frisson" num outlet baratinho em Miami. [...]

A filosofia inglesa tem uma expressão muito boa que é "wants", para se referir a nossas necessidades a serem satisfeitas. Poderíamos traduzir de modo livre por "quereres". O "eu" é um poço sem fundo de "wants". Isso me deprime um tanto.

Como dizia acima, a modernidade é toda feita para servir ao pequeno autoritário, o "eu": ele exige mais sucesso, mais autoestima, mais saúde, mais dinheiro, mais beleza, mais celulares, mais viagens, mais consumo, mais direitos, mais rapidez, mais eficiência, mais atenção, mais reconhecimento, mais equilíbrio, melhor alimentação, mais espiritualidade para que ele não se sinta um materialista grosseiro. [...]

Outra armadilha típica do mundinho do "eu" é a idolatria do desejo. A filosofia sempre problematizou o desejo como modo de escravidão, e isso nada tem a ver com a dita repressão cristã (que nem foi o cristianismo que inventou) do desejo. [...]

O "eu" falante inunda o mundo com seu ruído. O "eu" mais discreto tece um silêncio que desperta o interesse em conhecê-lo. Mas hoje vivemos num mundo da falação de si, como numa espécie de contínuo striptease da alma. O corpo nu é mais interessante do que a alma que se oferece. Por isso toda poesia sincera é ruim (Oscar Wilde). O "eu" deve agir como as mulheres quando fecham as pernas em sinal de pudor e vergonha.

A alta literatura espiritual, oriental ou ocidental, há muito compreende o ridículo do culto ao "eu". Uma leveza peculiar está presente em narrativas gregas (neoplatonismo), budistas (o "eu" como prisão) ou místicas (cristã, judaica ou islâmica).

Conceitos como "aniquilamento" (anéantissement, comum em textos franceses entre os séculos 14 e 17), "desprendimento" (abegescheidenheit, em alemão medieval) e "aphalé panta" (grego antigo) descrevem exatamente esse processo de superação da obsessão do "eu" por si mesmo.

A leveza nasce da sensação de que atender ao "eu" é uma prisão maior do que atender ao mundo, porque do "eu" nunca nos libertamos quando queremos servi-lo. Ele está em toda parte como um deus ressentido.

Por isso, um autor como Nikos Kazantzakis, em seu primoroso "Ascese", diz que apenas quando não queremos nada, quando não desejamos nada é que somos livres. Muito próximo dele, o filósofo epicurista André Comte-Sponville, no seu maior livro, "Tratado do Desespero e da Beatitude", defende o "des-espero" como superação de uma vida pautada por expectativas.

Entre as piores expectativas está a da vida eterna. Espero que ao final o descanso das pedras nos espere. Amém.

PONDÉ, Luiz Felipe. A espiritualidade das pedras. Folha de S. Paulo, São Paulo, 29 de julho de 2013. 
No sexto parágrafo, a palavra “mas” estabelece uma oposição que pode ser depreendida lexicalmente por meio do par
Alternativas
Q2134121 Português
Leia o Texto I, a seguir para responder a questão.

Texto I

A espiritualidade das pedras

Meu Deus, como ter um "eu" cansa! Os místicos têm razão. Não é necessário ser um "crente" para ver isso, basta ter algum senso de ridículo para ver o quão cansativo é satisfazer o "eu". E a modernidade é toda uma sinfonia (ou melhor, uma "diafonia", contrário da sinfonia) para este pequeno "eu" infantil.

Outro dia, contemplava pessoas num aeroporto embarcando para os EUA com malas vazias para poder comprar um monte de coisas lá. Que vergonha. É o tal do "eu" que faz isso. Ele precisa comprar, adquirir, sentir-se tendo vantagem em tudo. O "eu" sente um "frisson" num outlet baratinho em Miami. [...]

A filosofia inglesa tem uma expressão muito boa que é "wants", para se referir a nossas necessidades a serem satisfeitas. Poderíamos traduzir de modo livre por "quereres". O "eu" é um poço sem fundo de "wants". Isso me deprime um tanto.

Como dizia acima, a modernidade é toda feita para servir ao pequeno autoritário, o "eu": ele exige mais sucesso, mais autoestima, mais saúde, mais dinheiro, mais beleza, mais celulares, mais viagens, mais consumo, mais direitos, mais rapidez, mais eficiência, mais atenção, mais reconhecimento, mais equilíbrio, melhor alimentação, mais espiritualidade para que ele não se sinta um materialista grosseiro. [...]

Outra armadilha típica do mundinho do "eu" é a idolatria do desejo. A filosofia sempre problematizou o desejo como modo de escravidão, e isso nada tem a ver com a dita repressão cristã (que nem foi o cristianismo que inventou) do desejo. [...]

O "eu" falante inunda o mundo com seu ruído. O "eu" mais discreto tece um silêncio que desperta o interesse em conhecê-lo. Mas hoje vivemos num mundo da falação de si, como numa espécie de contínuo striptease da alma. O corpo nu é mais interessante do que a alma que se oferece. Por isso toda poesia sincera é ruim (Oscar Wilde). O "eu" deve agir como as mulheres quando fecham as pernas em sinal de pudor e vergonha.

A alta literatura espiritual, oriental ou ocidental, há muito compreende o ridículo do culto ao "eu". Uma leveza peculiar está presente em narrativas gregas (neoplatonismo), budistas (o "eu" como prisão) ou místicas (cristã, judaica ou islâmica).

Conceitos como "aniquilamento" (anéantissement, comum em textos franceses entre os séculos 14 e 17), "desprendimento" (abegescheidenheit, em alemão medieval) e "aphalé panta" (grego antigo) descrevem exatamente esse processo de superação da obsessão do "eu" por si mesmo.

A leveza nasce da sensação de que atender ao "eu" é uma prisão maior do que atender ao mundo, porque do "eu" nunca nos libertamos quando queremos servi-lo. Ele está em toda parte como um deus ressentido.

Por isso, um autor como Nikos Kazantzakis, em seu primoroso "Ascese", diz que apenas quando não queremos nada, quando não desejamos nada é que somos livres. Muito próximo dele, o filósofo epicurista André Comte-Sponville, no seu maior livro, "Tratado do Desespero e da Beatitude", defende o "des-espero" como superação de uma vida pautada por expectativas.

Entre as piores expectativas está a da vida eterna. Espero que ao final o descanso das pedras nos espere. Amém.

PONDÉ, Luiz Felipe. A espiritualidade das pedras. Folha de S. Paulo, São Paulo, 29 de julho de 2013. 
No contexto da discussão realizada no texto, a formação da palavra “des-espero” sugere 
Alternativas
Q2134120 Português
Leia o Texto I, a seguir para responder a questão.

Texto I

A espiritualidade das pedras

Meu Deus, como ter um "eu" cansa! Os místicos têm razão. Não é necessário ser um "crente" para ver isso, basta ter algum senso de ridículo para ver o quão cansativo é satisfazer o "eu". E a modernidade é toda uma sinfonia (ou melhor, uma "diafonia", contrário da sinfonia) para este pequeno "eu" infantil.

Outro dia, contemplava pessoas num aeroporto embarcando para os EUA com malas vazias para poder comprar um monte de coisas lá. Que vergonha. É o tal do "eu" que faz isso. Ele precisa comprar, adquirir, sentir-se tendo vantagem em tudo. O "eu" sente um "frisson" num outlet baratinho em Miami. [...]

A filosofia inglesa tem uma expressão muito boa que é "wants", para se referir a nossas necessidades a serem satisfeitas. Poderíamos traduzir de modo livre por "quereres". O "eu" é um poço sem fundo de "wants". Isso me deprime um tanto.

Como dizia acima, a modernidade é toda feita para servir ao pequeno autoritário, o "eu": ele exige mais sucesso, mais autoestima, mais saúde, mais dinheiro, mais beleza, mais celulares, mais viagens, mais consumo, mais direitos, mais rapidez, mais eficiência, mais atenção, mais reconhecimento, mais equilíbrio, melhor alimentação, mais espiritualidade para que ele não se sinta um materialista grosseiro. [...]

Outra armadilha típica do mundinho do "eu" é a idolatria do desejo. A filosofia sempre problematizou o desejo como modo de escravidão, e isso nada tem a ver com a dita repressão cristã (que nem foi o cristianismo que inventou) do desejo. [...]

O "eu" falante inunda o mundo com seu ruído. O "eu" mais discreto tece um silêncio que desperta o interesse em conhecê-lo. Mas hoje vivemos num mundo da falação de si, como numa espécie de contínuo striptease da alma. O corpo nu é mais interessante do que a alma que se oferece. Por isso toda poesia sincera é ruim (Oscar Wilde). O "eu" deve agir como as mulheres quando fecham as pernas em sinal de pudor e vergonha.

A alta literatura espiritual, oriental ou ocidental, há muito compreende o ridículo do culto ao "eu". Uma leveza peculiar está presente em narrativas gregas (neoplatonismo), budistas (o "eu" como prisão) ou místicas (cristã, judaica ou islâmica).

Conceitos como "aniquilamento" (anéantissement, comum em textos franceses entre os séculos 14 e 17), "desprendimento" (abegescheidenheit, em alemão medieval) e "aphalé panta" (grego antigo) descrevem exatamente esse processo de superação da obsessão do "eu" por si mesmo.

A leveza nasce da sensação de que atender ao "eu" é uma prisão maior do que atender ao mundo, porque do "eu" nunca nos libertamos quando queremos servi-lo. Ele está em toda parte como um deus ressentido.

Por isso, um autor como Nikos Kazantzakis, em seu primoroso "Ascese", diz que apenas quando não queremos nada, quando não desejamos nada é que somos livres. Muito próximo dele, o filósofo epicurista André Comte-Sponville, no seu maior livro, "Tratado do Desespero e da Beatitude", defende o "des-espero" como superação de uma vida pautada por expectativas.

Entre as piores expectativas está a da vida eterna. Espero que ao final o descanso das pedras nos espere. Amém.

PONDÉ, Luiz Felipe. A espiritualidade das pedras. Folha de S. Paulo, São Paulo, 29 de julho de 2013. 
Ao usar a frase “Por isso, toda poesia sincera é ruim”, de Oscar Wilde, o autor estabelece a seguinte relação implícita: 
Alternativas
Q2125536 Educação Física
As relações de gênero são uma temática que se torna bem explícita e evidente na escola nas aulas de Educação Física, visto que, em muitos momentos, se acentuam, de forma hierarquizada, as diferenças entre meninos e meninas. Assinale, nos itens que seguem abaixo, a alternativa que melhor descreve o trato pedagógico de um professor que visa trabalhar no sentido de descontração dos estereótipos sexuais e ampliar a compreensão das relações de gênero.
Alternativas
Q2125535 Educação Física
No atual cenário educacional, a Educação Física vem se consolidando como componente curricular obrigatório da Educação Básica, mas nem sempre a disciplina teve essa condição. Na legislação brasileira, a Educação Física Escolar foi sendo configurada com avanços e retrocessos, decorrentes do aparato legal. Sobre os aspectos legais da Educação Física, assinale a alternativa VERDADEIRA.
Alternativas
Q2125534 Educação Física
As Dimensões do Conhecimento propostas pela atual BNCC (Brasil, 2018) podem ser consideradas como avanço com relação às dimensões conceituais, procedimentais e atitudinais, antes apresentadas pelos Parâmetros Curriculares Nacionais (Brasil, 1998). Sobre as Dimensões do Conhecimento, segundo a BNCC, assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q2125533 Educação Física
O campo de estudo do Comportamento Motor congrega três grandes subáreas: o Controle Motor, o Desenvolvimento Motor e a Aprendizagem Motora. Analise as afirmativas abaixo e, em seguida, assinale a única alternativa FALSA
Alternativas
Q2125532 Educação Física
Em uma aula de Educação Física para alunos do 9º ano, o professor Olavo (nome fictício) resolveu ministrar, para seus alunos, o conteúdo de medidas e de avaliação para que eles pudessem conhecer, vivenciar e apropriar-se desse conteúdo, aplicando em sua vida. Assim, iniciou conceituando e demonstrando as principais dobras cutâneas de referência para a avaliação antropométrica. Dessa forma, sobre o reconhecimento das dobras cutâneas, relacione o nome das dobras (COLUNA 1) a seus respectivos pontos de localização (COLUNA 2). E, em seguida, assinale a alternativa CORRETA.
COLUNA 1 1. (___) Subescapular 2. (___) Axilar média 3. (___) Supraespinhal 4. (___) Abdominal
COLUNA 2 (___) Dobra tomada na parede lateral do peito na linha axilar média no nível do xifoide.
(___) Dobra tomada ao longo da linha natural da pele a 2 cm medial e 1 cm acima da espinha superior anterior da crista ilíaca.
(___) Dobra vertical tomada a 2 cm laterais do umbigo, mas não inclui tecido umbilical e é realizada no lado direito.
(___) Dobra oblíqua ou diagonal tomando-se como base o ângulo inferior da escápula a 45° com a horizontal, acompanhando as fibras musculares da região.
Assinale a alternativa que contém a sequência CORRETA:
Alternativas
Q2125530 Educação Física
Historicamente, a Educação Física Escolar representou diferentes papéis quanto à sua função no processo de formação dos alunos, conferindo-lhe conotações relacionadas às vertentes da saúde, do esporte, da recreação, da ludicidade, da cultura. Sobre o processo histórico da Educação Física Escolar, assinale a alternativa CORRETA.
I) A concepção biopsicossocial trouxe para a Educação Física Escolar a ampliação do entendimento de corpo superando o viés biologicista e inaugura uma nova atribuição para a disciplina na escola, legitimando o papel do professor e a contribuição da disciplina para a formação integral do aluno.
II) A introdução da Educação Física no âmbito escolar, no Brasil, sob a denominação de ginástica, foi fortemente influenciada pela concepção higienista, cujo objetivo era promover a adoção de hábitos saudáveis para ficar livre de doenças.
III) Na década de 1970, os objetivos da Educação Física na escola estavam vinculados à formação de uma geração forte, capaz de suportar o combate, a luta, para atuar na guerra. Para tanto, o esporte foi fortemente utilizado para enaltecer os mais habilidosos em detrimento dos incapacitados.
IV) As mudanças nos objetivos da Educação Física, que aconteceram nas décadas de 70 e 80, foram influenciadas por correntes humanistas em contestação à concepção tecnicista e denominaram-se movimentos “renovadores”.
Estão CORRETAS as afirmativas:
Alternativas
Q2125529 Educação Física
Para a organização de processos de ensino e de aprendizagem da Educação Física característicos para o terceiro e o quarto anos do ensino fundamental, o professor deve considerar que esse componente curricular possa ampliar os conhecimentos dos alunos no âmbito dos conceitos, dos procedimentos, dos valores e das atitudes sobre a cultura corporal de movimento de maneira significativa para os jovens e adolescentes, levando em consideração toda a caracterização desse público. Como forma de contribuir para a reflexão e a organização desses processos de ensino e de aprendizagem, os Parâmetros Curriculares apresentam três elementos que podem ser simultaneamente incluídos. Assinale abaixo a alternativa que apresenta estes três elementos.
Alternativas
Q2125528 Educação Física
O processo de avaliação no terceiro e no quarto ciclos, segundo os Parâmetros Curriculares da Educação Física, deve levar em consideração a faixa etária dos alunos e o grau de autonomia e de discernimento que possuem. Para realizar a avaliação, são propostos três critérios que podem ser utilizados pelo professor para condução desse momento didático de ensino. Sendo assim, correlacione a COLUNA A com a COLUNA B, conforme os critérios de avaliação.
COLUNA A 1. (___) Realizar as práticas da cultura corporal do movimento. 2. (___) Valorizar a cultura corporal de movimento. 3. (___) Relacionar os elementos da cultura corporal com a saúde e a qualidade de vida.
COLUNA B (___) Avaliar se o aluno conhece, aprecia e desfruta de algumas das diferentes manifestações da cultura corporal de movimento de seu ambiente e de outros, relacionando-as com o contexto em que são produzidas.
(___) Avaliar se o aluno consegue aprofundar-se no conhecimento dos limites e das possibilidades do próprio corpo de forma a poder controlar algumas de suas posturas e atividades corporais.
(___) Avaliar se o aluno organiza e pratica atividades da cultura corporal de movimento, demonstrando capacidade de adaptá-las, com o intuito de torná-las mais adequadas ao momento do grupo, favorecendo a inclusão de todos.
(___) Avaliar como o aluno se apropria de informações e de experiências da cultura corporal de movimento, e de que modo estabelece relações entre esses conhecimentos no plano dos procedimentos, dos conceitos, dos valores e das atitudes, tendo em vista a promoção da saúde e a qualidade de vida.
Assinale a alternativa que contém a sequência CORRETA de preenchimento dos parênteses:
Alternativas
Q2125527 Educação Física
Uma nova perspectiva curricular para pautar a Educação Física segundo os pressupostos progressistas e que vem ganhando visibilidade no âmbito acadêmico e social é o Currículo Cultural. Analise os itens propostos na sequência, indicando (V) para VERDADEIRO e (F) para FALSO sobre o Currículo Cultural da Educação Física.
(___) Essa proposta surge como uma alternativa para favorecer processos de ensino que se orientem a favor de uma visão dialógica da prática escolar.
(___) Nessa proposta de currículo, os procedimentos didáticos impositores de poder são substituídos por procedimentos que rompam com a subalternização.
(___) O Currículo Cultural procura impedir a reprodução consciente ou inconsciente da ideologia dominante, presente, por exemplo, nas propostas que deixam de questionar as relações de poder que perpassam a produção e a reprodução das práticas corporais na escola.
(___) O Currículo Cultural visa formar sujeitos solidários – pessoas que reconheçam que todas as formas de expressão corporal são importantes.
A sequência CORRETA de preenchimento é:
Alternativas
Q2125526 Educação Física
No modelo teórico de Desenvolvimento Motor, segundo David Gallahue (2005), a fase motora fundamental é assim denominada por ser a base para o desenvolvimento de habilidades motoras mais complexas. Sobre essa fase, assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q2125525 Educação Física
Para a organização do seu planejamento anual para as aulas de Educação Física, o professor Pablo (nome fictício) busca fundamentação nos pressupostos didático-pedagógicos de uma abordagem de ensino da Educação Física que visa propiciar a aquisição de conhecimentos relacionados à importância da atividade física voltada para a melhoria da aptidão; estimular atitudes positivas com relação aos exercícios físicos; estabelecer, como comportamento universal, a prática regular de atividades que possam ter continuidade após os anos escolares; e promover independência na escolha de programas de atividades físicas relacionados à saúde. Dessa forma, de acordo com os itens abaixo, assinale a alternativa que melhor corresponde à opção realizada pelo professor Pablo quanto à abordagem de ensino.
Alternativas
Q2125524 Educação Física
Nos itens que seguem abaixo relacionados às habilidades previstas para a unidade didática ESPORTE para os diferentes níveis de ensino, relacione as colunas, associando a coluna 1 à coluna 2.
COLUNA 1 1. (___) 3º ao 5º ano 2. (___) 6º e 7º anos 3. (___) 8º e 9º anos
COLUNA 2
(___) Identificar os elementos técnicos ou técnico-táticos individuais, combinações táticas, sistemas de jogo e de regras das modalidades esportivas praticadas, bem como diferenciar as modalidades esportivas com base nos critérios da lógica interna das categorias de esporte: rede/parede, campo e taco, invasão e combate.
(___) Experimentar e fruir diversos tipos de esportes de campo e taco, rede/parede e invasão, identificando seus elementos comuns e criando estratégias individuais e coletivas básicas para sua execução, prezando pelo trabalho coletivo e pelo protagonismo.
(___) Planejar e utilizar estratégias para solucionar os desafios técnicos e táticos, tanto nos esportes de marca, precisão, invasão e técnico-combinatórios como nas modalidades esportivas escolhidas para praticar de forma específica.
(___) Praticar um ou mais esportes de rede/parede, campo e taco, invasão e combate oferecidos pela escola, usando habilidades técnico-táticas básicas.
(___) Experimentar e fruir esportes de marca, precisão, invasão e técnico-combinatórios, valorizando o trabalho coletivo e o protagonismo.
A alternativa que corresponde ao preenchimento correto dos parênteses, de cima para baixo, é: 
Alternativas
Q2125523 Educação Física
A concepção de Educação Física como disciplina que trata, pedagogicamente, na escola, do conhecimento de uma área denominada de Cultura Corporal e que tematiza formas de atividades expressivas corporais, como jogo, esporte, dança e ginástica, com a finalidade de possibilitar ao aluno o conhecimento e as experiências necessárias para eles participarem na construção de um “Projeto de Cultura Popular”, corresponde a qual das perspectivas teóricas abaixo?
Assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q2125522 Educação Física
“Avaliar exige acessar e avaliar a aprendizagem dos aprendentes. E o que isso quer dizer? Não se trata de classificar o aprendente em algum lugar de uma escala numérica que vai do “aprendeu tudo” (nota 10!) ou “não aprendeu nada” (nota zero!). Como já dissemos, a Semiótica nos ensina que não é possível acessar diretamente a aprendizagem, senão por meio dos signos que a podem indicar ou representar nos processos de significação”. (Betti & Gomes-da-Silva, 2019). Assim, tomando por referência a proposta semiótica de avaliação, assinale a alternativa CORRETA que apresenta orientações segundo essa abordagem.
Alternativas
Q2125521 Educação Física
Sobre os aspectos que envolvem a competição e a cooperação no cenário escolar nas aulas de Educação Física, analise as alternativas abaixo e, em seguida, assinale a única alternativa INCORRETA.
Alternativas
Respostas
18141: D
18142: C
18143: B
18144: C
18145: A
18146: B
18147: D
18148: A
18149: D
18150: C
18151: D
18152: D
18153: A
18154: B
18155: A
18156: C
18157: A
18158: B
18159: A
18160: D