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Q3870459 Educação Física
Considerando as diretrizes da Lei 10.639/2003, a professora Joana tematizou a capoeira nas aulas do segundo ano do ensino médio. Nessas aulas, ela ressaltou histórias sobre a origem da capoeira, o legado dos Mestres Pastinha e Bimba, as músicas, toques e movimentos básicos que guiam a realização da roda de capoeira, bem como o patrimônio ancestral africano e indígena, que contribui para ações antirracistas.

Fontes: DARIDO, Suraya Cristina. Os conteúdos da Educação Física escolar. In: DARIDO, Suraya Cristina; RANGEL, Irene Conceição Andrade (org.). Educação Física na escola: implicações para a prática pedagógica. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2005. pр. 64-79
PEDRASSANI, Priscila Lima; FERREIRA, Aline Fernanda, DARIDO, Suraya Cristina. Capoeira. In: DARIDO, Suraya Cristina (Org). Educação Física no ensino médio: diagnóstico, princípios e práticas. Ijuí: Ed. Unijuí, 2017, 353-382. 

Considerando as dimensões de conteúdo da Educação Física escolar, é CORRETO afirmar que:
Alternativas
Q3870454 Pedagogia
Quais os objetivos da Educação Física? Como definir os objetivos para cada turma? Como desenvolvê-los na aula? Essas são perguntas que podem surgir durante a formação e após anos de atuação. Precisamos, no nosso ato de planejar, pensar na intencionalidade de nossas aulas, atrelando-as às necessidades dos nossos alunos. Sobre isso, Irene Rangel, Luciana Venâncio, Luiz Rodrigues, Luiz Sanches Neto e Suraya Darido (2008) admitem como objetivo da Educação Física na escola a democratização do acesso à Educação Física como direito de todas e todos. A respeito deste objetivo, analise as assertivas a seguir:

I. Todos os estudantes devem ter direito ao acesso aos conhecimentos produzidos pela Educação Física como forma de instrumento de transformação, com intuito de superar as desigualdades sociais
PORQUE
II. A partir desses conhecimentos, o estudante poderá ter uma atitude consciente de tantos porquês, além de se tornar mais autônomo e crítico, reservando maior tempo e espaço nas aulas para estudantes mais habilidosos e aptos.

Fonte: DARIDO, Suraya C.; RANGEL, Irene Conceição. Educação física na escola: implicações para prática pedagógica. Rio de Janeiro, Guanabara Koogan, 2008.

Assinale a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q3870453 Antropologia
"O simples ato de uma criança, ao sentar-se em uma cadeira, cruzar ou não as pernas, colocar os cotovelos sobre a mesa, fixando o olhar em determinada direção, demonstra todo um conjunto de atitudes oriundas de uma efetiva educação do corpo."

Isso leva-nos a constatar que existem educações físicas que não estão explícitas somente nos manuais didáticos de ginástica, mas "registradas" em nossas atitudes, ou melhor, marcadas, integradas ao nosso próprio corpo. Assim, podemos descrever esse conjunto de aprendizagens do "uso do corpo" provenientes dos pátios e corredores da escola, das ruas e das praças, de festas cívicas e folclóricas, enfim, de todo o nosso cotidiano, como uma efetiva educação do corpo.

"Essa compreensão leva-nos a concluir que a maneira pela qual utilizamos nossos gestos corporais corresponde a um conjunto de atitudes permitidas ou não, naturais ou não, resultantes de uma construção social que pode ser, por parte do indivíduo, consciente ou inconsciente."

Ao abordar a educação do corpo sob a perspectiva antropológica e considerando a educação física, avalie as afirmações a seguir.

I. A existência de diferentes culturas explica a diversidade de técnicas do corpo, incluindo as práticas corporais.
II. As técnicas do corpo resultam das relações entre o homem e a sua biologia exclusivamente.
III. As técnicas corporais existentes na atualidade fazem acreditar que é possível uma educação física que leia a sociedade de maneira unilateral.
IV. As técnicas do corpo são construídas conforme a sociedade e a geração em que o sujeito se encontra.

Fonte: RODRIGUES, R. O pensamento antropológico de Marcel Mauss: uma leitura das "técnicas corporais". (Dissertação de mestrado) Campinas: Unicamp, 1997.

Assinale a alternativa que apresenta apenas os itens CORRETOS.
Alternativas
Q3870452 Educação Física
"Joga-se à bola, ao berlinde ou às damas (agôn), joga-se na roleta ou na lotaria (alea), faz-se de pirata, de Nero ou de Hamlet (mimicry), brinca-se, provocando em nós mesmos, por um movimento rápido de rotação ou de queda, um estado orgânico de confusão e desordem (ilinx)." (Caillois, 1990, р. 31).

Fonte: CAILLOIS, Roger. Os jogos e os homens: a máscara e a vertigem. São Paulo: Editora Vozes, 1990.

Analisando a citação acima, responda: o jogo de damas e a loteria são jogos de agôn e alea, respectivamente, pois:
Alternativas
Q3870450 História
A partir do golpe militar de 1964, a Educação Física Escolar passou a ser uma ferramenta de propaganda do governo, o qual enfatizou a formação de turmas de treinamento para variadas modalidades esportivas, a preparação física e as competições. Para Germano (1994), a Educação Física da época se pautava na busca pelo desempenho esportivo e pela vitória. Considerando esse período histórico no Brasil, analise as seguintes assertivas:

I. Naquele período histórico, as glórias alcançadas pelo futebol nas copas do mundo não foram amplamente divulgadas.
II. A concepção tecnicista ou esportivista, implantada e estimulada pelo governo militar, utilizou o Esporte de Performance - seletivo e competitivo - em todos os níveis de ensino.
III. Durante o regime militar, houve incentivo dos Diretórios Centrais (DCEs) e Centros Acadêmicos (CAS) nas Universidades como forma de incentivar as lutas políticas e para que o esporte atingisse todas as camadas.

Fonte: GERMANO, J. W. Estado militar e educação no Brasil (1964-1985). São Paulo: Cortez, 1994.

Assinale a alternativa que contém as assertivas CORRETAS.
Alternativas
Q3870447 Educação Física
"A Ginástica sempre foi proposta como prática corporal nos mais diferentes locais e períodos históricos. O termo Ginástica veio ganhando diferentes definições de acordo com épocas, culturas e interesses diversos" (FIORIN, 2002).

Em alguns momentos, a ginástica chegou a designar toda e qualquer atividade física sistematizada, desde exercícios militares até práticas esportivas.

Sobre as finalidades dos métodos ginásticos alemão, sueco e francês, analise os itens abaixo e marque V para os VERDADEIROS e F para os FALSOS.

( ) Formar o sujeito para sua libertação.
( ) Preparar o homem para o trabalho.
( ) Desenvolver a força.
( ) Desenvolver a moral.
( ) Preparar o homem para a luta de classe.
( ) Regenerar a raça.

Fonte: FIORIN, C. M. A ginástica em Campinas: suas forças de expressão da década de 20 a década de 70. 2002. 173f. Dissertação (Mestrado em Educação Física) Faculdade de Educação Física, Universidade Estadual de Campinas, Campinas, 2002.

Assinale a sequência CORRETA, de cima para baixo.
Alternativas
Q3870446 Pedagogia
Segundo Neira (2018), os estudos culturais lançam um olhar diferenciado para a pedagogia e apresentam-se como uma proposta de ensino em que os territórios estão em disputa, e diferentes grupos sociais lutam pelo poder. Entende-se nesta perspectiva que, tanto na ação didática quanto na seleção dos conteúdos, tudo passa por uma construção social. Com isso, podemos afirmar que os estudos culturais inspiram professoras e professores a interrogar e desnaturalizar modos distintos de compreender as práticas corporais. Entretanto, para que isso ocorra, a professora e o professor que atuam com o currículo cultural precisam adotar alguns procedimentos didáticos.

Sobre a organização e desenvolvimento das atividades de ensino, Neira (2018) afirma que existem procedimentos didáticos que devem compor o planejamento no currículo cultural. Sobre os procedimentos que devem fazer parte nesta perspectiva, analise os itens a seguir:

I. Mapeamento.
II. Leitura.
III. Vivência.
IV. Ressignificação.
V. Aprofundamento.
VI. Ampliação.
VII. Transcendências.
VIII. Registro e avaliação.

Fonte: NEIRA, Marcos Garcia. Educação Física Cultural: inspiração e prática pedagógica. 1ª edição. Jundiaí: Paco editorial, 2018.

Assinale a alternativa que apresenta os procedimentos didáticos que fazem parte do currículo cultural.
Alternativas
Q3870405 Português
Marque a justificativa CORRETA para a acentuação da palavra “jardim”.
Alternativas
Q3870404 Português
O adjetivo indica um defeito ou uma qualidade. Marque a alternativa que NÃO é adjetivo.
Alternativas
Q3870403 Português
Indique a frase que NÃO contém verbo.
Alternativas
Q3870402 Português
O substantivo que mais se aproxima do verbo “plantar” é:
Alternativas
Q3870401 Português
Assinale a alternativa com o antônimo de alto.
Alternativas
Q3870400 Português

Brincar no fim das férias prepara cérebro para volta às aulas


As férias escolares estão chegando ao fim, mas o aprendizado não precisa ficar restrito à sala de aula que logo voltará a ocupar a rotina.
Para especialistas em desenvolvimento infantil, o brincar é o verdadeiro "motor" do crescimento das crianças, funcionando como uma ferramenta essencial para organizar as emoções e aliviar as tensões típicas da transição para o período letivo.
Segundo Luciana Brites, mestre e doutoranda em distúrbios do desenvolvimento e diretora executiva do instituto Neurosaber, a brincadeira nas férias permite que a criança explore territórios e interações sociais que a rotina escolar nem sempre oferece.
Para as famílias que buscam mais conexão e menos cobrança nesta reta final das férias, a dica é incluir a criança na rotina da casa. Atividades simples, como ajudar a fazer um bolo ou arrumar a mesa, podem ser transformadas em momentos lúdicos que desenvolvem a autonomia.
A pediatra Mariana Lombardi Novello, pós-graduada em neurociência, educação e desenvolvimento infantil, reforça que o cérebro da criança não precisa de mais estímulos digitais após um dia de aula, mas sim de experiências que ajudem a integrar o aprendizado.
"O brincar não é um luxo, nem um passatempo extra. É uma necessidade. O cérebro não se desenvolve apenas sentado, ele precisa de movimento e imaginação", afirma a médica.
Um dos maiores obstáculos para o brincar livre é o excesso de tecnologia. As especialistas alertam que a criança não consegue regular o uso de telas sozinha, cabendo aos adultos estabelecer limites claros.
Mariana, a pediatra, afirma ainda que o brincar atua como um protetor da saúde mental, agindo diretamente na redução do estresse e no fortalecimento da autoestima.
Segundo ela, quando esse tempo de lazer é negligenciado em função de uma agenda sobrecarregada, é comum observar crianças mais irritadas, desatentas e emocionalmente exaustas.
Para evitar problemas, Luciana Brites lembra ainda que, com as crianças mais tempo em casa ou em brincadeiras livres, é fundamental redobrar a atenção para evitar acidentes domésticos, mantendo o ambiente sempre seguro e orientado.

Fonte: https://www.cnnbrasil.com.br/educacao/brincar-no-fim-das-feriasprepara-cerebro-para-volta-as-aulas-veja-dicas/ (adaptado)

Marque a alternativa em que o feminino está INCORRETO.
Alternativas
Q3870399 Português

Brincar no fim das férias prepara cérebro para volta às aulas


As férias escolares estão chegando ao fim, mas o aprendizado não precisa ficar restrito à sala de aula que logo voltará a ocupar a rotina.
Para especialistas em desenvolvimento infantil, o brincar é o verdadeiro "motor" do crescimento das crianças, funcionando como uma ferramenta essencial para organizar as emoções e aliviar as tensões típicas da transição para o período letivo.
Segundo Luciana Brites, mestre e doutoranda em distúrbios do desenvolvimento e diretora executiva do instituto Neurosaber, a brincadeira nas férias permite que a criança explore territórios e interações sociais que a rotina escolar nem sempre oferece.
Para as famílias que buscam mais conexão e menos cobrança nesta reta final das férias, a dica é incluir a criança na rotina da casa. Atividades simples, como ajudar a fazer um bolo ou arrumar a mesa, podem ser transformadas em momentos lúdicos que desenvolvem a autonomia.
A pediatra Mariana Lombardi Novello, pós-graduada em neurociência, educação e desenvolvimento infantil, reforça que o cérebro da criança não precisa de mais estímulos digitais após um dia de aula, mas sim de experiências que ajudem a integrar o aprendizado.
"O brincar não é um luxo, nem um passatempo extra. É uma necessidade. O cérebro não se desenvolve apenas sentado, ele precisa de movimento e imaginação", afirma a médica.
Um dos maiores obstáculos para o brincar livre é o excesso de tecnologia. As especialistas alertam que a criança não consegue regular o uso de telas sozinha, cabendo aos adultos estabelecer limites claros.
Mariana, a pediatra, afirma ainda que o brincar atua como um protetor da saúde mental, agindo diretamente na redução do estresse e no fortalecimento da autoestima.
Segundo ela, quando esse tempo de lazer é negligenciado em função de uma agenda sobrecarregada, é comum observar crianças mais irritadas, desatentas e emocionalmente exaustas.
Para evitar problemas, Luciana Brites lembra ainda que, com as crianças mais tempo em casa ou em brincadeiras livres, é fundamental redobrar a atenção para evitar acidentes domésticos, mantendo o ambiente sempre seguro e orientado.

Fonte: https://www.cnnbrasil.com.br/educacao/brincar-no-fim-das-feriasprepara-cerebro-para-volta-as-aulas-veja-dicas/ (adaptado)

A separação silábica CORRETA da palavra “felicidade” é:
Alternativas
Q3870398 Português

Brincar no fim das férias prepara cérebro para volta às aulas


As férias escolares estão chegando ao fim, mas o aprendizado não precisa ficar restrito à sala de aula que logo voltará a ocupar a rotina.
Para especialistas em desenvolvimento infantil, o brincar é o verdadeiro "motor" do crescimento das crianças, funcionando como uma ferramenta essencial para organizar as emoções e aliviar as tensões típicas da transição para o período letivo.
Segundo Luciana Brites, mestre e doutoranda em distúrbios do desenvolvimento e diretora executiva do instituto Neurosaber, a brincadeira nas férias permite que a criança explore territórios e interações sociais que a rotina escolar nem sempre oferece.
Para as famílias que buscam mais conexão e menos cobrança nesta reta final das férias, a dica é incluir a criança na rotina da casa. Atividades simples, como ajudar a fazer um bolo ou arrumar a mesa, podem ser transformadas em momentos lúdicos que desenvolvem a autonomia.
A pediatra Mariana Lombardi Novello, pós-graduada em neurociência, educação e desenvolvimento infantil, reforça que o cérebro da criança não precisa de mais estímulos digitais após um dia de aula, mas sim de experiências que ajudem a integrar o aprendizado.
"O brincar não é um luxo, nem um passatempo extra. É uma necessidade. O cérebro não se desenvolve apenas sentado, ele precisa de movimento e imaginação", afirma a médica.
Um dos maiores obstáculos para o brincar livre é o excesso de tecnologia. As especialistas alertam que a criança não consegue regular o uso de telas sozinha, cabendo aos adultos estabelecer limites claros.
Mariana, a pediatra, afirma ainda que o brincar atua como um protetor da saúde mental, agindo diretamente na redução do estresse e no fortalecimento da autoestima.
Segundo ela, quando esse tempo de lazer é negligenciado em função de uma agenda sobrecarregada, é comum observar crianças mais irritadas, desatentas e emocionalmente exaustas.
Para evitar problemas, Luciana Brites lembra ainda que, com as crianças mais tempo em casa ou em brincadeiras livres, é fundamental redobrar a atenção para evitar acidentes domésticos, mantendo o ambiente sempre seguro e orientado.

Fonte: https://www.cnnbrasil.com.br/educacao/brincar-no-fim-das-feriasprepara-cerebro-para-volta-as-aulas-veja-dicas/ (adaptado)

Indique o número de sílabas de “telefone”.
Alternativas
Q3870397 Português

Brincar no fim das férias prepara cérebro para volta às aulas


As férias escolares estão chegando ao fim, mas o aprendizado não precisa ficar restrito à sala de aula que logo voltará a ocupar a rotina.
Para especialistas em desenvolvimento infantil, o brincar é o verdadeiro "motor" do crescimento das crianças, funcionando como uma ferramenta essencial para organizar as emoções e aliviar as tensões típicas da transição para o período letivo.
Segundo Luciana Brites, mestre e doutoranda em distúrbios do desenvolvimento e diretora executiva do instituto Neurosaber, a brincadeira nas férias permite que a criança explore territórios e interações sociais que a rotina escolar nem sempre oferece.
Para as famílias que buscam mais conexão e menos cobrança nesta reta final das férias, a dica é incluir a criança na rotina da casa. Atividades simples, como ajudar a fazer um bolo ou arrumar a mesa, podem ser transformadas em momentos lúdicos que desenvolvem a autonomia.
A pediatra Mariana Lombardi Novello, pós-graduada em neurociência, educação e desenvolvimento infantil, reforça que o cérebro da criança não precisa de mais estímulos digitais após um dia de aula, mas sim de experiências que ajudem a integrar o aprendizado.
"O brincar não é um luxo, nem um passatempo extra. É uma necessidade. O cérebro não se desenvolve apenas sentado, ele precisa de movimento e imaginação", afirma a médica.
Um dos maiores obstáculos para o brincar livre é o excesso de tecnologia. As especialistas alertam que a criança não consegue regular o uso de telas sozinha, cabendo aos adultos estabelecer limites claros.
Mariana, a pediatra, afirma ainda que o brincar atua como um protetor da saúde mental, agindo diretamente na redução do estresse e no fortalecimento da autoestima.
Segundo ela, quando esse tempo de lazer é negligenciado em função de uma agenda sobrecarregada, é comum observar crianças mais irritadas, desatentas e emocionalmente exaustas.
Para evitar problemas, Luciana Brites lembra ainda que, com as crianças mais tempo em casa ou em brincadeiras livres, é fundamental redobrar a atenção para evitar acidentes domésticos, mantendo o ambiente sempre seguro e orientado.

Fonte: https://www.cnnbrasil.com.br/educacao/brincar-no-fim-das-feriasprepara-cerebro-para-volta-as-aulas-veja-dicas/ (adaptado)

Aponte a palavra com um encontro consonantal.
Alternativas
Q3870396 Português

Brincar no fim das férias prepara cérebro para volta às aulas


As férias escolares estão chegando ao fim, mas o aprendizado não precisa ficar restrito à sala de aula que logo voltará a ocupar a rotina.
Para especialistas em desenvolvimento infantil, o brincar é o verdadeiro "motor" do crescimento das crianças, funcionando como uma ferramenta essencial para organizar as emoções e aliviar as tensões típicas da transição para o período letivo.
Segundo Luciana Brites, mestre e doutoranda em distúrbios do desenvolvimento e diretora executiva do instituto Neurosaber, a brincadeira nas férias permite que a criança explore territórios e interações sociais que a rotina escolar nem sempre oferece.
Para as famílias que buscam mais conexão e menos cobrança nesta reta final das férias, a dica é incluir a criança na rotina da casa. Atividades simples, como ajudar a fazer um bolo ou arrumar a mesa, podem ser transformadas em momentos lúdicos que desenvolvem a autonomia.
A pediatra Mariana Lombardi Novello, pós-graduada em neurociência, educação e desenvolvimento infantil, reforça que o cérebro da criança não precisa de mais estímulos digitais após um dia de aula, mas sim de experiências que ajudem a integrar o aprendizado.
"O brincar não é um luxo, nem um passatempo extra. É uma necessidade. O cérebro não se desenvolve apenas sentado, ele precisa de movimento e imaginação", afirma a médica.
Um dos maiores obstáculos para o brincar livre é o excesso de tecnologia. As especialistas alertam que a criança não consegue regular o uso de telas sozinha, cabendo aos adultos estabelecer limites claros.
Mariana, a pediatra, afirma ainda que o brincar atua como um protetor da saúde mental, agindo diretamente na redução do estresse e no fortalecimento da autoestima.
Segundo ela, quando esse tempo de lazer é negligenciado em função de uma agenda sobrecarregada, é comum observar crianças mais irritadas, desatentas e emocionalmente exaustas.
Para evitar problemas, Luciana Brites lembra ainda que, com as crianças mais tempo em casa ou em brincadeiras livres, é fundamental redobrar a atenção para evitar acidentes domésticos, mantendo o ambiente sempre seguro e orientado.

Fonte: https://www.cnnbrasil.com.br/educacao/brincar-no-fim-das-feriasprepara-cerebro-para-volta-as-aulas-veja-dicas/ (adaptado)

A palavra “pai” apresenta qual encontro vocálico?
Alternativas
Q3869121 Pedagogia

A Base Nacional Comum Curricular estabelece diretrizes para a Educação Básica, orientando os sistemas de ensino e as práticas pedagógicas. Considerando essas diretrizes, analise as assertivas a seguir.



I. A BNCC substitui integralmente os currículos das redes de ensino, determinando conteúdos, metodologias e avaliações de forma uniforme em todo o território nacional.


II. A BNCC define aprendizagens essenciais que devem ser asseguradas a todos os estudantes ao longo da Educação Básica, respeitando as especificidades regionais, culturais e locais.



Das assertivas, pode-se afirmar que: 

Alternativas
Q3869120 Direito da Criança e do Adolescente - Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) - Lei nº 8.069 de 1990

Com base nas disposições do Estatuto da Criança e do Adolescente, relativas ao processo educacional e às políticas culturais, analise as assertivas a seguir.



I. O processo educacional deve respeitar os valores culturais, morais, éticos, artísticos e históricos do contexto social da criança e do adolescente, assegurando-lhes a liberdade de criação e o acesso às fontes de cultura.


II. Compete exclusivamente aos municípios estimular e facilitar a destinação de recursos e espaços para programações culturais, esportivas e de lazer voltadas à infância e à juventude, sem apoio dos demais entes federativos.



Das assertivas, pode-se afirmar que: 

Alternativas
Q3869119 Pedagogia

Nos termos da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, são princípios sobre os quais o ensino deve ser ministrado:



I. Consideração com a diversidade étnico-racial.


II. Garantia do direito à educação e à aprendizagem ao longo da vida.


III. Respeito à diversidade humana, linguística, cultural e identitária das pessoas surdas, surdo-cegas e com deficiência auditiva.


IV. Garantia do direito de acesso a informações públicas sobre a gestão da educação.



Quantos dos itens está(ão) CORRETO(S)? 

Alternativas
Respostas
1301: A
1302: A
1303: B
1304: A
1305: E
1306: D
1307: A
1308: C
1309: A
1310: D
1311: E
1312: B
1313: D
1314: A
1315: E
1316: C
1317: B
1318: A
1319: B
1320: A